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#1241 |
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Albicastrense
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Projecto de arquitectura apresentado aos sócios
Requalificação à vista no Lar Major Rato Os vários edifícios onde funciona o lar podem ganhar uma nova configuração em termos de funcionamento dos serviços. O projecto visa integrar e ampliar valências, tendo em vista aumentar a eficácia e o conforto. Por: Nelson Mingacho 25 de Novembro de 2010 às 17:42h As actuais instalações do Lar Major Rato (LMR) em Alcains vão ser alvo de requalificação. Os sócios aprovaram em Assembleia Geral no dia 15 de Novembro uma proposta da Direcção, no sentido de reorganizar e ampliar os espaços existentes. O objectivo é melhorar a eficácia dos serviços prestados aos utentes e às famílias e tornar o interior do edifício mais funcional e agradável, para quem lá vive e trabalha. A actual Direcção da instituição de apoio social, liderada por Mário Minhós, apresentou aos sócios um projecto de arquitectura global para as actuais instalações, integrando também o edifício onde funcionava o antigo Quartel da GNR. O projecto foi explicado aos sócios pelo próprio arquitecto responsável, Sérgio Castanhas Simões. O projecto prevê a mudança da entrada principal para a Rua Lar Major Rato, no local onde hoje se encontra o centro de convívio, que passará para o ex-edifício da GNR. “Dignificar a entrada do Lar, que será também um encontro de gerações” é o objectivo desta mudança, explicou o arquitecto. A secretaria muda também de local, para a nova entrada principal, dando lugar a uma sala de convívio, para utentes e familiares. Tanto a cozinha como a lavandaria são ampliadas. A direcção técnica muda para junto da nova entrada, tal como a sala da Direcção, para uma área onde será também criada uma sala de informática, para uso dos utentes, e que servirá também para formação. Consignação do IRS passa a ser possível De acordo com o projecto, o actual salão nobre é ampliado para o dobro, com um espaço para receber o museu da instituição. A actual capela será ampliada, podendo surgir uma outra. As obras estão orçadas em 300 mil euros, com um prazo de execução previsto de seis meses. A proposta foi aprovada com apenas um voto contra. Em relação ao financiamento, Mário Minhós espera conseguir o apoio de financiamento público para avançar com o projecto. Outra novidade avançada pela Direcção tem a ver com a consignação do IRS. A partir de agora passa a ser possível a pessoas individuais canalizar uma parte deste imposto para o LMR. Através da consignação do IRS, o Estado permite que 0,5% do imposto liquidado reverta a favor de organizações de apoio social e humanitário sem fins lucrativos. O presidente da Direcção adiantou que o Lar está a ponderar colocar painéis informativos na vila, para informar as alcainenses. Esta consignação de IRS poderá resultar em “alguns milhares de euros por ano” para a instituição, já a partir do próximo ano. Entretanto, o responsável do lar informou também que foi registada a entrada de 41 novos sócios. Durante a reunião muito participada pelos sócios, foi ainda aprovada a concessão de poderes ao presidente e tesoureiro, para outorgar e assinar escrituras de justificação da posse do direito de propriedade de prédios pertencentes à instituição. A Assembleia autorizou ainda a contratação de um empréstimo junto de uma instituição bancária, até ao limite de 200 mil euros, para fazer face às obras de ampliação da lavandaria, cozinha, vestuário e capela. in Jornal Reconquista
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#1242 |
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Alimentos para animais de companhia
Agrária produz para o Japão A Escola Superior Agrária de Castelo Branco está a produzir as fórmulas de alimentos biológicos para animais de companhia. O produto destina-se a uma das maiores empresas japonesas do sector. Por: João Carrega 25 de Novembro de 2010 às 17:13h A Escola Superior Agrária de Castelo Branco (ESACB) foi o parceiro escolhido pela empresa Japan Pet and Drugs, uma das maiores companhias japonesas, para a elaboração de fórmulas de alimentos para animais de companhia, como coelhos anões, cães, chinchilas e outros roedores, canários, periquitos e caturras. Moitinho Rodrigues, docente da ESACB e responsável pela investigação, revela que uma das particularidades dos compostos passa por serem alimentos biológicos. A comitiva japonesa visitou, este mês, as instalações da Escola e mostrou-se satisfeita com o que lhe foi apresentado. “Nesta fase querem que façamos compostos de alimentos para coelhos anões e biscoitos para cães”, explica Moitinho Rodrigues. Só no Japão estima-se que haja mais de cinco milhões de coelhos anões, “pelo que há mercado para este tipo de alimentos”, adianta. Os compostos são efectuados no laboratório da Escola Superior Agrária e produzidos pela empresa sedeada na região, a Meskliflower, que já desde o ano passado tem uma forte ligação aos laboratórios da ESACB. “Através de um protocolo assinado em Maio deste ano, começámos a elaborar compostos (alimentos) para animais de companhia, os quais eram posteriormente produzidos pela fábrica portuguesa e analisados pelos nossos laboratórios”, explica Moitinho Rodrigues. Fórmulas testadas Em termos práticos, o laboratório da Superior Agrária define as fórmulas que os alimentos devem ter e caberá à Meskliflower a sua produção, exportando os alimentos para a empresa japonesa. “Na concepção dos compostos há um grande cuidado, pois aquilo que se pretende é que os animais de companhia tenham uma alimentação saudável, que lhes garanta ao mesmo tempo uma vida duradoura”, revela Moitinho Rodrigues. Outra das particularidades dos compostos produzidos no laboratório da ESACB diz respeito ao facto dos alimentos não serem nocivos aos humanos. “Por exemplo, no caso dos biscoitos para cães há a preocupação desses alimentos não fazerem mal aos humanos. Ou seja uma criança que brinque com os cães não corre o risco de ficar doente caso também ingira os biscoitos”, esclarece. Depois das fórmulas terem sido elaboradas e testadas em laboratório, segue-se a fase de produção dos alimentos, a qual está a cargo da Meskliflower. “Esses alimentos depois de produzidos são novamente analisados no nosso laboratório para confirmar se cumprem aquilo que definimos”, justifica. A Escola Superior Agrária de Castelo Branco para além da concepção dos compostos dá o seu selo de garantia aos produtos, pelo que o seu logótipo irá aparecer nas embalagens dos produtos. “A empresa japonesa exige que sejamos nós a fazer essas análises. Há uma grande preocupação na qualidade dos produtos e o facto de sermos nós a dar essa garantia surge como um reconhecimento do trabalho de excelência que aqui desenvolvemos”, diz. Moitinho Rodrigues revela que nesta primeira fase serão exportados cerca de 30 toneladas de alimentos para o Japão. No entender de Moitinho Rodrigues este tipo de parcerias e de investigação vão “abrir novas portas à Escola e aos seus alunos que assim poderão usufruir de estágios em empresas. A própria economia regional fica a ganhar, pois a matéria-prima poderá ser produzida na região”. in Jornal Reconquista
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#1243 |
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Albicastrense
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Nova associação
Monsanto recebe sede das Aldeias Históricas Por: Cristina Mota Saraiva 25 de Novembro de 2010 às 13:07h A Associação das Aldeias Históricas de Portugal - AHP foi recentemente criada, com assinatura da escritura notarial a decorrer na Batalha. A sede fica instalada na Aldeia Histórica e Secular de Monsanto da Beira. A AHP – Aldeias Históricas de Portugal, Associação de Defesa, Reabilitação e Salvaguarda do Património, é uma pessoa colectiva de direito privado, constituída sob a forma de Associação, sem fins lucrativos, apolítica e não religiosa. Em declarações ao Reconquista, Joaquim Fonseca, um dos elementos da fundação, afirma que esta é uma estrutura de âmbito nacional que apesar de ter a sua força motriz em Lisboa, vai desenvolver o seu trabalho a partir da Aldeia Mais Portuguesa de Portugal. “Trata-se de um projecto complementar às acções que já são desenvolvidas pelas Aldeias Históricas. É uma associação de desenvolvimento turístico em prol dessas aldeias que já são 12”, adianta. A ideia é alargar o âmbito do projecto e complementá-lo “porque há muitas aldeias idênticas por esse país fora, que não estão integradas nestes projectos”, conclui. Fazem parte da AHP como sócios fundadores, personalidades de alta craveira, cujos conhecimentos e prestígio são motivo de orgulho e de esperança num futuro promissor para a AHP. Entre muitos outros, conta com a participação de Dom Duarte Nuno de Bragança e de muita gente ligada à região, como Armindo Jacinto, administrador da Naturtejo, João Carlos Mendonça da Fonseca, psicólogo, Américo André, etnólogo, Joaquim Fonseca, radialista, para além de uma panóplia de arquitectos e engenheiros que poderão enriquecer todas as estruturas e futuros trabalhos a desenvolver. in Jornal Reconquista
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#1244 |
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Em Alcains e Louriçal do Campo
Autarquia investe em imóveis A Câmara de Castelo Branco acaba de adquirir três terrenos em Louriçal do Campo e Alcains. O investimento de 319 mil euros pretende captar mais emprego. Por: João Carrega 25 de Novembro de 2010 às 17:13h A autarquia albicastrense acaba de adquirir três novos terrenos com vista à captação de novos investimentos e empresas. Em Alcains, foi adquirido um espaço de três hectares, situado na zona de Geralda (perto da antiga fábrica de rações Alprema), enquanto que no Louriçal do Campo foram comprados dois terrenos, um com 21 mil 750 metros quadrados e outro com 12 mil metros quadrados. Joaquim Morão presidente da autarquia, justifica esta aposta com a perspectiva de se poderem captar novos investimentos para aquelas áreas. “Em Alcains foram adquiridos três hectares, os quais ficam disponíveis para a instalação de empresas. Deste modo, a autarquia cria condições para que ali se possam instalar estruturas que criem mais empregos”, explica. O autarca revela que também na freguesia de Louriçal do Campo foram adquiridos mais dois terrenos. “Um desses espaços vai permitir que ali se instale uma nova urbanização, junto da escola. O outro, composto por um pomar, situa-se junto ao Colégio de S. Fiel”, revela. Recorde-se que a aposta da autarquia na aquisição de espaços que permitam a instalação de empresas ou serviços no Concelho tem sido constante. A Câmara dá como exemplos as aquisições da antiga Dibeira, onde ficou instalada a ASAE, o antigo celeiro, onde hoje funciona o call center da PT Contact, as instalações da Reditus ou o Centro Nacional de Atendimento da Segurança Social, entre outras. Deste modo, assegura a autarquia, criam-se condições para que surja mais emprego no concelho. Recentemente foi assinado um protocolo com a empresa Novabase, que instalará em Castelo Branco um centro de apoio ao Plano tecnológico do Ministério da Educação para todas as escolas da região centro do país. Um espaço que ficará instalado no edifício da Assembleia Distrital, cujas obras de remodelação foram efectuadas pela Câmara de Castelo Branco. in Jornal Reconquista
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#1245 |
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Albicastrense
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Fábrica a caminho dos mil trabalhadores
As obras já começaram Delphi amplia instalações A UGT pretende a integração dos trabalhadores temporários nos quadros e diz que há “uma grande abertura” da empresa para negociar. Por: José Furtado 25 de Novembro de 2010 às 16:55h A fábrica da Delphi em Castelo Branco iniciou a ampliação das instalações para responder ao aumento da produção. Tal como o Reconquista noticiou em Setembro, este crescimento deve-se à transferência de cerca de dois terços do negócio da Delphi Guarda, fábrica que encerra até final deste ano. A unidade albicastrense vê assim o número de trabalhadores aumentar de 800 para cerca de mil, distribuídos pela fábrica sede e o antigo pavilhão da Hormigo, situado do outro lado da rua. É nas traseiras deste edifício que está a ser construído um novo pavilhão, que ficará ao serviço da empresa, confirmou o delegado do Sindicato Nacional da Industria e da Energia (Sindel), afecto à UGT. Francisco Matias diz que a preocupação é agora a integração nos quadros da empresa dos trabalhadores temporários, havendo de um modo geral “uma grande abertura da empresa em negociar connosco e em melhorar as condições de trabalho”, afirma. Recorde-se que ainda em Outubro o Sindel chamava a atenção para a falta de condições ao nível da climatização, acusando a administração da empresa de “falta de sensibilidade” para a questão. O Sindel participou na semana passada na campanha de adesão à greve geral, que decorreu esta quarta-feira em todo o país. A sensibilização começou no call center da Portugal Telecom, onde os dirigentes distritais da UGT reuniram com a empresa de telecomunicações. Rogério Bentes, o presidente da UGT em Castelo Branco, garantiu ao Reconquista que “há uma abertura total da PT na resolução destes problemas”, nomeadamente a questão da precariedade. Mas a UGT também compreende as dificuldades da empresa. “Às vezes têm dificuldade, por causa da competitividade, em dar resposta às nossas reivindicações”, diz o dirigente sindical, que também insistiu na necessidade de mais formação profissional, ideia que terá sido bem recebida pela PT. in Jornal Reconquista
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#1246 |
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CBWA
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Sim senhora a delphi nunca pensei que se fosse expandir ainda mais!!! que assim continue por muitos anos!!!
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#1247 |
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CB city
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Só é pena que a expansão se deva ao fecho de outras fábricas da Delphi...
Mas pronto, são mais postos de trabalho o que é uma boa notícia para a cidade. |
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#1248 |
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Martins
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Sodecia amplia instalações e vai dar mais 100 empregos Guarda
Sodecia amplia instalações e vai dar mais 100 empregos Guarda
A poucas semanas do fecho da Delphi, a Câmara da Guarda anunciou, ontem, que a Sodecia, uma empresa de componentes para automóveis a laborar na cidade, vai ampliar as suas instalações e criar cerca de cem novos postos de trabalho. O investimento foi revelado durante a reunião do Executivo, uma vez que a fábrica do grupo industrial português, sediado na Maia, requereu a isenção do pagamento das taxas devidas nas obras de adaptação de um pavilhão contíguo à unidade situada no parque industrial da Guarda. O pedido foi concedido com o argumento de que «é necessário apoiar projectos industriais mais pequenos, mas que dão garantias de futuro e resposta ao mercado de trabalho local», disse Joaquim Valente. O presidente do município considerou que o projecto «é uma boa notícia para a cidade», tanto mais que vai permitir quase duplicar o número actual de trabalhadores (120 pessoas). Isto numa altura em que a multinacional de cablagens Delphi se prepara para fechar portas e lançar para o desemprego mais 318 operários. «Cabe à Sodecia escolher os trabalhadores, mas é um facto que os da Delphi têm a experiência e conhecimento necessários para desenvolver aquela linha de produção», acrescentou o autarca. A fábrica vai produzir componentes para a Mitsubishi Fuso, numa encomenda transferida pela marca na Alemanha para a Guarda. O Executivo congratulou-se com a novidade e sublinhou o «lado positivo» da notícia, «num momento de crise e de alguma descrença no concelho», acrescentou Joaquim Valente, que disse desconhecer quando se iniciará a nova produção. A Sodecia está no parque industrial guardense desde 2001, onde desenvolve e fabrica pequenos e médios componentes estampados, sub-conjuntos genéricos, conjuntos soldados, estruturas métalicas de assentos, pedaleiras e travões de mão, entre outros. Na altura, resultou da fusão entre a Indústria de Acessórios e Componentes Metálicos e a Sociedade Industrial de Metalurgia da Guarda, empresa constituída em 1988 para o sector de estruturas e bancos para automóvel. Actualmente produz para a Renault, Visteon, Volkswagen, PWO, Mitsubishi, Ford e Isringhausen, principalmente no mercado da Península Ibérica, França e Alemanha. Jornal de Noticias |
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#1249 |
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Albicastrense
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Galardão entregue a Álvaro Rocha
Idanha tem o melhor ambiente do país O concelho raiano de Idanha-a-Nova é o melhor para se viver, ao nível do ambiente. 6 de Dezembro de 2010 às 17:19h O Município de Idanha-a-Nova foi distinguido com o prémio de melhor concelho para viver no âmbito do Ambiente. A esta distinção juntaram-se também os segundos lugares nas áreas da saúde e do urbanismo. O galardão foi entregue ao presidente da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, Álvaro Rocha, pelo secretário de Estado da Administração Local, José Junqueiro, no decorrer da “II Conferência de Qualidade de Vida: A Qualidade de Vida como Factor de Competitividade”, que teve lugar no dia 29 de Novembro, no Instituto de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP). Como refere nota enviada à nossa redacção, esta iniciativa resulta da realização de um barómetro de diagnóstico da qualidade de vida dos Municípios Portugueses, publicada anualmente no semanário “Sol”. No estudo são analisados parâmetros como Ambiente, Acessibilidades e Transportes, Diversidade e Tolerância, Economia e Emprego, Ensino e Formação, Felicidade, Saúde, Segurança, Turismo, Cultura e Lazer, bem como Urbanismo e Habitação. in Jornal Reconquista
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#1250 |
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Albicastrense
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Penamacor
Malcata recebe milhares de árvores 7 de Dezembro de 2010 às 00:11h Mais de 16 mil árvores vão ser plantadas na Serra da Malcata no primeiro ano de uma campanha promovida pela Fundação Yves Rocher. A iniciativa da marca francesa de cosméticos pretende plantar 165 mil árvores em todo o país, uma meta definida para quatro anos. As primeiras 41 mil árvores serão distribuídas pela Malcata, Serra d'Arga (Viana do Castelo) e Alvão/Marão (Vila Pouca de Aguiar). O projecto é desenvolvido em parceria com a associação ambientalista Quercus e contempla 23 espécies autóctones, algumas das quais raras, dizem os promotores. A Fundação Yves Rocher foi criada em 1991 e desenvolve em todo o mundo vários projectos no âmbito da natureza, solidariedade e educação. in Jornal Reconquista
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#1251 |
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Albicastrense
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Novo tapete na praça principal
A praça principal do parque já está relvada Parque da Cidade fica mais verde A praça principal do Parque da Cidade acaba de ser relvada. As obras terminaram na última semana e surgem no âmbito da política da autarquia em tornar a cidade mais verde. Por: João Carrega 9 de Dezembro de 2010 às 15:45h O Parque da Cidade, em Castelo Branco, está mais verde. A autarquia acaba de substituir a calçada existente, na praça principal daquela estrutura, situada entre os dois primeiros lagos, por um relvado. Segundo apurámos, esta intervenção surge no âmbito da política que está a ser implementada pela autarquia no sentido de tornar a cidade mais verde. O Parque da Cidade é um dos espaços mais nobres de Castelo Branco e desde a sua requalificação, ao abrigo do Programa Pólis, que viu aumentado o número de visitantes. A preocupação da Câmara passou por torná-lo ainda mais atractivo e mais amigo do ambiente. O investimento da autarquia na área do ambiente tem sido elevado. Só no último foram plantadas em Castelo Branco mais de duas mil e 500 árvores. A aposta da Câmara vai prosseguir nos próximos anos, com a colocação de vários milhares de árvores na cidade. Paralelamente, foram requalificados os espaços verdes e estão a ser arranjadas as muitas rotundas situadas dentro e à entrada de Castelo Branco. Cinema ao ar livre Mas a intervenção no Parque da Cidade não se fica por aqui. A autarquia pretende equipar aquele espaço com um auditório ao ar livre. Uma estrutura nobre, cujo projecto está a ser desenvolvido pelo gabinete de arquitectura de Luís Marçal Grilo, e que a autarquia gostaria de ver construída. Para já a Câmara de Castelo Branco não confirma essa construção, mas o presidente da autarquia garante que esse estudo está a ser feito. Segundo apurámos, o auditório ficará dotado de um ecrã para projecção de filmes, um palco, uma pequena bancada e uma zona ampla para o público, além de um edifício de apoio. O auditório ficará instalado ao lado esquerdo do bar e da pequena praça de repuxos de água aí existente, num espaço que neste momento não está aproveitado e que não possui árvores. Com esta intervenção, que representa um investimento de cerca de 250 mil euros, a Câmara de Castelo Branco volta a colocar o Parque da Cidade na rota da cultura. Recorde-se que durante décadas o cinema ao ar livre, naquele espaço, foi uma imagem de marca de Castelo Branco, o mesmo acontecendo com muitos espectáculos que ali se realizavam, como os desfiles de moda. O novo auditório ficará dotado da melhor tecnologia e será uma estrutura confortável para acolher o público que ali se deslocar. De referir que a requalificação que o Parque da Cidade sofreu, o antigo auditório, já obsoleto e degradado, foi demolido, surgindo nesse mesmo espaço uma praça de água, com uma pequena bancada e um bar de apoio. O antigo auditório e ecrã de projecção, bem como as casas das máquinas, já não eram utilizados há vários anos e encontravam-se em muito mau estado. in Jornal Reconquista
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#1252 |
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Albicastrense
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Conservatórias na Senhora de Piedade
Tribunal de Castelo Branco Tribunal ganha espaço e exige policiamento Os serviços do Tribunal de Castelo Branco vão ocupar as antigas instalações dos registos e notariados localizadas no Palácio da Justiça. Entretanto, a partir de Janeiro os responsáveis do Tribunal querem policiamento permanente nas suas instalações. Por: João Carrega 9 de Dezembro de 2010 às 15:47h O Tribunal de Castelo Branco quer que a partir de Janeiro seja garantido policiamento permanente nas suas instalações. Segundo apurámos, o objectivo passa por ter, em permanência, um agente da autoridade à entrada do edifício, um pouco à semelhança do que sucede no Governo Civil. Esta proposta decorre do facto de desde meados deste ano o Tribunal de Castelo Branco ter perdido uma oficial porteira, a qual foi transferida para as varas criminais do Campus da Justiça, no Parque das Nações, em Lisboa. Desta transferência resulta o facto de não existir qualquer controlo na entrada do edifício. Além daquela proposta, é intenção do Tribunal de Castelo Branco passar a utilizar as antigas instalações das Conservatórias dos Registos Civil, Comercial e Predial, que até ao último mês funcionaram no palácio da Justiça. Para já ainda não está definida a forma como esses espaços vão ser utilizados. Segundo o Reconquista apurou, a intenção da tutela passava, inicialmente, pela realização de obras de adaptação, as quais poderiam incluir a construção de uma nova sala de audiências. O projecto dessa intervenção deveria ficar concluído até ao final deste ano, mas um despacho do Ministério da Justiça, suspendeu todos os pagamentos até ao final do ano. A utilização das antigas instalações das Conservatórias dos Registos Civil, Comercial e Predial não está, no entanto, suspensa. Neste momento, o Tribunal aguarda que aqueles espaços fiquem totalmente livres, o que deverá acontecer em Janeiro. Isto porque embora os registos já funcionem nas novas instalações ainda permanecem no edifício do Palácio da Justiça muito material pertencente às conservatórias. Nessa altura, os serviços do Tribunal poderão ocupar as instalações, mesmo sem obras de adaptação. Conservatórias mudam de casa As alterações previstas para o Tribunal de Castelo Branco resultam da transferência das Conservatórias dos Registos Civil, Comercial e Predial para novos edifícios situados na Senhora de Piedade, por cima da Biblioteca Municipal de Castelo Branco. Como o Reconquista anunciou, em primeira mão, esta mudança resultou de um protocolo assinado entre o ministério da tutela e a Câmara de Castelo Branco, a qual cedeu os espaços. “Há muitos anos que esse problema está para ser resolvido, de modo a tirar do edifício do Tribunal as Conservatórias. Conseguimos chegar a acordo com o Ministério da tutela, de modo a instalarmos nos dois edifícios que construímos junto à Biblioteca Municipal esses serviços. Com esta mudança as conservatórias ficam alojadas em espaços amplos e modernos capazes de dar uma boa resposta aos albicastrenses, garantindo óptimas condições de trabalho e atendimento”, explica Joaquim Morão. O presidente da autarquia refere que a construção daqueles dois espaços estão integrados na requalificação que foi feita no Largo da Senhora da Piedade e da zona envolvente à Biblioteca Municipal. “São dois magníficos edifícios que garantem melhores condições para quem lá trabalha e para os utentes”, diz o autarca. O presidente explica que “a mudança de instalações já há muito que era pretendida. O Ministério da Justiça precisava de resolver esse problema e nós mostrámo-nos disponíveis para encontrar uma solução”, concluiu. in Jornal Reconquista
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#1253 |
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Albicastrense
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Castelo Branco lidera com êxito
Triurbir quer conquistar o futuro 9 de Dezembro de 2010 às 17:53h A presidência da Triurbir – Triângulo Urbano Ibérico Raiano está nas mãos de Castelo Branco até Julho do próximo ano e vai ser um grande êxito, como reconhecem os outros intervenientes de Plasência, Cáceres e Portalegre. “Não competimos, estamos irmanados para conquistar o futuro”, afirmou Francisco Martin, vereador de Cáceres. Para além de falar na questão da economia do turismo que considera fundamental para a região, Francisco Martin frisou que as acessibilidades são um dos aspectos mais importantes nesta cooperação. Recordou que Cáceres e Plasência estão já unidade por uma auto-estrada que facilita a comunicação e leva visitantes a ambos os lados. Esta auto-estrada, recordou, vai seguir até à fronteira de Monfortinho e espera-se agora que Portugal lhe dê continuidade. O vereador espanhol está convicto que a Cimeira Ibérica a decorrer no próximo ano em Évora possa trazer bons resultados para esta situação. “Temos que aproximar as cidades das pessoas para atrair novas empresas”, terminou. A última reunião dos órgãos da associação decorreu em Castelo Branco e decidiu a urgência da elaboração de um plano estratégico para a realização de projectos e candidaturas em conjunto. A ideia é concentrar e coordenar estratégias para que as quatro cidades as possam apresentar à comunidade, sobretudo na área do turismo. Tudo para tornar o eixo da Triurbir atractivo e cativar turistas. O autarca Joaquim Morão destacou a importância desta associação, garantindo que este intercâmbio “é um grande esforço de luta pelas nossas terras, porque só unidos e integrados podemos defender os nossos interesses”. O plano estratégico em discussão tem projectos em conjunto que pretendem esbater as fronteiras do desenvolvimento e destaca a importância do emprego. “Temos que segurar cá as pessoas e é caso para dizer que todos sofremos do mesmo mal, uma vez que estas quatro cidades se debatem com esta questão da desertificação”, acrescenta o autarca. Por seu lado, o alcaide de Cáceres, Victor Santiago frisou que estas quatro cidades estão cada vez mais integradas e mais comprometidas, em relação ao desenvolvimento económico e social. O presidente da Câmara de Portalegre, Mata Cáceres diz que há muito tempo que tem feito um grande esforço de aproximação com Castelo Branco, frisando que o Tejo é um factor de aproximação e não de desunião. O autarca alentejano realçou a visita que fez à Zona Industrial de Castelo Branco, passando pelo Centro Tecnológico e pela Melaria, e disse que viu coisas que quer replicar na sua cidade. in Jornal Reconquista
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#1254 |
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Albicastrense
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André Roberto defende ouro conquistado no último europeu
André Roberto vai tentar revalidar o ouro Escola de campeões com nova casa O Centro de Formação Profissional de Castelo Branco está a construir um novo pavilhão para a área do frio, que esta semana vai representar Portugal no Campeonato Europeu das Profissões. Por: José Furtado 9 de Dezembro de 2010 às 14:53h No currículo tem cerca de 80 medalhas conquistadas em competições que vão dos regionais aos mundiais. Mas o prémio mais esperado só vai chegar em 2011. A área do frio e climatização do Centro de Formação Profissional de Castelo Branco vai ter uma nova casa, que se encontra em construção junto às instalações do centro pertencente ao Instituto do Emprego e Formação Profissional. A obra que era aguardada há cerca de 15 anos vai ter uma secção oficinal na área do frio e climatização, secção de electricidade e um laboratório polivalente na área de electricidade e electrónica. Segundo a directora do centro de formação vai permitir formações diversificadas “mesmo ao nível das novas energias”, diz Lígia Silveiro. O edifício terá ainda salas teóricas, que é uma das necessidades do centro de formação. O espaço provisório que ainda acolhe a formação, situado no outro lado da rua, teve ainda assim os seus méritos. “Não é o espaço desejável mas no fundo permitiu ir fazendo alguma formação e rentabilizar os equipamentos”, refere a responsável pelo centro. Para trás vai ficar o espaço alugado e que é provisório desde há vários anos, mas onde ainda assim se fez muito. “Este espaço não tem as condições mínimas para se poder dar formação, mas também não é por causa disso que não temos feito campeões”, diz José Costa, o formador na área do frio. Até ao momento esta já deu ao centro de formação de Castelo Branco 18 medalhas de ouro, 27 de prata e 36 de bronze, conquistadas em campeonatos regionais, nacionais, europeus e mundiais. E a partir desta quinta-feira poderão vir mais, já que o centro vai participar no Campeonato Europeu das Profissões, que decorre em Lisboa até domingo. Os olhos vão estar postos em André Roberto, um jovem de 20 anos que tem a difícil missão de defender a medalha de ouro conquistada há dois anos por António Nabais no europeu da Holanda, onde o colega foi também considerado o melhor profissional da Europa. André Roberto já participou no mundial das profissões no Canadá, mas é em Lisboa que enfrenta uma verdadeira prova de fogo. A preparação é por isso intensa. “Tem estado aqui três meses a trabalhar de manhã às 11 horas da noite, a maior parte dos dias da semana. E tem feito os sábados”, diz o formador José Costa. André Roberto conta que a estreia no mundial do Canadá “não correu muito bem”, mas agora sente-se melhor preparado. Nos últimos meses tem treinado a prova insistentemente, limando algumas arestas. “O tempo que nos dão é muito limitado e temos de dar o litro”, conta o jovem, que esteve para desistir de estudar depois de feito o 9.º ano, mas que encontrou uma oportunidade na formação profissional. André Roberto não vai estar sozinho em Lisboa, apesar de ser o único aluno do centro de formação de Castelo Branco em competição. Com ele vão três técnicos da casa que participam na construção, montagem e na organização dos campeonatos, em áreas como o frio, multimédia e mecânica automóvel, explica Lígia Silveiro. Durante o campeonato, Castelo Branco vai ter ainda uma chefe de equipa na área das artes. Esta participação é vista como motivadora. “Permite-nos sair um pouco da interioridade, conhecendo outras formas de trabalhar e fazer as coisas”, entende Lígia Silveiro. in Jornal Reconquista
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#1255 |
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Barra for Friends
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Gostei da iniciativa de plantarem árvores
assim sim
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#1256 |
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O maior centro comercial da região (50 mil metros quadrados) vai ser construído na Covilhã, junto ao Pingo Doce.
![]() Grande zona comercial vai nascer no local Um empreendimento, que contempla uma zona comercial de grandes dimensões e 40 moradias unifamiliares, vai ser construído na Quinta do Freixo pela empresa Edge Properties, SGPS. O investimento foi discutido na reunião camarária da passada sexta-feira, 3, realizada à porta fechada, na qual foi aprovado o pedido de majoração máximo de ocupação do solo, de 0,25, o índice compatível com o Plano de Urbanização da Grande Covilhã, para 0,38, o ocupado pelo empreendimento. A votação contou com a abstenção da oposição, os três vereadores socialistas, por considerarem não dispor de informação suficiente para viabilizar a excepção, prevista quando se trata de interesse público municipal ou económico. De acordo com Vítor Pereira, vereador socialista, o presidente em exercício, João Esgalhado, que não quis falar com os jornalistas, sublinhou a importância do projecto, que criará 600 postos de trabalho. Livre dos constrangimentos relacionados com as Reservas Agrícola e Ecológica Nacionais com que a Quinta do Freixo se deparou há cinco anos, e que fez a obra parar, o projecto tenta novamente avançar, com a zona comercial de quase 50 mil metros quadrados de área bruta de construção, mais as moradias. O empreendimento, situado ao lado do hipermercado Pingo Doce, ao lado da Estrada Nacional 18, tem o parecer favorável dos Serviços de Urbanismo da autarquia, condicionado à aprovação, pelos eleitos na edilidade, da majoração do índice de ocupação do solo. Vítor Pereira considerou parcos os esclarecimentos prestados pela maioria e justificou a abstenção com a ausência de um documento, proveniente da entidade promotora, a fundamentar o pedido. “Não estávamos em condições de nos pronunciar sobre o interesse público e económico do empreendimento”, salientou o vereador do PS. Ana Ribeiro Rodrigues http://www.noticiasdacovilha.pt/pt/a...&idartigo=1020 |
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#1257 |
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Albicastrense
Join Date: Sep 2009
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Mais um centro comercial? Será que se justifica??
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#1258 |
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CB city
Join Date: Sep 2009
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Pelo que li na notícia e pela imagem do projecto não é um centro comercial mas sim uma zona comercial, ou seja um conjunto de edifícios com lojas...
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#1259 |
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BANNED
Join Date: Dec 2010
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O novo Serra Shopping na Covilhã não é mais que suficiente para a cidade?
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#1260 |
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Martins
Join Date: Jun 2009
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lol...está claro que o centro comercial não vai para a frente ainda por cima no estado em que Portugal está....são só noticias espéculativas
![]() Eu não acredito, acho que isto vai acabar por ser esquecido ao longo do tempo, pois um a Covilhã não tem gente para dois centros comerciais, já para não esquecer que a nossa região não é das mais ricas do país pelo contrário. |
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| castelo branco, covilhã, guarda, noticias, projectos |
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