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Subways and Urban Transport Metros, subways, light rail, trams, buses and other local transport systems



Global Announcement

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Old August 10th, 2012, 10:12 AM   #2301
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Line 17 Monorail - official construction update video July 2012

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Old August 12th, 2012, 11:02 PM   #2302
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News - Metro hires studies for another three lines in the North Side (the same lines as has been posted here for the past few pasges)

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Originally Posted by HGP View Post


Metrô contrata estudos para três novas linhas na Zona Norte de SP
Governo abre seis licitações para estudar mais de 100 km em novas vias.
Estações estão previstas para bairros como Cachoeirinha e Vila Maria.



Márcio Pinho Do G1 SP in http://g1.globo.com/sao-paulo/notici...rte-de-sp.html



O Metrô de São Paulo abriu seis processos licitatórios nas últimas semanas para contratar estudos para cinco novas linhas e ampliações em projetos já em execução, totalizando 101,8 novos km. Os novos trajetos fazem parte do programa de desenvolvimento e crescimento do Metrô entre os anos de 2016 e 2030 e contemplam especialmente a Zona Norte da cidade com três linhas além da 6-Laranja, cuja execução já começou.

Se toda essa quantidade de linhas realmente sair do papel, o Metrô poderá dobrar os 100 km de rede que imagina ter em 2014, com inaugurações como a Linha 17-Ouro, na Avenida Jornalista Roberto Marinho - hoje são 74,3 km de linhas na capital.

Os projetos funcionais custarão R$ 22,8 milhões. Eles servem para determinar, por exemplo, o real trajeto da linha e a localização das estações. Durante os estudos, porém, podem ocorrer várias alterações de projeto.
saiba mais

Metrô abre licitação para projeto de linha que ligará Moema à Lapa
Metrô decreta desapropriações para construção de Linha 6 - Laranja
Protesto por Metrô em Higienópolis tem catraca, churrasqueira e varal

Os novos estudos contemplam regiões que hoje não dispõem de serviços de transporte sobre trilhos. Uma das linhas, a Celeste-19, está prevista para sair de Guarulhos, passar por bairros da Zona Norte como a Vila Maria e chegar até o Campo Belo, na Zona Sul de São Paulo.

A linha servirá à população de Guarulhos e não especificamente aos usuários do aeroporto de Cumbica. Para isso, o governo do Estado mantém em projeto a criação de duas linhas de trem. Uma delas terá poucas paradas e se chamará Expresso Aeroporto, que deverá ser construído em parceria com a iniciativa privada. Segundo o governo do Estado, é preciso primeiro ver como ficará o projeto do trem bala, da União, para saber a viabilidade do projeto estadual.

A Zona Norte de São Paulo poderá receber também a Linha 23, que vai cruzar toda a Zona Norte paralelamente à Marginal Tietê, ligando a Lapa à Rodovia Presidente Dutra. E ainda a Linha 16, que deverá ligar a região do Ipiranga à Cachoeirinha.

O bairro do Ipiranga também deverá ser contemplado mais de uma vez. Isso porque um dos estudos a serem contratados se refere à expansão do monotrilho da Zona Leste até a Estação Ipiranga da CPTM. A previsão anterior era de que terminasse na Estação Vila Prudente, da Linha 2-Verde.

Proximidade
Se as licitações abertas são para linhas que ainda podem demorar para sair, outros projetos do Metrô são mais factíveis e estão mais próximos de sair do papel. É o caso da Linha 6-Laranja, a primeira que passará pela Zona Norte da cidade antes da construção das demais previstas. O governo do estado já decretou diversas desapropriações para a execução dessa obra. A primeira fase da Linha 6-Laranja contempla o trecho de Vila Brasilândia a São Joaquim e tem previsão para entrega após 2014.

O governo do estado já constrói também a Linha 17-Ouro em formato de monotrilho, na Avenida Jornalista Roberto Marinho. O primeiro trecho, ligando a Marginal Pinheiros ao aeroporto de Congonhas, está previsto para ficar pronto em 2014.


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Old August 12th, 2012, 11:05 PM   #2303
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CPTM Line 9 - CPTM opens tender for Line 9 southern Expansion to Varginha (6 km)

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Originally Posted by OsascoStation2007 View Post
Atualizado em 11/08/2012

CPTM abre licitação para nova fase do projeto de extensão da linha 9



As obras devem ser iniciadas ainda em 2012 e durarem cerca de 2 anos. Previsão de extensão é de 6 Km


Da redação
([email protected])

O projeto de extensão da linha 9 da CPTM, que hoje liga Osasco ao Grajaú, até a região de Varginha, na zona Sul da Capital, deu mais um passo. A companhia abriu ontem licitação para contratar serviços especializados de supervisão técnica dos projetos básico e executivo do prolongamento desse ramal, que estão sendo elaborados desde dezembro.

O edital pode ser retirado até 13 de setembro no site www.cptm.sp.gov.br. A supervisão abre caminho para a conclusão dos projetos básico e executivo, que avaliam a viabilidade técnica, os impactos e os custos das obras. Após o término dos estudos, a CPTM pode abrir a licitação para escolher a empresa que será responsável pela implantação da extensão da linha.

A previsão é de que a linha 9 ganhe mais 6 quilômetros, com investimentos de R$ 258 milhões. As obras devem ser iniciadas ainda em 2012 e durarem cerca de 2 anos. O ramal é o que mais cresce em termos de passageiros no sistema ferroviário. Foram mais 98 mil usuários por dia, em média, entre 2010 e 2010, o que representa um crescimento de 36%.


http://www.webdiario.com.br/?din=view_noticias&id=70234
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Old August 13th, 2012, 11:55 PM   #2304
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Brás station (CPTM section)



by Unirod
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Old August 13th, 2012, 11:59 PM   #2305
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New articulated trolleybuses

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Originally Posted by Lro A C View Post
Já com o prefixo 8160


E o Ex-Poluidor,8152,nunca vi esse ônibus.
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Old August 15th, 2012, 12:37 AM   #2306
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Line 3 - Pedro II station



by Diego 3336
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Old August 16th, 2012, 10:18 AM   #2307
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Line 6 news - construction to take a maximum of 6 years (starting probably next year, 2013) and private operator to exploit the line for 19 years.


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Originally Posted by PHCastro View Post
Modelagem final da Linha 6 do Metrô de São Paulo aproveitou 67,80% dos estudos de viabilidade apresentados pela iniciativa privada

O Chamamento Público 1/2011, divulgado pelo Estado de São Paulo em 05/10/2011 e que obteve estudos de viabilidade para a PPP da Linha 6 - Laranja da Rede Metroviária de São Paulo de 3 (três) empresas interessadas, teve como resultado final o aproveitamento de 67,80% dos estudos apresentados.

As empresas participantes do Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) terão direito ao ressarcimento total de R$ 5.152.800,00 (cinco milhões cento e cinquenta e dois mil e oitocentos reais) em função dos estudos de viabilidade aproveitados na modelagem final do projeto.

Os estudos da Galvão Engenharia S.A. e Somague Engenharia S.A. foram aproveitados em um percentual de 20,29% do total utilizado, cabendo um ressarcimento de R$ 1.045.601,00 (um milhão, quarenta e cinco mil e seiscentos e um reais). Dos estudos apresentados pela Construtora Queiroz Galvão S.A., foram aproveitados em um percentual de 35,65% do total utilizado, cabendo um ressarcimento de R$ 1.837.193,00 (um milhão, oitocentos e trinta e sete mil e cento e noventa e três reais). Por sua vez, os estudos apresentados pela Odebrecht Transport Participações S.A. foram aproveitados em um percentual de 44,05% do total utilizado, cabendo um ressarcimento de R$ 2.270.005,00 (dois milhões, duzentos e setenta mil e cinco reais).

Em breve a Secretaria de Transportes Metropolitanos realizará a consulta pública da concessão patrocinada da Linha 6, trecho Brasilândia-São Joaquim, com extensão de 13 (treze) km e 15 (quinze) estações. O prazo contratual é de 25 (vinte e cinco) anos, sendo 6 (seis) anos para implantação do empreendimento e 19 (dezenove) anos para exploração comercial da linha. A tarifa de remuneração da SPE será de R$ 1,50 (um real e cinquenta centavos) por passageiro transportado.

Foram consideradas receitas acessórias de 15% da remuneração tarifária, de modo que a receita anual média estimada para a SPE é de R$ 1,36 bilhão/ano. Com a soma entre remuneração tarifária e receita acessória chegando a R$ 305,5 milhões, a necessidade de contraprestação anual será de R$ 1,055 bilhão.
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Old August 16th, 2012, 07:49 PM   #2308
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Line 2 monorail update

Oratório station






track switch structure







Monorail vehicle mockup exhibit opened today next to Vila Prudente station





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Old August 16th, 2012, 07:58 PM   #2309
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Metro releases Tender Call for Line 5 Extension to Jardim Ângela - currently, line 5 is being expanded toward the city's inner region, this expansion is to the other side, beyond its current terminus at Capão Redondo. It will be 3.7 km long with three stations.

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Originally Posted by SavianoMarcio View Post

AVISO DE LICITAÇÃO

CONCORRÊNCIA INTERNACIONAL Nº 41041213 – RETIRRATIFICAÇÃO - PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE DESENVOLVIMENTO DO PROJETO FUNCIONAL DA LIGAÇÃO CAPÃO REDONDO - JARDIM ÂNGELA DA LINHA 5 - LILÁS DA COMPANHIA DO METROPOLITANO DE SÃO PAULO - METRÔ - LOTE 3.

A COMPANHIA DO METROPOLITANO DE SÃO PAULO - METRÔ torna público que se encontra aberta a Licitação acima, em conformidade com Lei Estadual nº 6.544/89 e a Lei Federal nº 8.666/93, com suas alterações.
O Edital completo pode ser obtido gratuitamente por meio da Internet, no site www.metro.sp.gov.br, ou retirado no Protocolo da Gerência de Contratações e Compras, situado na Rua Boa Vista, 175 – 2º Andar – São Paulo, Capital, no período de 13/08/2012 a 26/09/2012, das 9h as 11h30 e das 13h30 as 16h30, mediante pagamento de R$ 10,00 para aquisição da versão impressa em papel, ou da versão em CD-R.
Os documentos e as propostas deverão ser entregues na Sessão Pública de Recebimento e Abertura, marcada para o dia 28/09/2012, às 09h00, com tolerância de quinze minutos, no mesmo endereço.

Esta licitação é do tipo “Técnica e Preço”.
Os serviços serão executados sob o regime de empreitada por preço global.

Nesta Licitação:

TERMO DE REFERÊNCIA

CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA O DESENVOLVIMENTO DO PROJETO FUNCIONAL DA LIGAÇÃO CAPÃO REDONDO – JARDIM ÁNGELA, DA LINHA 5 – LILÁS DO METRÔ DE SÃO PAULO.

1. INTRODUÇÃO
A Linha 5 – Lilás, que ligará as regiões sul e centro-leste da Região Metropolitana de São Paulo, faz parte da Rede Futura do Metrô. Prevê-se extensão total de 19,9 km entre as estações Capão Redondo e Chácara Klabin.
O trecho entre Capão Redondo e Largo Treze, com 8,4 km de extensão, encontra-se em operação desde 2002. O trecho entre Largo Treze e Chácara Klabin, com 11,5 Km de extensão, encontra-se em implantação.

O objeto deste termo de referência é o desenvolvimento do projeto funcional da extensão da Linha 5 – Lilás de Capão Redondo a Jardim Ângela. Serão acrescentados aproximadamente 3,7 km de linha e 3 estações. Será também parte integrante do projeto trecho adicional de aproximadamente 500 m após a estação terminal em Jardim Ângela, para manobra e estacionamento de trens. Deverá ser avaliada a necessidade de pátio adicional com respectivo acesso, cuja pesquisa de alternativas de localização também fará parte do projeto. Também deverá ser reavaliada a configuração da estação Santo Amaro do Metrô e da CPTM, em função do aumento das transferências previstas com a operação do novo trecho. O projeto funcional deverá propor modificações nessas estações, se necessárias.

Sua implantação possibilitará estabelecer a continuidade da Linha 5 – Lilás no sentido Sudoeste até Jardim Ângela, atendendo áreas com reconhecida deficiência de transporte. A diretriz proposta tem início na estação Capão Redondo, desenvolvendo-se paralelamente ao eixo da Avenida Ellis Maas, passando pela Praça Salvador Correia, Avenida Com. Sant'anna, Praça Prof. Mário dos Santos, Avenida Visconde do Rio Grande, Ruas Tobias Stimmer e Serafim Alvarez, prosseguindo até o Terminal Jardim Ângela, com o qual se integrará. Essa diretriz mostra-se como uma das alternativas mais curtas para se chegar ao Jardim Ângela. Ela permitirá interligar entre outros, Jardim Piracema, Parque Santana, Jardim Sagrado Coração de Jesus, Jardim São José e Jardim Copacabana, bairros que não dispõem de conexões viárias eficientes.

Estão previstas 3 estações, destacando-se Jardim Ângela, futuro local de integração com o terminal de ônibus homônimo da SPTrans. As estações Parque Santo Dias e São José têm potencial para atendimento lindeiro e integração com o serviço ônibus de passagem. Haverá conexão com importantes eixos de transporte coletivo por ônibus, tais como Avenidas Ellis Maas, Comendador Sant'anna e Visconde do Rio Grande, Rua Henrique Sam Mindlin e Estrada M'boi-mirim.

Nas áreas de influência da Estrada M'Boi-Mirim, entre Largo Treze e Jardim Ângela, e da Estrada de Itapecerica/Estrada de Campo Limpo, entre Capão Redondo e Vila Sônia, a SPTrans desenvolveu estudos visando a implantação de monotrilho. Essas áreas deverão ser adequadamente ligadas ao metrô, para garantir a qualidade de acesso do usuário ao sistema de transporte coletivo, que será reorganizado e integrado com ônibus e automóveis.

O escopo do projeto funcional inclui a avaliação desses estudos e a proposição de adequações, se necessárias. Face ao impacto esperado com a implantação do metrô, deverão ser verificadas as soluções de transporte propostas, comparando-as com a utilização de outros modos, entre eles a alternativa de reforma e complementação dos corredores de ônibus existentes na região. A implantação de corredores de ônibus precursores, para serem substituídos em etapas posteriores por monotrilho ou metrô, também deverá ser avaliada. Esses estudos serão parte integrante da proposta de reorganização e integração do transporte coletivo e deverão ser incluídos em capítulo específico no relatório RT-5 mencionado adiante.

A diretriz de traçado, bem como as localizações, quantidades e nomes de estações, mencionados neste termo, são indicativos, podendo ser alterados durante o projeto ou em decorrência de estudos desenvolvidos pelo Metrô.

2. JUSTIFICATIVA
O estudo de Rede Futura do Metrô propõe alternativas para atender áreas carentes de transporte coletivo. O trecho em questão, embora não fosse anteriormente considerado, atenderá a população dos bairros já mencionados, que constituem um vetor extremamente carente de transporte de alta capacidade. Devido seu posicionamento estratégico, com a estação terminal proposta ao lado do Terminal Jardim Ângela da SPTrans, constituirá alternativa de deslocamento para Santo Amaro, Centro e Centro Expandido de São Paulo. Dessa forma, contribuirá para aliviar e atender a intensa demanda por transporte coletivo do eixo da Estrada M'boi-mirim. Sua área de influência atenderá indiretamente até o Jardim São Luís, cujos ônibus, no contra fluxo da Estrada M'boi-mirim, constituirão importante alternativa de transporte para a população da região, mediante integração com o metrô na futura estação Jardim Ângela. Adicionalmente, os futuros usuários do trecho poderão acessar número ainda maior de destinos por meio da integração com a CPTM na estação Santo Amaro.

3. OBJETIVO
O objetivo deste termo de referência é estabelecer as condições, atividades e cronograma para a contratação de empresa de consultoria para a elaboração do projeto funcional do trecho Capão Redondo – Jardim Ângela, da Linha 5 – Lilás do Metrô de São Paulo.

Das licitação do Metrô: http://www.metro.sp.gov.br/metro/lic...acao-list.aspx
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Old August 16th, 2012, 11:00 PM   #2310
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Line 3 (foreground) and Line 12 train



by Diego3336
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Old August 17th, 2012, 04:53 PM   #2311
Ozymandias76
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Parabens

Sergio, congrats for the thread with great pics and info!

Best regards.

Sergio, parabens pelo thread e pelas fotos.

Tenho contatos na CPTM entao espero dar contribuicoes no futuro.

Abracos e continue postando!

Last edited by Ozymandias76; August 17th, 2012 at 05:18 PM. Reason: wrong language
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Old August 17th, 2012, 08:15 PM   #2312
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Line 2 Monorail - mockup of Bombardier Innovia 300 to be used in the line, now in exhibit near Vila Prudente station

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Originally Posted by Green Eyes View Post


1) Pequeno molde, tipo kinderovo, para montar seu pequeno monotrilho


2) Mapa da linha no panfleto


3) Estação Vila Prudente do monotrilho


4) Pilares em frente a Estação Vila Prudente


5) Estação Vila Prudente do metrô, uma das mais bonitas do sistema


6) Não entendi essa trecho Ana Rosa - Oratório


7) Mais da frente da estação


8) Mais pilares


9)


10) Cartaz promocional


11) Frente do trem


12) Outro ângulo


13)


14) Porta


15) Lateral


16)


17) Mapa


18) Continuação do mapa


19)


20) Parte de dentro


21) Fundo do carro


22) Teto


23) Visão de fundo


24) Colado na lateral


25) Visão da frente


26) Bancos


27) Mais um mapa, essa colado em cima da porta


28) Janela do trem


29) Mais uma da frente do trem

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Old August 18th, 2012, 12:02 AM   #2313
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Line 5 update - construction site of Brooklin station



by Alex
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Old August 18th, 2012, 12:38 AM   #2314
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News - Época weekly magazine report on monorails and controversy


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Originally Posted by gregobrasileiro View Post

Vem aí o monotrilho

Gostem dele ou não, seu primeiro trecho, na zona leste, deverá entrar em operação em 2013. Até que ponto vale a pena alterar a paisagem urbana para ter mobilidade?


Por Fernanda Nascimento • Fotos Simon Plestenjak

Eles chegaram sem fazer alarde, no final de 2009. Com calças azuis, capacetes e coletes laranja, foram pouco a pouco transformando a paisagem da Avenida Luiz Ignácio de Anhaia Mello, na Vila Prudente. Primeiro cercaram o canteiro central com tapumes de madeira, o que impediu a visão dos motoristas. Depois, se multiplicaram. Hoje, mais de 800 pessoas dão expediente no local. Não dá mais para esconder o resultado do trabalho já realizado: eles instalaram 64 pilastras de 15 metros de altura, unidas por vigas de 70 toneladas. Sobre elas, em 2013, correrá o primeiro monotrilho de São Paulo.

O trecho da Anhaia Mello vai ligar a estação Vila Prudente do metrô, da Linha 2-Verde, a uma nova plataforma, chamada Oratório, a 2 quilômetros de distância. O trabalho não para aí. Falta fincar outras 750 colunas para que o sistema chegue até o bairro de Cidade Tiradentes. A conclusão desse percurso está prevista para 2016. No mesmo ano, deverá ser finalizada a Linha 17-Ouro do monotrilho, que vai unir o Jabaquara e o Morumbi, passando pelo Aeroporto de Congonhas. As obras da primeira etapa desse ramal (antes de cruzar o Rio Pinheiros) estão sendo tocadas por 200 operários desde março e deverão terminar daqui a dois anos. E haverá uma terceira linha, a 18-Bronze, entre a Zona Leste e São Bernardo do Campo. Ela começa a sair do papel no ano que vem (veja o mapa). Somando tudo, São Paulo poderá chegar a 2016 com 62 quilômetros de trilhos suspensos.

O número não deixa dúvidas: a paisagem da cidade será alterada. E vem daí a maior crítica dos opositores do monotrilho. O Elevado Costa e Silva, ou Minhocão, é o principal responsável (junto com ex-prefeito Paulo Maluf, que o construiu) pela degradação de seu entorno, historicamente associado ao consumo de drogas e a mendigos. O mesmo fenômeno se repetiu ao longo da Linha 1-Azul do metrô, no trecho em que ela corre suspensa, entre as estações Armênia, no Centro, e Parada Inglesa, na Zona Norte. As comparações são possíveis, mas carecem de ressalvas. As duas vigas do monotrilho, sobre as quais os trens vão correr, ficam afastadas entre si, o que permite a passagem de luz. Já as pistas do Minhocão medem 20 metros de largura. “O monotrilho não vai fazer uma sombra constante”, diz o arquiteto Alberto Epifani, gerente de planeja-mento do metrô.

O impacto das estações, igualmente suspensas, é um pouco maior. Com cerca de 800 metros quadrados de área, serão construídas, em média, a cada 1,1 quilômetro. “O espaço embaixo delas poderá ficar abandonado, como em viadutos”, diz Sergio Ejzenberg, mestre em transportes pela USP.

Para quem vai conviver de perto com a novidade, a preocupação é generalizada. E já há gritaria. “Não me conformo com a ideia de avistar um trem da minha janela quase a cada minuto”, diz Patricia Tozzi Rodrigues, síndica de um prédio em frente à futura Linha Ouro, na Avenida Jorge João Saad, no Morumbi. “Moro numa avenida tão linda, tão arborizada. Agora, tudo vai virar concreto.” Ela tem certa razão. Embora parques e ciclovias nas regiões envolvidas façam parte dos planos, toda árvore que hoje está no caminho dos trilhos será derrubada para dar lugar às pilastras, que equivalem a edifícios de sete andares. Mas, ao contrário das estridentes composições do metrô, cujas rodas são de ferro, os trens do monotrilho têm pneus de borracha, o que reduz a emissão de ruídos.



As obras no Morumbi, conhecido por reunir aguerridas associações de moradores, divide opiniões. Líder comunitário da favela de Paraisópolis, a maior do bairro, com 40 mil habitantes, Gilson Rodrigues chegou a defender o projeto numa audiência pública sobre o assunto na Assembleia Legislativa, em maio. “Ele vai permitir às pessoas que hoje levam até três horas para chegar ao Centro fazer a mesma viagem em 20 minutos”, afirma. “É a solução mais rápida e eficiente para sanar nossa carência de transporte público.” Em 2010, a Sociedade dos Amigos da Vila Inah (Saviah), uma das agremiações mais combativas do bairro, entrou com uma representação no Ministério Público Estadual e conseguiu na Justiça a suspensão temporária da licitação do projeto. “Faremos o que estiver ao nosso alcance para impedir esse traçado”, diz o presidente da entidade, Yves Jadoul. “Esse percurso foi desenhado para a Copa do Mundo, quando todo mundo achava que o Estádio do Morumbi iria abrigar as partidas”, afirma Deise Bonome, uma das ativistas do movimento Defenda São Paulo, formado por 50 agremiações da região. “Não temos nada contra o transporte sobre trilhos, mas somos favoráveis que ele chegue pelo subsolo, como na maior parte da cidade.”

A ideia é rechaçada pelos técnicos da Secretaria dos Transportes Metropolitanos. Segundo eles, um metrô que cruzasse o Morumbi em direção ao estádio, passando por Paraisópolis, seria utilizado por 48 mil pessoas a cada hora – e isso daqui a 20 anos, segundo as projeções atuais. Com capacidade para atender de 70 mil a 96 mil passageiros por hora, o monotrilho idealizado para São Paulo já seria suficiente para aplacar a carência por transporte público da região. É improvável, portanto, que ele seja substituído pelo metrô, indicado para suprir demandas muito maiores. “É claro que o impacto do monotrilho é considerável. Mas nossas decisões são baseadas na necessidade da população, e não no aspecto visual”, afirma Mauro Biazotti, diretor de planejamento e expansão do governo estadual.

Há quem argumente que o melhor para o Morumbi seriam faixas exclusivas de ônibus, que dão conta de demandas menores. Outra proposta é construir ali corredores sem cruzamentos, para não atrasar as viagens. Foi com a adoção desse modelo, conhecido como Bus Rapid Transit (BRT), que Curitiba virou referência mundial em mobilidade urbana. “Adequar a estrutura já existente da cidade sai muito mais barato”, afirma Adriano Murgel Branco, ex-secretário de Transportes de São Paulo. Alguns especialistas apostam na construção de um sistema semelhante ao monotrilho, mas no nível das ruas, chamado de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).



A principal vantagem do monotrilho é custar menos que o metrô. Cada quilômetro suspenso sai por cerca de R$ 150 milhões. Construir a mesma distância debaixo de terra custa em média R$ 400 milhões. “Nossos recursos são limitados. Optar pelo mais barato é quase uma obrigação”, diz Biazotti.

O preço somado das três linhas do monotrilho, com mais 60 quilômetros de extensão, será de R$ 12,2 bilhões. Para efeito de comparação, as obras da Linha 5-Lilás, que vão dar a ela mais 11 quilômetros, estão orçadas em R$ 6,9 bilhões.

A construção dos monotrilhos que cortam o Morumbi e a Zona Leste está a cargo do governo estadual. Quando estiverem finalizados, os dois serão repassados à iniciativa privada. Para tirar do papel o ramal que chega ao ABC, optou-se pela criação uma parceria público-privada (PPP), ainda em fase de licitação.

É fácil entender por que o metrô sai mais caro. Os riscos e desafios de escavar túneis a uma profundidade média de 40 metros são imensos – basta lembrar o acidente na estação Pinheiros da Linha 4-Amarela em 2007, que matou sete pessoas. Outra explicação para a diferença de valores é o baixo número de desapropriações relacionado ao monotrilho. A expansão do ramal verde com o modelo elevado exigirá a demolição de 288 imóveis, bem abaixo do necessário para qualquer metrô sair do papel. Outras 56 casas serão derrubadas para a implantação da Linha Ouro. Uma delas, na Rua Dr. Flávio Américo Maurano, no Morumbi, pertence à psicóloga Celi Isabel Alves Tavares. Moradora do bairro há 17 anos, ela recebeu há dois meses a notícia de que teria de se mudar. Está resignada. “Nunca imaginei que isso fosse acontecer. A região era muito tranquila quando cheguei por aqui”, diz. “Paciência. Não dá para ir contra o desenvolvimento.”

Os custos operacionais também provocam polêmica. Uma dissertação elaborada pelo pesquisador Adalberto Maluf Filho, do Instituto de Relações Internacionais da USP, sustenta que o monotrilho causa prejuízos mensais, em função dos altos gastos com manutenção. Segundo Maluf Filho, o de Kuala Lumpur, na Malásia, criou uma dívida de cerca de US$ 14 milhões nos primeiros oito meses de operação. Em Las Vegas, nos Estados Unidos, o sistema teria amargado um prejuízo de US$ 70 mil por dia no início. O governo de São Paulo garante que os R$ 3 cobrados por bilhete serão suficientes para que o monotrilho não deixe dívidas.



Ao redor do mundo, esse modelo é utilizado para fins distintos. Na maioria dos casos, atende áreas turísticas. É o caso do de Sydney, na Austrália, que serve apenas aos visitantes do centro comercial – e que por isso será demolido (leia abaixo).

O exemplo mais lembrado pelos defensores do sistema é o de Tóquio. O monotrilho de lá liga um dos aeroportos ao centro e carrega mais de 200 mil pessoas por dia. “O resultado prático desse meio de transporte aqui ainda é uma incógnita”, diz Murgel Branco, ex-secretário de Transportes de São Paulo.

Ninguém questiona, no entanto, o martírio que é se locomover por aqui. Castigada diariamente por congestionamentos catastróficos, a cidade dispõe de míseros 74 quilômetros de metrô. É muito pouco para atender uma população de 11 milhões de pessoas. Metrópoles de mesmo porte, como Tóquio e Nova York, têm cerca de 300 quilômetros de trilhos subterrâneos. Londres atualmente investe para modernizar sua malha de 408 quilômetros, que começou a funcionar em 1863. O ritmo de expansão dos trilhos em São Paulo é de 2 quilômetros por ano. Essa velocidade vai aumentar com o monotrilho. Todos esperam que as mudanças não sejam apenas visuais.



Exemplos de fora

Ao redor do mundo, o monotrilho foi utilizado para fins diversos

Kuala Lumpur (Malásia)
Na capital do país asiático, o sistema apresentou problemas antes mesmo de entrar em funcionamento, ferindo um pedestre durante um teste, em 2002. Desde a inauguração, tem atraído mais passageiros para seus 8,6 quilômetros. Estatizado após a falência da empresa que o construiu, não será expandido.

Las Vegas (EUA)
Por US$ 5, é possível utilizar o monotrilho da cidade, que liga hotéis, cassinos e centros de convenções. Os 6 quilômetros de trilhos foram inaugurados em 2004, depois de muitos atrasos causados por problemas como o descolamento de peças. Falhas mecânicas e elétricas fecharam o sistema temporariamente em várias ocasiões.

Tóquio (Japão)
Na capital japonesa, o monotrilho é responsável por ligar um aeroporto ao centro. Mais de 200 mil passageiros pagam US$ 5 para fazer o trajeto todos os dias. O último quilômetro do sistema foi construído em 1964, para a Olimpíada.

Sydney (Austrália)
Depois de duas décadas, o monotrilho de lá está com os dias contados. O governo marcou o fim das operações para 2013. A razão: o sistema serve apenas ao centro comercial e não está interligado a outros meios de transporte.

Disney World (EUA)
Com três linhas, foi inaugurado em 1971, junto com o famoso complexo de diversão da Flórida.

http://epocasaopaulo.globo.com/vida-...-o-monotrilho/
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Old August 18th, 2012, 12:51 AM   #2315
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News - TV report on CPTM problems and solutions

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Old August 18th, 2012, 12:57 AM   #2316
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Video - Cabin view video of Line 3 full length Barra Funda - Itaquera

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Old August 18th, 2012, 07:16 PM   #2317
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Line 17 monorail - first columns on the rise

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Originally Posted by RMeier View Post

Trecho entre a av. Santo Amaro e o viaduto da Vereador José Diniz



O segundo pilar já começa a ter a estrutura da escada de acesso montada


Tenho a impressão que o formato será diferente da linha 2


As perfurações do trecho perto Zacarias de Góis parecem estar num ritmo mais veloz


Preparando as primeiras concretagens do trecho
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Old August 18th, 2012, 07:22 PM   #2318
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Line 5 update - Borba Gato station construction site



by RMeier
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Old August 18th, 2012, 07:38 PM   #2319
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Line 12 - render of future renovated São Miguel Paulista station


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O projeto arquitetônico é da Una Arquitetos.

Nova estação São Miguel Paulista



















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Old August 18th, 2012, 10:40 PM   #2320
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Line 12 - São Miguel Paulista station renovation status, by Unirod


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Bonus - Brás station - Alstom 2070 series train serving line 12

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