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Imagens Minho, Douro e Trás-os-Montes



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Old July 13th, 2007, 02:12 AM   #1
O Prof Godin
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Mosteiro e Igreja de Salzedas

É engraçado que sendo eu católico não aprecio grandemente a arte sacra…e a arquitectónica…mas a pedido de vários hereges, agnósticos e outros credos, aqui vai Salzedas…

Uma parte é pública e outra é privada, pertença da família do engenheiro Reboxo, cuja viuva nos recebeu muito bem, com direito a vinho do Porto, chá e torradas…quando encontrar essas fotos ponho…
















































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Old July 13th, 2007, 03:00 AM   #2
Phobos
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Que facahda fantástica que a igreja tem.Desconhecia-a por completo.Assim á primeira vista até lembra-me a Igreja da Falperra em Braga,que é outro exemplo maravilhoso do Rococó.
É pena que o edifício está por acabar..
Muito bom thread prof.!
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Old July 13th, 2007, 11:05 AM   #3
Arpels
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pena não o terem acabado de facto
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Old July 13th, 2007, 11:26 AM   #4
Barragon
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A ultima vez que fui lá estava tudo desarrumado lá dentro... alguém sabe de actualizações?
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Old July 13th, 2007, 11:33 AM   #5
Arpels
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A ultima vez que fui lá estava tudo desarrumado lá dentro... alguém sabe de actualizações?
não sei em k ano la foste mas parece-me k andou ou anda em obras, tenho aqui um blog com fotos de um claustro con andaimes em 2005 http://salzedas.blogspot.com/2005/12...ustros-do.html
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Old July 13th, 2007, 11:40 AM   #6
Fmars
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Da ultima vez que lá fui, estava tudo de pernas para o ar. Ao que parece o mosteiro como está actualmente foi um acrescento a um edificio mais antigo. Quando estive lá estavam a tirar o reboco e podia-se ver os pilares e as paredes da construção anterior.
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Old July 13th, 2007, 11:47 AM   #7
Arpels
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o mosteiro é mto antigo (medieval) sendo o k se ve actualmente é na sua maioria Barroco (sec. XVII/XVIII), consta k na época do Guterres ele teria prometido o arranjo integral do mosteiro as obras vão seguindo lentamenteeeee:




Last edited by Arpels; July 13th, 2007 at 12:43 PM.
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Old July 13th, 2007, 01:07 PM   #8
pedrodepinto
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Boas fotos !
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Old July 13th, 2007, 02:53 PM   #9
Fmars
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Porque diabo não se acabam estes monumentos. Deita-se tanto dinheiro fora a apoiar algumas actividades culturais passageiras e sem interesse nenhum, e não há para acabar um monumento que vai durar séculos.
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Old July 13th, 2007, 06:26 PM   #10
O Prof Godin
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…é uma boa pergunta Fmars…mas temos de deixar algo para as gerações futuras terem com que se entreter…

Boas fotos Alpels…
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Old July 13th, 2007, 06:29 PM   #11
O Prof Godin
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Já me esquecia: Refes e biblo

Mosteiro e Igreja de Salzedas

IPA
Monumento

Nº IPA
PT011820050011

Designação
Mosteiro e Igreja de Salzedas

Localização
Viseu, Tarouca, Salzedas

Acesso
EN 226,ao Km. 23,6, para EM 520, a 5,7 Km.; na Pç. de António Pereira de Sousa, no centro da povoação

Protecção
MN, Dec. nº 67/97, DR 301 de 31 de Dezembro 1997 ( igreja ) *1; em estudo ( mosteiro )

Enquadramento
Urbano ( igreja ) e rural ( convento ), a meia encosta, no vale do rio Torno e do Varosa, destacado e separado parcialmente por zona agrária e muro, em zona de interesse paisagístico.

Descrição
Mosteiro composto por igreja de planta longitudinal, sacristia, claustros e residência paroquial. A igreja é composta por três naves escalonadas, transepto e capela-mor, de volumes articulados com disposição horizontalista das massas, à excepção do alçado principal, com sacristia e dois claustros adossados ao lado S.. Coberturas de telhados diferenciados de uma, duas e quatro águas. Alçado principal, voltado a O., de três corpos separados por pilastras, o central ligeiramente recuado, com pórticos de arco abatido encimados, os laterais, por frontões semi-circulares, tendo o central espaldar e cornija encurvados. O segundo nível do alçado é delimitado por um friso, vendo-se sobre o pórtico principal um frontão curvo interrompido, recebendo um óculo central de perfil recortado e polilobado e sobre os pórticos laterais, dois óculos ovais encimados por cornijas triangulares curvas. Remate do conjunto inacabado, com pilastras dos corpos laterais encimadas por pináculos e urnas. Em plano mais recuado, do lado N., encontra-se a torre sineira com cobertura posterior de quatro águas. No corpo da nave, contrafortes ladeiam janelões trilobados de base horizontal. Em plano superior, sobre a água do telhado, contrafortes e janelões de arco abatido iluminam a nave central. O corpo do transepto, ladeado por pilastras sustentando pináculos, com fenestrações de arco abatido e um grande janelão, virado a N., de arco de volta inteira, dividido em três, é rematado por frontão de lanço encimado por cruz pétrea. Alçado E. é fenestrado, com frontão de lanço encimado por cruz. O alçado lateral S. encontra-se adossado às dependências conventuais. INTERIOR com coro-alto assente em arco em asa de cesto, sendo marcado por moldura de cantaria contracurvada e protegido por guarda de madeira. A nave central dividida em cinco tramos, definidos por arcos torais a pleno centro, permitindo a comunicação com as laterais. Assentam em pilares de perfil quadrangular, unidos por friso e cornija, os quais sustentam igualmente a abóbada de arestas que cobre a nave central. As laterais, de menor altura, são cobertas por abóbadas de nervuras e possuem altares, formando capelas intercomunicantes aravés de arco de volta perfeita. No transepto, três absidíolos, dois do lado do Evangelho e um no lado da Epístola. Arco triunfal a pleno centro. Capela-mor apresenta em cada muro três grandes janelas, encimadas por concheado e cornija contracurvada, sendo divididas por pilastras. Superiormente, corre friso e cornija, a que se suceddem janelas, tornando a capela-mor um espaço intensamente iluminado. Retábulo de talha policromada, cadeiral e anjos tocheiros a ladear o altar-mor. Cobertura em abóbadas de aresta semelhantes às da nave. A sacristia, do lado da Epístola, abobadada com ogivas apoiadas em duas colunas, tem comunicação com o antigo dormitório. Do lado do Evangelho, uma porta de acesso a divisão que comunica com o piso superior, que foi a antiga hospedaria, paralela à igreja e corpo paralelo dos antigos dormitórios com comunicação em nível superior. Ao alçado S., adossam-se os dois claustros e antigas instalações do mosteiro. Um dos claustros, o denominado Claustro Grande, é composto, nas quadras, por arcos de volta inteira no primeiro piso, coberto por abóbadas de ogiva, e galeria superior fechada, com janelas encimadas por frontão triangular e encimadas por eirado. Este é coberto por abóbadas de berço. Numa das alas, situa-se a sala do capítulo de planta quadrangular e abóbada de nervuras, revestida por silhares de azulejo padrão. A ala S. comunica com outro claustro, em estado de ruína, de arcos de volta inteira, assentes em coluna de fuste liso, desenvolvendo-se, no segundo piso, a residência paroquial. Dependências do antigo mosteiro, em ruínas, e outras construções incaracterísticas completam o conjunto. No exterior, ao lado do alçado principal, um edifício de dois pisos, pertencendo ao antigo convento, com pórtico renascentista, sobre o qual se encontra um nicho rematado por frontão curvo. No exterior, à esquerda um cruzeiro. O acesso ao segundo piso faz-se através de escada exterior. A meio do imóvel, uma chaminé saliente. A Capela do Desterro é em forma hexagonal, com panos divididos por pilastras encimadas por pináculos. São rasgados por óculos sextavados. Portal principal com pilastras, friso, frontão triangular interrompido e pináculos. Cobertura a seis águas, com pequeno lanternim no centro. Cerca ajardinada, com vários templetes e nichos com imaginária.

Descrição Complementar
Retábulo principal com planta convexa, tendo a zona central, compreendida entre duas colunas com capitéis coríntios e fuste liso marmoreado, painel representando a Assunção da Virgem. Lateralmente, pilastras decoradas com concheados e motivos fitomórficos dourados. Remate por frontão interrompido, com dois anjos de vulto e, num medalhão central, a representação escultórica da Santíssima Trindade. Retábulos laterais de madeira pintada de branco, com apontamentos dourados e painéis centrais pictóricos, ladeados por colunas de capitéis coríntios e fuste liso, com remate em frontão interrompido e espaldar proeminente. Os altares são em forma de urna. Capela colateral, do lado do Evangelho, dedicada a Nossa Senhora da Conceição, segue o esquema do retábulo principal, mas com espaldar simples, com remate em cornija e contendo resplendor. Possui duas telas atribuídas a Vasco Fernandes e dois túmulos medievais nas naves laterais. Junto ao arco cruzeiro, órgão positivo de seis registos.

Utilização Inicial
Cultual e conventual: Mosteiro masculino da Ordem de Cister

Utilização Actual
Cultual: igreja / Residencial: casa (zona monacal) / Industrial: armazéns (mosteiro)

Propriedade
Privada: Igreja Católica ( igreja ) / Privada: Pessoa singular ( dependências monacais: sala do capítulo, capela do Desterro, cerca e parte agrícola )

Afectação
Culto, Portaria de 29 Maio 1939

Época Construção
Séc. 12 / 16 / 17 / 18 / 19

Arquitecto | Construtor | Autor
PINTOR: Pascoal Parente (1764). SERRALHEIRO: António Luís (1713).

Cronologia
1150 - D. Teresa Afonso compra ao abade Ranol vários prédios em Lamatrema, Vila Chã, Lamelas, Fonte de Formilo ( Granja Nova ) e Barreiros, para integrarem o couto do mosteiro de Argeris ( Salzedas ); compra de várias terras na área de Fonte de Salzeda; 1155 - D. Teresa Afonso adquire a Frei Randulo um conjunto de propriedades junto à mesma Fonte; séc. 12, meados - início da construção da igreja primitiva *2, provavelmente junto ou sobre um edifício de raíz pré-românica; 1163 - carta de D. Afonso Henriques que doa o Couto de Algeris ( depois chamado de Salzedas ) a D. Teresa Afonso, viúva de Egas Moniz, para que esta o ofereça ao Mosteiro de Salzedas, da Regra de São Bento; 1164, Março - D. Mendo cede a jusrisdição sobre o Mosteiro de Salzedas ao rei e a S. Teresa Afonsp, em troca da igreja e couto de Bagaúste e de dois casais em Vila de Rei; 1196 - a comunidade religiosa adoptou a ordem de Cister; 1225 - conclusão e consagração da segunda igreja; 1320 - tinha 3500 libras de rendimento; séc. 16 - D. João III extingue o convento; 1536 - visitação manda que se acabasse de trazer água da fonte para o refeitório, que se pusesse uma grade no coro e que se guarnecessem de madeira os bancos do claustro; 1564 - restauro do convento; séc. 17 - profundas remodelações; séc. 18 - continuação das remodelações de que é exemplo a fachada principal; 1713, 30 Junho - contrato com o serralheiro António Luís para a execução de 22 grades de ferro para as janelas do claustro novo, segundo o modelo das da Casa do Cabido da Sé de Lamego; cada uma custou de ferro e feitio 26$000; 1764 - data na tela da "Sagrada Família" da sacristia, executada por Pascoal Parente; séc. 19 - construção da torre sineira; 1834 - extinção do convento; 1990 - parte das dependências anexas ruíram; 1992 - as obras em decurso puseram em evidência a igreja primitiva, do século 13; 1995, 7 Fevereiro - despacho ministerial para classificação da igreja como MN.

Tipologia
Arquitectura religiosa, românica, gótica, maneirista, barroca. Mosteiro masculino cisterciense, composto por igreja de planta longitudinal com três naves escalonadas, com cobertura em abóbadas de aresta e ogivais, com transepto saliente e capela-mor profunda, mais estreita, com sacristia e claustros anexos ao lado S.. Estrutura do edifício é românico-gótica, sendo reformulado nos períodos maneirista, em que foram rasgadas as fenestrações do transepto e feito o claustro grande de dois andares, e barroco, com a criação de uma nova fachada principal, enquadramento do coro-alto, e um tratamento do espaço interno à romana. Estruturas retabulares joaninas e silhares de azulejos barrocos, do tipo padronagem e figurativo azul e branco.

Características Particulares
O mosteiro organiza-se à volta de dois claustros de épocas distintas. As sucessivas reconstruções da igreja mantiveram a planimetria, parte do alçado e até coberturas abobadadas de algumas capelas. As marcas da existência de outras duas igrejas anteriores à actual são visíveis entre os dois pilares da nave, num arco em ogiva à esquerda do transepto e na abóbada de berço do tramo da capela colateral N.. As pinturas de Pascoal Parente seguem as gravuras seiscentistas de Arnoldus von Wasterhout.

Dados Técnicos
Paredes autoportantes, estrutura autónoma e mista.

Materiais
Granitos, alvenarias, rebocos, madeiras.

Bibliografia
BRITO, Fr. Bernardo de, Chrónica de Cister, Lisboa, 1720; LEAL, Pinho, Portugal Antigo e Moderno, Lisboa, 1878; CORREIA, Vergílio, Artistas de Lamego, Coimbra, 1923; MOREIRA, Vasco, Monografia do Concelho de Tarouca, Viseu, 1924; VASCONCELOS, J. Leite de Memórias de Mondim da Beira, Lisboa, 1933; REIS, Baltasar dos, Livros da fundação do Mosteiro de Salzedas, por Frei Baltasar dos Reis, Lisboa, 1934; REIS, Baltasar dos, Breve relação da fundação e antiguidade do Mosteiro de Santa Maria de Salzedas, Lisboa, 1936; COCHERIL, Dom Maur, Notes sur la architecture et le décor dans les abbayes cisterciennes du Portugal, Paris, 1972; COCHERIL, Dom Maur, Routier des Abbayes cisterciennes du Portugal, Paris, 1978; DIAS, Pedro, Alguns aspectos da recepção das correntes ar´tisticas em Coimbra durante o século XVI, in A Sociedade e a Cultura de Coimbra no Renascimento, Actas do Simpósio Internacional, Coimbra, 1982, p. 108; REAL, Manuel Luís, A Abadia Velha e Salzedas. Notícia do aparecimento das suas ruínas, in Revista de Guimarães, n.º 92, Guimarães, 1983; FERNANDES, A. de Almeida, Os Primeiros Documentos de Santa Maria de Salzedas ( até à morte da fundadora ), in Separata da Revista de Guimarães, vols. 44 e 45, Guimarães, 1985; Guia de Portugal, Trás-os-Montes e Alto Douro, vol. V, Lisboa, 1988; VALENÇA, Manuel, A Arte Organística em Portugal, vol. II, Braga, 1990; COSTA, M. Gonçalves da, História do Bispado e Cidade de Lamego, Lamego, 1992; TEIXEIRA, Ricardo, RODRIGUES, Miguel, TORRE RODRIGUEZ, José Ignacio de la, MELO, Maria do Rosário, Intervenção Arqueológica na Abadia Velha, Ucanha - Tarouca, in II Congresso Internacional sobre o Rio Douro, Vila Nova de Gaia, Maio, 1996; MARREIROS, R., Os bens da Coroa na posse do Mosteiro de Salzedas em 1347, in Douro - Estudos & Documentos, vol. II, n.º 4, 1997, pp. 119-146; SARAIVA, Anísio Miguel Bemhaja, A Sé de Lamego na primeira metade do século XIV, [ dissertação de mestrado ], 2 vols, Coimbra, 2000; RODRIGUES, Miguel Areosa, TEIXEIRA, Ricardo Abrantes, TORRE RODRIGUEZ, José Ignacio de la, Perspectivas para o estudo arqueológico dos estabelecimentos cistercienses do Vale do Varosa ( Tarouca ), in Actas do Colóquio Internacional Cister Espaços, Territórios, Paisagens, vol. II, Lisboa, Dezembro 2000, pp. 505-516; LEC, Diagnóstico sobre as condições de estabilidade do claustro do Séc. XVII do Mosteiro de Salzedas, em Tarouca, Guimarães, Dezembro de 2000; ALVES, Alexandre, Artistas e Artífices nas Dioceses de Lamego e Viseu, vols. II e III, Viseu, 2001.



Intervenção Realizada
DGEMN: 1980 / 1981 - obras de recuperação e valorização; 1983 - consolidação da ala poente do denominado Claustro Grande, com a demolição da abóbada do segundo piso, substituída por uma de betão armado; reconstrução da parede de separação entre os dois claustros; consolidação do Claustro Pequeno, com colocação de laje de piso, com tirantes que uniram os arcos do primeiro andar à parede do edifício contíguo; levantamentod o telahdo sobre a galeria do segundo piso; 1986 - obras de recuperação; 1987 - construção de parte das coberturas sobre a nave lateral esquerda, picagem dos rebocos interiores, reconstrução de pavimentos e tectos da zona da antiga cozinha; 1988 - obras de conservação; 1990 - reconstrução de coberturas e obras de consolidação das coberturas das dependências anexas, integradas no Claustro Pequeno; beneficiação da ligação da capela-mor à sacristia; reconstrução da guarda do segundo piso do Claustro Pequeno; 1992 - beneficiação das coberturas, picagem de rebocos interiores, paramentos e drenagens do alçado lateral esquerdo; IPPAR: 1998 - reparações diversas, nomeadamente nas coberturas.

Observações
*1 - DOF: incluindo as tábuas quinhentistas, uma imagem da Virgem em prata, um contador de sacristia semelhante ao do mosteiro do Bouro, o cadeiral e todos os elementos de valor artístico ainda existentes, a Sala do Capítulo, forrada de azulejos do séc. 17, a Capela do Desterro, revestida de azulejos do séc. 18, e os jardins anexos: segundo reclassificação, uma vez que foi classificada como IIP, pelo dec. n.º 95/78, de 12 de Setembro. *2 - os vestígios existentes na zona ( parte da abside e de um absidíolo ), mostram que o edifício era de três naves, com transepto saliente e cabeceira escalonada, com remates poligonais e perfis não coincidentes no exterior e interior.

Fonte: www.monumentos.pt
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Old July 13th, 2007, 11:24 PM   #12
JohnnyMass
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então e ninguém tem os desenhos com as torres acabadas? é que se bem me lembro aquando da minha visita lá aqui há uns anos elas existiam.
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Old July 13th, 2007, 11:37 PM   #13
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O Claustro Grande é lindíssimo, como podem deixar este tipo de património em tal estado de conservação, revolta-me, felizmente já está a ser alvo de obras.
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Old July 14th, 2007, 04:13 PM   #14
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então e ninguém tem os desenhos com as torres acabadas?
Se alguém os tivesse e pudesse postar seria excelente !
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Old July 14th, 2007, 04:16 PM   #15
Arpels
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numca vi desenho com elas acabadas, provavelmente os k haviam eram os dos arquitectos e devem ter sumido na névoa da historia...

Last edited by Arpels; July 14th, 2007 at 04:26 PM.
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Old July 14th, 2007, 04:21 PM   #16
pedrodepinto
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numca vi desenho com elas acabadas, provavelmente os k haviam eram os dos arquitectos e devem ter sumido na névoa da historia...
Talvez ...

Last edited by Arpels; July 14th, 2007 at 04:26 PM.
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Old July 14th, 2007, 06:30 PM   #17
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…existir devem ter existido…ou não…
Raramente tenho encontrado desenhos originais dos edifícios até ao século XIX, em Portugal…até já me tenho perguntado como é que os faziam…
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Old July 14th, 2007, 11:11 PM   #18
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tenho de lá voltar para investigar portanto!
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Old July 15th, 2007, 04:37 PM   #19
Arpels
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pode ser, vais disfarsado de inspector martelada com chapeu e gola alta dobrada nas pontas
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Old July 16th, 2007, 02:35 PM   #20
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até já me tenho perguntado como é que os faziam…
Realmente não deixa de ser curioso ...
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