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#41 | ||
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SPQR
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O correto é projetar a cidade para acomodar carros, Rib. Preto tem espaço de sobra, mas muito espaço mesmo. Quote:
No mais, a atividade comercial se descentraliza cada vez mais em cidades médias, há vários shoppings e novas avenidas com prédios comerciais, a importância relativa do Centro cai e continuará caindo.
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Dream of the year: a city without streets. |
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#42 |
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Registered User
Join Date: Sep 2008
Location: Ribeirão Preto/SP-São Paulo/SP
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Mas é o que eu já tinha falado, tem q investir tanto em melhorias na malha viária, quanto no transporte público. O VLT seria o transporte ideal para Ribeirão hj, acho que metrô tem que ser p/ cidades de 1 milhão p/ cima, se fosse no plano ideal Campinas e Goiânia já poderiam estar com metrô.
Mas esse sistema implantado é mais condizente com a nossa realidade, poderíamos pensar em VLT se houvesse apoio do Governo Estadual e/ou Federal, mas com a pouca vontade política de nossos representantes locais e a preocupação maior com as cidades que vão receber a Copa isso vai ser difícil de acontecer. O ônibus se for confortável, não for lotado, tiver ar concionado, fizer um trajeto em tempo menor que o carro particular etc, vai acabar sendo atraente para o dia a dia de muitas pessoas, tá certo que na hora do lazer, de noite, final de semana vão acabar usando o carro, mas o problema é mesmo o tráfego de meio de semana. Eu confesso que no meu caso com meu trabalho atual seria difícil eu usá-lo porque cada hora eu tenho que tá num lugar, mas se fosse no meu emprego antigo, que acredito ser o caso da maioria das pessoas, que saía cedo p/ ir pro escritório, fica o dia inteiro lá, almoça perto e vai embora no final da tarde, aí já é bem interessante usar o ônibus se ele for confortável e fazer o trajeto em um tempo menor. |
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#43 | |
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Registered User
Join Date: Jun 2011
Location: Ribeirão Preto SP
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QUER POVO MAIS CAIPIRA Q AMERICANO, É POR ISSO QUE ELES TÃO QUEBRANDO, PQ CONSUMIRAM TUDO QUE PODIAM SEM PENSAR NO SUSTENTÁVEL. CREIO QUE VC ESTEJA ILUDIDO POR MORAR FORA E FICAR QUERENDO FALAR MAL DO BRASIL. O TRANSPORTE PÚBLICO É MAIS SEGURO, BARATO E OCUPA MENOS ESPAÇO NAS RUAS. SEM FALAR DO CALOR QUE GERA O EXCESSO DE CARROS NA CIDADE, E NÃO SEI SE ESQUECEU, AQUI QUASE NÃO FAZ CALOR NÉ? |
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#44 |
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SPQR
Join Date: Dec 2009
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Ahn? Calor? Será que eu perdi minhas aulas de física no ensino médio A contribuição do calor gerado pela exaustão de gases de veículos para o fenômeno de ilha de calor é muito pequena perto da contribuição da ausência de sombra.No mais, eu nào estou "iludido", eu sou realista. Já morei em três continentes e, se por um lado isso não me faz por si só credenciado a vaticinar opiniões mais do que outras pessoas, por outro ao menos me permite ver como estereótipos simplificantes são falsos na América do Sul, do Norte e na Europa. Uma coisa é uma metrópole impensada contra duas serras com 19 milhões de habitantes precisar de pensar em espaço apertado. Outra coisa é uma cidade de 610 mil habitantes no meio de uma região enorme, com espaço de sobra para crescer ao longo de eixos rodoviários existentes e novos. O que falta em Rib. Preto é planejamento, em partes (menos do que em outras cidades, diga-se), não espaço. Quanto a preço, eu te desafio a provar, diretamente ou com fontes neutras (textos de associações contra ou a favor de transporte coletivo nào contam, nem blogs contra ou a favor de carros), que é possível montar, em uma cidade com o padrão demográfico de Rib. Preto (não só população, como dispersão geográfica, policêntrica em atividades etc.) , um sistema de transporte coletivo que, com o mesmo custo integral de uso de um carro (não só combustível mas manutenção depreciação etc.) no longo prazo consiga prover, em média, deslocamentos médios MAIS RÁPIDOS para a maioria da população. Não existe, é uma impossibildiade técnica, vc precisaria de ter trens por toda a cidade, vans passando na porta de todo mundo a cada 1 minuto para tornar próximo a zero o tempo de espera etc. Em termos mais ténicos, quero que vc acha uma matriz ij onde i são os deslocamentos medidos em tempo e j a seleção de modal cujo determinante seja menor que uma em que j = transp. público x custos associados e não j = carro x custos associados.
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#45 | |
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SSC - ANO 7!
Join Date: Jun 2006
Location: Ribeirão Preto
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O custo Brasil torna inviável priorizar transporte individual assim como é nos EUA, culturalmente falando pode-se mudar a mente do cidadão com um transporte eficiente e sim aumentar em RP de 165mil/pax para 200 mil em poucos anos. Nossas ruas estão caóticas, cada dia mais intransitáveis e em TODA a cidade. Há lentidões no trânsito desde Quintino até Interlagos, sem distinção. Investir no transporte público é mais barato, desde que haja sensatez e vontade política para fazer.
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Last edited by Andre_RP; December 21st, 2011 at 01:25 PM. |
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#46 |
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Registered User
Join Date: Jul 2007
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Moto é um inferno. Pelo pouco que conheci de Ribeirão, só há problemas no trânsito na região central. Fora dela as vias são largas.
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#47 |
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Registered User
Join Date: Sep 2008
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Nos horários de pico (por volta as 18:00 às 19:00) as demais vias da cidade são bem problemáticas tb. Na zona sul os cruzamentos da Av. João Fiusa com a Presidente Vargas e a Bianco Molina são sempre tumultuados. O da Vargas agora deu uma melhorada com um novo cruzamento, mas acho que daqui uns 5 anos já vai estar saturado novamente. Esse da Bianco Molina só agora a Prefeitura criou vergonha na cara de instalar semáforos, depois de uma média diária de 2 acidentes por dia, isso do que eu costumo presenciar. Já virou praxe passar por ali esse horário e ver carro batido, motoqueiro no chão.Tem percursos que eu levo 10 min que nesse horário faço em 30 min. Sei que quem é de São Paulo vai achar pouco, pq lá nos horários de pico vc pode chegar a ficar preso no trânsito até 2 horas, mas acho que os problemas já tem que ir sendo resolvidos quando começa a ficar ruim desse jeito, não tem que esperar a coisa ficar caótica, pq a situação só tende a piorar. |
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#48 |
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SSC - ANO 7!
Join Date: Jun 2006
Location: Ribeirão Preto
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Saiu o Edital de Licitação para o transporte público.
Os arquivos estão em PDF, e como é extenso e muito pesado para o fórum, coloquei apenas o link. Atentem-se às datas na página 2 do edital: Aviso de Licitação: http://www.ribeiraopreto.sp.gov.br/c...1_11_aviso.pdf Edital: http://www.ribeiraopreto.sp.gov.br/c..._11_edital.pdf
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Last edited by Andre_RP; January 2nd, 2012 at 07:10 PM. |
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#49 |
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SSC - ANO 7!
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Caderno Técnico da Frota
Neste anexo é apresentado o Caderno Técnico da Frota o qual indica as especificações técnicas mínimas a serem atendidas pelos veículos de transporte coletivo do Município. O Caderno Técnico da Frota constitui um manual instituído pela Transerp a partir desta Concessão e que será sempre atualizado de forma a incorporar as inovações da indústria automobilística e da legislação para futuras aquisições de veículos. 1. Introdução O Caderno Técnico da Frota de Transporte Coletivo de Ribeirão Preto é um manual que indica as especificações técnicas mínimas a serem atendidas pelos veículos de transporte coletivo do Município. Sua elaboração decorre da necessidade de serem adotadas especificações veiculares compatíveis com o estado da arte no que concerne às características técnicas e aos avanços tecnológicos oferecidos pelos fabricantes de ônibus, assim como pelas normas técnicas e pela legislação correlata. Consequentemente, o presente manual reveste-se da conveniência de permitir a incorporação, a qualquer tempo, pela Administração Municipal, das inovações oferecidas pelos fabricantes de ônibus, pelas normas técnicas e pela legislação correlata, que venham a atender o interesse público proporcionando melhorias no atendimento desses quesitos. Este manual poderá a qualquer tempo incorporar alterações e inserções relativas às especificações técnicas dos veículos que compõem a frota do sistema de transporte coletivo urbano do Município; considerando: (i) a periódica incorporação, pela indústria automotiva, de novos componentes e métodos derivados de inovações tecnológicas; (ii) as inovações periódicas de concepções veiculares em oferta no mercado; (iii) as necessidades específicas que venham a ser observadas para o melhor atendimento da população; (iv) que é de interesse público, incorporar tais inovações e necessidades em benefício da melhoria no atendimento dos quesitos estabelecidos para a prestação dos serviços de transporte coletivo. 2. Tipologia de veículos da frota do Serviço de Transporte Coletivo Municipal Ficam definidos os seguintes tipos de veículos para a composição da frota do serviço de transporte coletivo municipal de Ribeirão Preto: • Ônibus Convencional; • Ônibus Padron; • Microônibus. 3. Especificações Gerais Os veículos que compõem a frota do Sistema de Transporte Coletivo Municipal deverão atender as condições do sistema viário, do pavimento, da geografia (topografia), do clima e outros elementos importantes das operações urbanas específicas da cidade de Ribeirão Preto. Os veículos deverão estar providos de dispositivos e/ou materiais que garantam a segurança dos usuários e operadores no caso de eventuais acidentes. Além das características básicas apresentadas neste Manual, toda concepção do chassi, carroceria e seus componentes deverão obedecer rigorosamente às legislações e normas específicas, em particular aquelas definidas pelo Códigode Trânsito Brasileiro – CTB; CONMETRO; CONAMA, ABNT e CONTRAN, bem como a legislação municipal. Cabe observar que havendo omissões ou porventura conflitos entre o disposto neste manual e o estabelecido na legislação supra, esta prevalecerá. Outras concepções de veículos e seus componentes, não previstas neste Manual, poderão ser incorporadas pela Transerp em novas edições, desde que verificadas as suas vantagens sobre aquelas aqui exigidas. 4. Especificações detalhadas São apresentadas a seguir as especificações detalhadas, observando a seguinte estrutura: a. Características gerais: traz as especificações aplicadas a todos os tipos de veículos; b. Características específicas: traz observações particulares aplicadas a um tipo específico de veículo. 4.1 - Chassi/ Plataforma Especificações Características Gerais Características Específicas 1. Direção Acionamento Assistência hidráulica integrada e limitação no final de seu curso. 2. Pneus Tipo Radiais, sem câmara, com medidas originais conforme especificações do fabricante, não sendo admitido pneus recapados ou recauchutados no eixo dianteiro. 3. Suspensão Tipo Pneumática, metálica ou mista. No caso dos veículos Padron será pneumática ou mista (item 9.1 da NBR 15570) Amortecedores Telescópico de dupla ação. Barra estabilizadora Opcional na suspensão traseira. 3. Freio Sistema principal Pneumático ou hidráulico de duplo circuito independente, assistido pneumaticamente ou a vácuo. 4. Motor Potência Deverá fornecer ao veículo a energia necessária para atender aos requisitos de desempenho (relação peso/potência) com menor consumo específico de combustível, conforme item 10.2.da NBR 15570. Sistema de arrefecimento Por circulação de água, com termostato. Tubulação de escape: Localizado atrás do veículo, em posição vertical à esquerda, acima do teto, encapsulado, de forma a proporcinar proteção contra queimaduras e lesões pelo contato com a tubulaçãoexposta. Localização: Não deverá comprometer os aspectos de conforto e segurança dos usuários, bem como o embarque, a locomoção interna e o desembarque do veículo. No caso da eventual utilização de motor dianteiro, deverá ser dada especial atenção à concepção do capuz, principalmente no que tange à questão termo-acústica. 5. Combustível Diesel / Biodiesel Independente do tipo de combustível o veículo deverá dispor de tecnologia que proporcione atendimento integral aos limites de emissões de gases, material particulado e índices de ruído estabelecidos pela legislação vigente. Autonomia mínima: - 300 km; Volume mínimo do tanque de combustível: Microônibus - 150 litros GMV O ônibus movido a GMV deverá estar provido de um indicador de combustível, em local protegido e de fácil visualização. O posicionamento dos cilindros de armazenagem bem como, os suportes de sustentação, devem estar dispostos de modo a proporcionar fácil acesso à manutenção Devem ser atendidas todas as normas de segurança específicas para cilindros de armazenagem de combustível, válvulas de segurança e tubulações integrantes do sistema, além dos aspectos envolvidos no abastecimento. 6. Transmissão Tipo Mecânica, automática ou semi-automática. Recomendado o uso de transmissão automática nos veículos padron e convencional (item 11 da NBR 15570) 7. Eixos Tipo Dimensionado para atendimento à Lei de Carga por Eixo (Lei da Balança) e resistir ao maior valor de carga estática, equivalente ao veículo lotado. O eixo traseiro deverá possuir rodagem dupla. 8. Sistema elétrico Tipo Tensão nominal mínima de 24 V, fornecendo energia necessária para atender o nível de iluminação interna do veículo, bem como os demais equipamentos e acessórios agregados ao veículo. Admite-se para microônibus tensão nominal mínima de 12 V. Dimensionado para operar com sistema debilhetagem eletrônica e controles de movimentação da frota (rastreamento) r. 9. Acessórios Tipo Equipado com um registrador instantâneo e inalterável de velocidade e tempo (tacógrafo), preferencialmente do tipo eletrônico com registros magnéticos. Mínimo 1 (um) extintor de incêndio com carga de pó químico de 4 (quatro) quilogramas, em local sinalizado e de fácil acesso ao motorista e passageiros. Considerando o uso da transmissão automática, deverá ser implementado um apoio para o pé esquerdo do motorista. 4.2 - Carroceria Especificações Características Gerais Características Específicas 1. Peso e Dimensões Gerais Limites Definidos pelas Resoluções do CONTRAN e CONMETRO Altura interna Mínima de 2.030 mm Mínima de 1.800 mm (no caso de micro-ônibus) Ângulo de entrada e saída Mínimo de 8º Comprimento (Variável de acordo com o modelo do chassi) Ônibus convencionais Mínimo de 12,0m Padrons Mínimo de 13,0m Microônibus 8,5 a 9,5m 2. Chapeamento Externo Chapas Alumínio, aço carbono ou outro material de alta resistência e durabilidade. Estanqueidade Não será admitida a penetração de água, ar e poeira no interior do veículo. 3. Compartimento de Passageiros Limites Definidos pela Resolução do CONMETRO Capacidade Variável de acordo com o modelo do chassi e carroceria(os valores ao lado, indicam capacidades de referência, admitido 6 pass. em pé/m²). Ônibus convencionais 90passageiros Quantidade de lugares sentados A serem definidos em conjunto com a Transerp antes da aquisição dos veículos Mínimo de 30 assentos para ônibus convencionais e 35 para ônibus padron.Padron: 100 passageiros Microônibus: 40 passageiros Corredor Largura mínima de 650mm, medida a 300mm acima do assento do banco do passageiro. Revestimento Vedado qualquer material metálico no revestimento das laterais e anteparos. 4. Portas Quantidade Ônibus convencional e Padron: 3 portas de duas folhas, com acionamento independente, do lado direito. Microônibus: 2 portas de duas folhas do lado direito Largura do vão livre Ônibus Convencional ou Padron: no mínimo 950 mm / Microônibus: 700 mm A porta dotada de plataforma elevatória deverá ter a sua largura adequada a este equipamento. Sistema de bloqueio Mecanismo de bloqueio para impedimento de movimentação de veículo com portas abertas. "Pega-mãos" Fixação nas laterais para facilidade no embarque e desembarque. 5. Degraus Revestimento Antiderrapante. Acabamento Cantos arredondados, arestas com reforço externo e frisos antiderrapante na cor amarela. 1º degrau Altura máxima em relação ao piso de rolamento do veículo: 450 mm com tolerância 10%. (item 23.5. da NBR 15570) Demais degraus Altura máxima: 300 mm com tolerância 5%. (item 23.5. da NBR 15570) Profundidade Mínimo: 270 mm. 6. Janelas, Pára-Brisa e Vidro Traseiro Tipo Vidros de segurança, em conformidade com as resoluções do CONTRAN e normas da ABNT. Ônibus convencional e Padron devem ter no mínimo 5saídasde emergência, sendo 2 adjacentes às portas de serviço e 3 opostas às portas de serviço. Microônibus deve ter no mínimo 3saídasde emergência, sendo 1 adjacente às portas de serviço e 2 opostas às portas de serviço. Vidro traseiro Obrigatório. Conforto Exceto pára-brisa, os demais vidros podem ser escurecidos em conformidade com as resoluções do CONTRAN. 7. Bancos de Passageiros Tipo Anatômicos, com assento, encosto e protetor de cabeça estofados. Dimensões Estabelecidasna NBR 15570. Quantidade mínima e dimensões de bancos reservados para passageiros preferenciais Ônibus Convencionais e Padron 6 assentos, sendo que um deles é reservado para pessoas obesas, conforme NBR 14022. Microônibus 3 assentos , sendo que um deles é reservado para pessoas obesas, conforme NBR 14022. Identificação de bancos reservados para passageiros preferenciais Cor amarela e com adesivos indicativos nos vidros laterais contíguos. 8. Colunas, balaústre, corrimãos e "pega-mãos" Tipo Concepção, características funcionais e construtivas devem atender as especificações da NBR 15570. Localização Conforme item 35 da NBR 15570 9. Posto de comando Disposição Banco do motorista e comandos devem atender regras de ergonomia, normas específicas e as Resoluções do CONMETRO. Segurança Cinto de segurança retrátil para o motorista. O triangulo de segurança e o extintor de incêndio devem estar posicionados em local de fácil acesso ao motorista. 10. Painel de controle Tipo Disposições e características devem atender padrões ergonômicos e normas específicas. Segurança Provido de luzes indicadoras que acendam sempre que um subsistema for acionado. 11. Ventilação Natural Escotilhas no teto com quantidades e dimensões conforme CONMETRO. Artificial Ventilador elétrico para desembaçamento do pára-brisa. Sistema de ventilação e exaustão forçada conforme NBR 15570. 12. Iluminação interna Luminosidade Mínimo: 140 Lux (medido a 1.000 mm do nível do piso). Degraus Mínimo: 80 Lux. Reflexos No posto do motorista admite-se uma iluminação uniforme com índice de luminosidade não inferior a 30 Lux. Não deve ter reflexos no pára-brisa ou efeitos prejudiciais ao motorista ou no embarque e desembarque dos passageiros. 13. Comunicação interna Solicitação de parada Sinais ótico e sonoro, temporizado, acionados por cordões de campainha e/ou interruptores, devendo permanecer ligado junto ao posto do motorista e em outros pontos, visíveis aos passageiros, até a abertura da porta. 14. Iluminação externa e sinalização Tipo Devem atender regulamentações vigentes. Lanterna de freio elevada ("brake light") Conjugada ao sistema de luzes de freio. 15. Comunicação e identidade visual externa Painéis de destino, itinerário e linha Tipo eletrônico monocromático de alto brilho do tipo LIGHTDOT ou LEDS de alta intensidade. Frontal, na parte superior, para identificação do código da linha, destino e grupo de integração. Deverá ocupar toda a caixa de vista do veículo. Lateral direita, junto à porta de embarque para identificação da linha, destino e principais vias do trajeto. Traseira, na parte superior, para identificação do código da linha. Padronização Os veículos deverão ser pintados e conter elementos gráficos de comunicação e informação visual de acordo com instruções específicas da Transerp. 16. Caixas de rodas, pára-lamas, aventais das rodas e pára-choques Tipo Devem atender regulamentações vigentes Material de alta resistência e durabilidade com tratamento anticorrosivo e anti-ruídos. 17. Catraca Quantidade 1 catraca. Nos ônibus padrons utilizados em linhas estruturais serão utilizadas duas catracas. Tipo Com dimensões definidasna NBR 15570, com registrador mecânico de passagem de passageiros e integrada com o equipamento de leitura de cartões do SBE. Nos ônibus padrons utilizados em linhas estruturais serão utilizadas 2 catracas de 3 braços, com dimensões definidas na NBR 15570. Nos microônibus deverá ser utilizada 1 catraca de 3 braços , com dimensões definidas na NBR 15570. Nos ônibus convencionais deverá ser definido previamente a aquisição dos veículos, podendo ser de 3 ou 4 braços. 18. Conexão para reboque Localização Parte dianteira do veículo. Capacidade de suporte Operação de reboque em carga máxima, em rampa de até 6%. 19. Tampas de inspeção Localização No piso do veículo, livre de obstruções. Segurança Fechos embutidos, sem saliências. 20. Compartimento das baterias Tipo Fechado, ventilado e estanque à água e sujeira.. 21. Acessórios da carroceria Cesto de lixo Não deverão constituir risco aos usuários ou obstruir a passagem e ser removível. Quantidade mínima: Microônibus, 2 unidades e Convencionais e Padron, 3 unidades. Espelho Espelho retrovisor convexo junto às portas. 22. Equipamentos Sistema de Bilhetagem Eletrônica Equipamento de leitura de cartões do Sistema de Bilhetagem Eletrônica conforme tecnologia empregada, associada à catraca eletro-mecânica. Câmeras Sistema de captura de imagens e gravação posicionadas da seguinte forma:1 para observação do posto do motorista;1 para observação do salão dianteiro; 1 para observação do salão traseiro e 1 posicionada na parte dianteira do veículo para observação do movimento à frente. Sistema de Monitoramento e Controle Operacional Equipamento GPS, microcomputador de bordo, sensores e transmissor em GPRS ou outra tecnologia definida. Rádio-comunicação Equipamento com especificações do fornecedor posicionado de modo a não interferir na direção do veículo. 23. Dispositivos para acessibilidade universal Circulação interna Espaço mínimo reservado para cadeira de rodas ou para cão-guia: conforme NBR 14022. Elevação O veículo deverá ser equipado com uma plataforma elevatória de acordo com a NBR 14022. Nos ônibus do tipo Convencional ou Padron deverá estar posicionada na porta central. Nos Microônibus, na porta traseira ou dianteira conforme característica da carroceria e operabilidade.
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Last edited by Andre_RP; January 23rd, 2012 at 09:26 PM. |
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#50 |
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SSC - ANO 7!
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Rede estrutural, corredores, estações e terminais
A rede estrutural é um novo conceito de linhas a ser implantado em Ribeirão Preto. Linhas estruturais são linhas que possuem as seguintes características: a. Não são linhas de bairros, são linhas da cidade, assim entendidas linhas que tem uma função de amplo atendimento das áreas centralizadas da cidade, dos principais corredores comerciais e de serviços, bem como os pólos de interesse. b. São linhas com percursos simples, os mais diretos possíveis e de fácil entendimento pela população; c. Possuem uma oferta de viagens com menores intervalos entre viagens; d. São operadas com veículos com características diferenciados (Padron); e. Circularão em corredores viários que terão um tratamento de pavimento, sinalização viária, calçadas e pontos de embarque específicos para o transporte coletivo. A rede estrutural ainda terá a faculdade de serem linhas precursoras de linhas troncais que, em uma etapa futura, a médio prazo (8 a 10 anos), partirão de terminais de integração de bairro e, em um prazo mais longo (15 a 20 anos) poderão passar por uma substituição dos ônibus por outras tecnologias (ônibus guiado, VLT, etc.). Esta rede estrutural é formada por oito linhas, sendo duas linhas perimetrais, duas linhas circulares e quatro linhas diametrais, sendo duas linhas na ligação Norte – Sul e duas linhas Leste – Oeste. A Figura 1 mostra o traçado destas linhas propostas. As Linhas Estruturais Perimetrais realizam a função de ligação entre os bairros das regiões Norte e Oeste ao Hospital das Clínicas (P01) e de ligação entre a região do Parque Ribeirão Preto e o Ribeirão Shopping (P02). As Linhas Estruturais Circulares (C01 e C02) estabelecem articulação entre pólos de atração de viagens localizados num raio aproximado de quatro quilômetros do centro, permitindo que usuários se desloquem diretamente ou por integração aos seus destinos sem necessidade de acessar ao centro. Entre os destinos articulados pelas linhas circulares estão o Ribeirão Shopping, o Novo Shopping, a região centro/sul, a região da Av. Castelo Branco, a região da Av. Saudade, as proximidades da Av. Dom Pedro I, o Hospital das Clínicas e o campus da USP, além da região da Vila Virgínia.
![]() * Todas estas linhas obrigatoriamente operadas por padrons. Em relação ao serviço alimentador, originado nas atuais linhas do serviço Leva e Traz, o programa estabelece a implantação de uma rede com 24 linhas concebidas a partir das atuais linhas do Leva e Traz. A oferta será ampliada com mais viagens realizadas por uma frota de microônibus. 2.5 Ações relacionadas com os veículos Em relação à frota de veículos, o programa estabelece um aumento da quantidade de veículos para cobertura da necessidade da elevação da oferta de viagens. Considerando a frota total, isso é a soma da frota operacional e de reserva técnica, o Programa prevê a ampliação de 31 veículos, resultante do balanço das ampliações e reduções da frota por tipo, como mostra o gráfico abaixo. Gráfico 10: Variação da frota prevista no Programa de Transporte Vale lembrar que a frota apresentada acima é uma frota de referência estimada pelo Município. Nos termos deste Edital, caberá ao proponente realizar os cálculos necessários sobre a frota necessária considerando as especificações de oferta apresentados no Anexo 1.2. O Programa estabelece a entrada em operação de um novo tipo de ônibus na cidade – os veículos do tipo Padron, com características de conforto superior à dos ônibus convencionais, com maior número de lugares, um layout especial, com três portas largas, e 2 catracas de três braços para agilizar o embarque. Todos os veículos terão elevadores para uso pelos cadeirantes, além das demais características definidas na legislação de acessibilidade universal. Para início de operação a frota deverá ser formada por veículos com no máximo 2 (dois) anos. Durante a vigência do contrato a frota deverá ser mantida com idade média máxima de 4 anos. 2.6 Ações relacionadas com os terminais e estações Serão construídos dois terminais na área central, sendo um deles próximo à Rodoviária (Terminal Jerônimo Gonçalves) e outro próximo à Praça XV (Terminal Central). Os terminais terão as seguintes características e funcionalidades: • Ambiente com fechamento e controle de acesso (barreira), porém com controle de pagamento a bordo dos ônibus; • Cobertura de toda a plataforma, com projeção sobre os ônibus; • Infra-estrutura básica de apoio à operação (sanitário para motoristas e administração central); • Infra-estrutura para apoio ao passageiro (sanitários, posto de recarga de cartão); • Painéis de mensagens variáveis com informações de horários das viagens; • Quiosques comerciais. Os projetos preliminares destes terminais indicam a necessidade de uma área de 10.000 m² para o Terminal Jerônimo Gonçalves e de 7.000 m² para o Terminal Central. Além dos dois terminais, serão implantadas oito Estações de Integração nos bairros. Essas estações terão como função a organização da integração do serviço alimentador com o serviço radial convencional, em melhores condições operacionais e de conforto para os passageiros e para os operadores. As estações serão implantadas em áreas do sistema viário ou em terrenos públicos, quando disponíveis. Terão cobertura com estruturas de abrigos de maior porte, com sanitário de uso comum por motoristas e passageiros, além de contarem com painéis digitais com informações de horários das viagens. A figura abaixo mostra a localização das estações de integração previstas. Figura 2: Localização das estações de integração ![]() Complementa a proposta de estações e terminais a construção de um equipamento especial na Praça da Bandeira e na Praça da Catedral, denominada Estação Catedral. Tal estação contará com três plataformas de embarque e desembarque, uma na Rua Américo Brasiliense, outra na Rua Florêncio de Abreu, e uma terceira, na Rua Visconde de Inhaúma, onde hoje se encontram pontos de parada com elevada movimentação de passageiros. Estas plataformas serão fechadas, isso é, para ingressar no seu interior e usar o serviço de transporte coletivo, o passageiro deverá passar o seu cartão em um validador e liberar a catraca. As estações são fechadas, com portas automáticas que se abrem quando da parada dos ônibus. Serão climatizadas e contarão com painéis digitais para informação de horário de passagem das linhas. No ambiente próximo haverá um posto de recarga de cartões e sanitários. 2.7 Ações relacionadas com os Corredores Operacionais Os Corredores Operacionais são um conceito de tratamento preferencial para a circulação do transporte coletivo estabelecido a partir da adequação do sistema viário e do plano de tráfego para garantir maiores velocidades operacionais para os ônibus, mediante a redução de conflitos e de atritos com o uso da via por outros veículos e pedestres, bem como por melhorias em geral nas condições de conforto e segurança do passageiro. Os principais elementos que caracterizam os Corredores Operacionais são relacionados a seguir. Infraestrutura Pavimento em concreto no ponto de parada; Recapeamento onde necessário; Tratamento das valetas. Pontos de parada Reposicionamento dos locais de embarque e desembarque; Implantação de abrigos padronizados; Padronização do piso da calçada no local do abrigo (+ alto, quando possível). Comunicação e informação Colocação de identificação do nome da estação em local visível; Implantação de painel de informação com relação de linhas e horários de passagem previstos e mapa dos arredores. Sinalização Sinalização horizontal na estação com identificação da parada de ônibus; Sinalização vertical ao longo do corredor com identificação de faixa preferencial ou exclusiva para ônibus; Sinalização de restrição de estacionamento em toda a extensão de trechos prioritários para a circulação dos ônibus; Implantação progressiva de sinalização semafórica com prioridade à passagem do ônibus. Urbanização Rebaixamento de guias nas travessias de pedestres que não estejam dotadas deste dispositivo e padronização do piso; Implantação de mobiliário urbano ao longo da extensão do corredor, com preferência para as proximidades das estações. O Programa de Transporte Coletivo estabeleceu para uma implantação em curto prazo um total de 40,6 km de vias seletivas, conforme tabela próxima. Tabela 8: Relação dos Corredores Operacionais Corredor Operacional Ext. (km) Eixo Norte Sul 12,00 Eixo Saudade 3,80 Av. da Saudade 1,80 Rua São Paulo 2,00 Eixo Av. do Café 3,30 Eixo D. Pedro 3,70 Eixo Castelo Branco 5,00 Eixo Costábile Romano 4,40 Área Central 8,45 Trinário NS 3,50 Rua Visconde de Inhaúma 1,40 Rua Barão de Amazonas 1,40 Rua Cerqueira César 0,70 Binário LO 1,35 Rua Américo Brasiliense 0,60 Rua Florêncio de Abreu 0,75 Av. Nove de Julho 2,10 Av. Jerônimo Gonçalves 1,50 Figura 3: Mapa com a localização dos Corredores Operacionais
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Last edited by Andre_RP; January 3rd, 2012 at 03:35 AM. |
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#51 |
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L. Maraba Derzhi Gaz
Join Date: Sep 2011
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Belo trabalho, André!
Vai ficar melhor! Mas senti falta de um detalhe: Ar Condicionado na parte interna dos onibus! Ventilador? Um detalhe que gostei foi a de finalmente colocarem uma linha e com onibus padron que vai direto ao Aeroporto e ao RS e outra da USP ao Novo Shopping. Futuramente teremos mais um terminal no Iguatemi! |
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#52 |
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L. Maraba Derzhi Gaz
Join Date: Sep 2011
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Eles falam sobre as linhas que irão pertencer aos microonibus? ...Ou as empresas que vencerem irão determinar?
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#53 |
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SSC - ANO 7!
Join Date: Jun 2006
Location: Ribeirão Preto
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Falaram sim! Vou editar as linhas e suas respectivas classificações (Padron, Convencional ou Micro) e posto aqui.
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#54 |
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Registered User
Join Date: Jun 2011
Location: Ribeirão Preto SP
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Implantação de mobiliário urbano ao longo da extensão do corredor, com preferência para as proximidades das estações.
o que significa isso ??? Vai ficar mto bom pelo jeito. Será que o lance de faixa preferencial para onibus não vai obrigar a estreitar o canteiro das avenidas para criar a 3 faixa? |
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#55 |
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Rodrigo A. de Paula
Join Date: Apr 2008
Location: Sorocaba (SP)
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Parabéns para Ribeirão Preto. A prefeitura definiu que carro padron deve ter três portas e suspensão a ar, no mínimo. Para Sorocaba, basta o carro ter 13,2 metros que ele já é padron...
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Não é possível fazer um debate sério no Brasil. Em tudo, sempre tem alguém que leva ao partidarismo, como se partido político fosse time de futebol... Facebook: www.facebook.com/rodrigoalvesdepaula/Twitter: @RodrigoAlPaula
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#56 |
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L. Maraba Derzhi Gaz
Join Date: Sep 2011
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#57 | |
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SSC - ANO 7!
Join Date: Jun 2006
Location: Ribeirão Preto
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Concorrência nº 041/2011 6 OUTORGA DE CONCESSÃO A TÍTULO ONEROSO PARA EXPLORAÇÃO E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE COLETIVO PÚBLICO DE PASSAGEIROS NA CIDADE DE RIBEIRÃO PRETO, conforme especificações constantes do Anexo 1 (Projeto Básico), nas normas previstas pela legislação de regência, por este Edital de Licitação e demais Anexos, em especial o Contrato de Concessão. Clique nos anexos, lá todos os detalhes dos traçados, rotas e classificações do tipo de ônibus, e das linhas (diametrais, estruturais ou alimentadoras). |
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#58 |
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L. Maraba Derzhi Gaz
Join Date: Sep 2011
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Não consegui ver nada.
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#59 | |
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SSC - ANO 7!
Join Date: Jun 2006
Location: Ribeirão Preto
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#60 |
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SSC - ANO 7!
Join Date: Jun 2006
Location: Ribeirão Preto
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Abaixo, nova numeração das linhas, e tipo de veículo que atenderá.
*1: Novas Linhas *2: Sofrerão alterações ÔNIBUS PADRON: LINHA ITINERÁRIO 115 Ceterp - Ribeirão Shopping ¹ 137 Planalto Verde - Novo Shopping ¹ 199 Circular 1 ² 215 Aeroporto - Ribeirão Shopping ¹ 217 Quintino - Hospital das Clínicas 237 Hosp.Clínicas/USP - Novo Shopping ¹ 256 Hosp.Clínicas - Parque Ribeirão - Ribeirão Shopping ² 299 Circular 2 ² 602 Aeroporto - Rodoviária ¹ *As linhas Circular 1 e Circular 2 substituem as antigas Circular Sumaré e Circular Jd. Paulista, e passam a atender: Hospital das Clínicas-Vila Virginia-Ribeirãoshopping-Fiusa-Jd. Botânico-Ribeirânia/Unaerp-Novo Shopping-Lagoinha-Castelo-Jd. Paulista-C. Eliseos-Ipiranga. Sentido horário e anti-horário. MICROÔNIBUS 12 Bairro das Palmeiras 13 Jardim Ouro Branco 15 Colina Verde 17 Jardim Itaú 22 Aldeia dos Cajueiros 23 Portal dos Ipês ¹ 25 Guaporé 27 FEBEM 32 Jardim Pedra Branca 33 Recreio Anhanguera 35 Jardim Botânico 37 Galo Bravo 42 Recanto das Palmeiras 43 Núcleo São Luiz 45 Vila do Ipê ¹ 52 Parque Industrial 53 Jardim do Trevo 55 Royal Park 62 Jardim Planalto 63 Portal dos Pinheiros 65 Jardim Emília 75 Alto do Bonfim 83 APAE / Faculdades COC 85 São Fernando CONVENCIONAL 1 Noturno Norte 2 Noturno Nordeste 3 Noturno Leste 4 Noturno Sudeste 5 Noturno Sul 6 Noturno Sudoeste 7 Noturno Oeste 8 Noturno Noroeste 101 Parque Avelino 102 Jardim Independência 103 Iguatemi 104 Jardim Canadá 105 Ribeirão Shopping Via João Rossi 106 D'Elboux 107 Sumarezinho 108 Presidente Dutra 110 Quintino I 130 Fórum 135 Castelo Branco - Adão do Carmo 147 Jardim Irajá - Monte Alegre 148 Santa Cruz - Ipiranga 187 Heitor Rigon - Hospital das Clínicas 201 Quintino II 202 Jardim Iara ¹ 203 Ribeirânia 204 City Ribeirão 205 Jardim João Rossi 206 Vila Virginia 207 Hospital das Clínicas 208 Vila Albertina 210 Simioni 211 Expresso Simioni 220 Parque de Exposições 236 São José - Adão do Carmo 301 Avelino Palma 302 Jardim Aeroporto 303 Bom Pastor 306 Jardim Marchesi 307 Cidade Universitária 308 Marincek 310 Quintino / Avelino 311 Expresso Avelino Palma 315 Campos Elíseos - Bonfim 320 Salgado Filho 330 Jardim Palmares ¹ 337 Lagoinha - Ipiranga 351 Lapa - Bonfim 360 Jardim Centenário 370 Jardim Recreio 373 Vila Abranches - Ipiranga 380 Geraldo de Carvalho 388 Expresso / Via Norte 401 Vila Carvalho 402 Ribeirão Verde I 403 Jardim Manoel Penna 406 Maria da Graça 407 Jardim Paulo Gomes 408 José Sampaio 420 Ribeirão Verde II ¹ 437 Castelo Branco - Vila Amélia 460 Parque Ribeirão Preto 470 Jardim Paiva I 501 Higienópolis 503 Recreio das Acácias ¹ 506 Jardim Progresso 507 Planalto Verde 508 Jardim Procópio 570 Jardim Eugênio Lopes 580 Jardim Alexandre Balbo 601 Distrito Empresarial 603 Jardim Juliana 606 Fazenda Experimental 608 Jardim Amália 630 Parque São Sebastião 670 Jardim Jamil Cury 680 Jardim Orestes Lopes ¹ 688 Expresso Jardim Amália 703 Parque dos Servidores 707 Dom Mielle - Hospital das Clínicas 708 Heitor Rigon 730 Parque Portinari 780 Parque dos Pinus ¹ 788 Expresso Heitor Rigon 902 Parque de Exposições 903 Estádio do Botafogo 803 Estádio do Comercial 901 Regatas / Caiçara
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Last edited by Andre_RP; January 4th, 2012 at 12:03 AM. |
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