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Old January 14th, 2008, 10:53 PM   #181
Zarco
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Originally Posted by fred_mendonca View Post
No caso do aeroporto foi um investimento equilibrado. Até se lembraram de não colocar as mangar para não servirem os turistas!
Quem dera ao resto do nosso país tivesse um SERVIÇO DE QUALIDADE ELEVADA COMO AQUELE QUE TODOS OS TURISTAS QUE VISITAM A MADEIRA USUFRUEM...

Investimento Equilibrado?

De facto este Fred Mendonça não acerta uma...


O Isaltino tem que vir à Madeira dar exemplos...
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Old January 15th, 2008, 12:30 PM   #182
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Originally Posted by Viriatox View Post


Cota 500. O que vão fazer exactamente?

E o porto de pesca é desactivado completamente ou é transformado em porto de recreio?


A cota 500 é uma ligação a altura de 500 metros ao nivel do mar que ira atravesar o funchal nessa cota.

Pelo que li vai começar na Rotunda da Fundoa indo para Oeste em tuneis.


Sobre o Porto de Pesca é completamente transferido para a zona da Ribeira de Socorridos , onde esta a Central Electrica da Vitoria .

O Porto do Funchal sera um Porto de Recreio e uma zona de animação.


A demolição dos Silos fica Pronta antes do fim desta semana .

Estes Silos Foram construidos a 20 anos para uma do empressa do Governo Central, (acho que já não existe ) este em funcionamento durante 10 anos .
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Old January 25th, 2008, 02:57 PM   #183
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Monte perto de receber o comboio
O comboio turístico do Monte um investimento orçado em cerca de 7 milhões de euros, aguarda apenas o parecer do Instituto Nacional de Transportes Ferroviários (INTF), para poder circular entre o centro da freguesia e o Terreiro da Luta. A afirmação foi feita ontem pelo presidente da Câmara do Funchal no final de um encontro que a Autarquia manteve com a junta de freguesia local, o qual teve lugar na sede daquele órgão de poder local.
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Old January 25th, 2008, 04:47 PM   #184
Arpels
Αλέξανδρος
 
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sempre vai avançar, mto bem.
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Old January 25th, 2008, 09:24 PM   #185
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Um Video do novo Hospital

http://www.sres.pt/?page=edificiospu...or=1&buttons=1


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Old January 25th, 2008, 09:35 PM   #186
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Hotel do Forte de Machico passa para Carlos Saraiva

Hotel do Forte de Machico passa para Carlos Saraiva
Governo confirma que está a apreciar o processo de transferência de concessão
Data: 10-01-2008

O Governo Regional da Madeira está a apreciar o processo de transferência da concessão da obra de recuperação e de exploração hoteleira do Forte de São João Baptista, em Machico, confirmou ontem o DIÁRIO.

Luís Santos Costa, secretário regional do Equipamento Social, confrontado com a questão respondeu-nos que se trata de um processo normal, perfeitamente possível, e que está a decorrer bem.

A recuperação do Forte de São João Baptista foi anunciada em Setembro de 2005, quando a empresa 'Mare Nostrum' apresentou o projecto na Câmara Municipal de Machico. A obra de construção civil e a aquisição dos respectivos equipamentos estava orçamentada entre 7,5 e 10 milhões de euros. O projecto, que teve a assinatura do conhecido arquitecto Vítor Mestre, prevê a recuperação total do edifício do forte, na encosta do Pico do Facho, sobranceiro ao actual porto de recreio, mais a construção de 40 aposentos hoteleiros e áreas públicas de serventia reservada aos hóspedes da unidade, nomeadamente uma piscina. A recuperação do forte prevê que o edifício volte ao serviço público, com abertura franqueada a visitantes, embora algumas dependências fiquem reservadas para apoio à operação hoteleira.

A empresa 'Mare Nostrum' é constituída por capitais da empresa de construção civil 'Arlindo Correia & Filhos', com sede em Braga, mas desde há alguns anos a trabalhar na Madeira, cuja sede regional está situada no concelho de Machico, e do empresário do sector de viagens Júlio de Sousa.

O prazo de concessão do Forte de São João Baptista, segundo foi anunciado aquando da assinatura do respectivo contrato com o Governo Regional era de 30 anos.

O processo, que está actualmente em apreciação junto dos serviços da Secretaria Regional do Equipamento Social deverá estar concluído nos primeiros meses deste ano, é de passagem da concessão para uma outra entidade. A 'Mare Nostrum' pretende passar a responsabilidade da obra da recuperação e construção do hotel do Forte de Machico para a CS Hotéis, empresa do empresário hoteleiro Carlos Saraiva, que estendeu a sua actividade para a Região Autónoma da Madeira em 2006.

Carlos Saraiva que viveu durante alguns anos na Madeira, enquanto estudante, adquiriu o prédio do ex-Madeira Crowne Plaza Hotel à família de Alexandre Rebelo, que foi transformado no 'CS Madeira Atlantic Resort & Sea SPA', unidade de cinco estrelas, com 300 quartos e suites e que hoje disponibiliza um dos maiores complexos regionais de salas para acolhimento de congressos e conferências.

Carlos Saraiva é actualmente um dos empresários portugueses que mais investe em hotelaria de cinco estrelas em Portugal, com diversas obras em curso que lhe garantirão no final de 2009 um total de quatro mil camas adentro do segmento de cinco estrelas.

O Forte de São João Baptista foi mandado construir em 1708 pelo então Governador da Madeira, capitão-general Duarte Sodré Pereira. Foi construída no seu interior uma capela devota a S. João Baptista, que deu o nome ao forte. Destinava-se à defesa da vila de Machico. Desde há muitos anos que o imóvel se encontra bastante degradado.

CS HOtéis
n Actualmente, a CS Hotéis tem em funcionamento quatro unidades hoteleiras: CS São Rafael Suite Hotel, CS Madeira Atlantic Resort & Sea SPA, CS Vintage House e Pousada Solar da Rede. Até 2009, estão previstas as aberturas de mais 12 hotéis de cinco estrelas que representam um investimento global de 800 milhões de euros, num total aproximado de quatro mil camas. Correspondendo às novas procuras turísticas como é o caso do enoturismo, a CS Hotéis, através da aquisição de novas unidades, tem uma oferta turística que abrange as vertentes Natureza, Cultura, História, Gastronomia e Vinicultura.
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Old January 25th, 2008, 09:40 PM   #187
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Decisão está oficialmente tomada e a estrutura do “Caldeirão” tem os dias contados...
Pista de “tartan” sai dos Barreiros

A decisão está tomada: a pista de “tartan” do Estádio dos Barreiros é para acabar e tem os dias contados. Já há muito que se previa este desfecho, mas agora é uma realidade. O Funchal deixa de ter uma pista para o atletismo, restando duas alternativas: Machico ou Ribeira Brava. O “Caldeirão” passa para o Club Sport Marítimo e as obras de remodelação do espaço não contemplam a pista e demais estruturas para a modalidade, numa medida que uns aceitam e outros não...


Está consumado: a actual pista de “tartan” do Estádio dos Barreiros vai acabar. Foi o próprio presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, que desfez, de uma vez por todas as dúvidas: «a pista estava já completamente estragada. Depois, a partir do momento em que se tornou um caso político, trato como um caso político. Portanto, não há pista nos Barreiros». E, segundo acrescenta o líder do Executivo, «a Madeira não fica a perder», porque tem duas novas pistas «e em condições, a da Ribeira Brava e a de Machico», e não se vai deixar de fazer um estádio de alta competição, adequado às necessidades do Marítimo, devido a uma pista».
E Jardim vai mais longe ao dar um exemplo recente: «ainda há dias vi as luzes do estádio acesas — a gastar dinheiro e energia — e não estava uma única pessoa na pista». Sobre a queixa dos clubes e atletas acerca das dificuldades de transporte dos atletas para Machico e para a Ribeira Brava, o presidente do Governo ironizou: «coitadinhos, eles não tinham condições para irem aos Barreiros? Ainda acreditam que iam a pé para os Barreiros? Não me gozem». Jardim prometeu, por outro lado, que vai resolver o problema do pagamento dos atletas federados na pista do Centro Desportivo da Ribeira Brava junto do vice-presidente, João Cunha e Silva, governante que tutela a Sociedade de Desenvolvimento da Zona Oeste, promotora da obra.

Relvado mais
próximo das bancadas

A decisão está tomada, mas não é pacífica. A polémica iniciou-se com a cedência do Estádio dos Barreiros ao Marítimo, clube que está apostado em remodelar o recinto, transformando-o num espaço polivalente, que potencie a sua vertente comercial. A novidade da cedência do espaço à colectividade “verde-rubra” foi avançada pelo próprio presidente do Governo Regional no jantar de aniversário do clube, o ano passado.
Marítimo que, ao que se sabe, pretende que o novo espaço não tenha pista de atletismo — com a actual a se encontrar degradada e sem homologação — numa medida que visa aproximar mais os adeptos dos jogadores e do relvado, à semelhança do que ocorre na maior parte dos clubes nacionais e internacionais.
Deste modo, o Funchal perderá a única pista da capital, com as alternativas de treino e de competição a divergirem para os complexos da Ribeira Brava e de Machico. Ou seja a contestação surge em torno da distância de ambos os locais para a realização dos treinos, dos gastos com os transportes/gasolina e com o facto de ser cobrada uma taxa (oito euros) para os que queiram utilizar a pista ribeirabravense — a única homologada para competições oficiais nacionais e internacionais. Quanto à de Machico tem quatro corredores para a disputa de corridas.

Discórdia desportiva
e... política

Uma discórdia por uma pista que chegou a envolver o presidente do Marítimo, Carlos Pereira, e o líder da Associação de Atletismo da Madeira, Policarpo Gouveia. Este último manifestou a sua «grande preocupação» com a desactivação do espaço no que ao atletismo se refere.
Ontem, contactado pela agência Lusa, o mesmo dirigente afirmou estar menos preocupado com a situação, frisando unicamente «estar em período de reflexão»... De contornos desportivos, o “caso” atingiu o foro político, com a oposição a querer explicações e uma clarificação desta matéria em sede da Assembleia Legislativa Regional, por parte do secretário com a tutela da Educação e Desporto, Francisco Fernandes.

Alcides Nóbrega
e a “compensação”

Por parte dos clubes, Alcides Nóbrega, presidente do Grupo Desportivo do Estreito, ontem, em declarações à RDP-Madeira, lamentou o fim da pista. «Ficamos tristes por ver um espaço onde foi e continua a ser a “mãe” de muitos atletas desaparecer. Continua a ter um cariz muito especial, por estar num lugar devidamente bem situado, mas temos de aceitar porque há situações que têm de acontecer».
Resignado, o dirigente reconhece que «de facto para termos um estádio com outra qualidade e outras condições obriga ao abandono daquela pista. Só nos resta lamentarmos e continuar a criar condições para que a modalidade cresça, tal como tem vindo a acontecer ao longo dos últimos anos». De acordo com o líder do GD Esteito, «se é uma medida justa, o IDRAM (Instituto do Desporto da Madeira) tem de compensar os clubes com os gastos que vamos ter, a partir de agora, superiores àquilo que estávamos habituados».
Apaziguador, Alcides Nóbrega crê que «as pessoas estão atentas a esta nova situação e não é preciso andarmos com grandes barulhos e grandes guerras para resolvermos um problema que penso que é visível aos olhos de todos. Todos sabemos que é preciso criar outras condições, as quais passam pelo apoio aos transportes para a deslocação...», concluiu.


Sem homologação
Actual estrutura está degradada

A actual pista de “tartan” dos Barreiros perdeu a homologação e está degradada. O material encontra-se mesmo num estado «perigoso para a integridade dos atletas, nomeadamente para os saltadores, com as caixas de saltos de areia (ou melhor terra compactada), e nos colchões para salto em altura os atletas podem bater com a cabeça nas grades de ferro. No salto com vara levanta-se uma nuvem de poeira e os colchões estão furados/degradados, porque não têm uma protecção. Já têm surgido algumas lesões, mas felizmente sem gravidade, que obrigam, inclusivamente, a parar os treinos», referiu ao JM, o ano passado, Alcino Pereira, director-técnico regional da Associação de Atletismo da Madeira. Quanto à pista «tem lombas, não tem elasticidade, está com buracos e até mesmo com as marcas das ferraduras dos cavalos que participaram numa Festa do Desporto Escolar. Ou seja, a pista está num estado quase impraticável», frisou ainda o responsável. «Já há dois/três anos que estamos nesta situação. A questão da pista dos Barreiros deveria ser resolvida com o máximo de urgência, ou então arranjar uma alternativa, embora ache que não há relativamente às pistas dos Barreiros. É no Funchal que reside mais de 50 por cento da população da Madeira. Precisamos sim de um local de treino no Funchal. Tem-se optado por construir pistas, deslocalizadas, se calhar em locais que não são os melhores para competir. Podem ser úteis para treinar, mas não são a melhor opção para as provas», mencionou Alcino Pereira.


Prova internacional foi considerada “a melhor de Portugal”
Da terra ao sintético até chegar a um... “Meeting”

A primeira grande organização desportiva que se conhece na Madeira, remonta ao princípio do século XX, com os "pomposamente" chamados Jogos Olímpicos Madeirenses, disputados no último trimestre de 1913 (aos fins-de-semana), em que o atletismo foi considerado o “desporto-rei”. Todavia, só em meados dos anos vinte, e durante alguns (escassos) anos, a modalidade tem uma actividade mais ou menos regular, com a organização de provas nos Campos dos Barreiros, Almirante Reis e da Achada pela Liga Madeirense dos Sports Atléticos, fundada em 5 de Maio de 1925 pelo Clube Sports da Madeira, Club Sport Marítimo, Clube Desportivo Nacional e União Futebol Clube, e que em 25 de Outubro de 1925 contava com 42 atletas inscritos. Com a prática regular do atletismo no Estádio dos Barreiros, vão sendo criadas as estruturas da modalidade que recebe em 1970 o primeiro curso de juízes de atletismo. Com o desenvolvimento da modalidade, a qual não é alheio a substituição da terra pelo sintético na pista do estádio dos Barreiros, é criada a Associação de Atletismo da Região Autónoma da Madeira. Barreiros que acolheu várias edições do "Meeting Internacional de Atletismo da Madeira", considerado várias vezes o melhor de Portugal, tendo sido, o ano passado, transferido para a Ribeira Brava.


Machico e Ribeira Brava como alternativas

O ano passado (no dia 15 de Junho), Alcino Pereira, director-técnico regional da Associação de Atletismo da Madeira, abordou no JM os problemas com que se debatem as pistas de Machico e da Ribeira Brava. Na entrevista, o responsável explicou que a pista de Machico «é imprópria para competições, não só pelo número reduzido de corredores (quatro/cinco na recta da meta)», como por ter «uma localização extremamente desfavorável, em termos climatéricos, já que 95 por cento das competições que lá se fazem é com vento forte e contrário, na recta da meta». A seu ver, a estrutura «poderá ser razoável para treinos, mas em termos competitivos é medíocre». Sobre a pista da Ribeira Brava salientou a «boa qualidade de construção e de materiais, com destaque para o piso que é de muito boa qualidade». Em termos de localização referiu que o complexo «sofre com o vento e com a falta de sol. Fica “encravada” entre as montanhas e poderá haver algumas dificuldades, com o frio, com as diferenças de temperatura e com a chuva». Globalmente «é melhor do que a de Machico, até porque tem oito corredores», afiançou.


Locais de treino estratégicos, bem localizados e... no Funchal

«A nós (atletismo) o que interessava é que houvesse uma pista de boa qualidade para competição e essa deveria ser nos Barreiros, porque está bem situada, é central e não tem problemas de vento ou de temperatura», refere Alcino Pereira. «Chegáva-nos apenas uma pista, desde que centralizada para competição, e mais de locais de treino, não necessariamente pistas completas». Esta é a opinião do director-técnico da Associação de Atletismo da Madeira. A seu ver eram necessários e bastavam «locais de treino em sítios estratégicos e simplificados, casos da Ribeira Brava, em Machico (onde estarão as duas pistas), mas também, talvez, no Porto Moniz, em São Vicente, em Santana... com condições para que os atletas possam treinar». No entender do responsável, «não sou favorável a que haja uma proliferação de pistas de atletismo — isso é dinheiro deitado fora —, até porque depois, em termos de manutenção, cria dificuldades acrescidas». Ou seja, o nosso entrevistado defendeu que «exista uma pista bastante bem apetrechada, central, com boa qualidade, construção e localização e um conjunto de locais de treino, simplificados e práticos, adequados e direcccionados ao treino dos atletas».
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Old January 26th, 2008, 09:07 AM   #188
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1,5 milhões para Túneis da Cota 40




A Câmara Municipal do Funchal abriu ontem um concurso para a realização de um estudo prévio e consequente projecto de execução para a beneficiação dos túneis da Cota 40. A saber, são eles o túnel entre a Brito Câmara e a praça Severiano Ferraz (junto à Cruz Vermelha) o túnel entre a Calçada da Encarnação e a Rua do Ribeirinho (a norte da escola Francisco Franco) e o túnel entre a Sá Carneiro e a Rua Calouste Gulbenkian (por baixo do parque de Santa Catarina).
De fora fica o túnel entre a Rua Alferes Veiga Pestana e a Rua da Ribeira de João Gomes, que foi melhorado, quando da construção do novo viaduto do Campo da Barca.
Bruno Pereira diz que os túneis são obras com mais de 15 anos pelo que, até do ponto de vistas das infra-estruturas, estão ultrapassados em relação às soluções actuais.
A Câmara pretende, em primeiro lugar, beneficiar os revestimentos, visto que alguns apresentam infiltrações. Do ponto de vista estético, diz que «a situação também não é agradável», pelo que «existem formas e revestimentos para melhorar». Ao mesmo tempo, a Câmara pretende alterar os arcos à boca dos túneis. «Aí sim, poderemos vir a falar na colocação de alguns painéis em azulejos».
Quanto às infra-estruturas, diz que será preciso mexer no sistema de electrificação, substituindo-o por um outro muito mais eficiente, ou seja, mais luminoso, mas de baixo consumo. «Será feita uma análise, com o intuito de ver se vale a pena fazer o “upgrade” e quanto é que isso irá custar, para a Câmara poder tomar uma decisão», explicou, todavia, o vice-presidente da autarquia.
Ao mesmo tempo, serão colocados os sistemas de ventilação, de monitorização da qualidade do ar e de toda a rede de segurança de combate a incêndio, assim como rede de água, entre outros. «Será, no fundo, poder conferir a esses túneis as mesmas qualidades de acabamento e revestimento daqueles que são concretizados hoje em dia», prosseguiu.
Para elaborar este trabalho, a Câmara convidou um vasto leque de empresas, regionais e nacionais. «A lei fala em cinco, mas foram consultadas muitas mais», garantiu Bruno Pereira, deixando claro que conta lançar a empreitada ainda este ano.
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Old January 26th, 2008, 04:00 PM   #189
Barragon
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Então os Barreiros vão ficar sem tartan para a construção do novo estádio? faz sentido
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Fat people are harder to kidnap
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Old January 28th, 2008, 03:54 PM   #190
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Maxmat abre em Machico a 15 de Fevereiro
Novo espaço da marca do grupo Sonae ficará localizado nas galerias da torre
Data: 28-01-2008

A cadeia de bricolage, decoração e jardim Maxmat abre no próximo dia 15 de Fevereiro a primeira loja na zona Leste da Madeira, mais concretamente em Machico, reforçando assim a sua presença no mercado regional, onde já dispõe de dois espaços comerciais.

Recorde-se que a cadeia Maxmat pertence ao universo Sonae e resulta de uma parceria celebrada em 1994 entre a Sonae Distribuição e o grupo irlandês CRH. A sua principal actividade é a comercialização especializada de artigos de bricolage, construção e, também, de jardim.

Nas suas lojas, cuja área média ronda os 2.000 metros quadrados, a marca luso-francesa coloca à disposição dos seus clientes uma gama de mais de 20.000 produtos e posiciona-se junto dos clientes através do slogan 'Compre onde os Profissionais compram'.

Através deste posicionamento, a cadeia estabelece o compromisso com os clientes profissionais e particulares de garantir uma boa relação qualidade-preço nos artigos que comercializa. A excelência do serviço que oferece é outra das preocupações desta marca.

Localizado nas Galerias da Torre

O novo espaço ficará localizado na zona do sítio da Torre, mais concretamente nas recém-construídas 'Galerias da Torre', e terá uma área total de cerca de 2 mil metros quadrados.

Ali serão também instalados uma nova dependência do Banif, uma loja TMN, duas lojas de pronto-a-vestir, uma tabacaria, uma padaria e, ainda, um minimercado.

Como forma de facilitar o acesso e estacionamento será colocado à disposição dos visitantes e clientes destes novos espaços comerciais um parque automóvel coberto com capacidade para meia centena de viaturas.
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Old January 28th, 2008, 04:05 PM   #191
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Madeira
Escola do Carvalhal fecha já em Fevereiro
Data: 28-01-2008

A cinco meses de terminar o ano lectivo, a escola Escola Básica do 1º Ciclo com pré-escolar do Carvalhal e Carreira, na Ponta do Sol, vai fechar portas. A partir do próximo mês vão avançar as obras de redimensionamento do estabelecimento de ensino, um investimento estimado em cerca de 1,3 milhões de euros.

A comunidade educativa - 115 alunos entre os 3 e os 9 anos (27 do Pré-escolar e 88 do 1º Ciclo), pessoal docente (9 professores e 2 educadoras) e pessoal não docente (4 auxiliares, 1 administrativa, 2 cozinheiras e 1 animadora sócio-cultural) - serão transferidos para a Escola Básica do 1.º ciclo com Pré-Ensino de Vale e Cova do Pico e a EB1/PE do Lombo dos Canhas. O transporte dos alunos já foi garantido por Rui Marques, presidente da Câmara Municipal da Ponta do Sol, assegurou ao DIÁRIO. Quanto às obras, o secretário regional do Equipamento Social, Santos Costa justificou que "a escola encontrava-se já pouco adaptada às novas exigências do sistema educativo".

O redimensionamento será efectuado de acordo com o programa da secretaria regional da Educação, tendo em vista o funcionamento da Escola a Tempo Inteiro e englobando o 1º Ciclo e duas salas para o pré-escolar. O projecto prevê a criação de mais duas salas. O estabelecimento escolar ficará dotado de duas salas para o pré-escolar, três de aulas curriculares e duas destinadas a actividades não curriculares. Serão criados ainda três gabinetes, uma sala para os professores, uma para o pessoal auxiliar, uma polivalente/refeitório e dois espaços de recreio coberto.
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Old January 31st, 2008, 04:30 PM   #192
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Umas fotos da parte nova do Hospital da Cruz de Carvalho no Funchal.


O Estacionamento já esta aberto a algum tempo mais o que parece ser gabinetes clinicos ainda não esta em obras



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Old February 4th, 2008, 05:40 PM   #193
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Edifício vai permitir servir oito turmas do primeiro ciclo e três da Educação Pré-Escolar
Governo vai construir nova escola no Rancho




O Governo Regional, através da Secretaria Regional do Equipamento Social, vai construir mais uma nova escola do primeiro ciclo do Ensino Básico, com Pré-escolar, que passará a funcionar a tempo inteiro. O novo estabelecimento ficará localizado no Rancho, substituindo as actuais instalações pré-fabricadas.
Em declarações ao JM, o secretário regional do Equipamento Social, Santos Costa, sublinha que o investimento público vem dar continuidade ao programa de qualificação e modernização do primeiro ciclo do ensino básico, que o Governo Regional vem encetando, através da Secretaria do Equipamento Social.
De acordo com o governante, um bom ensino primário é condição de sucesso em todo o percurso escolar e o novo edifício permitirá oferecer às famílias uma escola a tempo inteiro, com efectivas oportunidades de acesso a actividades extra-curriculares, estudo acompanhado e desporto escolar.
«A generalização da Escola a Tempo Inteiro é indispensável para garantir às crianças do 1.º ciclo actividades extra-curriculares fundamentais, nomeadamente o ensino do inglês, a informática, a actividade experimental, o desporto escolar e o estudo acompanhado» — realça o governante.
Efectuado de acordo com o programa proposto pela Secretaria Regional de Educação, a obra contemplou a construção de um edifício escolar para oito turmas do primeiro ciclo, três salas de Educação Pré-Escolar e um polidesportivo descoberto com Balneários de apoio.
O projecto encontra-se dividido em duas zonas: a zona do edifício escolar — que se desenvolve nos primeiros quatro pisos — e a zona desportiva e de recreio que, condicionada pelas características peculiares do terreno (declive fortemente acentuado e área de intervenção reduzida), se desenvolve nos últimos dois pisos.
O valor de adjudicação da obra, executada através da Direcção Regional de Edifícios Públicos, foi de cerca de dois milhões e quinhentos mil euros, devendo ficar pronta no final de Setembro deste ano.

Onze salas e polidesportivo descoberto

A nova escola do primeiro ciclo será constituída por 11 salas de aulas, sendo quatro para actividades curriculares e quatro para actividades não curriculares para o primeiro ciclo, e três para o Pré-Escolar.
Assim, no piso zero ficará a recepção e os acessos, bem como o estacionamento. Ao nível do primeiro piso, teremos: três salas de Educação Pré-Escolar; um refeitório/convívio de alunos; uma cozinha, com espaços de apoio anexos; átrios/escadas/elevador; instalações sanitárias para professores, alunos, deficientes, pessoal auxiliar e para a pré-escolar; arrecadações de limpeza e da pré-escolar; zona com parque infantil para o pré-escolar.
No segundo piso, ficarão as quatro salas de actividades curriculares, um gabinete para a direcção, um gabinete administrativo, um sala polivalente, átrios, escadas, elevador, instalações sanitárias para professores, alunos e deficientes, arrecadações de material didáctico e de limpeza e um espaço de recreio descoberto.
Para o piso três estão previstas quatro salas de actividades não Curriculares, uma sala de expressão plástica, uma sala de expressão dramática e musical, uma sala de informática e uma biblioteca.
Está ainda contemplados um gabinete de gestão/sala de trabalho, uma sala de convívio de professores, átrios/escadas/elevador, instalações sanitárias professores, alunos e deficientes, arrecadações de material dramático e musical, de limpeza e da pré-escolar e ainda um espaço de recreio coberto;
No piso quatro ficarão os balneários/vestiários para professores/alunos/deficientes, arrecadações de material desportivo e limpeza, a caldeira/aquecimento, átrios/escadas/elevador, instalações sanitárias femininas/masculinas/deficientes, espaços de recreio coberto e espaços de recreio descoberto.
Finalmente, no quinto piso teremos um polidesportivo descoberto com bancadas, um átrio, escadas e elevador.
Os arranjos exteriores incluem, para além dos acessos e estacionamentos, zonas de recreio envolventes ao edifício, ecoponto e espaços verdes.
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Old February 6th, 2008, 04:19 PM   #194
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Obra vai ligar a via rápida à Estrada Monumental
“Cota 200” pronta ainda este ano

Já arrancou a segunda fase de construção da Cota 200, um acesso viário que irá permitir ligar a via rápida à Estrada Monumental. A primeira parte, que vai até à zona da Nazaré já está concluída. De acordo com o secretário regional do Equipamento Social, Santos Costa, esta segunda fase dos trabalhos deverão ficar concluídos ainda este ano.





O secretário regional do Equipamento Social garante que as obras da segunda fase da Cota 200 deverão ficar concluídas ainda este ano. Os trabalhos, segundo Santos Costa, estão a decorrer dentro dos prazos previstos.
Além dos actos administrativos, como o processo de expropriações — duas das quais aprovadas, recentemente, no Jornal Oficial da Região Autónoma da Madeira (JORAM) — Santos Costa diz que os trabalhos estão a decorrer normalmente. De acordo com o governante, trata-se de uma obra fundamental para servir o concelho do Funchal, em particular a zona oeste.
Neste momento, tal como afirmou o secretário regional do Equipamento Social, há já uma parte da “Cota 200” que já está efectuada, precisamente, a ligação entre a via rápida e a zona da Nazaré.
O objectivo, desta “Cota 200” é prosseguir com esta ligação até à Estrada Monumental, até à rotunda que já está concluída, precisamente, nas imediações da ILMA.
Recorde-se que, uma das grandes prioridades, em termos de obras públicas que têm vindo a ser anunciadas, quer por parte do Governo Regional, quer por parte da Câmara Municipal do Funchal é, precisamente, completar a rede viária que a capital madeirense oferece hoje, em especial no que se refere às denominadas ligações verticais, como é o caso da Cota 200.
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Old February 6th, 2008, 04:31 PM   #195
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'Catedral' reabriu
Grupo sá está a negociar com grupo estrangeiro proPriedade da quinta da nogueira
Data: 06-02-2008

A Albergaria Catedral, no centro do Funchal, com entrada pela Rua do Aljube, já reabriu, depois de importantes remodelações e mudanças nos seus equipamentos e oferta. Propriedade do grupo Sá, a unidade está a ser gerida pela marca 'Sá Hotels & Restaurants'.

A Albergaria Catedral oferece 25 quartos, que estão vocacionados para uma clientela de cidade, com diversas facilidades de uma unidade hoteleira de qualidade, nomeadamente um centro de negócios, sala panorâmica com biblioteca, sala de pequenos-almoços, dois pontos de Internet e ligação por banda larga sem fios no primeiro piso.

A nova decoração melhorou substancialmente a qualidade da unidade, depois de ter estado encerrada durante algum tempo, dada a mudança de propriedade. Tem uma óptima vista sobre a cidade do Funchal e está muito perto dos principais edifícios e serviços oficiais regionais.

A Albergaria Catedral é o primeiro estabelecimento de alojamento hoteleiro que a 'Sá Hotels & Resorts' abre na Madeira. Nos Açores, o grupo comprou há alguns anos dois hotéis. Um, na lagoa das Sete Cidades (São Miguel), vendeu recentemente ao grupo SIRAM, de Sílvio Santos, principal accionista da empresa Verdegolfe, concessionária dos campos de golfe nos Açores. O outro, o 'Bahia Palace', na praia de Baía d'Alto, nos arredores da cidade de Ponta Delgada, ilha de São Miguel, está em pleno funcionamento, tendo passado por algumas remodelações e mudanças, a última das quais foi a admissão do novo director, o açoriano Filipe Botelho, que esteve ligado antes à cadeia hoteleira francesa Accor.

No Funchal, o grupo de Jorge Sá tem um projecto construído de raiz para a hotelaria, que se encontra concluído mas ainda indefinido quanto à sua futura exploração. A Quinta da Nogueira, na esquina do início da Estrada Monumental com a Rua Dr. Pita, poderá ser uma unidade hoteleira com serviços dedicados ao Turismo da Saúde, se chegarem a bom termo as negociações que continuam com um grupo de capital estrangeiro. Trata-se de um segmento de mercado que se tem revelado interessante em diversos destinos de clima temperado, como é o caso da Madeira, que tem atraído uma clientela com maior poder económico e que regista estadas superiores às dos clientes normais, dada a maior disponibilidade de tempo e os cuidados específicos de que necessitam esses hóspedes.

Há diversos casos de fundos de pensões e de companhias de seguros estrangeiras que estenderam os seus negócios para o sector de hotelaria nas ilhas espanholas das Baleares e das Canárias e, também, para o Sul de Portugal, e que agora poderão chegar também à Madeira, onde, aliás, já existem alguns projectos em execução.

A 'Sá Hotels & Restaurants' contou com a assessoria técnica e comercial da 'Service4you', uma empresa de marketing e soluções para turismo que estendeu recentemente as suas actividades à Região Autónoma e é representada por Jorge Miguel Caldeira, desde há algum tempo ligado ao projecto nacional e agora com funções de administrador-delegado para a Madeira (ver artigo nesta página).
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Old February 6th, 2008, 04:32 PM   #196
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Calheta vai ter central fotovoltaica
O Investimento poderÁ partir da Nutroton Energia, de Marques Mendes
Data: 06-02-2008

A freguesia dos Prazeres, no concelho da Calheta, será a próxima localidade contemplada com uma central fotovoltaica. O pedido de autorização prévia, referente à instalação de uma unidade deste género, já deu entrada na Direcção Regional do Comércio, Indústria e Energia.

Ainda que não tenha especificado o nome da empresa interessada ou o local escolhido, Isabel Rodrigues, directora regional com a tutela do licenciamento deste tipo de investimento, adiantou ao DIÁRIO que a produção de energia poderá chegar aos 2,4 mwh/ano, correspondendo a um total de 4.000 painéis solares.

A concretizar-se a central fotovoltaica, o Governo Regional não tem previsto qualquer montante a atribuir, pelo que será a empresa investidora a suportar os custos com a instalação da central fotovoltaica.

Por detrás deste investimento poderá estar a Nutroton Energia, consórcio constituído pela SIRAM EWE - Energy, Water & Environment, SGPS, SA, grupo JVC e Nutroton, que já manifestou a vontade de vir a instalar uma central fotovoltaica no concelho de Machico.

O projecto está em fase de estudo, ficando naturalmente por conhecer mais pormenores sobre as características deste projecto promovido pelo ex-líder nacional do PSD, Marques Mendes.

A exemplo da notícia avançada pelo DIÁRIO em Novembro último, a Nutroton Energia começa a delinear a sua política de investimentos na Região com a possibilidade de instalação entre o Caniçal e a costa Norte. A concretização do projecto surge agora como forte hipótese para o concelho da Calheta.

A receptividade do Governo Regional e das autarquias envolvidas tem merecido, neste capítulo e até agora, uma boa receptividade.

Apesar de ter sido criada recentemente, a Nutroton Energia arrancou as suas operações com uma carteira de negócios de aproximadamente 120 milhões de euros. Uma das grandes apostas deste consórcio é explorar novas oportunidades de negócio em Espanha, nos países do Leste europeu e nos países africanos lusófonos.

Inúmeras mais-valias

Os painéis fotovoltaicos são uma das tecnologias renováveis mais promissoras, dada a sua capacidade de gerar electricidade de forma directa. A energia é produzida por meio do efeito fotovoltaico, sendo inúmeras as suas vantagens.

Entre outras, garante alta fiabilidade, tem um custo reduzido, a manutenção é quase inexistente e o produto final é não poluente e não perturba o ambiente.
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Old February 8th, 2008, 04:14 PM   #197
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Estrada nas Quebradas reabre terça-feira
Será inaugurada a Primeira fase da nova ligação rodoviária; a obra custou 11,3 milhões
Data: 08-02-2008

A nova ligação rodoviária entre o Nó das Quebradas (integrado na via rápida Funchal/Ribeira Brava) e a Estrada Regional 229 (Estrada Monumental) será inaugurada na próxima terça-feira pelo Presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim.

A obra teve o valor de adjudicação de 11 milhões e 300 mil euros e será executada em duas fases. A primeira, inaugurada na próxima terça, englobou a construção de 1.200 metros da Estrada Regional 229 e uma rotunda, concluindo nesta o novo troço da ER, a Estrada Monumental e o Caminho da Lombada. A nova ligação esteve a cargo da Secretaria do Equipamento Social, através da concessionária RAMEDM-Estradas da Madeira S.A.. O perfil transversal da secção é composto por uma faixa de rodagem com sete metros de largura (duas vias de 3,5 metros cada) e ainda uma via suplementar para veículos lentos com três metros de largura e duas bermas com um metro cada. A primeira fase da nova ligação englobou a canalização de cerca de 380 metros da Ribeira da Vitória e o restabelecimento de um caminho municipal sobre a referida canalização e a Ponte da Vitória.

A segunda fase tem início previsto para o próximo mês de Março e inclui a execução de cerca de 190 metros da Estrada Regional 229, de modo a alargar a actual estrada da zona das Quebradas e de uma rotunda. Nas zonas em que o tráfego pedonal é intenso foram previstos passeios. A empreitada englobou ainda todos os trabalhos de terraplanagem, drenagem, pavimentação, obras acessórias, incluindo muros, tratamento de taludes, equipamentos de segurança, iluminação e integração paisagística.
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Old February 8th, 2008, 05:45 PM   #198
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por acaso tenho tentado saber algo sobre alternativas neste arquipelago mas a net tem pouca informação, pelo k vejo ha boas apostas nesta area.
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Old February 8th, 2008, 06:29 PM   #199
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De alternativas a um geradoras no Paul da Serra e parece que a umas para o Caniçal.

Sobre paines solares em casas particulares tem havido um grande aumento
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Old February 8th, 2008, 07:29 PM   #200
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no Caniçal a ventoinhas sim a uns tempos falava-se de por umas ventoinhas ou no pico Ruivo ou no do Areeiro mas os ambientalistas protestaram e numca mais se soube nada.
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