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Old January 25th, 2008, 03:10 PM   #1
maurocsf
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Taxa de crescimento da população de São Paulo diminui para 0,56% ao ano

Taxa de crescimento da população de São Paulo diminui para 0,56% ao ano

Por: Equipe InfoMoney
25/01/08 - 11h35
InfoMoney

SÃO PAULO - O ritmo de crescimento da cidade e da região metropolitana de São Paulo diminuiu para 0,56% ao ano, entre 2000 e 2008. Nas décadas de 1980 e 1990 as taxas registradas eram de 1,15% e 0,91%, respectivamente.

De acordo com um levantamento da Fundação Seade, divulgado na última quinta-feira (24), a região possui, atualmente, 10,9 milhões de habitantes.

Razões da queda
Um dos fatores que contribuiu para a redução foi a queda na taxa de fecundidade que, entre 1980 e 2006, passou de 3,17 para 1,92 filho por mulher.

Também contribuiu para isso a inversão do fluxo migratório, que se tornou negativo nas últimas duas décadas, com o número de saída maior que o de entrada de migrantes.

O estudo da Fundação Seade também mostra que, apesar da população total ainda estar crescendo, não são todas as regiões que apresentam uma taxa positiva. Entre 2000 e 2008, mais da metade dos 96 distritos de São Paulo apresentaram crescimento demográfico negativo.

A queda no número de habitantes ocorreu em 56 distritos, que passou de 4,3 milhões para 4,1 milhões. Os bairros que registraram queda estão entre Santana ao Jabaquara, no sentido norte-sul, e Artur Alvim a Lapa, no sentido leste-oeste.

Já os bairros do Anhanguera (7,9%), Cidade Tiradentes (4,6%) e Parelheiros (4,1%) apresentaram os maiores crescimentos.

Fonte:
http://web.infomoney.com.br/template...?codigo=912347
Fundação Seade
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Old January 25th, 2008, 03:14 PM   #2
maurocsf
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Texto completo do site da fundação seade.

25 de Janeiro – Aniversário de São Paulo

Crescimento e Deslocamentos Pendulares da População
e Produto Interno Bruto da Capital Paulista

O Município de São Paulo, em conjunto com as outras localidades que fazem parte da Região Metropolitana, compõe a quarta maior aglomeração urbana do mundo. Reunindo cerca de 10,9 milhões de habitantes, em janeiro de 2008, a capital paulista é mais populosa do que países como Portugal, Suécia e Bolívia, ou Estados brasileiros como Paraná, Goiás e Ceará. O ritmo de crescimento do município, entretanto, tem passado por mudanças significativas no decorrer das últimas décadas.

A estimativa de crescimento da população da capital paulista, elaborada pela Fundação Seade para o período 2000-2008, é de cerca de 0,56% ao ano, ritmo bastante reduzido em relação às taxas anuais registradas nas décadas de 80 e 90, que foram de 1,15% e 0,91%, respectivamente. Os principais fatores que ocasionaram esta diminuição foram a expressiva redução da taxa de fecundidade total no período 1980-2006, que passou de 3,17 para 1,92 filho por mulher, e a inversão do fluxo migratório, que nas duas últimas décadas do século XX tornou-se negativo, com maior volume de saídas do que de entradas de migrantes.

Apesar de o contingente populacional total do município continuar crescendo, isso não ocorre de forma regionalmente homogênea. Segundo as projeções populacionais, entre 2000 e 2008, mais da metade dos 96 distritos da capital apresenta taxas negativas de crescimento demográfico, resultando na diminuição do número absoluto de habitantes residentes nestas áreas. Estes 55 distritos, cuja população passou de 4,3 milhões para 4,1 milhões de habitantes, no período 2000-2008, abrangem uma grande área contígua ao centro expandido da capital, que vai de Santana ao Jabaquara, no sentido norte-sul, e de Artur Alvim à Lapa, no sentido leste-oeste.



Taxas positivas de crescimento populacional foram registradas em distritos mais afastados do centro, atingindo porcentuais mais elevados nos extremos norte, leste e sul da capital. Entre 2000 e 2008, os distritos de Anhangüera, Cidade Tiradentes e Parelheiros mantiveram ritmos de crescimento elevados e foram os que apresentaram as maiores taxas de crescimento populacional do município, com índices de 7,9%, 4,6% e 4,1% ao ano, respectivamente.

Os padrões de expansão populacional observados em São Paulo nos últimos anos têm causado uma crescente pressão sobre áreas de preservação ambiental e de proteção de mananciais, situadas nos extremos do município. O crescimento populacional absoluto registrado na capital, entre 2000 e 2008, foi de aproximadamente 477 mil pessoas, das quais 30% concentraram-se nos distritos de Marsilac, Parelheiros e Grajaú, que contêm extensas áreas de proteção ambiental ou de mananciais.

Estima-se que, no futuro, o município apresentará redução gradativa em sua taxa anual de crescimento populacional, que deverá ser de 0,19% ao ano no período compreendido entre 2015 e 2020. Desta forma, em 2020, a capital paulista contará com aproximadamente 11,2 milhões de habitantes.

Deslocamentos pendulares

Além dos padrões de crescimento demográfico anteriormente mencionados, um fator que exerce influência significativa no fluxo populacional na capital paulista diz respeito aos chamados “deslocamentos pendulares”, em que moradores de outros municípios se deslocam diariamente para São Paulo, ou vice versa.

Informações do Censo Demográfico de 2000, do IBGE, apontam que a capital recebia diariamente mais de 673 mil moradores de outros municípios do Estado para trabalhar ou estudar. Cerca de 87% desse contingente (591 mil habitantes) residia em outros municípios da Região Metropolitana de São Paulo e 82 mil moravam em outras áreas do Estado. Ao mesmo tempo, residiam na capital e se deslocavam diariamente para outros municípios aproximadamente 95 mil pessoas, por motivo de trabalho ou estudo.

Entre as 82 mil pessoas que entram diariamente na capital provenientes de outras regiões do Estado (fora da Região Metropolitana de São Paulo), o maior grupo vem de municípios que não pertencem a regiões metropolitanas ou aglomerações urbanas (25,3 mil), seguido por aquele de moradores da Região Metropolitana da Baixada Santista (14,5 mil), da Região Metropolitana de Campinas (11,8 mil), da Aglomeração Urbana de Jundiaí (9,2 mil) e da Aglomeração de Sorocaba (6,1 mil).

Essa informação só é captada nos censos demográficos, todavia, projeções preliminares elaboradas pela Fundação Seade permitem inferências sobre o deslocamento pendular no Estado de São Paulo, apontando sua ampliação em cerca de 20% até 2010 (de 1,9 milhão para 2,3 milhões), o que elevaria o contingente que entra diariamente na capital para 807,6 mil pessoas. Este deslocamento pendular é o mais significativo do país e se essa projeção se confirmar no Censo Demográfico de 2010, pode-se afirmar que o contingente que entra em São Paulo diariamente para trabalhar ou estudar só não seria superior à população de 2007 da própria capital e de outros dois municípios do Estado (Guarulhos e Campinas).

A economia do Município de São Paulo

A magnitude da capital paulista pode ainda ser demonstrada através das informações sobre o Produto Interno Bruto: o PIB do Município de São Paulo, cujo tamanho é comparável ao do Chile, é maior que o de qualquer Estado do Brasil, exceto o de São Paulo, para o qual contribuiu, em 2005, com 36,2%.

São Paulo é o maior município industrial do país, o maior centro comercial, sobretudo atacadista, e possui o maior sistema bancário da América Latina. É a cidade de maior prestação de serviços, em termos tanto de quantidade como de variedade, desde os básicos até os altamente sofisticados.

Essa sofisticação amplia-se quando se trata de serviços prestados às empresas, refletindo a profunda integração entre os serviços e os demais setores, notadamente o industrial. Para se ter uma idéia da importância dos serviços na economia paulistana, basta informar que, em 2005, eles respondiam por quase 76% da renda gerada no município (contra pouco mais de 66% no total do Estado).

No sítio da Fundação Seade há uma grande gama de dados e indicadores sobre o Município de São Paulo e seus distritos. Para conhecer a dinâmica demográfica da capital, acesse São Paulo - Outrora e Agora. As taxas de crescimento populacional dos distritos do Município de São Paulo, no período 2000-2007, estão disponíveis em Informações dos Distritos da Capital. Já para visualizar informações sobre o Estado de São Paulo, seus municípios e regiões metropolitanas, administrativas e de governo, consulte Informações dos Municípios Paulistas ou Atlas Eletrônico do Estado de São Paulo . Os cenários demográficos para até 2020 também estão disponíveis, para essas e outras abrangências territoriais, em Projeções Populacionais.


http://www.seade.gov.br/master.php?o..._not&nota=1029
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Old January 25th, 2008, 03:34 PM   #3
Menino de Sampa
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Interessante, até alguns bairros de periferia tem crescimento baixo (Cidade Adenar, pedreira, etc).
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Old January 26th, 2008, 06:39 PM   #4
Edmundo
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A cidade cresce exatamente onde não deveria, nas periferias, completamente carentes de serviços.

A matéria na minha opinião lança sérias dúvidas sobre as chances de São Paulo enfrentar os problemas atuais e futuros.
__________________
http://www.preservasp.org.br
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Old January 26th, 2008, 09:18 PM   #5
Menino de Sampa
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A cidade cresce exatamente onde não deveria, nas periferias, completamente carentes de serviços.

A matéria na minha opinião lança sérias dúvidas sobre as chances de São Paulo enfrentar os problemas atuais e futuros.
É verdade, mas pelo mapa dá prá ver que vários bairros meia-boca crescem muito pouco ou até perdem população. Acho que é um pouco mais complicado do que "crescem os pobres, diminuem os ricos", embora isso não esteja incorreto.
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Old January 26th, 2008, 10:03 PM   #6
LS Kim
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É uma ótima notícia...

Tava na hora já de começar a negativar, isso sim!
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Old January 27th, 2008, 08:32 PM   #7
Menino de Sampa
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É uma ótima notícia...

Tava na hora já de começar a negativar, isso sim!

eu preferia que negativasse na Cidade Tiradentes, não em Moema.
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Old January 28th, 2008, 06:27 AM   #8
Luiz
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Passou da hora disso acontecer São Paulo tá entupida demais.
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Old January 28th, 2008, 01:49 PM   #9
LS Kim
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Originally Posted by Menino de Sampa View Post
eu preferia que negativasse na Cidade Tiradentes, não em Moema.

Hehehe! Concordo plenamente!
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Old January 28th, 2008, 03:12 PM   #10
Tlag
Sou do eixo, sou do mal!
 
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Eu tenho medo desses dados. Tenho medo do futuro de SP. A gente se gaba tanto, SP sempre tem um titulo do tipo: "melhor do Brasil, "maior da américa latina" entre outros, mas quando de fato a maior cidade do país vai ter, não só os titulos mas a qualidade que ela tanto mostra em dados? As areas verdes da cidade que deveriam ser preservadas estão sendo tomadas por favelas, enquanto o centro, rico em infra-estrutura está sendo esquecido. Como o povo pode ser tão burro e como o governo permite que isso aconteça? As vezes paro pra pensar e fico muito indignado com a situação da cidade, só que a culpa é toda nossa!
__________________
Tlag - Thiago Luiz Amado Gonçalves.
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Old January 30th, 2008, 03:06 PM   #11
SirPhillip
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É uma ótima notícia...

Tava na hora já de começar a negativar, isso sim!
Negativar significa que a cidade tá decadente!

Detroid é um exemplo de cidade que negativou. Só uma crise economica faz a cidade negativar, expulsando pessoas. Isso seria uma péssima notícia!

O ideal pra São Paulo é crescer num ritmo lento. E nao adianta estipular "tem que ser X%) pq 1% de crescimento concentrado em áreas ricas é melhor que 0,5% com grandes crescimento de favelas e negativando em áreas ricas. Tem que analisar com calma esses dados, nao adianta dizer "ah, vai crescer menos, é bom...." Isso e´muuito relativo!

Essa notícia é PÉSSIMA. Vc ve um crescimento grande na periferia e o centro negativando. Isso significa que pessoas com $$ tão SAINDO de SP. São justamente os que devem ficar.
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Old January 31st, 2008, 03:07 AM   #12
Urbano Santista
Santista Tricampeão
 
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Originally Posted by maurocsf View Post
Entre as 82 mil pessoas que entram diariamente na capital provenientes de outras regiões do Estado (fora da Região Metropolitana de São Paulo), o maior grupo vem de municípios que não pertencem a regiões metropolitanas ou aglomerações urbanas (25,3 mil), seguido por aquele de moradores da Região Metropolitana da Baixada Santista (14,5 mil), da Região Metropolitana de Campinas (11,8 mil), da Aglomeração Urbana de Jundiaí (9,2 mil) e da Aglomeração de Sorocaba (6,1 mil).
Acho que até já comentei isso em outro thread, mas acho surpreendente que a RMBS tenha mais pessoas se deslocando diariamente pra capital que a RMC sendo que esta última tem pelo menos 1 milhão de habitantes a mais.

Expresso Planalto-Baixada JÁ! hehe
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Old February 15th, 2008, 07:32 PM   #13
Pedro Paulo Carreira
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Acredito que essa seja uma tendência irreversível. A população de São Paulo, Campinas e outras cidades paulistas tenderá a estabilizar-se. Em São Paulo o crescimento dá-se com maior ênfase em alguns munípios da grande São Paulo e Campinas nas cidades de Sumaré e Hortolândia (região metropolitana de Campinas). Isso já aconteceu na Europa e Estados Unidos e está se repetindo no Brasil. Ainda bem. Gostaria que minha cidade (Campinas), parasse de crescer. Seria bom para todos.
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Old February 16th, 2008, 01:06 AM   #14
GRGM
Gabriel
 
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Originally Posted by SirPhillip View Post
Negativar significa que a cidade tá decadente!

Detroid é um exemplo de cidade que negativou. Só uma crise economica faz a cidade negativar, expulsando pessoas. Isso seria uma péssima notícia!

O ideal pra São Paulo é crescer num ritmo lento. E nao adianta estipular "tem que ser X%) pq 1% de crescimento concentrado em áreas ricas é melhor que 0,5% com grandes crescimento de favelas e negativando em áreas ricas. Tem que analisar com calma esses dados, nao adianta dizer "ah, vai crescer menos, é bom...." Isso e´muuito relativo!

Essa notícia é PÉSSIMA. Vc ve um crescimento grande na periferia e o centro negativando. Isso significa que pessoas com $$ tão SAINDO de SP. São justamente os que devem ficar.


As pessoas têm uma tendência incrível a simplificar tudo...
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