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#281 | |
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Registered User
Join Date: Nov 2011
Location: Aveiro
Posts: 473
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Surreal ..., existem alguns membros neste forum que são mesmo surreais....é perda de tempo gastar o meu latim com gente que só está aqui para destabilizar.... e mandar uns bitaites... |
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#282 |
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Registered User
Join Date: Sep 2010
Posts: 6,472
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Sim, realmente uma pessoa que faz 60 km em 20 minutos e que tem um carro que não desvaloriza é das coisas mais surreais que por aqui se viram.
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#283 |
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Registered User
Join Date: Sep 2009
Location: Portugal
Posts: 4,109
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in "Diário Económico"
A Brisa diz que, das novas concessões rodoviárias que estão a ser renegociadas com o Governo, "só perdeu dinheiro". A Brisa diz que, das novas concessões rodoviárias que estão a ser renegociadas com o Governo, "só perdeu dinheiro ao contrário das outras em que há garantias do Estado", afirmou o responsável das relações com o mercado da empresa. Luís Eça Pinheiro, num encontro com a imprensa para anunciar uma emissão de obrigações, afirmou que tem existido muito ruído à volta das parcerias público-privadas (PPP), sendo que não "pode ser metido tudo no mesmo saco" já que a concessão da Brisa "não está nesses parâmetros nem nesse contexto" e "não tem direito a reequilíbrios financeiros" por parte do Estado. Para o responsável da empresa, "só existem duas concessões participadas pela Brisa" que estão no âmbito das renegociações com o Governo, sendo que são participações minoritárias: na concessão Oeste, a Brisa detém 15% e na Baixo Tejo chega aos 30%. Eça Pinheiro adianta que, das novas concessões, "a Brisa até à data, só perdeu dinheiro: na Brisal e na Douro Litoral ao contrário de outras em que há garantias do Estado". Segundo o responsável, na Brisal, a empresa "perdeu 250 milhões de euros" e na Douro Litoral "entre 400 e 600 milhões de euros". Actualmente, está a decorrer uma comissão de inquérito parlamentar às PPP ferroviárias e rodoviárias para analisar cinco dos 25 contratos de parcerias, os únicos que não estão atualmente em fase de renegociação. A comissão de inquérito perguntou ao Governo quais eram as PPP que estavam em fase de renegociação e o Ministério das Finanças afirmou que há cinco que não estão em processo de revisão: Metro Sul do Tejo, Fertagus, alta velocidade Poceirão-Caia, concessão Brisa e concessão Oeste. De acordo com a resposta que o Governo enviou à comissão de inquérito, as PPP que actualmente se encontram em processo de revisão incluem as concessões ex-SCUT, a Norte, Grande Lisboa, Lusoponte, Litoral Centro, Douro Litoral, Túnel do Marão e as subconcessões da Estradas de Portugal. |
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#284 | |
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Registered User
Join Date: May 2011
Posts: 61
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#285 | |
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Registered User
Join Date: Oct 2009
Posts: 5,424
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#286 |
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Registered User
Join Date: May 2011
Posts: 61
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#287 | |
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Lobito for friends
Join Date: Jun 2008
Location: Vila Nogueira de Azeitão
Posts: 10,908
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Isto vai perjudicar todos e no final continua tudo na mesma, foi triste ver ontem que o estado se deixou vigarizar.
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Azeitão a Concelho Projectos de Setúbal Projectos de Sesimbra Projectos do Seixal Projectos de Almada Projectos de Palmela Dizer que não existe alternativa é o contrário da Liberdade
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#288 | |
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Registered User
Join Date: Mar 2008
Location: Serra da Estrela [P]
Posts: 5,464
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O IC27 pára de vez em Alcoutim:
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rpc08 @ SSC-PT
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#289 |
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Registered User
Join Date: Sep 2009
Location: Portugal
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#290 |
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Registered User
Join Date: Mar 2008
Location: Serra da Estrela [P]
Posts: 5,464
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Exacto, é um abandono do projecto. O que, mais que palavras a dizer que não se vai fazer, pode implicar a invalidação dos estudos realizados e do traçado escolhido. Normalmente os estudos de impacto ambiental têm uma data de validade que é prorrogada pelo Governo quando as obras não avançam. A partir do momento em que o prazo expirar de novo e ninguém prolongar o prazo, eram uma vez os estudos.
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rpc08 @ SSC-PT
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#291 |
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Amaro
Join Date: Jan 2012
Posts: 3,066
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Nunca me vou livrar das malditas curvas de Mértola cada vez que vou e venho do Algarve![]()
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Ciudadanos de un lugar llamado mundo
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#292 |
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Registered User
Join Date: Dec 2007
Location: Porto
Posts: 14,149
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Bom, toda talvez fosse dispensável, pelo menos para já, mas entre Mértola, incluindo uma variante à vila, e o local onde actualmente acaba acho que seria uma boa ideia fazer a estrada.
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#293 |
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Barra for Friends
Join Date: Dec 2004
Location: Barreiro
Posts: 76,665
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Exatamente! Fica a faltar apenas a variante de Mértola.
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#294 |
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Amaro
Join Date: Jan 2012
Posts: 3,066
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Concordo, é que atravessar Mértola e aquelas curvas todas perde-se imenso tempo e o percurso é um tanto sinuoso. De Mértola até ao IP2 a estrada até nem é tão má.
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Ciudadanos de un lugar llamado mundo
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#295 | |
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Registered User
Join Date: Jul 2011
Posts: 1,538
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No Alentejo é tão fácil tornar as velhas estradas em vias modernas que não entendo porque é que se pensa tanto, principalmente neste caso da N122, em fazer vias paralelas às antigas! As partes do IP2 e do IC1, por exemplo, que se sobrepõem às nacionais não são boas estradas? A N4 não é uma via excelente? O efeito disto que propus não seria o mesmo que o de fazer o IC27? |
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#296 |
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Barra for Friends
Join Date: Dec 2004
Location: Barreiro
Posts: 76,665
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Naquele troço que o Viriatuus fala existem muitas curvas e seria melhor fazer novo, no restante pode ser feito isso.
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#297 |
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Amaro
Join Date: Jan 2012
Posts: 3,066
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A N4 é uma estrada muito boa, o que atrasa mais é ter que atravessar Vendas Novas e Montemor.
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Ciudadanos de un lugar llamado mundo
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#298 |
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Registered User
Join Date: Oct 2009
Posts: 5,424
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Ontem fui a Sesimbra e a N379 está toda Às ondinhas em certos troços e noutros troços está estalada mesmo onde passa a linha que divide a estrada em duas vias.
Pior está o troço antigo(aldeia de Irmão-palácio duques de aveiro) que era usado antes de se construir a variente o alcatrão está partido em várias zonas. Como estamos em crise esta estrada vai ficar assim até se ver a areia.
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#299 | |
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Registered User
Join Date: May 2011
Posts: 61
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#300 |
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Registered User
Join Date: Sep 2009
Location: Portugal
Posts: 4,109
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in "Jornal de Notícias"
Brisa vai fazer obras no nó de Águas Santas ![]() ![]() ![]() foto Lisa Soares/Global Imagens ![]() Sempre que chove uma via de ligação entre a A3 e a A4 é interrompida ![]() A Brisa anunciou esta segunda-feira que irá proceder à beneficiação do nó da autoestrada de Águas Santas, sentido Porto/Ermesinde (A3/A4), depois de o Instituto de Infra-Estruturas Rodoviárias ter determinado competir àquela concessionária a realização das obras necessárias. A Brisa vai ter que corrigir até ao fim do ano o nó da autoestrada em Águas Santas, sentido Porto/Ermesinde (A3/A4), onde sempre que chove se verificam congestionamentos devido a um corte de via, anunciou o Instituto de Infra-Estruturas Rodoviárias (InIR). Numa resposta escrita enviada à agência Lusa, a Brisa diz que "irá proceder à beneficiação daquele ramo de acesso, avaliando posteriormente a questão da responsabilidade pelos custos relacionados com essa obra". ![]() ![]() "A Brisa Concessão Rodoviária entende que não é responsável pela situação criada aquando do alargamento do ramo pela Ascendi no âmbito da ligação à A4 da concessão do Grande Porto. Com efeito, recorde-se que o ramo em causa foi intervencionado por parte da Ascendi, no âmbito das obras que esta concessionária realizou na sua concessão Grande Porto. Nesse sentido, a Brisa entende que qualquer intervenção que possa ser necessário efetuar naquele ramo será da responsabilidade da Ascendi", lê-se ainda na resposta escrita. Também esta segunda-feira, em resposta a várias perguntas da Lusa, o InIR afirma ter determinado que "a Brisa, concessionária atualmente responsável pela exploração e operação da via em questão, proceda à realização do estudo e consequentes trabalhos corretivos no ramo B do nó de Águas Santas (A3/A4)". O IniR acrescenta que esta obra visa "garantir a segurança rodoviária dos utentes". "A realização de tais trabalhos está prevista para tomar lugar ainda durante o corrente ano", conclui. O condicionamento de circulação naquele nó em dias de chuva arrasta-se há anos, nomeadamente desde que a reformulação do nó foi efetuada pela Ascendi, na sequência do prolongamento da A4 até Matosinhos, no âmbito da concessão da SCUT do Grande Porto. Milhares de veículos provenientes do Porto entram diariamente na A4 através do nó de Águas Santas, num fluxo de trânsito que gera frequentes congestionamentos. O problema agudiza-se em dias de chuva, quando, conforme constatou a agência Lusa no local, uma das duas vias do acesso à A4 é fechada ao tráfego. A sinalização precedente atribui o afunilamento a obras que os automobilistas nunca veem. ![]() ![]() Em agosto do ano passado, nem a Brisa nem a Ascendi assumiram corrigir o traçado, cabendo ao InIR encontrar a solução. A Brisa considerou que, tendo a reformulação do nó sido feita pela Ascendi, não lhe competia corrigir aquele traçado. Por seu lado, a Ascendi apenas se limitou a assumir que reconstruiu aquele nó, garantindo que o fez cumprindo o que estava estabelecido, ou seja, a "construção foi efetuada estritamente de acordo com as normas do traçado aplicável". |
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| estradas, portugal |
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