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Subways and Urban Transport Metros, subways, light rail, trams, buses and other local transport systems



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Old November 15th, 2012, 05:57 AM   #2481
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Line 15 update

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Originally Posted by sergiomazzi View Post
Uma atualização um pouco mais demorada, comemorando a ligação Oratório-AMV:
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Old November 16th, 2012, 05:01 AM   #2482
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Line 15 Monorail - special citizen-created painting chosen, it will be applied to some of the trains

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Originally Posted by |Alex| View Post
Saiu a tal pintura.

Arte em movimento no monotrilho

O artista plástico JP Ferreira vai expor sua arte nas alturas, viajando a 36 km/h

Vida Urbana - Por André Jorge de Oliveira - 06/11/2012

O carro do monotrilho da Linha Prata já com a pintura aplicada do design vencedor do concurso ‘Está pintando um novo metrô’ (Foto: Divulgação)


O monotrilho da Zona Leste (linha 15 – Prata do metrô, extensão da linha 2 – Verde), além de ser o único no mundo de alta capacidade e trazer tecnologia aeronáutica, também terá outra novidade: os carros serão estampados com um design colorido. João Paulo Ferreira, vencedor do concurso “Tá Pintando um Novo Metrô”, poderá ver nesta terça-feira (06/11) o primeiro carro já decorado com o novo design. O veículo pode ser vista até quinta-feira na feira Negócio nos Trilhos, no pavilhão vermelho da Expo Center. JP receberá seu prêmio das mãos do secretário estadual dos transportes metropolitanos, Jurandir Fernandes, e de André Guyvarch, presidente da fabricante Bombardier Brasil.
O artista plástico João Paulo Ferreira e seu design para o monotrilho: para ser visto lá de cima e inspirar os paulistanos (Foto: Acervo pessoal)

João Paulo Possos Ferreira, ou simplesmente JP, como é mais conhecido, tem 21 anos e é dono de um ateliê na Granja Viana. Vencer o concurso do monotrilho não foi sua primeira conquista. Ele já havia sido um dos artistas convidados para desenhar os orelhões da Avenida Paulista, na intervenção Call Parade. Sua obra-orelhão leva o sugestivo nome “Sem Sentido”, e fica próxima ao MASP. Já é possível identificar nela a profusão explosiva de cores e formas que, misturadas, compõem seu estilo. JP ficou sabendo do concurso do monotrilho por meio de amigos, e não esperava ganhar. “Fiz uma coisa rápida, com canetinha e papel, em duas horas estava tudo pronto”, diz. Fazer projetos não é com ele, o negócio mesmo é “deixar a coisa fluir”. No caso do monotrilho, a arte foi concebida com um olho lá na frente, para que pudesse ser contemplada a 15 metros de altura e 36 km/h. “Sempre usei cores fortes. Quero ver São Paulo mais colorida, não cinza como ela é”, afirma.
Depois de pronta a arte, JP tirou uma foto e enviou para o hotsite do concurso promovido pelo metrô. A campanha contou com grande divulgação, inclusive através de cartazes dentro dos trens. Do dia 15 de agosto a 3 de setembro, 2.725 projetos para o monotrilho foram enviados. De 4 a 10 de setembro, uma comissão técnica escolheu as 20 melhores propostas, que foram submetidas à votação popular, disponível no hotsite de 11 a 27 de setembro. No dia 28, JP soube que havia ganho o concurso. “Nunca imaginei que veríamos arte estampada no metrô, onde milhões de pessoas passam. A sensação vai ser única”, diz.
Vista lateral do carro já adesivado: projeto pode se estender a todos os vagões (Foto: Divulgação)

Ainda existe um impasse sobre a quantidade de carros que será adesivada com a ilustração. A arte de JP certamente estará nos primeiros e últimos carros dos 54 trens que vão circular na linha, mas é possível que esteja em todos. Independente desse número, o artista plástico já se diz realizado por ter seu trabalho exposto de maneira tão inusitada. Sua vontade é inspirar passageiros e pedestres a também fazerem arte e a olharem a cidade de uma forma diferente, mais descontraída. A expectativa é ambiciosa: “Quero mudar São Paulo, espero que os artistas estejam comigo”.


http://epocasaopaulo.globo.com/vida-...no-monotrilho/
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Old November 16th, 2012, 06:55 AM   #2483
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Line 13 - to start construction "until April 2013" and be operational until third quarter of 2014

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Originally Posted by Green Eyes View Post
Trem até o aeroporto de Guarulhos tem data marcada para 2014


O governo de São Paulo estipulou uma data para a construção do tão esperado trem até o aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, na região metropolitana da capital. A meta, de acordo com a gestão do governador Geraldo Alckmin (PSDB), é que a estação e a linha estejam operando até 2014 - mas não para a Copa do Mundo. O edital de pré-qualificação de empresas interessadas na obra deve ser lançado no começo de dezembro deste ano.

A integração por via férrea da capital paulista até o terminal internacional de aeronaves terá 11 km e deve ser feita com a construção da nova Linha-13 da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), que ligará a estação Engenheiro Goulart, da Linha 12, até o terminal com uma estação no terminal rodoviário Cecap.

"Esta linha esté sendo prevista para o segundo trimestre de 2014, mas para a Copa será difícil", disse o secretário de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes. O anúncio foi feito após a divulgação do prolongamento da Linha 9-Esmeralda, que deve ser aumentada desde Jurubatuba até a região de Parelheiros, no terminal Varginha.

De acordo com o governador Geraldo Alckmin (PSDB), a meta é de entregar a extensão em 18 meses, também com prazo em 2014. "Queremos, se Deus quiser, começar as obras em abril", disse. Para a construção serão desapropriadas as casas de 381 famílias que ficam no caminho da linha e terão como optar entre serem realocadas ou receber indenização. O custo total desta obra é R$ 350 milhões.


http://noticias.terra.com.br/brasil/...cada+para.html
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Old November 16th, 2012, 04:31 PM   #2484
Anderson Reis
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Originally Posted by JoseRodolfo View Post
Isso está a venda em algum lugar?
Não, faz parte da minha coleção pessoal.
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Old November 16th, 2012, 09:55 PM   #2485
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Line 15 - more pics of the Brazilian Bombardier unit manufacturing the Innovia 500 monorail near São Paulo city.

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Originally Posted by Garciaex View Post
Linha de montagem do Monotrilho na fábrica da Bombardier
Atenção: as fotos a seguir foram tiradas nas dependências da fábrica da Bombardier em Hortolândia/SP com a autorização da mesma e do cliente (Metrô-SP). Não apoie publicações ilegais e/ou não autorizadas. As fotos abaixo estão protegidas por Copyright. Sua reprodução está autorizada mediante atribuição dos créditos.



























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Old November 16th, 2012, 10:45 PM   #2486
nr23Derek
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I'm curious about this monorail - about the saize of the trains. How to they compare to a normal tram for example? What speed will it run at?

My only experience of a monorail was the one in Sydney a few years ago, which I thought was little more than a toy to be honest, it wasn't a real part of the public transport system. This one looks much more serious.

Derek
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Old November 17th, 2012, 09:33 AM   #2487
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Line 1 - old Budd-Mafersa train from the 1970s undergoing modernization at the São Paulo Bombardier unit.

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Originally Posted by Garciaex View Post
Trens da série J na fábrica da Bombardier
Atenção: as fotos a seguir foram tiradas nas dependências da fábrica da Bombardier em Hortolândia/SP com a autorização da mesma e do cliente (Metrô-SP). Não apoie publicações ilegais e/ou não autorizadas. As fotos abaixo estão protegidas por Copyright. Sua reprodução está autorizada mediante atribuição dos créditos.































































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Old November 17th, 2012, 09:42 AM   #2488
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Originally Posted by nr23Derek View Post
I'm curious about this monorail - about the saize of the trains. How to they compare to a normal tram for example? What speed will it run at?

My only experience of a monorail was the one in Sydney a few years ago, which I thought was little more than a toy to be honest, it wasn't a real part of the public transport system. This one looks much more serious.

Derek
Well the two monorail lines currently under construction in São Paulo (Line 15 and Line 17) certainly will be full metro systems, no doubt. The Line 15 trains shown in construction above will be 7-cars and capable of holding 1000 passengers, a total of 54 trainsets will be built for line 15, which is expected to transport a whopping 510,000 passengers every day along its over 20 km of extension and 18 stations when complete around 2015/2016. The first two stations (Vila Prudente, adjacent to the existing underground metro station, line 2, and Oratório, to the East) are expected to be operational by late 2013. The second batch will open around late 2014, until São Mateus station.

Line 15 will be the monorail line with by far the highest ridership in the world, since the largest today in Japan transports no more than 250,000 passengers/day.

Line 17 will be lighter - initially it will use 3-car trainsets manufactured by Malaysian company Scomi, later maybe larger trains will be used. It will transport around 200,000 passengers/day when complete. First sections (from Airport to Line 9) will open by 2014 or 2015. The remainder sections (to Jabaquara to the east and Line 4 to the west) will take much longer, since they still require expropriations and extensive urban renovation/new avenues.

A third monorail (line 18) will depart from Tamanduateí (lines 10 and 2) to the southern satellite city of São Bernardo and will start construction in the coming year. The manufacturer of the trains for this line is still undefined.
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Old November 17th, 2012, 05:04 PM   #2489
Highcliff
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monorail is being criticized and brings many doubts


monorail is not a solution
http://www.metroviarios.org.br/site/...=265&Itemid=45
Ao invés de investir em Metrô, que é um meio de transporte de alta capacidade e que oferece agilidade e segurança, o governo Serra e a Secretaria de Transportes Metropolitanos querem utilizar o monotrilho para estender a Linha 2 – Verde, da Vila Prudente até a Cidade Tiradentes. A abertura dos envelopes da licitação deste projeto está marcada para o dia 22/12, às 9h, no Edifício Cidade II, e o Sindicato organizará um ato público contra esta medida, neste mesmo dia e local.

O Sindicato é contra a substituição do Metrô pelo monotrilho na Linha 2 – Verde, pois serão destinados milhões do erário para a implantação do projeto, que não é apropriado para atender altas demandas, como a da região da Cidade Tiradentes, que é uma localidade extremamente populosa. Além disso, há dúvidas que envolvem esta nova tecnologia, que ainda é pouco usada nos países de origem.

Essa é uma opinião defendida por vários técnicos de dentro e de fora do Metrô e que tem sustentação na prática. Em algumas cidades da Europa, o monotrilho foi desativado por problemas estruturais e ambientais, e na região onde o governo quer implantá-lo não deverá ser diferente. O monotrilho não é solução para o transporte de 45 mil passageiros sentido/hora.

Além disso, em seminário promovido pelo Sindicato dos Engenheiros do Estado de SP, no dia 22/10, com o tema “Estratégia e Mobilidade”, ao responder questionamentos do diretor do Sindicato, Xavier, sobre o atendimento da demanda da área, o superintendente de Planejamento de Transporte da Sptrans, Laurindo M Junqueira Filho, não desmentiu nenhum destes argumentos defendidos pelo Sindicato.

Para ele, “o Monotrilho agüenta, sim, talvez, até São Matheus. Se uma linha não aguentar Silvestre (coordenador de Planejamento e Gestão da secretaria dos Transportes Metropolitanos) vai meter uma linha na Jacú- Pêssego que vai articular cinco linhas, seis linhas, uma mão aberta com um dedo a mais na Leste/Oeste...”

Com isso, Junqueira demonstrou que os governos envolvidos no projeto já têm o conhecimento de que a demanda não será atendida se não forem construídos sistemas complementares, como outra linha de monotrilho, sem divulgar o custo final desta empreitada.

O Sindicato, portanto, prosseguirá em defesa da construção de mais Metrô, que é um meio de transporte já consolidado, confi ável e que certamente cumprirá o papel de locomover os cidadãos, democratizando todos os espaços da cidade de São Paulo.

the account doesn't close
http://exame.abril.com.br/revista-ex...onta-nao-fecha
Quem faz turismo pelo mundo provavelmente já viu um monotrilho, aquele simpático trenzinho que desliza em elevados de concreto e fornece belas imagens fotográficas. Há monotrilhos encantando viajantes na Disney, nos Estados Unidos, no centro de compras de Sydney, na Austrália, e no aeroporto de Tóquio, no Japão. Aqui no Brasil, no entanto, o monotrilho é uma novidade controversa. De um ano para cá, construtoras, consultorias e fabricantes de equipamentos começaram a apresentar o trem elevado como uma alternativa de transporte factível a tempo de atender ao movimento da Copa do Mundo e ainda desafogar o congestionado transporte público de várias capitais. O monotrilho é alvo de discussões em cidades como Belo Horizonte, Cuiabá, Florianópolis, Manaus, São Paulo e Rio de Janeiro — e levanta mais dúvidas do que certezas. No âmbito internacional é visto com reservas. “Infelizmente, o monotrilho falhou no cumprimento de sua promessa”, escreveu o especialista inglês em planejamento urbano Lloyd Wright num estudo que é referência no setor. “Em vez de iniciar uma nova era de transporte público rápido e limpo, sua história tem sido a de corredores limitados, que se mostram financeiramente insustentáveis.”

As características técnicas explicam as restrições do monotrilho. Para correr com segurança em pilares de até 15 metros de altura, o trem utiliza, em vez de rodas de aço, pneus de borracha engatados em canaletas de concreto. Graças a essa peculiaridade é mais silencioso, porém mais limitado. A estrutura não suporta o peso de muitos vagões. “Quando comparamos a capacidade e o custo de instalação à demanda das grandes cidades brasileiras, principalmente de São Paulo, vemos que a conta não fecha”, afirma Sergio Ejzenberg, consultor da área de transportes. O monotrilho é um veículo de capacidade média indicado para, no máximo, interligar meios mais robustos, caso dos metrôs e trens de superfície. Há pouco mais de 50 linhas operando no mundo. Quase 40 delas são de curta distância, localizadas em aeroportos, parques e outras áreas turísticas. Os projetos que tiveram a pretensão de transformar o elevado em transporte de massa apresentaram diversos problemas.

“Quando ouvi falar no monotrilho, fiquei empolgado”, diz o pesquisador Adalberto Maluf Filho, do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo. “Mas depois de levantar informações fiquei sem entender a insistência em adotar esse tipo de transporte no Brasil.” De acordo com ele, a maioria dos projetos de ampliação do uso do monotrilho custou mais que o previsto. Ao final, terminaram por transportar um número menor menor de passageiros, o que prejudicou o retorno dos investimentos e encareceu as passagens. O elevado de Las Vegas tem apenas uma das três fases planejadas porque durante a implantação passou por sucessivos problemas técnicos. Em Seattle, o monotrilho batizado de Linha Verde foi aprovado com empolgação pela população em um referendo em 1997. Mas foi rejeitado em nova consulta popular em 2005 por causa de estouro do orçamento. Inicialmente, seus 22 quilômetros deveriam custar 1,3 bilhão de dólares — revista, a obra sugaria 9 bilhões.

Os projetos também costumam subestimar custos operacionais. O monotrilho Palm, erguido na Palmeira Jumeirah, uma das três ilhas artificiais de Dubai, ficou pronto no ano passado. Seus 5,4 quilômetros deveriam sair por 381 milhões de dólares. A conta fechou em 1,1 bilhão. Além disso, a previsão era que a linha transportaria 40 000 passageirospor dia, mas só tem levado 600. “Se os monotrilhos causam problemas no resto do mundo, por que há tanta certeza que são uma alternativa boa para o Brasil?”, pergunta Maluf.
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Old November 17th, 2012, 06:41 PM   #2490
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The problem with these "criticisms" is that they treat the "monorail" as if all monorails were the "Sydney downtown tourist toy" monorail. The first line says it all "instead of Metro, they invest in Monorail".

What's a "metro"? To my knowledge there is no such vehicle, "metro" is a service provided by a train, be it conventional or monorail.

What really counts is the system capacity. Line 15 will use 54 trains holding each a max 1000 passengers, in total 510,000 /day. That's capacity.

Now, whether the system will be implemented as the specifications say, that's another discussion.
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Old November 17th, 2012, 06:53 PM   #2491
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Beside, the argument that monorails do not have a sufficient capacity "because they run on rubber tires instead of steel wheels" does not hold much water either: many 'conventional' metro systems with a very high capacity, such as almost the entire Mexico City metro, many lines in Paris, Montreal, Santiago de Chile, operate with rubber tire trains, and there doesn't seem to be a problem.

Tires do wear out far more frequently than steel wheels, but the rail where they run doesn't. It's true that pneumatic tire systems typically do have a lower tonnage per m2, since rubber tires will never be as strong as steel wheels, but yet their capacity is sufficiently high.
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Old November 17th, 2012, 07:33 PM   #2492
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Line 13 - Airport operator prepares for arrival of train, metro and HSR


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SP: Aeroporto de Cumbica terá megaterminal para trem e metrô

Nova concessionária já trabalha com a chegada da Linha 13-Jade da CPTM, do expresso e do trem-bala, em um prazo de sete anos


SÃO PAULO - O Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, vai ganhar um terminal ferroviário para abrigar três linhas de trem e uma de metrô. O primeiro a chegar será o da Linha 13-Jade da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), em 2014. Depois, um trem expresso vindo do centro de São Paulo, em 2016. O metrô é prometido para o ano seguinte e o Trem de Alta Velocidade (TAV), o trem-bala, para 2019.


Epitácio Pessoa/Estadão

Ligação entre estação, ao lado do Terminal 4, e outros terminais será por meio de monotrilho


O anúncio foi feito ontem pela concessionária que administra o aeroporto, agora chamada GRU Airport, que assumiu anteontem a operação, ainda assistida pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). Em fevereiro, a estatal sai de cena e a empresa passa a comandar o aeroporto sozinha pelos próximos 20 anos, tempo estipulado para a concessão.

Como uma estação já será construída no começo do ano que vem para o projeto mais avançado - o da CPTM -, a intenção da concessionária é ampliá-la para, futuramente, servir como hub ferroviário da região. O terreno fica na Rodovia Hélio Smidt, na frente do Terminal 4. A conexão entre este terminal - que é remoto e fica a 2 km dos demais - e a circulação dos passageiros pelo aeroporto deve ser feita por monotrilho. "Como em vários aeroportos do mundo", afirma Antonio Miguel Marques, presidente da GRU Airport. É assim em aeroportos como o de Miami e o Gatwick, em Londres.

Os projetos da Linha 13-Jade, do trem expresso e do metrô são da Secretaria dos Transportes Metropolitanos; o TAV é do governo federal. Como nada vai sair a tempo do mundial de 2014, a GRU Airport negocia com o Comitê Gestor da Copa um plano para melhorar a mobilidade em Guarulhos. A ideia é oferecer serviços de van e ônibus de e para o aeroporto, provavelmente saindo de algum ponto do centro de São Paulo.

A concessionária reforçou o cronograma das duas maiores obras em andamento no aeroporto: o Terminal 3, para abril de 2014, e o edifício-garagem com 2,3 mil vagas, pronto até abril do ano que vem. Até a Copa serão 10 mil vagas com serviço de valet e preços diferenciados. Hoje, uma diária no bolsão principal (que tem 3 mil vagas) custa R$ 50. Uma hora, R$ 9.

Nova marca. Algumas mudanças já podem ser percebidas em Cumbica. As placas indicativas de portões, check-in e terminais agora têm fundo amarelo e letras pretas, seguindo um padrão internacional de sinalização aeroportuária. As que mostram restaurantes e serviços têm fundo azul. Cerca de 75% das placas foram trocadas e, como algumas têm iluminação de LED, o aeroporto está mais claro.

Os monitores que indicam horário de voos também tiveram o layout modificado. Nos próximos dias, outras opções de lojas tanto para compras quanto para alimentação vão começar a surgir. Dois restaurantes - uma lanchonete americana e um brasileiro chique - serão inaugurados nos terminais 1 e 2. Um deles vai ficar em um lounge no mezanino, área hoje subutilizada.

Banho de loja. Os oito banheiros da área comum do aeroporto - antes de entrar na parte restrita de embarque e desembarque - também foram reformados, ganharam novo piso, mais luzes e ficaram maiores.

Quase não há mais sinal da presença da Infraero em Cumbica - do lado de fora do aeroporto e no terminal de cargas, a marca GRU Airport já aparece em letras garrafais. No alto falante, o anúncio dos voos também já é feito com a devida chamada "A GRU Airport informa".


http://www.estadao.com.br/noticias/c...o,961248,0.htm
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Old November 17th, 2012, 08:57 PM   #2493
ssiguy2
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I think Sao Paulo's approach to monorail is world leading and shows a lot of vision and good planning.

As stated above, Metro is just a term but has nothing to do with technology. Vancouver's SkyTrain which is neither standard subway nor monorail is considered to be a Metro service by all international standards while Edmonotn's LRT despite being underground for a third of it's route is not. Manilla's LRT is considered full Metro but Calgary" CTrain, Dallas DART, and a slew of other systems are not.

There are so many different types of technologies today but there is one thing that sets all Metro systems apart from other rapid transit systems..................they have complete grade separation. The easiest way to define a Metro service is that the line could, hypothetically atleast, can be automated.

Ridership numbers have nothing to do with it. Calgary's CTrain is a fantastic LRT system with the highest ridership levels in NA despite serving a city of just 1.1 million. It has ridership of 280,000/day, damn good for a city it's size and an extremely wealthy one to boot. Some US Metro systems on the other hand have ridership levels of a fraction of that. Wuppertal Germany has it small suspended ridership with much loser ridership but is a full Metro.

Bottom line...........if it can be automated along it's entire route than it is classified as a Metro.
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Old November 18th, 2012, 02:04 AM   #2494
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Expresso Tiradentes BRT - old video (2008) explaining the system when it opened, before the Eastern extension plans were transformed into what is now Line 15 Monorail.

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Old November 18th, 2012, 02:17 AM   #2495
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Originally Posted by ssiguy2 View Post
I think Sao Paulo's approach to monorail is world leading and shows a lot of vision and good planning.

As stated above, Metro is just a term but has nothing to do with technology. Vancouver's SkyTrain which is neither standard subway nor monorail is considered to be a Metro service by all international standards while Edmonotn's LRT despite being underground for a third of it's route is not. Manilla's LRT is considered full Metro but Calgary" CTrain, Dallas DART, and a slew of other systems are not.

There are so many different types of technologies today but there is one thing that sets all Metro systems apart from other rapid transit systems..................they have complete grade separation. The easiest way to define a Metro service is that the line could, hypothetically atleast, can be automated.

Ridership numbers have nothing to do with it. Calgary's CTrain is a fantastic LRT system with the highest ridership levels in NA despite serving a city of just 1.1 million. It has ridership of 280,000/day, damn good for a city it's size and an extremely wealthy one to boot. Some US Metro systems on the other hand have ridership levels of a fraction of that. Wuppertal Germany has it small suspended ridership with much loser ridership but is a full Metro.

Bottom line...........if it can be automated along it's entire route than it is classified as a Metro.

That's an interesting take on it, that last sentence. I never thought of it this way. Yes, basically the possibility of automation can be taken as one "proof" that a system is a true metro system, since if it can be automated, then it is segregated enough, but a caveat is that many people movers (i.e. in airports, Detroit downtown) ARE segregated AND can be (or actually are) fully automated, and yet fail to be a "metro".

So ridership is a factor. As well as area served. A metro has to be:

1 - fully segregated
2 - link several points within an urban area, i.e. true convenient urban transportation
3 - be of medium/high capacity (over 8000 pax/hour/direction in a given line)
4 - have high frequencies (trains every 15 minutes or less during commercial hours on weekdays) and obviously operate every weekday during all commercial hours (e.g. at least 5 am to 11 pm nonstop)


So yeah maybe its not the actual ridership, but the capacity of the system. Many systems in the US have medium capacity but are underused due to poor planning, yet they are metros because that's how they were built.
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Old November 18th, 2012, 03:33 AM   #2496
greg_christine
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Just about any grade-separated system can beat the capacity of just about any non-grade-separated system. For the typical non-grade-separated light rail line in the United States, train length is restricted by station platform length, which is restricted by the distance between cross streets. If signal priority is used, the headways between light rail trains are limited to not less than five or six minutes due to concerns of disrupting cross traffic. Around the world, there are many automated grade-separated systems capable of operating at headways of ninety seconds. A non-grade-separated light rail line operating at headways of six minutes would need trains approximately four times as long as an automated system operating at headways of ninety seconds in order to provide the same system capacity.
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Old November 18th, 2012, 03:38 AM   #2497
mopc
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well put, perfect. That's why many BRT enthusiasts and proponents are just wrong when they say BRTs are a better solution than metros.
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Old November 18th, 2012, 03:51 AM   #2498
TWK90
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Talking about monorail, our Kuala Lumpur monorail in Malaysia acts as mass carrier. It's designed to carry 20,000 passengers per hour, per direction. Currently only 2 carriage long monorail set operate on the line, but very soon, 4 carriage long set will operate on the line.

The operation headway of KL Monorail is now set at 5 minutes during peak hour (4:30 pm till 7 pm). That set to be brought down to 3 minutes with the deployment of ETCS level 1 signalling system.

Right now, the average daily ridership of the line is about 60,000. With increased capacity, that figure can be brought up to about 120,000 or 130,000 for a line of 8.6 km. There is a talk of extending the line by about 9 km towards south west.
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Old November 18th, 2012, 07:19 AM   #2499
mopc
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Line 9 - trains and highrises





by Marcio Staffa
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Old November 18th, 2012, 07:41 AM   #2500
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Great 42-minute Discovery channel documentary about the São Paulo metro - must watch! (Portuguese only)

__________________
BRAZIL URBAN TRANSPORT COMPILATION - full updates of all projects on first page!
SAO PAULO PUBLIC TRANSPORT - BRAZIL GENERAL INFRASTRUCTURE - SANTOS TRAMWAY (VLT) - MONORAILS
LINGUÍSTICA - CETICISMO

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