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Defesa Civil decreta estado de emergência em 75 municípios A Defesa Civil estadual (Cordec) reconheceu, até a sexta-feira (9), que 75 municípios baianos estão em situação de emergência por conta da seca, de acordo com informações do A Tarde. A estiagem que atinge cidades do interior do estado, sobretudo Andaraí, Mucugê, Ibiquera e Nova Redenção (ver aqui e aqui) já espera uma resposta de ajuda do Ministério da Integração, solicitada pelo deputado federal Daniel Almeida (PCdoB). Na região do semiárido, o período seco tende a se estender até maio. “É esperada para os próximos meses uma expressiva redução nos volumes das chuvas na região. Ainda assim, não se descarta a possibilidade de ocorrer eventos isolados de chuvas mais intensas, nos meses de março e abril, o que não será suficiente para suprir o déficit registrado nos últimos anos”, avalia o coordenador de monitoramento do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), Eduardo Topázio, em entrevista ao A Tarde. A barragem de Mirorós, que atende a quatro cidades da microrregião de Irecê, passa por uma situação preocupante. Segundo informações da Empresa Baiana de Água e Saneamento (Embasa), o volume de água está abaixo de 10% da capacidade desde outubro passado e chega a um nível de alerta. http://www.bahianoticias.com.br/prin...unicipios.html |
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Feirão do automóvel vende mais de R$ 28 milhões Esta é a segunda edição do Combate das Marcas. As principais empresas mundiais do ramo estão na disputa para oferecer aos consumidores condições de compra atraentes e exclusivas Até a noite de ontem, 700 carros já tinham sido comercializados no Combate das Marcas, feirão que segue até hoje no Pavilhão A do Centro de Convenções da Bahia com veículos novos a preços e condições atrativos para o consumidor. As vendas, de acordo com os organizadores, superaram a marca de R$ 28 milhões. ![]() A previsão é que até o final do dia de hoje mais de 12 mil pessoas visitem a feira e conheçam de perto todas as vantagens oferecidas pelo evento, que teve início na sexta-feira. Esta é a segunda edição do Combate das Marcas. As principais empresas mundiais do ramo estão na disputa para oferecer aos consumidores condições de compra atraentes e exclusivas. As estratégias de venda são diversificadas e criativas. Alguns vendedores chegam a oferecer IPVA de graça, emplacamento e seguro gratuito para o cliente, entre outras vantagens. Realizado em dezembro do ano passado, o Combate das Marcas 1 se consolidou no cenário como o primeiro feirão de veículos novos do Brasil desse porte e com estas características, atraindo um público de, aproximadamente, 6,5 mil pessoas. O evento é promovido pela Fenabrave – Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Regional Bahia). http://www.correio24horas.com.br/not...-r-28-milhoes/ |
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#863 |
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GOVERNOS E TCU REGISTRAM DIFERENÇA ENTRE VALORES DA FONTE NOVA E MAIS 9 ESTÁDIOS Valores divulgados pelos Governos federal, estaduais e Tribunal de Contas da União (TCU) divergem sobre o custo das obras de 10 dos 12 estádios que receberão partidas da Copa do Mundo no Brasil em 2014. Levantamento do G1 revela que dez estádios (Mineirão, Estádio Nacional de Brasília, Arena Pantanal, Castelão, Arena da Amazônia, Arena das Dunas, Beira-Rio, Maracanã, Arena Pernambuco e Fonte Nova) registraram diferença entre os valores divulgados por suas respectivas administrações e os dados oficiais do governo federal. Na opinião do pesquisador Fabiano Angélico, especialista em acesso à informação da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a distorção expõe falta de transparência na divulgação do que governo federal, estados e municípios estão desembolsando para viabilizar a realização da Copa nessas localidades. A maior diferença aparece no caso da Fonte Nova. Enquanto o governo da Bahia divulga em seu site que gastará R$ 591,7 milhões na reconstrução do estádio, o governo federal, no Portal da Copa, diz que a obra custará R$ 597 milhões; e o TCU, R$ 1,605 bilhão. O governo da Bahia terá de desembolsar R$ 107 milhões anuais durante 15 anos como "contraprestação" prevista no contrato de parceria público privada com a construtora, segundo relatório do tribunal. A informação, porém, não consta do site do governo baiano. http://www.bahiaeconomica.com.br/not...-estadios.html |
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#864 |
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Houston,we have a problem
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Antes tranquila, Stella Maris se torna paraíso de roubos e assaltos
Esvaziadas, praias de Stella são palco de assaltos e brisa só refresca coqueiros ![]() Que adianta o paraíso se ele não pode ser desfrutado Quase todos os dias de Verão, logo que o sol se esconde, uma brisa gostosa refresca Stella Maris. Seria o momento ideal para passear na orla, caminhar com o cachorrinho ou namorar à beira-mar. Seria. A verdade é que, às 18h, não há um pé de pessoa na maioria das ruas de um dos bairros mais encantadores de Salvador, onde morar um dia já foi um eterno veraneio. Tido como lugar de classe média alta, com um dos IPTUs mais caros da capital, Stella Maris hoje vive entre a brisa e o medo. Paradisíaca por natureza, insegura por incompetência do poder público, os inúmeros casos de violência em Stella mostram que o assalto que terminou na morte da estudante amazonense Natália Penhalosa Duarte, 19, na terça-feira, não é exceção. Quase todos os moradores e comerciantes de Stella têm uma história de assalto, furto, arrombamento ou até sequestro para contar. A dona de casa Ana Ferreira, 38, foi sequestrada por volta das 16h quando saía da casa de uma amiga, nos arredores da nova praça de Stella Maris, onde ela prefere não indicar com precisão. “Entrei no carro e três marginais armados me obrigaram a destravar as portas. Me levaram até a invasão Planeta dos Macacos. Só me deixaram ir depois que implorei dizendo que tinha três filhos. Eles usaram meu carro para dar fim no corpo de um rapaz que tinham matado”, relatou. Três meses depois, Ana foi assaltada na praia de Stella Maris. “Foi logo pela manhã. Levaram corrente e dinheiro”. Na maioria das vezes, os bandidos estão armados. Não tem hora e nem lugar. O professor de Educação Física Lucas Formigli, 31, estacionava na rua Capitão Melo, a principal do bairro, quando teve o veículo roubado às 9h. “Estacionei e dois caras armados apareceram. Levaram o carro”. O comércio vive com medo. Shoppings e estabelecimentos sofrem assaltos diários. Caixa em um açougue que fica ao lado de um posto de combustível, Cristina Miranda, 27, conta que somente este ano o local foi assaltado três vezes. “Levaram cerca de R$ 1 mil em cada ação. Largo o serviço às 19h30 e vou pegar o ônibus com medo. Fazer o quê? Tenho que trabalhar”. Há vários locais em Stella apontados como os mais perigosos do bairro (ver mapa). O entorno da igreja onde está localizada a Paróquia de Nossa Senhora de Fátima é alvo constante. ![]() Iluminação precária torna o bairro ideal para ação de assaltantes Os fiéis deixam as missas com receio de serem abordados. A dona de casa Verônica Diniz estava no estacionamento do templo quando um homem a empurrou para dentro do carro. “Ele queria dinheiro, mas eu não tinha. Abri a porta e saí correndo. Foi Nossa Senhora que me ajudou. Só pensava nela na hora”. Padre Sérgio está com medo. “As praias estão desertas, as ruas vazias. As pessoas estão reféns, Meu Deus”. Conjunto Mas poucos locais são tão arriscados quanto o Condomínio Petromar, um conjunto de casas onde moram mais de 12 mil pessoas. Quase todos os comerciantes do condomínio já sofreram assaltos. No final do mês passado, o dono da sorveteria Moranguinhos, na rua Euler de Pereira Cardoso, teve dois revóveres calibre 38 apontados para a sua cabeça. “Um ficou no carro e dois desceram armados. Levaram computador, celular, TV e uma máquina fotográfica. Pago R$ 700 de IPTU para viver com medo?”, pergunta o dono, Paulo Silvestre. O fotógrafo Evandro Veiga, que mora no Petromar há 20 anos, é uma exceção da regra. Nunca foi assaltado. Mas não tem por que se orgulhar disso. “Minha mulher já foi assaltada quatro vezes, minha cunhada também. Meus vizinhos todos já foram assaltados. Até minha sogra já foi assaltada. Sou do tempo que gente dormia aqui de porta aberta”, afirma. E nada mudou no Petromar, mesmo com o assassinato do inspetor de segurança aposentado da Petrobrás Edson dos Santos Menezes, 57, morto na porta de casa, em janeiro do ano passado. O crime aconteceu às 7h. Seu Manguito, como era conhecido, presenciou o filho ser abordado por três homens armados. Com uma arma, o pai reagiu e atirou contra um dos assaltantes. Os três homens invadiram a casa e atingiram o aposentado nas costas e na cabeça. Durante a troca de tiros, um dos bandidos foi baleado, mas conseguiu fugir por cerca de 300 metros, quando foi morto por um policial à paisana. A família de Manguito abandonou o bairro. A casa foi colocada para aluguel. “O poder público tem que entender que isso aqui não é mais bairro de veraneio”, disse o síndico do Petromar, José Luís Coutinho. ![]() Desvalorização geral Placas de “vende-se” e “aluga-se” estão por toda parte em Stella Maris. Não é só a família de seu Manguito, morto no ano passado, que já se mudou ou quer se mudar do bairro. Já se fala, inclusive, em uma desvalorização em massa dos imóveis por conta da violência. “As pessoas não gostam de falar nisso, achando que vai desvalorizar ainda mais. Mas a realidade é que as casas estão se desvalorizando. Se a gente não encarar a realidade, ela não vai mudar nunca”, diz o comerciante Jorge Sá, que sofreu assalto em sua pizzaria e até entrou em luta corporal com um dos bandidos. “Meu imóvel já caiu de preço. Não sei quanto, mas caiu”. Em meio aos problemas, alguns poucos estão protegidos dos crimes e da desvalorização em Stella. São os moradores de condomínios e villages fechados, resguardados por cercas elétricas e câmeras de vídeo. Mas, apesar de não ocorrer tantos assaltos nessas poucas “ilhas de segurança”, também não há liberdade. “A gente vive aqui dentro. Mas prefere nem ir a uma pizzaria ou um barzinho à noite”, lamentou o morador de um condomínio, próximo ao local em que a turista do Amazonas foi morta. Blitze para conter roubos de carros A própria Polícia Militar admite o aumento dos crimes em Stella Maris, mas pontua que eles estão muito ligados aos roubos de carros. “Nosso maior problema é o roubo de veículos. A oferta de carros visados no bairro é grande”, diz o major Aloísio Erves, comandante da 15ª CIPM (Itapuã). Os números confirmam o que diz o major. No ano de 2011, segundo a 12ª Delegacia Territorial, a Área Integrada de Segurança Pública (Aisp) de Itapuã, que também compreende Stella, registrou nada menos que 837 roubos de veículos, campeã de todas as 20 Aisps. Na Barra, onde menos ocorre esse tipo de crime, foram 38 carros roubados. O comandante disse que vai investir nas blitze relâmpago. “São eficientes. Fizemos ano passado e os números reduziram muito”, garantiu o major, que preferiu não falar sobre a necessidade de mais efetivo. “Aí é com o comando geral”. Segundo ele, o policiamento em Stella conta com 15 homens ao longo do dia. Uma única viatura é responsável pelas rondas. “Mas temos o apoio da Rondesp e da Atlântico”. Comerciantes reclamam do policiamento escasso. “Eles não dão conta”, diz o dono de uma sorveteria. Enquanto isso, moradores pleiteiam uma delegacia exclusiva. “Stella, Flamengo, Jardim das Margaridas e Mussurunga vão se reunir para pleitear uma delegacia”, revelou o síndico do Condomínio Petromar. http://www.correio24horas.com.br/not...os-e-assaltos/
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Brasil, ainda na era colonial! |
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#865 | |
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#866 | |
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#867 |
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Não, Loiro. É a soma dos valores nominais de quanto o Estado terá que pagar à Odebrecht, por quinze anos, pela construção e operação da ARena. Como envolve a operação e manutenção, o EStado insiste em dizer que o valor do Estadio não chega a este monte de 1,6 bi. Para o TCU, o valor do Estadio para o ERario tem que somar o investimento físico da obra, e os valores de contrapartida da PPP, nestes 15 anos, que envolvem também os custo de operação e manutenção. SEria o valor nominal do Contrato da PPP.
Last edited by Giva SSA; March 11th, 2012 at 06:23 PM. |
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#868 | |
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Menos mal então rsrs. |
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#869 |
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Soteropolitano
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1) Igreja da Lapinha: a igreja que parece uma mesquita: arquitetura neomourisca / Rare church at Brazil 2) Galeria - Salvador das Antigas - colabore com fotos, vídeos e relatos sobre a velha Salvador / Old Bahia pictures 3) Bahia de Todos os Santos - Ilhas do Medo e dos Frades e Salvador 4) A Brazilian in INDIA - algumas fotos de minha viagem para a Índia 5) Candeias (Bahia) - Região Metropolitana de Salvador - 38 fotos |
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#870 | |
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Não prendam os pássaros nas gaiolas,não os privem de sua liberdade, pois eles foram feitos para percorrer grandes distâncias, cantar nos galhos das árvores e não para satisfazer nosso egoísmo de cantar apenas pra gente! (FAROL DA BARRA) |
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#871 | |
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, mesmo que isso signifique a sua omissão , em ficar calado , e que a população tenha que pagar caro por isso!!
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#872 | |
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Não prendam os pássaros nas gaiolas,não os privem de sua liberdade, pois eles foram feitos para percorrer grandes distâncias, cantar nos galhos das árvores e não para satisfazer nosso egoísmo de cantar apenas pra gente! (FAROL DA BARRA) |
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#873 |
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Stella Maris devido ao isolamento, já tinha um número de crimes notaveis, além do mais não possui uma compania independente de polícia, cuja responsabilidade é de Itapuã. Com a falta das barracas, só piorou, cada vez mais isolado. Sempre teve problemas também com a iluminação.
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#874 |
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No meio do Sertão
Join Date: Oct 2005
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Boa pergunta...
![]() Pergunte ao nosso governador, que deve estar movendo céus e terras para fazer o Eixo Sul sair do papel, junto com nossa fabulosa bancada na Câmara de Deputados... Ou não!
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FOTOS MINHAS: Senhor do Bonfim, 02, 03, 04 / Campo Formoso, 02 / Juazeiro da Bahia / Petrolina / Jacobina / Fortaleza, 02
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#875 |
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Má conservação de Praça do Canal é risco para moradores do Imbuí A Praça do Canal é um espaço destinado ao lazer da comunidade, mas esconde um perigo que pode trazer sérios riscos aos moradores do Imbuí. Quatro exaustores – que dispersam os gases do esgoto – estão deteriorados. Dois deles já não estão nos locais devidos e sobraram os buracos que dão acesso ao esgoto. Os outros estão enferrujados e tombados. O resultado é o perigo constante para os frequentadores da praça, que ainda enfrentam o mau cheiro próximo aos quiosques instalados no local. “Tenho receio de trazer uma criança para cá e há dias que fede. E os clientes reclamam”, conta a caixa Taine da Silva, 26 anos. A Superintendência de Conservação e Obras Públicas do Salvador (Sucop), órgão da Prefeitura de Salvador, informou que vai agendar a recuperação da Praça do Canal. Insatisfação - Enquanto as obras não ocorrem, os moradores protestam. “Estão esperando acontecer uma tragédia para tomarem uma providência. E a culpa será do orgão que administra a praça. É muita irresponsabilidade”, reclama a recepcionista Reisane Silveira. O instalador Luiz Alberto de Lima diz que “é um grande risco para as crianças, que podem se ferir nos locais enferrujados. É ridículo uma praça que tem pouco tempo de inaugurada apresentar esses problemas”. Os moradores temem que crianças caiam em um dos buracos. http://www.atarde.com.br/cidades/not...dores+do+Imbui |
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#876 |
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Join Date: Aug 2007
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Poluição do Rio Joanes se agrava a cada dia Responsável por 40% do abastecimento de água de Salvador e Região Metropolitana a situação do Rio Joanes está cada vez pior. Os esgotos de condomínios de luxo, das comunidades ribeirinhas e os resíduos das indústrias situadas próximas ao rio são os principais fatores de contaminação. Análise de amostra de água do Rio Joanes, coletada no ano passado por técnicos da Cetrel, indicou uma elevada carga orgânica e indicadores de contaminação por esgotos urbanos. Foram registrados valores de Coliformes Totais e Termotolerantes acima da referência do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) que estabelece parâmetros de níveis máximos aceitáveis de poluição. O Joanes que já apresentou oito metros de profundidade, atualmente se encontra com apenas 4 metros. Dos 40 quilômetros de rio, oito estão poluídos. Os esgotos são os principais fatores da mortandade de peixes e ostras, sem contar o mau cheiro que se espalha por toda parte. Sensibilizados com a situação de abandono que se encontra o Rio Joanes, moradores de Lauro de Freitas e Camaçari se uniram com pescadores e marisqueiras e criaram a Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), Rio Limpo com a missão de salvar o Rio Joanes. A ONG organiza encontros, no sentido de conscientizar a sociedade para não jogar qualquer tipo de objetos no rio e assim conquistar com rapidez a sua revitalização. Há cerca de três anos a comunidade vem lutando para salvar o Rio Joanes, que um dia já apresentou água cristalina, sendo visitado por baianos e turistas. De acordo com o morador do Condomínio Pedra do Rio e diretor executivo da Rio Limpo, Fernando Borba, a solução para o drama do Joanes está na realização das obras de saneamento básico que os municípios de Camaçari e Lauro de Freitas deram início no ano passado. Segundo ele, a esperança dos moradores é que o projeto da prefeitura se conclua em 2014 e que o rio volte a respirar e sustentar dezenas de famílias de pescadores como foi um dia. Morador do Condomínio Vilas do Joanes e membro da OSCIP, o engenheiro agrônomo Fernando Carvalho, acredita que se a comunidade evitasse jogar lixo no rio, com certeza o problema seria menor. “Se não houver nenhuma atitude pro ativa no sentido de recuperar o rio, ele estará morto em 20 anos. As pessoas precisam se conscientizar e ajudar a salvar o Joanes”, ressaltou. O presidente da Colônia de Pescadores, de Buraquinho, e da Associação de Pescadores local, Jonas Tomaz dos Santos, 52, afirmou que a situação está cada dia pior. Segundo ele, o crescimento das construções próximas ao rio e o desmatamento dos manguezais têm contribuído muito nos últimos anos para a degradação do Joanes. Peixes, caranguejos e mariscos que antes eram vistos com farturas estão sumindo das águas do rio. “Devido a situação critica do rio, pescadores e marisqueiras tiveram que abandonar o ofício. O rio limpo será uma luz no fundo do poço. Não podemos deixar o Joanes morrer”, enfatizou Tomáz. Ainda de acordo com Tomaz, a partir da criação da Rio Limpo foram realizados mutirões de limpezas em parceria com pescadores, moradores de condomínios e comunidades ribeirinhas, sendo retirados toneladas de lixo de dentro do rio. Entre os objetos encontrados, pneus, garrafas pets, móveis velhos e sacos plásticos. O rio Joanes nasce no município de São Francisco do Conde, localizado no recôncavo da Bahia, e desemboca na praia de Buraquinho, no município de Lauro de Freitas. http://www.tribunadabahia.com.br/new...idAtual=108464 |
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#877 |
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Join Date: Aug 2007
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Gabrielli promete dar novo fôlego às ações do governo Empossado na última sexta-feira como secretário de Planejamento do Estado (Seplan), José Sérgio Gabrielli (PT) sinaliza que usará a experiência como ex-comandante da Petrobras para dar novo fôlego às ações do governo. Ele promete fazer pequenos ajustes nas prioridades da pasta, a exemplo do foco nas ações de curto prazo e na orientação sobre como o governo se antecipar e reduzir os impactos diante da crise internacional. Gabrielli também pretende focalizar sua gestão para uma maior abertura com os segmentos empresariais, diversificando as fontes de financiamento com o setor privado. Na esfera política, Gabrielli diz acreditar que o deputado Nelson Pelegrino (PT) seja o novo prefeito de Salvador e descarta qualquer conversa sobre 2014. Tribuna da Bahia - Há muita expectativa com a sua posse à frente da Secretaria de Planejamento do Estado (Seplan). Qual será sua linha de atuação? José Sérgio Gabrielli - Eu venho integrar um time que está jogando, que está composto e que tem uma ação tática e estratégias já definidas. Aqui na Seplan, o que a gente vai fazer é um programa de continuidade com alguns ajustes, muito ligados ao perfil do gestor. Basicamente, alguns programas já definidos pelo secretário Zezéu Ribeiro serão mantidos, como programas de modernização e da gestão do PPA. As prioridades do PPA, a ação importante das políticas sociais, a dimensão espacial do desenvolvimento serão mantidas. Quais os ajustes que eu imagino que sejam necessários para a Seplan? Primeiro, dar um enfoque maior para produção em curto prazo da Seplan, ou seja, fazer da Seplan um organismo que possa antecipar problemas em curto prazo e orientar a ação do governo para diminuir os riscos diante da crise internacional. Segundo, acho que a gestão dos projetos existentes pode ser melhorada, tanto do ponto de vista do processo de gestão de projetos, visando uma maior integração entre a Seplan e as demais secretarias, como do ponto de vista de desenvolvimento de sistemas que controlem mais sistematicamente as ações do governo. Acho que nós temos possibilidade de expandir enormemente a questão da relação entre a ação nos territórios do Estado, do governo e dos movimentos sociais com a institucionalidade desses territórios, com a criação dos consórcios municipais e os consórcios públicos que permitam uma atuação conjunta com uma institucionalidade nova entre os municípios. Tribuna - A qual projeto pretende dar prioridade? Gabrielli - Eu acho que tem duas características importantes do desenvolvimento do Estado da Bahia. Uma característica do desenvolvimento da Bahia recente é que ele é muito puxado para o mercado interno. Você tem um processo de transferência de renda, de aumento do salário mínimo, de aumento do emprego formal, expansão da atividade do pequeno produtor, expansão do acesso das populações mais pobres aos serviços públicos. Isso criou um caldo de cultura que faz com que o desenvolvimento econômico nas cidades médias e pequenas seja crescente. Você observa o dinamismo das feiras, do pequeno comércio, você observa na descentralização do pequeno investimento, com a criação dos shopping centers, em função comercial nas cidades médias, portanto você começa a concluir que há um desenvolvimento descentralizado e importante no Estado. Vamos ver que isso faça com que as limitações da infraestrutura dessas cidades desapareçam mais rapidamente porque elas ficaram estagnadas por muito tempo. Mas isso não é o suficiente. Existem alguns projetos estruturantes maiores que permitem uma integração maior do Estado. A Ferrovia Oeste Leste, O Porto Sul, o Polo em Camaçari, a cadeia produtiva naval a partir do estaleiro criado em Maragojipe, o complexo de celulose e no Sul da Bahia, a possibilidade de você fazer programas de recuperação de aproveitamento hídrico na área do Raso da Catarina, redefinição das relações logísticas da Baía de Todos os Santos a partir da ponte e o setor viário Oeste. Com isso você tem um conjunto de ações no Estado, que são ações estruturantes que vão fazer dessa segunda década do Estado da Bahia um período de grandes transformações, ajudando a destravar o desenvolvimento do Estado. Tribuna - O que o senhor acha que será o maior desafio dentro do governo? Gabrielli - O primeiro desafio é o da mudança da cultura e a integração entre as ações do governo. Acredito que você pode melhorar muito a integração entre as ações dos órgãos do governo. Na medida em que você melhora essa integração você pode eliminar as superposições e aumentar a eficiência, pode vir a ter mais impacto final sobre o que destina essas políticas. O segundo desafio importante me parece que é a recuperação do profissionalismo do funcionalismo público, da renovação do funcionalismo público. Nós temos hoje um período longo sem concursos e sem renovação da força de trabalho no Estado, e é necessário que a gente comece a reprofissionalizar em termos de funcionários públicos. O terceiro elemento que eu acho é o momento de você diversificar fontes de financiamento. Você pode buscar novas captações de fonte de financiamento não só diretamente no Estado, mas principalmente fazendo a ponte entre o empreendedor e o financiador. Tribuna - O senhor acredita que o empresariado deva ser chamado a ajudar a Bahia? Gabrielli - Eu não tenho dúvida. Com o aquecimento do mercado interno que nós tivemos, as oportunidades que se abrem para empresas pequenas, médias e grandes nesse Estado são enormes. A possibilidade de articular projetos especiais, projetos inovadores é muito grande. O espírito empreendedor do empresariado baiano se perdeu um pouco nos últimos anos. Estimular a retomada dessa ação empreendedora significa que o empresariado pode assumir riscos e vai ganhar, é muito importante. O Estado pode atuar na ponta dos investimentos públicos, fazendo com que os investimentos públicos aumentem o impacto sobre a sociedade. Por exemplo, nós vamos falar sobre a Ferrovia Oeste Leste, que via ter estações ferroviárias. O que vai acontecer no entorno das estações ferroviárias? Não é o Estado que vai fazer as ações no entorno das estações ferroviárias, o comércio no entorno das estações ferroviárias, as pousadas, os restaurantes. Mas o Estado pode estimular isso. Você tem a rede de comunicação do Estado que é amplamente representada no Estado. Evidente que você não vai fazer com que essa rede de comunicação vá trabalhar para viabilizar a expansão na ponta, mas você pode criar mecanismos para que essa ponta seja feita pelo setor privado articulando recursos privados que possam financiar esse tipo de coisa. A atividade de intermediação, de articulação, de estruturação, de ajuda na formulação de projetos me parece que é uma atividade que pode ser feita e que pode dar um impacto grande no desenvolvimento da Bahia. Tribuna - O perfil que o senhor vai tentar dar a partir de agora para a secretaria é mais gerencial? O senhor assumiria o perfil de gerente do governo, sendo o interlocutor entre as secretarias? Gabrielli - Não diria que seja um perfil gerencial. Eu acho que a função do planejamento, necessariamente, é sistêmica, cuja principal função é articular as ações do Estado. Ela não tem função executora, mas as ações serão feitas pelas secretarias finalísticas. Sua principal função é articular a ação do Estado, dentro de um planejamento de longo prazo, uma ação de curto prazo. Ela não vai ser a gerente das outras secretarias, mas tornar apenas mais visível e identificar potenciais, sombreamentos e superposições que possam existir. Tribuna - O senhor acredita que Salvador está preparada para a Copa de 2014? Gabrielli - Eu acho que o governo está preparando todas as condições para ter essa Copa. Está preparando tanto os equipamentos para a Copa, como os instrumentos de mobilidade que são fundamentais para atender o público que vai se deslocar, está investindo nas questões de segurança e, portanto, nós estamos com um conjunto de ações que vão levar a ter condições e viabilizar a Copa de 2014. Porém, o mais importante do que a Copa são os investimentos que a cidade vai ganhar. Todos esses investimentos vão ter um impacto muito grande, que vão impactar na cidade a vida urbana com um evento de curto prazo. Você não pode pensar apenas na Copa. Você vai ter que pensar nos efeitos sobre o conjunto da ação da cidade. A arena, as vias de mobilidade vão existir independente da Copa. Você pode até não ter todo o sistema pronto na Copa, mas você tem que pensar mais amplamente, além da Copa. Acho que é uma oportunidade enorme, e o governo está se preparando. Tribuna – Como resolver o problema da mobilidade? O governo pode ajudar mais nesse quesito? Gabrielli - A mobilidade é uma questão muito complexa, onde o metrô e um transporte de massa são um componente. É claro que uma cidade como Salvador não pode ficar com um transporte só baseado em ônibus e em carro individual. O volume de carros é enorme, sendo mais de 700 mil veículos na cidade de Salvador. Os engarrafamentos são dramáticos, a cidade não cresceu as vias de transportes. Agora, pensando em longo prazo, você tem que pensar no desenho urbano. É localização das atividades econômicas na cidade que vai descentralizar. No desenho urbano, você tem que pensar sobre as vias entre diferentes centros de atividades que existam no Estado. Esse conjunto de atividades envolve, portanto, a discussão sobre o metrô, que precisa se tratar a complexidade de um equipamento urbano que é intermunicipal, estadual e privado. Essa complexidade que cria várias dificuldades para implementação do metrô. Ao mesmo tempo, você tem algumas soluções paliativas que podem ser feitas. A gestão, a engenharia do trânsito, a criação de alguns viadutos podem desafogar áreas críticas da cidade. O que está faltando é uma ação da prefeitura, isso não é competência do governo do Estado. Tribuna - Mas o governo pode chamar a prefeitura para essa responsabilidade? Gabrielli - Está na Constituição brasileira... Chamar, pode chamar politicamente, mas em termos institucionais não há como. O governo do Estado está fazendo isso na medida em que está completamente envolvido na mobilidade do metrô, na construção da Via Expressa, na montagem de vias de acesso até o aeroporto, na criação do projeto da Ponte Salvador–Itaparica. Com isso, você está criando uma série de projetos que permitem você ter uma visão de desafogamento, do que apenas a discussão do metrô. O metrô é um problema, tem que ter prioridade e foco nele, mas estou chamando a atenção que ele não é a solução de tudo, mas a solução parcial. Tribuna - O senhor acredita que o metrô pode ser acelerado? Gabrielli - Eu acho que ele tem que sair até a Copa parcialmente. Você tem hoje duas linhas que estão quase completas e você tem que fazer uma outra para fazer o anel do metrô e começar a funcionar com ele parcialmente de tal maneira que ele possa vir a crescer imediatamente pós a Copa. Não é possível ter a Copa sem um transporte de massa. Tribuna - Como o senhor, como cidadão, avalia a gestão do prefeito João Henrique? Gabrielli - Estou há nove anos fora da cidade, só vinha aos fins de semana, mas morando mesmo estou há um mês. Qual a sensação que eu tenho como cidadão? Acho que nós temos um problema na orla, não só em termos de ocupação permanente, mas de ocupação da praia mesmo. Precisa ter um modelo de ocupação da praia. Acho que parte da Cidade Baixa pode ter um reforço extraordinário, principalmente na região da Ribeira, na região mais da Costa da Baía de Todos os Santos. Acho que nós temos possibilidade de fazer uma intervenção forte na limpeza da cidade. Sendo uma cidade turística, precisa de uma intervenção forte na sinalização. Se ela é uma cidade turística, o turista precisa saber como se movimentar sozinho. Você tem todo um segmento informal que pode ter estímulos de relocação e movimentação importantes. A cidade de Salvador está vivendo uma expansão em um miolo que precisa de um reordenamento urbano adequado, ou seja, a cidade tem uma série de problemas que exige uma atuação mais ativa. Tribuna - O governo vai dar sua contribuição nesse processo? Gabrielli - Na verdade, o governo não pode substituir a prefeitura. Esses temas que eu falei são ligados à gestão municipal. Eu falei como cidadão. Como secretário, evidente que a Secretaria de Planejamento e as outras secretarias, o governo tem que ter uma política do Estado como um todo. Mesmo que Salvador seja muito importante, e é - não pode ser o único lugar em que o governo vai atuar -, mas é preciso dar atenção ao Estado como um todo. Os elementos que eu mencionei dependem de uma atuação fortemente do governo municipal. Tribuna - O senhor tem intenção de trazer recursos do mercado internacional para Salvador? Gabrielli - Uma das áreas que eu quero reforçar é essa de captações. Eu acho que nós podemos acessar o mercado internacional, se não para novas fontes para financiar atividades do governo, mas com certeza para viabilizar novas áreas de fornecimento de recursos para projetos que sejam complementares aos investimentos públicos da maneira que a gente possa potencializar os impactos desses investimentos nas comunidades. Isso não é só para Salvador, mas para o Estado todo. Nós temos que pensar, ser criativos, encontrar novas fontes, viabilizar junção entre os empreendedores e os financiadores. Tribuna - A intenção é mais profissionalizar a máquina do governo? Gabrielli - Acho que a expressão não é exatamente profissionalizar. Claro que profissionalizar é importante, mas o elemento central é de controle, monitoramento e melhorar a eficiência na atuação do governo Tribuna - Como fica a relação entre o ex-secretário Zezéu Ribeiro e o senhor? Ficou algum tipo de mágoa? Gabrielli - Não. Zezéu é meu amigo entre 40 anos e 50 anos. Fomos vizinhos na adolescência nos cursos de ginásio. Acho que não tem nenhuma mágoa entre nós. O que eu tenho procurado enfatizar é que vou continuar o que ele estava fazendo com alguns ajustes normais. Tribuna - Acha que o PT terá êxito na sucessão municipal? Como observa o fato de o pré-candidato Nelson Pelegrino demorar em pontuar melhor nas pesquisas? Gabrielli - Eu acho que não é que haja dificuldades para o Nelson Pelegrino, apenas a campanha ainda não começou. A campanha ainda não está na rua. Objetivamente, apesar de a eleição ser agora em 2012, ainda não se tem uma campanha maciça nas ruas. Hoje o que há é negociação de bastidores e movimentação entre os formadores de opinião e entre os participantes da vida política mais ativa. Acho que ainda tem muita coisa pra rolar e acho que Nelson será, provavelmente, prefeito de Salvador. Tribuna - A oposição unida ameaça o projeto do PT de ganhar a Prefeitura de Salvador? Gabrielli - O grau de alianças ainda está indeterminado. Nós temos prazos ainda e vamos esperar para ver o que acontece. Nós temos candidatos e candidatas e a oposição está dividida, sem dúvida, mas qual a composição que vai ocorrer me parece que não está clara ainda. Tribuna - O senhor acredita que sua saída da Petrobras poderia ser construída de outra forma? Houve traumas? Gabrielli - Eu acho que ela aconteceu sem trauma, mas evidentemente que fez perturbações na vida porque evidente que movimentos na água existem. Mas não tem traumas nem na minha saída aqui da Petrobras nem na minha chegada ao governo. Tribuna – O senhor é tido como grande aposta para a sucessão do governador Jaques Wagner. O senhor vai se preparar ou acredita que uma candidatura será resultado de seu trabalho? Gabrielli - Eu acho que está muito longe 2014. Não estou preocupado com 2014. Estou dedicado inteiramente a trabalhar em 2012, fazer com que a Seplan atue de forma sistêmica e atue de forma integrada e com trabalho intenso junto a outras secretarias, e meu objetivo é centralmente participar da equipe do governador. http://www.tribunadabahia.com.br/new...idAtual=108482 |
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GOVERNO BAIANO SE MANIFESTA SOBRE DIVERGÊNCIA DE VALORES DA FONTE NOVA O governo da Bahia se manifestou depois de reportagem do G1 denunciando a divergência entre governo estadual e Tribunal de Contas da União (TCU) sobre o valor da Arena Fonte Nova para a Copa do Mundo 2014. Através da assessoria de comunicação da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre) informou que o valor das obras é de R$ 591,7 milhões e não de R$ 597 divulgados pelo ministério. Segundo a Setre, os R$ 107 milhões previstos como contraprestação foram reduzidos em um termo assinado em janeiro de 2010, o que não consta no relatório divulgado pelo TCU. "Pelo contrato de PPP [parceria público-privada] firmado entre o Governo da Bahia e o consórcio responsável pela obra e operação do equipamento por 35 anos, está previsto o pagamento de uma contraprestação pública, durante 15 anos, no valor de R$ 99 milhões/ano", diz a nota. "Cumpre ainda esclarecer que, de acordo com a legislação que rege os contratos de PPP, a finalidade não é a realização de uma obra (que pode ocorrer ou não), mas sim a prestação de um serviço, sendo a obra mero instrumento", diz ainda a Setre. (G1) http://www.bahiaeconomica.com.br/not...onte-nova.html |
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O Serviço de manutetenção e operação do Estádio. Pela PPP, não seria só a construção do equipamento. O objeto seria complexo. Apenas o valor físico da Arena é o informado pela Administração Estadual como valor da obra. Por anos, o Estado pagará para o Consorcio manter e operar a Fonte Nova tambem. O TCU soma todos esses valores nominais, não considera apenas o valor físico do estádio. É uma questão de ponto de vista. Os outros estádios também terão custos de manutenção - resta saber para quem foi atribuído este encargo.
Last edited by Giva SSA; March 12th, 2012 at 03:48 PM. |
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