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Old August 22nd, 2011, 04:00 PM   #841
norolama
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Depois de uma escalada sem precedentes, valor das moradias começa a cair
Em Taguatinga, o metro quadrado recuou 13% entre outubro do ano passado e julho de 2011
O ritmo galopante da alta dos preços de imóveis, observado em várias cidades do país nos últimos anos, está com os dias contados. A persistência da crise econômica mundial, que deve reduzir a expansão do país, e o elevado nível de endividamento das famílias estão contendo os reajustes ou mesmo derrubando o valor do metro quadrado em áreas até então supervalorizadas. O motivo é um só: mesmo com a renda ainda em alta, os consumidores estão tendo dificuldades para encaixar o valor das prestações em um orçamento já apertado.
Até 2010, o aumento médio dos preços dos imóveis girava em torno de 25% no país, chegando a 40% no Distrito Federal e no Rio de Janeiro. Dados da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) da Universidade de São Paulo (USP) mostram que, de janeiro a julho deste ano, a valorização de casas e apartamentos caiu para 17%. Em Brasília, a correção acumulada atingiu 11,5%. Em Salvador, foi de apenas 2,9%, taxa inferior ao Índice Nacional da Construção Civil (INCC), que serve de parâmetro para o setor.
No DF, tanto as áreas de classe média quanto as destinadas a públicos de alta renda, há valores em queda. Em outubro do ano passado, o metro quadrado de um apartamento em Taguatinga custava, em média, R$ 4.104. Em julho de 2011, havia caído para R$ 3.565, ou seja, um recuo de 13%. No Noroeste, bairro que está sendo construído e será habitado pelas classes A e B, o metro quadrado ficou 1,7% mais barato entre agosto de 2010 e julho deste ano, ao ceder de R$ 9.575 para R$ 9.425.

Tal movimento já era esperado, admite o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão. No seu entender, nos grandes centros urbanos, onde a corrida por imóveis foi mais acentuada, os preços do metro quadro já atingiram o teto. “O momento, agora, é de acomodação. As correções necessárias já foram feitas”, diz. A menor valorização, acrescentou o empresário, é visível, sobretudo, em Brasília, Rio e São Paulo. E, certamente, fará bem ao mercado.

Desaceleração
Para Eduardo Aroreira, diretor-financeiro da Apex Engenharia e da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF), o que se verá, daqui por diante, é um sistema mais sadio, no qual as famílias serão mais criteriosas na hora de comprar a casa ou o apartamento dos sonhos. “Com certeza, ainda será um ótimo negócio trocar o aluguel pelo imóvel próprio. Mas os potenciais compradores terão a preocupação de selecionar as melhores opções disponíveis e avaliar se realmente as prestações caberão no orçamento doméstico”, afirma.

Com os consumidores mais arredios, a desaceleração nas vendas foi evidente. Praticamente todas as construtoras e incorporadoras com ações listadas em bolsas de valores mostraram isso nos balanços do segundo trimestre do ano. Em teleconferência com os investidores, o presidente da PDG Realty, Zeca Grabowsky, reconheceu o ímpeto menor dos brasileiros em irem às compras de imóveis. Mas, a seu ver, o nível de faturamento se mantém confortável. “A velocidade das vendas pode diminuir nos próximos trimestres, mas será em um ritmo saudável.” O arrefecimento, acredita ele, será reforçado pela manutenção dos juros em patamares altos, como forma de o Banco Central controlar a inflação, o que influirá negativamente sobre a procura por financiamentos de imóveis.

Disponível em: http://correiobraziliense.lugarcerto...a-a-cair.shtml

Olha a mentira sobre o Setor Noroeste: No Noroeste, bairro que está sendo construído e será habitado pelas classes A e B, o metro quadrado ficou 1,7% mais barato entre agosto de 2010 e julho deste ano, ao ceder de R$ 9.575 para R$ 9.425.

Alguém acredita que o metro quadrado no noroeste caiu só 1,7%?
norolama no está en línea   Reply With Quote

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Old March 22nd, 2012, 01:56 PM   #842
trichesjr
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Originally Posted by norolama View Post
Depois de uma escalada sem precedentes, valor das moradias começa a cair
Em Taguatinga, o metro quadrado recuou 13% entre outubro do ano passado e julho de 2011
O ritmo galopante da alta dos preços de imóveis, observado em várias cidades do país nos últimos anos, está com os dias contados. A persistência da crise econômica mundial, que deve reduzir a expansão do país, e o elevado nível de endividamento das famílias estão contendo os reajustes ou mesmo derrubando o valor do metro quadrado em áreas até então supervalorizadas. O motivo é um só: mesmo com a renda ainda em alta, os consumidores estão tendo dificuldades para encaixar o valor das prestações em um orçamento já apertado.
Até 2010, o aumento médio dos preços dos imóveis girava em torno de 25% no país, chegando a 40% no Distrito Federal e no Rio de Janeiro. Dados da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) da Universidade de São Paulo (USP) mostram que, de janeiro a julho deste ano, a valorização de casas e apartamentos caiu para 17%. Em Brasília, a correção acumulada atingiu 11,5%. Em Salvador, foi de apenas 2,9%, taxa inferior ao Índice Nacional da Construção Civil (INCC), que serve de parâmetro para o setor.
No DF, tanto as áreas de classe média quanto as destinadas a públicos de alta renda, há valores em queda. Em outubro do ano passado, o metro quadrado de um apartamento em Taguatinga custava, em média, R$ 4.104. Em julho de 2011, havia caído para R$ 3.565, ou seja, um recuo de 13%. No Noroeste, bairro que está sendo construído e será habitado pelas classes A e B, o metro quadrado ficou 1,7% mais barato entre agosto de 2010 e julho deste ano, ao ceder de R$ 9.575 para R$ 9.425.

Tal movimento já era esperado, admite o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão. No seu entender, nos grandes centros urbanos, onde a corrida por imóveis foi mais acentuada, os preços do metro quadro já atingiram o teto. “O momento, agora, é de acomodação. As correções necessárias já foram feitas”, diz. A menor valorização, acrescentou o empresário, é visível, sobretudo, em Brasília, Rio e São Paulo. E, certamente, fará bem ao mercado.

Desaceleração
Para Eduardo Aroreira, diretor-financeiro da Apex Engenharia e da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF), o que se verá, daqui por diante, é um sistema mais sadio, no qual as famílias serão mais criteriosas na hora de comprar a casa ou o apartamento dos sonhos. “Com certeza, ainda será um ótimo negócio trocar o aluguel pelo imóvel próprio. Mas os potenciais compradores terão a preocupação de selecionar as melhores opções disponíveis e avaliar se realmente as prestações caberão no orçamento doméstico”, afirma.

Com os consumidores mais arredios, a desaceleração nas vendas foi evidente. Praticamente todas as construtoras e incorporadoras com ações listadas em bolsas de valores mostraram isso nos balanços do segundo trimestre do ano. Em teleconferência com os investidores, o presidente da PDG Realty, Zeca Grabowsky, reconheceu o ímpeto menor dos brasileiros em irem às compras de imóveis. Mas, a seu ver, o nível de faturamento se mantém confortável. “A velocidade das vendas pode diminuir nos próximos trimestres, mas será em um ritmo saudável.” O arrefecimento, acredita ele, será reforçado pela manutenção dos juros em patamares altos, como forma de o Banco Central controlar a inflação, o que influirá negativamente sobre a procura por financiamentos de imóveis.

Disponível em: http://correiobraziliense.lugarcerto...a-a-cair.shtml

Olha a mentira sobre o Setor Noroeste: No Noroeste, bairro que está sendo construído e será habitado pelas classes A e B, o metro quadrado ficou 1,7% mais barato entre agosto de 2010 e julho deste ano, ao ceder de R$ 9.575 para R$ 9.425.

Alguém acredita que o metro quadrado no noroeste caiu só 1,7%?
A queda não foi de apenas 1,7%, pois a reportagem não leva em conta a inflação no período que, segundo o IPCA/IBGE foi de 6,87%.
Portanto, o valor do metro quadrado em agosto de 2010, corrigido pela inflação para julho de 2011, seria de R$ 9.575,00 acrescido de 6,87% = R$ 10.232,80.
Portanto a queda foi de 7,89% no período entre agosto de 2010 e julho/2011.
Mas fiquem calmos, pois segundo os corretores e donos de ágios o preço de imóveis nunca cai.
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