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#1361 |
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Registered User
Join Date: Aug 2007
Posts: 26
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![]() pelo que estava vendo na foto o shield não esta parado só por causa de manutenção o radier queele passa tambem não esta pronto |
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#1362 |
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Viagem Interna
Join Date: Dec 2006
Location: São Paulo
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Bem vindo , antes de mais nada!
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Retornarei quando for possível. Fiquem bem. |
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#1363 | |
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Registered User
Join Date: Mar 2007
Posts: 2,781
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.Não sei se tou certo, mas o único jeito de aumentar os salários, é aumentando a passagem. E isso vai ser beem difícil de fazer agora. Tou tentando entender uma coisa: hoje, com a vinda do Bilhete Único, como está sendo dividido o recurso Metrô / CPTM / Transportes sobre Pneus ? Porque se notarem bem, os investimentos parecem estar um pouco mal direcionados. E possa ser que a manutenção esteja comprometida por ísso também. |
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#1364 |
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Registered User
Join Date: Mar 2006
Posts: 5,213
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A modernização pode ajudar na medida em que troca componentes velhos, mas ela não é necessária para manter a frota rodando. O que precisa é de manutenção; o que eu acho que está acontecendo é que com o aumento do número de usuários nas linhas 1 e 2, e a extensão da linha 2 sem aquisição de novos trens, os Budd não estão sendo paralisados quando acontece alguma coisa menor ou talvez nem para manutenção preventiva, devido a saturação de capacidade. Só quando acontece algo grave que o pobre do velhinho é mandado pra oficina.
E se considerasse apenas a frota e passageiros atendidos, isso não seria problema. O problema é com a via, que quando um quebra causa um fuá; transporte em vias segregadas exige alta confiabilidade, e alguém resolveu contar com a sorte. Assim como no Casino, no final sempre se perde. |
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#1365 |
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Registered User
Join Date: Jun 2007
Location: São Paulo
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Ligeirinho, "Ka" não tem acento.
RKJ, não entendi seu comentário sobre via segregada. |
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#1366 | |
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Brasil-Belindia é aqui
Join Date: Dec 2006
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Mas o funcionário da SSO tem um rádio pra que? Pra se comunicar com o CCO que vai comunicar o OT sobre esse problema que poderia ter sido resolvido em uma das estações terminais (como faziam antigamente). Mas não resolveram. Preferem deixar que um vãndalo acione o botão em algum tunel fazendo um trem parar prejudicando a circulação da linha. Ai alguns funcionários covardes ligados ao sindicato vão soltar notas anônimas dizendo que a manutenção do metrô é falha, que há corte de verbas,etc. Ai a imprensa vai cair matando em cima do metrô e vai jogar o povo contra a empresa, devido à essa tática suja do sindicato. Todos sabem que esse sindicato do metrô não defende o interesse de seus trabalhadores filiados, mas sim interesses políticos de seus partidos. Ou vocês acham que várias falhas em ano eleitoral são mera coincidência? Na Barra Funda apesar de ser muito fácil, os OT's estão pouco se lixando para essas proteções. Tanto que mesmo sabendo que trens estão partindo no horário de pico sem essas proteções, nada fazem à não ser ignorar o problema. O zêlo que os funcionários tem pelo sistema está diminuindo cada vez mais. . . |
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#1367 |
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Registered User
Join Date: Mar 2006
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Não tem pista de ultrapassagem para um trem passar por um trem com defeito, como seria possível por exemplo no corredor de ônibus de Santo-Amaro, ou se houvessem 4 vias ao invés de 2 ao longo de todo o trajeto do metrô.
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#1368 | |
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PRO BRASILIA FIANT EXIMIA
Join Date: Jul 2007
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1914 - 1942: Società Sportiva Palestra Italia 1942 - Hoje: Sociedade Esportiva Palmeiras "Explicar a emoção de SER PALMEIRENSE, a um Palmeirense, é totalmente desnecessário. E a quem não é Palmeirense... é simplesmente impossível!!!" |
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#1369 |
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PRO BRASILIA FIANT EXIMIA
Join Date: Jul 2007
Location: Itapevi
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Ah, outra coisa, se o cara acionar o botão-soco dentro de um túnel, o trem não vai parar lá dentro. Ele vai alinhar (estacionar, parar) na próxima estação para, aí sim, ser verificado o problema. E proteção nenhuma impede vandalismo.
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1914 - 1942: Società Sportiva Palestra Italia 1942 - Hoje: Sociedade Esportiva Palmeiras "Explicar a emoção de SER PALMEIRENSE, a um Palmeirense, é totalmente desnecessário. E a quem não é Palmeirense... é simplesmente impossível!!!" Last edited by [S.E.P.]ẰηdέѓşǿИ; January 21st, 2008 at 03:14 AM. |
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#1370 |
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Registered User
Join Date: Jun 2007
Location: São Paulo
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Ah, claro, muito viável isso...inclusive é super comum metrôs (subterrâneos) terem pistas de ultrapassagens.
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#1371 | |
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Registered User
Join Date: Mar 2006
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Justamente por não ser viável construir túneis e trilhos em duplicidade é que o material rodante precisa ser bastante confiável. Não funciona colocar toda a frota na linha e ir esperando as quebras, pois cada quebra causa um caos. |
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#1372 | |
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Tem que ver isso ai
Join Date: Sep 2007
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#1373 |
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Viagem Interna
Join Date: Dec 2006
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Após falhas, Metrô adota medidas para elevar segurança
da Folha Online O Metrô irá adotar a partir desta segunda-feira medidas para evitar novas panes no sistema, que provocaram problemas em três oportunidades no intervalo de nove dias. A última falha ocorreu no sistema de tração de uma composição, que durou mais de duas horas e afetou os passageiros que utilizavam o metrô na manhã de sexta-feira (18). No dia seguinte, sábado (19), o secretário de Transportes Metropolitanos, José Luiz Portella, teve uma reunião com técnicos da empresa e ficou definido que serão adotas 21 medidas para elevar a segurança no sistema, a curto, médio e longo prazos. Os detalhes serão divulgados hoje. Entre as medidas estão a melhoria de comunicação nas estações, contratação de 200 trabalhadores temporários e compra de equipamento para manutenção das vias --o último equipamento deste tipo foi comprado pelo Metrô em 1975. ( ![]() ![]() )Ainda segundo o secretário, está prevista a compra de 99 novos trens e ampliação das linhas do Metrô e da CPTM. ( precisam repetir isso sempre???) Falhas Na sexta-feira (18), uma falha no sistema de tração causou a parada de uma composição do metrô entre as estações Paraíso e Ana Rosa, na linha 1-Azul (Jabaquara-Tucuruvi), causando aumento de intervalo entre os trens e o acúmulo de passageiros na plataforma. Na ocasião, os usuários tiveram que ser retirados pela passarela de emergência (localizada ao lado dos trilhos) e seguiram até a estação Paraíso. Em seguida, o trem foi rebocado até o estacionamento do Metrô no Jabaquara. Não foi a primeira pane no sistema. Na terça-feira (15) uma composição do metrô de São Paulo que trafegava pela linha 3-Vermelha (Corinthians-Itaquera/ Palmeiras-Barra Funda) apresentou problema e teve de ser retirada de circulação. Na manhã do dia 9, uma falha elétrica localizada prejudicou a circulação de trens na linha 1-Azul. O problema foi detectado entre as estações Santa Cruz e Praça da Árvore, na zona sul da cidade. Na ocasião, o intervalo entre um trem e outro chegou a 10 minutos. Brincaram que o o carro de manutenção é o mesmo desde o primeiro ano da operação comercial.... Jesus, vai fazer economia burra na casa do c.......
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#1374 |
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Subway and train Forever!
Join Date: Mar 2006
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Após 4ª pane, Metrô de SP diz que opera no limite
19/01/2008 - O Estado de S. Paulo Pela quarta vez este ano, o metrô teve uma pane. Em duas horas, pelo menos 125 mil pessoas ficaram sem condução. Às 6h47 de ontem, um trem da Linha Azul que seguia para o Jabaquara parou no túnel, entre as Estações Paraíso e Ana Rosa. O calor e o aperto nos vagões parados fizeram passageiros passar mal. Muitos deles tiveram de sair pelo corredor de serviço ao lado da via. Uma multidão se formou nas plataformas das Linhas Azul e Verde. Quando lá em baixo já não cabia mais ninguém, centenas de pessoas se aglomeraram do lado de fora da catraca. No alto-falante, um aviso: “Os trens estão circulando com velocidade reduzida.” No grito dos funcionários, outro: “Não há operação no sentido Jabaquara.” Oficialmente, o caos terminou às 8h45, quando o trem em pane foi removido. Mas às 10 horas os usuários ainda sentiam os efeitos da falha. O Metrô informou que o problema ocorreu no sistema de tração do trem. A reportagem apurou que a falha foi causada pela quebra do engate entre dois vagões. Com isso, a carga de 750 volts captada do “terceiro trilho” da via (cabo de eletricidade) não circulou na composição e os motores ficaram sem alimentação. “Em alguns horários, estamos operando no limite da capacidade”, admitiu o diretor de Operações do Metrô, Conrado Grava de Souza. Embora ele negue problemas na manutenção, técnicos afirmam que o aumento da demanda tem dificultado o trabalho de prevenção de falhas. Passageiros andaram 15 minutos em corredor - Usuários de uma das composições afetadas pela pane de ontem no metrô passaram por momentos caóticos, perto da Estação Paraíso. “Fomos em fila indiana, num corredor, segurando pelo corrimão. Levou uns 15 minutos, porque só dava para passar um de cada vez”, disse o jornalista José Roberto de Ponte, de 26 anos. O defeito aconteceu quando Ponte se preparava para descer. Como sabia que a Estação Paraíso estava a poucos metros, Ponte se levantou e andou em direção à porta. No mesmo instante, o trem parou. A ventilação continuou funcionando. “Achei que fosse voltar em poucos minutos. O Metrô costuma resolver rápido.” Uma senhora começou a falar em quebrar o vidro. Outra desmaiou. As pessoas abriram espaço, um funcionário do Metrô chegou para ampará-la, mas não havia como tirá-la. Depois de 20 minutos parados, o condutor avisou: “O reparo está previsto para terminar em cinco minutos.” E, por mais 20, os passageiros tiveram de esperar. Quando começou a ficar abafado, os funcionários do Metrô chegaram, as portas foram abertas, e todos começaram a sair por uma passagem estreita, a 50 metros da plataforma. No momento da pane, a doméstica Marta da Conceição, de 36 anos, estava com a filha de 9 meses num trem entre as Estações São Bento e Sé. Ficou 45 minutos dentro do vagão. “Fiquei nervosa por causa da minha filha”, disse. “Ela começou a suar, ficou vermelha, inquieta.” Perto de Marta, uma mulher desmaiou. “Começaram a gritar, diziam que era para quebrar o vidro, mas alguém pegou a machadinha de emergência e conseguiu abrir a porta.” Em seguida, um funcionário do Metrô chegou e levou a passageira para a plataforma. Marta previa entrar no trabalho às 7h30, mas chegou às 10 horas. Na Estação Ana Rosa, a espera ultrapassou uma hora. Em média, no horário de pico, não passa de dois minutos. A copeira Flaviane Sampaio, de 21, alimentou por 55 minutos a esperança de que “daqui a pouco” embarcaria para a Estação Jabaquara. Desistiu e foi para outra fila, a do telefone. Muitos resolveram avisar que chegariam atrasados. Outros foram para pontos de ônibus ou táxi, não sem antes parar na SSO para reclamar aos funcionários da falta de informação. Demanda dificulta manutenção preventiva, alerta especialista - O crescimento do número de passageiros, provocado pelo bilhete único, é só um dos aspectos por trás das recorrentes falhas técnicas registradas pelo metrô - foram seis nos últimos 36 dias. Para especialistas, o volume insuficiente de recursos destinados à manutenção preventiva, a idade avançada dos equipamentos e da frota de trens em circulação e até a escassez de técnicos mais experientes ajudam a explicar a origem dos transtornos enfrentados por milhares de pessoas. Apesar disso, os experts ouvidos pelo Estado foram categóricos em dizer que não há riscos à segurança. Os técnicos disseram que nos últimos dez anos, os gastos da Companhia do Metropolitano com manutenção foram desproporcionais à explosão da demanda e ao aumento natural de preços dos insumos - análise que a direção do Metrô contesta. Mas, disseram os especialistas, as panes passaram despercebidas porque a demanda era cerca de 10% inferior à atual - de 844,5 milhões de passageiros, conforme dados de 2007. O panorama mudou após maio de 2006, com a integração do bilhete único dos ônibus à rede sobre trilhos. Em um ano, só a Linha 3, a mais movimentada das quatro linhas de metrô da cidade, recebeu, em média, 70 mil novos passageiros por dia. O reflexo mais imediato foi a superlotação das plataformas de embarque e dos trens. Nos horários de pico, os vagões da Linha 3 passaram a receber até 8,6 passageiros por metro quadrado, ante um limite considerado “suportável” de 6 pessoas por metro quadrado. Por medida de segurança, a companhia foi obrigada a reduzir em 10% a velocidade média das composições, elevando em até 4 minutos o tempo de viagem em algumas linhas. Num sistema de transporte de alta capacidade e vital para os deslocamentos numa metrópole como São Paulo, a pressão da demanda também tem impacto direto sobre a manutenção, afirmam os técnicos. “Os períodos de ‘vale’ (horários com menor fluxo de passageiros) estão ficando cada vez mais raros no metrô”, afirmou o engenheiro Telmo Giolito Porto, professor do Departamento de Transportes da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP). “Se você não tem como dar um sossego para os trens, fica quase impossível cumprir o planejamento de manutenção preventiva.” A partir daí, a conclusão é lógica: “Em vez de trabalhar para evitar as quebras, a companhia só consegue agir de forma corretiva, o que é muito ruim.” Para o presidente do Sindicato dos Metroviários, Wagner Gomes, o quadro atual seria menos preocupante se o investimento em manutenção não tivesse sido negligenciado ao longo dos anos. “Foi uma opção tomada exclusivamente pelos governantes, que decidiram focar na expansão da rede”, afirmou. A oito meses de o Metrô completar 34 anos de operação comercial, equipamentos e seus funcionários estão envelhecidos. Do ponto vista técnico, isso implica custos adicionais. Fontes do setor metroferroviário estimam que os gastos com manutenção crescem 3% ao ano em sistemas com até 20 anos de uso. Acima disso, como é o caso de São Paulo, o aumento pode chegar a 5%. “A obsolescência do nosso metrô faz com que alguns componentes tenham de ser produzidos pelas próprias oficinas da companhia ou retirados de outros trens, pois não há similares à venda no mercado”, disse Porto. Já para o corpo técnico da empresa, a passagem dos anos representa acúmulo de experiência - não por acaso, os engenheiros e técnicos do Metrô são tidos como os mais experientes do País. “Seria perfeito se a legislação trabalhista e a própria empresa não ‘expulsassem’ esses profissionais”, pondera o engenheiro Manoel da Silva Ferreira Filho, presidente da Associação dos Engenheiros e Arquitetos do Metrô. Em setembro de 1999, a companhia lançou um Programa de Demissão Voluntária para enxugar seu corpo técnico. Cerca de 700 pessoas aderiram. Não bastasse isso, uma lei obrigava autarquias a aposentarem os funcionários que atingissem 55 anos. A decisão só foi revogada em 2006, depois que o Metrô já havia perdido parte de seus engenheiros. “Estamos vivendo uma fase de transição de gerações”, comenta Ferreira Filho. “O ideal seria que os mais velhos transmitissem conhecimento aos novatos. Só que isso não está acontecendo - e justamente no momento em que o metrô enfrenta essa explosão da demanda.” Companhia vai contratar 200 para manutenção - Embora negue que as recentes falhas estejam relacionadas à falta de manutenção preventiva, em nota divulgada na noite de ontem o Metrô admite indiretamente que o setor estava defasado tanto em recursos quanto em pessoal. Em 2008, a companhia terá R$ 59 milhões para investir na aquisição de peças de reposição - volume de recursos 96% superior ao de 2005. A equipe também será reforçada com a contratação de 200 funcionários só para manutenção. Outros 250 serão alocados no setor de operações. O diretor de Operações do Metrô, Conrado Grava de Souza, diz que, no ano passado, a companhia iniciou processo de modernização do sistema de sinalização de via. Também vai adquirir novas composições. Estão previstas a compra de 16 trens para a Linha 2, 10 para a Linha 3 e 7 para a Linha 1. Entretanto, só em 2010 todas as novas composições estarão em circulação. “Estamos atentos ao aumento de demanda e faremos os investimentos necessários”, garantiu Souza, que preferiu não comentar os investimentos feitos por gestões anteriores. “Assumi no ano passado e, desde então, posso dizer que aplicamos o necessário na manutenção.” |
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#1375 |
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Viagem Interna
Join Date: Dec 2006
Location: São Paulo
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Isso ainda vai dar pano para manga... Coitada da Balzaquiana linha 1......
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#1376 | |
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PRO BRASILIA FIANT EXIMIA
Join Date: Jul 2007
Location: Itapevi
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1914 - 1942: Società Sportiva Palestra Italia 1942 - Hoje: Sociedade Esportiva Palmeiras "Explicar a emoção de SER PALMEIRENSE, a um Palmeirense, é totalmente desnecessário. E a quem não é Palmeirense... é simplesmente impossível!!!" |
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#1377 |
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Coffee and TV
Join Date: Jun 2007
Location: Osasco
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SUGESTÃO
Com os acontecimentos dos ultimos meses na Cia. do Metrô eu tive uma ideia e ve o que vocês acham:
Que tal criarmos um thread com as sujestões e raclamações a respeito do que está pior ou que pode melhorar nas linhas da CMSP. Por exemplo: Uma reclamação que eu tenho é que, quem vem pela estação Paraíso para pegar a linha 2 verde sentido Alto do Ipiranga encontra tanta dificuldade de acesso que acaba tendo que ir até Estação Brigadeiro ou Ana Rosa da Linha 1 Azul. Outra reclamação que eu tenho é sobre a falta de cameras nas escadas rolantes - houve uma vez que, antes de inaugurarem o elevador da sé, teve um deficiente com muletas que ia da linha azul para a linha 3 vermelha e caiu da escada rolante. Varias pessoas vieram ajudar e eu fui chamar ajuda, já que ninguém na estação tinha registrado o ocorrido - e o senhor tava bem ferido. (Se falar que, nos 15 minutos que fiquei esperando com outras pessoas, ninguém veio prestar socorro ao senhor.) Mais uma reclamação é que toda vez que mando e-mails para o metro, eles voltam com notificação de não envio - sendo que eu mando pelo proprio site da companhia. Bom, se vcs acham que a ideia seria pertinente, criemos um thread... |
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#1378 | |
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Registered User
Join Date: Jun 2007
Location: São Paulo
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Sobre as câmeras, bem, temos que lembrar que as escadas rolantes até possuem controle remoto no SSO, mas ele nunca é usado...então, não mudaria muita coisa. E sobre os e-mail's, bem, aí é na área de TI. |
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#1379 | |
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Registered User
Join Date: Jun 2007
Location: São Paulo
Posts: 2,231
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Após 4ª pane, Metrô de SP diz que opera no limite Alguém aí quer vender 51 trens novos pra L1? E o sistema CTBC? xD |
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#1380 | |
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Brasil-Belindia é aqui
Join Date: Dec 2006
Posts: 6,666
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Se o metrô precisa de câmeras é só pedir para a CPTM que está retirando as mesmas de diversas estações da linha B. . . |
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