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Old February 28th, 2012, 03:59 AM   #41
RobertoBancrofth
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Old March 13th, 2012, 06:36 PM   #42
daclb
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Construção da BR 122 na Bahia



A BR 122 após construída cortará a região da Bahia com maior potencial eólico e facilitará os investimentos em energia eólica na região entre outros.

''O projeto da BR 122 foi realizado pela Strata Engenharia, empresa de elaboração de projetos que presta serviços ao Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transporte (Dnit). A rodovia que vai ligar o norte de Minas a Pernambuco passando pela Bahia, criará uma linha reta saindo de Montes Claros (MG), passando pelas cidades baianas de: Guanambi, Caitité, Paramirim, Boninal, Seabra, Souto Soares, Mulungu do Morro, Cafarnaum, América Dourada, Ourolândia, Brejão da Caatinga finalizando em Juazeiro ás margens do Rio São Francisco e ligará a região de Irecê ao Sul/Sudeste do Brasil e a várias outras regiões do nordeste.''
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Old March 28th, 2012, 02:06 PM   #43
IgorNorwich
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Governador Eduardo Campos negocia vinda de parque eólico para Tacaratu/PE


Durante sua visita a Itália, o governador Eduardo Campos reuniu-se com o presidente mundial da Enel Green Power, Maurizio Bezzecheri, para tratar sobre a implantação do primeiro parque eólico do Sertão do estado, que será construído em Tacaratu.

Os estudos sobre os impactos ambiental necessários para a instalação das turbinas devem ser entregues pelo Governo do Estado ainda este ano. "A previsão é que comecemos a gerar energia limpa em Pernambuco a partir do último trimestre de 2013", disse Bezzecheri nesta sexta-feira (07/10). A companhia italiana obteve 90 MW no leilão público realizado pelo governo brasileiro em agosto deste ano.

Segundo os representantes da Empresa Italiana, as obras estão previstas para começarem no primeiro trimestre de 2012.

A usina eólica ficará localizada nessa Serra:
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Old April 22nd, 2012, 02:47 AM   #44
Nego da Agua
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ENERGIA EÓLICA ENTRA EM CHOQUE COM A CONSERVAÇÃO NA BAHIA

Celso Calheiros


Parque Estadual Morro do Chapéu possui 46 mil hectares e abriga nascentes de importantes bacias hidrográficas, além de possuir ótimos ventos. (Foto: Mariana Fonseca)

A Bahia vive um boom da energia eólica, com a concessão de mais de 130 licenças prévias de projetos que somam mais de 1.300 aerogeradores, de acordo com dados do governo do estado. Cada aerogerador possui rotores com 110m de diâmetro em torres com 100m de altura, uma estrutura que, somada à fundação, pesa 1,1 mil toneladas. Quando o assunto é geração de energia, existe uma simpatia natural quando se trata de uma matriz renovável, sem emissão de carbono e com baixo impacto ambiental. Com esses atributos, em geral, a energia eólica tem o apoio dos conservacionistas. A não ser que interfiram com o ambiente no entorno, o que pode ser o caso dos projetos localizados na região conhecida como Boqueirão da Onça e no Parque Estadual do Morro do Chapéu, próximo à Chapada da Diamantina. Nos dois, os equipamentos estão perigosamente próximos das áreas de proteção.

A proximidade se deu por razões técnicas, as empresas de energia eólica procuram os locais onde exista o vento mais adequado para sua atividade. No jargão técnico, buscam as chamadas jazidas de vento. No sertão baiano, conforme o Atlas do Potencial Eólico do Brasil, está uma das 9 regiões com as melhores jazidas do país. Outros lugares ricos em potencial eólico estão também no litoral gaúcho, o litoral nordestino do Rio Grande do Norte ao Maranhão e parte do Amapá; além de áreas do interior, como na Paraíba, Rio Grande do Norte até o Piauí, parte nas Minas Gerais e, na região Norte, na região montanhosa em Roraima. Os melhores ventos no interior do país ocorrem em locais de áreas montanhosas, explica o estudo do Centro de Referência em Energia Solar e Eólica Sérgio de Salvo Brito (Cresesb), do Ministério das Minas e Energia.

Tanto a região do Boqueirão da Onça, no coração da caatinga quanto o Parque Estadual do Morro do Chapéu são atraentes, pois o vento é forte e canalizado no alto de suas serras. O problema é que os dois lugares também precisam ser protegidos pelas suas características naturais ímpares. O resultado é um embate entre ambientalistas e os defensores dos parques eólicos, no qual os dois lados parecem possuir bons argumentos.

O discurso dos defensores da natureza selvagem começa mostrando o patrimônio natural que pode ser ameaçado. Além de estar em uma área pouco povoada, no Boqueirão da Onça a Caatinga expressa a sua exuberância através de variadas formações. Essas características transformaram a área em candidata a proteção oficial através da criação de um mosaico de unidades de conservação na região, que compreenderia a proteção de 117 mil hectares protegidos como monumento natural, 420 mil hectares classificados como área de proteção ambiental (APA) e 317 mil hectares de parque nacional. A caatinga, é sempre bom repetir, é o único bioma exclusivamente brasileiro, e não conta com um parque nacional para sua conservação.

O Boqueirão da Onça é formado por grandes maciços. Montanhas que se abrem em uma garganta, daí o seu nome. Neste estreito, a onça está em casa. Antes do sertanejo se estabelecer nas redondezas, os maiores felinos das Américas já a utilizavam como habitat. A presença de predadores no topo da cadeia alimentar, como as onças nordestinas, é o maior sinal de que o ecossistema está saudável, ensina a bióloga Cláudia Campos, pesquisadora especialista na conservação da onça-pintada do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros (Cenap), do ICMBio. Ela explica que apenas ambientes equilibrados têm condições de manter um predador desse porte, pois a região precisa oferecer-lhe alimento e a todos os seres abaixo dele no sistema. “A construção de estradas, aberturas de trilhas e explosões para fundações em um ambiente onde reinava a tranquilidade vai, com certeza, afugentar o felino da sua zona de segurança”, garante a pesquisadora.


Torre de medição de ventos é o primeiro indício do interesse das empresas de energia pela instalação de parques eólicos de grande porte. (Foto: Celso Calheiros)

O primeiro efeito colateral dessa mudança estará na reação das onças, que vão se afastar da região onde vivem. Terminarão por se aproximar de povoados, fazendas, pequenos vilarejos e, no caminho, gerar um rastro de perdas. “Com os ataques a criação de bodes ou animais domésticos, as pessoas do local pensam que as onças estão se reproduzindo mais. O que ocorre, na verdade, é a tentativa do animal em se adaptar à invasão do seu habitat”, explica Cláudia.

Embora o felino seja uma estrela local, o Boqueirão da Onça possui diferentes endemismos -- espécies só encontrados lá. É o endereço das nascentes dos rios Jacaré (também conhecido como Vereda do Roma) e Salitre (ou Vereda da Tábua, Gramacho), que deságuam no Rio São Francisco. Em seu subsolo, encontram-se pedras e minerais, explorados por pequenos garimpeiros e mesmo por mineradoras. Sobre a terra, vegetação de caatinga, algumas exóticas e populares, como a algaroba, e trechos em que se mistura com a flora do cerrado. A riqueza do região atrai pesquisadores da Universidade do Vale do São Francisco (Univasf)


Atlas de potencial eólico feito pelo Centro de Pesquisa de Energia Elétrica, do Ministério das Minas e Energia, em 2001. (Fonte: CEPEL - Centro de Pesquisa de Energia Elétrica - 2001)


Morro da recarga

O Parque Estadual Morro do Chapéu, com seus 46 mil hectares, serve de recarregador de importantes bacias hidrográficas baianas. No parque estão quatro sub-bacias: dos rios Salitre, Verde (ou Jacaré), Utinga e Jacuípe. Essas redes estão relacionadas com as duas mais importantes bacias baianas: do Paraguaçu e São Francisco, explica o especialista nas bacias hidrográfica da região, Almacks Luiz Silva.

Almacks conta que a importância do Morro do Chapéu para a conservação está relacionada a um princípio geológico, que confere às serras e regiões montanhosas, a missão de armazenar água. “Funciona como uma esponja. As serras recebem água das chuvas, a acumulam e desse fenômeno brotam as nascentes”. O seu temor pela construção de torres de energia eólica na região do parque e na área de amortecimento está exatamente na delicadeza das nascentes que proliferam na região. “O pessoal da construção civil e das torres traça uma rota no GPS e não quer saber o que tem nas imediações”, receia o estudioso.


Estrada aberta no meio da caatinga em área do Parque Estadual Morro do Chapéu, na Bahia. (Foto: Almack Luiz Silva)

Um ocorrido de abril de 2011 aumenta a preocupação com a área do Morro do Chapéu. Um decreto teria extinguido o parque estadual que, com isso, perderia sua condição de unidade de conservação. A decisão foi anulada depois de mediação do Ministério Público. O novo debate em pauta é uma nova poligonal para o Morro do Chapéu, aumentando a área e redefinindo as unidades de conservação, com a instalação de refúgio de vida selvagem e monumento natural. É mais ou menos o que foi feito no processo para criação do Parque Nacional do Boqueirão da Onça. Cria-se um mosaico de unidades de conservação, cada uma com seu nível de preservação – nem sempre de proteção integral.

É uma proposta conciliadora, argumenta o secretário executivo da Indústria Comércio e Mineração da Bahia, Rafael Valverde, que concorda que as discussões sobre as definições do tipo de unidades de conservação do Boqueirão da Onça servem de exemplo para o que venha a ocorrer no Morro do Chapéu. “Não existe incompatibilidade entre uma unidade de conservação e a geração de energia eólica. A atividade é compatível com a preservação”, afirma. Ele garante que o governo da Bahia procura reunir os interessados em explorar o potencial eólico do estado e com os defensores da conservação. “Há o debate e procuramos a harmonia entre os setores envolvidos”.

O discurso conta com apoio da ONG Associação dos Condutores de Visitantes do Morro do Chapéu, confirma o seu presidente, Luiz Alberto Dourado. Ele aguarda a nova poligonal do parque estadual, mas já aceita a convivência das torres de energia eólica e o turismo ecológico, com a criação de uma área de proteção ambiental (APA). Entre as unidades de conservação, a APA é a que possibilita o uso dos recursos naturais.

O diretor executivo da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), Pedro Perrelli, defende a compatibilidade entre a geração de energia elétrica com a preservação. “Todos nossos equipamentos e dispositivos ocupam até 4% da área total arrendada – o que permite a convivência com a vida selvagem”. Perrelli também afirma que novas práticas minimizam o impacto que a construção das torres com aerogeradores causam. “Há uma aceleração da recuperação, o retorno da vegetação endêmica e temos comprovação do retorno da fauna selvagem em áreas de parques eólicos”, afirma. O argumento é que a vigilância dos parques servirá para afugentar a caça, retirada ilegal de madeira e de areia.

Perrelli diz que empresários e investidores desse nicho têm, em suas palavras, uma preocupação natural com a conservação. Conta que estudos feitos nos parques eólicos instalados no Rio Grande do Sul comprovaram que aves são capazes de desviar de grandes obstáculos, como as torres com seus grandes aerogeradores. “Os estudos mostraram que mais de 40 espécies de aves migratórias, incluindo o falcão peregrino, não são afetadas”.

Outra preocupação são os hábitos dos morcegos migratórios, continua Perrelli. Os pesquisadores chegaram à conclusão que os morcegos têm horários determinados para voar: no entardecer e pouco antes do amanhecer, quando a presença do seu alimento, os insetos, é maior. “Nesses horários, nós reduzimos em 15% a velocidade dos aerogeradores para possibilitar que os morcegos tenham capacidade de evitar um choque com as hélices”.

Preço da energia

O interesse pela energia eólica cresce em quantidade de empresas participantes dos leilões do setor e no aumento das pesquisas em busca da identificação dos locais onde ocorrem as melhores jazidas de vento. A Bahia vive o seu bom momento, mas estados como o Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte também sediam parques eólicos. Esses campos com grandes aerogeradores também poderão ser comuns no Ceará (que incentiva a atividade), no Piauí e no Maranhão.

A atração tem um forte apelo econômico. O preço do MW hora da energia eólica nos leilões de energia A-3 2011 foi negociado por um valor médio inferior a R$ 100. Cotação abaixo do MWh da hidrelétrica de Garibaldi, em Santa Catarina, que custa R$ 107,98. O MW hora de energia do parque eólico Cerro Chato VI, da Eletrosul, custa R$ 96,39. Menos do que o contratado para a hidrelétrica de Santo Antônio, em Rondônia: R$ 96,71 MWh. Os dados comparativos estão na revista Brasil Energia.

http://www.oeco.com.br/reportagens/2...vacao-na-bahia
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Old May 18th, 2012, 03:55 PM   #45
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POSTO DE GASOLINA EM PERNAMBUCO INSTALA TURBINA EÓLICA

Aerogerador produz até 800KWh por mês com ventos médios de 36 km/h; geração é abatida da conta de luz

Da redação


Um posto de gasolina da cidade de Petrolina, em Pernambuco, instalou uma turbina eólica em sua área para gerar energia para uso próprio. O equipamento foi comprado junto à Energia Pura, que fez a implementação do equipamento, do modelo Skystream 3.7. O posto, da empresa Brandão e Lima, já possuía, inclusive, o nome de Catavento.

A Energia Pura explica que, com o aerogerador, o empreendimento reduzirá os custos mensais com eletricidade, uma vez que a energia produzida é abatida da conta de luz. "Além da economia, ocorre um grande impacto positivo na imagem do posto pela iniciativa sustentável, visível a todos que passam em frente ao negócio", explica a companhia.

Quando o vento sopra, a energia eólica é utilizada com prioridade pelo posto e todos seus aparelhos elétricos. Quando não há vento, a energia vem da concessionária de energia local, em uma troca feita "sem nenhuma perda de potência ou interferência", de acordo com a Energia Pura.

A capacidade de produção mensal do equipamento é de até 800 kWh por mês com ventos anuais médios de 36 km/h. O sistema eólico é livre de manutenção e tem vida útil superior a 20 anos.

A Energia Pura já fez instalações em comércios e empresas. A empresa oferece aerogeradores com preços entre R$2,9 mil e R$29,3 mil.

http://www.jornaldaenergia.com.br/le...o=3&id_secao=9
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Old May 18th, 2012, 04:00 PM   #46
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ABEEÓLICA: 636MW EM USINAS FICARÃO PRONTAS ANTES DE ICGs

Parques eólicos terão que esperar conclusão de linhas de transmissão para começar a gerar



Por Luciano Costa, de São Paulo

A Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica) estima que 636MW em usinas a vento não poderão gerar energia na data prevista, mesmo estando totalmente concluídas. A culpa é da falta de sistemas de transmissão para escoar a produção. Tais parques, viabilizados pelo primeiro leilão da fonte realizado no País, em 2009, seriam conectados a ICGs – centrais de conexão compartilhada – no Rio Grande do Norte e na Bahia.

De acordo com Élbia Melo, presidente-executiva da entidade, os proprietários das usinas são CPFL, Dobrevê Energia e Renova. Apesar da falta de condições para produzir, esses empreendedores receberão a receita acordada nos contratos, uma vez que não tiveram culpa no atraso. Para isso, Élbia acredita que a Aneel fará algum tipo de vistoria nos projetos, para verificar se eles de fato estão prontos e foram prejudicados somente pela falta de ICG.

Tais ICGs, aliás, estão sob responsabilidade da estatal Eletrobras Chesf, que também já vê dificuldades para cumprir o prazo de centrais que vão escoar a energia de eólicas que precisam entrar em funcionamento no ano que vem. A companhia enfrenta problemas com o licenciamento ambiental das instalações, o que prejudicou os cronogramas.

Agenda

A entidade que reúne investidores eólicos calcula que somente 5% dos parques licitados em 2009 terão maiores atrasos, por ainda não terem iniciado obras. Outros 8,1% devem ficar fora de cronograma, mas estão com a construção em andamento. A maior parte, 36,5%, está dentro do prazo e outros 11,1% foram adiantados e já se encontram em operação.

De acordo com o levantamento da Abeeólica, existem ainda 10% de usinas que foram à Aneel pedir postergação das datas por fatos alheios à sua responsabilidade. O certame contratou 1.841MW em parques eólicos, que precisam iniciar a operação em 1 de julho deste ano.

Elbia ainda esclarece que os dados colhidos pela associação diferem dos da Aneel. Isso porque o relatório de fiscalização da agência reguladora se baseia em planilhas pré-prontas, muitas vezes não preenchidas de forma adequada pelos agentes ou apoiadas em critérios próprios. Os números da Abeeólica são resultado de uma consulta feita individualmente a cada investidor.

http://www.jornaldaenergia.com.br/le...o=3&id_secao=9
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Old May 18th, 2012, 04:13 PM   #47
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ESTADOS PROMETEM AGILIZAR PROCESSO DE LICENCIAMENTO DE ICG´s

Chesf diz que trabalhará para que usinas que entrarão em operação possem escoar a energia gerada

Por Fabíola Binas



Em recente reunião com investidores que detém projetos de parques eólicos em construção e órgãos responsáveis pelo licenciamento ambiental no Rio Grande do Norte, Bahia e Ceará, a Chesf revela ter recebido uma notícia animadora. A estatal conta ao Jornal da Energia que os órgãos de cada Estado presente se comprometeram “a priorizar e, via de consequência, agilizar a análise dos processos de licenciamento sob sua responsabilidade”. O encontro tinha como objetivo discutir os atrasos na implantação de ICGs, que são as centrais de conexão que escoarão a energia gerada pelas usinas a vento instaladas nessas regiões.

A Chesf arrematou a totalidade dos projetos de ICGs licitados pelo governo, mas está com problemas de cronograma nas estruturas que farão a ligação à rede usinas resultantes de leilões de energia realizados em 2009 e 2010. As usinas do primeiro certame precisam entrar em operação até julho deste ano. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), 636MW em plantas ficarão prontas sem ter como mandar energia para o sistema.

A Chesf atribui os atrasos à morosidade no licenciamento ambiental e, por isso, diz que vem trabalhando também em conjunto com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e as concessionárias de distribuição envolvidas no projeto na “elaboração de estudos visando possíveis adequações para antecipação de pelo menos parte dos acessos ao sistema”.

“A ideia é viabilizar o escoamento da energia gerada à medida que as centrais de geração eólica estejam concluídas e aptas a acessar o sistema de transmissão”, frisou a Chesf. De acordo com a estatal, a última reunião representou o início de ações no sentido de que todos os envolvidos atuem proativamente na integração, com a companhia em contato constante com os proprietários das usinas para tratar cada caso. Durante o encontro, a empresa diz ter detalhado a situação atual de cada ativo sob sua concessão, mas os dados não foram repassados à reportagem.

http://www.jornaldaenergia.com.br/le...=3&id_secao=11
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Old May 18th, 2012, 04:29 PM   #48
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GRAN DESARROLO DE LA EÓLICA EN BRASIL



La brasileña Renova Energia, con la inversión de Light y de Cemig en el sector eólico, pretende colocar en operaciones hasta julio sus primeros catorce parques, con un total de 293,6 MW de capacidad, en Caetité, Bahía. Esto supondrá una inversión de 1.200 millones de reales brasileños. La compañía planea invertir un total de 4.400 millones hasta 2015.

Según el nuevo director presidente de la empresa, Mathias Becker, ocho parques están terminados, y otros seis se encuentran con un 70% de las obras ya acabadas. Sin embargo, los proyectos aún no proveerán energía al Sistema Interconectado Nacional (SIN) porque no se terminó el sistema de transmisión que los conecta a dicha red. El sistema, que pertenece a Chesf, subsidiaria de Eletrobras, estará listo en el segundo semestre de este 2012.

De acuerdo con las reglas del sector eléctrico, Renova Energia recibirá a partir de julio la remuneración por la producción de energía de los parques de 178,4 millones de reales al año por haber concluido las obras.

La empresa negoció una media de 127 MW de energía de los proyectos en la primera subasta eólica, celebrada en 2009, por el precio de 160,39 reales por MWh. Se ha producido una reestructuración de la gestión de la compañía. El cambio estaba previsto en el acuerdo de accionistas firmado en agosto de 2011.

Con la alteración, los socios fundadores de Renova, Renato Amaral y Ricardo Delneri, pasaron a integrar el consejo de administración. Otros socios son los fondos Infrabrasil (17,9%), Fip Caixa Ambiental (7,20%) y Fip Santa Bárbara (6,5%), y el Santander (2,8%).

Responsable por el diseño del nuevo modelo de administración de Renova, Becker sostiene que el sector eólico está pasando por un proceso de consolidación, tras el cual, no harán falta tantos grupos inversores. Es el momento de invertir en eólica en Brasil.

Sólo habrá entre cinco y siete grandes empresas en el mercado de energía eólica en Brasil”. Renova inscribió 211 MW de potencia en proyectos eólicos para la próxima subasta de energía del tipo A-3 (con inicio de provisión de energía tres años después de la subasta). La compañía posee todavía 8.700 MW en proyectos en desarrollo, desde la etapa de arrendamiento de tierras hasta la homologación por la Agencia Nacional de Energía Eléctrica (Aneel). El monto supera la capacidad instalada de la central de Tucuruví, en Pará, de 8.370 MW.

A partir de agosto la empresa comenzará la construcción de quince parques eólicos, con los que se producirán unos 375 MW, que entraría en operación en 2013 o 2014.
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GRANDE DESENVOLVIMENTO DA ENERGIA EÓLICA NO BRASIL

Renova Energia do Brasil, com investimentos da Light e Cemig no setor de energia eólica, pretende colocar em operação até julho seus primeiros catorze parques com um total de 293,6 MW de capacidade, Caetité, Bahia. Isso implicará um investimento de 1.200 milhões de reais. A empresa planeja investir um total de 4.400 milhões em 2015.

Como novo diretor do presidente da companhia, Mathias Becker, oito parques estão concluídos e seis estão com 70% da obra já concluída. No entanto, os projetos ainda não fornecem energia ao Sistema Interligado Nacional (SIN), não fornecem por causa do sistema de transmissão que conecta a essa rede. O sistema, que pertence à Chesf, subsidiária da Eletrobrás estará pronto no segundo semestre de 2012.

De acordo com as regras do setor elétrico, a Renova Energia de julho de receber uma remuneração para a produção de energia do vento de 178,4 milhões de reais por ano para a conclusão das obras.

A empresa negociou uma média de 127 MW de energia eólica projetos no leilão realizado pela primeira vez em 2009, pelo preço de 160.39 reais por MWh. Houve uma reestruturação da gestão da empresa. A mudança planejada em acordo de acionistas assinado em agosto de 2011.

Com a alteração, os fundadores da Renova, Renato Amaral e Ricardo Delneri, passaram a fazer parte do conselho. Outros parceiros incluem fundos InfraBrasil (17,9%), o FIP Caixa Ambiental (7,20%) e Santa Barbara Fip (6,5%) e Santander (2,8%).

Responsável pelo design do novo modelo de gestão Renova, Becker argumenta que o setor da energia eólica está passando por um processo de consolidação, após o que, atrairá muitos grupos vai demorar muitos grupos de investidores. É hora de investir em energia eólica no Brasil.

Haverá apenas cinco a sete grandes empresas do mercado de energia eólica no Brasil. " Renova tem registrado 211 MW de projetos eólicos para o próximo tipo leilão de energia A-3 (com fonte de alimentação começar três anos após o leilão). A empresa ainda tem 8.700 MW em projetos de desenvolvimento, de arrendamento de terras inicial para a aprovação pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A quantidade excede a capacidade do Tucuruvi central em Pará, de 8.370 MW.

Desde agosto, a empresa começará a construção de quinze usinas eólicas, com os quais 375 MW serão produzidos, para entrar em operação em 2013 ou 2014.

http://energiasrenovadas.com/gran-de...sil/#more-1456
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22/06/2012 - 12h30
Vale e Hydro investirão R$ 650 mi em energia eólica


SÃO PAULO, 22 Jun (Reuters) - A mineradora Vale e a australiana Pacific Hydro anunciaram, nesta sexta-feira (22),a formação de uma joint venture em energia eólica e deverão investir R$ 650 milhões em dois parques no Rio Grande do Norte.

O investimento em energia renovável, o primeiro da Vale em eólica, busca atender parte do crescimento da demanda da companhia nos próximos anos, observou a mineradora em comunicado, ressaltando que a iniciativa visa aumentar o uso de fontes limpas na matriz energética da empresa.

Cada empresa terá 50% dos novos parques eólicos, mas a Vale consumirá sozinha a energia elétrica produzida pelos primeiros 20 anos.

Os projetos já possuem as licenças ambientais necessárias, e o início das operações de ambos está previsto para 2014.

"A demanda global da Vale por energia elétrica deve crescer 150% até 2020 e estamos buscando alternativas para suprir essa necessidade de modo sustentável, utilizando fontes renováveis, como hidrelétrica, eólica e biomassa", disse a diretor da RH, Saúde e Segurança, Sustentabilidade e Energia da Vale, Vânia Somavilla, em nota.

"Este modelo vai permitir a expansão do mercado eólico brasileiro para além do mercado de leilões regulados, no qual a maior parte da capacidade eólica brasileira tem sido desenvolvida até hoje, e estamos buscando aprofundar nossa parceria com a Vale no Brasil e no mundo", afirmou em comunicado o presidente-executivo da Pacific Hydro, Rob Grant.

A Pacific Hydro opera no Brasil desde 2006 e possui 58 MW em operação em seus dois parques eólicos na Paraíba, que fornecem energia para a Eletrobras.

A australiana é responsável pelo desenvolvimento e operação de mais de 300 MW em parques eólicos e usinas hidrelétricas na Austrália, onde construiu o primeiro parque eólico comercial do país, e opera 500 MW em hidrelétricas de correnteza no Chile.

Já a Vale previa anteriormente em seu plano de investimento um parque eólico no Rio Grande do Norte, com capacidade total estimada em 65,7 MW.

Fonte: http://economia.uol.com.br/ultimas-n...ia-eolica.jhtm
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BAHIA INAUGURA MAIOR COMPLEXO EÓLICO DA AMÉRICA LATINA



O Complexo Eólico Alto Sertão-I, a ser inaugurado na segunda-feira (9), às 10h, em Caetité, sudoeste do estado, com as presenças do governador Jaques Wagner e do vice-governador e secretário de Infraestrutura, Otto Alencar, consolida a Bahia como o maior polo brasileiro em energia renovável. O projeto, avaliado em R$ 1,2 bilhão, criou cerca de 1.300 empregos diretos na fase de implantação.

O empreendimento é composto por 14 parques, que, juntos, possuem capacidade instalada de 293,6MW, formando o maior complexo eólico da América Latina. No total, foram montados 184 aerogeradores de 1,6MW e cada parque gera até 30MW.

Os 14 parques eólicos estão localizados nos municípios de Caetité, Igaporã e Guanambi. A chegada da Renova Energia à região impulsionou a economia local, tanto pelo aumento dos tributos arrecadados como pela geração de receita com a mão de obra utilizada na construção do empreendimento. A área social das três localidades também foi fortemente impactada pela atuação da empresa, que investiu R$ 9.4 milhões no Programa Catavento, iniciativa que reúne mais de 20 projetos.

Para garantir o êxito do empreendimento, a Secretaria Estadual de Infraestrutura (Seinfra), através do Departamento de Infraestrutura de Transporte da Bahia (Derba), pavimentou 68 quilômetros de vias de acesso ao complexo.

http://www.bahiaeconomica.com.br/not...ca-latina.html
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Old July 9th, 2012, 06:51 PM   #51
calmon.neto
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Complexo Eólico Alto Sertão I











Fonte: Renova Energia
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Old July 9th, 2012, 07:13 PM   #52
daclb
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Excelente, belíssimas fotos da região. O problema é que a linha de transmissão não foi construída até hoje pela CHESF então a energia por enquanto não poderá ser aproveitada
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Old July 12th, 2012, 04:48 AM   #53
superkyo
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E esse desmatamento ai ?

Levando em conta que essas helices geram muito pouca energia capaz de ter mais area desmatada por MWh gerado que alguma hidreletrica shaushaushauhsauh
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Old July 14th, 2012, 12:09 AM   #54
Positronn
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Pois é
E os passarinhos e morcegos mortos? Quem tá fazendo essa conta?
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Old July 15th, 2012, 08:12 PM   #55
RobertoBancrofth
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Nossa isso sim é investimento em eolica!
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(Isay Weinfeld)
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Old July 18th, 2012, 04:50 PM   #56
Loro.
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E esse desmatamento ai ?

Levando em conta que essas helices geram muito pouca energia capaz de ter mais area desmatada por MWh gerado que alguma hidreletrica shaushaushauhsauh
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Pois é
E os passarinhos e morcegos mortos? Quem tá fazendo essa conta?

Isso não me parece nada ecológico!

Além disso, esses cataventos monstruosos enfeiam e destroem a harmonia das nossas mais belas paisagens, praias, dunas e montanhas!
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Old July 19th, 2012, 07:03 PM   #57
marcos.bh
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Pois é
E os passarinhos e morcegos mortos? Quem tá fazendo essa conta?
Acho que você está de brincadeira, mas vou responder assim mesmo.

O número de aves mortas nos parques eólicos é infimo, desprezível. Há várias outras causas de mortandade muito mais relevantes, como o número de pássaros devorados por gatos ou que se chocam contra as paredes de vidro espelhado dos edifícios.

Agora só falta alguém voltar com a ladainha de que a variação rápida da sombra das pás estressa as vacas e a produção de leite cai...
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Old July 19th, 2012, 07:43 PM   #58
Positronn
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Originally Posted by marcos.bh View Post
Acho que você está de brincadeira, mas vou responder assim mesmo.

O número de aves mortas nos parques eólicos é infimo, desprezível. Há várias outras causas de mortandade muito mais relevantes, como o número de pássaros devorados por gatos ou que se chocam contra as paredes de vidro espelhado dos edifícios.

Agora só falta alguém voltar com a ladainha de que a variação rápida da sombra das pás estressa as vacas e a produção de leite cai...
http://www.cienciasbiologicas.ufsc.b...OUFSC-09-2.pdf
Parte da conclusão, tem mais:
Quote:
Em suma, apesar de serem poucos os aerogeradores do arquipélago de Fernando de Noronha apresentam impacto significativo sobre as aves marinhas presentes, em razão da importância da área para a avifauna
http://planetasustentavel.abril.com....olicas-288393/

Se a energia eólica for expandida como alguns desejam, certamente não dará para evitar rotas de aves e essa taxa de mortalidade tende a subir, além do aumento do número de aerogeradores. As aves mortas nas cidades por gatos ou por choques com janelas são pragas praticamente, não fazem parte de um ecossistema natural e delicado.
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Old July 21st, 2012, 09:05 PM   #59
marcos.bh
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Não se esqueça que Fernando de Noronha é um dos locais mais importantes do país para as aves migratórias, nada comparável ao sertão do nordeste, uma das regiões mais promissoras para a geração eólica.

Alguns dos primeiros parques eólicos implantados nos EUA foram feitos sem estudos adequados de impactos sobre a avifauna. Com isso, houve construções em rotas migratórias num momento em que as pás e torres eram menores, com o agravante que a velocidade de rotação era bem maior. A inevitável consequência foi uma mortandade significativa de aves. E o que aconteceu nos anos seguintes? As aves remanescentes se adaptaram e mudaram sua rota.

Não estou justificando o erro, tampouco que os estudos sejam desprezados. As rotas migratórias (como Fernando de Noronha) devem sim ser evitadas, mas também não devemos desconsiderar a adaptabilidade da fauna às variações no ecossistema, desde que sejam variações pequenas executadas em conjunto com uma série de medidas mitigadoras. Se os estudos forem bem feitos e a implantação dos parques ocorrer fora das rotas migratórias levando estes aspectos em consideração, a mortandade de pássaros será realmente desprezível.

Não existe projeto algum sem impacto. É sempre necessário conhecer os impactos e avaliar se são compensáveis ou não. Deve se considerar não apenas o impacto da implantação do projeto, mas também o impacto da não-implantação, pois as soluções alternativas podem ter um custo ambiental muito mais alto.
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Old July 23rd, 2012, 11:46 PM   #60
Marcos6010Vinicius
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Essa sim é a energia que o Brasil precisa para não depender tanto das hidrelétricas como das termelétricas. Sem falar na energia solar.
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Imagens Clássicas
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