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Old January 7th, 2009, 12:23 AM   #361
zebrasil
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Originally Posted by ohomemcueca View Post
zebrasil, talvez essa rota seja boa mesmo correndo tão próxima à outra, nesse trecho da Linha 2 ninguém usa o metrô hoje em dia... fora que a estação Calafate serve praticamente de baldeação entre a linha alimentadora 205 (Buritis) e o próprio metrô
Não seria melhor então passar a linha 2 do Metrô pelo Buritis ??

é isso que eu quero dizer desde o início, se a linha é pouco usada, você passa outra a menos de 2 km para quê ?
não estou criticando sair do barreiro, ou passar pelo centro, eu critico é o caminho escolhido... (também sou contra o modelo do metrô subterrâneo, mas isso eu já desisti de discutir aqui...)
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Old January 7th, 2009, 12:36 AM   #362
zebrasil
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Originally Posted by Landerson Egg View Post
Zé, alternativa 2? E qual seria a 1 ?
segue a linha atual até a final a augusto de lima vai até a raul soares, e dali é igual.

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Originally Posted by Landerson Egg View Post
Outro detalhe, eu acho difícil ter um estação na Contorno e outra na Barbacena.
isto está no PPT, é responsabilidade da consultoria e da CBTU, por mim a linha saindo do barreiro passaria bem longe da amazonas...
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Old January 7th, 2009, 04:47 AM   #363
Dídio Style
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Originally Posted by zebrasil View Post
Dídio, você está usando um sistema falho (o modelo atual de integração das linhas metropolitanas) para justificar a implantação do metrô... o que dizer foi que, a linha 2 atende a mesma região da linha 1 em sua grande parte, e o investimento é tão grande que deveria ser repensado outra via (vide http://i417.photobucket.com/albums/p...sil/metrom.jpg que dei um exemplo de uma linha mais útil para cidade que a 2, e atenderia o Barreiro)
o único problema da linha 1 atual é a falta de trens e a sub utilização das estações onde não há estação de integração e são fora do centro...

imagine um sistema onde você paga uma única vez em BH e tem acesso a qualquer região da cidade e a linha do metrô, dentro de um determinado tempo... não precisa de estação integração/tubo, pois a própria tarifação eletrônica permite isso.(tanto que, agora, aos domingos você pode pegar 2 ônibus pagando uma única passagem utilizando o Cartão, o que impediria de ser 3, 4 ônibus em determinado tempo?).

Mas é claro que tenho que apontar algo deficiente (que na verdade é uma desintegração) para propor algo eficiente, como o metrô. E ainda eu disse: “a linha 2 não competirá com a linha 1,tendo em vista que ela atenderá, se houver integração no sentido de o usuário pegar um ônibus em determinado local e depois o metrô sem pagar outra tarifa(como funciona as estações BHBUS), aproximadamente 527 mil hab., fora as regiões Oeste e o Hiper Centro de BH.”
Quanto à sua proposta alternativa à linha 2, há alguns fatos e pontos negativos que vc deve ter se esquecido:

1º - Imagine a uma situação: o usuário pega a linha alimentadora no bairro Rio Branco (com o início da operação da Est. Pampulha, a linha 2210 e todas as semi-expressas que saem da região de Venda Nova e Pampulha, e passam pela Ant. Carlos, com certeza vão ser suprimidas e virar alimentadoras), desce na Est. Pampulha, que será no cruzamento das Av.s Portugal e Dom Pedro I, e depois pega outro ônibus pra ir até o Mineirão pra depois pegar o metrô... aí eu pergunto: cadê a praticidade, a agilidadee a eficiência do sistema?
Outra situação: imaginemos então esta linha começando no Mineirão e a Est. Pampulha sendo transferida pra lá, e uma Est. BHBUS na Av. Carlos Luz, (no mesmo local onde originalmente está prevista uma intramodal, próximo ao Carrefour) as duas intermodais, as pessoas residentes nos bairros ao norte da lagoa teriam que vir pra para essa Est. no Mineirão ou Est. Carlos Luz, pra depois pegar outro ônibus pra ir pra Ant. Carlos... o que seria um erro, como é a Est. Diamante, totalmente “fora de mão”. Um exemplo que dou é a antiga linha semi-expressa do meu bairro (1159 na época), que antes de ser suprimida passava pela Av. Nélio Cerqueira, Barreiro, Cid Industrial e corredor Amazonas. Mas com o início da operação da Est. Diamante ela foi suprimida e tornou-se “A307” (hoje 3570), e quem ia ao Barreiro antes usava uma linha só, depois da implantação da estação passou à usar duas linhas(A307+1108A ou B ou 1119), sem contar que tinha que dar a volta lá na estação ainda, voltar pelo mesmo itinerário que (Av. Sen. Levindo Coelho e Via do minério) pra depois ir ao Barreiro,depois de 9 anos de muita reclamação, os moradores do bairro, através da associação,conseguiram estender a linha S32 até o bairro... volta na mesma questão: agilidade, praticidade e eficiência. Diga-se de passagem, que a estação Diamante é fruto de promessa de campanha política em 1996, ou seja: ela foi feita apenas pra cumprir a promessa, pois se não fosse isso não era nem pra ela existir, pq a prefeitura havia prometido e planejado no Barreiro, mas não conseguiram chegar em um acordo com o antigo dono do terreno, sem contar que a indenização juntamente com a obra ficaria mais cara, por ser em um “brejo”, e na época a prefeitura não tinha recursos pra tal obra,então a solução mais rápida e barata foi no Bairro Diamante, onde já havia um terreno livre e o solo não tinha uma infiltração exagerada como no Barreiro. Não há o pq cometer o mesmo erro novamente.
2º - O corredor Carlos Luz e parte do corredor Dom Pedro II que a linha proposta por vc passa, não tem uma demanda maior do que o corredor Antônio Carlos, pois se assim fosse, o projeto da linha 3 seria subterrânea à esses dois primeiros corredores citados, mas ainda não atenderia à futura Est. Pampulha, Aeroporto e adjacências...
3º - A linha não passa pelo “centro do centro”, como a Pca 7, rodoviária e Av. Afonso Pena(que divide o “bairro” centro, digamos assim, em dois), ela teria o problema da linha 1, que é passar num canto do centro (lembrando que a delimitação do bairro Centro é nas Av.s Bias Fortes – à partir do elevado até a Pça Raul Soares -, Augusto de Lima – entre Pças Raul Soares e Afonso Arinos - ,Al. Ezequiel Dias, Andradas – entre a Alameda e a Contorno - e Contorno – entre Andradas e elevado - ; é nessa área que fica a maior concentração de pessoas nos pontos de ônibus).
4º - O traçado q vc fez entre o Anel e a Av. do Contorno, seria a opção mais rápida de chagar ao centro, mas a Av. Amazonas ainda continuaria entupida de ônibus pelo motivo que eu citei no comentário anterior, sem contar que com “menos voltas” pegaria menos pessoas.
5º - Com toda a infra estrutura que a Est. Barreiro tem (uma via férrea ao lado com topografia plana, um shopping em cima e o maior centro comercial da região do outro lado) a prefeitura nunca irá colocar uma linha de metrô na Est. Diamante (topografia acidentada, localizada no meio do nada em termos de comércio e serviços e sem atrativo nenhum), isso seria dar um tiro no próprio pé...

Com relação à integração nas estações-tubo: devemos lembrar que, se realmente vier a ser implantado esse tipo de sistema aqui, as estações-tubo não servem apenas pra agilizar a cobrança da tarifa por meio eletrônico. A sua principal função é o embarque ao nível do ônibus através das portas pantográficas e a plataforma... isso inibiria o uso de ônibus Low Entry, que tem um custo de aquisição e manutenção elevado, encarecendo o sistema

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Quanto ao trânsito da cidade industrial...

1° - porque quase todas as linhas que vem de Betim, Contagem, Juatuba, Etc, para Est.Eldorado tem de passar pela 381, e cidade industrial ?
você já viu que a avenida Francisco Firmo de Matos (começa na 381, próximo ao carrefour e termina atrás da estação eldorado) quase não é utilizada ? e que a via expressa de contagem, também ?
O que impediria as linhas que vem pela João César de Oliveira com destino a estação eldorado, parar atrás da estação eldorado, sem dar a volta para entrar na estação pela via expressa?
(Resposta: isso porque a maioria das linhas foram projetadas quando estas vias não existiam... isso vale para o trecho da Teresa Cristina que inundou recentemente, na região Oeste, por isso todas as linhas passam pela amazonas e pela Úrsula Paulino)

2º - como disse acima, nada impediria as pessoas de Sarzedo, ibirité, Etc de descer na est. Diamante ou Barreiro e dali pagar uma única passagem para ir para qualquer lugar de BH (e ao metrô)(mesmo presisando de 3,4 ônibus para chegar ao destino)...
como você concentra as pessoas num determinada estação você pode colocar expressos para a estação eldorado (melhor(veloz) caminho sem trânsito) ao chegar no eldorado, a pessoa vai usar o cartão de novo para embarcar, mas com a tarifação eletrônica não será descontados os créditos, que já o foram no expresso.
1º - Concordo com vc em partes, à respeito dos itinerários. Não havia na época outras alternativas viárias para o escoamento da tensão do fluxo de trânsito das vias mais antigas, mas tem um fator mais importante do que esse,que até mesmo já havia comentado outrora: as linhas continuam passando pela Cid Industrial e Amazonas/Úrsula Paulino exatamente pq é ali que tem comércio,serviços e outros atrativos... O maior erro depois da implantação dessas vias alternativas é que elas não sofreram nenhum tipo de incentivo pra se desenvolverem economicamente. As vias citadas são um verdadeiro deserto comercialmente falando, como a Via do Minério tbm é, em sua maior parte, por isso não tem lógica vc desviar os intinerários pra outras vias sendo que as mais antigas tem uma prioridade maior, mesmo sendo pra desafogar o trânsito, pois se isso acontece, a linha vai perdendo passageiros, já que ela não atende às rotas dos usuários.

2º - Esse “expresso” seria da Est. Eldorado até o centro? Não sei se interpretei da maneira como vc pensou, mas, se assim for, qual seria a função da linha 1? E o congestionamento da Cid. Industrial, do que adiantaria o “expresso” + metrô lado à lado? E pegar 3,4 ônibus? Coitado de quem mora longe rsrs Isso iria no sentido contrário de alguns principais objetivos do projeto: agilidade,praticidade e eficiência. Sem contar na revolta popular que isso causaria.
Na verdade não era nem pra ter metrô no Eldorado, pois quando a Mannesmann se instalou no Barreiro, através de incentivos dos órgãos públicos (incluindo a prefeitura) na época, começaram discuções sobre um projeto piloto de transporte sobre trilhos pra BH através de uma parceria entre ambas, isso nas décadas de 1950/60! Mas a prefeitura fez muitas exigências, e havia um gargalo na época: o viaduto do Barreiro não existia e todos os ônibus passavam pela Av. Afonso Vaz de Melo, e tinham que ficar parados na avenida esperando os trens manobrarem, isso em pleno horário de pico. Se tivesse sido implantada uma linha de metrô no Barreiro naquela época, a demanda Betim/Contagem estaria “brigando” também por uma linha de metrô hoje, o que seria ainda mais difícil pois a população dessas áreas tem duas saídas ininterruptas: BR 381 e Via Expressa, coisa que os 527 mil hab. que seriam beneficiados com a linha 2 não tem.

Voltando numa questão citada no início: pq os usuários do Vista Alegre e Nova Sintra não utilizam a linha 1 do metrô, mesmo havendo integração tarifária?
Simples: pra que uma pessoa vai pegar o 1502 por ex., descer próximo à est. Vila Oeste ou Gameleira e pegar o metrô sendo que o ônibus vai pro centro? Até mesmo os moradores do João Pinheiro, Dom Cabral e Coração Eucarístico não o utilizam(em sua maioria) pelo mesmo motivo, mesmo estando próximos à estação Gameleira... por isso a hipótese da utilização das estações-tubo não pode ser descartada
Por isso a linha 2 não vai competir com a linha 1! Com a linha 2 os usuários da linha 1502 poderiam utilizá-la através da Est. Vista Alegre, e a linha de ônibus circular apenas no bairro e na parte da Av. Amazonas que a linha 2 não atenderia sem necessidade de ir até o centro, já que a linha 2 passaria pela Amazonas entre a Av.Tereza Cristina e a Pça 7. A mesma situação se aplicaria nos bairros à leste da Av. Tereza Cristina.

Mas enfim, é muito importante que tenha pessoas com opiniões diferentes, q enriqueçam a discurção e que nos acrecentam em matéria de conhecimento, como vc e as demais pessoas aqui “presentes”.
Abraços!
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Old January 7th, 2009, 07:48 AM   #364
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Com relação à integração nas estações-tubo: devemos lembrar que, se realmente vier a ser implantado esse tipo de sistema aqui, as estações-tubo não servem apenas pra agilizar a cobrança da tarifa por meio eletrônico. A sua principal função é o embarque ao nível do ônibus através das portas pantográficas e a plataforma... isso inibiria o uso de ônibus Low Entry, que tem um custo de aquisição e manutenção elevado, encarecendo o sistema
Quando me referi à estação tubo, não quis dizer que sou contra, apenas no sentido: "Não é necessário o investimento por agora, pois a tarifação eletrônica já permite tal integração"

E com isso mesmo no modelo atual, o sistema já é aplicável , mesmo onde não existe estação... (mesmo que você pegue um 2210 e um 3301 em sequência, por exemplo).

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1º - Concordo com vc em partes, à respeito dos itinerários. Não havia na época outras alternativas viárias para o escoamento da tensão do fluxo de trânsito das vias mais antigas, mas tem um fator mais importante do que esse,que até mesmo já havia comentado outrora: as linhas continuam passando pela Cid Industrial e Amazonas/Úrsula Paulino exatamente pq é ali que tem comércio,serviços e outros atrativos... O maior erro depois da implantação dessas vias alternativas é que elas não sofreram nenhum tipo de incentivo pra se desenvolverem economicamente. As vias citadas são um verdadeiro deserto comercialmente falando, como a Via do Minério tbm é, em sua maior parte, por isso não tem lógica vc desviar os intinerários pra outras vias sendo que as mais antigas tem uma prioridade maior, mesmo sendo pra desafogar o trânsito, pois se isso acontece, a linha vai perdendo passageiros, já que ela não atende às rotas dos usuários.

2º - Esse “expresso” seria da Est. Eldorado até o centro? Não sei se interpretei da maneira como vc pensou, mas, se assim for, qual seria a função da linha 1? E o congestionamento da Cid. Industrial, do que adiantaria o “expresso” + metrô lado à lado? E pegar 3,4 ônibus? Coitado de quem mora longe rsrs Isso iria no sentido contrário de alguns principais objetivos do projeto: agilidade,praticidade e eficiência. Sem contar na revolta popular que isso causaria.
Aí que está nossa discordância, você está pensando no caminho (comércio, serviços, atrativos) e eu estou pensando no destino (centro, estações).

O que proponho é como no barreiro que tem a linha 32 "direta" que não para na amazonas, já que ela é "expressa":
1º pra que ela tem de pegar o trânsito da cidade industrial e da Amazonas ?
2º qual o problema dela passar pela Teresa Cristina/Via Expressa, afinal o destino não é o mesmo, e a pessoa nem pode parar no caminho...

Existe um estudo da Própria BHTRANS que 63% dos usuários de ônibus vão para área planejada de BH diariamente. sendo assim 50% dos ônibus deveriam ser expressos para esta região, principalmente das estações isoladas do Metrô(como Barreiro e Venda Nova) e é claro que deve ter linhas paradoras (como a própria 32 paradora via amazonas) também...
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Agora pensa bem: este raciocínio que o ônibus tem de passar na porta do comércio é a causa os congestionamentos... Exemplo: Padre Pedro Pinto/Vilarinho, a primeira cheia de ônibus, a segunda não passa ônibus a 100 m uma da outra...
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O Expresso que citei antes seria da diamante ou Barreiro até a estação do metrô
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"E pegar 3,4 ônibus?"

Muita gente já pega 3 ônibus, exemplo: ônibus até estação barreiro, depois 32 pro centro, depois 4102 Serra... (ou o caminho inverso)

O problema é que tem de pagar mais de uma passagem.

É isso que quis dizer: "não importa quantos ônibus/metrô você pegue na mesma cidade para chegar ao destino: você deveria pagar apenas uma passagem"

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Voltando numa questão citada no início: pq os usuários do Vista Alegre e Nova Sintra não utilizam a linha 1 do metrô, mesmo havendo integração tarifária?
Simples: pra que uma pessoa vai pegar o 1502 por ex., descer próximo à est. Vila Oeste ou Gameleira e pegar o metrô sendo que o ônibus vai pro centro? Até mesmo os moradores do João Pinheiro, Dom Cabral e Coração Eucarístico não o utilizam(em sua maioria) pelo mesmo motivo, mesmo estando próximos à estação Gameleira... por isso a hipótese da utilização das estações-tubo não pode ser descartada
Por isso a linha 2 não vai competir com a linha 1! Com a linha 2 os usuários da linha 1502 poderiam utilizá-la através da Est. Vista Alegre, e a linha de ônibus circular apenas no bairro e na parte da Av. Amazonas que a linha 2 não atenderia sem necessidade de ir até o centro, já que a linha 2 passaria pela Amazonas entre a Av.Tereza Cristina e a Pça 7. A mesma situação se aplicaria nos bairros à leste da Av. Tereza Cristina.

Mas enfim, é muito importante que tenha pessoas com opiniões diferentes, q enriqueçam a discurção e que nos acrecentam em matéria de conhecimento, como vc e as demais pessoas aqui “presentes”.
Abraços!
se o sistema fosse mesmo integrado (como citei acima, podendo a pessoa pegar quantos ônibus/Metrôs precisar para chegar ao destino com uma única passagem) a pessoa escolheriam o caminho mais rápido/prático.

No exemplo que você deu: no caso do 1502 eu não sei qual é mais prático/rápido...

Agora, no projeto do BHBUS existe uma estação no salgado filho que atenderia este bairro...
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Old January 11th, 2009, 11:36 PM   #365
zebrasil
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entrevista completa:
http://noticias.terra.com.br/brasil/...z+Lacerda.html

Selecionado só a parte que fala sobre transporte público/metrô

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Quinta, 8 de janeiro de 2009, 07h24 Atualizada às 07h31

Não há solução para trânsito a curtíssimo prazo, diz Lacerda

Ney Rubens
Direto de Belo Horizonte

O prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB), 62 anos, nunca havia disputado uma eleição até o pleito de outubro do ano passado. A candidatura dele foi idealizada pelo governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), e pelo ex-prefeito da capital mineira, Fernando Pimentel (PT).

...
Um dos maiores males da cidade é o trânsito, com quase 1,1 milhão de carros atualmente. Na campanha, o senhor falou muito no programa Corta-Caminho, o Viurb´s, que são cerca de 150 obras viárias que pretendem desafogar e planejar o tráfego da capital. Mas o senhor mesmo disse que as mudanças serão percebidas daqui dois ou três anos. E o trânsito de Belo Horizonte já está quase parando. Quais medidas mais urgentes vai tomar para minimizar o problema?
A BHTrans está estudando medidas imediatas para amenizar o problema, que iremos divulgar em breve. Mas adianto que não é possível fazer muita coisa no curtíssimo prazo. Belo Horizonte tem um sistema de circulação radial ultrapassado, precisa de muitas vias transversais para tirar o tráfego do centro. O programa Corta-Caminho, um dos pontos principais do meu plano de governo, prevê a construção de ruas e avenidas, trincheiras e viadutos, que serão interligados a outras vias já existentes, formando anéis alternativos de trânsito. Como medidas de curto prazo, vamos dar prioridade para obras que têm impacto maior no trânsito da área central. Outra vertente que pretendo concentrar todos os meus esforços é na ampliação do metrô. A questão do trânsito e transporte também deve ser vista pela ótica da integração da Região Metropolitana.



Ainda falando sobre transporte público, quando o prefeito Célio de Castro foi reeleito, em 2000, ele disse que as três principais intervenções do segundo mandato dele seriam a conclusão da linha do metrô até o Barreiro; a ligação da avenida Pedro II até a avenida Tancredo Neves, passando pela Vila São José; e a recuperação da Lagoa da Pampulha. O prefeito Célio de Castro deixou a prefeitura, Fernando Pimentel já cumpriu dois mandatos e nenhum dos três projetos foi concluído, ficando somente em um, o metrô. Em 2012, quando o senhor terminar o primeiro mandato, os belorizontinos terão novas opções de linhas do metrô concluídas?
As obras de ligação das avenidas Pedro II e Tancredo Neves, passando pela Vila São José, estão a pleno vapor, seguindo seu cronograma normalmente. Na Lagoa da Pampulha, muito foi investido na gestão de Fernando Pimentel. Muito do espelho d'água da lagoa foi recuperado, sem falar na revitalização da orla, do patrimônio arquitetônico e da criação do Parque Ecológico, um espaço belíssimo. Sobre o metrô, ele é plenamente viável com a Parceria Público Privada (PPP). Neste momento, estamos em entendimento com os governos estadual e federal para que possamos formatar um modelo de Parceria Público-Privada, que envolva a iniciativa privada e os três níveis de governo.
...
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Old January 20th, 2009, 12:21 AM   #366
Tiago Costa
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Ramal Barreiro-Calafate da CBTU METRÔ BH é tema de Audiência Pública

O superintendente da CBTU METRÔ BH, José Roizenbruch, participou de Audiência Pública realizada em 23/12, na Câmara Municipal de Belo Horizonte, na qual foram debatidas principalmente soluções em torno do Ramal Barreiro-Calafate. Além desse assunto, foram lembrados ainda os projetos e obras das demais linhas do metrô. Também participaram da reunião o coordenador de Planejamento da CBTU METRÔ BH, Adão Guimarães e Silva; a ex-vereadora Sílvia Helena Rocha Rabelo, diretores do Sindicato dos Metroviários (Sindimetro-MG), além de representantes de associações estudantis e de bairros.

O superintendente da CBTU METRÔ BH destacou a validade da iniciativa da Audiência, já que o diálogo com a população é um caminho importante para viabilizar a expansão do metrô. “Esta discussão deve chegar ao Presidente da República de forma organizada, hierarquizada e certa para ser concretizada”. Em relação às obras já iniciadas na região do Barreiro, José Roizenbruch lembrou que “a verba para a conclusão, é uma fonte a conquistar e depende da liberação do governo Federal”.

O presidente do sindicato dos Metroviários, José Geraldo Alves, ressaltou que “são 140 mil usuários/dia naquela região e é importante que a obra seja concluída”. Alves lembrou ainda que “Belo Horizonte pode sediar a Copa de 2014, e melhorias no transporte são fundamentais para que isso aconteça”. O superintendente do METRÔ BH explicou que para o Ramal Barreiro entrar em funcionamento, mesmo depois de pronto, “deve haver antes a modernização da linha 1 (Eldorado-Vilarinho) da CBTU METRÔ BH, para que o sistema possa atender toda a demanda da região. O valor desta modernização, que engloba a compra de novos trens, a reformulação da sinalização das vias e outras ações, está em torno de 170 milhões de reais”.

Os representantes dos bairros pediram para que fosse feita uma limpeza do local onde as obras começaram, devido ao acúmulo de lixo jogado pela própria população, água parada e outros materiais propícios a doenças. José Roizenbruch se prontificou a buscar uma parceria com órgãos como a Superintedência de Limpeza Urbana (SLU), a Ferrovia Centro – Atlântica (FCA) que também utiliza o espaço, e a Secretaria Municipal de Saúde para que a limpeza seja feita até a retomada das obras. O coordenador de Planejamento da CBTU METRÔ BH, Adão Guimarães e Silva, lembrou que “após a limpeza, deve haver um esforço organizado de toda a população a fim de manter o local limpo”.

Adão Silva deixou ainda bem claro que “a sociedade e o sindicato dos metroviários podem contar com a CBTU METRÔ BH, pois a vontade destes é a mesma da empresa: que saiam do papel as linhas 2 e 3 e a modernização da linha 1 do metrô”.

Fonte: CBTU - Notícias
Link: http://www.cbtu.gov.br/noticias/dest...9a/190109a.htm
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Old January 21st, 2009, 01:29 AM   #367
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Transporte
Assembléia discute projeto de expansão do metrô na capital


Ainda longe de se tornar uma realidade, o projeto de expansão do metrô de Belo Horizonte foi mais uma vez tema de discussão ontem, durante uma reunião na Assembléia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Entre os presentes, o prefeito Marcio Lacerda (PSB), o presidente da Casa, o deputado Alberto Pinto Coelho (PP), o presidente da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), Elionaldo Magalhães, e o deputado federal Luiz Fernando Faria (PP). De acordo com a assessoria de comunicação da ALMG, o grupo debateu sobre a participação dos poderes municipal, estadual e federa na ampliação do transporte urbano ferroviário.

Nele estão incluídas a aquisição de trens para a Linha 1 (Eldorado/Vilarinho) e a construção de duas novas linhas: Pampulha/Savassi e Barreiro/Calafate, esta última se estendendo até a região dos hospitais. Durante a reunião, o presidente da CBTU, falou sobre o custo inicial para a expansão, que é de R$ 2,8 bilhões, e o prazo de implantação, cuja previsão é de quatro anos e meio. Conforme a assessoria, Magalhães afirmou que irá levar algumas decisões para análise da CBTU e do governo federal. Ele informou que o objetivo é que a ampliação do metrô esteja pronta até a Copa de 2014. Para o prefeito, a idéia é definir os investimentos necessários dos três poderes e buscar parecerias público/privado. (AS)


Publicado em: 21/01/2009 OTEMPO
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Old January 21st, 2009, 04:54 AM   #368
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Encontro na ALMG discute ampliação do metrô de Belo Horizonte

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Transporte
Assembléia discute projeto de expansão do metrô na capital


Ainda longe de se tornar uma realidade, o projeto de expansão do metrô de Belo Horizonte foi mais uma vez tema de discussão ontem, durante uma reunião na Assembléia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Entre os presentes, o prefeito Marcio Lacerda (PSB), o presidente da Casa, o deputado Alberto Pinto Coelho (PP), o presidente da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), Elionaldo Magalhães, e o deputado federal Luiz Fernando Faria (PP). De acordo com a assessoria de comunicação da ALMG, o grupo debateu sobre a participação dos poderes municipal, estadual e federa na ampliação do transporte urbano ferroviário.

Nele estão incluídas a aquisição de trens para a Linha 1 (Eldorado/Vilarinho) e a construção de duas novas linhas: Pampulha/Savassi e Barreiro/Calafate, esta última se estendendo até a região dos hospitais. Durante a reunião, o presidente da CBTU, falou sobre o custo inicial para a expansão, que é de R$ 2,8 bilhões, e o prazo de implantação, cuja previsão é de quatro anos e meio. Conforme a assessoria, Magalhães afirmou que irá levar algumas decisões para análise da CBTU e do governo federal. Ele informou que o objetivo é que a ampliação do metrô esteja pronta até a Copa de 2014. Para o prefeito, a idéia é definir os investimentos necessários dos três poderes e buscar parecerias público/privado. (AS)


Publicado em: 21/01/2009 OTEMPO

A ampliação do metrô de Belo Horizonte foi tema de um encontro, na manhã desta terça-feira (20/1/09), entre o presidente da Assembléia Legislativa de Minas Gerais, deputado Alberto Pinto Coelho (PP), o prefeito da Capital mineira, Márcio Lacerda (PSB), o presidente da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), Elionaldo Magalhães, e o deputado federal Luiz Fernando Faria (PP/MG). Eles se reuniram no gabinete do presidente da ALMG para discutir a participação dos poderes municipal, estadual e federal no projeto de expansão do metrô de Belo Horizonte, que inclui a aquisição de trens para a Linha 1 (Eldorado/Vilarinho) e a construção de duas novas linhas: Pampulha/Savassi e Barreiro/Calafate, esta última se estendendo até a região dos hospitais.

Segundo o presidente da CBTU, o custo inicial para esta expansão é de R$ 2,8 bilhões e o prazo de implantação previsto é de quatro anos e meio. Elionaldo Magalhães explicou que, depois desta reunião na Assembléia, vai levar algumas decisões para análise da CBTU e do governo federal. Ele informou que o objetivo é que a ampliação do metrô de Belo Horizonte esteja pronta até a Copa de 2014.

O prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, destacou a iniciativa do presidente da ALMG, deputado Alberto Pinto Coelho, em organizar o encontro para discutir a cooperação possível entre Prefeitura, Estado e CBTU. A idéia, segundo o prefeito, é definir os investimentos necessários para ampliação do metrô nos três poderes, além da possibilidade de parceria público privadas (PPPs). O deputado federal Luiz Fernando Faria também destacou a importância do encontro para alinhar os três poderes em torno do projeto de ampliação do metrô da Capital.




Responsável pela informação: Assessoria de Comunicação - 31 - 2108 7715
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Old January 29th, 2009, 05:04 PM   #369
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Proposta. Marcio Lacerda quer recursos do PAC da Mobilidade enquanto PPP não é viabilizada

Prefeito retoma negociações para garantir obras do metrô

As conversas em Brasília recomeçam com a equipe da ministra Dilma

Amália Goulart
O projeto de ampliação e expansão do metrô de Belo Horizonte volta, em fevereiro, à mesa de negociações do governo federal. Ontem, o prefeito da capital mineira, Marcio Lacerda (PSB), anunciou a retomada das articulações em busca de verbas para a ampliação da capacidade da linha 1, que vai da região de Venda Nova ao bairro Eldorado, em Contagem, e a instalação do ramal que deve ligar o trecho da Savassi a Lagoinha, conhecido como linha 2.


Lacerda promete voltar a Brasília diversas vezes em fevereiro para tentar convencer o governo federal a liberar recursos para o trem urbano. O prefeito não mensurou a quantia que irá pedir à União, mas espera verba suficiente para a linha 1 e para dar início ao ramal subterrâneo. A intenção é garantir recursos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Mobilidade, que será lançado em abril pelo presidente Lula. "Os investimentos do governo federal para o PAC da Mobilidade em Belo Horizonte deverão ser anunciados no início de abril, segundo nos foi informado. Teremos reunião em Brasília no mês de fevereiro para detalhar quais serão os investimentos", informou o socialista.


No ano passado, o ex-prefeito Fernando Pimentel (PT) e o próprio Lacerda, na condição de candidato à prefeitura, estiveram por diversas vezes em Brasília em uma peregrinação em busca de recursos. Não conseguiram tirar a expansão do metrô do papel. Agora, o prefeito promete o mesmo empenho com a esperança de que a Copa do Mundo em 2014 possa alavancar as negociações, já que a capital mineira pode abrigar jogos do campeonato. As conversas do socialista em Brasília serão realizadas, principalmente, com a equipe técnica, comandada pela ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT).


A Casa Civil analisa a possibilidade de permitir a implantação de uma parceria-público-privada (PPP) para viabilizar o trem urbano. Enquanto a medida não é viabilizada, no entanto, Lacerda quer começar as obras no metrô com dinheiro do governo federal. É justamente para conseguir a liberação desses recursos que ele vai a Brasília. "Nossa posição é: a obra precisa ser feita independentemente do modelo. Seja com 100% de recursos federais, seja com a parceria privada. Se o governo federal não puder aportar todos os recursos necessários, certamente alguma forma de parceria vai ser necessária", avisou o prefeito.


Segundo ele, o metrô precisa de medidas imediatas, como a melhoria da sinalização e dos trens.


Publicado em: 29/01/2009 OTEMPO
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Old February 7th, 2009, 12:00 AM   #370
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Aécio e Lacerda se reúnem com Lula e apresentam proposta para expansão do metrô
06/02/2009 20h26
DA REDAÇÃO
A proposta de parceria público privada (PPP) para expandir o metrô de Belo Horizonte foi apresentado nesta sexta-feira pelo governador de Minas, Aécio Neves, e pelo prefeito da capital mineira, Marcio Lacerda, para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Brasília.
Os políticos mineiros querem incluir a obra no PAC da Mobilidade Urbana, que deverá ser lançado com objetivo de melhorar a infra-estrutura das cidades para a Copa do Mundo de 2014.
De acordo com o governador, serão necessários investimentos de R$ 1,7 bilhão do governo federal, R$ 600 milhões da Prefeitura e Estado e R$ 1,1 bilhão da iniciativa privada, de 2009 a 2013. A idéia é aumentar de 150 mil passageiros por dia para mais de 800 mil.
"Atendida essa reivindicação, acho que o PAC começará a existir efetivamente em Minas Gerais", afirmou. Aécio solicitou ainda a liberação de R$ 400 milhões investir em obras de saneamento básico, dinheiro retido pelo Ministério da Fazenda.


....

AGÊNCIA BRASIL
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Old February 8th, 2009, 05:07 AM   #371
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CBTU-METRÔ BH terá novas linhas integradas aos domingos e feriados

A partir deste domingo (08), 27 novas linhas integradas passam a operar nos terminais da CBTU-METRÔ BH, beneficiando cerca de 12 mil novos usuários e ampliando em mais de 22% a demanda de transporte do metrô aos domingos e feriados. A implantação das novas linhas será escalonada e acontece primeiro para 14 linhas das estações São Gabriel e José Cândido e, a partir do dia 15, para as 13 linhas que passam a operar na estação Vilarinho.

Neste domingo, a operação começa no terminal São Gabriel, com dez novas linhas alimentadoras e duas troncais. Na seqüência, nos terminais José Cândido, com duas novas linhas e, Vila Oeste, com uma linha alimentadora. Todas as novas linhas fazem parte do sistema de transporte do município de Belo Horizonte que é gerenciado pela BHTRANS. O custo da tarifa integrada será de R$ 2,30.

Veja a relação das novas linhas integradas:




Fonte: CBTU
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Old March 4th, 2009, 03:56 PM   #372
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Técnicos do Metrô de São Paulo conhecem CBTU-METRÔ BH


A CBTU-METRÔ BH recebeu, recentemente, a visita de representantes da empresa Via Quatro, concessionária da Linha 4 do Metrô de São Paulo. O encontro, viabilizado através do Grupo Permanente de Auto Ajuda em Manutenção Metroferroviária (GPAA), teve como objetivo a troca de experiência técnica entre a CBTU-METRÔ BH e a concessionária ligada à Companhia de Concessões Rodoviárias (CCR) – maior operadora de concessões rodoviárias da América Latina que, em 2006, assinou a primeira Parceria Público Privada (PPP) do País com o governo do Estado de São Paulo.

O diretor da Via Quatro, Jorge Secall, acompanhado dos engenheiros Edivaldo Wagner Martins e José Paulo Grecco, veio conhecer o pátio de Manutenção São Gabriel, em particular as oficinas e a rede aérea rígida escamoteável da Oficina de Manutenção de Material Rodante, já que o Metrô de BH é o único entre as operadoras brasileiras a dispor de tal sistema.

Os visitantes foram recebidos pelo então coordenador de Manutenção, Fernando Luiz de Pinho Tavares, e pelo secretário-geral do GPAA, Ricardo Torsani, entre outros gerentes e técnicos da área. O assistente técnico, Joemy do Carmo (GEELE), apresentou e detalhou o funcionamento da catenária rígida escamoteável, instalada pela CBTU-METRÔ BH em 1999, e que permite às composições chegarem na vala de manutenção com tração própria, assim como a elevação das caixas dos carros com a retração da rede aérea, o que facilita os trabalhos de manutenção.

Durante o encontro Fernando Pinho, destacou a importância do intercâmbio entre os técnicos da CBTU-METRÔ BH e da Via Quatro, promovido pelo GPAA que, ao longo de seus oito anos, vem funcionando como facilitador e disseminador de informações. “As discussões e trocas de experiências promovidas pelo grupo são muito positivas e ajudam a implementar soluções importantes para o dia-a-dia, além de estimular o relacionamento contínuo entre as operadoras”. Já o secretário-geral do GPAA, Ricardo Torsani, destacou a singularidade da visita lembrando que “o Metrô de BH é a única operadora brasileira a ter uma catenária rígida escamoteável e, por isso, sempre acaba servindo de referência e até de laboratório para a implementação de novos sistemas”.

Fonte: CBTU
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Old March 4th, 2009, 07:11 PM   #373
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- O que é uma CATENÁRIA RÍGIDA ESCAMOTEÁVEL??
[li essa materia anteontem no site do metrobh e fiquei tentando entender, e nao consegui. existem vários tipos de catenária? e qual seria a relaçao disso com a importância do intercambio da via4 com o metroBH? lah nao serah terceiro trilho? essa catenária de que falam eh a mesma da alimentaçao no metro bh ou to falando besteira?? rsrs]

outra coisa, jah que ressuscitaram o thread. A quantas anda a história da linha 2 do metro bh, alguem sabe?? [jah que ultimamente fala-se muito mais em linha 3...
e aquele trecho da l2 [barreiro-calafate] que chegou a ter a construção iniciada [e da ateh pra se ver claramente pelo google earth] como que ficou?? ficou na implantaçao da via, chegou a colocar trilhos essas coisas?? e qual exatamente o problema com ela que eu nunca entendi direito? qual o problema que haveria em inaugurar esse trecho - barreiro/calafate - da l2 antes da inauguraçao do restante da linha em seu trecho mais central? as linhas de metro nao sao quase sempre inauguradas em fases mesmo?

- desculpem a ingnorancia, mas mantenho algumas duvidas sobre o sistema, e como esse trhead, diferente dos outros trheads oficiais de metro nao foi iniciado contando um resumo da história do sistema, e que tb nao acho de forma consistente no site da cbtu a duvidas ficam mantidas...
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Old March 4th, 2009, 08:23 PM   #374
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Nossa, quantas perguntas.
Então vamos lá:
Catenária rígida é como se fosse um terceiro trilho suspenso, no lugar dos fios da catenária "comum" usada em 97% do metrô BH.

Escamoteável significa "fazer desaparecer" ou "passar sem ser percebido" é que a ctenária é mais "discreta" não há aquela poluição visual no pátio e na oficina.
A grande vantagem dessa catenária são as manobras no pátio e oficina sem o auxílio de um locomotiva ou um segundo TUE para "tracionar" o trem em manutenção.
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Old March 4th, 2009, 08:29 PM   #375
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Complementando o que disse o Landerson:

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- O que é uma CATENÁRIA RÍGIDA ESCAMOTEÁVEL??
[li essa materia anteontem no site do metrobh e fiquei tentando entender, e nao consegui. existem vários tipos de catenária? e qual seria a relaçao disso com a importância do intercambio da via4 com o metroBH? lah nao serah terceiro trilho? essa catenária de que falam eh a mesma da alimentaçao no metro bh ou to falando besteira?? rsrs]
Bom, antes de falar de catenária rígida escamoteável, é bom entender primeiro o que é catenária: trata-se da alimentação aérea dos trens. Existem dois tipos de catenária:

1. Catenária convencional, ideal para ambientes externos ou túneis mais altos:



2. Catenária rígida, ideal para túneis convencionais, onde o espaço é menor:



A catenária rígida não pode ser utilizada de maneira satisfatória em ambientes externos porque necessita de um grande número de suportes.

Catenária rígida escamoteável deve ser uma catenária cuja estrutura é móvel, e assim os trens podem entrar nos galpões de manutenção com tração própria, ao invés de necessitarem ser rebocados, e se os trens precisarem ser levantados, a catenária pode ser recolhida, o que não é possível com catenária convencional.

A Linha 4 utilizará catenária rígida nos túneis e convencional no Pátio Vila Sônia (pátio de manutenção e estacionamento dos trens). Provavelmente vão utilizar catenária rígida escamoteável no galpão de manutenção dos trens do Pátio Vila Sônia.

O Metrô-BH utiliza catenária convencional, inclusive nos trechos de túneis, pois eles têm gabarito suficiente para comportar os suportes da catenária convencional.

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e aquele trecho da l2 [barreiro-calafate] que chegou a ter a construção iniciada [e da ateh pra se ver claramente pelo google earth] como que ficou?? ficou na implantaçao da via, chegou a colocar trilhos essas coisas?? e qual exatamente o problema com ela que eu nunca entendi direito? qual o problema que haveria em inaugurar esse trecho - barreiro/calafate - da l2 antes da inauguraçao do restante da linha em seu trecho mais central? as linhas de metro nao sao quase sempre inauguradas em fases mesmo?
O problema da Linha 2, no trecho Calafate-Barreiro (que foi o trecho que começaram a construir), é que começaram a construção sem os recursos assegurados, em 1998. Com isso, o dinheiro acabou e as obras foram paralisadas. O trecho não tem trilhos instalados, mas o terreno, em grande parte, está preparado para receber a superestrutura (o lastro de brita, dormentes e os trilhos). Não haveria problema algum em inaugurar só esse trecho, o problema é que precisa dos recursos necessários para a continuação das obras.
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Old March 4th, 2009, 08:29 PM   #376
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Já a linha 2 eu ví uns 15 dias atrás um pessoal movimentando dormentes próximo a EGM (Gameleira).
Existem uma série de fatores que atrapalham a continuação das obras:
Falta de um projeto do novo traçado, guerra política, atrito com a ferrovias FCA e MRS e etc...
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Old March 4th, 2009, 08:46 PM   #377
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mto obrigado pelas respostas
mais uma pergunta entao. porque será usado catenária e nao terceiro trilho na linha 4 do metro sp? algo a ver com custo?
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Old March 4th, 2009, 08:48 PM   #378
Tiago Costa
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Bom, para não fugir do assunto aqui, tem como você repetir essa pergunta lá no thread do Metrô-SP ? Assim a gente pode discutir melhor sobre isso, ehehe:

http://www.skyscrapercity.com/showth...34946&page=422
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Old March 4th, 2009, 11:56 PM   #379
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rs, pode cre...
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Old March 5th, 2009, 12:38 AM   #380
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Gostei muito dessa notícia, principalmente por que quebra de vez esse preconceito com o metrô BH.
E como eu sempre escuto comentários do tipo:
" Metrô mesmo é só em SP, RIO E BSB"


Pelo menos temos algo "a frente" dos outros sistemas brasileiros e somos "referência" em alguma coisa.
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