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Old March 30th, 2012, 10:46 PM   #121
João86
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Lindona mesmo!

A Passaredo adquiriu bem mais que 4 ATR João. Me parece que foram 10 no total.

André, certa vez li em um forum que ao todo seriam 24 aeronaves novas, mas não sei até que ponto isso é verdade ou especulação.

Oficialmente foram confimadas 4 aeronaves novas.
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Old March 31st, 2012, 12:27 AM   #122
paulo lima
Luta para o Trem-Bala
 
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E bonitinho esses Avioes da Passaredo , o que acho Show e sua pintura de Amarelo, e por falar nisso e ate que me lembrei , tem outra Cia Aerea que tambem tem sua Pintura Show de Bola, e uma Cia Aerea de Voos Regionais que Funciona pelo Estado do Amazonas e Pará, e a Air Amazonia. Que tem sua pintura toda de verde escuro e claro. E esses Avioes da Passaredo tambem é um Show de Bola, com sua pintura amarela .
E por falar dessa Cia Aerea, pelo que me parece,a Passaredo faz os Voos Comerciais entre Ribeirao ao Aeroporto de Congonhas(Sao Paulo), e outra entre Ribeirao a Uberlandia, Brasília, Goinania e até Caldas Novas(Vôo Fretado) e outros Voos para Minas e Paraná. Isso que ouvir falar a respeito dos Voos da Passaredo.

E queria saber, porque a Passaredo nao tem interesse de um dia operar em Viracopos(Campinas), tipo: Pelo menos um Voo por dia ou 2 ou 3 por Semana ,entre Ribeirao para Campinas? Isso seria bom, ver a Passaredo competir com a Azul e Trip (que Exploram e operam Voos Regionais) .

Legal as fotos dos Avioes da Passaredo
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Old March 31st, 2012, 04:22 AM   #123
Andre_RP
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Originally Posted by paulo lima View Post
E por falar dessa Cia Aerea, pelo que me parece,a Passaredo faz os Voos Comerciais entre Ribeirao ao Aeroporto de Congonhas(Sao Paulo), e outra entre Ribeirao a Uberlandia, Brasília, Goinania e até Caldas Novas(Vôo Fretado) e outros Voos para Minas e Paraná. Isso que ouvir falar a respeito dos Voos da Passaredo.
A Passaredo não opera em Congonhas. Todos os vôos partindo de RAO para SP descem em Guarulhos.

RP é o HUB principal da Passaredo. Daqui partem vôos regulares para:


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Originally Posted by paulo lima View Post
E queria saber, porque a Passaredo nao tem interesse de um dia operar em Viracopos(Campinas), tipo: Pelo menos um Voo por dia ou 2 ou 3 por Semana ,entre Ribeirao para Campinas? Isso seria bom, ver a Passaredo competir com a Azul e Trip (que Exploram e operam Voos Regionais) .
Competição é sempre bom, mas a Passaredo não investiria em vôos p/ Campinas, pois não há demanda. A Azul sozinha já supre a rota RAO-VCP.

Last edited by Andre_RP; March 31st, 2012 at 04:28 AM.
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Old April 7th, 2012, 04:20 PM   #124
Andre_RP
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Grupo vence licitação do transporte e ficará mais 30 anos

Proposta de tarifa a R$ 2,7481 vence disputa em Ribeirão Preto


Para os usuários, tarifa de ônibus em Ribeirão já é alta; empresas propõem reajuste de 5,7%

O grupo atual à frente do transporte coletivo de Ribeirão Preto foi confirmado como vencedor da licitação para continuar prestando o serviço por mais 30 anos na cidade. O resultado foi publicado anteontem, mas há prazo de cinco dias para entrada de recursos.

O Consórcio Pró-Urbano de Transportes é formado pelas três permissionárias que operam na cidade: Rápido D’Oeste, Turb e Transcorp, além da Sertran Sertãozinho Transporte e Serviços.

A tarifa apresentada pelo consórcio foi a menor da licitação, que teve três concorrentes. O valor é quase R$ 0,15 superior ao preço da passagem atual, que hoje custa R$ 2,60. A proposta aceita foi de R$ 2,7481.

Se aprovada, a nova tarifa proposta pelo consórcio significará um reajuste de 5,7% sobre o atual. O índice é inferior à inflação acumulada nos últimos 12 meses: 6,07% (IPCA).

A licitação é válida para os próximos 30 anos e foi aberta no ano passado depois de um acordo judicial.

O setor de comunicação da prefeitura disse que só vai se pronunciar depois que o resultado for homologado. Após a homologação e assinatura do contrato, a empresa terá a contrapartida de investir R$ 23,4 milhões em 30 anos.

Desse valor, 40% deve ser injetado nos primeiros dois anos. Além disso, o número da frota de veículos terá de passar de 314 para 375.

Se não houver qualquer recurso, a Secretaria de Administração homologará todos os atos da comissão para depois assinar o contrato.

No último aumento de tarifa foi em agosto do ano passado. O preço da passagem de ônibus subiu 8,3% a comum e 7,69% no caso da passagem integrada. A tarifa passou de R$ 2,40 para R$ 2,60.

Bronca

A empregada doméstica Patrícia Carvalho Bueno, 46 anos, diz que o valor já é alto e que o novo preço vai deixar a viagem de ônibus de ida e volta para o trabalho muito cara.

"Se você pensa em um usuário que só tem esse meio de transporte e faz uso todo dia o preço pesa, sim, e muito, no bolso". Segundo ela, o absurdo é que o valor é quase o mesmo de passagens intermunicipais.

Fonte
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Old April 7th, 2012, 05:05 PM   #125
Andre_RP
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Originally Posted by João86 View Post
André, certa vez li em um forum que ao todo seriam 24 aeronaves novas, mas não sei até que ponto isso é verdade ou especulação.

Oficialmente foram confimadas 4 aeronaves novas.
É isso mesmo João, me enganei!

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Originally Posted by edutj16 View Post
Passaredo receberá 24 aeronaves ATR 72-600
Sáb, 17 de Março de 2012 11:24


Fontes de mercado dão conta de que a companhia aérea Passaredo receberá um total de 24 aeronaves turbo-hélice ATR 72-600, da fabricante franco italiana ATR, e não apenas quatro como até o momento foi divulgado oficialmente.

A se confirmar tal informação a companhia aérea denota a meta de expandir suas operações no mercado regional, investindo na aeronave que hoje é um dos diferenciais para rotas curtas e de menor densidade presente nas frotas de duas outras companhias aéreas brasileiras: TRIP e Azul.

As encomendas da Passaredo para a aeronave também reafirmam o Brasil como o principal mercado no momento para esse que é o mais novo avião da fabricante.

Enquanto isso em Toulouse, na França, cidade onde está localizada a fábrica da ATR, o primeiro ATR 72-600 da Passaredo foi visto recentemente saindo dos hangares de pintura.

http://www.contatoradar.com.br/notic...ves-atr-72-600
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Old April 7th, 2012, 05:29 PM   #126
Rodalvesdepaula
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Originally Posted by Andre_RP View Post
Grupo vence licitação do transporte e ficará mais 30 anos

Proposta de tarifa a R$ 2,7481 vence disputa em Ribeirão Preto


Para os usuários, tarifa de ônibus em Ribeirão já é alta; empresas propõem reajuste de 5,7%

O grupo atual à frente do transporte coletivo de Ribeirão Preto foi confirmado como vencedor da licitação para continuar prestando o serviço por mais 30 anos na cidade. O resultado foi publicado anteontem, mas há prazo de cinco dias para entrada de recursos.

O Consórcio Pró-Urbano de Transportes é formado pelas três permissionárias que operam na cidade: Rápido D’Oeste, Turb e Transcorp, além da Sertran Sertãozinho Transporte e Serviços.

A tarifa apresentada pelo consórcio foi a menor da licitação, que teve três concorrentes. O valor é quase R$ 0,15 superior ao preço da passagem atual, que hoje custa R$ 2,60. A proposta aceita foi de R$ 2,7481.

Se aprovada, a nova tarifa proposta pelo consórcio significará um reajuste de 5,7% sobre o atual. O índice é inferior à inflação acumulada nos últimos 12 meses: 6,07% (IPCA).

A licitação é válida para os próximos 30 anos e foi aberta no ano passado depois de um acordo judicial.

O setor de comunicação da prefeitura disse que só vai se pronunciar depois que o resultado for homologado. Após a homologação e assinatura do contrato, a empresa terá a contrapartida de investir R$ 23,4 milhões em 30 anos.

Desse valor, 40% deve ser injetado nos primeiros dois anos. Além disso, o número da frota de veículos terá de passar de 314 para 375.

Se não houver qualquer recurso, a Secretaria de Administração homologará todos os atos da comissão para depois assinar o contrato.

No último aumento de tarifa foi em agosto do ano passado. O preço da passagem de ônibus subiu 8,3% a comum e 7,69% no caso da passagem integrada. A tarifa passou de R$ 2,40 para R$ 2,60.

Bronca

A empregada doméstica Patrícia Carvalho Bueno, 46 anos, diz que o valor já é alto e que o novo preço vai deixar a viagem de ônibus de ida e volta para o trabalho muito cara.

"Se você pensa em um usuário que só tem esse meio de transporte e faz uso todo dia o preço pesa, sim, e muito, no bolso". Segundo ela, o absurdo é que o valor é quase o mesmo de passagens intermunicipais.

Fonte
Ih, eu sabia... Essas licitações sempre dão como vencedoras as empresas que já operam na cidade há anos (que pode até ser bom).
__________________
Não é possível fazer um debate sério no Brasil. Em tudo, sempre tem alguém que leva ao partidarismo, como se partido político fosse time de futebol...

Facebook: www.facebook.com/rodrigoalvesdepaula/Twitter: @RodrigoAlPaula
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Old April 8th, 2012, 05:47 AM   #127
Andre_RP
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Sempre assim Rodalves. Mas tô apostando que foi a melhor escolha!

Pesquisei sobre as outras empresas concorrentes e não me inspiravam credibilidade.
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Old April 11th, 2012, 01:05 AM   #128
Positronn
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Interessante essa licitação, em Joinville ocorrerá uma também em breve. E acho que o resultado será como aí, um preço um pouco mais alto e mais exigências para os ônibus. Alguém sabe detalhar que exigências são essas? Foram definidos como serão os reajustes das passagens também?
__________________
Duplicação da BR-282, essa idéia não pode morrer !
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Old April 11th, 2012, 04:08 AM   #129
Andre_RP
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Está bem extenso, mas ainda falta informações, que vc pode consultar aqui mesmo neste thread nos primeiros posts.

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Caderno Técnico da Frota

Neste anexo é apresentado o Caderno Técnico da Frota o qual indica as especificações técnicas mínimas a serem atendidas pelos veículos de transporte coletivo do Município.
O Caderno Técnico da Frota constitui um manual instituído pela Transerp a partir desta Concessão e que será sempre atualizado de forma a incorporar as inovações da indústria automobilística e da legislação para futuras aquisições de veículos.


1. Introdução
O Caderno Técnico da Frota de Transporte Coletivo de Ribeirão Preto é um manual que indica as especificações técnicas mínimas a serem atendidas pelos veículos de transporte coletivo do Município.
Sua elaboração decorre da necessidade de serem adotadas especificações veiculares compatíveis com o estado da arte no que concerne às características técnicas e aos avanços tecnológicos oferecidos pelos fabricantes de ônibus, assim como pelas normas técnicas e pela legislação correlata.
Consequentemente, o presente manual reveste-se da conveniência de permitir a incorporação, a qualquer tempo, pela Administração Municipal, das inovações oferecidas pelos fabricantes de ônibus, pelas normas técnicas e pela legislação correlata, que venham a atender o interesse público proporcionando melhorias no atendimento desses quesitos.
Este manual poderá a qualquer tempo incorporar alterações e inserções relativas às especificações técnicas dos veículos que compõem a frota do sistema de transporte coletivo urbano do Município; considerando: (i) a periódica incorporação, pela indústria automotiva, de novos componentes e métodos derivados de inovações tecnológicas; (ii) as inovações periódicas de concepções veiculares em oferta no mercado; (iii) as necessidades específicas que venham a ser observadas para o melhor atendimento da população; (iv) que é de interesse público, incorporar tais inovações e necessidades em benefício da melhoria no atendimento dos quesitos estabelecidos para a prestação dos serviços de transporte coletivo.

2. Tipologia de veículos da frota do Serviço de Transporte Coletivo Municipal
Ficam definidos os seguintes tipos de veículos para a composição da frota do serviço de transporte coletivo municipal de Ribeirão Preto:
• Ônibus Convencional;
• Ônibus Padron;
• Microônibus.

3. Especificações Gerais
Os veículos que compõem a frota do Sistema de Transporte Coletivo Municipal deverão atender as condições do sistema viário, do pavimento, da geografia (topografia), do clima e outros elementos importantes das operações urbanas específicas da cidade de Ribeirão Preto.
Os veículos deverão estar providos de dispositivos e/ou materiais que garantam a segurança dos usuários e operadores no caso de eventuais acidentes.
Além das características básicas apresentadas neste Manual, toda concepção do chassi, carroceria e seus componentes deverão obedecer rigorosamente às legislações e normas específicas, em particular aquelas definidas pelo Códigode Trânsito Brasileiro – CTB; CONMETRO; CONAMA, ABNT e CONTRAN, bem como a legislação municipal.

Cabe observar que havendo omissões ou porventura conflitos entre o disposto neste manual e o estabelecido na legislação supra, esta prevalecerá.
Outras concepções de veículos e seus componentes, não previstas neste Manual, poderão ser incorporadas pela Transerp em novas edições, desde que verificadas as suas vantagens sobre aquelas aqui exigidas.

4. Especificações detalhadas
São apresentadas a seguir as especificações detalhadas, observando a seguinte estrutura:
a. Características gerais: traz as especificações aplicadas a todos os tipos de veículos;
b. Características específicas: traz observações particulares aplicadas a um tipo específico de veículo.



4.1 - Chassi/ Plataforma
Especificações Características Gerais Características Específicas
1. Direção
Acionamento Assistência hidráulica integrada e limitação no final de seu curso.
2. Pneus
Tipo Radiais, sem câmara, com medidas originais conforme especificações do fabricante, não sendo admitido pneus recapados ou recauchutados no eixo dianteiro.
3. Suspensão
Tipo Pneumática, metálica ou mista. No caso dos veículos Padron será pneumática ou mista (item 9.1 da NBR 15570)
Amortecedores Telescópico de dupla ação.
Barra estabilizadora Opcional na suspensão traseira.
3. Freio
Sistema principal Pneumático ou hidráulico de duplo circuito independente, assistido pneumaticamente ou a vácuo.
4. Motor
Potência Deverá fornecer ao veículo a energia necessária para atender aos requisitos de desempenho (relação peso/potência) com menor consumo específico de combustível, conforme item 10.2.da NBR 15570.
Sistema de arrefecimento Por circulação de água, com termostato.
Tubulação de escape: Localizado atrás do veículo, em posição vertical à esquerda, acima do teto, encapsulado, de forma a proporcinar proteção contra queimaduras e lesões pelo contato com a tubulaçãoexposta.
Localização: Não deverá comprometer os aspectos de conforto e segurança dos usuários, bem como o embarque, a locomoção interna e o desembarque do veículo. No caso da eventual utilização de motor dianteiro, deverá ser dada especial atenção à concepção do capuz, principalmente no que tange à questão termo-acústica.

5. Combustível
Diesel / Biodiesel Independente do tipo de combustível o veículo deverá dispor de tecnologia que proporcione atendimento integral aos limites de emissões de gases, material particulado e índices de ruído estabelecidos pela legislação vigente. Autonomia mínima: - 300 km;
Volume mínimo do tanque de combustível: Microônibus - 150 litros
GMV O ônibus movido a GMV deverá estar provido de um indicador de combustível, em local protegido e de fácil visualização.
O posicionamento dos cilindros de armazenagem bem como, os suportes de sustentação, devem estar dispostos de modo a proporcionar fácil acesso à manutenção
Devem ser atendidas todas as normas de segurança específicas para cilindros de armazenagem de combustível, válvulas de segurança e tubulações integrantes do sistema, além dos aspectos envolvidos no abastecimento.
6. Transmissão
Tipo Mecânica, automática ou semi-automática. Recomendado o uso de transmissão automática nos veículos padron e convencional (item 11 da NBR 15570)
7. Eixos
Tipo Dimensionado para atendimento à Lei de Carga por Eixo (Lei da Balança) e resistir ao maior valor de carga estática, equivalente ao veículo lotado.
O eixo traseiro deverá possuir rodagem dupla.
8. Sistema elétrico
Tipo Tensão nominal mínima de 24 V, fornecendo energia necessária para atender o nível de iluminação interna do veículo, bem como os demais equipamentos e acessórios agregados ao veículo. Admite-se para microônibus tensão nominal mínima de 12 V.
Dimensionado para operar com sistema debilhetagem eletrônica e controles de movimentação da frota (rastreamento) r.
9. Acessórios
Tipo Equipado com um registrador instantâneo e inalterável de velocidade e tempo (tacógrafo), preferencialmente do tipo eletrônico com registros magnéticos.
Mínimo 1 (um) extintor de incêndio com carga de pó químico de 4 (quatro) quilogramas, em local sinalizado e de fácil acesso ao motorista e passageiros.
Considerando o uso da transmissão automática, deverá ser implementado um apoio para o pé esquerdo do motorista.


4.2 - Carroceria
Especificações Características Gerais Características Específicas
1. Peso e Dimensões Gerais
Limites Definidos pelas Resoluções do CONTRAN e CONMETRO
Altura interna Mínima de 2.030 mm Mínima de 1.800 mm (no caso de micro-ônibus)
Ângulo de entrada e saída Mínimo de 8º

Comprimento (Variável de acordo com o modelo do chassi)
Ônibus convencionais Mínimo de 12,0m
Padrons Mínimo de 13,0m
Microônibus 8,5 a 9,5m


2. Chapeamento Externo
Chapas Alumínio, aço carbono ou outro material de alta resistência e durabilidade.
Estanqueidade Não será admitida a penetração de água, ar e poeira no interior do veículo.

3. Compartimento de Passageiros
Limites Definidos pela Resolução do CONMETRO
Capacidade Variável de acordo com o modelo do chassi e carroceria(os valores ao lado, indicam capacidades de referência, admitido 6 pass. em pé/m²).
Ônibus convencionais 90passageiros
Padron: 100 passageiros
Microônibus: 40 passageiros
Quantidade de lugares sentados A serem definidos em conjunto com a Transerp antes da aquisição dos veículos Mínimo de 30 assentos para ônibus convencionais e 35 para ônibus padron.
Corredor Largura mínima de 650mm, medida a 300mm acima do assento do banco do passageiro.
Revestimento Vedado qualquer material metálico no revestimento das laterais e anteparos.

4. Portas
Quantidade Ônibus convencional e Padron: 3 portas de duas folhas, com acionamento independente, do lado direito.
Microônibus: 2 portas de duas folhas do lado direito
Largura do vão livre Ônibus Convencional ou Padron: no mínimo 950 mm / Microônibus: 700 mm
A porta dotada de plataforma elevatória deverá ter a sua largura adequada a este equipamento.
Sistema de bloqueio Mecanismo de bloqueio para impedimento de movimentação de veículo com portas abertas.
"Pega-mãos" Fixação nas laterais para facilidade no embarque e desembarque.

5. Degraus
Revestimento Antiderrapante.
Acabamento Cantos arredondados, arestas com reforço externo e frisos antiderrapante na cor amarela.
1º degrau Altura máxima em relação ao piso de rolamento do veículo: 450 mm com tolerância 10%. (item 23.5. da NBR 15570)
Demais degraus Altura máxima: 300 mm com tolerância 5%. (item 23.5. da NBR 15570)
Profundidade Mínimo: 270 mm.

6. Janelas, Pára-Brisa e Vidro Traseiro
Tipo Vidros de segurança, em conformidade com as resoluções do CONTRAN e normas da ABNT. Ônibus convencional e Padron devem ter no mínimo 5saídasde emergência, sendo 2 adjacentes às portas de serviço e 3 opostas às portas de serviço.
Microônibus deve ter no mínimo 3saídasde emergência, sendo 1 adjacente às portas de serviço e 2 opostas às portas de serviço.
Vidro traseiro Obrigatório.
Conforto Exceto pára-brisa, os demais vidros podem ser escurecidos em conformidade com as resoluções do CONTRAN.

7. Bancos de Passageiros
Tipo Anatômicos, com assento, encosto e protetor de cabeça estofados.
Dimensões Estabelecidasna NBR 15570.
Quantidade mínima e dimensões de bancos reservados para passageiros preferenciais Ônibus Convencionais e Padron
6 assentos, sendo que um deles é reservado para pessoas obesas, conforme NBR 14022.
Microônibus
3 assentos , sendo que um deles é reservado para pessoas obesas, conforme NBR 14022.
Identificação de bancos reservados para passageiros preferenciais Cor amarela e com adesivos indicativos nos vidros laterais contíguos.

8. Colunas, balaústre, corrimãos e "pega-mãos"
Tipo Concepção, características funcionais e construtivas devem atender as especificações da NBR 15570.
Localização Conforme item 35 da NBR 15570

9. Posto de comando
Disposição Banco do motorista e comandos devem atender regras de ergonomia, normas específicas e as Resoluções do CONMETRO.
Segurança Cinto de segurança retrátil para o motorista.
O triangulo de segurança e o extintor de incêndio devem estar posicionados em local de fácil acesso ao motorista.

10. Painel de controle
Tipo Disposições e características devem atender padrões ergonômicos e normas específicas.
Segurança Provido de luzes indicadoras que acendam sempre que um subsistema for acionado.

11. Ventilação
Natural Escotilhas no teto com quantidades e dimensões conforme CONMETRO.
Artificial Ventilador elétrico para desembaçamento do pára-brisa.
Sistema de ventilação e exaustão forçada conforme NBR 15570.

12. Iluminação interna
Luminosidade Mínimo: 140 Lux (medido a 1.000 mm do nível do piso).
Degraus Mínimo: 80 Lux.
Reflexos No posto do motorista admite-se uma iluminação uniforme com índice de luminosidade não inferior a 30 Lux.
Não deve ter reflexos no pára-brisa ou efeitos prejudiciais ao motorista ou no embarque e desembarque dos passageiros.


13. Comunicação interna
Solicitação de parada Sinais ótico e sonoro, temporizado, acionados por cordões de campainha e/ou interruptores, devendo permanecer ligado junto ao posto do motorista e em outros pontos, visíveis aos passageiros, até a abertura da porta.

14. Iluminação externa e sinalização
Tipo Devem atender regulamentações vigentes.
Lanterna de freio elevada ("brake light") Conjugada ao sistema de luzes de freio.

15. Comunicação e identidade visual externa
Painéis de destino, itinerário e linha
Tipo eletrônico monocromático de alto brilho do tipo LIGHTDOT ou LEDS de alta intensidade. Frontal, na parte superior, para identificação do código da linha, destino e grupo de integração.
Deverá ocupar toda a caixa de vista do veículo.
Lateral direita, junto à porta de embarque para identificação da linha, destino e principais vias do trajeto.
Traseira, na parte superior, para identificação do código da linha.

Padronização
Os veículos deverão ser pintados e conter elementos gráficos de comunicação e informação visual de acordo com instruções específicas da Transerp.

16. Caixas de rodas, pára-lamas, aventais das rodas e pára-choques
Tipo Devem atender regulamentações vigentes
Material de alta resistência e durabilidade com tratamento anticorrosivo e anti-ruídos.

17. Catraca
Quantidade 1 catraca. Nos ônibus padrons utilizados em linhas estruturais serão utilizadas duas catracas.
Tipo Com dimensões definidasna NBR 15570, com registrador mecânico de passagem de passageiros e integrada com o equipamento de leitura de cartões do SBE.
Nos ônibus padrons utilizados em linhas estruturais serão utilizadas 2 catracas de 3 braços, com dimensões definidas na NBR 15570.
Nos microônibus deverá ser utilizada 1 catraca de 3 braços , com dimensões definidas na NBR 15570.
Nos ônibus convencionais deverá ser definido previamente a aquisição dos veículos, podendo ser de 3 ou 4 braços.


18. Conexão para reboque
Localização Parte dianteira do veículo.
Capacidade de suporte Operação de reboque em carga máxima, em rampa de até 6%.

19. Tampas de inspeção
Localização No piso do veículo, livre de obstruções.
Segurança Fechos embutidos, sem saliências.

20. Compartimento das baterias
Tipo Fechado, ventilado e estanque à água e sujeira..

21. Acessórios da carroceria
Cesto de lixo Não deverão constituir risco aos usuários ou obstruir a passagem e ser removível. Quantidade mínima: Microônibus, 2 unidades e Convencionais e Padron, 3 unidades.
Espelho Espelho retrovisor convexo junto às portas.

22. Equipamentos
Sistema de Bilhetagem Eletrônica Equipamento de leitura de cartões do Sistema de Bilhetagem Eletrônica conforme tecnologia empregada, associada à catraca eletro-mecânica.
Câmeras Sistema de captura de imagens e gravação posicionadas da seguinte forma:1 para observação do posto do motorista;1 para observação do salão dianteiro; 1 para observação do salão traseiro e 1 posicionada na parte dianteira do veículo para observação do movimento à frente.
Sistema de Monitoramento e Controle Operacional Equipamento GPS, microcomputador de bordo, sensores e transmissor em GPRS ou outra tecnologia definida.
Rádio-comunicação Equipamento com especificações do fornecedor posicionado de modo a não interferir na direção do veículo.

23. Dispositivos para acessibilidade universal
Circulação interna Espaço mínimo reservado para cadeira de rodas ou para cão-guia: conforme NBR 14022.
Elevação O veículo deverá ser equipado com uma plataforma elevatória de acordo com a NBR 14022. Nos ônibus do tipo Convencional ou Padron deverá estar posicionada na porta central. Nos Microônibus, na porta traseira ou dianteira conforme característica da carroceria e operabilidade.
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Rede estrutural, corredores, estações e terminais

A rede estrutural é um novo conceito de linhas a ser implantado em Ribeirão Preto. Linhas estruturais são linhas que possuem as seguintes características:

a. Não são linhas de bairros, são linhas da cidade, assim entendidas linhas que tem uma função de amplo atendimento das áreas centralizadas da cidade, dos principais corredores comerciais e de serviços, bem como os pólos de interesse.

b. São linhas com percursos simples, os mais diretos possíveis e de fácil entendimento pela população;

c. Possuem uma oferta de viagens com menores intervalos entre viagens;

d. São operadas com veículos com características diferenciados (Padron);

e. Circularão em corredores viários que terão um tratamento de pavimento, sinalização viária, calçadas e pontos de embarque específicos para o transporte coletivo.

A rede estrutural ainda terá a faculdade de serem linhas precursoras de linhas troncais que, em uma etapa futura, a médio prazo (8 a 10 anos), partirão de terminais de integração de bairro e, em um prazo mais longo (15 a 20 anos) poderão passar por uma substituição dos ônibus por outras tecnologias (ônibus guiado, VLT, etc.).

Esta rede estrutural é formada por oito linhas, sendo duas linhas perimetrais, duas linhas circulares e quatro linhas diametrais, sendo duas linhas na ligação Norte – Sul e duas linhas Leste – Oeste. A Figura 1 mostra o traçado destas linhas propostas.

As Linhas Estruturais Perimetrais realizam a função de ligação entre os bairros das regiões Norte e Oeste ao Hospital das Clínicas (P01) e de ligação entre a região do Parque Ribeirão Preto e o Ribeirão Shopping (P02).

As Linhas Estruturais Circulares (C01 e C02) estabelecem articulação entre pólos de atração de viagens localizados num raio aproximado de quatro quilômetros do centro, permitindo que usuários se desloquem diretamente ou por integração aos seus destinos sem necessidade de acessar ao centro.
Entre os destinos articulados pelas linhas circulares estão o Ribeirão Shopping, o Novo Shopping, a região centro/sul, a região da Av. Castelo Branco, a região da Av. Saudade, as proximidades da Av. Dom Pedro I, o Hospital das Clínicas e o campus da USP, além da região da Vila Virgínia.
  • A Linha Estrutural Diametral Norte-Sul 01 realiza a ligação entre o Terminal Ceterp, na região Norte, e o Ribeirão Shopping, na região Sul, utilizando as vias Brasil, Paschoal Inecchi, Meira Jr. e Independência.
  • A Linha Estrutural Diametral Norte-Sul 02 realiza a ligação entre o Aeroporto, na região Norte, e o Ribeirão Shopping, na região Sul, utilizando as vias Brasil, Saudade, Área Central e Pres. Getúlio Vargas. Na 1ª etapa de implantação do Programa, junto com o início de operação dos serviços, será antecipada a operação da ligação do Aeroporto, com trajeto até a área central.
  • A Linha Estrutural Diametral Leste-Oeste 01 fará a ligação entre a região do Planalto Verde (Oeste) com o Novo Shopping (Leste), utilizando a Av. Dom Pedro I, passando pela Área Central e seguindo pela avenida Costábile Romano, em direção ao Novo Shopping.
  • A Linha Estrutural Diametral Leste Oeste 02 fará a ligação entre o Hospital das Clínicas (Oeste) e o Novo Shopping (Leste), utilizando a Av. do Café, passando pela Área Central e utilizando as vias Treze de Maio e Castelo Branco até a região do Novo Shopping.
Figura 1: Mapa da rede de linhas estruturais:


* Todas estas linhas obrigatoriamente operadas por padrons.


Em relação ao serviço alimentador, originado nas atuais linhas do serviço Leva e Traz, o programa estabelece a implantação de uma rede com 24 linhas concebidas a partir das atuais linhas do Leva e Traz. A oferta será ampliada com mais viagens realizadas por uma frota de microônibus.

2.5 Ações relacionadas com os veículos
Em relação à frota de veículos, o programa estabelece um aumento da quantidade de veículos para cobertura da necessidade da elevação da oferta de viagens.
Considerando a frota total, isso é a soma da frota operacional e de reserva técnica, o Programa prevê a ampliação de 31 veículos, resultante do balanço das ampliações e reduções da frota por tipo, como mostra o gráfico abaixo.
Gráfico 10: Variação da frota prevista no Programa de Transporte

Vale lembrar que a frota apresentada acima é uma frota de referência estimada pelo Município. Nos termos deste Edital, caberá ao proponente realizar os cálculos necessários sobre a frota necessária considerando as especificações de oferta apresentados no Anexo 1.2.

O Programa estabelece a entrada em operação de um novo tipo de ônibus na cidade – os veículos do tipo Padron, com características de conforto superior à dos ônibus convencionais, com maior número de lugares, um layout especial, com três portas largas, e 2 catracas de três braços para agilizar o embarque.
Todos os veículos terão elevadores para uso pelos cadeirantes, além das demais características definidas na legislação de acessibilidade universal.
Para início de operação a frota deverá ser formada por veículos com no máximo 2 (dois) anos. Durante a vigência do contrato a frota deverá ser mantida com idade média máxima de 4 anos.

2.6 Ações relacionadas com os terminais e estações
Serão construídos dois terminais na área central, sendo um deles próximo à Rodoviária (Terminal Jerônimo Gonçalves) e outro próximo à Praça XV (Terminal Central).
Os terminais terão as seguintes características e funcionalidades:
• Ambiente com fechamento e controle de acesso (barreira), porém com controle de pagamento a bordo dos ônibus;
• Cobertura de toda a plataforma, com projeção sobre os ônibus;
• Infra-estrutura básica de apoio à operação (sanitário para motoristas e administração central);
• Infra-estrutura para apoio ao passageiro (sanitários, posto de recarga de cartão);
• Painéis de mensagens variáveis com informações de horários das viagens;
• Quiosques comerciais.

Os projetos preliminares destes terminais indicam a necessidade de uma área de 10.000 m² para o Terminal Jerônimo Gonçalves e de 7.000 m² para o Terminal Central.
Além dos dois terminais, serão implantadas oito Estações de Integração nos bairros. Essas estações terão como função a organização da integração do serviço alimentador com o serviço radial convencional, em melhores condições operacionais e de conforto para os passageiros e para os operadores.

As estações serão implantadas em áreas do sistema viário ou em terrenos públicos, quando disponíveis. Terão cobertura com estruturas de abrigos de maior porte, com sanitário de uso comum por motoristas e passageiros, além de contarem com painéis digitais com informações de horários das viagens. A figura abaixo mostra a localização das estações de integração previstas.

Figura 2: Localização das estações de integração


Complementa a proposta de estações e terminais a construção de um equipamento especial na Praça da Bandeira e na Praça da Catedral, denominada Estação Catedral. Tal estação contará com três plataformas de embarque e desembarque, uma na Rua Américo Brasiliense, outra na Rua Florêncio de Abreu, e uma terceira, na Rua Visconde de Inhaúma, onde hoje se encontram pontos de parada com elevada movimentação de passageiros. Estas plataformas serão fechadas, isso é, para ingressar no seu interior e usar o serviço de transporte coletivo, o passageiro deverá passar o seu cartão em um validador e liberar a catraca. As estações são fechadas, com portas automáticas que se abrem quando da parada dos ônibus. Serão climatizadas e contarão com painéis digitais para informação de horário de passagem das linhas. No ambiente próximo haverá um posto de recarga de cartões e sanitários.

2.7 Ações relacionadas com os Corredores Operacionais
Os Corredores Operacionais são um conceito de tratamento preferencial para a circulação do transporte coletivo estabelecido a partir da adequação do sistema viário e do plano de tráfego para garantir maiores velocidades operacionais para os ônibus, mediante a redução de conflitos e de atritos com o uso da via por outros veículos e pedestres, bem como por melhorias em geral nas condições de conforto e segurança do passageiro. Os principais elementos que caracterizam os Corredores Operacionais são relacionados a seguir.

Infraestrutura
 Pavimento em concreto no ponto de parada;
 Recapeamento onde necessário;
 Tratamento das valetas.
Pontos de parada
 Reposicionamento dos locais de embarque e desembarque;
 Implantação de abrigos padronizados;
 Padronização do piso da calçada no local do abrigo (+ alto, quando possível).
Comunicação e informação
 Colocação de identificação do nome da estação em local visível;
 Implantação de painel de informação com relação de linhas e horários de passagem previstos e mapa dos arredores.
Sinalização
 Sinalização horizontal na estação com identificação da parada de ônibus;
 Sinalização vertical ao longo do corredor com identificação de faixa preferencial ou exclusiva para ônibus;
 Sinalização de restrição de estacionamento em toda a extensão de trechos prioritários para a circulação dos ônibus;
 Implantação progressiva de sinalização semafórica com prioridade à passagem do ônibus.
Urbanização
 Rebaixamento de guias nas travessias de pedestres que não estejam dotadas deste dispositivo e padronização do piso;
 Implantação de mobiliário urbano ao longo da extensão do corredor, com preferência para as proximidades das estações.

O Programa de Transporte Coletivo estabeleceu para uma implantação em curto prazo um total de 40,6 km de vias seletivas, conforme tabela próxima.

Tabela 8: Relação dos Corredores Operacionais

Corredor Operacional Ext. (km)
Eixo Norte Sul 12,00
Eixo Saudade 3,80
Av. da Saudade 1,80
Rua São Paulo 2,00
Eixo Av. do Café 3,30
Eixo D. Pedro 3,70
Eixo Castelo Branco 5,00
Eixo Costábile Romano 4,40
Área Central 8,45
Trinário NS 3,50
Rua Visconde de Inhaúma 1,40
Rua Barão de Amazonas 1,40
Rua Cerqueira César 0,70
Binário LO 1,35
Rua Américo Brasiliense 0,60
Rua Florêncio de Abreu 0,75
Av. Nove de Julho 2,10
Av. Jerônimo Gonçalves 1,50


Figura 3: Mapa com a localização dos Corredores Operacionais
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Old April 17th, 2012, 04:21 PM   #130
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Finalmente foi Homologado o Consórcio Vencedor. Não houve contestações

Principais avenidas terão faixas de ônibus em Ribeirão

Corredores para coletivos, estações de integração e novas linhas fazem parte da proposta para a cidade


A concepção artística das estações de integração; serão oito nos bairros

O jornal A Cidade teve acesso, nesta segunda-feira (16), ao mapa que aponta os locais das faixas exclusivas de ônibus, que serão implantadas em Ribeirão Preto. Além delas, a cidade ganhará novas linhas, terminais e estações de integração. As melhorias fazem parte da proposta vencedora da licitação do transporte coletivo da cidade, homologada nesta segunda-feira (16), e serão financiadas pelas empresas e pela prefeitura.

Os detalhes sobre os corredores de ônibus não foram divulgados. Porém a ideia, segundo o diretor-superintendente da Transerp, William Latuf, é que os veículos circulem em faixas preferenciais nas principais avenidas da cidade como Dom Pedro I, Café, Independência, Presidente Vargas, Costábile Romano, Castelo Branco, Paschoal Innechi e Saudade, além da área central.

"No projeto, estão a ampliação da frota, o aumento das linhas e horários, construção dos terminais e das estações de embarque nos bairros", afirmou Latuf. Os prazos para a implantação das melhorias serão divulgadas depois da assinatura do contrato.

Uma das melhorias será a construção de tubos de embarque na praça da Catedral. "Serão abrigos fechados. O embarque será feito de forma antecipada para agilizar o processo", disse Latuf.

Além de dois terminais na área central, serão construídas oito estações de integração: RibeirãoShopping, Vila Abranches, São José, Bonfim Paulista, USP, Planalto Verde, Ribeirão Verde e avenida Brasil.

O Pró-Urbano Consórcio Ribeirão Preto de Transportes, vencedor da licitação, terá que investir R$ 23,4 milhões em 30 anos. O grupo é formado pelas permissionárias que já operam, Rápido D’Oeste, Turb e Transcorp, além da Sertran, de Sertãozinho.

Fonte

Contesto: o Consórcio investirá R$ 2,2 BI nos 30 anos e NÃO R$ 23 milhões como noticiado.

Last edited by Andre_RP; April 17th, 2012 at 05:42 PM.
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Old April 17th, 2012, 04:33 PM   #131
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Pintura antiga de Sorocaba nos ônibus...

Esses terminais serão cópia das nossas Áreas de Transferência de Sorocaba (temos cinco, hoje):


http://www.panoramio.com/photo/16253299
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Não é possível fazer um debate sério no Brasil. Em tudo, sempre tem alguém que leva ao partidarismo, como se partido político fosse time de futebol...

Facebook: www.facebook.com/rodrigoalvesdepaula/Twitter: @RodrigoAlPaula
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Old April 17th, 2012, 04:40 PM   #132
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Cópia fiel mesmo hein... Valeu Rodalves.
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Old April 17th, 2012, 04:53 PM   #133
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Recortes do Jornal A Cidade de hoje (17/04):


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Old April 17th, 2012, 09:12 PM   #134
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Consórcio é oficializado vencedor de licitação do transporte de Ribeirão

Pró-urbano é formado por três empresas da cidade e uma de Sertãozinho.

Companhias vão explorar setor por 20 anos; tarifa vai subir para R$ 2,74.


O Consórcio Pró-urbano formado pelas empresas Rápido D’Oeste, Turb, Transcorp - todas de Ribeirão Preto – e pela Sertran – de Sertãozinho – foi oficialmente considerado nesta semana como vencedor do contrato de concessão do transporte público de Ribeirão Preto (SP). As companhias derrotadas tinham até sexta-feira (13) para recorrer da decisão, o que não aconteceu.

O grupo ganhou a concorrência para explorar o setor pelos próximos 20 anos, apresentando um valor de tarifa de R$ 2,74, R$ 0,14 a mais que o preço atual. O consórcio vai ter que investir mais R$ 130 milhões em melhorias.
Após assinarem o contrato com a Prefeitura as empresas terão seis meses para implantar as mudanças no transporte público. A data da assinatura ainda não foi marcada pelo Executivo.

Pelo novo contrato, o Pró-urbano fica obrigado a criar sete novas linhas; aumentar a frota de ônibus, sendo todos adaptados para cadeirantes; treinar motoristas para o embarque de passageiros com algum tipo de dificuldade de locomoção; construir 500 abrigos pela cidade, dois terminais na região central, oito estações de integração nos bairros e, a partir do ano que vem, os estudantes da rede pública municipal e estadual deixarão de pagar a tarifa. Também está prevista a volta dos cobradores nas estações de embarque.

“Nós queremos tirar um pouco do transporte individual, dos veículos que circulam normalmente apenas com o condutor das ruas, melhorar o transito de Ribeirão Preto. Nós precisamos realmente aumentar a demanda de passageiros no transporte coletivo e só oferecendo um transporte de melhor qualidade que nós vamos conseguir isso”, afirmou o superintendente da empresa que administra o transporte na cidade (Transerp), William Latuf.

Há quase 30 anos Ribeirão Preto não tinha concorrência no transporte público. Com exceção da Sertran, todas as outras empresas que venceram a licitação são as mesmas que já prestam o serviço na cidade desde 1984.
“Hoje, na atual operação, nós temos já um regulamento obsoleto, que remota lá na década de 80, que foi pouco aperfeiçoado ao longo do tempo. No novo contrato, nós vamos ter um regulamento adequado, prevendo punições e a Transerp vai buscar se estruturar melhor para cobrar isso dos operadores”, disse Latuf.

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Old April 19th, 2012, 04:11 AM   #135
João86
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Preparação para a chegada dos novos ATR 72-600 da Passaredo

Faz pouco mais de uma semana que esta no aeroporto Leite Lopes, uma aeronave da Azul, ATR 72-200.

A aeronave esta sendo usada para treinamento de tripulação na Passaredo.

Estão tambem fazendo manobras com a aeronave nos angares.

O 1º ATR da Passaredo chegará no mês de maio.

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Old May 3rd, 2012, 10:00 PM   #136
João86
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Hoje pude fotografar o ATR que esta sendo utilizado pela Passaredo para o treinamento da tripulação, conforme havia comentado a alguns dias.
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Old May 6th, 2012, 05:06 PM   #137
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Originally Posted by João86 View Post


Para mim, foi a pintura mais bonita feita em um ATR para uma companhia nacional.



Não vejo a hora de ve-lo no Leite Lopes...
Ficou muito boa a puintura da paz no atr.
Espero que ela retome operações no aeroporto de franca.
Que cresça na Bahia... enfim... sucesso as cias regionais.
__________________
...
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Old May 7th, 2012, 08:42 PM   #138
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Originally Posted by Andre_RP View Post
A Passaredo não opera em Congonhas. Todos os vôos partindo de RAO para SP descem em Guarulhos.

RP é o HUB principal da Passaredo. Daqui partem vôos regulares para:




Competição é sempre bom, mas a Passaredo não investiria em vôos p/ Campinas, pois não há demanda. A Azul sozinha já supre a rota RAO-VCP.
A RAO-VCP da Azul é basicamente um voo alimentador, de quem vai de RAO para qualquer lugar atendido pela Azul. De uma certa forma GRU tambem é, pois esse voo tem conexão com a TAM para voos internacionais.
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Old May 8th, 2012, 06:31 AM   #139
Andre_RP
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Voltando ao transporte Público municipal, alguém se habilita a dizer qual será a pintura dos ônibus do consórcio ProUrbano??
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Old May 12th, 2012, 09:34 PM   #140
João86
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Eles estão chegando...






Lindo demais...

Não vejo a hora...

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