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Old January 23rd, 2008, 04:02 PM   #1
Cruvinel
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BRs em Goiás terão pedágio

Goiânia, 23 de janeiro de 2008

RODOVIAS

BRs em Goiás terão pedágio

A BR-060, entre Brasília e Anápolis, e a BR-153, de Anápolis a Itumbiara, terão cobrança de pedágio. Leilão previsto para abril de 2009 vai passar trechos à iniciativa privada. A informação ocorreu no anúncio do balanço do primeiro ano do PAC.

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Old January 23rd, 2008, 04:12 PM   #2
Rodrigo U.
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Rodovias goianas terão
cobrança de pedágio



No balanço de 1 ano do PAC, ministra Dilma Rousseff anuncia que leilões para privatizar trechos das BRs 060 e 153, entre Brasília e Itumbiara, deverão ocorrer em abril de 2009


Fabiana Pulcineli

Duas rodovias federais que cortam Goiás terão cobrança de pedágio a partir de leilão previsto para abril de 2009, informou ontem a ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, durante anúncio de balanço do primeiro ano do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A concessão para empresas privadas será feita na BR-060, de Brasília a Anápolis, e na BR-153, de Anápolis até Itumbiara. O processo de privatização incluirá outras outras oito rodovias no País, em um total de 4,7 mil quilômetros.

Para este ano, estão previstos seis leilões – a maior parte atinge rodovias de Minas Gerais. A primeira estrada a ser privatizada, até julho, será a BR-116/324, que liga Feira de Santana a Salvador (BA). Segundo informou o ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, à Agência Estado, o valor máximo a ser cobrado nas estradas que abrirão concessão neste ano será de R$ 2,82 para cada 100 quilômetros. Considerando esse valor, a cobrança em uma viagem de Brasília até Itumbiara seria de R$ 10,90.

O balanço do PAC prevê também licitação no primeiro semestre deste ano para garantir o início das obras de conclusão da duplicação da BR-153 no trecho de Aparecida de Goiânia a Itumbiara. O fim da duplicação BR-060 de Brasília a Anápolis aparece na apresentação da ministra como uma das principais obras rodoviárias concluídas em 2007.

A cobrança nas rodovias de Goiás deve ter início só em 2010, tendo em vista que não houve início do pedágio nas sete estradas privatizadas no ano passado. O leilão está sob questionamento da Justiça, com cinco trechos suspensos por liminares. O governo articula o fim do impasse para assinar os contratos em fevereiro.

Licitações
As estradas que serão licitadas em novembro deste ano são as seguintes: BR-040 em três trechos: de Brasília até o entroncamento com a BR-135, na divisa de Goiás com Minas Gerais, de Belo Horizonte até a divisa de Goiás e da capital mineira até Juiz de Fora; BR-116, da divisa entre Bahia e Minas até a divisa entre Minas e Rio de Janeiro; e BR-381, de Belo Horizonte até Governador Valadares. Para abril de 2009, estão previstos os leilões da BR-101, que corta todo o Espírito Santo e segue da divisa com a Bahia até os arredores de Salvador, e da BR-470, de Navegantes (SC) até a divisa de Santa Catarina com o Rio Grande do Sul.

A ministra adiantou também que o governo fará um grande leilão para recuperação de rodovias. Na primeira fase, que inclui a licitação de 17 mil quilômetros, o edital deverá ser lançado até julho para os projetos e até o primeiro semestre de 2009 para as obras. A segunda fase licitará 15 mil quilômetros.

Avanços
O balanço do PAC de 2007 aponta a situação de obras importantes para Goiás, como a Ferrovia Norte-Sul e o Alcoolduto Senador Canedo/São Sebastião (veja quadro) – ambas sem grandes avanços no ano passado. O trecho Norte da ferrovia teve encaminhamentos, enquanto o trecho Sul, de Anápolis a Uruaçu, começou a sair do papel em dezembro. O levantamento não aponta o total de recursos liberados para o Estado no ano passado. A única obra concluída no Estado foi a duplicação da BR-060, até Brasília.
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Old January 23rd, 2008, 05:10 PM   #3
Espartano_bsb
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Na BR 060, a privatização era esperada mesmo... Eu sou a favor do pedágio desde que as estradas sejam duplicadas e fiquem em excelente estado de conservação e segurança... Antes eu era contra por causa da bitributação etc etc... Mas hoje em dia, estou valorizando mais a vida da minha família, em vista da loucura que é viajar por nossas estradas...

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Old January 23rd, 2008, 09:26 PM   #4
tkr
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Sei lá. Bi, tri, tetra-tributação é foda. Já pagamos CARÍSSIMO pela gasolina, CARÍSSIMO pelo imposto do carro, CARÍSSIMO pelo IPVA, etc. Tudo isso, em teoria, seria pro governo investir em diversos setores, como transporte público e melhores ruas e estradas. Mas pelo visto, pagaremos (CARÍSSIMO) mais uma coisa porque o governo é um lixo.
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Aécio 45!
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Old January 23rd, 2008, 10:56 PM   #5
Pesquisadorbsb
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Mas falaram que vai ter pedágio de Brasília até Belo Horizonte, e de Belo Horizonte até o Rio de Janeiro.

Se realmente investirem nas estradas, aonde ser possivel duplicar, eu sou favorável aos pedágios e vou além, deveria fazer o mesmo com a BR 153 desde Anápolis até Porangatu.

E de Goiânia até Santa Rita do Araguaia, se isso traduzir em melhores estradas, eu aceito a pagar pedágio.
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Old January 23rd, 2008, 11:05 PM   #6
Cruvinel
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Mas falaram que vai ter pedágio de Brasília até Belo Horizonte, e de Belo Horizonte até o Rio de Janeiro.

Se realmente investirem nas estradas, aonde ser possivel duplicar, eu sou favorável aos pedágios e vou além, deveria fazer o mesmo com a BR 153 desde Anápolis até Porangatu.

E de Goiânia até Santa Rita do Araguaia, se isso traduzir em melhores estradas, eu aceito a pagar pedágio.
Se duplicassem de Goiânia até Santa Rita do Araguaia até eu pagaria, o que eu duvido muito que aconteça... outro local que desde que nasci é péssimo de se passar é entre Rio Verde e Itumbiara... se com a privatização dessas rodovias, se usasse o dinheiro para reinvestir nas que não seriam privatizadas mas que precisam urgentemente de investimentos, seria ótimo e bem sensato, mas vivemos no Brasil...
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Old January 23rd, 2008, 11:39 PM   #7
Pinhate
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Bom a cobrança seria boa, se a BR-o40 fosse totalmente duplciada e revitalizada, porque ô estradinha ruim, sempre esburacada. Já fiquei várias vezes 30min no meio da estrada, porque uma fiaixa era interditada devido a reformas. Duplica de uma vez.
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Old January 26th, 2008, 05:14 AM   #8
LeoJr_GYN
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Achei o preço do pedágio bem acessível, mas não sei se essas rodovias terão o mesmo padrão de organização dos sistemas Anhanguera-Bandeirantes e Anchieta-Imigrantes. Acho que esse valor é só para manter o asfalto em boas condições e mais nada, mas isso já é excelente.
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Old February 21st, 2008, 08:17 PM   #9
jrcnd
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Parabéns a Goiania,

A privatização deve se estender a todo o país. As melhores rodovias são privatizadas.
EXAME O caminhoneiro Abraão José da Silva, de 45 anos, saiu de Recife no domingo 7 de outubro logo depois do almoço. Seu destino era Alagoinhas, cidade no norte da Bahia, a 800 quilômetros da capital pernambucana. O percurso deveria ser vencido até o final da manhã do dia seguinte, quando Silva entregaria uma carga de 20 toneladas de vasilhames na fábrica da Schincariol. Quatro dias depois, na quinta-feira pela manhã, em 11 de outubro, a reportagem de EXAME encontrou o caminhoneiro na estrada. Exausto, ele ainda aguardava a chegada dos guinchos que retirariam sua carreta tombada da beira da BR-101. O acidente ocorreu na manhã da segunda-feira 8 de outubro, a menos de 100 quilômetros do destino final, quando Silva tentou desviar de um caminhão que fazia uma ul trapassagem no sentido contrário. Como a BR-101 não é duplicada -- ou seja, apenas uma faixa pintada no chão separa os veículos que viajam em sentidos opostos --, uma ultrapassagem imprudente coloca de frente carros de passeio e caminhões com até 40 toneladas de carga. "Tentei frear e fui para o limite da pista, mas faltou espaço", afirmou Silva. Na verdade, faltou acostamento, inexistente nesse trecho da rodovia, apesar de se tratar do principal corredor de mercadorias do Nordeste. O peso da carga fez com que a carreta tombasse ao sair da estrada.

Situações como a vivida por Silva são corriqueiras nas estradas brasileiras. As péssimas condições deixam pouca margem de manobra aos motoristas numa situação de risco. Menos de 10% da extensão rodoviária do país é duplicada e apenas 11% são pavimentados. De acordo com a Confederação Nacional do Transporte (CNT), apenas 25% da extensão das rodovias pavimentadas tem asfalto bom ou ótimo. E 40% não têm acostamento. Essa precariedade provoca prejuízos em cadeia. Uma parte deles é inestimável. Só no ano passado, 8 000 motoristas morreram nas estradas brasileiras. Nas últimas semanas, o país assistiu a uma seqüência de tragédias em rodovias, a maior delas em Santa Catarina, que deixou um saldo de 27 mortes. Felizmente, Silva não se machucou. Fora o susto, seu desgaste incluiu quatro dias parado na estrada, até que toda a carga fosse retirada e o caminhão fosse rebocado. A transportadora em que trabalha, a Via Brasil, sediada em Recife, ainda não sabe calcular o total dos prejuízos. Os danos ao caminhão Volvo, ano 2006, ainda estão sendo avaliados na concessionária. "Também teremos um custo do veículo parado, do deslocamento de outro caminhão para fazer o transbordo da carga, da perda dos benefícios do seguro", afirma Geraldo Lobo, sócio da Via Brasil.

O barato sai caro
Uma pesquisa revela que as empresas preferem transportar cargas em estradas pedagiadas a enfrentar as más condições das rodovias públicas
79% das empresas ouvidas afirmaram que as estradas pedagiadas apresentam menores custos operacionais do que as livres de pedágio
70% afirmaram que é mais difícil controlar custos em estradas públicas do que nas que cobram pedágio
54% estão satisfeitas com as condições das estradas pedagiadas
Fonte: Fundação Dom Cabral Fotos: Lia Lubambo

O episódio vivido por Silva -- apenas um entre os mais de 82 000 acidentes em estradas federais neste ano -- ilustra como o barato pode sair caro quando o assunto é infra-estrutura. Não há pedágio no trecho nordeste da BR-101, o percorrido por EXAME. É esse o padrão das rodovias federais -- há apenas 1 500 quilômetros pedagiados num total de 74 000. Para as empresas que dependem das estradas para enviar ou receber carga, trata-se de uma péssima notícia. De acordo com uma recente pesquisa realizada pela escola de negócios Fundação Dom Cabral (FDC) com 149 empresas do país, todas com faturamento superior a 400 milhões de reais, a maioria prefere a opção "estrada boa com pedágio" à alternativa atual, "estrada ruim sem pedágio" (veja quadro acima). Do ponto de vista das empresas, mostra a pesquisa, o pedágio representa um custo conhecido, enquanto os acidentes e os atrasos decorrentes da má conservação das pistas acontecem inesperadamente e jogam por terra os esforços de planejamento e gestão. "Numa boa estrada, quem tem uma frota moderna pode calcular direitinho quanto vai custar cada viagem", afirma Paulo Resende, coordenador do núcleo de logística da FDC e responsável pela pesquisa. "Ninguém gosta de pagar pedágio, mas a maioria das empresas prefere ficar com ele a lidar com o incerto."

O FATO É QUE A PRECARIEDADE das estradas custa caro ao país. Um estudo do Centro de Estudos em Logística da Universidade Federal do Rio de Janeiro mostra que em 2006 as empresas gastaram com transporte de carga 13 bilhões de reais a mais do que gastariam caso as estradas fossem boas. Esse número considera apenas o combustível desperdiçado e o desgaste de pneus -- não entram no cálculo os custos com as cargas perdidas, com os atrasos nas entregas, com o desgaste prematuro de peças, com as avarias dos caminhões ou mesmo com a hospedagem de funcionários que ficam na estrada, como Silva, que teve de dormir três noites num hotel próximo ao local do acidente. "Na Europa, um jogo de pneus chega a rodar três vezes mais do que um utilizado em uma carreta que trafega nas regiões Norte e Nordeste do Brasil", afirma Paulo Miri, gerente-geral de logística da unidade de eletrodomésticos da Whirlpool. No caso das transportadoras, o custo de manutenção é mais evidente. "Gastamos 30% mais com manutenção da frota, em razão das más condições das estradas brasileiras", afirma Giuseppe De Vincenzo, presidente da subsidiária brasileira da Ceva Logistics, uma das maiores empresas de logística do mundo. Segundo Vincenzo, caso os principais corredores de carga do país atingissem o nível já alcançado pelas boas estradas brasileiras, seria possível reduzir em pelo menos 15% o preço cobrado pelos serviços de transportes.

De acordo com a pesquisa da Fundação Dom Cabral, o trecho nordeste da BR-101, ao lado da BR-116 e da BR-354, é a estra da brasileira que mais aumenta o custo logístico das empresas. EXAME trafegou por mais de 300 quilômetros da cidade de Feira de Santana, na Bahia, à capital sergipana, Aracaju. A constatação é que, principalmente no trecho baiano, a rodovia reúne todos os pontos negativos possíveis. Até chegar à divisa com Sergipe, vários trechos do percurso são completamente esburacados. Para fugir dos buracos, que desestabilizam as carretas, os motoristas invadem, imprudentemente, o acostamento e a contramão. Em vários trechos da estrada há um arremedo de acostamento em que não cabe nem mesmo um veículo de passeio. Já nos pontos de subida que contam com a terceira faixa adicional não há acostamento algum. Telefone público é artigo de luxo -- só é possível encontrá-lo em postos de combustível. No caso de Silva, se ele não estivesse com celular, teria de percorrer 15 quilômetros para conseguir avisar a empresa sobre o acidente. As placas de sinalização são raridade e, muitas delas, ilegíveis, seja pelo fato de estarem danificadas, seja por estarem encobertas pelo mato. No estado de Sergipe, as condições de asfalto melhoram, porém o trânsito é bem mais intenso e vagaroso. A estrada não comporta os caminhões e os carros de passeio que trafegam entre as cidadezinhas espalhadas nas margens de quase toda a extensão no trecho até Aracaju. "É inadmissível que um corredor como esse, por onde passam praticamente todas as cargas que sobem do Sul e Sudeste para o Nordeste, ainda não seja duplicado", afirma Resende.

Problemas na pista
Areportagem de EXAME percorreu mais de 300 quilômetros da BR-101 nos estados da Bahia e Sergipe.A rodovia é apontada pelas empr esas como a que mais aumenta o s custos do transporte de carga no país.S aiba por quê:
Falta de acostamento
Os riscos da pista simples são agravados pela falta de acostamento em vários trechos. A foto mostra uma carreta tombada após o motorista desviar de um veículo na contramão
Sinalização precária
Placas de sinalização são uma raridade na estrada. Entre as existentes, várias estão deterioradas ou encobertas pelo mato
Buracos
Na maior parte do trecho baiano, no norte do estado, as condições do asfalto são péssimas. Na foto acima, uma equipe do Dnit tapa buracos
Fonte: pesquisa rodoviária CNT

É consenso entre especialistas em infra-estrutura e em finanças públicas que não há outra maneira de tirar as rodovias brasileiras do buraco se não for pela via das concessões. "O governo não tem recursos para fazer frente às necessidades da infra-estrutura, principalmente em um momento de retomada do crescimento", afirma o economista Raul Velloso, especialista em finanças públicas. Em 2006, enquanto o governo investiu 4,4 bilhões de reais em 74 000 quilômetros de estradas, as concessionárias investiram 1,4 bilhão nos 10 000 quilômetros que administram. Ou seja, o setor privado investiu proporcionalmente 2,3 vezes mais que o setor público. O salto de qualidade das estradas que passaram para as mãos de operadoras privadas é flagrante. Pela pesquisa rodoviária da CNT, 80% das estradas pedagiadas, quase todas privadas, foram avaliadas como boas ou ótimas, enquanto apenas 17% das não pedagiadas receberam a mesma avaliação.

A transformação da via Dutra, que liga São Paulo ao Rio de Janeiro, é uma das mais emblemáticas. Quase 2 bilhões de reais de investimentos em dez anos transformaram a estrada, tida na época como uma das mais perigosas do país, em um dos modelos rodoviários. Fora a recuperação do pavimento e a modernização completa da sinalização, foram construídos pistas marginais, 25 novas pontes e viadutos, 29 passarelas, 315 quilômetros de mureta de concreto para separar as faixas de rolamento, entre outras benfeitorias. Infelizmente, o governo federal ainda não atentou para a importância da privatização da BR-101, nem mesmo após o sucesso obtido no recente leilão que entregará sete trechos à iniciativa privada. "Ainda não fizemos nenhum estudo para essa concessão", afirma Alfredo Nascimento, ministro dos Transportes. "Ela deve continuar sob responsabilidade do Estado." Pior para os consumidores dos estados nordestinos, que pagam mais caro pelos produtos comprados no Sudeste e no Sul do país. E pior para caminhoneiros como Silva, que continuarão a correr riscos a cada curva da estrada.

Last edited by jrcnd; February 21st, 2008 at 08:22 PM.
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Old February 21st, 2008, 08:23 PM   #10
Pesquisadorbsb
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Finalmente a BR 040 vai ser duplicada de Curvelo-MG e Luziânia-GO. Aí somente faltaria uma pista ligando Goiânia diretamente a BR 040, mas esse trecho pelo que fiquei sabendo vai sair, vai ligar Goiânia a Luziânia.
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Old February 21st, 2008, 11:10 PM   #11
Cruvinel
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Eu espero que depois que privatizarem a BR que liga Goiânia e Brasília, eles passem um grooving na pista pq direto tem acidentes nessa rodovia por causa das chuvas, que empoçam água e fazem o carro aquaplanar, pois a rodovia é muito lisa... especialmente na curva Alá Goiânia... em Pernambuco eles fizeram algo parecido com o grooving nas rodovias e até na Avenida Boa Viagem tem esse método... é até irritante quando as rodas passam nas ranhuras fazendo um barulho alto, mas pela segurança, vale a pena...
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Old February 21st, 2008, 11:42 PM   #12
Ginasta_PR
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Pra quem usa pouco as rodoviais, vai ser ótimo.
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Old February 23rd, 2008, 09:35 PM   #13
thiagomiau
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Depois que o poder público deixa a via um tapete, resolvem privatizar.
Porque não entregar rodovias em pessimo estado pra essas concessionárias concertarem e depois recuperarem a grana cobrando o pedágio...
Não seria um pouco mais justo?
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Old February 23rd, 2008, 09:37 PM   #14
Cruvinel
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Depois que o poder público deixa a via um tapete, resolvem privatizar.
Porque não entregar rodovias em pessimo estado pra essas concessionárias concertarem e depois recuperarem a grana cobrando o pedágio...
Não seria um pouco mais justo?
Mas que empresa privada não visa lucro?? Para elas nunca seria atrativo ter que gastar, sendo que ainda teriam que fazer uma compra cara...
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Old February 23rd, 2008, 11:05 PM   #15
RRC
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Nao sei cmo os jornais insitem no erro de chamar de privatização. O nome correto é CONCESSÃO, que é uma coisa bastante diferente da privatização.

Na privatização há a venda efeiva para o particular, o bem que era público passa a ser privado, como a Vale do Rio Doce

Na concessão o bem continua a se público, o que há é uma delegação para o particular usar, conservar e explorar por um tempo determinado. Aqui em SP p ex. se não me engano o contrato inicial previa uma concessão de 20 anos, depois desse prazo se não existir mais vontade de renovação de contrato as estradas voltam para o domínio pleno no Estado.
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Old February 24th, 2008, 12:17 AM   #16
Pesquisadorbsb
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Nao sei cmo os jornais insitem no erro de chamar de privatização. O nome correto é CONCESSÃO, que é uma coisa bastante diferente da privatização.

Na privatização há a venda efeiva para o particular, o bem que era público passa a ser privado, como a Vale do Rio Doce

Na concessão o bem continua a se público, o que há é uma delegação para o particular usar, conservar e explorar por um tempo determinado. Aqui em SP p ex. se não me engano o contrato inicial previa uma concessão de 20 anos, depois desse prazo se não existir mais vontade de renovação de contrato as estradas voltam para o domínio pleno no Estado.
Eu acho que esse argumento tem uma base de verdade, mas devemos esquecer o seguinte, quantos por cento da Vale do Rio Doce é do governo? Tanto via fundos de pensão, BNDES, Caixa, e BB, então, não fora verdadeiramente uma privatização total, e sim, uma privatização parcial, pois, se o governo tem ações da cia, então, seria uma empresa mista.
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Old February 24th, 2008, 01:06 AM   #17
danieldefranca
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será que vou poder andar de goiania a cristalina em rodovia toda duplicada? sempre esperei isto especialmente entre cristalina e brasilia que tem um transito intenso e da ultima vez que fui em cristalina a rodovia estava pessima
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Old February 24th, 2008, 02:50 AM   #18
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Olha se realmente forem duplicar de Luziânia até Curvelo, com certeza quem mora em Brasília vai para o Rio de Janeiro em rodovia totalmente duplicada.

Agora de Goiânia a Cristalina eu não sei, pois deveria arrumar a pista que passar perto do Lago de Corumbá IV.
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Old February 24th, 2008, 03:27 PM   #19
danieldefranca
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é pq quando eu vou eu prefiro passar pelo gama do que ir pela GO 010, eu não resisto passar na porta do jerivá e não parar , hehehehe
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Old February 24th, 2008, 11:49 PM   #20
Pesquisadorbsb
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Originally Posted by LeoJr_GYN View Post
Achei o preço do pedágio bem acessível, mas não sei se essas rodovias terão o mesmo padrão de organização dos sistemas Anhanguera-Bandeirantes e Anchieta-Imigrantes. Acho que esse valor é só para manter o asfalto em boas condições e mais nada, mas isso já é excelente.
Olha com certeza não poderemos falar muito, mas apenas a duplicação vai ser um grande ganho de escala.
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