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Old April 10th, 2013, 12:59 AM   #1
Pablo Itt
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Breve Cronologia dos Caminhos de Ferro Fluminenses

BREVE CRONOLOGIA DOS CAMINHOS DE FERRO FLUMINENSES
Sistema de Trens de passageiros/cargas de 1852 a 2001

Ferrovias no E R J original Criação e/ou inicio das Obras
Incorporada por:

EF de Mauá 1852 Ago. 29
EF Grão Pará- EFCB-EFL

EF D. Pedro II (Central do Brasil) 1855 Jun. 11
EFCB-RFFSA

EF de Cantagalo 1857 Dez.
EFL

EF União Valenciana 1869 Jan.
EFCB
Breve Histórico da E F União Valenciana

Cia. Ferro-Carril Niteroiense 1871
EF Macaé Campos - EFL

EF de Campos a São Sebastião 1871
EF Macaé a Campos - EFL

EF de Macaé a Campos 1871 Dez.
EFL

EF Leopoldina 1873 Mar.
Cia Geral EF – LR (Leopoldina Railways)

EF de Resende a Areias 1875 Mai. 2
EFCB
Breve Histórico da E F Resende Areias

EF do Rio das Flores 1876 Mar.
RVF - EFCB
Breve Histórico da E F Rio das Flores

EF de Carangola 1876 Mai.
EFL

EF do Rio do Ouro 1876 Ago. 6
EFCB

EF União Mineira 1877
EFL

EF Barão de Araruama 1877 Dez. 5
EF S M Madalena - EFL

EF Santa Isabel do Rio Preto 1878 Ago. 23
EF Sapucaí - R Sul Mineira - RMV

EF Pirahyense 1879
EF Santana - EF Sapucaí - R Sul Mineira - RMV

EF Santo Antônio de Pádua 1879 Mai. 6
E F Macaé Campos - E F L

EF Oeste de Minas 1880 Jul.
RMV

EF do Sumidouro 1882 Ago. 18
E F L

EF do Bananal 1882 Ago. 31
EFCB
Breve Histórico da E F do Bananal

EF do Corcovado 1883 Mar 01

EF Príncipe Grão Pará 1883 Fev 18
R. J. Northern Railway - EFL

EF de Santana 1885
EF Sapucaí - R Sul Mineira - RMV

EF do Norte R J Northern Railway 1884 Fev. 28
EFL

EF Maricá 1888
C G C Fer (francesa) - EFCB - EFL

EF Central de Macaé 1889
EFL

EF Sapucaí 1890
Rede Sul Mineira - RMV

Companhia Geral de Estradas de Ferro 1890
E F L

EF Santa Maria Madalena 1891 Mai.
EFL

EF Melhoramentos (Auxiliar) 1893 Fev. 15
EFCB - RVF - EFL

EF de Terezópolis 1894
EFCB – Flumitrens – Supervia (parte)
Breve Histórico da E F de Terezópolis

EF Campos a S. João da Barra 1895 Abr.
EFL

The Leopoldina Railway 1903
RFFSA

Rede de Viação Fluminense 1910
LR

Rede de Mineira de Viação 1931
RFFSA

[/b]RFFSA[/b] 1957 Mar 16

CBTU 1984 Fev 22
Flumitrens - SuperVia

Flumitrens 1994 Dez 22
SuperVia

SuperVia 1998 Nov 01

C. E. N. T. R. A. L. 2001 Mai

Last edited by Pablo Itt; April 10th, 2013 at 01:08 AM.
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Pablo Itt
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Período Imperial

1852
• 29 de agosto, em cerimônia com a presença da augusta Família Imperial e importantes autoridades, início da construção da primeira ferrovia do Brasil, a Estrada de Ferro Mauá, entre Guia de Pacobaíba e Fragoso.

1854
• 30 de abril, aberta ao tráfego a primeira ferrovia do país, a Estrada de Ferro Mauá, ligando o Porto da Estrela, no fundo da baía de Guanabara, a Fragoso - localidade próxima à Raiz da Serra de Petrópolis, em uma extensão de 14,5 km e bitola de 1676 mm. O primeiro trem era composto por três carros de passageiros e um de bagagem, puxado por uma locomotiva fabricada pela empresa Fairbairn & Sons, da Inglaterra, e batizada de Baronesa, em homenagem à mulher do Barão de Mauá. A ferrovia que basicamente vivia do transporte de mercadorias provenientes de Minas Gerais através da Estrada União Indústria, entra em colapso em 1867 com a chegada da Estrada de Ferro Dom Pedro II em Entre Rios, próximo a divisa da província de Minas Gerais, que passa a receber toda a carga da Estrada União Indústria.

1855
• 11 de junho, início da construção da Estrada de Ferro Dom Pedro II.

1856
• Em março, inauguração do prolongamento de 2 km da Estrada de Ferro Mauá, de Fragoso até a Raiz da Serra de Petrópolis (depois Vila Inhomirim). Neste ano a ferrovia transportou 39 mil passageiros.

1857
• Dezembro, sob a denominação de Companhia Estrada de Ferro de Cantagalo teve começo a construção da linha, que foi incorporada a que tomou a si executar os serviços entre Porto das Caixas e a Raiz da Serra de Nova Friburgo.

1858
• 29 de março, inauguração do primeiro trecho da Estrada de Ferro Dom Pedro II, no trecho entre a Corte (depois Dom Pedro II) e Queimados, com extensão de 47,2 km em bitola de 1600 mm. São inauguradas as estações da Corte, Venda Grande (Engenho Novo), Cascadura, Maxambomba (Nova Iguaçu) e Pouso dos Queimados (Queimados). Trata-se da terceira ferrovia do país a ser inaugurada. Nesta ocasião, estavam em tráfego 10 locomotivas de fabricação inglesa, 40 carros de passageiros e 100 vagões.
• 08 de novembro é inaugurado o prolongamento de Queimados até Belém (atual Japeri), com 13 km de extensão. Também, é iniciada a construção da Estrada de Ferro Porto das Caixas.
Nesse ano a Estrada de Ferro Mauá transporta 51 mil passageiros.

1859
• Inauguração no início do ano da primeira oficina, ainda provisória, em São Diogo.
• 08 de março, inauguração da estação Sapopemba (Deodoro) da Estrada de Ferro Dom Pedro II.
• 16 de julho é inaugurada a estação São Cristóvão.
• 08 de novembro, é inaugurada, junto à Quinta da Boa Vista, residência da Família Imperial, uma estação exclusiva para o uso da Família Imperial. Nesse ano a Estrada de Ferro Dom Pedro II transporta 20 mil passageiros.
• 08 de novembro, início da construção do primeiro trecho da Estrada de Ferro do Cantagalo, entre Porto das Caixas e Cachoeiras (atual Cachoeiras de Macacu), passando por Sambaetiba e Japuíba, com 39,4 km de extensão.


1860
• 22 de abril, inauguração do primeiro trecho da Estrada de Ferro do Cantagalo, entre o Porto das Caixas, localizado no fundo da baía de Guanabara à Raiz da Serra de Friburgo. No primeiro ano de operação a ferrovia transporta 13 mil passageiros.

1861
• 16 de março, inauguração do serviço de trens de subúrbio da Estrada de Ferro Dom Pedro II, com um trem diário por sentido entre as estações da Corte e Cascadura, sendo cada trem composto de 04 carros de 1ª classe, 2 de 2ª classe e 1 bagageiro. O trem saía da estação da Corte às 17:15h, parando nas estações de São Cristóvão, São Francisco Xavier (inaugurada nesse mesmo dia), Engenho Novo e Cascadura, de onde retornava às 19:15h.
• 1º de agosto, inauguração do prolongamento de 8 km de extensão da Estrada de Ferro Dom Pedro II, entre Belém (Japeri) e Paracambi.

1862
• Nesse ano a Estrada de Ferro Dom Pedro II transportou 280 mil passageiros e a Estrada de Ferro Mauá 53 mil. Em 1863 a Estrada de Ferro Cantagalo (Porto das Caixas) transporta 12 mil passageiros.

1863
• Início da construção do prolongamento de Belém (Japeri) até Barra do Piraí, que é concluído em agosto de 1864. Devido a grandes dificuldades financeiras causadas pelo alto custo das obras do prolongamento até Barra do Piraí, que exigiu a construção de vários túneis, a E. F. Dom Pedro II é incorporada ao Patrimônio Nacional, pelo Governo Imperial, que já possuía 90% do capital da empresa.

1864
• 07 de agosto, inauguração da estação Barra do Piraí.

1865
• Encampação, pelo Governo Imperial, da Estrada de Ferro Dom Pedro II.

1866
• 18 de agosto, inauguração do prolongamento da Estrada de Ferro do Cantagalo entre Porto das Caixas e Itambi, com 6 km de extensão.

1867
• 13 de outubro, inauguração do prolongamento de 50,6 km de extensão da Estrada de Ferro Dom Pedro II, entre as estações de Sebastião Lacerda e Entre Rios, passando por Paraíba do Sul. Neste ano a Estrada de Ferro Mauá transporta 43 mil passageiros.

1868
• 27 de dezembro, inauguração da estação de Todos os Santos da Estrada de Ferro Dom Pedro II, sendo extinta no final dos anos 60.

1869
• Janeiro, início da construção da Estrada de Ferro União Valenciana
• 1º de fevereiro, inauguração da estação Riachuelo da E. F. Dom Pedro II.

1870
Nesse ano a população da cidade atinge 235 mil habitantes.
• 31 de dezembro, ampliação da estação inicial da Estrada de Ferro Dom Pedro II, que muda de nome de estação do Campo para estação da Corte.
• Iniciada a construção do segundo trecho da Estrada de Ferro do Cantagalo, entre Cachoeira e Nova Friburgo.

1871
• Em direção à cidade de São Paulo, início da construção do primeiro trecho do ramal Paulista, entre Barra do Piraí e Cachoeira, inaugurado em julho de 1875. O trecho entre São Paulo e Cachoeira é concluído em novembro de 1877.
• Maio abriu-se a linha ao tráfego até Valença, com 25 quilômetros, da E. F. U. V.
• 02 de Outubro de 1871 tiveram começo os trabalhos da construção da linha de Campos a S. Sebastião, depois de propriedade da Companhia Leopoldina.
• 1º de dezembro, inauguração das Oficinas de Engenho de Dentro.
• Inauguração do primeiro trecho em via dupla da E. F. Dom Pedro II, entre a Corte e Cascadura.
• Inauguração da estação de Santana do Maruí pela Cia. Ferro-Carril Niteroiense, ponto inicial da futura Leopoldina Railway, próximo à orla da baía de Guanabara, no bairro do Barreto.
• Inaugurações de estações:
Engenho de Dentro - 11 de novembro
Barra Mansa - 16 de setembro
• Dezembro deu-se começo à construção da E. F. de Macaé a Campos. Toda linha do Porto de Imbetiba a Campos

1873
• Março, em Minas Gerais, tiveram lugar os primeiros trabalhos de construção da linha da Companhia Estrada de Ferro Leopoldina, a partir de Porto Novo do Cunha.
• 11 de abril, inauguração da estação Piedade, ainda com o nome Parada de Gambá, da Estrada de Ferro Dom Pedro II.
• Entregue o trecho até das estações de Campos a S. Sebastião, futuro ramal de Santo Amaro (EFL).
• 18 de dezembro é inaugurado o segundo trecho da Estrada de Ferro do Cantagalo, entre Cachoeira e Nova Friburgo, passando por Boca do Mato, Registro, Teodoro de Oliveira e Muri, com 36 km de extensão.

1874
• 02 de Maio de 1875 começaram as obras para a construção da estrada de ferro de Resende a Areias.
• 1º de dezembro, inauguração do primeiro trecho da Estrada de Ferro de Niterói a Campos, com 26,8 km de extensão, entre Niterói e Itambi, onde se conecta com a Estrada de Ferro Cantagalo. São inauguradas, entre outras, as seguintes estações: Itambi, Guaxindiba, Lampadosa (depois Pedro de Alcântara), São Gonçalo, Porto da Madama, Bonsucesso (depois Maricá), Barreto e finalmente Niterói (Santana do Maruhy). Em 1930, a linha é estendida em 1,5 km até a estação General Dutra, junto ao cais do porto de Niterói.

1875
População da cidade alcança 275 mil habitantes.
• A Companhia Estrada de Ferro do Carangola foi constituída em 20 de março.
• Em março, é entregue o segundo trecho de linha duplicada da E. F. Dom Pedro II, entre Cascadura e Deodoro.
• 1º de julho é inaugurado o trecho compreendido entre Porto das Caixas e Venda das Pedras, da Estrada de Ferro Niterói a Campos, com 7,9 km de extensão.
1876
• Início das obras da E. F. Rio das Flores
• 06 de agosto, início das obras da Estrada de Ferro Rio D'Ouro, entre a Quinta do Imperador, no Caju, e a represa do Rio do D'Ouro, totalizando 52,9 km de extensão. As obras são concluídas em novembro do mesmo ano.
• 18 de setembro, inauguração do terceiro trecho da Estrada de Ferro Cantagalo, entre Nova Friburgo e Macuco partindo de Maruí, Niterói.

1877
• Início da construção da E. F. Barão de Araruama.
• Início da construção da E. F. União Mineira
• 15 de Novembro foi aberta ao tráfego a seção entre Surubi (cidade de Resende) e o Estalo (E. F. Resende Areias)

1878
• 08 de Janeiro foi aberta ao tráfego a seção entre o Estalo e Formoso (E. F. Resende Areias)
• 23 de agosto início da operação da E. F. Barão de Araruama, que ligava Entroncamento (Conde de Araruama) a Ventania (Trajano de Morais), mas teve a linha entregue só até Conceição
• Abertura da Companhia Estrada de Ferro do Carangola.
• 17 de março é entregue o trecho entre Venda das Pedras e Tanguá, da Estrada de Ferro Niterói a Campos, com 13,6 km de extensão, passando pelas localidades de Duques e Bandeirantes.
• 23 de agosto foi iniciada as construções da E. F. de Santa Isabel do Rio Preto.
• 02 de dezembro, inauguração do primeiro trecho do Ramal de Mangaratiba, entre Deodoro e Santa Cruz, com as estações de Realengo, Campo Grande e Santa Cruz, na zona oeste da cidade. O segundo trecho até Itaguaí é inaugurado somente em 1910.

1879
• Inauguração do túnel ferroviário da Estrada de Ferro Dom Pedro II, sob o Morro do Pinto, entre o pátio da Estação Central e a Estação Marítima no saco da Gambôa, permitindo o acesso direto de mercadorias ao porto.
• 21 de fevereiro, com a presença da Augusta Família Imperial é inaugurada a iluminação elétrica na estação da Corte.
• Início da operação da E. F. Barão de Araruama, de Ventania (Trajano de Morais) até Triunfo (Itapuá).
• Inicio da construção da E. F. Santo Antônio de Pádua.
• 10 de agosto é inaugurada a estação Mangueira da Estrada de Ferro Central do Brasil.
• 24 de novembro início da construção da E. F. Pirahyense
• 29 de novembro é entregue trecho de Tanguá até Rio dos Índios, da Estrada de Ferro Niterói a Campos, com 4,9 km de extensão. Nesse mesmo ano a Presidência da Província incorpora Estrada de Ferro Niterói a Campos na Estrada de Ferro do Cantagalo.

1880
• 26 de junho, inauguração da estação São Diogo da Estrada de Ferro Dom Pedro II.
• Julho de 1880 o prolongamento até Rio Preto da E. F. União Valenciana.
• 18 de agosto é inaugurado o trecho entre Rio dos Índios e Rio Bonito, do Ramal de Rio Bonito da Estrada de Ferro do Cantagalo.
• Abertura da E. F. Santo Antônio de Pádua (São Fidélis / S. A. Pádua).

1881
• Em agosto, início da construção do primeiro trecho da Estrada de Ferro Príncipe do Grão Pará, entre o final da Estrada de Ferro Mauá, na Raiz da Serra, e Petrópolis.
• Entregue o 1º trecho da E. F. de Santa Isabel do Rio Preto.

1882
• A E. F. Rio das Flores foi aberta ligando a estação de Commercio (Sebastião de Lacerda), na linha do Centro da E. F. Dom Pedro II (Central do Brasil), com a região de Santa Teresa (Rio das Flores), então um distrito de Valença.
• 31 de agosto início da construção da E. F. do Bananal.
• 23 de outubro, inauguração das estações de Manguinhos e Bonsucesso dos trens suburbanos.
• Início da construção da E. F. Sumidouro.

1883
• Inauguração do tráfego de passageiros da Estrada de Ferro do Rio do Ouro, com 58 km de extensão, ligando o cais do Caju à Represa do Rio do Ouro na Baixada Fluminense. A ferrovia foi construída com a finalidade de transportar material para as obras da construção da nova rede de abastecimento de água da cidade, captada nos mananciais da serra do mar. A ferrovia acompanhava a obra de implantação dos encanamentos que traziam a água do Rio D´Ouro até o cais no Caju, estação inicial da ferrovia. Com a entrada em operação da ferrovia são inauguradas as estações de Belford Roxo, Benfica, Pilares, Irajá, Pavuna, Brejo, Cava e Rio do Ouro. A ferrovia também possuía um ramal, inaugurado posteriormente, entre a estação de Vicente de Carvalho e o porto de Maria Angu na baía de Guanabara, que possuía uma ponte de madeira e recebia no início do século, principalmente na época da festa da Igreja da Penha, barcos de passageiros, inclusive da companhia Cantareira. Os passageiros transbordavam para o pequeno trem da E. F. Rio D'Ouro ou seguiam viagem em carro de boi até a Penha, meio de transporte corriqueiro nos subúrbios da cidade no início do século. Trajeto do ramal se desenvolvia ao longo das atuais Avenida Brás de Pina e Rua Comandante Vergueiro.
• 15 de janeiro, inauguração da estação Coelho Neto da Estrada de Ferro Rio D’Ouro.
• 18 de fevereiro, inauguração do primeiro trecho da Estrada de Ferro Príncipe do Grão Pará, ligando o final da Estrada de Ferro Mauá, na Raiz da Serra (Vila Inhomirim), à Petrópolis, com 8,8 km de extensão, sendo 6 km em cremalheira para vencer a rampa máxima de 15 % e o desnível de 855 metros acima do nível do mar.
• Início da construção da E. F. do Corcovado.
• 02 de junho entra em operação o1º trecho da E. F. Pirahyense e o 2º no mês seguinte.
• 04 de junho de 1883 devido a dificuldades financeiras, o Governo Imperial aprova a venda da Estrada de Ferro Mauá à Companhia Estrada de Ferro Príncipe do Grão-Pará, que é incorporada no dia 29 de setembro.

1884
• 1º de janeiro, com 3,3 km de extensão, inauguração do ramal do Matadouro em Santa Cruz, para o transporte de gado e carne. Na década de 1960 é suspenso o transporte de animais para o Matadouro, permanecendo apenas o transporte de passageiros.
• 23 de fevereiro, inauguração do serviço telefônico na Estrada de Ferro Dom Pedro II, serviço que no ano de 1890 cobre todas as estações suburbanas até Realengo.
• 28 de fevereiro, início da construção do primeiro trecho da Estrada de Ferro do Norte, entre São Francisco Xavier e a Raiz da Serra de Petrópolis.
• A E. F. Santo Antônio de Pádua é vendida para a E. F. Macaé a Campos.
• 09 de outubro entregue o 1º trecho da E. F. do Corcovado.

1885
• Início da construção do Ramal de Tinguá da Estrada de Ferro Rio D'Ouro, entre Cava e Tinguá, visando a construção de duto para captação de novo manancial de água. A obra é concluída em 03 de outubro de 1886.
• Devido a diferença de bitolas entra a E.F. Príncipe do Grão-Pará (1,00) e a antiga E.F.Mauá (1,676), afim de se evitar a baldeação na Raiz da Serra (Vila Inhomirim), a bitola do trecho entre o Porto de Fragoso e Raiz da Serra da antiga E.F. Mauá foi reduzido para 1 metro.
Inaugurações:
o 12 de junho - Sampaio
o 02 de agosto - Derby Club - (atual Maracanã)
o 01 de dezembro - Rocha (desativada nos anos 60)
• 01 de julho entregue o 2º trecho da E. F. do Corcovado.
• Abertura da E. F. Sumidouro, adquirida neste mesmo ano pela E. F. L.

1886
• 23 de abril, inauguração do primeiro trecho da Northern Railway Company, também conhecida como Estrada do Norte (futura Leopoldina Railway), entre São Francisco Xavier e Mirity (atual Duque de Caxias), interligando uma série de núcleos suburbanos existentes, como Bonsucesso, Ramos, Olaria, Penha e Vigário Geral. Em 1898 a ferrovia é incorporada à Leopoldina Railway.
• 1º de maio, inauguração da estação Quintino Bocaiúva da Estrada de Ferro Dom Pedro II.
• 1º de maio é iniciada a operação do trecho entre Petrópolis e Areal, com 26 km, da E.F. Príncipe do Grão-Pará. No dia primeiro de novembro é inaugurada a extensão até São José do Vale do Rio Preto, com 66,7 km de extensão.
• Em maio a ferrovia chega a Santa Isabel do Rio Preto.
• 1º de outubro, inauguração do primeiro trecho da Estrada de Ferro do Norte, com 14 km de extensão, entre São Francisco Xavier até o Rio Meriti, divisa do Distrito Federal com o estado do Rio de Janeiro.
• 23 de outubro são inauguradas as estações Triagem, Bonsucesso, Amorim - Carlos Chagas, Olaria, Penha, Brás de Pina, Cordovil e Vigário Geral da ferrovia Northern Railway Company.

1887
• Surgimento da Estrada de Ferro Sapucaí surgiu em 1887.
• 26 de novembro, inauguração do segundo trecho da Estrada de Ferro do Norte, com 14 km de extensão, entre o Rio Meriti e a Freguesia do Pilar.

1888
• 1º de novembro, inauguração da estação Gramacho.
• No dia 24 de abril, inauguração do terceiro trecho da Estrada de Ferro do Norte, com 17,3 km, entre a Freguesia do Pilar e o entroncamento com a Estrada de Ferro Mauá.
• 10 de julho, inauguração do primeiro trecho da Estrada de Ferro Maricá, entre Raul Veiga, no município de São Gonçalo e Virajaba, localidade a meio caminho de Maricá.
• 17 de novembro a Estrada de Ferro Príncipe do Grão Pará é adquirida pela The Rio de Janeiro Northern Railway Company, que efetua algumas modificações na antiga ferrovia Mauá.
• Inauguração do trecho entre Rio Bonito e Macaé da Estrada de Ferro do Cantagalo, passando por Sambê, Cesário Alvim, Silva Jardim, Jaturnaíba, Casemiro de Abreu, Rio Dourado e Rocha Leão.

1889
• Janeiro abertura da E. F. do Bananal.
• Inauguração do segundo trecho da E. F. Maricá, entre Virajaba e Itapeba
• Inaugurações de estações da Estrada de Ferro Dom Pedro II:
o 15 de abril - Encantado (extinta no final da década de 1960)
o 13 de maio - Méier
o 10 de dezembro – Mangueira
• A Viação Férrea Sapucaí incorporou a Estrada de Ferro Santa Isabel do Rio Preto e a Estrada de Ferro Pirahyense (Estrada de Ferro Santana).
• 22 de novembro, em função do fim da monarquia, a Estrada de Ferro Dom Pedro II passa a ser denominada Estrada de Ferro Central do Brasil. Nesta mesma data o governo republicano encampa a Estrada de Ferro Rio de Janeiro - São Paulo.
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República, os Primeiros 25 anos.

1890
• População da cidade atinge 522 mil habitantes.
• A Estrada de Ferro Leopoldina adquire as seguintes ferrovias:
o Estrada de Ferro Mauá / E. F. Grão Pará (R. J. Northen Railway).
o Estrada de Ferro de Macaé a Campos
o Estrada de Ferro do Cantagalo.
o R. J. Northern Railway (E. F. do Norte)

• .

• Inauguração do Ramal da Penha, da Estrada de Ferro Rio d'Ouro.
• Inaugurações da E. F. C. B.
o 01 maio - Bangu
o 15 de junho - Madureira
o 23 de novembro – Santíssimo
• Governo autoriza o prolongamento da E. F. Oeste de Minas até Barra Mansa.

1891
• Início da construção do Ramal de Xerém da Estrada de Ferro Rio D'Ouro, entre Belford Roxo e Xerém. A obra é concluída em 22 de setembro de 1911.
• A E. F. Barão de Araruama é comprada pela E. F. Santa Maria Madalena.
• Abertura da E. F. Central de Macaé com objetivo inicial de ligar Macaé à Arraial do Frade, mas, só chegando à Glicério.

1892
• 19 de Fevereiro abriu-se ao tráfego a última estação da estrada em Barreiros da E. F. Resende Areias

1893
• Inauguração do primeiro trecho Estrada de Ferro Melhoramentos no Brasil, entre Mangueira e Honório Gurgel. Em 1903 a ferrovia é incorporada a Estrada de Ferro Central do Brasil com o nome de Linha Auxiliar.
• Inauguração da terceira linha da E.F. Dom Pedro II desde a Estação Dom Pedro II até Cascadura e da segunda linha entre Deodoro e Belém (Japeri)

1894
• 02 de março, inauguração da estação de Mesquita da Estrada de Ferro Central do Brasil.
• A Estrada de Ferro Maricá chaga a Maricá

1895
• Em dezembro, inauguração do primeiro trecho da Estrada de Ferro Teresópolis, entre o Porto de Piedade, no fundo da baía de Guanabara, e Magé, com 5 km de extensão.

1896
• 1º de novembro, inauguração do segundo trecho da Estrada de Ferro Teresópolis, entre Magé e a Raiz da Serra de Teresópolis (Guapimirim), com 16,7 km de extensão.
Neste ano são inauguradas quatro estações na Estrada de Ferro Central do Brasil:
• 25 de fevereiro - Anchieta
• 15 de setembro - Austin
• 12 de novembro - Engenheiro Pedreira
• 12 de novembro - Caramujos (Engenheiro Pedreira)

1897
Inauguração das estações:
• 12 de abril - Comendador Soares
• 13 de abril - Morro Agudo
• 29 de maio - Paciência e Inhaúma

• 26 de novembro, liquidação da Estrada de Ferro Leopoldina que é incorporada pela "The Leopoldina Railway Co", criada no dia 6 de dezembro do mesmo ano.

1898
• 25 de março, inauguração da estação Cintra Vidal.
• 28 de março, inauguração das estações Ambaí, Del Castilho, Turiaçu, Costa Barros, Prata, Andrade Araújo, Aíva - ex-São José, Carlos Sampaio, Magno e Barros Filho da Estrada de Ferro Melhoramentos do Brasil.
• 17 de abril, inauguração da estação Oswaldo Cruz da Estrada de Ferro Central do Brasil.
• A Leopoldina Railway compra a Central de Macaé.
• 28 de março é inaugurado o segundo trecho da Estrada de Ferro Melhoramentos do Brasil, entre Honório Gurgel e a cidade de Paraíba do Sul.
• 09 de maio, através do Decreto 2.896, a Estrada de Ferro do Norte é incorporada pela The Leopoldina Railway Company Ltd.
• 12 de novembro, a The Rio de Janeiro Northen Railway Company é adquirida pela The Leopoldina Railway Company Ltd.

1900
População da cidade atine 687 mil habitantes.
• 24 de maio, inauguração do ramal de 25,8 km de extensão entre Areal e Três Rios da The Leopoldina Railway Company Ltd, construído sobre o leito da Rodovia União e Indústria.

1902
• 07 de janeiro, inauguração da linha entre Mangueira e o ponto inicial de Alfredo Maia (Ilha das Moças ou rua Figueira de Mello), da Estrada de Ferro Melhoramentos do Brasil, com 4 km de extensão.

1903
• 14 de julho, incorporação da Estrada de Ferro Melhoramentos do Brasil à Estrada de Ferro Central do Brasil, passando a ser denominada de Linha Auxiliar, a partir do dia 16 de julho do mesmo ano.

1904
População da cidade alcança 730 mil habitantes.
• No final do ano, inauguração do terceiro trecho da Estrada de Ferro Teresópolis, entre Guapimirim e a estação provisória de Barreira do Soberbo, trecho em cremalheira com 4 km de extensão, elevando para 26 km a extensão total da ferrovia.

1905
• 10 de maio, inauguração da estação Inicial da Linha Auxiliar, na Rua Figueira de Melo em São Cristóvão, depois renomeada para Alfredo Maia e desativada nos anos 60.

1906
População da cidade atinge 805 mil habitantes. No dia 2 de setembro, inauguração da estação Paracambi Estrada de Ferro Central do Brasil.
• No final do ano, inauguração do quarto trecho da Estrada de Ferro Teresópolis, entre a estação provisória de Barreira do Soberbo e Miudinho, trecho em cremalheira com 2 km de extensão.

1907
• 12 de janeiro, inauguração do viaduto e da estação Lauro Müller - ex-Praia Formosa - da Estrada de Ferro Central do Brasil.
• Vendida a E. F. Santa Maria Madalena para a E. F. Leopoldina
• 05 de outubro é declarada a caducidade do contrato de concessão da E. .F. Maricá, que passa para o controle do Governo. O caso foi parar na justiça e após o julgamento em 1910 a ferrovia volta ao controle da Companhia Lavoura e Colonização de São Paulo.

1908
• 15 de fevereiro, inauguração das estações de Heredia de Sá, Vieira Fazenda (Jacarezinho), Tomás Coelho, Cavalcante e Engenheiro Leal da Linha Auxiliar da Estrada de Ferro Central do Brasil.
• Inauguração do prolongamento da Estrada de Ferro Teresópolis entre Miudinho e Garrafão.
• 07 de setembro, finalmente os trens chegam a Teresópolis, na estação do Alto. No dia 19 de setembro a ferrovia é inaugurada oficialmente, junto com a entrada em operação do vapor "Presidente", o mais veloz da baía, na ligação entre o Rio de Janeiro e o Porto de Piedade, encurtando ainda mais o tempo de viagem. Alguns anos depois é inaugurado o prolongamento até a Várzea, no centro de Teresópolis.

1909
• 1º de dezembro, inauguração da primeira estação Barão de Mauá. A nova estação é inaugurada no ano de 1926.

1910
População do então Distrito Federal alcança 910 mil habitantes.
• A E. F. Rio das Flores foi incorporada à EFCB que, juntamente com a Linha Auxiliar e o ramal de Jacutinga, constituíram a Rede Viação Fluminense
• 14 de novembro é inaugurado o prolongamento do Ramal de Mangaratiba da Estrada de Ferro Central do Brasil de Santa Cruz até Itaguaí.
• Nesse mesmo ano é inaugurado o prolongamento da Estrada de Ferro Leopoldina até o Cais do Porto, com passagem em nível no canal do mangue.
• Inaugurações de estações da E. F. C. B.
o 21 de agosto – Vila Militar
o 07 de julho (Linha Auxiliar) Pavuna
o 11 de setembro - São João de Meriti
o 11 de setembro – São Mateus
o 30 de setembro - Triagem

1911
• 22 de setembro, inauguração do Ramal de Xerém da Estrada de Ferro Rio D'Ouro, entre Belford Roxo e Xerém.
• 27 de julho, inauguração da estação de Engenheiro Berford, no ramal da Circular da Pavuna, da Linha Auxiliar.
• O serviço de Trem Suburbano contava com uma linha em operação (Dom Pedro II Dona Clara), com saídas a cada 5 minutos da Central do Brasil e paradas nas seguintes estações: Dom Pedro II, Lauro Müller, São Cristóvão, Mangueira, São Francisco Xavier, Rocha, Riachuelo, Sampaio, Engenho Novo, Meyer, Todos os Santos, Engenho de Dentro, Encantado, Piedade, Frontin, Cascadura e Dona Clara. A tarifa custava 300 Réis para ida e 500 Réis, ida e volta.

1912
• A Estrada de Ferro Maricá é vendida para a Generale aux Chemins de Fer.
• Inaugurações de estações da E. F. C. B.
o 1º de maio - Marechal Hermes
o 1º de junho - Ricardo de Albuquerque
o 26 de junho - Barreto (Niterói)
o 1º de setembro – Inhoaíba
• .

1914
• 07 de novembro, inauguração do prolongamento da Estrada de Ferro Dom Pedro II de Itaguaí até Mangaratiba.
• Inaugurações de estações da E. F. C. B.
o 07 de novembro - Bento Ribeiro e Muriqui (ramal de Mangaratiba)
o 08 de novembro – Nilópolis, Doutor Augusto Vasconcelos e Ricardo de Albuquerque.
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Período das Grandes Guerras

1918
• A União encampa a E. F. do Bananal.

1919
• 1º de agosto, a E.F. Teresópolis é incorporada à União.

1920
População da cidade atinge 1.147.000 habitantes. No dia 23 de agosto, é inaugurada a estação de Ibicuí, no ramal de Mangaratiba da Estrada de Ferro Central do Brasil.

1922
• A saída do agora chamado ramal de Afonso Arinos passou a ser Valença e não mais Commercio.
• 1º de junho, inauguração da Estação Francisco Sá, que passa a ser o terminal dos trens da Estrada de Ferro Rio D'Ouro, que antes operavam até o Caju. A nova estação permitiu o melhor acesso ao centro da cidade, que refletiu no aumento da ocupação dos bairros ao longo da linha e no aumento do número de passageiros transportados, passando de 306.300 em 1921 para 1.602.500 em 1926.

1923
• 15 de janeiro, inauguração da estação de Silva Freire da Estrada de Ferro Central do Brasil.
• 1º de junho, inauguração da estação Senador Camará, no ramal de Santa Cruz da Estrada de Ferro Central do Brasil.
• Início das obras de duplicação da Linha Auxiliar, entre a estação inicial de Alfredo Maia e São Mateus, com 27 km de extensão.

1924
• Inauguração da nova estação de Engenho de Dentro da Estrada de Ferro Central do
Brasil.
• 15 de novembro, início da construção da nova estação Barão de Mauá, da Estrada de Ferro Leopoldina.

1925
Demolição da estação "Imperial", que atendia exclusivamente ao Palácio Imperial da Quinta da Boa Vista, em função da duplicação das vias de acesso à Linha Auxiliar.
• 1º de outubro, inauguração da estação de Rocha Sobrinho.

1926
• A The Rio de Janeiro Northern Railway Company desativa, em Guia de Pacobaíba, a integração barco-trem na ligação Rio de Janeiro - Petrópolis, que passa a ser efetuada diretamente em trem, após a inauguração da nova estação terminal de Barão de Mauá em São Cristóvão, no dia 26 de novembro. A estação de Guia de Pacobaíba passa a ser atendida apenas por trem local.
• 02 de novembro, início da operação da linha do Rosário da Estrada de Ferro Leopoldina com 39 km de extensão, no fundo da baía de Guanabara, entre Rosário e Porto das Caixas, passando por Magé e Visconde de Itaboraí. A nova linha possibilita a ligação direta entre as cidades do Rio de Janeiro e Vitória, desativando a travessia marítima o Rio de Janeiro e Niterói. A linha não foi construída antes devido às dificuldades de construção sobre imensa área alagadiça entre Magé e Visconde de Itaboraí.

1927
• 09 de julho, inauguração das estações de Visconde de Itaboraí, Laranjal, Pedro Alcântara e Estrela do Norte dos trens suburbanos, nos atuais municípios de São Gonçalo e Itaboraí.

1928
• O Distrito Federal contava com 1.746.000 habitantes.
• 28 de agosto é entregue um requerimento ao Conselho Municipal com um pedido de concessão para construção de uma ferrovia de tração elétrica, denominada Metropolitano do Rio de Janeiro, a ser construída, parte em subterrâneo e parte ao nível do solo, saindo da esplanada do morro do Castelo, e, acompanhando o litoral indo terminar em Santa Cruz, com diversos ramais, um ligando à Estrada da Ferro Central em São Cristóvão, outro para Realengo e outro para Copabacana. O projeto considerava que as linhas de bonde junto com os ônibus não dariam vazão à futura demanda de transporte coletivo da zona sul e da faixa litorânea até Santa Cruz.
Alguns dados da obra:
Extensão total 102 km em linha dupla, sendo 8,4 km em subterrâneo.
Bitola 1,60m, a mesma da E. F. Central do Brasil.
Tempo Concessão 60 anos, com todo o patrimônio revertido à municipalidade sem indenização.
Custo Total 300.000000)$(000.)
Itinerário da Linha Tronco Morro do Castello, Lapa, Rua do Catete, Largo do Machado, saída do túnel, encosta dos morros até a Gávea, São Conrado, Joá, Barra da Tijuca, Itanhangá, seguindo até Santa Cruz.
Autor do Ante-Projeto Raimundo Silva
• Ainda nesse ano é inaugurada a duplicação da Estrada de Ferro Central do Brasil, com 24 km de extensão, entre as estações de Bangu e Santa Cruz.
• 1º de julho, inauguração da estação Cosmos da Estrada de Ferro Central do Brasil, no ramal de Santa Cruz.
• Desativação da estação de Eduardo Araújo, na Linha Auxiliar, entre as estações de Magno (Mercado de Madureira) e Engenheiro Leal.
• É desativada a E. F. Resende Areias (serra da Bocaina)

1929
• 05 de fevereiro, inauguração do ramal Carlos Sampaio - Santa Cruz, com 34 km de extensão, ligando a estação de Carlos Sampaio da Linha Auxiliar até Santa Cruz no Ramal de Mangaratiba, passando por Austin na Linha do Centro. São inauguradas as estações de Cabuçu, Engenheiro Araripe, Engenheiro Heitor Lira. O ramal teve vida efêmera, pois o trecho Santa Cruz - Cabuçu foi fechado em 1932, restando apenas o tráfego de trens de serviço entre Cabuçu e Carlos Sampaio até 1948, quando o ramal foi totalmente erradicado.
• 21 de fevereiro, em caráter provisório, o Ministério da Viação, confia a Estrada de Ferro Central do Brasil na administração da Estrada de Ferro Rio D'Ouro.
• 29 de dezembro de 1930, através do Decreto número 19.444 do Governo Provisório, a E.F. Rio D'Ouro foi definitivamente desligada da Inspetoria de Águas e Esgotos.
Nesse ano, o sistema de trens de subúrbio possuía uma média diária de 430 horários.
Inauguração do trecho de 1,5 km da E.F. Teresópolis entre a Várzea e o terminal de Venda Nova, em Teresópolis, cuja construção foi iniciada em 1925.

1930
• Inauguração da extensão de 1,5 km desde a estação de Niterói - Santana do Maruy até a estação Niterói - General Dutra, junto ao cais do porto de Niterói. O plano era estender a linha até junto da estação das Barcas no centro de Niterói, que por motivos políticos contrários não foi construída. Devido às obras de construção da ponte Rio Niterói, por volta de 1973, essa mesma extensão é erradicada, restando apenas o antigo prédio da estação General Dutra, que fica sob administração da Companhia de Docas do Rio de Janeiro.
• 20 de setembro é inaugurada a estação de Guaxindiba.

1931
• 25 de novembro, a Estrada de Ferro Teresópolis é incorporada à Estrada de Ferro Central do Brasil.

1934
• É criada a Superintendência de Eletrificação da Central do Brasil para cuidar dos trabalhos de implantação da tração elétrica, fazendo surgir os primeiros Trens Unidade Elétricos da série 100 em 1937.

1935
• Inauguração da estação de Olinda, do Ramal de Japeri.

1936
• Inauguração da estação Magalhães Bastos.
• 29 de março, lançamento da Pedra Fundamental de construção da nova estação Central.
• Governo Federal encampou a E. F. de Maricá e a prolongou até Cabo Frio.

1937
• 03de julho, inauguração da nova estação do Engenho de Dentro, da Estrada de Ferro Central do Brasil.
• 10 de julho, inauguração da eletrificação do primeiro trecho do trem de subúrbio, entre as estações de Dom Pedro II e Madureira, com trens importados da Inglaterra.

1938
• 20 de fevereiro, inauguração do segundo trecho eletrificado do trem de subúrbio da Estrada de Ferro Central do Brasil, com o prolongamento a partir da estação de Madureira até as estações de Bangu e Nova Iguaçu.

1940
População da cidade atinge 1.750.000 habitantes, sendo 246 mil habitantes na Zona Sul.
• 06 de abril, inauguração da estação Padre Miguel da Estrada de Ferro Central do Brasil, no ramal de Santa Cruz.

1943
• 29 de março, inauguração oficial da nova estação Dom Pedro II em estilo artdecô, que ganha amplo mezanino e torre de escritórios com gigantesco relógio.
• 02 de abril, inauguração da estação Parada Lucas da Estrada de Ferro Leopoldina
• 30 de agosto, a E.F.Maricá é incorporada a E. F. Central do Brasil.
• 10 de novembro, inauguração da eletrificação do trecho de 26 km entre Nova Iguaçu e Japeri da Estrada de Ferro Central do Brasil.

1944
• 15 de fevereiro inauguração da eletrificação do trecho de 3 km entre Bento Ribeiro e a Base Aérea do Campo dos Afonsos. No dia 19 de abril é inaugurado a eletrificação do trecho de 10,25 km entre Bangu e Campo Grande, do Ramal de Santa Cruz da Estrada de Ferro Central do Brasil.

1945
• 15 de julho, inauguração da eletrificação do trecho de 15,5 km entre o Derby Club e Honório Gurgel, do Ramal da Linha Auxiliar da Estrada de Ferro Central do Brasil.
• 10 de novembro, inauguração da eletrificação do trecho de 14,2 km entre Campo Grande e Matadouro, no Ramal de Santa Cruz, da Estrada de Ferro Central do Brasil.
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Período Pós Guerra

1947
Inauguração da eletrificação e das novas linhas com bitola de 1,600 m da Linha Auxiliar da Estrada de Ferro Central do Brasil, no trecho entre Honório Gurgel e Pavuna.

1948
Inauguração da eletrificação do trecho entre Japeri e Paracambi do trem subúrbio da
Central do Brasil.
• 27 de novembro, inauguração da estação Guilherme da Silveira do ramal de Santa Cruz da Estrada de Ferro Central do Brasil. Entrega de 30 novos trens elétricos (TUE's) fabricados pela Metropolitan-Vickers.
O número total de trens ainda era insuficiente para atender ao aumento da demanda.

1949
Extinção das primeiras e segundas classes dos trens de subúrbio, que passa a operar em classe e tarifa única.
• 29 de março, inauguração da eletrificação do trecho entre Paracambi e Barra do Piraí, da Estrada de Ferro Central do Brasil.

1950
População da cidade atinge 2.375.000 habitantes, sendo 360 mil na Zona Sul.
Inauguração da eletrificação (uma linha) do trecho entre as estações de Pavuna e Belford Roxo, na Linha Auxiliar da Estrada de Ferro Central do Brasil.
• Início do serviço de trens suburbanos no Ramal de Niterói, entre as estações de Niterói - General Dutra e Pedro de Alcântara, em função do explosivo crescimento populacional de São Gonçalo. O serviço de bondes elétricos e ônibus já não atendiam com eficiência o transporte de passageiros na ligação Niterói – São Gonçalo. Posteriormente a linha é estendida até Guaxindiba e depois até Visconde de Itaboraí. Em seguida a linha é estendida até Cachoeira de Macacu e Rio Bonito, cujas atividades foram encerradas devido a pressões políticas de grupos de transporte concorrentes.
• 20 de dezembro, a Estrada de Ferro Leopoldina é definitivamente encampada pelo Governo Federal.
• No início dos anos 50 é erradicado o trecho entre o Porto de Piedade e Magé, da antiga Estrada de Ferro Teresópolis. Nesse ano os trens suburbanos no Rio de Janeiro transportaram 207.784.691, sendo 181.111.025 na Central do Brasil e 26.673.666 na Leopoldina.

1951
• 23 de setembro, inauguração da eletrificação (uma linha) no trecho entre as estações de Pavuna e São Mateus, na Linha Auxiliar da Estrada de Ferro Central do Brasil. No mesmo ano é concluída a eletrificação entre Francisco Sá e Honório Gurgel.

1952
A Estrada de Ferro Central do Brasil possuía 481 km de vias eletrificadas e 101 trens unidade elétricos. Nesse mesmo ano é eletrificado o ramal Marítima.

1956
• Início da entrega dos novos trens elétricos Metropolitan Vickers da série 200.

1957
• Conclusão da entrega de 50 carros Metropolitan Vickers.
• 16 de março é criada a Rede Ferroviária Federal S. A. (RFFSA)

1959
O trem suburbano da Estrada de Ferro Leopoldina em Niterói operava com 12 trens diários, enquanto o trem suburbano da Estrada de Ferro Maricá, em São Gonçalo, operava linha entre Neves e Pirajaba, com 25,5 km.

1960
População da cidade atinge 3,3 milhões de habitantes, sendo 556 mil na zona sul.

1961
• 02 de outubro, inauguração da estação Presidente Juscelino, ainda com o nome de Vila Nova.

1962
• 19 de novembro, suspensão do serviço de trens entre Guia de Pacobaíba e Bongaba, da antiga Estrada de Ferro Mauá.

1964
• 05 de maio, desativação do trem de passageiros entre Petrópolis e Três Rios.
• 1º de junho é erradicado o trecho entre Petrópolis e o Alto da Serra e no dia 6 de novembro o trecho entre Raiz da Serra (Vila Inhomirim) e o Alto da Serra.
• Erradicação do Ramal de Tinguá da antiga Estrada de Ferro Rio D'Ouro, entre Cava e Tinguá.
• Desativação do último trecho em operação da EF Maricá, entre Virajaba e General Dutra, em São Gonçalo.

Ano de Entrada em Operação das Classes de Trem
Ano Classe Fabricante
1937 100 M.Vickers
1952 200(atual 1000) M.Vickers
1964 400 M Cobrasma
1978 500 Hitachi
1980 700 Mafersa
1981 800 CISM
1981 900 Cobrasma

1965
• 1º de janeiro, início das obras de eletrificação do trecho Triagem - Penha Circular do ramal da Leopoldina.
Início da operação dos trens de série TU 4400 na Central do Brasil, substituindo os trens Pidner, que saíram completamente de circulação em janeiro de 1967.

1966
• 10 de março, inauguração do primeiro trecho eletrificado do ramal da Leopoldina, no trecho entre as estações de Francisco Sá e Penha Circular, com 10 km de extensão.
• Em 31 de março a EF Marica foi erradicada.


1968
O sistema transporta cerca de 560 mil passageiros/dia.

1969
• 1º de maio, suspensão do tráfego no sub-ramal de Xerém da antiga Estrada de Ferro Rio D'Ouro, entre Belford Roxo e Xerém.

1970
Suspensão do tráfego para Jaceruba, na antiga Estrada de Ferro Rio D'Ouro.

1971
No princípio dos anos 70, em função de obras na estação Santa Cruz, é suspenso o serviço de trens de passageiros no sub-ramal do Matadouro, que não volta a operar após o final das obras na estação Santa Cruz em 1974.
• 23 de julho, inauguração do segundo trecho eletrificado do ramal da Leopoldina, entre as estações de Penha Circular e Caxias, com 7 km de extensão.
• Conclusão da construção de novo viaduto ferroviário sobre a Avenida Francisco Bicalho, ao lado do viaduto em estrutura metálica existente inaugurada em 1907.

1973
• Devido às obras de construção da ponte Rio - Niterói é erradicada a linha de 1,5 km de extensão entre as estações de Santana do Maruy e General Dutra, restando apenas o prédio da antiga estação General Dutra, inaugurada em 1930, que passa para a administração da Companhia Docas do Rio de Janeiro.

1975
• 10 de maio, no ramal de Deodoro, realização do primeiro teste do trem "anti-pingente", que só circulava com as portas fechadas. A RFFSA contava com 90 carros dotados de tal dispositivo.

1977
• O sistema, com frota de 190 trens em operação e 49 na reserva, transporta cerca de 469 mil passageiros/dia, o que representa cerca de 5% de todas as viagens realizadas em transporte motorizado na região metropolitana.

1980
• No primeiro semestre, inauguração da eletrificação do trecho entre Francisco Sá e Barão de Mauá, no Ramal da Leopoldina e nos anos seguintes a desativação de vários ramais no Grande Rio e ligações com o interior.

1981
• No primeiro semestre, inauguração da eletrificação do trecho entre Duque de Caxias e Gramacho, no Ramal da Leopoldina.

1982
• 06 de setembro, na estação Dom Pedro II, início da operação dos primeiros torniquetes de bilhetagem automática, em regime de teste, no acesso às plataformas do ramal de Belford Roxo, com equipamentos da CGA do Brasil, subsidiária da firma francesa responsável pela bilhetagem eletrônica do metrô do Rio de Janeiro.

1984
• Cisão da RFFSA - Rede Ferroviária Federal Sociedade Anônima, que transfere a gestão dos serviços de trens urbanos de passageiros para a Companhia Brasileira de Trens Urbanos - CBTU.
• 22 de fevereiro é criada pelo Decreto Lei nº 89.396, a CBTU – Companhia Brasileira de Trens Urbanos, vinculada à Secretaria Nacional de Transportes do Ministério dos Transportes e das Comunicações, na forma de uma sociedade de economia mista, subsidiária da Rede Ferroviária Federal - RFFSA. A CBTU incorpora todos os serviços de trens de subúrbio até então operados pela RFFSA.
• 25 de fevereiro, inauguração do Centro de Preservação da História Ferroviária do Rio de Janeiro, o "Museu do Trem", localizado nas antigas Oficinas do Engenho de Dentro.
• 21de agosto, ultrapassagem da barreira de 1 milhão de passageiros pagantes transportados diariamente pelo sistema de trens de subúrbio, com 1.004.321 de passageiros.

1985
• O sistema atinge o seu ápice operacional nessa década, com frota de 257 TUE's de 04 carros em operação.

1986
• Inauguração do serviço de trens de passageiros entre Santa Cruz e Itaguaí, com as paradas de Arrozal, Cristo Redentor e Zona Industrial. Serviço é suspenso em 1990.

1987
• 10 de julho, inauguração da estação Tancredo Neves, no ramal de Santa Cruz da Estrada de Ferro Central do Brasil.

1990
• Desativação do trem de passageiros entre Santa Cruz e Itaguaí, inaugurado em 1986.
• Implantação de rede aérea entre Gramacho e Campos Elíseos, junto de nova subestação em Gramacho.
• Início da operação de trens elétricos no trecho Gramacho - Campos Elíseos.
• Recuperação de 12 carros da série U de bitola estreita.
• Recuperação de 04 TUE's da série 800.
• Implantação de bilhetagem eletrônica nas estações de Dom Pedro II e Barão de Mauá.

1992
• 28 de dezembro, inauguração do Terminal Deodoro, junto à estação de trem de Deodoro, visando a integração trem-ônibus. Terminal foi desativado e demolido em 2002 para construção de uma piscina pública.
• Trens do ramal de Deodoro passam a operar com intervalos de até 7 minutos.
• Modernização de 06 TUE's da série 200 e 6 TUE's da série 400.
• Recuperação do relógio da Estação Dom Pedro II.
• 09 de abril, assinatura de protocolo entre a CBTU e o Governo do Estado do Rio de Janeiro para estadualização do trem metropolitano, desenvolvendo a partir dessa data a programação da transferência da CBTU para o Estado.
• Envio de projeto de Lei à Assembléia Legislativa para criação da Companhia Fluminense de Trens Urbanos - Flumitrens, empresa estadual responsável pela operação dos trens metropolitanos.

1993
• Erradicação do trecho entre Pavuna e Thomazinho do Ramal Circular da Pavuna, da Linha Auxiliar.
• Modernização de 11 TUE's da série 200.
• Entregues ao tráfego 04 TUE's da série 1.000 e 2 TUE's da série 900 reabilitados.
• Em fevereiro, o STU-RJ recebe os primeiros trens da série 200 reformados.
• 27 de junho, aprovação da Lei Estadual 2.143 permitindo ao Governo do Estado do Rio de Janeiro criar a Companhia Fluminense de Trens Urbanos - Flumitrens.
• 03 de agosto, edição da Lei 8.693, dispondo sobre a descentralização dos serviços de trens urbanos da União para os Estados e Municípios.

1994
• 22 de dezembro a união transfere para o Governo do Estado do Rio de Janeiro a operação dos trens de subúrbio do Rio de Janeiro com a criação da Flumitrens.
• Dando continuidade ao programa de modernização de 36 TUE's da série 200, a CBTU entrega 22 novos trens reformados à Flumitrens.
• Modernização de 05 TUE's da série 200 e recuperação de 3 TUE's.

1995
• Desativação do trem elétrico entre Japerí e Barra do Pirai, sendo a rede elétrica removida posteriormente.
• 22 de abril, a Gare Dom Pedro II, junto com o prédio da sede da antiga Estrada de Ferro Central do Brasil, são tombados pelo decreto municipal 14.341.
• Entrega de mais um TUE reformado da série 200, pela CBTU.
• Recuperação de 04 locomotivas diesel, pela CBTU.

1996
• Entrega de 02 TUE's da série 500, e um TUE da série 400, pela CBTU, além da recuperação de 09 locomotivas.
• Início do processo licitatório para revisão geral e recuperação de 21 TUE's da série 500, e contratação para recuperação de 12 TUE's da série 900.

1997
• Modernização de 11 TUE's da série 800
• Contratação das obras de remodelação de 13 estações.
• Sonorização de 87 TUE's. Recuperação de 16 TUE's e 16 carros.
• Reforma da estação Dom Pedro II.

1998
• Em julho realização do leilão do Programa Estadual de Desestatização visando a entrega da operação dos trens de subúrbio à iniciativa privada. O leilão é vencido pelo consórcio Supervia que toma a operação no dia primeiro de novembro do mesmo ano, com um prazo de concessão de 25 anos, renováveis por mais 25 anos.
• Em novembro, no início da operação pela Supervia, o sistema transportava cerca de 150 mil passageiros/dia, contando com apenas 55 trens operacionais, sendo 35 trens confiáveis, que haviam sido reformados pela CBTU em meados da década de 90 pelo Programa BIRD I, que visava a recuperação do sistema para estadualização.
• Construção de 5,30 km de linhas eletrificadas.
• Reabilitação de 06 TUE's da série 500, modernização de 3 TUE's da série 800 e 8 TUE's da série 900.
• Reforma de 07 estações.


1999
• 17 de dezembro, início da liquidação da RFFSA.

2000
• 10 de agosto, inauguração da eletrificação de trecho de 10 km, entre Gramacho e Saracuruna, no Ramal da Leopoldina.
• Remodelação das estações Madureira, Manguinhos, Deodoro, e Saracuruna.
• Reabilitação de 06 TUE's.

2001
• 02 de maio, início da integração tarifária, com desconto de 11% do valor total das passagens, entre os trens metropolitanos da Supervia e os ônibus municipais dos bairros de Santa Cruz e Campo Grande.
• Também em maio é criada a Companhia Estadual de Engenharia de Transportes e Logística (CENTRAL).
• Início da concorrência internacional para o fornecimento de 20 novos trens, dentro do Programa Estadual de Transporte - PET, que prevê aplicação de 400 milhões de dólares, sendo 186 milhões correspondentes ao Banco Mundial e o restante ao Governo do Estado. Para aquisição dos 20 novos trens é previsto o investimento de 90 milhões de dólares.

Período da concessionárias

2000
• 10 de agosto, inauguração da eletrificação de trecho de 10 km, entre Gramacho e Saracuruna, no Ramal da Leopoldina. No mesmo mês os trens do Ramal de Vila Inhomirim, operado pela Supervia, passam a operar gratuitamente.
• Remodelação das estações Madureira, Manguinhos, Deodoro, e Saracuruna.
• Reabilitação de 06 TUE's.
• Criação da Supervia Mídia, área de negócios da empresa voltada para a exploração comercial dos espaços para publicidade.

2001
• 22 de fevereiro, trem da Supervia invade o saguão da Estação Barão de Mauá ferindo 12 pessoas e derrubando pilar. Condutor pula da cabine antes da colisão.
• 02 de maio, início da integração tarifária, com desconto de 11% do valor total das passagens, entre os trens metropolitanos da Supervia e os ônibus municipais dos bairros de Santa Cruz e Campo Grande.
• Também em maio é criada a Companhia Estadual de Engenharia de Transportes e Logística (CENTRAL).
• Início da concorrência internacional para o fornecimento de 20 novos trens, dentro do Programa Estadual de Transporte - PET, que prevê aplicação de 400 milhões de dólares, sendo 186 milhões correspondentes ao Banco Mundial e o restante ao Governo do Estado. Para aquisição dos 20 novos trens é previsto o investimento de 90 milhões de dólares.
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Pablo Itt
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Créditos:
_________________________________________________________________

RODRIGUEZ, Hélio Suevo. A Formação das Estradas de Ferro no Estado do Rio de Janeiro . O Resgate da Sua Memória. Rio de Janeiro. Memória do Trem. 2004.
_________________________________________________________________

BARBOSA, Malvina. Um Século das Estradas de Ferro Brasileiras . 105 anos de História 1854 – 1959. Rio de Janeiro. Letra Capital Editora. 2010.
_________________________________________________________________
GIESBRECHT, Ralph Mennucci. Estações Ferroviárias do Brasil.
http://www.estacoesferroviarias.com.br/

Rio de Janeiro
http://www.estacoesferroviarias.com.br/index_rj.htm
_________________________________________________________________

ALMIRANTE, Marcelo. Memória do Transporte Público
http://memoria70.blogspot.com.br/
_________________________________________________________________

Centro - Oeste / Ferrovias do Brasil.
http://vfco.brazilia.jor.br/ferrovias-do-brasil.shtml

Histórico
http://doc.brazilia.jor.br/HistDocs/cib/cib01inicio.htm

http://doc.brazilia.jor.br/HistDocs/...2republica.htm

http://doc.brazilia.jor.br/HistDocs/...b03arrenda.htm

Quadros
http://vfco.brazilia.jor.br/ferrovia...nstrucao.shtml

http://vfco.brazilia.jor.br/ferrovia...ometrica.shtml

http://vfco.brazilia.jor.br/ferrovia...ica-MVOP.shtml
_________________________________________________________________

Movimento de Preservação Ferroviária - MPF
http://www.trembrasil.org.br/
___________________________________________________________
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Old April 12th, 2013, 01:57 PM   #7
Tncareca
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Mais um grande trabalho hein Pablo, parabéns pra variar!
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Old April 12th, 2013, 09:53 PM   #8
Abu.EdL
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Bateu até uma saudade do período imperial...

Muito interessante ver o tamanho da malha ferroviária do estado, que parecia cobrir relativamente bem todas as regiões. Um trabalho interessante seria localizar num mapa atualizado todas essas linhas, até mesmo para termos noção de onde tal e tal linha erradicada passava. Isso poderia ajudar a verificar a viabilidade de reativação de alguns ramais, mas completamente modernizados, naturalmente.

Acredito que haja uma gigantesca demanda reprimida no entorno da baía, por exemplo. A ligação da Região Metropolitana com a Serrana e com a dos Lagos seria também muito interessante e de grande apelo turístico.

Last edited by Abu.EdL; April 12th, 2013 at 10:36 PM.
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Old April 12th, 2013, 11:00 PM   #9
Pablo Itt
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Originally Posted by Abu.EdL View Post
Bateu até uma saudade do período imperial...

Muito interessante ver o tamanho da malha ferroviária do estado, que parecia cobrir relativamente bem todas as regiões. Um trabalho interessante seria localizar num mapa atualizado todas essas linhas, até mesmo para termos noção de onde tal e tal linha erradicada passava. Isso poderia ajudar a verificar a viabilidade de reativação de alguns ramais, mas completamente modernizados, naturalmente.

Acredito que haja uma gigantesca demanda reprimida no entorno da baía, por exemplo. A ligação da Região Metropolitana com a Serrana e com a dos Lagos seria também muito interessante e de grande apelo turístico.
Calma, já está tudo implantado no GE só falta colocar em jpg e anexar, tá faltando é tempo.
A princípio pensava em montar o B H da E F do RJ mas, vi que era humanamente impossível devido à quantidade de informações e o vai e vem das companhias (só a Leopoldina são três empresas diferentes em data diferentes com nomes intruncados), daí resolvi fazer o levantamento de todas as ferrovias que passaram em nosso estado, colocá-las no GE - estações e linhas, uma por uma. Sei que iria ficar muito disperso aqui no SSC, daí surgiu um outro forum só sobre as EF do RJ me dando a chance de poder fazer este trabalho, mas não esqueci daqui, apesar do sumiço vou postar partes de um trabalho mais extenso, ok?
O negócio foi tão longe que ficou impossível me deter apenas no ERJ, EFCB, RMV e Leopoldina me levaram a conhecer Minas Gerais* para melhor entender o processo de implantação fluminense e levou foi tempo. Mineiro gosta muito de trem, kkkkk
Em breve colocarei os mapas.

* Mas vício é um negócio ruim de se largar já tenho ES e parte do RS marcados também, kkkk, enfim............................
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Old April 13th, 2013, 12:40 AM   #10
kerberos2001
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Ta na hora de criar um wiki próprio, ou colocar na wikipedia huh?

Só sugerindo...

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Calma, já está tudo implantado no GE só falta colocar em jpg e anexar, tá faltando é tempo.
A princípio pensava em montar o B H da E F do RJ mas, vi que era humanamente impossível devido à quantidade de informações e o vai e vem das companhias (só a Leopoldina são três empresas diferentes em data diferentes com nomes intruncados), daí resolvi fazer o levantamento de todas as ferrovias que passaram em nosso estado, colocá-las no GE - estações e linhas, uma por uma. Sei que iria ficar muito disperso aqui no SSC, daí surgiu um outro forum só sobre as EF do RJ me dando a chance de poder fazer este trabalho, mas não esqueci daqui, apesar do sumiço vou postar partes de um trabalho mais extenso, ok?
O negócio foi tão longe que ficou impossível me deter apenas no ERJ, EFCB, RMV e Leopoldina me levaram a conhecer Minas Gerais* para melhor entender o processo de implantação fluminense e levou foi tempo. Mineiro gosta muito de trem, kkkkk
Em breve colocarei os mapas.

* Mas vício é um negócio ruim de se largar já tenho ES e parte do RS marcados também, kkkk, enfim............................
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Old April 13th, 2013, 12:45 AM   #11
Pablo Itt
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Eis uma pequena amostra.



Os pontos de interrogação significam inexatidão do local, uns mais outros menos. É claro que não cabe nesta imagem todas as estações e muito menos os ramais secundários e terciários, mas está tudo catalogado.

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Old April 13th, 2013, 07:36 PM   #12
Marcos6010Vinicius
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Eis uma pequena amostra.



Os pontos de interrogação significam inexatidão do local, uns mais outros menos. É claro que não cabe nesta imagem todas as estações e muito menos os ramais secundários e terciários, mas está tudo catalogado.

Olhando para esse mapa, cabe a pergunta: porque boa parte dessa malha em particular da EFL foi extinta. Algumas linhas seriam úteis para os dias atuais
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Old April 13th, 2013, 07:52 PM   #13
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Olhando para esse mapa, cabe a pergunta: porque boa parte dessa malha em particular da EFL foi extinta. Algumas linhas seriam úteis para os dias atuais
Veja bem, vamos fazer uma mistura:

Interesses próprios + falta de modernização tecnológica a + sucateamento de equipamentos + demora da viagem + demanda insuficienta paraconvivência entre os modais (competição em vez de integração), etc, etc, etc.

Tudo isto em uma época em que se começava a ter "pressa", provavelmente se pensassem com outras "cabeças" teriam sido deixados o espaço para que no fururo pudesse haver melhor aproveitamento mas.............................

Apesar de muitos contras, existiram pontos altos na implantação destas ferrovias, não só no ERJ como em outros estados. A EF Melhoramentos, EF Rio das Flores e EF do Cantagalo usaram "tecnologia" muito além de uma mera importação de tecnologia estrangeira. O que estragava era o traçado escolhido ao sabor de quem tiha maior poder, e nem sempre em benefício do estado.

Imaginem uma ligação Trajano de Morais a Macuco perto de N Friburgo, nos dias de hoje um trem que descesse a serra até o litiral de Macaé seria fantástico, só que não existe mais o leito.

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Old April 14th, 2013, 01:15 AM   #14
Abu.EdL
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Sensacional, Pablo!
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