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Old July 5th, 2008, 08:01 AM   #141
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Plano de Desenvolvimento Rural até 2013 contempla 205 milhões de euros
Reforço financeiro para ter ruralidade distintiva e competitiva




O grande desafio que os madeirenses têm pela frente é conseguir ter uma Madeira mais competitiva e mais forte, mas que não perca a alma e aquilo que a distingue. «É um desafio para todos nós sabermos dosear aquilo que introduzimos no território, para mantermos tudo aquilo que o mundo rural tem de bom e distintivo e que nos traz competitividade». Quem o afirmou foi o secretário regional do Ambiente e dos Recursos Naturais, que presidiu, ontem, à abertura do XXIV Festival Regional de Folclore, 48 Horas a Bailar, em Santana.
Manuel António Correia sublinhou o desenvolvimento que a Madeira atingiu, mantendo simultaneamente as suas raízes e tradições, e afirmou que o mundo rural é um factor de distinção e de competitividade na Madeira para o futuro dos locais, razão pela qual há que continuar a apostar nesta área. «Daqui para a frente, nós podemos ter uma Madeira mais atractiva, capaz de atrair gente de fora, através do turismo, que é a nossa principal actividade económica, uma Madeira com concelhos muito competitivos na criação de emprego e de riqueza baseados nesta ruralidade, não naquilo que ela tinha antes de fatalidade e onde se vivia mal, mas uma ruralidade distintiva, que nos distingue, que nos dá qualidade, que dá competitividade e qualidade de vida. Este é o desafio que todos nós temos de agarrar», frisou.
Com vista a atingir este objectivo, o secretário deu a conhecer o empenho «total» do Governo nesta matéria e salientou que no presente Quadro Comunitário (até 2013), há um reforço significativo de verbas para este fim. Segundo referiu, os apoios europeus no âmbito do Plano de Desenvolvimento Rural (PDR) aumentaram 40 por cento, perfazendo um total de 205 milhões de euros (175 milhões da União Europeia, mais 30 milhões comparticipados pelo Governo Regional, dado que o Governo da República «recusa-se» por via da Lei de Finanças Regionais a fazer qualquer comparticipação).
Por outro lado, disse Manuel António Correia, dentro do PDR, o Programa Leader «teve um fortíssimo crescimento para os próximos anos», passando de menos de sete milhões de euros no anterior Quadro Comunitário para 21,6 milhões no actual. Segundo o governante, tal representa «uma confiança e uma aposta no desenvolvimento rural, na crença actuante de que este pode ser o tal factor de distinção que nos pode criar cada vez mais condições de desenvolvimento». Contudo, não deixou de alertar que «não basta ter dinheiro» e que «é preciso saber levá-lo criteriosamente, com responsabilidade».
Em simultâneo, decorreu o lançamento da Revista “Folclore”, um retrato da tradição que, segundo o presidente da Câmara de Santana, é um testemunho importante para as gerações futuras. Carlos Pereira manifestou o desejo de que a revista chegasse às escolas e mereceu a concordância de Manuel António Correia, que defensdeu que a mesma chegue às comunidades madeirenses espelhadas pelo mundo.
Além disso, Manuel António Correia inaugurou, a XX Feira Regional dos Municípios. A animação, essa, mantém-se até amanhã, num evento em que o folclore é rei.


Jornal da Madeira
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Old July 6th, 2008, 07:31 AM   #142
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CMF dá parecer negativo a projecto do Governo
A solução pode passar por alterar o projecto, alterar ou suspender o PDM
Data: 06-07-2008


(Terrenos para onde está previsto o Centro de Apoio aos Deficientes Motores, junto ao Bairro da Penha de França)

O projecto para a construção do Centro de Apoio aos Deficientes Motores, que o Governo pretende construir na Rua da Levada de Santa Luzia, não respeita o PDM do Funchal. Por isso, a CMF deu um parecer negativo ao mesmo, no âmbito da audição que a Secretaria do Equipamento Social efectuou à autarquia.

A decisão foi tomada na reunião camarária da última quinta-feira, com o voto favorável dos vereadores do PSD e de toda a oposição, e deverá chegar ao conhecimento do Governo no início desta semana. Na sexta-feira, o vereador do urbanismo informava que o ofício ao Equipamento Social, a dar conta da decisão, estava a ser ultimado e que, logo depois, seguiria para o destinatário.

O documento, que vai chegar às mãos de Santos Costa, diz que a CMF considera ser o Centro de Apoio aos Deficientes Motores de "grande interesse para o concelho" e que até é enquadrável no PDM. O problema é que o projecto não respeita os parâmetros urbanísticos definidos para a zona.

A área em causa fica, como referido, na Rua da Levada de Santa Luzia, muito próximo do Bairro da Penha de França. O espaço está enquadrado numa zona habitacional de baixa densidade, para a qual o Regulamento do PDM prevê um índice de construção de 0,4 e de implantação de 0,2. São estes parâmetro que o projecto apresentado pelo Governo não respeita.

Como lembra o vereador, o "parecer é vinculativo, no sentido do cumprimento do PDM".

O facto de estar previsto para uma zona habitacional não é problema, pois o projecto é considerado compatível com esse fim. O problema é que "os parâmetros urbanísticos ultrapassam o definido no artigo 37º do Regulamento do PDM, no que concerne à edificabilidade nestas zonas habitacionais de baixa densidade. Muito embora, e em bom rigor, se verifique que apenas são fixados parâmetros urbanísticos para a edificabilidade de habitação e não para construções de outro uso". Mas, acrescenta João Rodrigues, deduz-se que os parâmetros devem ser os mesmos.

Situação para ultrapassar

Ainda não se sabe como é que a situação vai ser ultrapassada. O vereador faz poucos comentários a esse propósito. Apenas diz que cabe à Secretaria encontrar a solução.

É, no entanto, de considerar três possibilidades: alteração do projecto; alteração do PDM; suspensão parcial do PDM.

A suspensão do PDM é uma solução que o Governo Regional já adoptou noutras circunstâncias e que, por isso, parece mais provável do que a alteração do projecto.

O Centro de Apoio aos Deficientes Motores deverá congregar, num só espaço, uma série de serviços agora dispersos. Terá, entre outros, espaços para consultas, salas de estudo e dormitório. Alguns dos utentes deverão ficar alojados no centro, onde, além do acesso a cuidados de saúde, poderão desenvolver os seus estudos.

É uma promessa do PSD, incluída no actual Programa de Governo, cujo lançamento está previsto exactamente para este ano.


DNoticias Madeira
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Old July 7th, 2008, 05:30 AM   #143
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'Um Modelo de Parque' inaugurado amanhã em Machico
Data: 07-07-2008

O Modelo vai inaugurar amanhã o projecto 'Um Modelo de Parque' em Machico, no Jardim João Quintino Fernandes Rodrigues, junto ao Forte de Nossa Senhora do Amparo.

Trata-se de um conceito inovador que visa criar espaços verdes e dotá-los de infra-estruturas que promovam a prática intergeracional, em família, de exercício físico e actividades ao ar livre. 'Um Modelo de Parque' de Machico junta-se a um conjunto de dez já inaugurados em todo o país. Com forte impacto local, este projecto servirá mais de 20 mil pessoas, ocupando uma área de cerca de 300m2.

O evento contará com a presença de Emanuel Gomes, presidente da Câmara Municipal de Machico, Eunice Silva, directora de Operações do Modelo na Madeira, e da Associação Portuguesa de Famílias Numerosas.


DNoticias Madeira

Last edited by NewTomorrow; July 9th, 2008 at 05:21 AM.
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Old July 7th, 2008, 06:11 AM   #144
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População reclama por espaço decente, Junta diz que solução está na futura praça
Parque Infantil em 2009




Adelino Freitas, residente em Santana, considera que um parque de estacionamento no centro da cidade e um parque infantil são as infra-estruturas mais urgentes para aquela freguesia que é também cidade.
No entender deste senhor, o actual estacionamento fica longe dos serviços, o que deixa a população insatisfeita. Quanto a parque infantil, acrescenta que o mesmo é muito pequeno e não se encontra em bom estado. Esta situação impede que as crianças tenham um espaço de lazer ao fim-de-semana.
«Isto numa cidade é impensável», considera Adelino Freitas, o qual adianta ainda que, em termos de estradas, muito há a fazer naquela freguesia. Sem especificar, este senhor refere que «para mim, está bom. Mas para os mais novos, Santana ainda precisa de muito mais para fixar a população».
A mesma opinião tem José Teixeira, o qual também defende que o parque infantil é uma obra urgente para aquela cidade.
«A gente vai a Machico, vê um bom parque infantil, em Santa Cruz também... E aqui, nada», disse.
Confrontado com estas queixas, o presidente da Junta de Freguesia admite que o parque infantil não é, de facto, dos melhores. Mas este problema ficará solucionado em 2009 com a obra da futura praça da cidade, a qual ficará em frente ao edifício da Câmara. Relativamente à falta de estacionamento, António Joaquim Rosa considera também haver alguma razão nas críticas mas lembra que o problema ficará resolvido com a construção do novo Centro Cívico de Santana, obra programa para 2011. O investimento ficará localizado num terreno em acima do restaurante Colmo e terá um espaço para as finanças, para a Junta, para a delegação escolar, para o registo civil e para a segurança social.
Ainda no que toca a obras previstas para aquela freguesia, o representante da Junta de Santana fala da Pousada de Juventude e da Casa da Cultura, que vão funcionar no mesmo edíficio e cujas obras estão agendadas para o próximo ano.
No que toca ao trabalho da junta, esse limita-se, conforme sublinha a António Joaquim Rosa, ao melhoramento de acessibilidades, ao apoio a escolas e algumas instituições que muito têm feito em prol da sociedade de Santana.

Falta agora o investimento privado

O presidente da Junta de Freguesia de Santana considera que existem todas as condições para que Santana seja cidade, muito embora admita que a malha urbana está muito dispersa e poderia ser mais densa.
Ainda assim, António Joaquim Rosa rejeita as acusações daqueles que dizem que Santana ainda não possui os investimentos necessários para ser cidade. «Acho que o Governo e a Câmara tudo têm feito no sentido de concretizar os investimentos importantes para o bem-estar da população. Se calhar falta mais um pouco de investimento privado», afirma o presidente da Junta de Freguesia de Santana. Para além disso, este responsável reconhece o trabalho que vem sendo desenvolvido por várias instituições, dando o exemplo daquilo que está a ser feito pela associação "Santana, Cidade Solidária", a qual tem tido um papel preponderante na resolução de muitos problemas sociais.
Mas não se pense que é só o presidente da Junta de Freguesia que está satisfeito com as obras que têm surgido em Santana.
O JM colheu, também, junto da população, uma opinião favorável relativamente àquilo que Santana «tem crescido nos últimos anos».
Domingos de Gouveia é de opinião que «esta cidade tem crescido a olhos vistos. É claro que não nos podemos comparar ao Funchal. Mas tendo em conta aquilo que éramos, não tenho dúvidas de que merecíamos ser cidade», refere.
Domingos de Gouveia ainda se lembra dos tempos em que, em Santana, nada havia. «A gente para resolver um problema, era sempre um bico de obra». Isto porque «não havia infra-estruturas, não havia estradas, não havia nada».
Para além disso, os trabalhadores «eram aperreados pelos patrões e andavam sempre na miséria», adianta, para logo acrescentar que, hoje em dia, já se ganha melhor. O problema dos dias que correm é, no entender deste senhor, o euro. «Essa moeda veio desgraçar a gente».



Jornal da Madeira
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Old July 8th, 2008, 05:13 AM   #145
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Gás vai custar 85 milhões mas poupa 32% no CO2
GOVERNO LANÇA ESTE ANO OBRA DE CONSTRUÇÃO DE NOVO TERMINAL NOS SOCORRIDOS.
Data: 08-07-2008


(Cunha e Silva garante que, em 2016, a produção de energia no Porto Santo será toda feita a partir de renováveis)

A Região vai investir 85 milhões de euros para erguer na foz da ribeira dos Socorridos um Terminal de Gás Natural, ganhando ao mar 15.000 m2 para instalar uma plataforma que permitirá dotar a Região com um reservatório para 20.000 m3 e demais equipamento.

Optando pela instalação de um pipeline submarino, cujo projecto foi desenvolvido por uma empresa francesa, a Madeira, a par do Chipre, será pioneira no modelo de descarga, evitando deste modo a construção de um 'jetty' de acostagem com 400 metros de comprimento.

De acordo com o plano de execução apresentado ontem, em Setembro deste ano vai a concurso público o terminal, comprometendo-se o promotor que ao longo do próximo ano será feita a adjudicação dos contratos, de modo a permitir a execução das obras até 2011.

União Europeia dá 55 milhões

O investimento será feito pela Empresa de Electricidade da Madeira (EEM), contando para o efeito com apoios da União Europeia através do Fundo Coesão - 65% do montante total do investimento -, pelo que a Região deverá 'entrar' com 45 milhões de euros. Garantida, também, é a data em que o terminal estará pronto: 2011.

Foi Rui Rebelo, presidente do Conselho de Administração da EEM, quem defendeu os méritos da opção feita pelo gás natural, alertando para o desafio que a Madeira tem de se preparar para a revolução que se avizinha ao nível dos transportes - a indústria automóvel vai apostar forte nos carros eléctricos e a hidrogénio -, bem como com o anunciado fim das quotas/licenças de emissão de CO2, que a partir de 2013 deverão atingir valores astronómicos nos leilões internacionais.

CO2 custa 3,3 milhões de euros

De acordo com o gestor, a Região "antecipou-se a partir da aprovação do Plano Regional de Energia", justificando a opção pelo gás natural no facto de que, com isso, se garante uma redução de 32,3% nas emissões de CO2, isto em 2020, recordando Rui Rebelo que o recurso ao fuelóleo (83%) ou carvão (100%) representa emissões de CO2 bem mais gravosas do que o gás natural (40%), sendo este último o combustível fóssil de queima mais limpo, inócuo ao nível da emissão de partículas, quando o fuelóleo (67%) ou carvão (100%) são bem mais gravosos para o ambiente.

No estudos desenvolvidos pela EEM, em 2012, a Madeira terá conseguido reduzir em 130.000 toneladas as emissões de CO2, o equivalente à emissão poluente de 78 mil viaturas ligeiras, garantindo uma poupança de 3,3 milhões de euros, já que em Junho o custo do CO2 se situava nos 26 euros/tonelada.

Diversificar as fontes de energia e reduzir a dependência do petróleo sustentam a opção do Governo da Madeira, ficando desde já claro que apesar de a produção de energia a partir do gás ser mais barata, os madeirenses não podem contar com um abaixamento dos tarifários.

Cunha e Silva garante: Madeira supera metas da União Europeia já em 2011

João Cunha e Silva reclamou o mérito de ter dotado a Madeira de um Plano Regional de Energia que vai permitir à Região superar as metas que a União Europeia definiu até 2020, já que a partir do próximo ano cerca de 19,3% da produção de energia será feita a partir de fontes renováveis - eólica e hídrica -, atingindo cinco anos antes (2015) na data em que Bruxelas quer que a produção, a partir de fontes renováveis, atinja os 20%, um valor cinco pontos percentuais acima (25,4%).

O vice-presidente do Governo Regional aproveitou para lembrar que foi quando chegou ao governo que foi adoptada uma estratégia que vai permitir a "uma ilha pequena e isolada, demasiado dependente do petróleo, preparar o futuro, enfrentando este mundo conturbado com o anúncio diário de aumento dos custos com o petróleo e as matérias-primas".

Assumindo o compromisso de "preparar o futuro, deixando parte do problema resolvido", Cunha e Silva lembrou, por exemplo, que na União Europeia apenas 7% da energia é produzida a partir de fontes renováveis - contra os 15% da Madeira - e por isso deixou o recado aos críticos: "Não ficámos à espera que a União Europeia nos viesse dizer o que tínhamos de fazer, avançámos com o nosso plano energético".

Na sua curta intervenção, o governante destacou as mais-valias de uma produção limpa, a partir do gás, água e vento, prometendo uma aposta forte no desenvolvimento tecnológico e de novos 'clusters' que tornem a actividade económica da Madeira mais competitiva.

Números

No estudo que efectuou, a EEM teve em conta que a procura energética vai subir 70% e a eléctrica 110%, tendo, por via disso, que garantir a fiabilidade da produção:
Entre Fevereiro e Junho deste ano a cotação do fuelóleo passou de 248,9 euros/tonelada para 409,8 euros (+65%);
No mesmo período o gás passou de 8 euros para 10,2 (25%);
O governo quer, em 2016, que 90% da energia produzida no Porto Santo tenha como fonte o biopetróleo, 7,5% a partir do vento e apenas 2,5% resultante do recurso ao fuel.


DNoticias Madeira

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João Cunha e Silva diz que a Região vai ficar menos dependente do petróleo
Obras para o gás natural arrancam em 2009




As obras de execução de projecto de gás natural vão arrancar em 2009, segundo foi anunciado ontem, em conferência de impresa, pelo vice-presidente do Governo Regional. Representando um investimento de 85 milhões de euros, o terminal para receber o gás natural, a ser construído junto à Ribeira dos Socorridos, deverá começar a funcionar em 2011 e, segundo João Cunha e Silva, permitirá à Região “ganhar em termos ambientais e económicos” e diminuir a dependência do petróleo.


A Madeira deverá começar a ser abastecida de gás natural a partir de 2011, reduzindo, deste modo, a sua dependência do petróleo e superando as metas da União Europeia de que 20% da energia consumida provenha de fontes renováveis.
Ontem, na conferência de imprensa para apresentação do projecto do Gás Natural na Madeira, cujas obras de execução arrancam em 2009 e devem estar concluídas no início de 2011, com um investimento previsto de 85 milhões de euros, o vice-presidente do Governo Regional, João Cunha e Silva, realçou que o projecto representa, “na sequência de outros projectos que já tivemos oportunidade de apresentar, a nossa política energética regional”.
Destacou que no âmbito de um contexto em que “todos os dias se anunciam aumentos do preço do petróleo e das matérias-primas era previdente e sensato, que numa ilha pequena e isolada no meio do Atlântico que estivéssemos preparados para as eventuais emergências que possam acontecer neste mundo”·
Assim, após realçar que a Região dependia “demasiado e quase em exclusividade do petróleo”, salientou que o projecto do gás natural “visa deixar para as gerações vindouras parte do problema resolvido”.
Deste modo, João Cunha e Silva referiu que o Governo Regional “está a trabalhar com muito empenho e determinação” e que a Região “está a caminhar em passos largos” para ser “exemplar em termos de União Europeia.
Neste âmbito, o vice-presidente do Governo Regional afirmou que a Região não esperou que fosse a UE a determinar qual o valor da produção proveniente de energias renováveis, salientando que a RAM “tem um plano de política energética, que está a ser implementado e de onde derivam estas medidas que estamos a anunciar”, acrescentando que a Madeira “poderá ser um exemplo a nível da UE”, ultrapassando as metas que esta impõe aos seus membros.
Por outro lado, destacou que a implementação do gás natural irá criar “clusters, para que a actividade económica também ganhe com isto, pois representa uma aposta na inovação e nas novas tecnologias”.
Neste âmbito destacou também a importância do projecto de Biocombustível Marinho que está a ser implementado na ilha do Porto Santo, inovador a nível europeu, que irá “transformar esta numa ilha verde”.
Realçou também que o projecto do Gás Natural irá também “transformar a Madeira numa Região muito mais limpa do que é hoje em termos ambientais”, acrescentando ainda que o projecto do Bicombustível Marinho poderá também ser aplicado na Madeira.
João Cunha e Silva sublinhou ainda que, com estes projectos energéticos, a Região está “a antecipar o futuro, a ganhar vantagens em termos ambientais e económicos e a garantir, num mundo que está perigoso, alternativas em termos energéticos”.

Gás natural traz
muitas vantagens

Na apresentação do projecto do Gás Natural na Madeira, o presidente do conselho de gerência da Empresa de Electricidade da Madeira (EEM), Rui Rebelo, começou por sublinhar que a procura energética irá aumentar nos próximos anos.
Após referir que, a Região, no âmbito da Política Energética Regional, tem por objectivo “maximizar o aproveitamento dos recursos renováveis regionais”, de tal modo que em 2017 a Região tenha 27% da sua produção energética proveniente de energias renováveis (ultrapassando os 20% exigidos pela UE até 2020), isto para além de fomentar as energias alternativas, Rui Rebelo destacou que o gás natural “constituirá uma alternativa ao fuelóleo, menos poluente e mais económica, no caminho da diversificação das fontes de energia”.
Salientou as vantagens ambientais, uma vez que é um combustível de queima mais limpo, que permitirá reduzir drasticamente a emissão de CO2 na Região, e as vantagens económicas, uma vez que o “preço do gás natural continua a ser fortemente competitivo”.


Terminal de descarga recorre a sistema inovador e estará pronto em 2011
Realçando que o gás natural “além de incrementar a fiabilidade e segurança do sistema eléctrico” da Madeira, “irá diminuir a excessiva dependência do petróleo” e “permitirá a sua utilização progressiva” para além da produção de energia eléctrica noutras áreas de actividade económica, nomeadamente indústria, transportes, hotelaria e distribuição doméstica, o presidente da EEM adiantou que o concurso público para execução dos trabalho do terminal a instalar junto à Ribeira dos Socorridos será lançado em Setembro/Outubro e que as obras arrancam em 2009 e ficam concluídas no início de 2011.
A obra do terminal para descarga e armazenamento do gás natural (GNL) consistirá numa plataforma de 15.000m2, reservatório de 20.000m3 e diverso equipamento e de um sistema inovador para descarga do GNL de bóias de amarração e pipeline submarino.




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Last edited by NewTomorrow; July 8th, 2008 at 07:51 AM.
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Old July 9th, 2008, 05:22 AM   #146
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Um 'Modelo' de parque
Data: 09-07-2008



Machico dispõe desde ontem de 'um Modelo de parque', um conceito inovador que visa criar e dotar espaços verdes de infra-estruturas que promovam a prática intergeracional, em família, de exercício físico e actividades ao ar livre.

A nova forma original de praticar exercício físico em família abrange uma área de 300 m2 e situa-se no jardim defronte do Forte de Nossa Senhora do Amparo, estrategicamente muito bem localizada junto à promenade da frente mar de Machico.

O 'parque Modelo' é o 11º no país e o 2º na Região - depois de Câmara de Lobos - criados desde o ano passado, e que se estima abranjam já mais de 20 mil pessoas. Até final do ano o Modelo prevê criar mais 15 novos parques, num investimento global de um milhão de euros, servindo cerca de dois milhões de portugueses. Este 'Modelo' de parque em Machico é composto por três áreas distintas - parque infantil, parque sénior e jardim, equipado com aparelhos e um circuito, concebido com o parecer técnico da FMH, para promover o exercício físico e actividades ao ar livre em família.

De acordo com Eunice Silva, Directora de Operações do Modelo na Madeira "este é um projecto que trará grandes mais valias para a população", destacando que para além de possibilitar a prática de exercício físico "promove o convívio e o encontro de gerações".

Já Emanuel Gomes, presidente da Câmara de Machico mostrou-se satisfeito pelo investimento, que veio engrandecer a oferta do munícipio. E garantiu que em causa estava um dos lugares que melhores condições tem para proporcionar um clima de bem estar, tanto à população, como aos visitantes".

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Old July 9th, 2008, 05:25 AM   #147
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Governo manda recarregar praia do Porto Santo
SANTOS COSTA QUER TRANSPORTAR 80.000 M3 DE AREIA DO PORTO PARA A PRAIA DO PENEDO.
Data: 09-07-2008




É na praia em frente à casa onde Jardim passa férias que será depositada a areia.

O Governo Regional vai investir mais de 200 mil euros para efectuar uma recarga urgente da praia do Porto Santo. Um operação que acaba por ser um revés para Santos Costa que, apesar de ter sido confrontado com um estudo do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) em 2006, que apontava para o desaparecimento de 350 mil metros cúbicos de areia, sempre desconsiderou os alertas feitos no início da década pelo geólogo João Batista, num estudo feito que levou Alberto João Jardim a comentários jocosos, na altura.

De acordo com os dados que o DIÁRIO apurou, o titular responsável pelo ordenamento do território deu instruções à Direcção Regional de Equipamentos e Infra-estruturas para efectuar uma avaliação urgente dos locais onde é possível retirar areia para a depositar numa zona da praia onde a praia emersa - a área acima do limite máximo onde o mar chega na mará alta - praticamente desapareceu.

Embora o gabinete de Santos Costa reconheça que vai efectuar "a recarga de areia de determinadas zonas da praia que foram afectadas durante os últimos temporais", confirmando o essencial da nossa informação, a verdade é que o governante admite que "estão a se estudadas as quantidades de areia a extrair", razão pela qual o Governo Regional não está em condições de esclarecer quanto é que vai gastar nesta operação.

Santos Costa revela, contudo, que a operação vai iniciar-se " logo que estejam reunidas as condições necessárias para o fazer, resultantes da análise que está ser feita".

No que se refere às praias a recarregar, "a prioridade vai para as zonas entre o Porto de Abrigo e o cais do Porto Santo", confirma a nota do gabinete de Santos Costa.

Informações recolhidas dão conta de que a urgência da intervenção vai determinar a opção pelo desassoreamento do Porto de Abrigo do Porto Santo, já que será possível retirar uma quantidade substantiva de areia a partir de terra ou de guindastes colocados no contramolhe.

Não tendo a opção de retirar areia resultado da necessidade de aumentar os fundos do porto comercial, mas sim de arranjar areia para reforçar a praia, cabe à Direcção Regional de Equipamentos e Infra-estruturas - e não à tutela de Conceição Estudante, através da Portos da Madeira - determinar as condições desta operação, estando previsto para esta semana, ainda, o levantamento dos fundos e os consequentes cálculos da quantidade de areia que é possível retirar.

Tendo o último desassoreamento do Porto de Abrigo ocorrido em 2004, com a retirada de 50 mil metros cúbicos, tudo indica que agora seja necessário retirar cerca de 80 mil metros cúbicos de areia para colocar, sobretudo, na zona da praia em frente às casas do Governo Regional, na zona do Penedo, local onde o mar atinge as 'casas da lancha' e onde já foi necessário colocar enrocamento (pedras) para proteger as casas e a duna.

200 mil Euros

Para transportar 80 mil metros cúbicos de areia do porto para a praia será necessário realizar 5.000 viagens; Recorrendo a 10 camiões, o transporte poderá demorar 10 a 15 dias; Sem confirmação oficial, a operação pode custar aos cofres da Região mais de 200 mil euros.

A largura da praia em algumas zonas é inferior a 40 metros, existindo zonas onde a praia emersa desapareceu na maré alta. O geólogo João Batista tinha alertado que a linha da costa tinha recuado 45 a 90 metros.


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Não estão quantificados os edifícios devolutos do Funchal, mas as situações mais graves estão identificadas pela edilida
Prédios devolutos têm difícil resolução

A Câmara Municipal do Funchal penaliza os proprietários dos prédios devolutos em 30 por cento no IMI - Imposto Municipal sobre Imóveis, e reduz a metade as taxas de edificação dos edifícios destinados à habitação. Mesmo assim, há quem persista em manter os prédios degradados. Outra dificuldade apontada prende-se com a dispersão de herdeiros.


O vice-presidente da Câmara Municipal do Funchal, Bruno Pereira, apontou ontem as principais dificuldades na resolução do problema dos prédios devolutos.
O incêndio deflagrado no passado domingo, na Avenida da Liberdade, em Lisboa, despertou a atenção em torno dos prédios abandonados e em mau estado.
A este propósito, o autarca responsável pela tutela da Protecção Civil municipal disse desconhecer o número exacto de prédios devolutos no Funchal.
Contudo, salienta que os casos mais problemáticos estão identificados pelas duas corporações de bombeiros sedeadas no Funchal. Além disso, o acompanhamento é feito pelo gabinete responsável pelos núcleos históricos de Santa Maria Maior, Sé e São Pedro. Tal como referiu, «o Funchal não é diferente das outras cidades com centros históricos, porém, apresenta uma rede de altas pressões de combate a incêndios, que é pioneira no país».


Estacionamento irregular é igualmente problemático

Sem querer minimizar o perigo que constituem os prédios devolutos, Bruno Pereira realça que na questão da segurança e prevenção de incêndios urbanos, está também o estacionamento irregular, que impossibilita a passagem das viaturas de socorro.
O vice-presidente da CMF recorda que nos últimos 10 anos, a autarquia tem vindo a intervir em algumas zonas, com resultados positivos para a segurança da cidade.
«Só nos últimos 10 anos foram recuperadas áreas importantes como o quarteirão da Leacock que deu lugar ao edifício do Funchal Centrum, as Galerias de São Francisco, a Praça do Carmo, o Solar D. Mécia, os edifícios da Rua dos Netos, as Arcadas do Pelourinho, prevendo-se para breve o arranque das obras no espaço do antigo edifício da Unibasquete», salientou Bruno Pereira, acrescentando que em todos os casos houve incentivos da Câmara Municipal do Funchal.


Redução das taxas para incentivar a construção

A redução em 50 por cento das taxas de edificação de habitação na cidade, constitui o principal incentivo atribuído aos promotores por parte da CMF. No entanto, aos proprietários de edifícios devolutos, a autarquia aplica, nos termos da lei, um agravamento de 30 por cento do IMI - Imposto Municipal sobre Imóveis.


Criada comissão para dirimir conflitos

Para o autarca o congelamento das rendas — decisão tomada ainda no antigo regime — condicionou fortemente o investimento dos proprietários na beneficiação dos edifícios.
«Estou convencido que a situação será alterada com a entrada em vigor da nova lei do arrendamento, sobretudo no que concerne aos mecanismos para recuperar edifícios degradados», referiu Bruno Pereira.
A reconstrução de imóveis para habitação no centro do Funchal, constitui uma aposta da autarquia liderada por Miguel Albuquerque.
Além da redução das taxas para a construção de habitação, a autarquia tem vindo a adoptar uma política de encerramento de algumas ruas, potenciando dessa forma a circulação pedonal.


Destinados à habitação social no centro do Funchal
Aposta na recuperação de imóveis

A Investimentos Habitacionais da Madeira (IHM), tem em curso alguns projectos para a recuperação de imóveis degradados no centro do Funchal, destinados ao arrendamento social.
Porém, os processos negociais entre a IHM e os proprietários dos prédios devolutos, não está fácil, arrastando-se há vários meses.
A Investimentos Habitacionais da Madeira pretende recuperar prédios no Núcleo Histórico de Santa Maria Maior e na Rua da Carreira, zonas para as quais Câmara Municipal do Funchal tem vindo a aprovar projectos destinados à habitação.
O presidente da IHM, Paulo Atouguia considera que ainda há proprietários que preferem manter os prédios devolutos a terem de negociar a preços mais baixos.
«Nem sempre a recuperação é bem vista, sobretudo porque quando se compra um prédio onerado com famílias que têm de ser realojadas, o valor a pagar é muitíssimo mais baixo que o valor que, se calhar, o proprietário conseguiria obter no mercado com o prédio devoluto», realçou aquele responsável.
No entanto, a IHM, continua apostada em encontrar soluções no centro do Funchal para famílias de menores recursos.


Devido à ausência de rede de alta pressão e ao estacionamento irregular
Bairro dos Moinhos e Arrifes são zonas problemáticas

A zona habitacional dos Arrifes e Bairros dos Moinhos, na freguesia de São Pedro, representam maior preocupação para a Câmara Municipal do Funchal, no que respeita aos riscos de incêndio.
«Trata-se de uma zona que não é abrangida pela rede de altas pressões para o combate a incêndios e tem ruas muito estreitas», salientou Bruno Pereira, vice-presidente da autarquia funchalense e responsável pela protecção civil municipal.
O autarca reconhece dificuldades em alargar as vias de acesso àquela zona, por forma a evitar a sua descaracterização, que em alguns acessos apresenta estacionamento irregular, impedindo a passagem de viaturas de emergência.
Bruno Pereira aposta na sensibilização dos moradores daquelas duas zonas problemáticas, sobretudo para que sejam evitadas situações de maior embaraço para os carros de emergência.
Outras zonas da cidade, nomeadamente no núcleo histórico de Santa Maria Maior (Zona Velha), Calçada da Cabouqueira, São João, e Viveiros, são apontadas como aglomerados problemáticos, sobretudo para a intervenção dos bombeiros do Funchal.
Tal como fizemos referência na edição de ontem, por forma a ultrapassar as dificuldades inerentes à passagem de viaturas de socorro, foi estabelecido entre os bombeiros do Funchal (BVM e BMF), um plano operacional destinado aos núcleos históricos, no qual, em caso de sinistro, actuam as duas corporações.
Assim, com uma experiência acumulada de 12 anos, a intervenção dos bombeiros municipais e voluntários


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Old July 11th, 2008, 07:18 AM   #149
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GR abriu concurso público para obras em São Gonçalo e Porto da Cruz
Dois novos centros de Saúde na Região



O Governo Regional decidiu abrir concurso público para as obras de construção de dois centros de saúde, um em São Gonçalo, no Funchal, e o outro no Porto da Cruz, em Machico. No primeiro caso, a infra-estrutura vai compreender ainda o serviço de Segurança Social várias valências na área da saúde, nomeadamente saúde familiar, cuidados continuados e unidade de dia. No Porto da Cruz, o edifício funcionará também com a Segurança Social e com Lar de Terceira Idade.
De acordo com o secretário regional do Equipamento Social, porta-voz do conselho de Governo de ontem, foi também decidido abrir concurso público para a obra de construção da Escola Secundária e Técnico Profissional de Câmara de Lobos, a situar-se no Sítio das Preces. O estabelecimento de ensino vai abranger a vertente profissionalizante nas áreas de carpintaria, electromecânica e hotelaria na componente de cozinha. Terá a capacidade para 870 alunos divididos por 45 turmas que terão ao seu dispor 21 salas de aula, dois laboratórios para tecnologias de informação e mil metros quadrados de áreas oficinais, um polidesportivo coberto e descoberto e ainda um ginásio.
Santos Costa anunciou ainda a abertura do concurso público para a obra de construção da ligação de Santa Quitéria aos Três Paus e Viana, entre São Martinho e Santo António, numa extensão de cerca de 1800 metros, incluindo um viaduto sobre a Ribeira dos Três Paus e Viana. Foi também deliberado abrir concurso público para a Ligação ao Ribeiro da Alforra e Limoeiro, em Câmara de Lobos, numa extensão de 2.500 metros, na qual se inclui um túnel com 225 metros, que irá permitir a melhoria da acessibilidade aos Sítios do Rancho, Ribeiro da Alforra e do Limoeiro, para além de criar novos acessos viários à nova Escola Básica do Rancho/Caldeira ao Campo de futebol em construção.
A outro nível, o Executivo autorizou a Vice-Presidência, através da Direcção Regional para a Administração Pública do Porto Santo, a abrir concurso público para o “Projecto e construção, sem limitações de largura de banda, de interligação de rede das infra-estruturas da DRAPS, em alta disponibilidade, com suporte de voz e dados”.
Por fim, o GR prestou um louvor público aos elementos do anterior conselho de Administração do Serviço Regional de Saúde, “pela forma leal e dedicada como exerceram até ao final do seu mandato, as respectivas funções”.



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Last edited by NewTomorrow; July 12th, 2008 at 07:52 AM.
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Old July 11th, 2008, 08:04 AM   #150
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Old July 11th, 2008, 12:34 PM   #151
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ao "recarregar" com areia importada a praia de Porto Santo não haverá o risco de que a areia original da praia percam o efeito "curativo" (é o unico caso k conheço onde as areias tem comprovadamente efeito curativo)
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Old July 11th, 2008, 05:38 PM   #152
José Alberto
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ao "recarregar" com areia importada a praia de Porto Santo não haverá o risco de que a areia original da praia percam o efeito "curativo" (é o unico caso k conheço onde as areias tem comprovadamente efeito curativo)
Agora que falas nisso.... hum.
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Old July 11th, 2008, 07:09 PM   #153
Arpels
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fiquei maravilhado quando soube e um facto é que a areia é suave e apetece estar ali, agora com areia de fora não sei se será assim
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Old July 12th, 2008, 03:50 AM   #154
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Originally Posted by Arpels View Post
ao "recarregar" com areia importada a praia de Porto Santo não haverá o risco de que a areia original da praia percam o efeito "curativo" (é o unico caso k conheço onde as areias tem comprovadamente efeito curativo)

ninguem vai importar a areia de lado nenhum

A areia que vai ser utilizada vai ser retirado do Porto de Abrigo , tornando este mais fundo e nelhor para a navegação


leia esta parte esta tudo explicado

"Não tendo a opção de retirar areia resultado da necessidade de aumentar os fundos do porto comercial, mas sim de arranjar areia para reforçar a praia, cabe à Direcção Regional de Equipamentos e Infra-estruturas - e não à tutela de Conceição Estudante, através da Portos da Madeira - determinar as condições desta operação, estando previsto para esta semana, ainda, o levantamento dos fundos e os consequentes cálculos da quantidade de areia que é possível retirar.

Tendo o último desassoreamento do Porto de Abrigo ocorrido em 2004, com a retirada de 50 mil metros cúbicos, tudo indica que agora seja necessário retirar cerca de 80 mil metros cúbicos de areia para colocar, sobretudo, na zona da praia em frente às casas do Governo Regional, na zona do Penedo, local onde o mar atinge as 'casas da lancha' e onde já foi necessário colocar enrocamento (pedras) para proteger as casas e a duna."

Voces adoram buscar problemas onde não a
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Old July 12th, 2008, 07:47 AM   #155
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Secretaria Regional do Equipamento Social lembra que vem monitorizando a área
Praia do Porto Santo com areia



A Secretaria Regional do Equipamento Social nega, em resposta a uma notícia de uma matutino local, «que tenham “desaparecido” 350.000 metros cúbicos de areia da praia do Porto Santo». «O relatório do Laboratório Nacional de Engenharia Civil refere que grande parte do volume “perdido” na zona habitualmente emersa da praia foi depositada na zona submersa da mesma» — destaca a nota.
«Não é verdade que a SRES não esteja a cumprir as recomendações do LNEC nos seus exactos termos. Pelo contrário, a principal recomendação do LNEC foi a de monitorizar a praia – o que a SRES tem efectuado desde 2006 – e prospectar locais de empréstimo de areias na plataforma insular do Porto Santo, tendo em vista uma eventual recarga da praia» — acrescenta a SRES.
Por outro lado, relativamente à prospecção referida no parágrafo anterior, a SRES adjudicou em 2007 ao Instituto Hidrográfico da Marinha o estudo “Caracterização dos Depósitos Sedimentares da Plataforma Insular Sul da Ilha do Porto Santo”, cujo relatório técnico final deu entrada na SRES no dia sete de Julho de 2008, encontrando-se presentemente em análise nos serviços técnicos competentes.
«A área da praia a intervencionar brevemente foi exactamente a zona identificada no estudo elaborado pelo LNEC, como a mais vulnerável, ou seja, aquela que em situações após o Inverno, maior dificuldade terá em recuperar de forma natural a sua morfologia inicial» — complementa o comunicado.
Neste sentido, face à proximidade da época balnear e verificando-se que o ciclo natural de transferência de areias da zona submersa para a zona emersa poderá eventualmente ser longo, resolveu a SRES intervir, repondo a situação original.
«Não é ainda verdade que a dragagem do porto do Porto Santo tenha como objectivo único a reposição do volume de areias transferidas para a zona submersa durante o último Inverno. O levantamento hidrográfico efectuado pelo Instituto Hidrográfico da Marinha em Fevereiro e Março de 2008 mostra que algumas zonas do interior do porto sofreram um significativo assoreamento».
A SRES diz ainda que «atendendo aos estudos de dinâmica efectuados pelo LNEC na praia de Porto Santo, sabe-se que os sedimentos acumulados no interior da bacia portuária têm origem na própria praia adjacente, sendo para lá transportados através da dinâmica longitudinal natural do sistema, principalmente em condições de agitação marítima provenientes dos rumos SW e WSW». «Estes sedimentos, uma vez no interior da bacia portuária, já não poderão ser naturalmente remobilizados devido à protecção oferecida pela estrutura portuária» — adianta.
Assim, a solução tecnicamente mais sustentada para a resolução destes dois problemas é aquela que irá ser posta em prática pela SRES, «pelo que a notícia do Diário de Notícias só pode ser entendível como uma mera especulação jornalística – tal como as quantidades de areias movimentadas e respectivos custos envolvidos – resultante ou de um manifesto desconhecimento técnico da matéria ou de má-fé».



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Old July 12th, 2008, 07:51 AM   #156
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Localizada em Câmara de Lobos
Escola profissional “arranca” ainda este ano




O Governo Regional aprovou, na sua última reunião, a Escola Secundária e Técnico-Profissional das Preces, em Câmara de Lobos. A obra deverá arrancar ainda duranteeste ano.
Localizada no Sítio das Preces, em Câmara de Lobos, a nova escola abrangerá, então, o ensino secundário e o ensino profissional, nas áreas da carpintaria, electromecânica e hotelaria (na componente de cozinha).
A escola terá capacidade para 870 alunos, ou seja, quarenta e cinco turmas, compreendendo vinte e uma salas de aula, dois laboratórios de Física e Química e cinco salas multiusos, nomeadamente para tecnologias de informação, e cerca de mil metros quadrados de áreas oficinais.
Compreenderá ainda um polidesportivo coberto e um descoberto e um ginásio com capacidade para várias valências desportuvas.
Além de todos estes espaços lectivos, a Escola Técnico-Profissional de Câmara de Lobos comportará espaços administrativos e de gestão, vários gabinetes de trabalho, gabinete médico, papelaria, reprografias.
Serão também criados espaços de convívio para alunos, professores e pessoal auxiliar e espaços de lazer e de recreio coberto e descoberto.
A nova escola terá também uma biblioteca, refeitório e instalações sanitárias para todos os utentes e para pessoas com mobilidade reduzida.
A empreitada de construção incluirá, ainda, um parque de estacionamento coberto — para os utentes e visitantes —, com capacidade para cerca de 79 lugares, e um parque descoberto com capacidade para cerca de 20 lugares.
Rceorde-se que esta é a segunda escola técnico-profissional a ser lançada, pelo Governo, em pouco tempo: a de São Martinho já está em construção, nas proximidades do cemitério local.

«Um pilar para a formação»

O secretário regional do Equipamento Social, Luís Santos Costa, diz que aquela escola vai contribuir para garantir a qualificação técnica dos jovens, sublinhando que «o ensino profissional é um pilar essencial para as suas formações e uma alavanca imprescindível para o desenvolvimento sócio-económico da Região».
«Temos de olhar também para aqueles que não querem prosseguir estudos superiores e que querem obter uma qualificação profissional na escola, proporcionando-lhes uma formação que os qualifica para o mundo do trabalho» — acrescentou o governante.
A obra, da responsabilidade da Secretaria Regional do Equipamento Social, através da Direcção Regional dos Edifícios Públicos, «não só se traduz numa nova infra-estrutura com todas as condições e equipamentos adequados à Formação Técnico-Profissional, como representa a descentralização desta oferta de ensino por outros concelhos da Região», conforme realça Santos Costa.




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Old July 13th, 2008, 06:17 AM   #157
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Moradores da Pena com parque

A Câmara Municipal do Funchal e a Junta de Freguesia de Santa Luzia construiram um parque de estacionamento para os moradores do alto da Pena. Na oportunidade, Miguel Albuquerque adiantou que a autarquia tem apostado no aumento de lugares de parqueamento, sendo que existem 11.829 espaços em parques públicos, 648 para moradores e 1.300 em parcómetros.


O presidente da Câmara Municipal do Funchal, Miguel Albuquerque, visitou na manhã de ontem o novo parque de estacionamento para moradores, localizado entre a Rua Pedro José de Ornelas e a Rua da Levada de Santa Luzia. Esta área de parqueamento irá beneficiar essencialmente os moradores do alto da Pena, tendo capacidade para treze viaturas ligeiras.
A obra, realizada pela autarquia do Funchal e em parceria com a Junta de Freguesia de Santa Luzia, teve um custo total de 120 mil euros, sendo que a área de intervenção foi de aproximadamente 650 m2.
Além da zona de estacionamento, foram criadas algumas floreiras para a plantação de árvores e uma rede de águas pluviais, rede de rega e redimensionamento da iluminação pública.


11.829 lugares de estacionamento públicos

Durante a visita, Miguel Albuquerque afirmou que a autarquia tem vindo a apostar no aumento de estacionamentos no Funchal. Neste momento, a cidade tem 11.829 lugares para parqueamento público, sendo que existem 648 lugares exclusivos para os moradores no centro da cidade do Funchal. «Estes lugares têm crescido sobretudo nas zonas centrais da cidade», referiu edil.
Relativamente aos espaços para estacionamento rotativo, ou seja, os parcómetros, o município tem disponíveis 1.300 lugares.
As zonas de parqueamento para motociclos têm também sofrido um aumento nos últimos anos e actualmente existem 236 lugares no centro da cidade. Aliás, Miguel Albuquerque afirmou que está a ser incentivada a utilização de motociclos para transitar nas zonas centrais do Funchal, apesar de ser importante ter cuidado na sua condução, alertou aquele responsável autárquico


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Old July 13th, 2008, 07:08 AM   #158
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Porto de pescas muda de lugar
A unidade prevista para os Socorridos vai um pouco mais para oeste
Data: 13-07-2008


(O novo porto de pescas ficará para lá desta praia)

Afinal, o porto de pescas que iria ser construído na foz da ribeira dos Socorridos já não vai ser ali edificado. A posição é assumida pelo Governo Regional, através da Secretaria do Turismo e Transportes, e Arlindo Gomes, presidente da autarquia câmara-lobense, é conhecedor da decisão.

Desde 2005 que o Governo vinha estudando a concretização da obra. O desenvolvimento do projecto da infra-estrutura portuária dos Socorridos iniciou-se neste período, com a abertura do concurso público para o projecto adjudicado pela APRAM, SA, no qual foi então apresentada uma proposta base, a nascente da ribeira e do terminal multifuncional, e uma alternativa, que ficaria a poente da foz.

Passados cerca de três anos, a decisão do Governo Regional é que nem uma nem outra localização. O litoral junto ao Serrado do Mar é agora o local que reúne maior consenso, estando diversos técnicos a desenvolver estudos. A posição é mesmo definitiva satisfazendo os requisitos gerais que estiveram na base da criação deste porto não comprometendo a sua expansão futura. No fundo, todas as alterações verificadas neste projecto prendem-se, segundo nota do gabinete de Conceição Estudante, com "questões de segurança, de impacto ambiental e de crescimento do porto de pesca no futuro que interessam, a todo o custo, salvaguardar".

O custo inicial para a foz dos Socorridos estava estimado em cerca de 32 milhões de euros, dependente das medições do projecto de execução. Agora, desconhece-se qual o valor que o Governo Regional se prepara para investir na nova localização desta infra-estrutura.

Em termos de operacionalidade, uma obra desta envergadura "terá de ser, necessariamente, projectada para o futuro", alerta o gabinente de Estudante. Neste sentido, a opção por uma solução que "não inviabilize o desenvolvimento do referido porto, nomeadamente no que respeita à sua expansão física e à interacção com a envolvente económica que possa vir a ser criada", foi tida em conta.

Por outro lado, é essencial que a solução a ser viabilizada respeite e salvaguarde o enquadramento da infra-estrutura na envolvente paisagística e ambiental da cidade de Câmara de Lobos, acrescenta ainda o Governo. A proposta vencedora do concurso público internacional que a realizar consistirá na construção de um equipamento que irá possibilitar o estacionamento e operação da actual e futura frota de pesca atracada no porto do Funchal.

Foi o plano director da capital madeirense que fez desencadear para a área geográfica de Câmara de Lobos, que tradicionalmente se dedica a este tipo de actividade.


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Old July 18th, 2008, 02:15 AM   #159
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Moradores da Pena com parque



A Câmara Municipal do Funchal e a Junta de Freguesia de Santa Luzia construiram um parque de estacionamento para os moradores do alto da Pena. Na oportunidade, Miguel Albuquerque adiantou que a autarquia tem apostado no aumento de lugares de parqueamento, sendo que existem 11.829 espaços em parques públicos, 648 para moradores e 1.300 em parcómetros.


O presidente da Câmara Municipal do Funchal, Miguel Albuquerque, visitou na manhã de ontem o novo parque de estacionamento para moradores, localizado entre a Rua Pedro José de Ornelas e a Rua da Levada de Santa Luzia. Esta área de parqueamento irá beneficiar essencialmente os moradores do alto da Pena, tendo capacidade para treze viaturas ligeiras.
A obra, realizada pela autarquia do Funchal e em parceria com a Junta de Freguesia de Santa Luzia, teve um custo total de 120 mil euros, sendo que a área de intervenção foi de aproximadamente 650 m2.
Além da zona de estacionamento, foram criadas algumas floreiras para a plantação de árvores e uma rede de águas pluviais, rede de rega e redimensionamento da iluminação pública.


11.829 lugares de estacionamento públicos

Durante a visita, Miguel Albuquerque afirmou que a autarquia tem vindo a apostar no aumento de estacionamentos no Funchal. Neste momento, a cidade tem 11.829 lugares para parqueamento público, sendo que existem 648 lugares exclusivos para os moradores no centro da cidade do Funchal. «Estes lugares têm crescido sobretudo nas zonas centrais da cidade», referiu edil.
Relativamente aos espaços para estacionamento rotativo, ou seja, os parcómetros, o município tem disponíveis 1.300 lugares.
As zonas de parqueamento para motociclos têm também sofrido um aumento nos últimos anos e actualmente existem 236 lugares no centro da cidade. Aliás, Miguel Albuquerque afirmou que está a ser incentivada a utilização de motociclos para transitar nas zonas centrais do Funchal, apesar de ser importante ter cuidado na sua condução, alertou aquele responsável autárquico.




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Old July 18th, 2008, 02:25 AM   #160
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Após a construção do Centro Cívico e a conclusão da Variante
Devolver centro do Santo às pessoas é o desafio



Com a construção do Centro Cívico e a conclusão da variante ao centro da freguesia, o grande desafio que se coloca aos autarcas é devolver o centro do Santo da Serra às pessoas.
Quem o afirma é o presidente da Junta de Freguesia local, que refere que com a conclusão destas duas obras, fica resolvida a questão das infra-estruturas básicas da freguesia.
Em declarações ao JM, Martinho Gouveia sustentou que o secretário regional do Equipamento Social já lhe deu a garantia de que até ao final deste ano será lançado o concurso para o Centro Cívico, devendo as obras começar no início de 2009. Segundo este responsável, esta infra-estrutura, que deverá ficar situada no centro da freguesia, «é a que mais falta faz ao Santo da Serra». «É uma das lacunas, pois não temos no Santo, à semelhança do que se passa noutras freguesias, um local para os idosos e para os mais jovens poderem encontrar-se e desenvolver algumas actividades», sublinhou o nosso interlocutor, acrescentando que o Centro Cívico irá comportar um centro de dia, uma creche e as instalações da Junta de Freguesia e da Casa do Povo.
Quanto à variante ao centro do Santo, Martinho Gouveia adianta que «está a andar a excelente ritmo» e que será inaugurada «muito em breve».
A par disso, está em curso o lançamento do colector de saneamento básico, entre as Quatro Estradas e o Campo de Golfe, obra que deverá ficar concluída ainda este ano.
Com a conclusão destas infra-estruturas, afirma Martinho Gouveia, «o Santo da Serra tem de se virar um pouco para o seu Centro». Assim sendo, uma vez que haverá uma alternativa ao trânsito, o autarca local adianta que a ideia será fazer zonas pedonais no centro da freguesia, com espaços de lazer, bancos e mesas, de modo a que «as pessoas possam ter um maior usufruto de toda esta zona, quer ao longo da estrada regional, quer no próprio centro».

Freguesia devia ter um banco, diz Laurinda de Freitas

Laurinda de Freitas, moradora no sítio do Lombo das Raízes, defende que o Santo da Serra deveria ter um banco, para que quando as pessoas precisem de recorrer a este serviço não tenham de se deslocar a Santa Cruz, a Machico ou à Camacha. Por outro lado, defende a criação de um lar de idosos, para que os idosos da freguesia não tenham de ir para longe. Para Laurinda de Freitas, que possui um estabelecimento comercial um pouco afastado do centro da freguesia, deveriam ser criados mais atractivos fora do centro, de modo a que as pessoas não fiquem todas no mesmo local.
É que, diz, «se estivermos de porta aberta, estamos às moscas, porque vai toda a gente para o centro». Esta comerciante queixa-se também dos elevados impostos e da crise que está a afectar as pessoas e, por consequência, o seu negócio. «Temos o negócio há 25 anos e nunca vi uma pobreza extrema como agora», disse, atribuindo a responsabilidade à mudança para o euro e à construção de outras vias, que, diz, retiraram clientes ao estabelecimento.

Mercado agrícola para João Ferino e Quatro Estradas

Vai ser construído um mercado agrícola que irá servir os agricultores de João Ferino e das Quatro Estradas. Martinho Gouveia diz que as obras arrancarão em finais deste ano ou princípios de 2009 e que a infra-estrutura será uma realidade já no próximo ano. Tendo em conta que o Mercado do Santo está na sua lotação máxima, o presidente da Junta diz que o objectivo é arranjar um terreno entre os dois sítios e construir a estrutura, de modo a que os agricultores que vendem na berma da estrada tenham um local para vender os seus produtos. «Não é um mercado para fazer concorrência ao do Santo, mas simplesmente para regularizar estas situações», frisou o nosso interlocutor.

Ordenamento da indústria agro-pecuária

Estão a ser desenvolvidos esforços no sentido de concentrar as empresas ligadas à actividade agro-pecuária num terreno cedido pelo Governo Regional para este efeito.
Martinho Gouveia referiu que «a nossa ideia é concentrar toda a indústria numa área e acabar com estas pequenas indústrias que estão um pouco dispersas por diversas zonas». Neste momento estão a decorrer conversações com os empresários, no sentido de sensibilizá-los para esta necessidade. O local situa-se entre as Quatro Estradas e a Ribeira da Serra d’Água.



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