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Registered User
Join Date: Dec 2004
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Sol e chuva vão castigar os que esperam os ônibus no Terminal projetado, especialmente na plataforma a nordeste... isso teria que mudar...
No Terminal Bandeiras, que ficou lindão, a grita foi geral - e com razão. |
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#62 |
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Registered User
Join Date: Jan 2008
Location: Goiânia/BH
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![]() De fato. Mas, pelos renders que foram mostrados aqui, o VLT de Goiânia será de piso baixo. Em relação às estações européias, vi que muitas delas sequer possuem cobertura. Não consegui ver defeitos nas estações projetadas para Goiânia.
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G.E.C. |
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#63 |
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GoiâniaBuss
Join Date: Sep 2011
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Na verdade a estação é fechada apenas nas extremidades. Não dá pra ela ser totalmente aberta, visto que na linha de bloqueio as catracas são equipamentos eletrônicos, sobre os quais não pode incidir chuvas. Mesmo assim, o fechamento é feito com vidros, mantendo a permeabilidade visual e a transparência, além de proteger o acesso de evasões. O maior investimento na implantação será compensado com a melhor estrutura para coibir evasão de receitas.
Last edited by GoiâniaBuss; July 27th, 2012 at 08:05 PM. |
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#64 | |
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GoiâniaBuss
Join Date: Sep 2011
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Concordo com a opinião, a cobertura da plataforma dos ônibus é estreita, protegendo mal os passageiros de chuva e sol. Estão repetindo novamente o erro do T. Bandeiras. Last edited by GoiâniaBuss; July 27th, 2012 at 08:06 PM. |
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#65 |
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GoiâniaBuss
Join Date: Sep 2011
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Na Europa, as estações são singelas, delgadas e assim, mais abertas pois o nível sócio-cultural dos habitantes permite essa utilização sem problemas. No Brasil ainda é complicado esse uso, o que esperar de um lugar onde um usuário para entrar numa estação sem pagar passagem, sai no soco com um segurança e tenta roubar sua arma, em um terminal com uma viatura da polícia militar estacionada no pátio?
Last edited by GoiâniaBuss; July 27th, 2012 at 08:06 PM. |
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#66 |
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GoiâniaBuss
Join Date: Sep 2011
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A Metrobus não fará a gestão do VLT, sendo assim, não é preciso que o pátio de manutenção do VLT seja próximo da sede da Metrobus. Ela fará apenas a gestão das linhas de prolongamento do eixo (Canedo, Vera Cruz, Vila Mutirão). Como dessas 3 linhas, 2 partirão do Pe. Pelágio, nada mais lógico que o pátio de manutenção dos ônibus ocorra anexo ao Pe. Pelagio, onde a estrutura já está montada e onde se localiza a sede da Metrobus.
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#67 | |
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GoiâniaBuss
Join Date: Sep 2011
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É muito melhor para as consorciadas buscar passageiros nos diversos bairros e levá-los apenas até o T. Vera Cruz e T. Mutirão, e já poder voltar em seguida aos bairros. Serão mais viagens com a mesma quantidade de carros, devido a menor kilometragem, com receita equivalente pois continuará a transportar a mesma quantidade de passageiros em seus bairros. Last edited by GoiâniaBuss; July 27th, 2012 at 08:06 PM. |
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#68 |
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Treviso
Join Date: May 2012
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Governador discute cronograma para construção do VLT em Goiânia
O governo definiu hoje, (17), um cronograma para a implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Goiânia, do edital ao início da obra. A reunião, comandada pelo governador Marconi Perillo, no 10º andar do Palácio Pedro Ludovico Teixeira, serviu para desatar as amarras burocráticas que poderiam ameaçar o início da obra. De acordo com o governador, na próxima quinta-feira, (19), a comissão, presidida pela Secretaria Extraordinária Metropolitana, vai avaliar o Projeto de Manifestação de Interesse (TMI) e aprovar os estudos feitos por uma consultoria da Universidade de Brasília (UnB). Na segunda-feira, em outra reunião presidida pelo governador, o Conselho de Desestatização fará uma avaliação do resultado decisão da Secretaria Metropolitana. Pelo cronograma estabelecido hoje, o próximo passo, depois da avaliação do Conselho de Desestatização (Cipad), será a instituição de uma comissão para a elaboração do edital e do contrato. Imediatamente após a reunião da próxima segunda-feira, o governo abrirá a consulta pública, para que a sociedade opine a respeito da obra. Após a consulta pública será marcada a audiência pública para discussão do projeto. Pelas previsões do governador, as propostas do edital e do contrato deverão ser avaliadas no próximo dia 20 de agosto, quando será oficialmente levado à praça para que as empresas interessadas na operação do VLT se habilitem. Também nos próximos dias, a Metrobus fará uma carta consulta ao BNDES com vistas à contratação de um empréstimo, já autorizado pelo governo federal, no valor de R$ 600 milhões, sendo R$ 215 milhões do PAC e outros R$ 400 milhões que o governo estadual vai pleitear junto ao próprio BNDES. A contrapartida do setor privado, explica o governador, será de aproximadamente R$ 550 milhões. “Assim, estaremos garantindo a equação definitiva para colocar em prática a construção do VLT de Goiânia”, concluiu Marconi. Na avaliação do governador, o edital deve ser colocado na praça em agosto e o governo trabalha na perspectiva de concluir a obra até 2014. Fonte: http://www.marconiperillo.com/equipe...lt-em-goiania/ |
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Treviso
Join Date: May 2012
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Edital de licitação do VLT deve ser lançado em agosto
O governador Marconi Perillo (foto) reuniu-se esta manhã no Palácio Pedro Ludovico Teixeira com representantes das secretarias da Região Metropolitana, Sefaz, Segplan, Metrobus e Agetop para definir o cronograma de ações necessárias para o lançamento do edital de licitação e contrato de serviços para a implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), na capital Goiânia. Uma comissão presidida pela Secretaria da Região Metropolitana ficou encarregada de avaliar e aprovar o projeto do VLT, já referenciado pela Universidade de Brasília – UnB. Na próxima segunda-feira, dia 23, às 9 da manhã a apreciação da Comissão da Região Metropolitana será submetida ao Conselho Estadual de Investimentos, Parcerias e Desestatização (Cipad) para a avaliação final. Na ocasião, adiantou o governador, será instituída uma nova comissão voltada para a elaboração do Edital de licitação e contrato de empresa ou consórcio de empresas responsáveis pela implantação do VLT. “Imediatamente, vamos abrir o processo para a consulta pública para que toda a sociedade possa ter o direito de participar da elaboração e consultar os requisitos do edital”, comentou Marconi. Também está previsto o agendamento de uma audiência pública para discutir conjuntamente a implantação da nova modalidade de transporte coletivo da grande Goiânia. Segundo o governador, a expectativa é de que no dia 20 de agosto seja feita uma reunião definitiva para apreciação da proposta do edital e contrato para que ele passe a ser lançado a público imediatamente. “O VLT será responsável por promover uma intervenção histórica na capital, que visa a melhoria do sistema de transporte coletivo, priorizando o tempo gasto nas viagens e o conforto dos passageiros. Além disso, toda a sua extensão que compreende o Terminal Padre Pelágio até a Estação Novo Mundo sofrerá interferências para adaptar o novo modelo à paisagem urbana”, adiantou Marconi. Organização orçamentária O governador (foto) afirmou que a Metrobus vai elaborar nos próximos dias uma carta consulta ao BNDES com vistas à contratação de um crédito já autorizado pelo Governo Federal na ordem de mais de R$ 600 milhões. Desse total, R$215 milhões serão provenientes do PAC da Mobilidade Urbana e cerca de R$400 milhões emprestados diretamente ao Governo do Estado, com prazo de 20 anos para sua quitação e dois anos de carência. Os R$ 215 milhões do PAC serão provenientes da seguinte equação: R$ 107 milhões referentes a fundo perdido do Governo Federal e outros R$ 108 milhões emprestados diretamente para o Governo do Estado. O que confere ao Estado a responsabilidade de arcar com R$ 508 milhões em investimentos para a implantação do VLT. Para finalizar a equação, outros R$ 550 milhões virão da iniciativa privada. Fonte: http://www.noticias.go.gov.br/index....67&tp=positivo |
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Comissão avaliará impactos do VLT em Goiânia
(Foto: Randes Nunes) Adriana Marinelli Foi realizada, na tarde desta quinta-feira (19/7), a primeira reunião do grupo de trabalho vinculado à Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC) para avaliação, fornecimento de subsídios e acompanhamento do projeto de implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), apresentado pelo Governo de Goiás. Nesta tarde, o presidente da CMTC, José Carlos Xavier, o Grafite, se reuniu com representantes de cinco secretarias ligadas à prefeitura de Goiânia para traçar as primeiras ações voltadas para o VLT. “Nosso objetivo é avaliar a proposta do Estado. Sabemos que é um projeto muito importante para o transporte coletivo da capital”, disse José Carlos Xavier durante entrevista coletiva. Comissão O grupo, integrado pelo Procurador Geral do Município, Reinaldo Siqueira Barreto; Lyvio Luciano Carneiro de Queiroz, secretário municipal de Planejamento e Urbanismo; Mizair Lemes da Silva, presidente da Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma); Senivaldo Silva Ramos, presidente da Agência Municipal de Trânsito, Transportes e Mobilidade (AMT); José Sebba Júnior, secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e pelo presidente da CMTC tem 90 dias para entregar o relatório com todas observações à prefeitura de Goiânia e à Câmara Deliberativa de Transportes Coletivos da Região Metropolitana de Goiânia (CDTC-RMG). “A CMTC recepcionou do Estado o projeto do VLT na Avenida Anhanguera e recebeu da prefeitura determinação para que, juntamente com outras secretarias, fizesse uma avaliação ampla do projeto”, explica Grafite. “Vamos resgatar a dignidade do transporte coletivo. Esse projeto vem agregar qualidade à população goiana”, acrescenta. Grafite também destaca que cada secretaria ficará responsável por uma parte do relatório. “A Seplan vai avaliar o uso do solo, por exemplo. A AMT, obviamente, vai ficar por conta do impacto que pode ser causado no trânsito. A Amma vai cuidar dos possíveis impactos ambientais, e assim por diante.” Projeto O VLT fará a ligação leste-oeste da cidade, unindo o Terminal Padre Pelágio e o Terminal Novo Mundo. No total, serão 13 quilômetros de extensão. A velocidade desenvolvida no trajeto subirá dos atuais 16 km/h desenvolvidos pelo Eixo Anhanguera para 23,5 km/h, diminuindo o tempo de viagem de 50 para 34 minutos. Serão 12 estações, com distância de 850 m entre uma e outra, e cinco terminais. Estão previstas trinta composições, com dois carros. Conforme foi divulgado pela CMTC, os trens serão de modelo francês, com motores individuais por roda, o que diminui o consumo de energia. Cada composição terá capacidade para 750 passageiros. http://www.aredacao.com.br/noticia.php?noticias=15764
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Treviso
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VLT de Goiânia: governo ainda busca recursos
Governo da capital goiana quer iniciar obras de metrô do Eixão em novembro, com recursos já obtidos da União Um dos principais projetos do governo estadual, o metrô de superfície no Eixo Anhanguera (VLT Anhanguera) tem garantido 16% de seu orçamento de R$ 1,3 bilhão, ou seja, R$ 215 milhões do PAC da Mobilidade, do governo federal. O restante do recurso necessário para tocar a obra ainda está sendo captado. Em entrevista, o governador Marconi Perillo informou que destinará R$ 400 milhões de um empréstimo que o Estado pleiteia junto ao Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) para o VLT, mais R$ 108 milhões de fundo perdido – que ainda não foi criado – e que espera uma contrapartida de R$ 550 milhões da iniciativa privada por meio de parceria. Marconi confirmou que o Estado vai solicitar R$ 627 milhões do Programa Emergencial de Financiamento (PEF) do BNDES e que, deste total, R$ 400 milhões deverão ser investidos no VLT. Anunciado em meados de junho pela presidente Dilma Rousseff (PT) como parte do plano para reaquecer a economia nacional, o PEF deve ser liberado no final do ano. Mesmo assim, o governo avança com o projeto: quer licitar e dar início às obras até novembro e colocar os primeiros trens para rodar em 2014. O Tribunal de Contas da União (TCU), responsável pela fiscalização do uso de recursos federais, recebeu cópia do projeto há um mês e considerou o planejamento financeiro incompleto, o que pode gerar uma ação de embargo caso as obras comecem sem que todos os convênios estejam firmados. “Como vamos permitir uma obra dessas, um projeto de R$ 1,3 bilhão com uma estrutura financeira falha?”, questiona o secretário-geral de Controle Externo do TCU em Goiás, Paulo Henrique Nogueira. “Enquanto não corrigirem os pontos obscuros, que não se aplique recurso federal nessa obra”, condiciona. O empréstimo junto ao BNDES, no entanto, é dado como certo pelo governo estadual. “Não saiu mas tem indicativo de que sai”, afirma o presidente da Metrobus, Carlos Maranhão, que faz a análise técnica do projeto. “O governo possui garantias necessárias para o projeto”, tranquiliza o secretário de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Goiânia, Silvio Silva Sousa. Silvio disse ao POPULAR que as chances do VLT rodar em 2014 são certas. “As obras de engenharia e infraestrutura são relativamente simples.O que requer um cuidado maior é o material rodante que deve ser todo importado, mas temos feito vários contatos com fornecedores estrangeiros e é possível sim (inaugurar em 2014)”, escreveu por e-mail . Grande intervenção O projeto do Veículo Leve Sobre Trilhos – VLT Anhanguera – prevê a substituição dos ônibus por trens elétricos e uma enorme intervenção urbana nos 14 quilômetros do traçado do Eixão. As obras farão interferências de Leste a Oeste em Goiânia, principalmente no centro da cidade. Elaborado pelo consórcio das empresas que operam o transporte coletivo em Goiânia e pela Odebrecht, empresa que também deve participar da licitação para as obras, o projeto prevê desapropriar mais de 90 mil metros quadrados ao longo do traçado. “O montante pode ser considerado modesto, já que 60 mil metros quadrados correspondem ao pátio de manutenção de estacionamento a ser implantado próximo à Estação Novo Mundo”, diz o texto. Os trens circularão na superfície, sobre longos trechos gramados, exceto no cruzamento da Avenida Anhanguera com a BR-153, única parte onde haverá uma estação subterrânea. Neste ponto está previsto um trecho de 800 metros de via rebaixada e outro de 450 metros em elevado. Além de toda estrutura necessária para fazer rodar o VLT – como instalação de subestações elétricas ou a readequação de todos os terminais, por exemplo – o projeto reurbaniza várias partes da cidade. É o caso de um trecho de 1,4 quilômetro compreendido entre as Avenidas Araguaia e Tocantins, no Centro. Ali, o governo pretende construir grandes calçadões e praças, onde não mais circularão carros, mas só o trem, pedestres e ciclistas. Uma estrutura para atividades artísticas, teatros, museus, restaurantes e bares está prevista para os cruzamentos das Ruas 20, 6, 7, 8, 9 e 30 com o Eixo. Os trens transportarão 240 mil passageiros por dia. Disponível de três em três minutos, o VLT pode gerar economia de tempo de até 26,5% ao usuário. O valor da tarifa será a mesma cobrada pelo transporte coletivo de Goiânia (R$ 2,70). O custo real da viagem, pelo menos 66% a mais do cobrado, será subsidiado pelo governo estadual, cuja diferença é a contrapartida do Estado às empresas privadas que operarem o sistema. Os recém adquiridos ônibus que hoje rodam no Eixão serão utilizados na extensão do trecho. Fonte: O Popular e http://www.mobilize.org.br/noticias/...-recursos.html |
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#74 | ||
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Treviso
Join Date: May 2012
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A data de 2014 só seria inexequível se não existir o projeto básico e a tal falada e declamada PMI for uma faz de conta. Aí sim, os prazos declarados pelo governo seriam "fabulas engenhosamente inventadas". Por enquanto prefiro acreditar que as audiências publicas ocorrerão em breve e que no final de agosta terá inicio o processo licitatório e em 2014 estaremos andando em mais um VLT brasileiro. |
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Acho ótimo esse projeto, vai atender muito bem a demanda do eixo anhanguera, com uma solução urbanística muito boa.
Muitos aqui iriam preferir um metrô subterrâneo, que é ideal em rotas de grande fluxo de passageiros, e transito pesado nas vias, pois dessa forma consegue-se maior velocidade, sem interferência do trânsito. Mas em Goiânia a situação é outra... Goiânia é uma cidade particular pois a ocupação da cidade é muito espalhada, e as rotas de deslocamento das pessoas são dispersas em várias avenidas, da mesma forma o trânsito é assim, e é exatamente essa dispersão de Goiânia que prejudica o desenvolvimento de transporte público de qualidade. Não existe uma avenida em Goiânia que pode ser considerada vital para transporte público e de carros, pois qualquer avenida sendo fechada, sempre haverá outras paralelas servindo de alternativa. Em outras cidades onde isso é o contrário existe viabilidade para metrô subterrâneo de alta capacidade, mas não em Goiânia. A Avenida Anhanguera é a única que poderia ser considerada mais vital para o transporte público da cidade, e o transito de carros nela não é grande, portanto a solução do VLT já é mais do que adequada, e fechando o transito de carros na parte central, fica uma solução urbanística bem harmoniosa, revitalizando bastante a região. Mas Goiânia precisa urgentemente de outros eixos de transporte público, que tenham qualidade e incentivem a população a trocar o transporte individual pelo público, e isso falta demaaaais. O outro eixo que tem viabilidade para implantação de um VLT seria o Norte-Sul, que era o projeto original do Metrô de Goiânia, mas este foi abandonado e agora vão fazer esse BRT... BRT não atrai classe média que usa carros, ainda mais em uma cidade carente de uma rede de transporte público, mas infelizmente hoje não há tanta viabilidade para VLT no eixo Norte-Sul. Que se faça então o BRT Norte-Sul e quem sabe no futuro, com o desenvolvimento da região Norte, próx do novo Shop Passeio das Águas, e a consolidação da região Sul prox de Aparecida, daqui uns 20 anos eles troquem novamente o BRT por outro VLT no eixo Norte-Sul, atravessando toda a Goiás Norte, passando por subterrâneo na parte central, e seguindo até Aparecida, esse era o projeto original do Metrô de Goiânia. Pra complementar e dar viabilidade, bastaria construir outros BRTs alimentando as duas linhas de VLT, seria interessante por ex. um BRT na Petrimetral Norte, saindo do Aeroporto, passando pelo VLT da Goiás Norte, e chegando ao VLT da Anhanguera no Pe. Pelagio. Outro na região da Av. Rio Verde, entre outros. Meu sonho é um dia Goiânia ter uma rede de transporte de qualidade... Moro em São Paulo e quando vou pra Goiânia odeio depender de carro pra tudo, hehe! Quem sabe daqui algumas décadas chegamos lá... |
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#76 |
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VLT pode ser licitado no segundo semestre, diz Danilo de Freitas
Na manhã desta terça-feira (24), o novo secretário de Infraestrutura, Danilo Santos de Freitas concedeu entrevista á Rádio 730. O advogado explicou como surgiu o convite para comandar a área de estrutura do estado de Goiás. “A minha advocacia sempre foi pautada na consultoria e assessoria de gestão pública. O governador então me convidou para fazer essa reestruturação da secretaria, acelerar os projetos que estavam em andamento e nós estamos enfrentando esse desafio, a missão”, justificou. “A secretaria como todo órgão administrativo tem a cara do seu secretário, então automaticamente vou moldá-la ao meu perfil, a minha filosofia de trabalho. Dar sequência aos projetos em andamento, já na gestão anterior e também prospectar novos projetos e oportunidades. Nós temos muitas obras em Goiânia, estruturantes, o aeroporto de Goiânia é uma delas. Estamos articulando junto, pedimos uma audiência para tentar acelerar o projeto”, ressaltou o secretário. Danilo de Freitas mencionou ainda algumas obras que a secretária pretende mediar com o intuito de agilizar o processo, “temos a ponte do Cocalinho, o desvio do anel viário de Goiânia, Aeroporto de Goiânia entre outras. Vamos tentar administrar o que temos, buscar novas prospecções e fontes de recursos para isso. O secretário destacou ainda que pediu um levantamento sobre o Aeroporto de Aparecida de Goiânia e dos Aeródromos do estado de Goiás, “estamos aguardando a homologação desses convênios”. O secretário explicou que da busca de recursos anunciados recentemente pelo governo de Goiás junto ao BNDES, tem projetos para o Veículo leve sobre trilhos (VLT). “Ele vai ter recursos do BNDES. Estamos na fase de estudos, foram contratadas consultorias, está reunindo informações para começar a confeccionar o edital. O que está em andamento é a entrega desse estudo preliminar com relação à modelagem do VLT. Acreditamos que para o segundo semestre vai ficar pronta essa licitação”, informou Danilo de Freitas. http://www.portal730.com.br/cidades/...ilo-de-freitas
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#77 |
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Join Date: Jun 2009
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![]() É engraçado esse tipo de notícia. Se o negócio vai ficar pronto em 2014, é de crer que a licitação TEM que ser nesse ano ainda. E em tempos, também não acredito nesse prazo.
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#78 |
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Meio Desligado
Join Date: May 2012
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Pra não deixar passar uma notícia sobre as possíveis irregularidades no projeto do VLT:
(..)Segundo a investigação da PF, as articulações do governo, no ano passado, para implantar o VLT em Goiânia ficaram comprometidas porque o contrato fora dirigido para a Delta. Num diálogo interceptado no dia 30 de março de 2011, Garcez narra a Cachoeira uma conversa mantida com o presidente da Agência de Transportes e Obras Públicas (Agetop) e tesoureiro de Perillo na campanha de 2010, Jayme Rincón. Nesse diálogo, segundo Garcez, Rincón disse que o governador escolhera a Delta para administrar as obras. “O governador já tinha falado com ele (Rincón) sobre o negócio do VLT e que é pra passar o negócio pra Delta”, afirmou (ouça o áudio). Em entrevista a ÉPOCA, Rincón disse não ter conversado com Garcez sobre o VLT: “Não tem a menor consistência. Nem se cogitava o VLT. Esse assunto não é afeito a minha área”. ÉPOCA perguntou a ele por que participara da reunião com Perillo no início da semana, para tratar justamente desse assunto. Rincón afirmou que acompanha temas de infraestrutura do governo goiano e que a única participação da Agetop será ceder funcionários para elaborar uma carta-consulta ao BNDES.(...) http://revistaepoca.globo.com/tempo/...es-amigos.html |
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#79 |
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Join Date: Nov 2007
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Meu irmão trabalha na RMTC e segundo ele a movimentação relacionada ao VLT é intensa, várias reuniões diárias sobre o assunto e a intenção e começar as obras o mais rápido possivel...
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#80 |
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Join Date: Nov 2007
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Ele estava me falando que da avenida Araguaia até a Tocantins o transito de veículos será proibido após a conclusão das obras, seria tipo como uma praça de convivência do centro de Goiânia.
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