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Old September 4th, 2013, 08:43 PM   #4541
Jdolci
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Originally Posted by FGB_curitiba View Post

Sim, mas uma coisa errada justifica a outra?
Não...

Mas insistir em defender algo que claramente está errado e vai contra qualquer regra de convivência básica numa cidade sim...
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Old September 4th, 2013, 08:50 PM   #4542
FGB_curitiba
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Originally Posted by Jdolci View Post
Não...

Mas insistir em defender algo que claramente está errado e vai contra qualquer regra de convivência básica numa cidade sim...
O cumprimento de contratos é uma regra básica de civilidade. Essencial para qualquer país que queira ter uma economia forte e próspera, e para qualquer pessoa que queira estar inserida na cooperação do mercado.

Defender o cumprimento de contratos é agir com retidão; defender sua quebra é defender a esbulha.
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Old September 4th, 2013, 08:58 PM   #4543
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Originally Posted by Squibb View Post
eu concordo majoritariamente com o FGB.

as teles apesar de seus lobby e td mais, não tem lá essa condição financeira toda de fazer aterramento e td mais.

os números postados antes são inequivocos, a maioria tem uma rentabilidade sobre patrimonio liquido bem meia boca, na casa dos 10% a.a.

Isso depois de anos e anos de preju.

some isso a incerteza do marco regulatorio do país, onde o governo fica criando regra todo dia, e a cada pouco muda as q ja existem. num cenário assim, as empresas naturalmente vão operar no modo "vaca-leiteira", com investimentos mínimos necessários e tentativa de retorno o maior possível.

vejam aquele boçal do paulo bernardo. todo dia na imprensa falando asnisse. qm q vai investir num país assim?

vcs venderiam as casas de vcs e investiriam na argentina?
Squibb, veja só, de minha parte não foi essa a abordagem que eu fiz no início desse debate. Eu não disse que tem que quebrar contratos ou que tem que obrigar as teles a trocar o cabeamento da cidade inteira. Eu disse que as teles emporcalham a cidade e isso é um fato seja quais forem as justificativas. Na av. Erasto Gaertner por exemplo, a Copel substitui a rede convencional por rede compacta e ficou muito melhor, mas os cabos das teles continuam lá e se conclui que o que mais polui não são os cabos de energia, mas os das teles. Nem por isso eu afirmei que as teles tem que trocar a fiação da cidade inteira ou arcar sozinhas com os custos, eu disse que gostaria de ver, repito, alguma iniciativa no sentido de minimizar o problema.

Daí já começa uma discussão estilo 8 ou 80 capitaneada pelo argumentos soberanos do FGB que isso é inviável porque o governo ferra com tudo e que os números das empresas são contundentes. Ok, a gente já sabe que o governo é assim mesmo mas os números das teles são tão contundentes e investidos de lisura quanto os apresentados pelas concessionárias de pedágio. Alguém lembra das declarações aviltantes do presidente da ABCR que chegou a afirmar que o pedágio não dava lucro? É exatamente a mesma coisa e o mesmo tipo de empresa.

Acho que nessa altura da nossa história já deu p/ entender que em relação aos oligopólios, a matemática nem sempre explica as impossibilidades já que corrupção e interesses multimilionários não estão nos balanços. O FGB cita a experiência dele na GVT e eu cito a minha lutando diariamente contra oligopólios e contra níveis de corrupção e influência no governo que o cidadão comum nem sonha. É nojento. Portanto me parece de uma inocência sem fim defender que a responsabilidade por essa zorra cabe exclusivamente ao governo. Não é assim. Governo e oligopólios são corruptores e corrompidos e se alternam nesse papel, é isso que não dá para engolir quando alguém vem falar que as "empresas não tem dinheiro" e o que os números estão investidos de lisura.

E houve um momento em que se mencionou os empresários do fórum.

Meus caros, sabem o que é um empresário, um empreendedor de verdade? É alguém que levanta todos os dias e lê as mesmas notícias políticas e econômicas, que separa 90% do seu faturamento para cobrir custos, obrigações e impostos, que mata um leão por dia e ainda assim acredita que seu empreendimento vai dar certo e trabalha para isso. Um empreendedor não se detém no que não pode ser feito, não se detém nos problemas e nas impossibilidades mas sim em encontrar soluções para vencer seus desafios.

Esse é o sentido que eu quis dar a discussão, não o das impossibilidades categóricas mas do que pode ser feito, ainda que na forma de pequenas iniciativas, como eu disse lá no início. Estão aí os exemplos de cidades que fizeram ou estão fazendo ainda que de forma modesta - basta boa vontade, ação e trabalho.
__________________

Bye bye world, Squibb liked this post

Last edited by P@ssageiro_Cwb; September 4th, 2013 at 09:06 PM.
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Old September 4th, 2013, 09:16 PM   #4544
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Originally Posted by FGB_curitiba View Post
O cumprimento de contratos é uma regra básica de civilidade. Essencial para qualquer país que queira ter uma economia forte e próspera, e para qualquer pessoa que queira estar inserida na cooperação do mercado.

Defender o cumprimento de contratos é agir com retidão; defender sua quebra é defender a esbulha.
Que bonito essa coisa de cumprir contratos! Todo mundo cumpre e por isso mesmo os serviços de telefonia no Brasil são exemplares.... ops... fiquei sem conexão agora de manhã...

Mas já que o assunto vai derivando de lucro das teles até contratos, vamos derivar um pouco mais e falar de empresas que prestam um lixo de serviço e que lesam os consumidores diariamente. E o mais espantoso, nada acontece. Só as declarações ridículas da Anatel que um dia, tudo vai melhorar - e fica cada vez pior.

Olha isso, é o retrato de como as teles fazem o que querem e saem impunes. Nós temos a obrigação de pagar, as teles não tem obrigação de nada, nem de prestar um serviço decente. Deve ser porque a margem de lucro é pequena e porque o governo cobra impostos demais, tá justificado!

http://g1.globo.com/pr/parana/parana...efone/2799446/
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Old September 4th, 2013, 09:25 PM   #4545
Jdolci
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Originally Posted by FGB_curitiba View Post
O cumprimento de contratos é uma regra básica de civilidade. Essencial para qualquer país que queira ter uma economia forte e próspera, e para qualquer pessoa que queira estar inserida na cooperação do mercado.

Defender o cumprimento de contratos é agir com retidão; defender sua quebra é defender a esbulha.
Vou aplicar aqui aquela regra do cavalheirismo num debate e farei uma saída elegante...

Fica impossível manter o debate a partir do momento que defender um direito básico do cidadão que é o de exigir um serviço minimamente digno, passa a ser considerado "quebra de contrato" ...
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Old September 4th, 2013, 09:50 PM   #4546
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Originally Posted by FGB_curitiba View Post
Agora virou moda aqui utilizar como argumento coringa "o FGB é o dono da verdade" e suas variantes quando depois de duas páginas eu ainda não concordo com vocês.

Parabéns aí colegas, encontram um bom jeito de "ganhar o debate", seja lá o que isso signifique pra vocês.

"Lamentável".
mmm deve ser por algum motivo né FGB? Se estão falando que você é o dono da verdade, talvez seja verdade. Quem sabe vc não está sendo incisivo demais em seus posts e dando cátedras ao invés de opiniões?

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Originally Posted by FGB_curitiba View Post
Antes de qualquer coisa, alguém não deveria ser taxado do que eu fui só por não concordar com vocês. Vocês poderiam ter me taxado de burro, de vendido para o capital, de enviado das teles... mas o fato de eu não concordar com vocês nesse e em outros assuntos não é sinônimo de que vocês estão certos e eu "não sei perder". Configura simplesmente que possuímos visões diferentes sobre o assunto (seja lá por qual motivo for) e defendemos nossos pontos de vista.

A não ser que eu seja esquizofrênico, eu não cheguei até aqui discutindo sozinho, então eu não entendo porque o outro interlocutor continuar argumentando é normal, mas eu continuar argumentando é motivo para taxações. Fiquem a vontade para condenar o que eu falo, mas condenar o ato de eu falar? Isso aí pra mim tem outro nome.

Sobre o ponto de eu defender as empresas, já expus meus argumentos e já trouxe os dados do setor aqui. E isso tampouco significa que eu concorde com todas as ações dessas empresas e muito menos que eu esteja satisfeito com os serviços que elas prestam. Significa tão somente que eu tenho uma visão diferente sobre esse assunto dos postes, do lobby e dos lucros.

E muito antes de vocês sonharem em acusar as teles de alguma coisa, eu já estava fazendo isso de livre e espontânea vontade:

A única diferença é que eu não carimbei as teles como "culpadas" para qualquer assunto que aparece.

Escute, até agora eu não entendi exatamente de onde vocês tiraram que as teles possuem obrigação de aterrar a fiação aérea em nome "do bem da população" ou das cidades ou de qualquer coisa. Não sei se vocês sabem, mas elas possuem contratos com o governo que no momento da entrada delas no mercado definiram que parâmetros deveriam ser seguidos, já que o setor de telecomunicações é um monopólio concessionado pelo estado.

Mas vocês, alguns dos quais empresários, parecem achar natural quebrar contratos e mandar fazer o que der na telha do governo.

Então problema resolvido. Podem parar de achar que eu tô fazendo birra, porque vocês entenderam errado e eu realmente acredito no que estou dizendo, assim como vocês acreditam no que estão dizendo e não há mal e nem birra nenhuma nisso. Capiti?
Loner, quer dizer, FGB, não ajuda em nada você tentar conduzir a discussão para hipóteses que não se propuseram. Quem falou em quebra de contratos além de você? Quem falou em obrigar as teles a aterrar o cabeamento da cidade inteira? Eu não. Pode procurar, eu não disse isso. Só refutei o que achei estranho como por exemplo, vc citar as teles como exemplos de correção e respeito a contratos.

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Originally Posted by FGB_curitiba View Post
Então digamos que você vê um anúncio oferecendo um grande shopping velho, quase abandonado. O proprietário não abre mão de ser o dono do shopping, mas você poderá explorá-lo e ficar com os lucros após reformá-lo e expandi-lo.

Na assinatura do contrato, o proprietário do terreno colocou como regras que você teria que construir um novo estacionamento, trocar o piso por cerâmica e pintar as paredes.

Vocês faz todas as contas, vê quanto vai precisar investir, quanto vai ter e receita, e decide que vale a pena tocar o projeto.

Aí você faz a reforma, constrói o estacionamento, e começa a operar. Alguns meses depois, porém, o proprietário muda algumas regras do contrato. Só que esse contrato é diferente: o proprietário é o governo; ele pode mudar os termos unilateralmente, e o máximo que você pode fazer é pegar suas malas e abandonar o que você já fez no shopping, sem um tostão furado.

Você já conhecia esse proprietário, e sabia da fama de "birrento" (olha só!) dele. Então, para se precaver, você já incluiu isso nos seus cálculos antes de assinar o contrato.

Só que após alguns anos com pequenas estripulias do proprietário (repintar uma parede de outra cor, derrubar uma parede, construir outra), o terreno é vendido para um novo dono.

Este novo dono, ainda mais intrometido e folgado que o anterior, passa a fazer dezenas de pedidos diários. É uma planta pra mudar de lugar, um jardim que deve ser trocado, um banheiro que deve virar cozinha. Sua vida começa a virar um inferno. Você passa a tirar dinheiro de investimentos que estavam previstos para pagar pelas exigências excêntricas do novo proprietário.

Aí, um belo dia, o novo proprietário aparece na tua sala e te diz o seguinte:

"Você terá que trocar todo o piso de cerâmica por mármore. Vai ser vantajoso pra você, pois será mais fácil de limpar, então você economizará com produtos de limpeza e funcionários. Além disso, seus clientes ficarão mais satisfeitos."

Não foi feito nenhum cálculo para saber o impacto disso no teu negócio. Você não irá receber nada em troca. Simplesmente foi argumentado que como você irá economizar na limpeza e deixará seus clientes mais satisfeitos.

===================


Entende a diferença? Uma coisa é você comprar um terreno e saber de todas as regras de zoneamento de antemão. Você faz as contas e decide se vale a pena ou não comprar e construir no terreno. Outra bem diferente é você comprar um terreno, fazer a construção nos parâmetros que foram exigidos pela prefeitura, e meses depois a SMU mandar uma notificação dizendo que você terá que derrubar paredes, aumentar o recuo, tirar a calçada pra plantar grama, fazer uma nova caixa-d'água, e demolir um dos andares que você construiu para fazer um sótão de luxo!!!
Hum-hum, e vamos mudar um pouco esse raciocínio. Digamos que vc tenha alugado o shopping com o compromisso de que o inquilino estabeleça um horário de atendimento ao público das 10:00 as 22:00 e que nesse período o estacionamento funcione ininterruptamente. Também que a cada ano, um certo número de lojas seja reformado para melhor atender o público. Mas o inquilino não cumpre os horários, abre mais tarde, fecha no meio do dia, ao invés de reformar todas as lojas reforma apenas algumas e nas outras apenas faz uma pintura.

De que lado está o respeito aos contratos?
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Old September 4th, 2013, 11:22 PM   #4547
Luiz R
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5 PÁGINAS DE BLÁ BLÁ BLÁ.

E RESUMINDO: AS TELES QUE VÃO PARA O INFERNO!!!

O SERVIÇO PRESTADO É DIGNO DE CHIQUEIRO, O MÍNIMO QUE TEM QUE FAZER É ATERRAR TODA A DESGRAÇA DE FIOS QUE ASSOLAM AS VIAS URBANAS DO NOSSO PAÍS ABAIXO DO SUL DO MUNDO.
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Old September 4th, 2013, 11:26 PM   #4548
Tiago Domiciano
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NÃO GRITE COM A GENTE!
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Memória da Curitiba Urbana | Thread |

"Deus nunca te dá um forninho maior do que você possa suportar."
Provérbio popular

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Old September 4th, 2013, 11:37 PM   #4549
RenatoJG
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Quebrando o tema...


Incêndio em prédio no Centro deixa dois feridos



Um homem de 47 anos e uma idosa de 73 anos que estavam no apartamento que pegou fogo no Centro de Curitiba nesta quarta-feira (4) tiveram ferimentos. A primeira das vítimas teve queimaduras de até segundo grau e a outra, uma cadeirante que estava deitada em um quarto, inalou fumaça. As informações são do Corpo de Bombeiros, que encaminhou as duas pessoas ao Hospital Evangélico, ambas sem risco de morrer.

“Outras pessoas foram atendidas, mas mais pela questão do nervosismo e pelo transtorno que uma situação como essa causa. Quando chegamos, os outros moradores já tinham percebido o fogo porque a fumaça era bem grande. O apartamento ficou bastante destruído e ainda não foi possível dizer onde começou o fogo. As causas ainda são desconhecidas”, informou o tenente Tiago Zajac, do Corpo de Bombeiros, em entrevista concedida ao Paraná TV 1ª Edição, da RPC-TV.

O fogo começou pouco antes das 11h40, horário no qual o Corpo de Bombeiros foi acionado. As chamas consumiram um apartamento de 120 metros quadrados no 13º andar do prédio, que fica na Alameda Doutor Carlos de Carvalho, perto da Rua Visconde de Nacar. A informação inicial era de que a ocorrência tinha sido registrada no 17º andar. Uma equipe com quatro viaturas foi deslocada para atender a ocorrência. O primeiro dos carros chegou ao local às 11h49.

A estudante Sue Ellen Fonseca, que mora no apartamento ao lado do atingido, foi a primeira a perceber a fumaça. “Falei com o porteiro sobre o cheiro forte da fumaça e logo depois ouvi o barulho dos vidros estourando”, conta.

Quando percebeu que o fogo poderia atingir seu apartamento, ela abandonou o local acompanhada dos filhos. “O hall de entrada dos apartamentos ficou destruído e minha porta está queimada do lado de fora. Foi horrível, as crianças ficaram apavoradas”, diz. Ela calcula que o apartamento vizinho tenha sido tomado pelo fogo em mais ou menos meia-hora.

Sue conta, ainda, que é a segunda vez que ocorre casos como esse no prédio. Na primeira, porém, o fogo logo foi controlado e não houve danos maiores. “É a segunda vez que acontece isso. Na primeira, o morador do mesmo apartamento botou fogo em alguns papeis na escadaria do prédio, mas os bombeiros conseguiram apagar. Agora, ele disse que o incêndio ocorreu por causa de uma vela”, conta.

A Secretaria Municipal de Trânsito (Setran) foi acionada para orientar o trânsito e bloqueou a alameda uma quadra antes do prédio, na altura da Alameda Cabral. O fluxo foi liberado na região às 13 horas e às 14 horas já não havia reflexos no trânsito do entorno.
__________________
-=-=-=-=-=-=-=-=-=-

|\o\| Paraná | Brasil |<o>|
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Old September 4th, 2013, 11:46 PM   #4550
FGB_curitiba
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Originally Posted by Jdolci View Post
Vou aplicar aqui aquela regra do cavalheirismo num debate e farei uma saída elegante...

Fica impossível manter o debate a partir do momento que defender um direito básico do cidadão que é o de exigir um serviço minimamente digno, passa a ser considerado "quebra de contrato" ...
"direto básico do cidadão"?????
ter fiação enterrada é um direito básico do cidadão?????

Essa discussão está saindo de um momento tenso para entrar em seu momento engraçado.

É indiferente o que eu ou você acha; obrigar as teles a pagar essa conta seria uma quebra de contrato e ponto. Quando elas compraram a concessão do governo não foi previso esse investimento. Tá lá nos contratos e está em todas as revisões de metas feitas pela Anatel desde então. Podem procurar, não sou eu que estou dizendo.

Se o contrato é justo ou injusto aí já é outra discussão. Eu, particularmente, acho o modelo adotado na privatização um horror, completamente injusto com o consumidor. Mas aqui, talvez por piedade de deus, ainda não é a Argentina, e governo bem ou mal ainda cumpre com suas obrigações assumidas no passado com o setor privado; talvez esse seja o único elo que falta para a vaca ir pro brejo de uma vez.

Mas continuem rezando. Talvez a dilma atenda as preces de vocês.

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Originally Posted by P@ssageiro_Cwb View Post
Que bonito essa coisa de cumprir contratos! Todo mundo cumpre e por isso mesmo os serviços de telefonia no Brasil são exemplares.... ops... fiquei sem conexão agora de manhã...

Mas já que o assunto vai derivando de lucro das teles até contratos, vamos derivar um pouco mais e falar de empresas que prestam um lixo de serviço e que lesam os consumidores diariamente. E o mais espantoso, nada acontece. Só as declarações ridículas da Anatel que um dia, tudo vai melhorar - e fica cada vez pior.

Olha isso, é o retrato de como as teles fazem o que querem e saem impunes. Nós temos a obrigação de pagar, as teles não tem obrigação de nada, nem de prestar um serviço decente. Deve ser porque a margem de lucro é pequena e porque o governo cobra impostos demais, tá justificado!

http://g1.globo.com/pr/parana/parana...efone/2799446/
A função do governo, na figura da Anatel, é a de fiscalizar o cumprimento dos contratos. Os contratos com as teles (tanto os da concessão do governo FHC quando das frequências de telefonia móvel leiloadas desde então, além dos serviços prestados pelas autorizadas) possuem metas de cobertura e funcionamento. A Anatel possui inúmeros dispositivos e amplos poderes para fiscalizar e punir quem descumpre o acordado.

Eu sou veementemente contra esse modelo porque o único modelo capaz de garantir qualidade é o de livre concorrência. Se nenhum serviço que o governo fornece presta, não é de se estranhar que os fiscalizados por ele também sejam uma porcaria.

Agora, se vamos questionar o atual sistema estatista, bora que eu adoro. Podemos até fazer fogueira pra queimar santinhos de políticos, bandeira nacional, fazer paródia com o hino.

Mas se é pra falar do sistema que tá aí, a função do governo é fiscalizar o oligopólio que ele criou. Vá reclamar pra ele se nenhuma das empresas que ele autoriza a funcionar está cumprindo o contrato que você tem com elas.

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mmm deve ser por algum motivo né FGB? Se estão falando que você é o dono da verdade, talvez seja verdade. Quem sabe vc não está sendo incisivo demais em seus posts e dando cátedras ao invés de opiniões?
Engraçado que eu não entendi o que você está fazendo até agora discutindo com o dono da verdade. Se a verdade é minha, não adianta você ficar aqui esperneando porque o certo sou eu. Tudo o que você fala só pode estar certo se eu também achar que está certo. Não é isso?

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Loner, quer dizer, FGB, não ajuda em nada você tentar conduzir a discussão para hipóteses que não se propuseram. Quem falou em quebra de contratos além de você? Quem falou em obrigar as teles a aterrar o cabeamento da cidade inteira? Eu não. Pode procurar, eu não disse isso. Só refutei o que achei estranho como por exemplo, vc citar as teles como exemplos de correção e respeito a contratos.
Eu também estou te confundindo com um personagem conhecido aqui, talvez o Jota, que é bom com essas coisa de "quem parece com quem", possa saber quem é.

Ao que parece, embora eu seja o exaltado durante as discussões, quem perde um pouco da capacidade de raciocínio é vocês.

Primeiro partem para suposições (isso pra não dizer afirmações mesmo), não sei baseadas exatamente em que, sobre a falsificação de balancetes por parte de empresas de capital aberto que nunca tiveram qualquer mácula nos mercados mundiais onde suas ações são negociadas e fiscalizadas por diversas agências e fundos de investimento. Não vou dizer que é desespero para não "perder o debate" após trazer uma matéria de jornalismo cômico; claro que não é isso.

Aí, criam um novo conceito de cumprimento de contrato, onde obrigar uma parte a fazer algo que não foi previamente acertado não é de forma alguma uma quebra de contrato (desde que em nome do bem do povo, claro).

Aí surge o novo argumento (seria uma quebra de contrato parcial ou também não é quebra de contrato?) de quem é pra enterrar só uns pedacinhos(?) da rede. Vamos ser bonzinhos com elas dessa vez.

E eu, em momento algum, citei empresa alguma como exemplo de correção e respeito a contratos. Sequer entrei nesse mérito. Estou analisando o que foi acertado nos contratos de concessão sobre essa questão dos fios. Quem veio com acusações contra as empresas foi você. Eu só me dei ao trabalho de mostrar o quanto as acusações eram levianas.

Mas aí você utilizou o combo "dados falsos" + "FGB não sabe perder" e eu não resisti no campo de batalha. Foi um ataque cruel da sua parte. Mas meu coração aguenta, fique tranquilo.

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Hum-hum, e vamos mudar um pouco esse raciocínio. Digamos que vc tenha alugado o shopping com o compromisso de que o inquilino estabeleça um horário de atendimento ao público das 10:00 as 22:00 e que nesse período o estacionamento funcione ininterruptamente. Também que a cada ano, um certo número de lojas seja reformado para melhor atender o público. Mas o inquilino não cumpre os horários, abre mais tarde, fecha no meio do dia, ao invés de reformar todas as lojas reforma apenas algumas e nas outras apenas faz uma pintura.

De que lado está o respeito aos contratos?
No meu exemplo, como o dono do shopping é o governo, é só ele botar ordem na casa e fazer cumprir o que está no contrato. Ele tem até homens com metralhadoras pra isso. Coitado é do inquilino, porque quando o proprietário decide mandar pintar o teto de rosa chock e instalar máquinas de purpurina nos corredores, só resta a ele comprar umas tintas vagabundas e uma máquina de purpurina de segunda mão.

Mas seria interessante você procurar no contrato do shopping se essas normas de funcionamento realmente foram acertadas entre as partes. Ouvi dizer que o dono do shopping sempre foi bem relapso em seus contratos, e como faz muitas estripulias dispendiosas, sabe que não pode exigir muito dos seus inquilinos.
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Old September 5th, 2013, 12:11 AM   #4551
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"Ganhar" um debate de vc não é possível, primeiro porque não estou aqui para ganhar nada de ninguém (meu objetivo nesse fórum é bem mais humilde que isso) e depois porque debater com você meu caro, exige tempo e disponibilidade que me fazem falta para o trabalho produtivo. E até agora eu não descobri se vc não entendeu, não quer entender ou está sendo simplesmente teimoso até o fim das suas forças.
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Old September 5th, 2013, 12:19 AM   #4552
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Efe, vc não tem opiniões, só verdades absolutas e incontestáveis. Você não defende idéias mas seus próprios dogmas e nunca desiste de dar a última palavra em todo e qualquer assunto - eu não sou a primeira pessoa a lhe dizer isso e certamente não serei o último nesse fórum.

Tanto ou mais do que você, eu sinto na pele as múltiplas ineficiências do estado e entendo perfeitamente o quanto isso penaliza as empresas, mas entenda-se bem: as pequenas e médias empresas, não as que detém oligopólios e poder suficiente para corromper governos aqui e no mundo inteiro.

Defender as teles é defender o indefensável, tanto quanto defender o governo, a verdade é que ambos são culpados e não há vontade de mudar as coisas nem de um lado e nem de outro porque ambos estão com as cuecas cheias de dólares. É isso que parece escapar a sua percepção obsessiva em centrar as culpas exclusivamente no governo, que de fato é ruim, e isentar as responsabilidades dos demais.

Eu estou com o Jdolci. "...tanto o poder público quanto as operadores tão pouco se lixando pra isso e querem só o que é mais barato e menos trabalhoso." É exatamente assim que as coisas são porque ambos estão com os bolsos cheios as nossas custas e as custas da porquice da nojeira que vc "não defende" mas se esmera em justificar.

Lamentável.
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Squibb, veja só, de minha parte não foi essa a abordagem que eu fiz no início desse debate. Eu não disse que tem que quebrar contratos ou que tem que obrigar as teles a trocar o cabeamento da cidade inteira. Eu disse que as teles emporcalham a cidade e isso é um fato seja quais forem as justificativas. Na av. Erasto Gaertner por exemplo, a Copel substitui a rede convencional por rede compacta e ficou muito melhor, mas os cabos das teles continuam lá e se conclui que o que mais polui não são os cabos de energia, mas os das teles. Nem por isso eu afirmei que as teles tem que trocar a fiação da cidade inteira ou arcar sozinhas com os custos, eu disse que gostaria de ver, repito, alguma iniciativa no sentido de minimizar o problema.

Daí já começa uma discussão estilo 8 ou 80 capitaneada pelo argumentos soberanos do FGB que isso é inviável porque o governo ferra com tudo e que os números das empresas são contundentes. Ok, a gente já sabe que o governo é assim mesmo mas os números das teles são tão contundentes e investidos de lisura quanto os apresentados pelas concessionárias de pedágio. Alguém lembra das declarações aviltantes do presidente da ABCR que chegou a afirmar que o pedágio não dava lucro? É exatamente a mesma coisa e o mesmo tipo de empresa.

Acho que nessa altura da nossa história já deu p/ entender que em relação aos oligopólios, a matemática nem sempre explica as impossibilidades já que corrupção e interesses multimilionários não estão nos balanços. O FGB cita a experiência dele na GVT e eu cito a minha lutando diariamente contra oligopólios e contra níveis de corrupção e influência no governo que o cidadão comum nem sonha. É nojento. Portanto me parece de uma inocência sem fim defender que a responsabilidade por essa zorra cabe exclusivamente ao governo. Não é assim. Governo e oligopólios são corruptores e corrompidos e se alternam nesse papel, é isso que não dá para engolir quando alguém vem falar que as "empresas não tem dinheiro" e o que os números estão investidos de lisura.

E houve um momento em que se mencionou os empresários do fórum.

Meus caros, sabem o que é um empresário, um empreendedor de verdade? É alguém que levanta todos os dias e lê as mesmas notícias políticas e econômicas, que separa 90% do seu faturamento para cobrir custos, obrigações e impostos, que mata um leão por dia e ainda assim acredita que seu empreendimento vai dar certo e trabalha para isso. Um empreendedor não se detém no que não pode ser feito, não se detém nos problemas e nas impossibilidades mas sim em encontrar soluções para vencer seus desafios.

Esse é o sentido que eu quis dar a discussão, não o das impossibilidades categóricas mas do que pode ser feito, ainda que na forma de pequenas iniciativas, como eu disse lá no início. Estão aí os exemplos de cidades que fizeram ou estão fazendo ainda que de forma modesta - basta boa vontade, ação e trabalho.


Sem mais.
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Old September 5th, 2013, 01:20 AM   #4553
FGB_curitiba
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Originally Posted by Luiz R View Post
5 PÁGINAS DE BLÁ BLÁ BLÁ.

E RESUMINDO: AS TELES QUE VÃO PARA O INFERNO!!!

O SERVIÇO PRESTADO É DIGNO DE CHIQUEIRO, O MÍNIMO QUE TEM QUE FAZER É ATERRAR TODA A DESGRAÇA DE FIOS QUE ASSOLAM AS VIAS URBANAS DO NOSSO PAÍS ABAIXO DO SUL DO MUNDO.
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Old September 5th, 2013, 02:05 AM   #4554
Ni.valdomonteiro
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Originally Posted by RenatoJG View Post
Quebrando o tema...


Incêndio em prédio no Centro deixa dois feridos



Um homem de 47 anos e uma idosa de 73 anos que estavam no apartamento que pegou fogo no Centro de Curitiba nesta quarta-feira (4) tiveram ferimentos. A primeira das vítimas teve queimaduras de até segundo grau e a outra, uma cadeirante que estava deitada em um quarto, inalou fumaça. As informações são do Corpo de Bombeiros, que encaminhou as duas pessoas ao Hospital Evangélico, ambas sem risco de morrer.

“Outras pessoas foram atendidas, mas mais pela questão do nervosismo e pelo transtorno que uma situação como essa causa. Quando chegamos, os outros moradores já tinham percebido o fogo porque a fumaça era bem grande. O apartamento ficou bastante destruído e ainda não foi possível dizer onde começou o fogo. As causas ainda são desconhecidas”, informou o tenente Tiago Zajac, do Corpo de Bombeiros, em entrevista concedida ao Paraná TV 1ª Edição, da RPC-TV.

O fogo começou pouco antes das 11h40, horário no qual o Corpo de Bombeiros foi acionado. As chamas consumiram um apartamento de 120 metros quadrados no 13º andar do prédio, que fica na Alameda Doutor Carlos de Carvalho, perto da Rua Visconde de Nacar. A informação inicial era de que a ocorrência tinha sido registrada no 17º andar. Uma equipe com quatro viaturas foi deslocada para atender a ocorrência. O primeiro dos carros chegou ao local às 11h49.

A estudante Sue Ellen Fonseca, que mora no apartamento ao lado do atingido, foi a primeira a perceber a fumaça. “Falei com o porteiro sobre o cheiro forte da fumaça e logo depois ouvi o barulho dos vidros estourando”, conta.

Quando percebeu que o fogo poderia atingir seu apartamento, ela abandonou o local acompanhada dos filhos. “O hall de entrada dos apartamentos ficou destruído e minha porta está queimada do lado de fora. Foi horrível, as crianças ficaram apavoradas”, diz. Ela calcula que o apartamento vizinho tenha sido tomado pelo fogo em mais ou menos meia-hora.

Sue conta, ainda, que é a segunda vez que ocorre casos como esse no prédio. Na primeira, porém, o fogo logo foi controlado e não houve danos maiores. “É a segunda vez que acontece isso. Na primeira, o morador do mesmo apartamento botou fogo em alguns papeis na escadaria do prédio, mas os bombeiros conseguiram apagar. Agora, ele disse que o incêndio ocorreu por causa de uma vela”, conta.

A Secretaria Municipal de Trânsito (Setran) foi acionada para orientar o trânsito e bloqueou a alameda uma quadra antes do prédio, na altura da Alameda Cabral. O fluxo foi liberado na região às 13 horas e às 14 horas já não havia reflexos no trânsito do entorno.

Meu caral4567890,,,tenho um amigo que mora alí, ou um ap para cima ou para baixo. :oh:
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Old September 5th, 2013, 02:40 AM   #4555
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Originally Posted by FGB_curitiba View Post
"direto básico do cidadão"?????
ter fiação enterrada é um direito básico do cidadão?????

Essa discussão está saindo de um momento tenso para entrar em seu momento engraçado.
SIM! É direito básico de um cidadão ter serviços públicos de qualidade e que sua cidade seja tratada com respeito e não como um pardieiro em que as empresas fazem o que querem.. do jeito que querem e a gente só abaixe a cabeça e agradeça por elas existirem!!

Se pra você não é... paciência.

E pra finalizar... Vou parar a conversa contigo por aqui porque acho que você já tá passando dos limites do bom senso e do respeito.

Já percebi que voce nunca vai aceitar opiniões diferentes da tua.
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Old September 5th, 2013, 02:56 AM   #4556
FGB_curitiba
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não tenho que concordar com você, assim como você não tem que concordar comigo; não é obrigatório chegar a um consenso no final de um debate e não há mal nenhum nisso. Eu aceito opiniões diferentes da minha, mas me reservo o direito de não endossá-las e de questioná-las. Encerro minha participação nessa discussão por aqui também.
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Old September 5th, 2013, 03:50 AM   #4557
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Rapaziada.. voltei agora do Pátio Batel .. Aproveitei uns contatos e fui lá dar uma xereteada hahahah

Nossa... pensa num shopping bonito!
Tudo muito bem feito ... bem acabado ... material de primeira
E os pisos então! P@ssa! Vc que é da área, tu tem que ir lá pra ver!

O melhor é a praça de alimentação.. com aquele teto envidraçado e os jardins!
Semana que vem a cidade vai ganhar um presentão...

Postei algumas fotos lá no thread do Shopping... não ficaram aquelas coisas.. a noite.. meio na moita pra nao levar bronca dos seguranças hahahah

__________________

Squibb, fernandostorm, P@ssageiro_Cwb liked this post
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Old September 5th, 2013, 06:30 AM   #4558
DFranca
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Galera empresaria do forum... há um tempo atrás lembro de ver uma matéria com o cineasta curitibano Marcos Jorge (que fez Estômago), falando da dificuldade de conseguir apoio da empresas locais mesmo após o relativo sucesso do Estômago.

Fazendo um link disso com o queremos.com.br, que recentemente chegou em Ctba... e tentaram trazer o show da banda Nouvelle Vague pra cá... sem sucesso, aí fui dar uma olhada nas cidades que conseguiram (BH, RJ, Fortaleza) e vi que todas elas tem uma forte participação de empresas patrocinando que compram uma boa quantidade dos ingressos, já em Ctba só pessoa física comprando mesmo.

O que vcs acham disso? Em Ctba realmente as empresas não se interessam por isso? Ninguém sabe da existência do queremos? Ou um terceiro fator?
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Old September 5th, 2013, 02:33 PM   #4559
Jdolci
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Rapaz.. Vou tentar dar uma opinião um pouco no que vivencio, um pouco no que vejo de exemplos e um pouco no lugar comum do jeito de pensar curitibano...

Primeiro que eu pelo menos nunca ouvi falar desse queremos.com.br e também sequer ouvi qualquer menção dele em nenhum contato social...

Mas independente de site ou não, acho sim que as empresas daqui são menos abertas a esse tipo de incentivo.
Acho que são mais suscetíveis a campanhas e ações de cunho social e assistencial do que cultural.

Porque? Aí complica ...

Talvez o perfil da população, tanto quanto conservadora e pouco afeita a experimentações e mostras alternativas e isso reflete nas empresas.

Talvez um pouco de pragmatismo... onde empresários acham que esse tipo de investimento traz pouco retorno tanto pra cidade quanto pra imagem da empresa.. novamente, preferem associar o nome a causas sociais do que culturais..Pequeno Príncipe por exemplo, tem forte apoio empresarial.

Talvez aqui em Curitiba o próprio setor cultural não esteja forte e organizado o suficiente pra se fazer vender e convencer as empresas. Empresas tendem a se associar a modelos de sucesso ou que tragam retorno...
Temos aqui em Curitiba estúdios, trupes, artistas em número suficiente pra tornar uma peça cultural em algo que atinja o público mesmo?
Porque essas peças alternativas demais, experimentais demais .. tipo monólogo com um cara pelado divagando sobre o órgão sexual (desculpe pelo exemplo, mas é real isso!) não vai fazer sucesso por aqui...
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Old September 5th, 2013, 03:34 PM   #4560
Jdolci
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Achei essa notícia curiosa... Nem sabia que a Wap tinha fábrica aqui...

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WAP inaugura franquia de lavagem de automóveis



A Wap inaugura hoje a unidade modelo da sua franquia no setor de lavagem e estética de veículos. O Wap Car Wash Center entra em funcionamento hoje no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba.

A empresa, que tem fábrica na cidade, está com o projeto de formatação do modelo de franquias há dois anos e escolheu a dedo o ponto da primeira unidade, que emprega 14 pessoas. O investimento no local foi de R$ 400 mil, segundo Alan Park Flausino, gestor de negócios da rede.

A loja pioneira do Wap Car Wash Center tem capacidade para lavar 200 carros por dia, ao preço de R$ 35. Cada carro demora 40 minutos para ficar pronto. “O aeroporto é um local estratégico, por contar com uma rotatividade de 3 mil carros por dia. Estamos negociando com shoppings e grandes centros comerciais a viabilidade de dispor de espaços. Essa é a diferença da nossa franquia: oferecemos ao franqueado o ponto já disponível”, explica Flausino.

Duas outras unidades devem ser abertas em breve: uma em um supermercado da capital e outra em São Paulo – até o fim do ano a rede deve abrir quatro unidades, com a inauguração de uma franquia em Belo Horizonte. O cliente da empresa pode contar com sala vip, internet wi-fi e serviço de manobrista.

A franquia da Wap Car Wash Center tem um investimento inicial de R$ 200 mil, valor que inclui capital de giro, equipamentos, móveis e construção. O retorno do investimento é previsto para 20 meses.

fonte
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curitiba, litoral do paraná, noticias, região metropolitana

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