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Old August 12th, 2008, 05:46 PM   #21
Vicente A.O. Junior
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É, até que enfim que o pessoal está se tocando de que só caminhão é inviável!!!
Um trem tira facilmente 100 caminhões das ruas e rodovias... é menos trânsito, menos poluição, menos gasto com combustível...

PS: Uma opinião minha: onde hoje em SP há compartilhamento cargas / passageiros, pode-se pôr uma linha exclusiva para cargas na faixa de domínio (ex, nas linhas D-10 e B-8.) e implantar centros logísticos em vários galpões que existem ao longo dessas linhas. O trânsito urbano agradece.
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Old August 14th, 2008, 05:29 PM   #22
Landerson Egg
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Fonte:http://www.revistaferroviaria.com/in...CdMateria=6669

Senador diz que Corumbá terá Trem do Pantanal

13/08/2008 - Corumbá Online

Na visita do senador Delcídio do Amaral a Corumbá na noite de ontem para o lançamento do Museu da História do Pantanal, ele falou sobre a questão do Trem do Pantanal e garantiu que Corumbá não estará fora do trecho, apenas por questão de planejamento da empresa que tem a concessão da ferrovia de Mato Grosso do Sul à empresa América Latina Logística (ALL), a recuperação da parte de Miranda a Corumbá será feita por ultimo.

“Nesta segunda-feira eu conversei com o Governador, André Puccinelli, sobre o trem do pantanal, e ele me explicou que há um acordo com a ALL e o governo do estado de recuperar esse trecho de Campo Grande a Corumbá, para nos corumbaenses que conhecemos a região, claro que o melhor trecho é de Miranda a Corumbá, que é onde nos cruzamos o Pantanal. Mas dentro da programação da ALL ela vai recuperar primeiro o trecho Campo Grande a Aquidauana e Aquidauana a Miranda, por isso que o trem vai começar por aí, porque o trem vai acompanhar a revitalização da ferrovia que foi sucateada”, explicou Delcídio.

De acordo com o senador, a idéia é recuperar o trecho até Aquiaduana até final de 2008, o trecho até Miranda até final de 2009 e o trecho até Corumbá até no máximo 2010, “podendo no Maximo ate ser antecipada pelas reivindicações absolutamente justas da comunidade corumbaense e ladarense”.

Quando questionado se não houve nenhuma tentativa de puxar a obra para Campo Grande, o senador muito categoricamente explicou que esse problema da ferrovia é um problema sério, “segundo a própria ALL me informou, o problema é que o trecho mais depreciado, o pior trecho, é esse trecho de Corumbá a Miranda e como eles estão investindo em toda a malha ferroviária, eles estão priorizando onde o trecho é de menor gasto. Eu acredito que isso seja mais uma questão de planejamento da ALL do que possivelmente um posicionamento de caráter político para prejudicar Corumbá, e isso nós temos condições absoluta de administrar”.
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Novas locomotivas para as ferrovias brasileiras
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Old August 27th, 2008, 02:56 AM   #23
Landerson Egg
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26/08/08
Equipe da CBTU visita trechos ferroviários no Nordeste do RS

Equipe de diretores e técnicos da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) visitaram na manhã desta terça-feira, 26, algumas áreas do trecho de 65 km, por onde deverá passar o Trem Regional de Passageiros e Cargas, na região Nordeste do Rio Grande do Sul. Durante o percurso, a equipe observou uma série de irregularidades no trecho, a exemplo de invasões da faixa de domínio e construções e sobre a via férrea, mas também áreas conservadas, prontas para receber melhorias para dar passagem ao novo projeto para a região.

Segundo o diretor de Planejamento, Expansão e Marketing da CBTU, Raul De Bonis, esse techo tem tudo para receber o novo investimento ques e transformará no sistema estrutural de um projeto de desenvolvimento da região. “Para os problemas de invasão, a grosso modo, algumas áreas terão que ter as famílias deslocadas, mas em outras será possível redefinir o traçado e ajustes de espaços, já que há disponibilidade em vários trechos. Não vai ser nada demais”, afirma.

Em algumas cidades, a exemplo de Farroupilha, já há expectativa entre os moradores da reativação do transporte ferroviário de passageiro e de carga. Enquanto a equipe fotografava os trechos, os moradores perguntavam se o trem iria realmente voltar aos trilhos dessa região. As cidades de Bento Gonçalves e Carlos Barbosa já contam o trem turístico que é explorado pela iniciativa privada e é um sucesso absoluto.

Durante a rápida visita técnica, os representantes da CBTU passaram por techos ferroviários em Caxias do Sul, na região do Centro, outros bairros e o distrito de Forquete, além das cidades de Farroupilha, Garibaldi, Carlos Barbosa e Bento Gonçalves, no Nordeste do Rio Grande do Sul.

FONTE:http://www.cbtu.gov.br/noticias/dest...8e/260808e.htm
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Novas locomotivas para as ferrovias brasileiras
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Old August 27th, 2008, 09:50 PM   #24
Tiago Costa
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Secretário vai a Santos e defende ferrovia

26/08/2008 - Portogente



O secretário de Transportes de SP, Mauro Arce, visitou o Porto de Santos e defendeu o transporte ferroviário de carga


Nesta terça-feira (26), o secretário de Transportes de São Paulo, Mauro Arce, visitou pela primeira vez o Comitê de Logística do Porto de Santos. E, na bagagem, ele levou ao governador paulista José Serra pelo menos nove pedidos das prefeituras da Baixada Santista, cansadas de esperar por obras de impacto na malha viária da região, que a cada dia se transforma em um gargalo profundo e já espera por dias piores, com a expansão do cais santista em curso.

O curioso e desanimador, entretanto, é que, em poucos momentos, Autoridade Portuária, prefeituras e Governo do Estado falaram a mesma língua. Enquanto Santos, Guarujá e Cubatão concentraram seus esforços em convencer Mauro Arce da necessidade de investimentos pesados no modal rodoviário, o próprio secretário de Transportes e a Codesp defenderam projetos voltados ao transporte de cargas por meio de ferrovias.

À imprensa, antes da participação no Comitê de Logística, ele frisou que o Estado precisa dividir responsabilidades, não tendo condições de arcar todos os projetos de forma solitária. Durante a conversa com as prefeituras portuárias, Arce ouviu cobranças sobre a conclusão do trecho sul do Rodoanel, a construção de uma marginal e de dois viadutos na Via Anchieta, a viabilização de uma conexão direta entre Via Anchieta e Avenida Perimetral, construção de túnel entre Santos e Área Continental, duplicação da Rodovia Cônego Domênico Rangoni e estadualização da Av. Plínio de Queiroz, em Cubatão.

Para o secretário, a atual limitação para movimentação de cargas na capital paulista é terrível, pois no modal ferroviário, tudo passa pela Estação da Luz, entre uma e cinco horas da manhã. Por isso, o governo do Estado está preocupado em agilizar as obras do Ferroanel. Claro que também tiramos de vez do papel o Rodoanel, para facilitar a chegada de caminhões ao Porto de Santos, mas a saída é incentivar o transporte por ferrovias. Os números dos últimos anos mostram isso”.

O presidente da Codesp, José Roberto Correia Serra, concordou com o secretário de Transportes de São Paulo ao frisar a importância do modal ferroviário para um futuro mais tranqüilo do Porto de Santos. A maior prova disso são os próprios números. Em 1994, o porto santista movimentava 34 milhões de toneladas de cargas. Hoje, 14 anos depois, são 85 milhões de toneladas. Ano passado, só 15% das cargas chegavam ao cais por ferrovia. Esse ano, são 22%.


Ou seja, o boom de cargas não foi acompanhado pelo modal ferroviário, um sinônimo de estradas entupidas. “Queremos definir de uma vez por todas algumas obras de cunho ferroviário. Isso vai tirar caminhões das estradas, baratear o transporte, beneficiar a natureza e harmonizar a chegada de mercadorias ao Porto de Santos. Além disso, temos de ouvir as propostas das prefeituras, isso é fundamental para a Codesp”, frisou Correia Serra.

O secretário de Assuntos Portuários e Marítimos de Santos, Sérgio Aquino, afirmou que o equacionamento dos problemas de acesso ao porto passa pelo esforço conjunto das administrações municipais, estadual e federal e que “o planalto deve ser trabalhado de forma integrada com a Baixada Santista”. Só que, para isso, ele pediu mais obras rodoviárias, necessárias ao porto, mas que não batem com o discurso de Arce.

Aquino defende a construção de mais um viaduto para o acesso de caminhões ao Distrito Industrial da Alemoa, em nome da segurança e da agilidade. Ele também luta por uma ligação por túnel entre as margens direita e esquerda do cais, algo que está longe de ser prioritário para o Governo do Estado. Mesmo assim, Mauro Arce deixou o Comitê de Logística afirmando que vai levar todos os pleitos ao governador José Serra. Caberá a ele, diretamente do Palácio dos Bandeirantes, decidir o que é viável ou não neste momento para o maior porto da América Latina.

Fonte: Revista Ferroviaria - Clipping
Link: http://www.revistaferroviaria.com/in...CdMateria=6796
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É por aí que dá pra ver que temos um longo caminho a percorrer, mudando a visão das pessoas que estão no comando do nosso País (isso também inclui os empresários).
Tiago Costa no está en línea   Reply With Quote
Old August 27th, 2008, 11:29 PM   #25
Ramos
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Secretário vai a Santos e defende ferrovia

26/08/2008 - Portogente



O secretário de Transportes de SP, Mauro Arce, visitou o Porto de Santos e defendeu o transporte ferroviário de carga


Nesta terça-feira (26), o secretário de Transportes de São Paulo, Mauro Arce, visitou pela primeira vez o Comitê de Logística do Porto de Santos. E, na bagagem, ele levou ao governador paulista José Serra pelo menos nove pedidos das prefeituras da Baixada Santista, cansadas de esperar por obras de impacto na malha viária da região, que a cada dia se transforma em um gargalo profundo e já espera por dias piores, com a expansão do cais santista em curso.

O curioso e desanimador, entretanto, é que, em poucos momentos, Autoridade Portuária, prefeituras e Governo do Estado falaram a mesma língua. Enquanto Santos, Guarujá e Cubatão concentraram seus esforços em convencer Mauro Arce da necessidade de investimentos pesados no modal rodoviário, o próprio secretário de Transportes e a Codesp defenderam projetos voltados ao transporte de cargas por meio de ferrovias.

À imprensa, antes da participação no Comitê de Logística, ele frisou que o Estado precisa dividir responsabilidades, não tendo condições de arcar todos os projetos de forma solitária. Durante a conversa com as prefeituras portuárias, Arce ouviu cobranças sobre a conclusão do trecho sul do Rodoanel, a construção de uma marginal e de dois viadutos na Via Anchieta, a viabilização de uma conexão direta entre Via Anchieta e Avenida Perimetral, construção de túnel entre Santos e Área Continental, duplicação da Rodovia Cônego Domênico Rangoni e estadualização da Av. Plínio de Queiroz, em Cubatão.

Para o secretário, a atual limitação para movimentação de cargas na capital paulista é terrível, pois no modal ferroviário, tudo passa pela Estação da Luz, entre uma e cinco horas da manhã. Por isso, o governo do Estado está preocupado em agilizar as obras do Ferroanel. Claro que também tiramos de vez do papel o Rodoanel, para facilitar a chegada de caminhões ao Porto de Santos, mas a saída é incentivar o transporte por ferrovias. Os números dos últimos anos mostram isso”.

O presidente da Codesp, José Roberto Correia Serra, concordou com o secretário de Transportes de São Paulo ao frisar a importância do modal ferroviário para um futuro mais tranqüilo do Porto de Santos. A maior prova disso são os próprios números. Em 1994, o porto santista movimentava 34 milhões de toneladas de cargas. Hoje, 14 anos depois, são 85 milhões de toneladas. Ano passado, só 15% das cargas chegavam ao cais por ferrovia. Esse ano, são 22%.


Ou seja, o boom de cargas não foi acompanhado pelo modal ferroviário, um sinônimo de estradas entupidas. “Queremos definir de uma vez por todas algumas obras de cunho ferroviário. Isso vai tirar caminhões das estradas, baratear o transporte, beneficiar a natureza e harmonizar a chegada de mercadorias ao Porto de Santos. Além disso, temos de ouvir as propostas das prefeituras, isso é fundamental para a Codesp”, frisou Correia Serra.

O secretário de Assuntos Portuários e Marítimos de Santos, Sérgio Aquino, afirmou que o equacionamento dos problemas de acesso ao porto passa pelo esforço conjunto das administrações municipais, estadual e federal e que “o planalto deve ser trabalhado de forma integrada com a Baixada Santista”. Só que, para isso, ele pediu mais obras rodoviárias, necessárias ao porto, mas que não batem com o discurso de Arce.

Aquino defende a construção de mais um viaduto para o acesso de caminhões ao Distrito Industrial da Alemoa, em nome da segurança e da agilidade. Ele também luta por uma ligação por túnel entre as margens direita e esquerda do cais, algo que está longe de ser prioritário para o Governo do Estado. Mesmo assim, Mauro Arce deixou o Comitê de Logística afirmando que vai levar todos os pleitos ao governador José Serra. Caberá a ele, diretamente do Palácio dos Bandeirantes, decidir o que é viável ou não neste momento para o maior porto da América Latina.

Fonte: Revista Ferroviaria - Clipping
Link: http://www.revistaferroviaria.com/in...CdMateria=6796
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É por aí que dá pra ver que temos um longo caminho a percorrer, mudando a visão das pessoas que estão no comando do nosso País (isso também inclui os empresários).
O secretário Mauro Arce está no cargo há um bom tempo, sendo que até agora não existe nenhum departamento ferroviário (sendo que a malha de SP é enorme), como se o estado não tivesse ferrovias. Além disso não existem projetos do estado para as ferrovias.

No site da secretaria de Transportes quase não há menções à rede ferroviária que atravessa o estado:
http://www.transportes.sp.gov.br

Não adianta o secretário defender a ferrovia paulista e não ter nenhum projeto ou departamento para a ferrovia dentro de sua pasta.

De boas intenções o inferno está cheio. . .
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Old August 28th, 2008, 12:08 AM   #26
Tiago Costa
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Claro, quem apóia os investimentos em ferrovias? Ele tem uma vaga vontade de fazer investimentos, e como recebem essas idéias? As pessoas só pensam em rodovias. Mas preferia alguém que quisesse investir muito mais em ferrovias do que ele.
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Old August 29th, 2008, 02:39 PM   #27
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TST mantém proibição de monocondução

27/08/2008 - JC Net

Em julgamento realizado no Tribunal Superior do Trabalho (TST) ontem, foi rejeitado o mandado de segurança impetrado pela Ferrovia Novoeste - administrada pela holding América Latina Logística (ALL) - com o objetivo de derrubar a liminar concedida pela Justiça do Trabalho de Bauru, proibindo a prática da monocondução (um só maquinista) nos trens. A informação é da assessoria de imprensa do Sindicato de Trabalhadores em Empresas Ferroviárias de Bauru, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.

Segundo a entidade, o ministro Ives Gandra da Silva Martins Filho, relator do processo, proferiu voto contrário à prática em razão dos argumentos apresentados pelo sindicato no julgamento feito pelos diretores Roberval Duarte Placce e Marcos Antonio de Oliveira e pelo advogado Antonio Alves Filho, de Brasília.

Com esta decisão, fica mantida a obrigação da ferrovia Novoeste efetuar a operação de comboios ferroviários utilizando o maquinista e o maquinista auxiliar nos Estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. Ontem, a reportagem não conseguiu contato com a assessoria de imprensa da ALL para falar sobre o assunto.

Fonte:http://www.revistaferroviaria.com/in...CdMateria=6805
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Novas locomotivas para as ferrovias brasileiras

Last edited by Landerson Egg; August 29th, 2008 at 05:56 PM.
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Old August 29th, 2008, 05:59 PM   #28
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III SEMINÁRIO FERROVIÁRIO CULTURAL


O III Seminário Turismo Cultural Ferroviário, de 13 a 15 de setembro, no SESC Pousada de Juiz de Fora, irá discutir a incrementação do turismo ferroviário, abordando temas como a profissionalização do setor e a visão acadêmica. O evento terá também exposições paralelas, de fotografias e ferromodelismo, contando um pouco da história das ferrovias no Estado e no Brasil. E ainda eventos culturais, como espetáculos musicais e visita ao Museu ferroviário de Juiz de fora.

O seminário é uma realização, em parceria com a ABOTTC - Associação Brasileira de Operadoras de Trens Turísticos Culturais; MPF - Movimento de Preservação Ferroviária; SESC - Serviço Social do Comércio - Administração de Minas Gerais; e UNIPAC - Universidade Presidente Antônio Carlos.

Os interessados já podem fazer suas reservas de hospedagem no SESC Pousada de Juiz de Fora, que vai oferecer preços especiais de hospedagem para os participantes do evento. Foram montados pacotes, com saída de Belo Horizonte, a um custo de R$100,00 por pessoa, incluindo hospedagem e participação no seminário.

Informações e Reservas:
Telefone: (32) 32331144 - Fax: (32) 32331005
www.sescmg.com.br - sescmg@uai.com.br
Em Belo Horizonte: (31) 32791473 - (31) 32791493

Fonte: http://www.geocities.com/baja/cliffs...o_cultural.htm
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Novas locomotivas para as ferrovias brasileiras
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Old August 30th, 2008, 04:47 PM   #29
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Jaraguá tem encontro de negócios da Norte-Sul

28/08/2008 - Goiás Agora

A cidade de Jaraguá, no Centro Goiano, sedia amanhã, 29, o segundo encontro de negócios (workshop) da área de influência da Ferrovia Norte-Sul. O evento está marcado para as 9 horas, na Associação Atlética Banco do Brasil (AABB). A iniciativa é uma ação conjunta do governo estadual, por meio da Secretaria do Planejamento e Desenvolvimento (Seplan), e da Valec Engenharia Construções e Ferrovia; com a parceria do Sebrae-Goiás, do Banco do Brasil e das empresas empreiteiras responsáveis pela construção dos trechos da via férrea em território goiano.

Ao todo estão programados nove workshops até outubro, em igual número de municípios-pólo localizados na área de influência da Ferrovia Norte-Sul. O primeiro encontro foi realizado na última sexta-feira, 22, em Petrolina, com a presença de cerca de 500 micro e pequenos empresários da localidade e de municípios vizinhos. Na ocasião, foram apontadas oportunidades concretas de negócios que devem surgir, no curto prazo, com o início das obras da via férrea na região. Também foram repassadas informações sobre o andamento da obra em todo o trecho goiano, que vai de Anápolis à divisa com o Estado do Tocantins.

De acordo com o secretário do Planejamento e Desenvolvimento, Oton Nascimento Júnior, os encontros de negócios têm o propósito de divulgar, com maior eficiência, os potenciais econômicos existentes ao longo do trajeto da ferrovia em Goiás, com destaque para a agricultura, pecuária, mineração, comércio e prestação de serviços. Os workshops também serão oportunidades para que as empresas construtoras possam estabelecer canais diretos com as comunidades locais, apresentando suas demandas por produtos, serviços e mão-de-obra.

A meta é envolver o maior número de agentes econômicos nos municípios-pólo, bem como das cidades próximas, para que participem de forma efetiva do processo de construção e consolidação da ferrovia. Conforme o secretário, somente a construção da via férrea resultará na contratação de cerca de 7,5 mil trabalhadores em Goiás, além de gerar milhares de empregos indiretos. Isso traz reflexos muito positivos na economia dos municípios localizados ao longo de seu trajeto. Além de Petrolina e Jaraguá, estão programados workshops em Rialma/Ceres, São Luiz do Norte, Uruaçu, Pirenópolis, Estrela do Norte, Porangatu e Anápolis.

Mais informações: (062) 3201-7810

Fonte: http://www.revistaferroviaria.com/in...CdMateria=6812
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Novas locomotivas para as ferrovias brasileiras
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Old August 30th, 2008, 04:55 PM   #30
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Atraso marca obras na Transnordestina

27/08/2008 - Diário do Nordeste

Trecho da construção da Transnordestina, entre Brejo Santo (CE) e Salgueiro (PE)


Trecho da construção da Transnordestina, entre Brejo Santo (CE) e Salgueiro (PE)

Brejo Santo. As frentes de trabalho da Ferrovia Transnordestina, que partem de Missão Velha, no Ceará, e Salgueiro, em Pernambuco, estão no meio do caminho, no município de Brejo Santo. Faltam somente cerca de 10 quilômetros para o encontro dos dois canteiros de obras. Esta é a primeira parte dos 1,7 mil quilômetros previstos no projeto total da ferrovia, que deverá ligar o Interior do Nordeste aos portos de Pecém (CE) e Suape (PE), a entrar em obras.

Nos outros trechos, nenhuma obra foi iniciada. A ordem para o início da construção da ferrovia foi dada há dois anos, e a previsão, de acordo com o projeto inicial, é de que ela esteja pronta em 2010. No entanto, em razão do atraso, o prazo já aponta para 2011.

O projeto está sendo executado pela Empresa Industrial Técnica (EIT), que não fornece nenhuma informação sobre o andamento das obras. Nos escritórios regionais da construtora, a informação é de que somente a Companhia Ferroviária Nacional (CFN), que agora mudou a razão social para Transnordestina Logística, está autorizada a falar sobre o assunto. A Assessoria de Imprensa da empresa, com sede em São Paulo, disse que enviaria por e-mail ou fax dados sobre o andamentos das obras, mas até o fechamento desta edição, a reportagem não recebeu nenhuma informação.

No campo, o Diário do Nordeste apurou que, somente no Lote 1, entre Salgueiro e Brejo Santo, são cerca de dez frentes de trabalho. Em alguns trechos está sendo feito a imprimação do terreno para a colocação dos trilhos que, segundo um dos fiscais da EIT, que preferiu não se identificar, serão instalados por outra empresa.

A linha que liga Salgueiro ao Porto de Suape, já existe, mas será reconstruída. Isso porque a linha atual é em bitola métrica, ou seja, os trilhos têm um metro de distância um do outro, e as ferrovias modernas são feitas em bitola larga, com 1,6 metro de distância.

Os trabalhos de construção da Ferrovia Transnordestina foram iniciados no dia 6 de junho de 2006, há dois anos, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em discurso pronunciado ao lado da Estação Ferroviária de Missão Velha, ele disse que o projeto seria a “redenção” do Nordeste.

“Estamos fazendo essa ferrovia para que o Nordeste brasileiro deixe de ser a eterna região pobre do País e passe a ser uma região rica, desenvolvida, capaz de gerar empregos e oportunidades que a sociedade brasileira precisa”, disse Lula.

Escoamento de produção

Idealizado há mais de um século e com obras paradas há 17 anos, por falta de recursos, o projeto da Ferrovia Transnordestina pode, finalmente, ganhar o mundo real, graças a um financiamento de R$ 4,5 bilhões, com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Uma vez concluída, a Transnordestina possibilitará o escoamento da produção de grãos do oeste baiano e do cerrado do Piauí, de frutas cultivadas no Vale do São Francisco, e da produção do pólo gesseiro de Araripina (PE).

Entre os produtos a serem transportados destacam-se os agrícolas, que registram forte crescimento no cerrado nordestino. Da mesma forma avançam as colheitas de milho e algodão. As previsões são de contínua expansão, porque a região é considerada a nova fronteira agrícola do País.

Além dos grãos, há um grande potencial para beneficiar outros segmentos, transportando mercadorias como tijolos, roupas, cal, gesso, mel, calçados, móveis, frutas, minerais, combustíveis e outros produtos, porque a ferrovia vai passar por dezenas de municípios de Pernambuco, Ceará e Piauí, onde se organizam arranjos produtivos locais, novos pólos de produção e áreas já industrializadas, que se tornarão mais competitivos com o novo transporte ferroviário da região.

Fonte: http://www.revistaferroviaria.com/in...CdMateria=6787
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ulilopes
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É, até que enfim que o pessoal está se tocando de que só caminhão é inviável!!!
Um trem tira facilmente 100 caminhões das ruas e rodovias... é menos trânsito, menos poluição, menos gasto com combustível...

PS: Uma opinião minha: onde hoje em SP há compartilhamento cargas / passageiros, pode-se pôr uma linha exclusiva para cargas na faixa de domínio (ex, nas linhas D-10 e B-8.) e implantar centros logísticos em vários galpões que existem ao longo dessas linhas. O trânsito urbano agradece.

Concordo plenamente!
Acho estranho aqui no Brasil verem os caminhões como principal transporte de cargas...
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Old September 1st, 2008, 04:06 PM   #32
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Participantes aprovam documento final do Serra Gaúcha nos Trilhos

Com um documento que indica os próximos passos a serem dados para a implantação do Trem Regional de Passageiros e Cargas da Serra Gaúcha, redigido pelos promotores e aprovado pelos órgãos participantes, que registram e aprovam o documento, a seguir, foi encerrado no dia 26 de agosto o Seminário Serra Gaúcha nos Trilhos - Trem e Desenvolvimento Regional, na sede da Câmara da Indústria, Comércio e Serviços (CIC), em Caxias do Sul, com a presença de empresários, prefeitos e representações dos municípios da região.

CONCLUSÕES E PRÓXIMOS PASSOS
1) Há unanimidade na afirmação de que é urgente avançar em medidas práticas concretas para a retomada do modal ferroviário, integrando transporte de cargas e passageiros e sua conexão com os demais modais de transporte.
2) Fica definida a Aglomeração Urbana do Nordeste – AUNe como a articuladora e porta voz das demandas regionais sobre as questões da retomada do trem, num processo planejado, coletivo, gradativo e continuado, devendo compor um Comitê de Trabalho envolvendo as instituições promotoras do evento e demais segmentos locais interessados e possíveis assessorias técnicas necessárias. Caberá aos participantes o compromisso de dispor informações e logística referentes aos setores representados. Desde já, caberá aos municípios, encaminhar soluções para a liberação e proteção da faixa de domínio da ferrovia e de eventuais áreas necessárias à implantação do projeto.

3) O Seminário do Trem Regional, Serra Gaúcha nos Trilhos, indica como necessário a elaboração de um projeto básico de viabilidade econômica e social, com levantamento de dados, diagnósticos e propostas, considerando os estudos já realizados, contemplando:
- transporte ferroviário urbano e regional, de passageiros, de turismo e de cargas;
- integração aos demais modais de transporte: rodoviário, dutoviário, aeroviário e hidroviário (porto de Estrela);
- extensão aos demais municípios da AUNe e aos demais municípios que compõem a Região Funcional III – Rumos 2015;
- ligações externas à região, conectando com a rede estadual e aos mercados nacionais e internacionais;
- utilização de tecnologias sustentáveis;
- adequação aos aspectos ambientais, sociais e econômicos;
- parceria entre as esferas governamentais municipais, estaduais e federais, e a iniciativa privada;
- processo de forma planejada, coletiva, gradativa e continuada.

4) Firmar Protocolo de Intenções entre União, Estado e Municípios para estabelecer as competências de cada um no processo de implantação do trem regional;

5) Conforme indicado no estudo do BNDES de abril de 2000, e nos debates do seminário, o cronograma de implantação do trem regional da Serra Gaúcha, deverá prever, no mínimo, as seguintes etapas, (podendo algumas serem simultâneas):
a) Continuar os atuais debates entre os interessados locais para elaborar e assinar Carta de Compromissos, ou outro instrumento formal;
b) Contratação pelo BNDES, do projeto básico e estudo de viabilidade econômica, financeira e social, incluindo a reforma e melhorias na infra- estrutura e nas estações nos trechos pretendidos, com acompanhamento do Ministério dos Transportes e da CBTU;
c) Licitação para a recuperação, melhorias e exploração do trecho.

6) Acolher todas as contribuições feitas a este Seminário e publicados nos anais, em forma de livro, para servirem de subsídios para a continuidade dos trabalhos.

7) Criação de um cronograma de trabalho compartilhado, prevendo até o final do ano de 2008, as ações a serem implementadas.

8) Os atores regionais reivindicam participação efetiva do Governo Federal, inclusive com investimentos de recursos orçamentários, em face da natureza social do empreendimento, buscando parcerias com demais setores interessados.


Caxias do Sul, 26 de agosto de 2008.


PROMOTORES E ÓRGÃOS PARTICIPANTES:
Aglomeração Urbana do Nordeste – AUNe
Associações de Municípios ( AMESNE, AMUCSER e AMSERRA)
Conselhos Regionais de Desenvolvimento (SERRA, HORTÊNCIAS e CAMPOS DE CIMA DA SERRA)
Câmaras de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul e da Região
Associação de Turismo da Serra Gaúcha – ATUASERRA
Universidade de Caxias do Sul –UCS
Faculdade da Serra Gaúcha – FSG
Companhia Brasileira de Trens Urbanos – CBTU – Ministério das Cidades
Ministério dos Transportes
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES
METROPLAN
IPHAE

FONTE: www.cbtu.gov.br
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Novas locomotivas para as ferrovias brasileiras
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Old September 2nd, 2008, 02:15 AM   #33
paulosergio1405
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Próxima parada: Pirapora


"
RITMO ACELERADO: trabalhadores trocam dormentes de um trecho da linha Corinto-Pirapora


Cento e cinquenta e nove quilômetros de trilhos separam atualmente a região do noroeste de Minas Gerais da possibilidade de ter um futuro próspero. Em uma das extremidades desta linha, ao norte, está a cidade de Pirapora, de 50 mil habitantes, banhada pelo rio São Francisco, e na outra ponta, o município de Corinto, localizado a 200 quilômetros de Belo Horizonte. Atualmente, quase não se vê trem nesta linha férrea. Mas este cenário vai mudar: trabalhadores e máquinas da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), empresa controlada pela Vale, já deram início a uma completa reforma da linha, que prevê a troca dos dormentes, dos trilhos e obras de reforço das estruturas de quatro pontes. Uma nova ferrovia deverá surgir em março de 2009 nesta região. Será algo capaz de suportar o peso de seis locomotivas puxando 90 vagões, cada um repleto com cerca de sete mil toneladas de grãos, como soja e milho. O caminho estará aberto, portanto, para cargas pesadas seguirem de Pirapora a Belo Horizonte e daí para o porto de Tubarão, no Espírito Santo, uma porta de exportação do País. Neste novo cenário, os atuais e futuros produtores do noroeste de Minas Gerais terão como escoar a produção sem que precisem dar uma volta enorme por rodovias até Uberlândia e dali embarcar a carga em trens. Para se ter uma idéia, 90 vagões carregados correspondem a 600 caminhões.

A infra-estrutura vai chegar na frente da produção e incentivar o desenvolvimento do agronegócio e da indústria na região", diz Marcello Spinelli, presidente da FCA e diretor de logística da Vale. A seu ver, o projeto vai deslanchar o desenvolvimento de uma área de grande potencial econômico. "Vamos garantir competitividade aos produtores locais", acrescenta ele. A Vale e a FCA informam estar investindo R$ 300 milhões no projeto, que conta com o apoio do governo do Estado. O objetivo final é ganhar com o transporte de até 2,7 milhões de toneladas de grãos por ano, se tudo der certo. É um caso de empresa que não fica esperando os clientes baterem à sua porta. A iniciativa no noroeste de Minas é inspirada em outras fronteiras abertas pela Vale no País, como a da estrada de ferro Carajás, a ferrovia Norte-Sul, no Maranhão, e a Litorânea Sul, que trouxeram oportunidades de negócios para estas regiões.



Produtores de soja acompanham de perto o trabalho na linha férrea. Eles não têm dúvidas de que se beneficiarão do projeto, mas preferem ver tudo concluído para comemorar. Isso porque será preciso construir também um terminal de carga em Pirapora. Estas obras ainda não tiveram início. O diretor técnico da fazenda de soja Agromen, Leonardo Mendonça Tavares, antecipa que, com a nova ferrovia, não precisará dar mais aos compradores desconto de 5% na venda das sacas. No momento, sua soja viaja 260 quilômetros por rodovias para chegar ao terminal de trem mais próximo. "A ferrovia vai melhorar muito a nossa situação", diz ele. "Mas várias coisas precisam ainda ser feitas." Spinelli, porém, tranqüiliza: "Garantimos a realização do projeto porque acreditamos no Brasil e temos musculatura para isso." Segundo ele, se depender da ferrovia, o futuro próspero do noroeste de Minas está assegurado. O desenvolvimento deverá chegar sem danos ao meio ambiente. "Há muitas terras degradadas na região, fazendas cujos negócios não evoluíram, que poderão ser cultivadas", afirma Spinelli. O engenheiro agrônomo Luiz Antonio Soave, da Campo Consultoria, fez um estudo que aponta existir 1,5 milhão de hectares já disponíveis para a agricultura. "Não é preciso desmatar áreas", diz ele. Ao que tudo indica, o trem no século 21 chega anunciando o progresso com sustentabilidade."


(IstoE Dinheiro- 18/7/2008)
Será que não tem jeito desse ramal ser extendido até Brasília e Goiânia??
E quem sabe chegar até ao oeste baiano?? interligando a região Oeste da bahia com Brumado ? Formando uma rede férrea!
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Old September 2nd, 2008, 03:53 AM   #34
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Será que não tem jeito desse ramal ser extendido até Brasília e Goiânia??
E quem sabe chegar até ao oeste baiano?? interligando a região Oeste da bahia com Brumado ? Formando uma rede férrea!
A FCA já chega em Brasília e Goiania, e a linha da FCA da qual esse ramal vai sair, vai de BH até Salvador passando por Montes Claros e parte do centro da Bahia.
A parte mais extrema do oeste baiano vise beneficiar com NORTE SUL
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Novas locomotivas para as ferrovias brasileiras

Last edited by Landerson Egg; September 2nd, 2008 at 03:58 AM.
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Sysfer participa de projeto com a FTC

02/09/2008 - Sysfer

A SYSFER fechou contrato de prestação de serviços com a FTC para desenvolver em conjunto com o IPAT (Instituto de Pesquisas Ambientais e Tecnológicas) da UNESC, projeto de Geoprocessamento da malha da ferrovia.

O IPAT fará mapeamanto e imagens aéreas de toda extensão da ferrovia, registrando acessos, rede hidrográfica, ocupações irregulares, relevo dos terrenos, etc.

Caberá a SYSFER realizar o Georeferenciamento das feições da ferrovia, como: via permanente, AMV´s, imóveis, faixa de domínio, bem como, desenvolver o processo de integração da base GEO com o banco de dados do SISPAT – Sistema de Gestão de Patrimônio, onde estão armazenadas as informações detalhadas dos bens da Ferrovia.

Com a implantação deste projeto os técnicos da FTC terão a disposição um sistema de informação onde será possível navegar pelo mapa da malha, obtendo as características da via permanente e dos bens patrimoniais agregados a cada trecho.

Fonte: http://www.revistaferroviaria.com/in...CdMateria=6831
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Old September 3rd, 2008, 03:40 AM   #36
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Vale promove o Encontro de Ferrovias

02/09/2008 - Simefre

De 21 a 23 de outubro de 2008, será realizado no Auditório da Valer, Universidade Corporativa da Vale - Vitória / ES, o Encontro de Ferrovias, que é uma iniciativa das empresas Vale, Transnordestina, MRS Logística, ALL América Latina Logística e Ferrovia Tereza Cristina e que conta com o apoio institucional da ANTF – Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários. Este encontro tem como principal objetivo promover um intercâmbio de conhecimento entre as Ferrovias Brasileiras, através da divulgação de trabalhos técnicos e científicos desenvolvidos nestas empresas, na indústria ferroviária e no meio acadêmico. Neste evento serão apresentados trabalhos selecionados por um comitê de avaliação, composto por representantes das Ferrovias e dos Centros Acadêmicos que apóiam a pesquisa ferroviária no país. O evento também contará com dois debates através de mesa redonda onde serão discutidos os desafios do crescimento ferroviário frente ao impacto sócio-ambiental, tecnologia e produtividade.

O tema central do evento, Desafios de Capacidade e Sustentabilidade para o crescimento das Ferrovias, abordarão tópicos relacionados à busca permanente pela segurança operacional e eficiência máxima no transporte ferroviário de cargas frente às crescentes demandas deste modal. Terá o seguinte Slogan: “Otimizando o presente, produzindo o futuro”.

Sessões Técnicas

Objetivo1: mostrar o que vêm sendo desenvolvido e apresentar as tecnologias de mercados que estão sendo utilizadas pelas ferrovias para otimizar a produtividade e ampliar o conhecimento buscando o aperfeiçoamento nas aplicações na Empresa.

Objetivo2: Apresentar CASES de sucesso desenvolvidos e implantados nas ferrovias com o objetivo de disseminar as melhores práticas onde todas as ferrovias poderão se beneficiar do benchmarking.

1. Operação

1.1. Dimensionamento e distribuição de locomotivas

1.2. Distribuição de vagões para clientes e terminais

1.3. Produtividade e Capacidade de Processos

1.4. Dimensionamento e alocação de escalas e equipagens

1.5. Modelos de simulação e otimização de processos

1.6. Eficiência energética

1.7. Modelos de trens (formações de composição)

1.8. Capacitação e Gestão do desempenho do pessoal operacional

1.9. Gestão de Combustível

1.10. Combustíveis alternativos

1.11. Conceitos e Métricas dos Indicadores Operacionais

2. Material Rodante

2.1. Estratégias/Políticas de Manutenção (Planos x ciclo)

2.2. Novos projetos de vagões

2.3. Planos de aquisição de novas locomotivas AC

2.4. Novas tecnologias e componentes utilizados em materiais rodante

2.5. Contato roda x trilho

2.6. Aumento de carga por eixo

2.7. Esforços nos Engates

2.8. Dispositivos de segurança

3. Via Permanente

3.1. Novas tecnologias e componentes utilizados na via permanente

3.2. Mecanização

3.3. Estratégias/Políticas de Manutenção (Planos x ciclo)

3.4. Processos de soldagem de trilhos

3.5. Materiais alternativos

3.6. Sistema de Gestão Integrada

4. Sinalização, Automação e Tecnologia

4.1. Novas tecnologias e componentes utilizados na sinalização

4.2. Sistemas Waysides

4.3. Computadores de Bordo

4.4. TAG´s e RFID

4.5. Tecnologias de Proteção ao Patrimônio

4.6. Sistemas de carregamento de precisão

4.7. Sistema de Gestão Ferroviária

Sessões Gerais

5. Grupos de Discussão

5.1. Gestão de Estoques

5.2. Patrimônio

5.3. Licenciamento e Impactos ambientais

5.4. Financiamentos

5.5. RH

5.6. Suprimentos de materiais e componentes

5.7. Homologação e Avaliação de Fornecedores

5.8. Negócios Inter-Ferrovias

5.9. Jurídico

5.10. Comunicação

5.11. Comercial

5.12. Plano de Negócios

Painel de Discussão (ao final das sessões técnicas)

Mesa Redonda

Objetivo: Apresentar discussões sobre os próximos passos para o desenvolvimento técnico do setor ferroviário através de pesquisas e aporte de tecnologias externas já aplicadas com sucesso em outros setores ou países, e buscar o estreitamento das relações com as Universidades, Centros de P&D e Empresas Ferroviárias no exterior e Empresas detentoras de tecnologias que se aplicam às ferrovias.

Temas:

1) Desafios do crescimento ferroviário frente ao impacto sócio-ambiental

2) Tecnologia e produtividade.

Para finalizar, nos dia 23/10, entre 10h00 e 13h00, os participantes estão convidados a fazer uma visita técnica ao Complexo de Tubarão.

Para viabilizar este importante projeto, contamos com a participação de empresas fornecedoras do setor ferroviário como patrocinadoras, pois terão uma oportunidade única de estar em contato direto por três dias com técnicos do setor ferroviário.

Fonte: http://www.revistaferroviaria.com/in...Busca=&pagina=
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Ferroeste faz logística de insumos para Agricultura





O calcário é um produto fundamental para a agricultura, pois neutraliza a acidez do solo, melhorando as condições de drenagem e arejamento. O programa, iniciado em maio deste ano, pela Secretaria da Agricultura e do Abastecimento beneficia agricultores familiares das regiões Oeste e Sudoeste, com uma redução de compra de 20% do valor total do produto. Para implementação do programa, a Secretaria da Agricultura e do Abastecimento e a Ferroeste, além de empresários do setor, se reúnem para discutir a implementação das metas estabelecidas no Programa e efetivar a política pública que combina o acesso ao crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e o escoamento do calcário até o campo.



De acordo com Fábio Pini, diretor executivo da Associação dos Produtores de Cal e Calcário (APPC), a Ferroeste pode contribuir com a resolução do problema do alto custo do frete de forma inteligente, encontrando alternativas de escoamento, entre safras, numa composição favorável tanto para os agricultores, quanto para as empresas de calcário. “Hoje, o preço final do produto é de R$ 15,00 a tonelada e o frete chega a R$ 45,00, ou seja uma equação”, explica.



Outra estratégia que envolve a Ferroeste, de fundamental importância para a implementação do Programa Calcário para Agricultura é a construção de um terminal ferroviário em Laranjeiras do Sul, do qual o calcário poderá ser distribuído para as regiões Sudoeste e do Cantuquiriquaçu, locais onde há grande necessidade de elevação do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).



De acordo com o presidente da Cooperativa Agroindustrial, Paulino Capelim Fachin, o terminalvai trazer redução do preco calcário e do custo de embarque ao Porto de Paraganaua, beneficando a indústria de soja para o mercado interno e exportação”.



Por: Christiane Atta

Fonte: http://www.ferroeste.pr.gov.br/modul...php?storyid=69
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Old September 4th, 2008, 01:53 AM   #38
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Trem de passageiros oferece vagões extras para o feriado


O trem de passageiros da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM) aumentou sua composição para atender à procura por passagens no feriado (dias 05, 06, 07 e 8 de setembro). O trem vai circular com três vagões executivos e dez vagões econômicos, totalizando 1.016 lugares. Mesmo assim a orientação é adquirir o bilhete com antecedência.

A passagem de Vitória a Belo Horizonte custa R$ 40, na classe econômica e R$ 61 na executiva. De Belo Horizonte para Vitória os valores são R$ 43 na classe econômica e R$ 65 na executiva. São dois trens diários; um deles saindo de Vitória às 7h e outro saindo de Belo Horizonte às 7h30. Os destinos mais procurados por passageiros que embarcam em Vitória são Governador Valadares, Ipatinga e Belo Horizonte. Vitória é o destino da maioria dos que embarcam em Belo Horizonte.

O trem da Estrada de Ferro Vitória a Minas, único trem de passageiros diário do Brasil, transporta cerca de 4.500 pessoas todos os dias.

Serviço:

Os preços para os destinos mais procurados são:
Vitória X G Valadares - econômica: R$21, executiva: R$34;
Vitória X BH - econômica: R$40, executiva: R$61;
BH X Vitória – econômica: R$43, executiva: R$65;
BH X G Valadares - econômica: R$23, executiva: R$37

Para outros destinos ligue para Alô Ferrovias 0800 285 7000
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███████████
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Trem de passageiros oferece vagões extras para o feriado


O trem de passageiros da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM) aumentou sua composição para atender à procura por passagens no feriado (dias 05, 06, 07 e 8 de setembro). O trem vai circular com três vagões executivos e dez vagões econômicos, totalizando 1.016 lugares. Mesmo assim a orientação é adquirir o bilhete com antecedência.

A passagem de Vitória a Belo Horizonte custa R$ 40, na classe econômica e R$ 61 na executiva. De Belo Horizonte para Vitória os valores são R$ 43 na classe econômica e R$ 65 na executiva.
Que estranho, o trem circula sempre com 4 carros executivos e pelo menos 15 carros classe econômica,Devem ser mais três carros na classe executiva e mais 10 carros na classe econômica.

BH>VIX R$43
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Old September 4th, 2008, 05:30 PM   #40
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Fiemt apóia construção de ramal ferroviário

03/09/2008 - Diário de Cuiabá


A Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt) apóia integralmente a construção da ferrovia Leste-Oeste. Os trilhos vão escoar além da safra de grãos, seriam transportados também outros produtos da pauta de exportação, como carnes e minérios.

Com este ramal os produtores poderão ter uma economia de até 30% nos custos do frete, de acordo com estimativas da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

Segundo o coordenador para Assuntos Ferroviários da Federação Fiemt, Luiz Garcia, a obra irá proporcionar importantes avanços à economia de Mato Grosso. “A Fiemt apóia sem restrições o novo projeto, que dará celeridade ao escoamento da safra agrícola, mas defende também a continuidade das obras da Ferrovia Senador Vuolo a Rondonópolis e Cuiabá”, observa.

Garcia diz que a Leste-Oeste é fundamental para acelerar o processo de escoamento da safra do norte estadual, que produz atualmente mais de cinco milhões de toneladas de soja. “Há uma estimativa de que o Brasil, nos próximos cinco anos, vai precisar produzir 85 milhões de toneladas de soja. E é aqui na região Centro-Oeste, mais precisamente em Mato Grosso, que isso acontecerá”, frisa.

Por isso, ele vê o projeto como de “fundamental importância” para incrementar a economia regional. “Seria muito bom mesmo se isso [a construção do novo ramal] viesse a se concretizar. É sinal de que o Brasil está disposto a tomar atitudes estruturantes para o processo produtivo e para reduzir o custo Brasil”, salientou o representante da Fiemt.

ECONOMIA - Com os trilhos interligando Lucas do Rio Verde ao porto de Itaqui, em Vilhena, o presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado (Aprosoja), Glauber Silveira, acredita que será possível “baratear substancialmente” os custos de produção. “A cada duas partes da safra que o produtor leva para os portos de exportação, uma fica para pagar frete. E essa economia fará a diferença em termos de rentabilidade e competitividade no mercado internacional”. Segundo ele, os produtores de soja gastam R$ 1 bilhão a mais a cada safra por falta de logística.

“Sem dúvida, a ferrovia irá trazer um forte estímulo à economia da região, principalmente na área de influência da ferrovia, que concentra a maior densidade agrícola do Estado”, frisa.

Para ele, a iniciativa de se construir a Leste-Oeste representa uma saída a mais para melhorar a competitividade dos produtos regionais. “O projeto irá atender uma grande demanda de necessidades, que é o escoamento da safra. Mato Grosso é o grande celeiro do país e precisa de uma logística de transporte mais eficiente para escoar a safra e dar maior competitividade aos agricultores”, afirmou.

Fonte: http://www.revistaferroviaria.com/in...CdMateria=6845
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