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Old January 24th, 2008, 08:06 PM   #1
Arpels
Αλέξανδρος
 
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Metropolitano de Lisboa [2008]

Breve resumo da história do ML [os factos relativos ao material circulante estão sublinhados]:

Em 1885 surgiu o primeiro projecto de construção de um caminho de ferro subterrâneo em Lisboa, elaborado pelo engenheiro Costa Lima; a linha proposta partiria de Santa Apolónia, passando pelo Rossio, São Bento, Janelas Verdes e Alcântara, terminando em Algés. A ideia viria a ser posta de parte devido ao seu elevado custo e preferência pelo meio eléctrico.
Em 1888 e 1923 seriam apresentados outros dois projectos; contudo, o desejo de ter uma rede de caminho de ferro subterrânea em Lisboa só viria a ser concretizada em 1948, quando a sociedade do Metropolitano de Lisboa foi formada.
Apresentadas quatro linhas, apenas duas foram tornadas realidade mas nem todos os troços viriam a ser construídos na década seguinte; a título de exemplo, a extensão ao Lumiar, inaugurada em 2004, estava já programada numa dessas quatro linhas apresentadas em 1948!
Em Agosto de 1955 deu-se início à construção dos troços Sete Rios – Rotunda (2,8 quilómetros) e Entre Campos – Rotunda (2,7 quilómetros) que confluiam num tronco comum, entre Rotunda e Restauradores (1,1 quilómetros) inaugurados em 29 de Dezembro de 1959, formando um Y na Rotunda (ver mapa).



Das 11 estações inauguradas, apenas Sete Rios, Entre Campos e Rotunda detinham um cais com 70 metros de comprimento; todas as outras possuiam-no apenas com 40 metros. A exploração na rede era em duas carruagens e o PMO (Parque de Materiais e Oficinas) estava instalado em Sete Rios; a série de carruagens que compunha o PMO denominava-se ML7, construídas pela Sorefame na Alemanha, sendo constituída por 24 unidades por época da inauguração do ML (ver imagem).



No ano seguinte, arrancariam em Maio as obras de prolongamento do metropolitano até ao Rossio que seria inaugurado em 27 de Janeiro de 1963; a extensão inaugurada era de 500 metros, sendo que esta estação detinha um cais com 70 metros de comprimento.
Três anos mais tarde, em 28 de Setembro de 1966, seria inaugurada uma nova extensão, desta vez entre o Rossio e os Anjos; a rede era aumentada em 1,5 quilómetros, entrando em funcionamento três novas estações: Socorro, Intendente e Anjos, que detinham um cais com o comprimento de 40 metros.
Em 18 de Junho de 1972, seria inaugurado o troço Anjos – Alvalade, com a entrada em exploração de cinco novas estações: Arroios, Alameda, Areeiro, Roma e Alvalade, todas elas dotadas de um cais de 70 metros; este troço tinha uma extensão de 3,4 quilómetros (ver mapa).



Em 1 de Setembro de 1975, os cais das estações Intendente, Restauradores, Saldanha e São Sebastião ficaram aptos a receber comboios de quatro carruagens pelo que a partir deste dia o metropolitano colocou em exploração, intercaladamente, configurações de 2 e 4 carruagens. Seria no ano de 1975 que o ML obeteria a nacioanlização; nesse ano ficou completa a entrega das carruagens ML7, sendo adquiridas mais 60 carruagens moderadamente desde 1963, totabilizando agora 84, estando numeradas de A-1 a A-84. No ano seguinte, ocorreu um incêndio num comboio na estação Arroios; o foco de incêndio foi detectado numa das carruagens da extremidade da composição, tendo sido combatido com o extintor de bordo; por precaução foram evacuados todos os passageiros que nela seguiam, sendo iniciados os trabalhos para a sua inversão. Devido às correntes de ar, viriam a incendiar-se as quatro carruagens que compunham o comboio, pelo que ficaram inutilizáveis, ainda que não se tenha registado nenhum ferimento ou mesmo perda humana; assim, resultou do único acidente no material circulante do ML a diminuição do parque deste de 84 para 80 carruagens. Em 1977 as estações Anjos e Avenida viriam a suportar composições de quatro carruagens, as da Palhavã e Picoas no ano seguinte, o ano da passagem do ML a empresa pública, e a do Campo Pequeno mais tarde, em 1979.
Em Agosto de 1980 arrancava a extensão Alvalade – Campo Grande, com uma estação projectada nas Calvanas, abandonada em 1981, prevista para entrar em exploração em 1984; nas Calvanas seria construído o PMO II, por esta data já projectado, mas cuja construção começaria mais tarde. Dois anos mais tarde, em 1982, arrancavam as obras de prolongamento da rede do metropolitano a Benfica, prevendo-se também a sua conclusão para 1984, sendo a estação terminal o Colégio Militar/Luz.
As obras de prolongamento da estações Parque e Socorro, que viram o seu cais alargado dos 35 para os 105 metros, foram concluídas no final de 1982, terminando a exploração com duas carruagens nesse mesmo ano; em 1983, começaria a construção do prolongamento Entre Campos - Campo Grande, prevendo-se a sua entrada em funcionamento para 1986.
No ano seguinte, entrariam em circulação 12 unidades ML79, sendo adquiridas devido à maior procura do ML e pensando já nas futuras extensões; este protótipo é semelhante ao actual, tendo a disposição dos bancos sido mantida até à chegada das unidades triplas articuladas. A ventilação fora introdizida e o indicador de destino ficara mais perceptível nas ML79 que podiam agora formar um comboio de seis carruagens, enquanto as sua antecessora apenas o permitia em quatro (ver imagem).



No mesmo ano verificaram-se alguns incidentes nos troços Alvalade – Campo Grande e Sete Rios – Colégio Militar Luz, adiando-se as datas de conclusão em ambos os casos; no primeiro, a caracterização geológica do local foi deficiente, tanto que a estação das Laranjeiras acabou por registar-se uma inundação; no segundo troço, o conflito gerou-se entre o Sporting e ML, em 1984, pois o último acabou por construir a estação em terrenos do clube desportivo, o que gerou grandes atrasos na obra. Qunado tudo se começava a resolver, em 1987, registou-se um problema com os empréstimos que o ML havia pedido, recomeçando as obras no empreendimento somente em 1989, com um novo projecto. Contudo, nem em 1987, segunda data avançada para a conclusão do troço Sete Rios – Colégio Militar/Luz, o prolongamento seria aberto ao público, devido ao atraso nos acabamentos finais à superfície, verificando-se uma nova data de previsão para a entrada em exploração: 1988; também o troço Entre Campos – Campo Grande fora adiado para 1993, devido ao arrastar do problema na estação terminal do empreendimento, ainda que a estação intermédia (Cidade Universitária) abrisse em 1988.
Só em 14 de Outubro de 1988, dezasseis anos após a última inauguração no Metropolitano de Lisboa, foram inaugurados os troços Sete Rios – Colégio Militar Luz e Entre Campos – Cidade Universitária; a rede aumentara 3,8 quilómetros. Às 20 estações da rede acrescentavam-se portanto mais quatro: Laranjeiras, Alto dos Moinhos, Colégio Militar/Luz, referentes ao primeiro troço, e Cidade Universitária, referente ao segundo; as estações agora inauguradas possuiam um cais de 105 metros, aptas a receber comboios de 6 carruagens. No ano seguinte, estaria concluída a entrega das ML79, estando agora o parque do ML constituído por 54 carruagens dessa série – numeradas de M-101 a M-154 – e 80 da anterior – a ML7 – prefazendo um total de 134 carruagens.
Em 1990 foi apresentado o Plano de Expansão da Rede (PER), prevendo os prolongamentos Rossio – Cais do Sodré e Restauradores – Baixa/Chiado, a desconexão do Y da Rotunda e prolongamento ao Rato, e ainda o prolongamento à Pontinha e construção do PMO III nesse local. No ano de 1991, foi apresentado o protótipo da primeira série ML90, constituído por duas unidades triplas (motora-reboque-motora) de seis carruagens, tendo a primeira delas sido numerada de M-201, R-202 e M-203.
Em 3 de Abril de 1993 eis que a estação Campo Grande abre ao público, juntamente com os troços Alvalde – Campo Grande e Cidade Universitária – Campo Grande; com este prolongamento a rede do metropolitano crescera em 3,1 quilómetros. Nesse mesmo mês, entrariam em exploração as duas unidades triplas ML90, com indicador de destino digital e em geral mais confortáveis; note-se que estas quatro carruagens motoras eram as únicas a possuir um porta frontal à cabine de condução, sendo retirada já na segunda série das ML90. Estas novas composições foram construídas pela Sorefame/Bombardier, podendo circular com ou sem o reboque (ver imagem).



Foi nesse ano de 1993 que foi apresentado o PER II, destinado a servir a futura Expo’98; até 1999, o metropolitano deveria circulcar nas seguintes linhas:
- Linha A (azul): Pontinha – Terreiro do Paço;
- Linha B (amarela): Lumiar – Rato;
- Linha C (verde): Telheiras – Cais do Sodré;
- Linha D (vermelha): Alameda – Moscavide e Campolide – Estrela com ligação à estação Rato.
O PMO II vira a ser apresentado no final de 1994, após onze anos em terraplanagens e construção; no final desse ano, acabaria por ser encomendado o segundo lote das ML90 constituído por 17 unidades triplas (ou 51 carruagens). No dia 15 de Julho de 1995, o sonho da desconexão da Rotunda tornou-se realidade; o metropolitano detinha agora em exploração duas linhas: a A (azul), entre o Colégio Militar/Luz e o Campo Grande, passando pelo Rossio, e a B (amarela), entre o Campo Grande e a Rotunda. A antiga estação Rotunda (agora Rotunda I) fora alargada de 75 para 105 metros e totalmente remodelada; a nova estação (Rotunda II) detinha um cais já com 105 metros. A rede do metropolitano ficava conforme o mapa em baixo.



No final de 1996, foi concluída e entrega das ML90, sendo o segundo lote numerado de M-207 a M-257; as cores e os materiais utilizados neste segundo lote diferiam um pouco dos que compunham o primeiro. O parque de material circulante era agora constituído por 191 carruagens, 80 delas ML7, 54 ML79 e 57 ML90. Em 18 de Outubro de 1997, seria inaugurado o troço Colégio Militar/Luz – Pontinha, o que permitiu ampliar a rede em 1,6 quilómetros; em Dezembro do mesmo ano seria inaugurada a estação Rato, a 600 metros da Rotunda II. Entretanto, continuavam em 1997 as encomendas de um novo lote de material circulante, agora denominado de ML95; estas novas carruagens tinham um aspecto muito semelhante às ML90 no exterior, embora com algumas diferenças técnicas como uma motorização diferente e controlo eléctrico de abertura e fecho das portas, que veio substituir o pneumático nas suas antecessoras. O novo logótipo do ML foi pela primeira vez inserido nas carruagens da nova série; neste ano, foi entregue metade – 19 unidades triplas ou 57 carruagens – do futuro lote de material circulante (ver imagem).



1998 foi um ano em que muitos dos projectos do ML ficaram concluídos; logo em Março os nomes de quatro estações foram alterados:
- Sete Rios → Jardim Zoológico
- Palhavã → Praça de Espanha
- Rotunda I e II → Marquês de Pombal I e II
- Socorro → Martim Moniz
Em Abril foi inaugurado o troço Rossio – Cais do Sodré, com duas estações: Baixa/Chiado e Cais do Sodré, esta última com ligação ao interface ferroviário da CP e fluvial, crescendo a rede 1,4 quilómetros.
A linha vermelha seria inaugurada em 19 de Maio de 1998, três dias antes da abertura da Expo’98; o troço detinha uma extensão de 5 quilómetros e comportava sete novas estações: Alameda II, Olaias, Bela Vista, Chelas, Oliviais, Cabo Ruivo e Oriente. Foi nesta linha que circularam pela primeira vez composições de seis carruagens em Junho do mesmo ano; de forma a disponibilizar uma oferta que comportasse a procura do metropolitano à Expo’98, foi concluída a entrega das ML95 por esta época. A nova série estava numerada de M-301 a M-414, sendo composto, à semelhante da anterior, pela configuração motora-reboque-motora; no final de 1998, o parque de material circulante do ML era composto por 305 carruagens – 80 ML7, 54 ML79, 57 ML90 e 114 ML95. No final de 1998 a rede comportava 40 estações, havendo sido abertas ao público Cabo Ruivo em Julho, Baixa/Chiado em Agosto e Olivais em Novembro. Ficava desta forma a rede do Metropolitano de Lisboa:



Em 1999 seria inaugurado o PMO III, na Pontinha; nesse evento foi apresentado o protótipo do futuro lote de material circulante, agora denominado de ML97, que seria composto por 18 unidades triplas (54 carruagens) articuladas. Esta nova série possibilitava a circulação livre entre cada unidade, sendo esta a grande diferença em relação à anterior; além disso, o protótipo tinha uma imagem mais moderna, sendo também inserido o sistema digital automático de informação aos passageiros. Segundo dados do ML, nestas unidades triplas o reboque pode ser removido, ainda que tal nunca tenha sido presenciado em circulação; durante o ano de 1999 foi entregue o novo lote de material circulante, numerado de M-501 a M-554. O parque do ML ficava, no virar do milénio, com 361 carruagens distribuídas por 80 ML7, 54 ML79, 57 ML90, 114 ML95 e 54 ML97, o maior número que atingiu até hoje. No ano seguinte iniciava-se a exploração com composições de seis carruagens nas linhas azul e amarela, [U]facto que originou o afastamento das ML7 de ciruculação no ML, dado que só comportavam quatro carruagens atreladas; as primeiras 24 ML7 tinham já completado 40 anos ao serviço, um número extremamente alto nesta matéria. Assim sendo, todas as 80 ML7 foram retiradas de exploração, tendo sido guardadas as primeiras quatro enquanto as restantes foram abatidas; a quebra de oferta que se seguiu foi complementada com a encomenda de outro lote, composto por 20 unidades triplas (60 carruagens), denominado ML99. O protótipo, apresentado em 2000, era praticamente igual ao da série anterior, embora possuísse baterias que asseguravam a iluminação e ventilação no caso da corrente falhar; além destas características, as ML99 têm uma melhor insonorização e uma travagem mais suave. Em 2001 ficou concluída a entrega do primeiro lote das ML99 numerado de M-601 a M-660; durante esse ano as ML79 tiveram avarias constantes, tendo agora um custo de manutenção demasiado elevado. Por essa razão, foi encomendado o segundo lote das ML99 constituído pelo mesmo número de carruagens da série ML79 – 54 – que possibilitaria o afastamento dessa série no ano seguinte; assim, em 2002 foi recebido o segundo lote das ML99 numerado de M-661 a M-714, tendo o número de carruagens no parque do ML ficado estabilizado nas 339, distribuídas por 57 ML90, 114 ML95, 54 ML95 e 114 ML99. A extensão Campo Grande - Telheiras viria a ser inaugurada em 2 de Novembro de 2002, ampliando a rede em 600 metros; ainda em 2002, uma das carruagens motoras da série ML99 teve um acidente no PMO das Calvanas, tendo ficado inutilizada, caindo o número do parque do material circulante para 338 carruagens. Paulatinamente, grande parte das estações “antigas” havia sido remodelada, dando-se, em 2003, o início do refrescamento e ampliação de mais duas: Roma e Alvalade.
Em 27 de Março de 2004 seria inaugurado o troço Campo Grande – Odivelas, o que permitiu que o metropolitano ultrapassasse, pela primeira vez, as fronteiras de Lisboa. No total, a rede fora aumentada em 5 quilómetros, incluindo-se nesta extensão cinco novas estações: Quinta das Conchas, Lumiar, Ameixoeira, Senhor Roubado e Odivelas.
Quase dois meses mais tarde, em 15 de Maio de 2004, seria inaugurado mais um troço, desta vez compreendido entre a Pontinha e a Amadora Este, com duas novas estações: Alfornelos e Amadora Este; desta forma a rede do ML crescera mais 2,1 quilómetros ficando com, aproximadamente, 38,5 quilómetros de extensão e 44 estações, 4 delas duplas e 14 interfaces (ver mapa).



Em 2005, voltaram a circular as quatro primeiras ML7 num passeio da APAC, tal como em Maio de 2007; no ano anterior, o antigo logótipo do ML colocado nas ML90 foi substituído pelo novo. Também em 2006, nomeadamente a partir de Junho, o ML disponiblizou a rede telefónica em todas as estações, tendo sido um dos metropolitanos pioneiros nessa matéria. Já em 2007, foram abatidas as ML79, tendo sido em princípio preservadas as primeiras quatro.
Em 19 de Dezembro de 2007 foram acrescentados 2,2 quilómetros à linha azul do Metropolitano de Lisboa. O empreendimento Baixa/Chiado - Santa Apolónia permitiu ampliar a rede e criar mais duas estações, Terreiro do Paço e Santa Apolónia, ambas com interfaces (ver mapa).




Eventos a decorrer:

- Prolongamento Alameda – São Sebastião (ver mapa): expansão em construção oficial desde Outubro de 2004, chegou a estar prevista entrar em exploração em 2006; por motivos desconhecidos, a obra viria a atrasar-se sucessivamente, estando agora prevista a sua abertura para o primeiro semestre de 2009 [Junho de 2009].



- Prolongamento do troço Oriente – Aeroporto: o acordo de construção foi assinado em 9 de Fevereiro 2007; a União Europeia financia este prolongamento em 85%.


Projectos de expansão [ver mapa]

- Amadora Este – Reboleira: os concursos para a obra ainda não começaram; prevê-se, contudo, a abertura do troço em 2009.
- Rato – Estrela: os concursos para a obra ainda não foram encetados, nem tal deverá acontecer este em 2007; todavia, prevê-se a abertura desta extensão para 2010.
- S. Sebastião – Campolide: o troço chegou a estar previsto ser construído juntamente com o prolongamento entre a Alameda e São Sebastião, mas foi posteriormente adiada a sua construção; os concursos ainda não foram lançados, mas a extensão deverá abrir ao público em 2010, segundo previsão do ML.




10 curiosidades
Sabias que…


- …todas as estações inauguradas antes de 1972 (estações da primeira fase) tiveram um tratamento plástico de Maria Keil, à excepção da Avenida?
- …em 1973 foram instituídos os “comboios rápidos”, que não paravam nas estações intermédias e faziam o percurso Rotunda – Entre Campos e Rotunda – Sete Rios? Esta medida foi tão contestada que foi abolida ainda no mesmo ano.
- …entre 1975 e 1982 foram utilizadas “zebras” nas estações já ampliadas, de forma a permitir aos utilizadores saber em que zonas paravam as carruagens nas estações ainda não ampliadas? Os locais marcados, onde existiam “zebras”, só serviam as estações maiores, enquanto os não marcados serviam-nas todas.
- …se te enganasses a “ler” as “zebras”, entrando numa carruagem numa estação ampliada e nos locais marcados, e quisesses sair numa estação ainda não ampliada, não o poderias fazer porque as carruagens ficavam paradas no meio do túnel?
- …as estações construídas depois de 1988 (estações da segunda fase) foram decoradas por artistas de renome?
- …a linha vermelha só demorou três anos a ser construída, mesmo tendo sofrido vários incidentes de percurso?
- …as estações dos Olivais e Cabo Ruivo entraram em exploração mais tarde porque haviam sofrido um desabamento de terras em 1996?
- …em 2002 uma carruagem ML99 galgou a protecção no PMO das Calvanas ficando inutilizada uma unidade tripla?
- …o troço Campo Grande – Odivelas só não entrou em exploração ainda em 2003 porque os acabamentos de acesso às estações da responsabilidade da CML ainda não estavam concluídos?
- …que em 2007 algumas estações viram os seus painéis de informação mudados de forma a que o utilizador tenha acesso ao tempo de espera num futuro próximo? São elas [em 31 de Dezembro de 2007]:
Linha Amarela (12/13 estações):
Campo Grande II
Cidade Universitária*
Entrecampos
Campo Pequeno
Saldanha
Picoas"
Marquês de Pombal II*
Estações com painéis mais antigos mas com essa funcionalidade: Odivelas, Senhor Roubado, Ameixoeira, Lumiar e Quinta das Conchas.
Linha Azul (16/17 estações):
Pontinha*
Carnide
Colégio Militar/Luz
Alto dos Moinhos
Laranjeiras
Jardim Zoológico
Praça de Espanha
S. Sebastião*
Parque
Marquês de Pombal I*
Avenida
Baixa/Chiado*
Terreiro do Paço
Santa Apolónia
Estações com painéis mais antigos mas com essa funcionalidade: Amadora Este e Alfornelos.
Linha Verde (13/13 estações):
Campo Grande I
Alvalade*"
Roma*"
Areeiro*
Alameda
Arroios*
Anjos
Intendente*
Martim Moniz*
Rossio*
Baixa/Chiado*
Cais do Sodré
Estações com painéis mais antigos mas com essa funcionalidade: Telheiras.
Linha Vermelha (7/7 estações) (tempo de espera já indicado desde 2005):
Estações com painéis mais antigos mas com essa funcionalidade: Alameda II, Olaias, Bela Vista, Chelas, Olivais, Cabo Ruivo e Oriente.
*painéis de LED's mais fracos
"painéis não dispostos uniformemente


Threads anteriores:
Metropolitano de Lisboa e Metro Sul do Tejo [I];
Metropolitano de Lisboa e Metro Sul do Tejo [II];
Metropolitano de Lisboa [III];
Metropolitano de Lisboa [IV];
Metropolitano de Lisboa [V];
Metropolitano de Lisboa [VI];
Metropolitano de Lisboa [VII].


Os mapas e imagens são de exclusiva propriedade do ML.

Last edited by pedrodepinto; May 1st, 2016 at 05:14 PM.
Arpels no está en línea  

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Old January 24th, 2008, 08:07 PM   #2
Arpels
Αλέξανδρος
 
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Originally Posted by pauloluso View Post
Encontrei esta tabela no site.
Quem defende a fiabilidade das antigas também deve ter em conta o nº de km percorridos.
Pelos vistos as mais recentes tem sido as mais fiaveis.
As ML99 tem um pico de 32,09 km sem avaria em 2004.

http://www.metrolisboa.pt/Default.as...Y=1959&EY=2008

Indicadores de manutenção
Fiabilidade do Material Circulante (milhares de Km por avaria com origem na exploração)

Ano ML 7 ML 79 ML 90 ML 95 ML 97 ML 99
2006 - - 8,35 10,01 12,55 17,85
2005 - - 7,46 9,41 12,46 23,80
2004 - - 10,48 10,15 12,12 32,09
2003 - - 7,99 10,15 13,66 26,06
2002 - - 6,45 10,52 13,72 16,03
2001 - 4,22 5,32 7,93 11,79 8,08
2000 - 4,50 7,02 9,41 11,82 3,81
1999 6,47 4,39 5,99 8,34 7,17 -
1998 5,75 4,00 5,01 5,06 - -
1997 6,28 5,05 5,09 1,98 - -
1996 5,41 4,46 4,05 - - -
1995 5,65 4,33 2,50 - - -
1994 6,21 4,44 4,15 - - -
1993 5,65 5,05 2,47 - - -
1992 5,85 4,55 - - - -
1991 5,53 4,39 - - - -
1990 5,95 3,85 - - - -
ora ca esta ele...
Arpels no está en línea  
Old January 24th, 2008, 08:09 PM   #3
Arpels
Αλέξανδρος
 
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Quote:
Originally Posted by encarnado View Post
Eu já os tinha visto algures, provavelmente ou no site ou num relatorio e contas qualquer.

As ML79 nos primeiros anos mostram-se muito mais problematicas que as ML7, aumentado-se a sua fiabilidade ao longo do serviço.
As ML90 com tanto problema no inicio...
o post do encarnado...
Arpels no está en línea  
Old January 24th, 2008, 09:22 PM   #4
pedrodepinto
Feliz 2017 ;)!
 
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Tinham-me dito que abria o thread !
Bom trabalho, Arpels !
pedrodepinto no está en línea  
Old January 24th, 2008, 09:24 PM   #5
encarnado
Bending Realities...
 
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Já repararam que as ML7 eram mais fiaveis que as ML90??


assim deve ser mais perceptivel
__________________
Remember, remember, the fifth of November, gunpowder treason and plot. I know of no reason why the gunpowder treason should ever be forgot. Ideas do not bleed, they do not feel pain...
encarnado no está en línea  
Old January 24th, 2008, 09:25 PM   #6
pedrodepinto
Feliz 2017 ;)!
 
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E agora como edito o post inicial em actualizações futuras ?
Se está citado ninguém o pode fazer por mim...
pedrodepinto no está en línea  
Old January 24th, 2008, 10:53 PM   #7
_Rick_
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LOL. Realmente é verdade. Mas se fazes questão acho que podias fazer um thread novo onde começavas tu e pediasse a um moderador que apague este. Penso que o Arpels não se importa.
_Rick_ no está en línea  
Old January 24th, 2008, 11:13 PM   #8
Reflex
Uma dúzia de anos disto..
 
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Ou entao manda-me as alterações por pm q depois edito o post #1.
__________________
"Politicians, ugly buildings and whores all get respectable if they last long enough."
Reflex no está en línea  
Old January 25th, 2008, 05:21 AM   #9
sotavento
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Respondendo aqui a uma catrefada de posts da versão anterior do topico:


Quote:
Ricardo Jorge

Ficou só como gaveto. A saída do túnel foi tapada, que me lembre há mais de 2 anos Aquilo era muito bom para servir de entrada aos taggers.
De qualquer modo, em Sete-Rios, já só havia uma linha desconectada, e que correspondia à continuação do ramal. Pelo menos desde 2003, nessa altura antes de ir para lá o terminal rodoviário, já tinha sido tudo levantado. Hoje só há o asfalto por onde andam os autocarros.

Realmente não compreendo a trapalhada das ML79. Quem terá sido o esperto que deu a ordem para mandarem tudo às malvas? E se davam para ser acopladas 3 unidades triplas, porque não guardaram logo 3? E será que não eram ainda boas para ser utilizadas? A mim quer parecer-me que aquilo era de qualidade (as portas tinham cá uma pujança! quando fechavam pareciam uma guilhotina! LOL!), para além de que os bancos eram confortáveis. E acho que os consumos de energia não andavam longe das ML99.
Quote:
kraque69

Se calhar os "reis" (directores) do ML tiveram receio que houvesse uma nova Revolução Francesa e perdessem as suas cabecinhas pensadoras naquelas portas... também pelo tipo de gestão que fazem era capaz de não se notar a diferença
A exploração mandou as ML79 ás malvas ... quando perguntei aos directores do ML porque tinham mandado TODAS á vida ficaram com cara de parvos a olhar para mim ... nem acreditavam no que estavam a ouvir.

Quote:
_Rick_

Este gasto de dinheiro toda a comprar as antigas ML79 na pratica é para quê??

Passeios históricos? Não tinham guardado nenhuma antes?

É que parece-me demasiado dinheiro deitado ao lixo. Honestamente acho que isto até merecia uma reprimenda por parte do estado. Deviam ter usado o dinheiro para melhorar o serviço público e não a comprar coisas que tinham deitado fora antes.
O metropolitano de lisboa quer criar um museu do seu historial ...

Quote:
Rfthunder
LOLOOL secalhar aperceberam-se que ML79 é k é bom
Bem eu acho k em termos de fiabilidade deve ser algo do tipo (melhor para pior) ML90, ML79, ML7, ML95, ML97/ML99) se bem que a ML95 até nem é assim tão má... looool

Cumps,

Rfthunder.
MELHOR PARA PIOR:

ML99 > ML97 > ML95 > ML7 > ML79 > ML90

Ou seja ... metestes tudo ao contrário.


E convem notar que "tecnicamente" as ML79 nunca chegaram a ser fiaveis ... ponto final.

Aquilo não eram 2 motoras mas sim um conjunto de 2 carruagens com os equipamentos distribuidos entre as duas ... tinham que andar sempre agarradas uma á outra ou então nem sequer andavam.

Tinham tantos mas tantos problemas que o ML pura e simplemente se decidiu a esquecer aquilo e mandar vir as ML99.

Já as ML9x são 2 motoras independentes e 1 reboque intermedio ...

As ML79 mesmo sendo tão pocuo fiaveis poderiam ter sido reaproveitadas ...

Quote:
OPO.RVK

Desculpem a intromissão, mas tinha de postar isto aqui.
É para perceberem porque é que a paciencia a Norte começa a esgotar.
Já que estão tão perto do centro de decisão, poderão ser voçês a terem uma postura pro-activa e sensibilizar os outros para o que se passa.
Pois tenho a certeza que estas noticias não aparecem nem na tv nem nos vossos jornais.

Aqui vai.


Metro sem apoio do Estado e com fundos europeus em risco
alfredo cunha

Metro transportou 48 milhões de passageiros em 2007


Hugo Silva

A norte, nada de novo em 2007, e à semelhança dos anos anteriores, a Empresa do Metro do Porto voltou a sobreviver graças a empréstimos bancários, agravando a sua situação financeira. O apoio do Estado ao projecto continua a ser insuficiente e os 81,7 milhões investidos durante o ano passado foram assegurados, quase na totalidade, com recurso à Banca. Da Administração Central chegaram apenas oito milhões para aquisição dos veículos tram-train. Para agravar a situação, a empresa não pôde aceder a apoios comunitários atribuídos, mas ainda não desembolsados, na sequência de auditorias realizadas a comparticipações do Feder e do Fundo de Coesão.

Ainda se aguarda decisão final da Comissão Europeia sobre os dois processos, que podem mesmo levar à suspensão de apoios comunitários ao projecto. Não se especifica se poderá estar em causa a devolução de verbas.

O Relatório e Contas de 2008 da Metro foi aprovado ontem, por unanimidade, pelo Conselho de Administração. Num ano em que voltou a bater recordes de passageiros e até conseguiu aumentar a velocidade comercial das composições, a empresa teve um prejuízo de 145,1 milhões de euros (subida de 18,9% face a 2006).

Sem resposta

"Intensificaram-se em 2007 as diligências junto do Governo no sentido de serem adoptadas soluções de financiamento estruturado mais ajustadas à realidade do projecto, em termos de condições e prazos. Tais diligências não mereceram resposta", lê-se no Relatório e Contas. O texto sublinha, então, que "os impasses e constrangimentos que se abatem sobre a Metro, relativamente à definição de uma base de financiamento estrutural, têm conduzido ao reforço das linhas de financiamento intercalar".

Continua por definir um modelo de financiamento (previsto nas bases de concessão, aprovadas há 10 anos) e as indemnizações compensatórias mantêm-se "pouco mais do que simbólicas". Perante o reduzido apoio financeiro a fundo perdido, "regista-se um contínuo crescimento do endividamento da Metro do Porto". No final do ano passado, o passivo da empresa subiu para os 1,94 mil milhões de euros (mais 7,2% do que em 2006).

Alerta dos revisores

Mais uma vez, os responsáveis pela certificação legal das contas dão ênfase ao desequilíbrio financeiro da Metro e deixam o alerta "Permitimo-nos lembrar que, a manter-se a actual situação de défices anuais, de valor similar ao do último ano, já no exercício de 2008 a empresa debater-se-á com o incumprimento do artigo 35.º do Código das Sociedades Comerciais". Por outras palavras, com metade do capital social perdido, restarão três opções: reduzir o capital social, reforça-lo para cobrir o défice ou dissolver a sociedade.

Os revisores de contas assumem, ainda assim, que a continuidade da operação da Metro não estará em causa, "atendendo a inúmeros aspectos, dos quais ressalta a garantia de financiamento do Estado".

O Relatório e Contas de 2008 terá de ser aprovado em assembleia-geral, cuja data ainda não foi acertada.



Fonte: JN


Comparem agora com os apoios ao ML e digam lá da vossa justiça.

Abraço
Quote:
tENS RAZÃO PÁ.

Por isso é que o ML tem um passivo de 2200 milhões de euros.

Se tens dúvidas vê esta noticia do Diário Económico.


""Passivo do Metro de Lisboa equivale a 2,2% do PIB: "O Metropolitano de Lisboa (ML) está a perder cerca de 160 milhões de euros por cada exercício de actividade, situação deficitária crónica que elevou o passivo acumulado da empresa para o limiar dos 3.300 milhões de euros, o equivalente a cerca de 2,2% do PIB nacional. Em entrevista ao Diário Económico, Joaquim Reis, que tomou posse como presidente do ML no início de Novembro de 2006, revela que, “para 2007, muito provavelmente, os custos globais da massa salarial do Metro vão aproximar-se dos 100 milhões de euros". Além destes 100 milhões de euros anuais, o ML despende, por ano, 75 milhões de euros com encargos financeiros com a dívida (juros), 40 milhões de euros para FSE – Fornecimento de Serviços Externos e ainda entre 30 e 40 milhões de euros com amortizações." (Notícia do DE http://diarioeconomico.sapo.pt/e...llo/ 726290.html ,"


Agora se quiseres podes refazer a tua opinião e postar algo mais adequado á realidade.
Quote:
Então expliquem-me porque lisboa é beneficiada tão claramente ( e já descontando o facto de ser capital), como os dados que eu acima postei demonstram?

A sério, o que causará tal desiquilibrio?


Quantos MILHÕES de €€€ recebem do estado por ano

- Carris
- STCP
- ML
- MP
- CP

Acrescentem-lhes as "privadas" e as"municipais" que por aqui andam se quiserem ...

Mas acho curioso que quer o ML quer o MP esteja em SITUAÇÃO IDENTICA e a malta do porto faz-se de coitadinha e depois manda a culpa "generalizando" para cima da malta de lisboa ...

O MP é de gestão municipalizada ai pela corja de politicos da treta locais ... e gerido operacionalmente pelos franceses da Transdev ... dá O MESMO prejuizo no final do ano que o MP ... grande coisa.

LÊR PRoxima mensagem:
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"O País perdeu a inteligência e a consciência moral. Ninguém se respeita nem crê na honestidade dos homens públicos. O povo está na miséria. Os serviços públicos vão abandonados. A mocidade arrasta-se das mesas das secretarias para as mesas dos cafés. A ruína económica cresce o comércio definha, a indústria enfraquece. O salário diminui. O Estado é considerado um ladrão e tratado como um inimigo.
Neste salve-se quem puder a burguesia proprietária de casas explora o aluguel. A agiotagem explora o juro…"”
— Eça

Last edited by sotavento; January 25th, 2008 at 05:30 AM.
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Old January 25th, 2008, 05:37 AM   #10
sotavento
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Originally Posted by TeKnO_Lx View Post
Autoridades Metropolitanas de Transportes arrancam com 2,3 milhões

As Autoridades Metropolitanas de Transportes de Lisboa e do Porto, que Mário Lino, ministro da tutela, na semana passada, confirmou avançarem em 2008, vão arrancar com uma dotação orçamental de 2,37 milhões de euros.

As verbas são idênticas para ambas. Assim Lisboa e Porto recebem 500 mil euros, cada, do Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, para "instalação e apetrechamento e financiamento dos investimentos no sistema integrado de mobilidade" das respectivas área metropolitanas.

A somar a este milhão de euros juntam-se outros 1,3 milhões de euros para "despesas de financiamento" das respectivas autoridades metropolitanas de Lisboa e do Porto, divididas em partes iguais.

----------------------------------------------------------


Metros de Lisboa, Porto e Mondego recebem 17,5 milhões
As operadoras públicas das redes de metropolitano de Lisboa, Porto e Mondego vão receber um total de 17,47 milhões de euros de dotação orçamental, segundo a proposta hoje apresentada. A CP aufere outros nove milhões de euros.


Na proposta de Orçamento do Estado hoje apresentada, o Governo destinou uma verba máxima de cinco milhões de euros para a Metropolitano de Lisboa, SA, empresa que gere a rede de metro na capital. A verba destina-se a financiar "infra-estruturas de longa duração".

Com a mesma meta, mas também para financiar a compra de material circulante, a Metro do Porto recebe oito milhões de euros.

Já para o financiamento do próprio sistema de metropolitano ligeiro, a sociedade Metro do Mondego recebe 4,47 milhões de euros.

Já a operadora de transporte ferroviário CP vai receber nove milhões de euros, para "financiamento de material circulante, bilhética e interfaces" .

Finalmente, na área dos transportes, a empresa Transtejo – Transportes do Tejo vai auferir 4,5 milhões de euros.

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Plataforma logística de Leixões a concurso

O Governo pretende dar seguimento no próximo ano ao projecto "Portugal Logístico", lançando designadamente o concurso para a construção da plataforma logística de Leixões – pólos de Gonçalves e de Gatões/Guifões.

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Cinco principais portos recebem 10,5 milhões

O Orçamento de Estado para 2008 consagra uma verba de 10,5 milhões de euros para os cinco principais portos nacionais. A Administração do Porto de Douro e Leixões é a mais beneficiada na repartição deste bolo, tendo-lhe sido atribuída uma verba de quatro milhões de euros, destinada ao financiamento de infra-estruturas portuárias.

O Porto de Lisboa, por sua vez, foi contemplado com dois milhões de euros, o de Aveiro com 2,5 milhões e o de Setúbal e Sesimbra com um milhão de euros. Nestes três casos, as verbas são também totalmente destinadas ao financiamento de infra-estruturas.

Um caso diferente é o de Sines. Esta administração irá receber 922,5 mil euros, um montante que será aplicado na instalação de sistemas operacionais de supervisão e segurança e ordenamento e recuperação do território.

outros valores do OE08 para outras áreas aqui http://www.jornaldenegocios.pt/default.html
Lisboa é claramente beneficiada (not) em relação ao porto.

Ou seja ... o MP é "novinho em folha" e já tem passivos anuais da magnitude dos do ML ... sendo que mais de metade do passivo do ML é directamente relacionado com os pagamentos de juros do passivo historico ... mas lisboa é que é altamente benificiada.

O passivo "enorme" do ML é devido a anos e anos de recurso ao financiamento via emprestimos bancarios ...

O metro do porto tem sido muito benificiado em relação ao metropolitano de lisboa ... e em relação aos transportes publicos no resto do pais então nem se fala.
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Old January 25th, 2008, 08:42 PM   #11
pedrodepinto
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Originally Posted by _Rick_ View Post
LOL. Realmente é verdade. Mas se fazes questão acho que podias fazer um thread novo onde começavas tu e pediasse a um moderador que apague este. Penso que o Arpels não se importa.
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Originally Posted by Reflex View Post
Ou entao manda-me as alterações por pm q depois edito o post #1.
Como quiserem . Se fizerem questão que seja eu a iniciar o tópico e a ter um texto actualizado mais vezes (quando me lembrar) ...
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Old January 25th, 2008, 08:50 PM   #12
pauloluso
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Originally Posted by pedrodepinto View Post
Como quiserem . Se fizerem questão que seja eu a iniciar o tópico e a ter um texto actualizado mais vezes (quando me lembrar) ...
De momento que actualizem mais regularmente do que o site do Metro tanto faz.
pauloluso no está en línea  
Old January 25th, 2008, 09:11 PM   #13
encarnado
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Realmente...
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Old January 26th, 2008, 01:24 AM   #14
pOultry
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alguem sabe o que é aquele assobio que se tá sempre a ouvir nas estações do metro?
Uma pessoa olha olha e n ve nada..
pOultry no está en línea  
Old January 26th, 2008, 01:57 AM   #15
pedrodepinto
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O quê ?!
pedrodepinto no está en línea  
Old January 26th, 2008, 02:23 AM   #16
Reflex
Uma dúzia de anos disto..
 
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Se calhar és tu que és giro/a!

Não sei a que te referes...
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"Politicians, ugly buildings and whores all get respectable if they last long enough."
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Old January 26th, 2008, 03:04 AM   #17
rfthunder
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Boas,

Por acaso ainda há 2 dias estava no Campo Grande às 21:15h e ouvi esses assobios no cais da estação (assobios tipo engate és mt bom.... ) e fiquei parvo a pensar quem estaria a fazer akilo uma vez k não se via ninguem mas os assobios eram automaticos e tipo de 30 em 30 segs....
Tambem fiquei sem saber o k era akilo e algo curioso.....

Cumps,

Rfthunder.
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Old January 26th, 2008, 03:06 AM   #18
Reflex
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(a pergunta é estupida, eu sei, mas sao 2 da manhã, mereço alguma desculpa... ). Seria das tvs da MCO?
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"Politicians, ugly buildings and whores all get respectable if they last long enough."
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Old January 26th, 2008, 11:43 AM   #19
rito98
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é a publicidade da Sagres
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Old January 26th, 2008, 01:18 PM   #20
pedrodepinto
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Sendo assim, é melhor !
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