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#2181 |
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O problema é bem mais complicado rapazes, não é apenas pegar o terminal da asa sul, e socar todos os ônibus ali, parece simples, mas de fato não é. Primeiro tem que ver todas as demandas de cada linha, e de onde elas irão do ponto inicial até o ponto final.Um exemplo, uma linha do Gama com os seguintes destinos. UNB, L2 Norte/Sul, W3 Norte Sul e Rodoviária e Esplanada. Então quando houver a integração, essas 4 rotas deixarão de existir, somente existindo Gama ao Terminal Asa Sul, e aí, nesse terminal, as pessoas irão fazer baldeação para esses 5 destinos. Então como consequência, o número de veículos e linhas utilizadas no Gama irá diminuir certo? Lógico, isso no trajeto do Gama ao terminal. Agora que vem o caso, como na W3 Sul e futuramente na W3 Norte terão o VLT, não terá grandes impactos o número de ônibus, pois serão substituidos pelo VLT. O mesmo ocorrerá na Esplanada. Agora a duvida é a UNB, se as pessoas terão que pegar o 3o modal ou se do terminal da Asa Sul, eles peguem um ônibus articulado passando pela L2 sul até a UNB, ou se as pessoas tem que pegar o metrô até a rodoviária e pegar um ônibus até a UNB. Então viu como é meio complicado, no papel é bem facil fazer, mas os remanejamentos de linhas não. E detalhe, dentro do Plano Piloto, se não estou enganado, quem vai operar as novas linhas será a TCB. Claro não estou afirmando, apenas uma especulação. |
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#2182 |
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Registered User
Join Date: Jan 2009
Location: Brasília
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![]() Com certeza não deve ser fácil mas já tem muito tempo aquela estação subutilizada, Pesquisador.. |
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#2183 |
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Join Date: Jan 2006
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E por falar em VLT, saiu agora numa materia que postei no forum, que o VLT vai ser integrado a nova rodoviária. Então ela não vai passar longe como no mapa apresentado antes, vai passar bem ao lado da estação.
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#2184 |
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Navenh
Join Date: Apr 2008
Location: Águas Claras - DF
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#2185 |
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A integração já existe em algumas linhas. Agora querer fazer integração entre Recanto das Emas com Taguatinga Sul não tem cabimento. Pois essa linha se dirige a avenida W3 e não ao eixo rodoviário residencial atendido pelo metrô.Vamos ver, ainda é muito cedo a integração feita, acho que nem tem dados para dizer se estão dando certo ou não. Detalhe a integração somente vale para quem tem cartão eletronico, que não tem, não tem integração. |
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#2186 |
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Registered User
Join Date: Apr 2008
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Pesquisador, que matéria seria essa? Acho bem improvável isso acontecer, já pensou como seria um desvio sair do TAS sentido aeroporto e ter que passar pela nova rodoviária?
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#2187 |
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olha creio que o governo mudou de idéia, pois se os trilhos passam a poucos metros da estação do metrô e também da nova rodoviária, não custava nada extender alguns metros para realmente haver integração fisica entre eles.Foi uma matéria da revista exame, que eu postei aqui.... O trem da Copa A Alstom quer convencer as sedes do Mundial de 2014 a investir no VLT para modernizar o transporte, mas terá de superar sua crise de imagem ![]() Campeão da Copa das Confederações, favorito para o Mundial de 2010, na África do Sul, e sede da Copa de 2014, o Brasil ainda corre contra o tempo para modernizar não apenas seus estádios, mas também sua infraestrutura de transportes. Das 12 cidades-sede escolhidas para receber os jogos, nenhuma está pronta. De olho nesse mercado, a multinacional francesa Alstom espera convencer governadores e prefeitos a investir num meio de transporte que vem se expandindo por vários países do mundo, mas que ainda é praticamente inexistente no Brasil: o VLT, Veículo Leve sobre Trilhos. Trata-se de um trem de superfície, com capacidade para transportar até 300 passageiros e uma velocidade máxima de 80 km/h. "É a alternativa mais eficiente e de mais rápida implantação para a Copa de 2014", disse à DINHEIRO o presidente mundial da divisão de transportes da companhia, Philippe Mellier (leia sua entrevista ao lado). "Novos sistemas de metrô são importantes, mas dependem de investimentos maiores e demandam mais tempo em obras de infra-estrutura do que o VLT." ![]() O VLT, na verdade, assemelha-se aos bondes ou tramways do passado, mas as novas versões são muito mais eficientes. Em várias cidades, o sistema de trens já não depende mais de fios elétricos e tem baterias alimentadas a partir do solo. Com um nível mínimo de ruídos e sem emissão de gases tóxicos, é também uma alternativa ecológica para enfrentar os congestionamentos urbanos. Seu consumo de energia por passageiro equivale a 10% do de um automóvel e 25% do de um ônibus. Por isso, o VLT foi a sensação do último Congresso Mundial de Transporte e Mobilidade Urbana, realizado em Viena, na Áustria, que também utiliza o sistema e é considerada a metrópole mundial com melhor qualidade de vida. Na Europa, os VLTs estão presentes em cidades como Madri e Barcelona, na Espanha, em toda a França e em Roterdã, na Holanda, que tem a maior frota urbana do mundo, com 53 trens. Além disso, o sistema está em Melbourne, na Austrália, e um contrato foi assinado com as autoridades de Dubai, nos Emirados Árabes. O mercado global desses trens movimenta 2,1 bilhões de euros e deve crescer 4,7% em 2009, com destaque para a América Latina, com alta de 40%. No caso brasileiro, a primeira cidade a apostar no VLT foi Brasília. O projeto, que deve ficar pronto até 2010, prevê a integração dos trens com o metrô e também com uma nova rodoviária que está sendo construída. Assim, os ônibus deixariam de circular no centro da capital federal e numa das principais avenidas da cidade, que é a W3. "O VLT vai revolucionar nosso sistema de transporte e revitalizar uma região decadente", prevê o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda. O contrato, de R$ 390 milhões, deve ser assinado nas comemorações do 7 de setembro, durante a visita do presidente francês Nicolas Sarkozy ao Brasil, o que revela a importância política que a França, primeiro país a desenvolver os TGVs (os trens de alta velocidade), dedica ao setor ferroviário. ![]() O BRASIL ESTÁ ATRASADO EM RELAÇÃO A OUTROS PA ÍSES, COMO A RÚSSIA, QUE SEDIARÃO EVENTOS ESPORTIVOS Na Alstom, a expectativa é de que o exemplo de Brasília seja seguido por outras cidades-sede do Mundial de 2014. "A Copa, na verdade, já é amanhã e as decisões têm que ser tomadas o quanto antes", diz o presidente da filial brasileira da empresa, Philippe Delleur. A pressa seria necessária não em razão do prazo para executar os projetos, mas sim pelas exigências burocráticas que cercam as licitações. Outro grande projeto de transporte, o trem-bala entre Rio de Janeiro e São Paulo, também teria que ser licitado em 2009 para poder ficar pronto antes de 2014. De qualquer forma, várias capitais brasileiras já estudam projetos de VLT e outros sistemas de transporte (leia quadro abaixo). Ainda assim, o Brasil está muito atrasado, quando comparado a outros países que estão recebendo grandes eventos esportivos. Um deles, a Rússia, que, também em 2014, será sede da Olimpíada de Inverno, na cidade de Sochi. O Kremlin já começou a gastar US$ 12 bilhões na modernização da infraestrutura da cidade e dos sistemas de transporte. "A Rússia é hoje o maior mercado de trens do mundo", avalia Mellier, o presidente mundial da divisão de transportes da Alsom. Além disso, os trens de alta velocidade são o carro-chefe de vários programas de investimento ao redor do mundo. Na China, o programa que visa equiparar o país ao Japão soma US$ 300 bilhões. E mesmo os Estados Unidos, terra do automóvel, acabam de incluir um pacote de US$ 50 bilhões para aumentar o transporte sobre trilhos. A Alstom, com receitas de 5,7 bilhões de euros na área de transportes e um faturamento global de E 16,9 bilhões, que inclui a área de energia, terá que superar alguns desafios adicionais no Brasil, além de convencer as autoridades a adotar o VLT e vencer as licitações. Nos últimos anos, a empresa esteve frequentemente associada a escândalos de corrupção, depois que uma investigação na Suíça levantou indícios de pagamentos de propina em vários países. Segundo Mellier, isso "faz parte do passado" e, a seu favor, ele conta com o fato de o Ministério Público de São Paulo ter pedido o arquivamento de três ações contra a Alstom, por falta de provas. Há duas semanas, porém, a empresa voltou a ser atingida, com as denúncias de que o tesoureiro de campanha do ex-governador Mário Covas, Robson Marinho, teria recebido US$ 1 milhão. Outro desafio será enfrentar a crescente concorrência asiática. O governo do Rio de Janeiro, por exemplo, decidiu comprar 30 trens na China. A vantagem da Alstom é o fato de ser a única fabricante de equipamentos ferroviários da América Latina, com quatro mil funcionários e duas fábricas em São Paulo - da capital paulista saíram os novos trens das linhas do metrô de Nova York. ![]() "2014 é agora" O presidente mundial da Alstom Transport, Philippe Mellier, falou à DINHEIRO sobre o potencial de negócios com a Copa de 2014 ![]() DINHEIRO - O que o Mundial pode representar para a modernização dos sistemas de transportes no Brasil? PHILIPE MELLIER - Como país do futebol, o Brasil irá sediar uma Copa particularmente especial e deverá mostrar ao mundo em 2014 o que tem de melhor. E hoje não se pode dizer que as cidades estejam prontas para receber os milhões de turistas que virão. Nós acreditamos que a Copa poderá ser um grande catalisador de novos investimentos. DINHEIRO - Mas as decisões têm acontecido na velocidade adequada? MELLIER - Muita coisa tem sido discutida, mas é importante decidir, passando da intenção à prática. Países que irão receber grandes eventos, como a Inglaterra, sede das Olimpíadas, e a Rússia, sede dos Jogos de Inverno, já estão investindo bilhões na melhoria do transporte. A Rússia é hoje o maior mercado de trens do mundo. O Brasil tem que se dar conta de que 2014 já chegou. As obras só estarão prontas se forem licitadas agora. DINHEIRO - O trem-bala entre Rio e São Paulo ainda é viável? MELLIER - A engenharia brasileira é plenamente capaz de realizar um projeto dessa magnitude, do qual queremos participar. Mas é uma obra complexa, com grande quantidade de túneis, que demanda tempo. Por isso, as decisões têm que ser tomadas com rapidez. E nós também acreditamos no VLT como uma solução para as cidades em razão da rapidez na execução dos projetos. DINHEIRO - A Alstom também esteve envolvida em várias denúncias de corrupção no Brasil. Como vocês pretendem superar a crise de imagem? MELLIER - Isso, para nós, é passado. Consideramos um caso encerrado. Fonte: http://www.terra.com.br/istoedinheir...go143406-1.htm http://www.terra.com.br/istoedinheir...go143406-2.htm |
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#2188 |
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Planaltina ganha 80 ônibus novos
Os usuários do transporte público em Planaltina tarão mais conforto e sergurança a partir desta segunda-feira. A Viplan, empresa que opera na cidade, será substituída pela Coopatram. Com isso, os 80 ônibus que circulavam no local também serão trocados por novos. Todos possuem elevador para portadores de necessidades especiais, limitador de velocidade e letreiro frontal digital. Esses veículos são resultado da licitação de 160 ônibus realizada em 2008. Além desses 80 veículo para Planaltina, Brazlândia já havia recebido 40, Gama 38 e Samambaia 12. Ao todo, 170 veículos entraram em operação. Segundo o secretário de Transportes Alberto Fraga, os novos ônibus irão melhorar a vida de quem utiliza o transporte público na cidade. “Os ônibus com elevadores vão facilitar a locomoção dos portadores de necessidades especiais. A população de Planaltina poderá se deslocar com mais tranqüilidade e comodidade”, afirma Fraga. O objetivo do governo, atendendo o Programa Brasília Integrada, é licitar toda a frota de ônibus do Distrito Federal. Entre as ações desenvolvidas pela Secretaria de Transportes estão: substituição de 908 ônibus do Sistema de Transporte Público Coletivo, licitação concluída de 160 ônibus convencionais e 450 microônibus do Serviço Básico e licitação rural concluída de 47 novos veículos. A frota atual do Distrito Federal é composta de 2.892 ônibus. Desses, mais de 50% possuem menos de dois anos de uso e 61% estão dentro da idade regulamentada por lei (máximo de sete anos). Já com acessibilidade universal a quantidade de veículos é de 555. “Estamos avançando rápido. Em janeiro de 2007, a idade média da frota era de 14 anos e hoje caiu para menos de cinco. Saímos de zero veículo com acessibilidade em 2007 para 475”, esclarece o diretor geral da DFTrans, Paulo Henrique Munhoz. Serviço Os novos ônibus circularão nas linhas: 620, 602.1, 600.2, 0.603, 616, 617, 624, 624.1, 627, 603.1, 616.1, 616.2, 616.3, 616.4, 616.5, 616.6, 617.2, 623.2, 648, 648.1, 650, 650.1. Agência Brasília Fonte: http://www.jornaldebrasilia.com.br/p...Noticia=106858 |
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#2189 |
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Join Date: Jan 2006
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Mas na avenida W3 o que mais vejo é ônibus da Planeta e Viplan caindo aos pedaços, até os zebrinhas estão caindo aos pedaços mesmo com a renovação de frota, trocaram poucos onibus, pois a maioria continua aquela sucata.
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#2190 |
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David Rodrigues
Join Date: Jan 2008
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Falando em integração, agora o circular(microônibus) que faz a linha 807.1 - Recanto das Emas - Estação Furnas(Samambaia), é integrado.
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- Aos Ventos que Virão - Brasília: Lugares Ineditos no SSC, Brasília - Parque da cidade,Torre de Tv, e mais..., 100 Fotos de Brasília!, Taguatinga, Brasília - DF, Recanto das Emas, Brasília - DF, Águas Claras, Brasília - DF, Ceilândia, Brasília - DF, Samambaia, Brasília - DF flickr
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#2191 |
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Ainda bem, então a integração começou né. O problema que não é divulgado.
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#2192 |
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Join Date: Jan 2006
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Ação na Justiça atrasa VLT
Presidente do Metrô Acredita que licença seja emitida ainda neste mês A falta da licença ambiental ainda é o principal entrave para a implementação do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) na Avenida W3 Sul. Mesmo depois de o governo do Distrito Federal garantir junto aos órgãos internacionais os recursos para o financiamento das obras, a licença ambiental ainda não saiu do papel e decisão judicial poderá adiar ainda mais a implementação do novo sistema de transporte. Tudo porque, o Ministério Público Federal entrou com ação civil pública no fim de maio, defendendo que emissão de licenças ambientais do Distrito Federal volte a ser de competência do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama). Mesmo com o pedido de urgência, mais de um mês depois da petição a Justiça ainda não se manifestou sobre com quem ficaria a competência da emissão da licença ambiental no DF. Por sua vez, o Instituto Brasília Ambiental (Ibram), órgão que desde o decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva está emitindo as licenças no DF, tenta apressar o processo para emissão do documento antes da decisão judicial. Segundo o presidente do Metrô-DF, José Gaspar, a ideia é que a licença seja emitida ainda em julho corrente. Apesar da demora, ele disse que está esperançoso quanto à liberação. Segundo ele, o processo estava no órgão federal desde novembro do ano passado e foi transferido para o Ibram no fim de maio. “Estamos confiantes na emissão da licença para que em breve iniciemos a implantação do VLT”, disse. A expectativa é que em no máximo 15 dias depois de emitida, as obras para implemenação do transporte sejam iniciadas. Se for construído, aproximadamente 1,5 mil árvores serão retiradas da W3. Mas José Gaspar garante que o VLT é ecologicamente correto. Para ele, o novo sistema de transporte também traz características de melhoria ambiental, uma vez que depois de construído substituirá ônibus que emitem gazes poluentes por energia limpa. Além disso, ele argumenta que as árvores que serão cortadas na extensão da W3 não são nativas e serão substituídas por árvores nativas. Em fevereiro deste ano, depois de entrar com ação civil pública questionando a falta de estudo de impacto ambiental, o MP obteve limitar favorável que impedia o início das obras do VLT. Mas na época o GDF conseguiu cassar a decisão, apresentando outra licença. Fonte: http://www.tribunadobrasil.com.br/?n...ntc=87920&sc=1 |
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#2193 |
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Registered User
Join Date: Dec 2007
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Essas ações judiciais + a morosidade do governo estão prejudicando muito a implantação do VLT. Essa novela ainda pode ter muitos capítulos...
Essa questão das árvores da w3 também vai dar muito o que falar... Já estou até vendo as reportagens comparando o "antes" e o "depois"... Continuo achando que a melhor forma seria ocupar um faixa de rolamente de cada lado, impedir totalmente o trânsito de ônibus para equilibrar o trânsito e fazer uma bela ciclovia numa boulevard no canteiro central. |
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#2194 | |
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Registered User
Join Date: Dec 2007
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“Eu gosto da humanidade. O que eu não suporto são os humanos”. Linus van Pelt. |
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#2195 |
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Navenh
Join Date: Apr 2008
Location: Águas Claras - DF
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Integração para o aeroporto
Se alguém conhece o pessoal da secretaria de transportes, por favor peçam para modificar o itinerário da linha 30 (zebrinha). Ela deveria passar no eixinho, junto à estação 114 sul, fazendo integração ao metrô. Depois de atender a estação, ela passa nas entrequadras 113/114 voltando a W3 Sul, no itinerário atual.
Isso facilitaria o acesso ao aeroporto, para quem vem de Metrô e demais linhas de ônibus que passam no eixo rodoviário. Pequenos detalhes fazem diferença. O acesso ao aeroporto é muito importante, visto que até em alguns destinos está mais barato viajar de avião do que de ônibus, pasmem: Rio - Brasília - 177,00 Útil Rio - Brasília -166,00 Web Jet, com direito a lanche e bebida, e ainda saindo do Santos Dumont |
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#2196 | |
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Join Date: Jan 2006
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Ja existe uma linha que faz esse trajeto via eixinho. Essa linha que você está falando, deve ser a que vai pela W3 Norte/Sul. Então essa sequer passa pelo eixinho, passa pelo Setor Policial Sul e direto para o aeroporto.
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#2197 | |
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trinta zero zero
Join Date: Nov 2007
Location: Brasília de Lúcio Costa
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#2198 |
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Navenh
Join Date: Apr 2008
Location: Águas Claras - DF
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Ok, obrigado, existe mesmo a linha 11 que passa pelo eixinho, mas a cada 30/40 minutos !!. Fica complicado esperar tanto. O ideal é que seja mesmo a linha 30, com maior frequência.
Isso quando não furam os horários, prática normal das empresas do DF... Last edited by Miguel Pontes; July 9th, 2009 at 04:05 AM. |
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#2199 | |
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Registered User
Join Date: Jan 2009
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#2200 |
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Join Date: Jan 2006
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Eu discordo, pois em nenhum momento falaram que a avenida W3 vai ficar sem arvores, muito pelo contrário, elas vão ser retiradas e aproveitadas no Parque das Aves, do mesmo modo, quando retiraram as arvores do eixinho, e foram transplantadas em outros locais.Durante as obras, as arvores vão ser retiradas, bem como cabos de fibra otica, tubulações de agua e esgoto e também de energia. E depois dos serviços concluidos, o local vai ser gramado e voltará a ter arvores, mas todas nativas do CERRADO, detalhe, até antes de 2014 elas vão está nem grandes com copas altas. Agora uma coisa, os comerciantes não querem que retirem as arvores, pois vão mostrar o tanto que eles prezam a cidade, mantendo as belissimas fachadas das lojas. |
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