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#1061 |
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Pexito na Alma
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exacto Pedro Gabriel, estes carros teveriam ter duas baterias de maneira a muda-las sempre que uma esteja descarregada. Deveriam sim criar incentivos, grandes incentivos, para a compra deste tipo de veiculos.
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"Entre muralhas, defesa lusitana, surge um oásis chamado Costa Azul, nenhum caminho até hoje conhecido nos levará a tão estimado Paraíso, só aqui a natureza toma forma, assim bem na Arrábida, no Oceano, no Sado, formas cheias de vida, uma árvore, um roaz, uma gaivota. Aqui o Homem sempre sorriu ao futuro, numa união de terra, rio, serra e mar." ๑۩۞۩๑ Sesimbra ๑۩۞۩๑ Vila Pexita, Terra de Mar
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#1062 | |
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BANNED
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#1063 | |
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BANNED
Join Date: Dec 2008
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![]() Mas os tubos de escape podem não acabar se a abordagem dos motores a ar comprimido conseguir avançar. |
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#1064 | |
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BANNED
Join Date: Dec 2008
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![]() Uma esperança, (mais uma) será a fotossíntese artificial, a produção de alimentos / combustíveis directamente a partir do sol de uma forma autosustentada.
Last edited by PulseFighter; May 13th, 2009 at 12:46 PM. |
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#1065 |
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fcp fcp fcp
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Parque Eólico de Montesinho tem que esperar
Presidente da Associação Portuguesa de Energias Renováveis diz que ainda não há condições.
Antes de 2014 ou 2015 não há condições para instalar um Parque Eólico em Montesinho. A observação é do presidente da Associação Portuguesa de Energias Renováveis. António Sá, em entrevista ao jornal Nordeste diz que neste momento não há potência disponível para construir mais parques eólicos, para além de sublinhar que a infra-estrutura em Montesinho só tem viabilidade quando as barragens do Sabor e Foz do Tua estiverem prontas. António Sá acredita que lá para 2015 deverá ser dada autorização para o parque eólico em Montesinho, para que possa entrar em funcionamento em 2017 ou 2018, um ano depois das centrais hidroeléctricas entrarem em funcionamento, permitindo o escoamento da energia eólica para a rede eléctrica. |
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#1066 |
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Registered User
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Pergunto-me agora, sem manuel pinho, como será o futuro de Portugal no que toca às renováveis...
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#1067 |
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Registered User
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#1068 |
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Registered User
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Britânica Orecon aposta na energia das ondas em Portugal
A empresa britânica Orecon assinou um acordo com a Estaleiros Navais do Mondego para a construção dos seus primeiros três aparelhos de produção de energia a partir das ondas. Carla Pedro cpedro@negocios.pt A empresa britânica Orecon assinou um acordo com a Estaleiros Navais do Mondego para a construção dos seus primeiros três aparelhos de produção de energia a partir das ondas. A notícia é avançada pelo “Greenbang.com”, que adianta que este acordo se segue ao recente convénio da Orecon com a também portuguesa Eneólica para o desenvolvimento de uma instalação de produção de electricidade por conversão da energia das ondas, de 4,5 megawatts. Nos termos deste contrato, a Estaleiros Navais do Mondego e a Orecon vão implementar a tecnologia de aproveitamento de energia de ondas, com a instalação de um conversor de energia das ondas (um sistema MRC) com uma potência de 1,5 megawatts, para o mercado português, refere a mesma fonte. A construção da primeira unidade está prevista para ter início em Fevereiro de 2010, para estar pronta para instalação na Primavera de 2011. A Estaleiros Navais do Mondego está sedeada na Figueira da Foz. A empresa tem 65 anos de experiência na construção, reparação e concepção de embarcações, salienta o “site” inglês. “O mercado português das ondas é, de longe, o melhor da Europa”, afirmou Ken Street, director do departamento de desenvolvimento do negócio da Orecon, citado pela “Greenbang”. “Portugal dispõe de excelentes recursos ao nível das ondas e a forma comprida e estreita do país significa que a ligação e distribuição em rede é muito mais simples de conseguir do que noutro lugar qualquer”, acrescentou. A Orecon adiantou ainda que pretende fixar e fazer crescer esta indústria em Portugal, o que criará e assegurará empregos locais, sublinha o "Greenbang.com". A tecnologia MRC, patenteada pela Orecon, usa o princípio da coluna de água oscilante. Esta estrutura é parcialmente submersa, oca, com abertura para o mar abaixo da superfície da água, de forma a que o ar contido no seu interior seja comprimido pela coluna de água. Este ar é conduzido através de uma turbina de ar para produzir energia. Os países com melhores condições para conversão de energia das ondas são o Reino Unido, Irlanda, Noruega, norte de Espanha, França e Portugal, segundo um estudo apresentado pelo município de Peniche.
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florida . Biarritz .Esposende |
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#1069 |
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Barra for Friends
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Universidade poupa 300 mil euros em energia
Programa de Eficiência Energética concluído no final deste ano O Programa de Eficiência Energética da Universidade de Aveiro contempla um investimento de nove milhões de euros. Irá permitir uma poupança energética na ordem dos 300 mil euros por ano. Todos os edifícios do campus serão adaptados. Dentro de dez anos a Universidade de Aveiro (UA) conseguirá recuperar os 2,5 milhões de euros investidos no programa de eficiência energética, tudo graças a uma redução dos gastos em energia na ordem dos 300 mil euros anuais. A iniciativa é do Governo que comparticipa com 6,5 milhões de euros (num total de nove milhões de investimento) e que irá permitir adaptar todos os edifícios do Campus de Santiago e do Pólo de Águeda. Fernando Tavares Rocha, vice-reitor da UA, considera que se trata de um investimento avultado, "mas necessário e que será recuperado na poupança que vamos ter na factura da energia", afirmou, ontem, na apresentação do Programa de Eficiência Energética da UA, que contou com a presença do ministro das Finanças e da Economia, Teixeira dos Santos. As principais alterações serão feitas ao nível da iluminação exterior, da desactivação automática de equipamentos em períodos "mortos", captação de águas internas para redes de rega, correcção de factores de potência, adaptação dos sistemas de ar condicionado e ventilação e micro-produção de energia através da instalação de painéis solares e fotovoltaicos. A maioria deverá estar implementada até ao final de 2009, sendo que algumas das obras já tiveram início, nomeadamente as que dizem respeito à alteração das coberturas dos edifícios. A reitora da Universidade de Aveiro, Helena Nazaré, considera que este programa do Governo foi "uma oportunidade em tempos de crise" e lembrou que muitos edifícios, construídos há quase três décadas, não estavam adaptados para estas situações. "Temos muitos desperdícios energéticos e problemas de manutenção", disse Helena Nazaré, acrescentando que "desde há quatro anos que nos temos começado a preocupar com estas situações e temos tentado criar as condições necessárias para a poupança energética". O projecto da UA é dos primeiros a avançar, no que toca a instituições de ensino. A candidatura foi aprovada a 1 de Abril e cinco meses depois, começam a ser dados os primeiros passos no terreno. Situação que não passou despercebida ao ministro da Economia e Inovação, Teixeira dos Santos, que elogiou a eficiência da UA, ao mesmo tempo que garantiu que o Governo "continuará a apoiar este tipo de projectos". "Continuaremos a apostar no domínio da energia, até porque 52% do défice externo corresponde à factura energética", acrescentou. JN
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#1070 |
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Resolução do Conselho de Ministros n.º 81/2009. D.R. n.º 173, Série I de 2009-09-07
Estabelece os objectivos e novas medidas do Programa para a Mobilidade Eléctrica em Portugal e aprova o modelo da mobilidade eléctrica http://dre.pt/pdf1sdip/2009/09/17300/0600306006.pdf |
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#1071 |
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Barra for Friends
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Bem vindo Icaro
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#1072 |
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Barra for Friends
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Primeira central solar gigante para exportar electricidade nasce em Portugal
Um grupo de empresários portugueses está a estudar a construção de uma central solar gigante no Alentejo, de dois mil megawatts, destinada à exportação de electricidade verde para a Europa do Norte, e a criação de um novo cluster industrial no país, um investimento que poderá rondar os seis mil milhões de euros, apurou o PÚBLICO. Do núcleo promotor do projecto, designado Luz.On, fazem parte Mário Baptista Coelho, o homem que ergueu a central de Moura, a Fundação Calouste Gulbenkian, a Efacec e a EIPElectricidade Industrial Portuguesa, estas últimas duas entidades como parceiras tecnológicas. A megacentral fotovoltaica de elevada concentração, de tecnologia norte-americana e alemã, é um dossier que está há vários meses em preparação. A sua instalação deverá ocupar cerca de cinco mil hectares numa zona não especificada no Alentejo, e é do conhecimento do Governo e da Comissão Europeia, que já deu o seu apoio, por a considerar de interesse europeu. Com arranque estimado para a megacentral em 2011 e sete anos faseados de execução, a Luz.On quer seguir a estratégia que impulsionou a energia eólica no país, através da criação de uma fi leira industrial, juntando parte das empresas situadas neste sector, parte da capacidade hoje virada para o sector automóvel, nomeadamente a metalomecânica e os moldes, e a instalação industrial dos fabricantes das células solares, propriamente ditos. A proximidade geográfica dos fornecedores em relação à central é considerada preferencial, nomeadamente para a produção das células fotovoltaicas. As centrais solares deste tipo em funcionamento até agora foram construídas com painéis importados da China e um dos projectos da Qimonda Solar, entretanto falida, era trazer para Portugal o fabrico do componente de maior intensidade tecnológica para o país, ou seja, de maior valia. A Efacec, por seu lado, já está ligada a este projecto, bem como a EIP, especializada na instalação de subestações e redes de alta tensão. O projecto, virado para a era que se avizinha e que os especialistas designam como a das ‘auto-estradas da energia’, apresenta vários pontos inovadores em relação ao passado. É o primeiro pensado para a exportação de energia verde, visando países que precisam de acelerar a redução das suas metas de emissões de dióxido de carbono para cumprirem as metas europeias para 2020. Não está, por isso, candidato a tarifas subsidiadas no mercado nacional, nem depende do consumo do mercado português. É um dos primeiros projectos a enquadrar-se na nova directiva europeia das renováveis, que abre a porta a um novo modelo de transacções de créditos de emissões de CO2 entre os estados-membros, através dos certificados verdes e das garantias de origem. As novas regras permitem que os países desenvolvam projectos e negoceiem electricidade, sem estarem sempre obrigados a uma transferência física bilateral, mas ao cumprimento de valores globais para o espaço europeu. Portugal-Espanha-França Ponto inovador, mas também crítico para o sucesso desta iniciativa, é o facto de esta implicar, ainda assim, uma capacidade de interligação entre Portugal e Espanha e entre esta e França que não é integralmente garantida por parte destes últimos dois países. O lançamento deste projecto vai assentar num entendimento entre França e Espanha, que tarda há mais de duas décadas, quanto à passagem de uma interconexão eléctrica pelos Pirenéus e que tem sido um dos ‘buracos negros’ na construção de uma rede eléctrica verdadeiramente europeia. O reforço das interligações eléctricas entre Portugal e Espanha e entre os dois países ibéricos e França é uma das medidas que se reivindicam historicamente como das mais importantes para o desenvolvimento do próprio mercado ibérico de electricidade (Mibel) e que não tem sido fácil. Os mapas de aumento da capacidade de interligação indicam que da parte portuguesa não haverá constrangimentos à passagem dos dois mil megawatts de energia eléctrica. Com a perspectiva de o preço da energia fotovoltaica tender a descer com projectos de grande escala, é considerado aceitável que chegue aos três euros por watt (actualmente está em cinco euros), o que totalizará cerca de seis mil milhões de euros, segundo cálculos do PÚBLICO. O consórcio escusa-se a comentar este número. A central de Moura ainda hoje é a terceira maior do mundo, mas a unidade que o grupo ora projecta terá uma dimensão 45 vezes superior em termos de potência instalada. Há dois dias, a China firmou com os norte-americanos da Intersolar um memorando de entendimento para a construção de uma central com a mesma potência de dois mil megawatts. A vaga de projectos para megacentrais, a uma escala desconhecida para os padrões de hoje, está a agitar europeus, americanos e chineses e promete mexer com o mercado das tecnologias de energia nos próximos anos, sobretudo por causa dos compromissos internacionais em termos de emissões de gases com efeito de estufa e da pressão de um novo quadro regulatório que sucederá ao Protocolo de Quioto. Há cerca de três meses, foi lançado o Desertec, por um consórcio dominado pela indústria alemã, e que aposta dentro de 30 anos na importação de energia do deserto do Sara para a Europa, e assim satisfazer 15 por cento do consumo europeu. É de longe o mais mega dos projectos e prevê-se que o será durante muitos anos. Público
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#1073 |
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Citizen of the world...
Join Date: Apr 2007
Location: Braga, Portugal, EU
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6.000.000.000€.... 'dasse...
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#1074 |
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Olissiponensis User
Join Date: Aug 2006
Location: Lisboa
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Não percebo como uma notícia desta importância passa incólume ao elogio e incentivo da ala mais interventiva do fórum.
Não deixa de ser curioso que esta mesma notícia seja a única que fez ecoar o tímido nome de Portugal além-fronteiras nas últimas semanas. Realmente os portugueses não gostam do país que têm. Destroem-no de tal maneira que não podem gostar de Portugal. Que povo estranho..
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1961/1962
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#1075 |
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Barra for Friends
Join Date: Dec 2004
Location: Barreiro
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Realmente... não entendo
também não deu nas notícias
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#1076 |
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Pexito na Alma
Join Date: Sep 2008
Location: Sesimbra
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Excelente noticia
![]() Um projecto extremamente bom para o paìs. Pena efectivamente de não se ouvir falar muito do assunto, hà razões para isso portanto... como vocês dizem é estranho...
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"Entre muralhas, defesa lusitana, surge um oásis chamado Costa Azul, nenhum caminho até hoje conhecido nos levará a tão estimado Paraíso, só aqui a natureza toma forma, assim bem na Arrábida, no Oceano, no Sado, formas cheias de vida, uma árvore, um roaz, uma gaivota. Aqui o Homem sempre sorriu ao futuro, numa união de terra, rio, serra e mar." ๑۩۞۩๑ Sesimbra ๑۩۞۩๑ Vila Pexita, Terra de Mar
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#1077 |
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Αλέξανδρος
Join Date: Aug 2004
Location: Guarda/Barreiro
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dar nas noticias deu, eu vi esta noticia num canal de TV no inicio da semana mas não foi acompanhada por outros canais, nem me lembro em qual vi a noticia, a TV prefere apolitica e as desgraças a anunciar o k se faz.
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#1078 |
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Registered User
Join Date: Aug 2009
Location: Coimbra, Portugal
Posts: 3,088
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ora nem mais...maior exemplo disso e que tens grandes empresas, grandes projectos de R&D, e nunca houves falar disso nos media
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#1079 |
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Registered User
Join Date: Oct 2008
Location: Lisboa
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Maior central de energia solar exige novo enquadramento jurídico
Maior central de energia solar exige novo enquadramento jurídico Projecto prevê um investimento de seis mil milhões de euros e vai aplicar as novas regras comunitárias sobre as renováveis, criando nova legislação interna. Com um investimento de cerca de seis mil milhões de euros, a construção de uma central solar gigante no Alentejo coloca vários desafios aos advogados que estão a assessorar o projecto. Diogo Horta Osório, da Cuatrecasas, revela que a operação "vai exigir um enquadramento jurídico novo" e destaca a inovação do "Luz On", que deverá arrancar já em 2010. A grande novidade é o facto de ser um dos primeiros projectos a aplicar a nova directiva europeia das energias renováveis, que lança um novo modelo de créditos de emissões de C02 entre os Estados-membros, através dos certificados verdes. O especialista da Cuatrecasas, Gonçalves Pereira, vai assessorar a EIP - Electricidade Industrial Portuguesa, um dos promotores do projecto, e explica que a ideia é "vender energia a preço de mercado e sem financiamento do Estado", ao contrário do que acontece até hoje com as renováveis. O sócio do escritório de advogados ibérico garante que "é um projecto de grande dimensão, mas com um modelo sustentável, porque as receitas resultam da venda dos certificados verdes" que, segundo Horta Osório, "é a grande originalidade do projecto" e implica "a elaboração de um novo diploma" que legisle esta matéria. Às receitas do projecto resultam exactamente desses certificados. A operação envolve um grupo de empresários portugueses, tal como revelou o jornal Público na semana passada. Entre os promotores está a Etacec, a EIP, a Fundação Gulbenkian e Mário Baptista Coelho, o impulsionador da central de Moura, a terceira maior do mundo. Mas a "Luz On" terá uma dimensão 45 vezes superior, isto é, de 2.000 megawats. O objectivo deste mega projecto passa por exportar electricidade verde para a Europa do Norte, e vai permitir a criação de um novo cluster industrial no pais. A construção desta central está planeada para um período de sete anos, e deverá arrancar já em 2010. Mas até lá há um longo caminho a percorrer, e o projecto depende da intervenção e aprovação de várias entidades, explica Diogo Horta Osório. "Desde logo o projecto precisa de ter uma Declaração de Impacto Ambiental (DIA) favorável e terá de contar com a aprovação da Direcção Geral de Energia, do Governo e da Rede Electrica Nacional (REN)". Os reguladores também têm um voto importante na decisão. E um vasto leque de interve - nientes, que obrigou a Cuatrecasas a destacar um grupo multidiscilpinar para se dedicar a esta operação. A equipa de Energia é dirigida por Diogo Horta Osório, que terá o apoio de três associados: Francisco Santos Costa, Joana Soares Quirino e Catarina Aguiar. A equipa de Regulatório é liderada por Duarte Abecasis e constituída pelos advogados Lourenço Freitas e Gonçalo Proença. A Vieira de Almeida também faz parte da assessoria juridica deste projecto, com uma equipa coordenada pelo sócio Manuel Protásio. Com mais este projecto de energia verde, Portugal consegue acelerar a redução de emissões de dióxido de carbono, aproximando-se das metas europeias, que estabelecem que em 2020 20°/a da energia consumida pelos Estados-membros deve ser de origem renovável. O Alentejo concentra maioria dos projectos de energia solar No distrito de Beja, a maior potência fo tovoltaica licenciada em Portugal. É lá que estão situadas as três centrais solares de Ferreira do Alentejo e aquela que é conside rada a maior do mundo, junto da Amareleja. Além destas, existem ainda duas em Mértola, uma em Serpa e outra Almodôvar. A Galp, através do consórcio Ventinveste, vai investir 636 mi Ihões num chister industrial, na instalação de oito parques eólicos em cinco distritos e num fundo de inovação. Este cluster permitirá fabricar em Portugal mais de 90% dos componentes dos aero geradores, criando mais de 1300 novos postos de trabalho. A petrolifera liderada por Ferreira de Oliveira, está também presente em projectos na energia das ondas, através de uma parceria com o Centro da Energia das Ondas com vista à implementação de um projecto piloto na costa portuguesa para a produção de energia eléctrica. As renovávçis são também um dos principais focos estratégicos da EDP. A empresa quer ter 65°! da sua produção de energia a par - tir de fontes mais amigas do ambiente já em 2015. Nesta fase, 40% da electricidade éjá gerada a partir das renováveis. A Iberwind, antiga Enersis e agora nas mãos do fundo de iavestimento Magnum Capital, já investiu cerca de 630 milhões O investimento das empresas na área das renováveis tem sido canalizado principalmente para a energia solar e eólica. de euros no subsector eólico. O consórcio Luz On está a estudar a construção de um parque solar, também no Alentejo, que terá uma capacidade de dois mil MW e que deverá arrancar em 2011. Prevê investir seis mil mi lhões de euros e a produção terá como destino a Europa do Norte. A Nutroton Energias, liderada por Marques Mendes, vai investir 70 milhões de euros em qua tro projectos de produção de re nováveis na Madeira, nos próxi mos três anos. Amareleja reforça exportação A central solar fotovoltaica da Amareleja começou a fazer os primeiros testes em Agosto de 2008 e, passado um mês, já estava a operar a 100%. Uma equipa de 95 pessoas faz os painéis sola res de 220 e 270 watts (W) numa fábrica com capacidade instalada de 20MW pico por ano. Cerca de 10% dos painéis produzidos na fábrica destinam-se ao mercado de exportação, para países como Espanha, Itália e França. Fernando Sousa, director da unidade fabril, em decla rações ao Diário Económico, avança que, a partir de agora, a exportação irá crescer. Isto por que "está finalizado o projecto de abastecimento do campo solar de Ferreira do Alentejo, da empresa Tecneira, com uma capacidadede 10MW".. in Diário Económico , 16-09-2009 |
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#1080 |
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Despacho n.º 21295/2009. D.R. n.º 184, Série II de 2009-09-22.
Ministérios do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional e da Economia e da Inovação Aprova a Estratégia para os Combustíveis Derivados de Resíduos (CDR), para o horizonte temporal de 2009-2020 Despacho n.º 21295/2009 O Plano Estratégico para os Resíduos Sólidos Urbanos (PERSU II) para o período de 2007-2016, aprovado pela Portaria n.º 187/2007, de 12 de Fevereiro, aposta fortemente na reciclagem material e orgânica para desvio de aterro. A Estratégia para os Combustíveis Derivados de Resíduos é um complemento essencial do PERSU II, apresentando com a política de reciclagem e desvio de aterro importantes sinergias. Com efeito, promovendo a valorização energética das fracções de refugo das unidades de valorização orgânica e de triagem, com eventual mistura com fracções de outros tipos de resíduos não perigosos de origens não urbanas, esta Estratégia conferirá maior sustentabilidade aos sistemas de gestão de resíduos sólidos urbanos baseados em tratamento mecânico e biológico, modelo técnico que se afigura crucial para a prossecução dos objectivos de reciclagem e de desvio de aterro. A esta inquestionável mais-valia associa-se o aproveitamento de uma fonte de energia endógena com potencial biogénico e de substituição de combustíveis fósseis, com as inerentes vantagens ambientais e energéticas. Preconiza-se nesta Estratégia um conjunto de medidas de incentivo ao mercado dos combustíveis derivados de resíduos, designadamente, no domínio da optimização da respectiva produção, do reforço dos instrumentos económicos e fiscais, das restrições à deposição em aterro, da agilização administrativa do licenciamento de unidades de produção, bem como da sensibilização e informação dos potenciais utilizadores, designadamente, da indústria e do sector energético. Pretende o Governo, através da presente Estratégia, dar um forte sinal ao mercado dos combustíveis derivados de resíduos, contribuindo decisivamente para a sua dinamização e, por conseguinte, para a sustentabilidade dos sectores dos resíduos e da indústria utilizadora destes combustíveis, com vantagens inequívocas para o ambiente e para a auto-suficiência energética do País. Assim, determina-se o seguinte: 1 - Aprovar a Estratégia para os Combustíveis Derivados de Resíduos (CDR), para o horizonte temporal de 2009-2020, em anexo ao presente despacho e que dele faz parte integrante. 2 - Os serviços tutelados pelos Ministérios do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional e da Economia e da Inovação devem adoptar as medidas necessárias para a imediata execução da Estratégia para os CDR. 3 - A Agência Portuguesa do Ambiente, na qualidade de autoridade nacional de resíduos, deve adoptar, no prazo de seis meses, as medidas necessárias para a preparação, nos termos do artigo 25.º do Decreto-Lei n.º 178/2006, de 5 de Setembro, das normas específicas complementares da Norma Portuguesa sobre CDR (NP 4486) que permitam a dispensa de licenciamento da operação de produção de CDR. 4 - A Estratégia para os CDR é objecto de uma avaliação intercalar a efectuar pela Agência Portuguesa do Ambiente, com a colaboração da Direcção-Geral de Energia e Geologia, até ao final de 2012. 5 - O presente despacho produz efeitos no dia seguinte ao da sua publicação. 26 de Agosto de 2009. - O Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, Francisco Carlos da Graça Nunes Correia. - O Ministro da Economia e da Inovação, Fernando Teixeira dos Santos. |
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