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Old August 1st, 2009, 03:21 AM   #421
Kwame
Nkrabea Nni Kwatibea
 
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Angolan empreendedorismo é o mais elevado de África

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Luanda, Angola, 27 Jul – O empreendedorismo dos angolanos é dos mais altos do mundo e o mais alto no continente africano, mas estes consideram insuficiente o apoio de financiamento disponível, segundo o Monitor de Empreendedorismo Global (GEM).

O estudo, elaborado pela universidade norte-americana de Babson e pela London Business School, é considerado o maior do género e tenta estabelecer a ligação entre crescimento económico e a actividade empresarial.

Na última edição (2008), divulgada em Julho, Angola é incluída pela primeira vez no grupo de 43 países, numa análise feita em parceria com a Sociedade Portuguesa de Inovação e com Universidade Católica angolana, e surpreende surgindo à frente de grandes países como Egipto ou África do Sul, e lado-a-lado com economias europeias ou asiáticas.

O nível de empreendedorismo é considerado “muito elevado”, com perto de 23 por cento das pessoas envolvidas na actividade empresarial, embora “sejam necessárias reformas para melhorar o acesso dos empreendedores ao financiamento e a sua capacidade para criar novas empresas”.

Os dados, maioritariamente oriundos de sondagem à população, indicam que, em 2008, 23 adultos em cada 100 estiveram envolvidos em jovens empresas (“start-up”), a quarta mais alta taxa dos 43 países do estudo e mais de duas vezes a média destes países (10,5 por cento).

“Angola tem cerca de 4,7 vezes mais empreendedores de negócios nascentes do que donos de novos negócios. Estes dados tornam Angola o país (incluído no estudo) com a maior diferença relativa entre os dois tipos de actividade empreendedora”, refere o Monitor.

“Em Angola, cerca de um quarto (25,2 por cento) da população adulta do sexo feminino está envolvida em actividades empreendedoras “early-stage”. No caso dos homens, esta proporção desce para um quinto (20,3%). Nenhum outro país GEM 2008 tem maior proporção de empreendedores do sexo feminino do que do sexo masculino”, sublinha.

Mais de metade dos homens e mulheres adultos em Angola crê reunir os conhecimentos e competências necessários para iniciar um negócio e a “necessidade” é o principal factor de motivação.

Os especialistas contactados pelos autores do estudo “consideram que o apoio financeiro aos empreendedores é parcialmente insuficiente”, tal como de programas governamentais de o apoio ao empreendedorismo, educação e transferência de Investigação e Desenvolvimento.

Outros pontos baixos são a burocracia, regulamentações requisitos de licenciamento “excessivamente difíceis em Angola” , alem das infra-estruturas, consideradas ainda insuficientes.

“Mais positiva” é a apreciação de factores sociais culturais, subsídios e das políticas governamentais, “particularmente no que diz respeito ao grau em que favorecem os novos negócios e ao carácter de prioridade que o governo atribui ao empreendedorismo”.

“Quando se compara Angola com as economias orientadas para a eficiência e para a inovação, verifica-se também esta tendência em quase todos os aspectos”, sublinha o estudo.

Numa altura em que estão a ser implementadas reformas a todos os níveis no pais, visando a melhoria das condições existentes e o impulso do sector privado, o ”empreendedorismo, em particular, é reconhecido como um factor crítico para o desenvolvimento contínuo de Angola”.

“Estimular a actividade empreendedora da população angolana” , adianta, iria “permitir o crescimento de negócios novos e inovadores, contribuindo assim para reduzir a dependência do País relativamente ao petróleo e mantendo as mais elevadas taxas de crescimento a nível mundial”.

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Entrepreneurship in Angola is the highest in Africa

Quote:
Luanda, Angola, 27 July – Entrepreneurship amongst Angolans is one of the highest in the world and is the highest on the African continent, yet they consider the financial support available to be insufficient, according to the Global Entrepreneurship Monitor (GEM).

The study, carried out by the North American university of Babson and by the London Business School, is considered the biggest of its kind and aims to establish a link between economic growth and entrepreneurial activity.

In the latest edition (2008), published in July, Angola is included for the first time in the group of 43 countries, in the analysis made in partnership with the Sociedade Portuguesa de Inovação (the Portuguese Association for Innovation) and the Angolan Universidade Católica, and surprised by coming out first, beating the big countries like Egypt and South Africa, and appearing alongside European and Asian economies.

The level of entrepreneurship is considered “very high," with close to 23 percent of people involved in entrepreneurial activity, although “reforms are necessary to improve entrepreneurs’ access to funding and their capacity to set up new companies.”

The data, mainly originating from a poll, indicate that, in 2008, 23 adults in every 100 were involved in start-up companies, the fourth highest rate of the 43 countries in the study and over twice the average for these countries (10.5 percent).

“Angola has around 4.7 times more entrepreneurs in upcoming businesses than owners of new businesses. This data makes Angola the country (included in the study) with the biggest relative difference between the two types of entrepreneurial activity,” says the Monitor.

“In Angola, around a quarter (25.2 percent) of the female adult population is involved in early-stage entrepreneurial activity. For men, this proportion is down to one fifth (20.3 percent). No other country in the GEM 2008 has a greater proportion of female entrepreneurs than male ones,” it says.

Over half of the adult men and women in Angola believe in accumulating the knowledge and skills necessary to set up a business and this “necessity” is the main motivating factor.

Those specialists contacted by the authors of the study “consider that the financial support offered to entrepreneurs is partially insufficient,” such as the government programs for supporting entrepreneurship, education and the transfer of Research and Development.

Other low points are bureaucracy, regulations requiring licences being “excessively difficult in Angola,” as well as infrastructures which are still considered insufficient.

“On a more positive note” is the improvement in social and cultural factors, subsidies and government policy, “particularly with regard to the extent to which they favour new businesses and the nature of the priority the government gives to entrepreneurship."

“When one compares Angola with economies driven by efficiency and innovation, this trend can also be seen across nearly all aspects," said the study.

At a time when reforms are being introduced at every level throughout the country, with the aim of improving existing conditions and boosting the private sector, “entrepreneurship in particular, is recognized as a critical factor in Angola’s continuing development.”

“Stimulating entrepreneurial activity among the Angolan population,” it adds, would “enable a growth in new and innovative businesses, thus contributing to reducing the country’s relative dependence on oil and maintaining the world’s highest rates of growth.

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Old August 1st, 2009, 03:23 AM   #422
Kwame
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Empresários de Singapura procuram negócios em Angola

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Luanda, Angola, 27 Jul - Um grupo de empresários de Singapura está em Angola para procurar negócios nas áreas da agricultura, indústria e serviços.

Numa primeira fase os 15 empresários pretendem fazer parcerias com sócios angolanos.

Os integrantes da missão estiveram reunidos com a Agência Nacional de Investimento Privado (ANIP) para se inteirarem de questões relacionadas com impostos, créditos bancários e as linhas de financiamentos a projectos estrangeiros.

Os empresários de Singapura representam os sectores do comércio, indústria, construção naval, engenharia, consultoria, telecomunicações, petróleo e gás.

No ramo industrial destacam-se a indústria farmacêutica, têxtil e produtos alimentares, sobretudo o fabrico de óleo de palma.

Singapura tem facilidade de processamento de grandes quantidades de óleo de palma refinado em embalagens que vão de um a 200 litros, em vasilhame de alumínio.

O chefe do departamento de promoção comercial da Câmara de Comércio e Indústria de Angola, José Cardoso, disse que houve uma forte adesão dos empresários angolanos às propostas dos empresários de Singapura tendo sido assinados vários acordos de cooperação.

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Singaporean businesspeople look for business in Angola

Quote:
Luanda, Angola, 27 July – A group of Singaporean businesspeople are in Angola looking for business in the areas of agriculture, industry and services.

In an initial phase the 15 businesspeople want to set up partnerships with Angolan associates.

The mission’s participants were brought together by the Agência Nacional de Investimento Privado (ANIP - The National Agency for Private Investment) in order to find out about issues relating to tax, bank credit and sources of funding for overseas projects.

The Singaporean businesspeople represent the trade, industry, navel construction, engineering, consulting, telecommunications, oil and gas sectors.

The industrial sector includes the pharmaceutical industry, textiles and food products, particularly palm oil production.

Singapore has facilities for processing large quantities of refined palm oil in aluminium containers of one to 200 litres.

The head of the department for commercial promotion at the Angolan Chamber of Commerce and Industry, José Cardoso, said that there had been a strong uptake from Angolan businesspeople to the proposals from the Singaporeans and several cooperation agreements had already been signed.

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Old August 1st, 2009, 03:29 AM   #423
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Exportações argentinas para Angola ultrapassam 200 milhões de dólares

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Luanda, Angola, 27 Jul - O volume de exportações da República da Argentina para Angola atingiu em 2008 o valor de 212 milhões de dólares, afirmou domingo em Luanda, o encarregado de negócios da embaixada daquele país sul-americano, Ricardo Victor Roggero.

Em declarações à Angop, no final da visita de uma missão empresarial avícola da Argentina a Angola, o diplomata argentino referiu que estes números ultrapassam a facturação de 2006 ( 138,35 milhões de dólares ) e 2007 (165,86 milhõesde dólares).

A Argentina exporta anualmente para Angola produtos alimentares e material para a indústria petrolífera.

No ramo agrícola, adiantou, existe a possibilidade de Angola e Argentina estabelecerem, em comum, um polo agro-industrial, que poderá produzir cereais, como soja, milho e trigo.

De acordo com o diplomata, existem também possibilidades de parcerias em outras áreas como transporte, saúde, comércio e turismo.

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Argentine exports to Angola exceed US$200 million

Quote:
Luanda, Angola, 27 July – The volume of exports from Argentina to Angola in 2008 reached the value of US$212 million, said Ricardo Victor Roggero, head of business for the Argentine embassy, on Sunday in Luanda.

In statements to Angop, at the end of a visit to Angola by an Argentine business delegation from the poultry industry, the Argentine diplomat said that these figures exceeded those for 2006 (US$138.35 million) and 2007 (US$165.86 million).

Argentina annually exports to Angola food products and materials for the petroleum industry.

In the agriculture sector, he added, there was the possibility of Angola and Argentina establishing a common agricultural industrial area, which would produce cereals such as soya, corn and wheat.

According to the diplomat, there are also possibilities for partnerships in other areas such as transport, health, commerce and tourism.

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Old August 1st, 2009, 03:47 AM   #424
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Produção de madeira atinge 20 mil metros cúbicos por ano em Cabinda, Angola

Quote:
Luanda, Angola, 28 Jul - Vinte mil metros cúbicos de madeira em toro, dos 125 mil que pode fornecer a floresta de Maiombe, na província de Cabinda, são produzidos anualmente e comercializadas em Angola e no estrangeiro revelou segunda-feira, o director provincial do Instituto de Desenvolvimento Florestal (IDF), Simão Zau.

Dos 20 ml metros cúbicos explorados mais de nove mil metros cúbicos de madeira em toro são exportados anualmente para os Estados Unidos da América, Marrocos, Itália, Portugal, China e França, de acordo com Simão Zau.

Uma quantidade inferior a três mil metros cúbicos é encaminhada para províncias interessadas no produto que é utilizado para construção civil e carpintarias.

Simão Zau disse que em 2008 foram exportados nove mil e 800 metros cúbicos de madeira em toro e outras três mil e 500 para o mercado nacional.

Das 11 empresas actualmente licenciadas, entre angolanas e estrangeiras, apenas três têm capacidade em termos de corte de árvores e serragem.

Anualmente são plantadas 10 mil árvores em Cabinda , uma quantidade que Simão Zau considera "reduzida".

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Wood production reaches 20,000 cubic metres in Cabinda, Angola

Quote:
Luanda, Angola, 28 July – 20,000 cubic metres of wood logs, of the 125,000 which the Maiombe forest in Cabinda province could provide, are produced annually and sold in Angola and abroad, the provincial director of the Forest Development Institute (IDF), Simão Zau said Monday.

Of the 20,000 cubic metres logged, over 9,000 cubic metres of wood logs are annually exported to the USA, Morocco, Italy, Portugal, China and France, according to Simão Zau.

Less than 3,000 cubic metres are sent to provinces where there is demand where it is used for construction and carpentry.

Simão Zau said that in 2008, 9,800 cubic metres of wood logs were exported and another 3,500 went to the national market.

Of the 11 Angolan and overseas companies currently holding licences, only three have capacity in terms of logging and sawing.

10,000 trees are planted annually in Cabinda, a number that Simão Zau considers “small.”

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Old August 1st, 2009, 04:10 AM   #425
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Angola assina com empresas britânicas contrato para instalação de fábrica de automóveis
Quote:
Luanda, Angola, 29 Jul –O governo de Angola assina hoje em Luanda um contrato as companhias britânicas Peakbright e Powerquest International Limited para a construção de uma fábrica de automóveis num investimento de 30 milhões de dólares, segundo a agência Angop.

O contrato, assinado pela Agência Nacional de Investimento Privado (ANIP) em nome do governo de Angola, prevê a fabricação/comercialização de automóveis, produção de peças, incluindo a instalação de postos de venda a nível nacional e internacional.

O projecto, que foi aprovado em meados do corrente mês pelo Conselho de Ministros, vai criar 680 postos de trabalho.

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Angola signs contract with British companies to build car production unit

Quote:
Luanda, Angola, 29 July – the Angolan government signed a contract today in Luanda with British companies Peakbright and Powerquest International Ltd for the construction of a car production unit in a US$30 million investment, according to Angop news agency.

The contract, signed by the National Private Investment Agency (ANIP) on behalf of the Angolan government, includes car production/sales and parts production as well as the creation of sales stands nationally and internationally.

The project, which was approved in the middle of this month by the Council of Ministers, will create 680 jobs.

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Old August 1st, 2009, 04:12 AM   #426
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Governo de Angola formaliza criação da Zona Económica Especial Luanda-Bengo

Quote:
Luanda, Angola, 30 Jul - A Zona Económica Especial (ZEE) Luanda-Bengo, localizada entre os municípios de Viana e Cacuaco, província de Luanda, e nos municípios de Icolo-e-Bengo, Dande, Ambriz e Namboangongo, província do Bengo foi formalizada na quarta-feira pelo Conselho de Ministros de Angola.

O governo aprovou ainda a aconstituição da Sociedade de Desenvolvimento da Zona Económica Especial Luanda-Bengo E.P, que vai gerir e explorar a ZEE.

Com uma área de oito mil hectares a ZEE vai empregar 3 mil pssoas e integra um polo industrial e outro comercial e um centro de tecnologia e convenções.

O ministro da Economia, Manuel Nunes Júnior, disse que a criação de zonas económicas especiais constitui uma forma de assegurar um crescimento rápido, sustentado e diversificado da economia angolana.

“Outro elemento importante é o facto de as zonas económicas especiais constituírem uma estratégia para levar a cabo o processo de consolidação e desenvolvimento do empresariado nacional”, assinalou também o ministro.

Manuel Numes Júnior disse que o objectivo é criar grupos económicos nacionais fortes e competitivos nos domínios tecnológico, organizativo e financeiro, fazendo com que o controlo da economia seja assegurado, fundamentalmente, por cidadãos angolanos.

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Angolan government formalizes creation of Luanda-Bengo Special Economic Zone
Quote:
Luanda, Angola, 30 July – The Luanda-Bengo Special Economic Zone (SEZ) between the towns of Viana and Cacuaco in Luanda province and the towns of Icolo-e-Bengo, Dande, Ambriz and Namboangongo in Bengo province was formalized on Wednesday by the Angolan Council of Ministers.

The government also approved the creation of the Luanda-Bengo E.P. Special Economic Zone Development Association which will manage and develop the SEZ.

With an area of 8,000 hectares the SEZ will employ 3,000 people and include industrial and commercial hubs and a technology and convention centre.

Economy minister, Manuel Nunes Júnior, said that the creation of special economic zones was a way of ensuring the rapid, sustainable and diversified growth of the Angolan economy.

“Another important element is the fact that special economic zones are strategic in consolidating the development of the Angolan business community,” said the minister.

Manuel Nunes Júnior said that the aim was to create national companies which are technologically, organizationally and financially strong and competitive, so that control of the economy is ensured, essentially, by Angolan citizens.

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Old August 1st, 2009, 04:24 AM   #427
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Fábrica de automóveis em Angola prevê produção de 30 mil unidades por ano
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Luanda, Angola, 31 Jul - A Fábrica de Automóveis CSG-Angola vai começar a produzir automóveis ao abrigo de um contrato de 30 milhões de dólares assinado quarta-feira entre a Agência Nacional de Investimento Privado (ANIP) e investidores britânicos.

Segundo noticia a Angop, o acordo, assinado entre a ANIP e Kelvin Kwan, do Fundo Internacional da China, em representação das companhias de direito britânico Peakbright e Powerquest International Limited, prevê a fabricação e comercialização de automóveis, produção de peças e a instalação de postos de venda ao nível nacional e internacional.

Quanto dentro de três anos atingir a sua capacidade maxima, a fábrica, que vai usar tecnologia da japonesa Nissan, poderá colocar no mercado 30 mil veículos por ano, adianta a Angop.

Aguinaldo Jaime, coordenador da Comissão de Gestão da ANIP, considerou que o projecto se enquadra na estratégia do Governo de Angola de diversificação da economia com a criação de empregos fora da área de exploração dos recursos naturais.

A fábrica, que começará a ser construída no próximo mês, fica localizada em Viana e empregará um total de 600 trabalhadores, 500 dos quais angolanos.

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Car manufacturer in Angola foresees production of 30,000 units per year

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Luanda, Angola, 31 July – Car manufacturer CSG-Angola is to start car production as part of a US$30 million contract signed Wednesday between the National Agency for Private Investment (ANIP) and British investors.

According to Angop news agency, the agreement, signed between ANIP and Kelvin Kwan of the China International Fund, representing British companies Peakbright and Powerquest International Ltd, foresees the manufacture and commercialization of vehicles, parts production and the creation of sales stands nationally and internationally.

Once it reaches its maximum production capacity, the factory, which will use Japanese Nissan technology, could be putting 30,000 vehicles per year on the market, added Angop.

Arguinaldo Jaime, coordinator of ANIP's Management Commission, said that the project was part of the Angolan Government’s strategy to diversify the economy with the creation of jobs outside the area of natural resource exploration.

The factory, construction of which will begin next month, will be located in Viana and employ a total of 600 workers, 500 of which will be Angolan.

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Old August 2nd, 2009, 07:28 PM   #428
Matthias Offodile
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Fábrica de automóveis em Angola vai produzir 30 mil unidades/ano
África



Quote:
30/07/09, 15:53




A Fábrica de Automóveis CSG-Angola vai começar a produzir automóveis ao abrigo de um contrato de 30 milhões de dólares (21,3 milhões de euros), assinado na quarta-feira entre a Agência Nacional de Investimento Privado (ANIP) e investidores britânicos.
Segundo noticia a Angop, o acordo, assinado entre a ANIP e Kwan Man Fai, em representação das companhias de direito britânico Peakbright e Powerquest International Limited, prevê a fabricação e comercialização de automóveis, produção de peças, incluindo a instalação de postos de venda ao nível nacional e internacional.
Quanto a atingir a sua capacidade máxima, a Fábrica de Automóveis CSG-Angola poderá colocar no mercado 32.000 veículos por ano, adianta a Angop.
Aguinaldo Jaime, coordenador da Comissão de Gestão da ANIP, explica que o projecto se enquadra na estratégia do Governo de diversificação da economia com a criação de empregos fora da área de exploração dos recursos naturais. "Queremos desenvolver-nos além da economia mineral", diz Aguinaldo Jaime, adiantando que neste momento o objectivo principal é formar quadros angolanos.
A Fábrica irá empregar um total de 600 trabalhadores, 500 dos quais angolanos.
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Old August 2nd, 2009, 08:21 PM   #429
popa1980
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Great news.
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Old August 4th, 2009, 07:25 AM   #430
Gwo Loo Waan
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O Fundo Internacional da China está a apostar forte em Angola e não é por acaso que patrocinam o piloto de carros angolano que vive em Macau Luís Silva.
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Old August 10th, 2009, 06:38 PM   #431
Matthias Offodile
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Angola praised on Asian oil deals


Quote:

Monday, 10 August 2009 13:39 UK





President Dos Santos has fostered a strong government, the report says


One of Africa's largest oil producers, Angola, is much tougher in negotiating deals with Asian firms than critics might suggest, a new report claims.


UK-based think-tank Chatham House says the country does not fit the stereotype of weak African states being exploited by resource-hungry Asian tigers.

Their report contrasts Angola with Nigeria, which it says has mismanaged its relations with Asian firms.


It says Nigeria has put $20bn (£12bn) of infrastructure at risk.

'Playing politics'


In Angola, President Jose Eduardo Dos Santos has been in power for almost 30 years, boosting stability and helping to create a functioning state-owned oil company, Sonangol, the report says.



The scale of the corruption, mismanagement and non-execution of projects in the Obasanjo years has sent shockwaves through Nigeria
Chatham House report

Angola emerged as the second-largest supplier of oil to China last year, helping the African country secure at least $13bn in oil-backed loans from Beijing.

"While Nigeria was playing politics with its Asian partners, Angola was driven by economic necessity to quickly access funds to finance its reconstruction," the report said.

The BBC's Africa analyst Martin Plaut says the co-operation between Angola and China reflects the fact that Beijing, unlike the West, has played a major part in rebuilding Angola after its long civil war.

Legal moves

Nigeria's dealings, on the other hand, have been bogged down by corruption and mismanagement.

Nigeria's former President Olusegun Obasanjo sought partners in China, India, South Korea and elsewhere to buy oil blocks in return for billions of dollars of infrastructure.

But not a single barrel of oil was ever produced by Asian national oil companies in Nigeria, leaving the Nigerian economy with no tangible benefit, the report said.

"The scale of the corruption, mismanagement and non-execution of projects in the Obasanjo years has sent shockwaves through Nigeria," the report said.

"His intentions were good but officials failed to spell out the full implications of the scheme. And many used the scheme for private profit."

When President Umaru Yar'Adua took power in May 2007 many deals were revoked - and a Korean firm has taken the Nigerian government to court over the issue.
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Old August 23rd, 2009, 08:27 AM   #432
briker
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Thanks Kwame for the portuguese translation. Do you do it yourself? If so, great job. .
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Old September 19th, 2009, 02:47 PM   #433
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Angola and Argentina copperation reinforced...huge business delegation in Luanda



Cooperação
Empresários argentinos visitam Angola



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18-09-2009 15:01

Luanda – Trinta empresários argentinos visitam Angola de 27 a 29 do mês em curso, no âmbito do seminário sobre “Oportunidades de Negócios” entre os dois países, informou nesta sexta-feira em Luanda, o ministro plenipotenciário da Argentina em Angola, Ricardo Victor Roggero.





Ricardo Victor Roggero, que prestou essa informação em conferência de imprensa, fez saber que a missão empresarial será encabeçada pelo subcomissário argentino dos Negócios Internacionais, Luís Maria Kreckler.





Segundo ele, os empresários argentinos, que representam diversos sectores da sua economia, pretendem cooperar com os angolanos nas áreas de alimentação, maquinaria agrícola, têxtil, farmacêuticas, saúde humana e sanidade animal, química, metalúrgica e materiais eléctricos.





Integra ainda a comitiva um representante de um banco argentino.





O seminário contará com a participação de responsáveis da ANIP, da Câmara de Comércio e Indústria e da Associação Industrial de Angola.





Para o também encarregado de negócios da Argentina em Angola, Ricardo Victor Roggero, o volume de negócio entre os dois países vem aumentando desde 2002. Disse que as exportações da Argentina têm sido, maioritariamente, bens alimentares, produtos
manufacturados de origem agro-pecuária e equipamentos para indústria petrolífera.





O seminário, disse, servirá também de estimulo para o empresariado na implementação do programa executivo do sector da indústria transformadora angolana, consubstanciado na criação de pólos industriais em diferentes regiões do país e aproveitando o programa de cultivo de quatro milhões de hectares até 2013.
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Old September 19th, 2009, 07:11 PM   #434
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Angola will need USD 600 billion until 2025
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9/18/09 5:06 PM

Luanda– About USD 600 billion is required in the next 15 years for the country to reduce its dependence on oil, said Friday in Luanda the Angolan economist Alves da Rocha.




The economist said so during a lecture on "The effects of the financial crisis in the Angolan economy".



According to him, in order to have by 2025 an industrial economy in transition to that of services, in which the manufacturing industry represents 30 percent of the GDP and services sector 25%, the country will need to invest, from 2010 to 2025, monetary values ranging from 400 and 600 billion dollars.



To the expert, who considered it as a huge challenge, the process is not only restricted to investments in infrastructures, but also on the qualification of human resources, increasing the managing capacity of the public administration sector, as well as organising and guiding the process of diversifying the economy.




Ho noted that with achievement of peace in 2002, Angolans are in position to joint efforts towards achieving sustainable development, which requires public and private investment, as well as staff training.



Alves da Rocha underlined that if the country does not discover new fields for oil exploration, the current reserves of 3.5 billion barrels will only have an exploration period of 20 to 22 years.



To him, oil revenues should be well applied, so as to boost the diversification of the economy.

http://www.portalangop.co.ao/motix/e...b45638f63.html
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Old October 27th, 2009, 12:26 PM   #435
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Director of Angolan Association of advertisment/marketing speaks out ...interesting what he has to say



Mercado publicitário angolano movimenta cerca de USD 70 milhões

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José Guerreiro fala pela AAPM

20/10/2009 - Jornal de Economia & Finanças


Estudos recentes sobre o mercado publicitário angolano, efectuados pela empresa de pesquisa “Marktest Angola”, indicam que o país movimenta anualmente cerca de USD 70 milhões em publicidade.

De acordo com o director geral da TVC e presidente da Associação Angolana de Publicidade e Marketing (AAPM), José Guerreiro, estes números tendem a evoluir se considerarmos o crescimento acelerado do paí
s, assim como o desenvolvimento da sua economia. José Guerreiro precisa que todos esses números traduzem apenas a facturação pela veiculação ou emissão das publicidades pelos medias (ver mais na entrevista da página 7).

Indicadores do negócio

Dados disponíveis no sítio da Marktest indicam a liderança dos sectores da banca e das telecomunicações, num negócio em que as marcas de bebidas continuam a apostar na sua inserção através da publicidade, sobretudo em Outdoors. No mesmo, sem se avançarem números, refere-se que durante o primeiro semestre deste ano, o banco Millennium Angola foi a instituição que mais investimento em publicidade efectuou, seguido da operadora de telefonia Unitel.

No que diz respeito à veiculação da publicidade por sectores
, a TPA 1 lidera a emissão por canais, concentrando cerca de 54% do total do investimento, números que se aproximam aos 68% conseguidos durante o ano de 2008. A rádio, a imprensa, os outdoors e outros canais televisivos repartem entre si as outras quotas do mercado.

Disputas pela liderança

Segundo os dados disponibilizados pela Marktest, assiste-se a uma cada vez mais acentuada disputa pela liderança entre os diferentes sectores. Para a fonte, na banca, após ter perdido a liderança nos investimento durante o primeiro semestre de 2009 para o Millennium, o BFA recuperou a posição de líder que também já registou em 2008, sendo até Agosto a instituição financeira que mais investimentos em publicidade despendeu.

Já nas telecomunicações, a disputa pelo domínio entre a operadora Unitel, que lidera, e a Movicel, que liderou o investimento na imprensa em 2008, continua bastante acentuada, o que se traduz nas alternadas lideranças entre ambas, embora, e de acordo com os estudos, prevaleça uma tendência favorável à primeira.

A Crise e a publicidade

Como todo e qualquer outro sector da economia real, a crise económica e financeira internacional também afectou o desempenho da indústria publicitária no país. Conforme disse ao JE José Guerreiro, as empresas receberam muitos pedidos de cortes ou suspensão de algumas campanhas já previstas, além de registarem muitas dificuldades de pagamentos por parte dos clientes. Para ele, outro factor de constrangimento para o sector foi o de ver reduzida a solicitação destes serviços por parte do Estado, um importante cliente do sector.

“O Estado, que, como sabemos, é um importante cliente do mercado publicitário, também fez reduções nas suas campanhas, o que afectou as nossas agências e produtoras”, disse.

Ainda assim e de acordo com José Guerreiro, uma das soluções internas encontradas para o contínuo crescimento do sector será o de se incrementarem políticas internas de protecção à indústria nacional de publicidade, à medida também que se verifiquem maiores investimentos na economia nacional.

Na sua opinião, esta medida, além de permitir vislumbrar um melhor futuro, vai também ajudar na definição de novas estratégias, visando a sua valorização e crescimento. Não menos importante, conforme defende, para o sector será a implementação dos programas de diversificação económica, conforme a estratégia do governo angolano, pois permitirá alavancar outros sectores como os da agricultura, pescas, indústria transformadora, etc., e estes, por sua vez, alargarão as opções de prestação da actividade publicitária.


Quadro 1

Liderança por sectores:
Televisão………………Telecomunicações (Unitel e Movicel)
Imprensa………………Banca (BFA e Millennium)
Outdoors………………Bebidas e mobiliários (Blue e Copacabana)

Quadro 2
Investimentos em publicidade na imprensa (Jornais e revistas), até Agosto 2009:

Ranking sectorial – A Banca foi o sector que mais investiu
Ranking marcas (Top 20) – O BFA foi a marca que maior investimento publicitário realizou
• Sector das telecomunicações: Unitel
• Sector das Bebidas: A marca que se destacou foi a RedCola
• Sector imobiliário: Copacabana
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Old October 27th, 2009, 12:27 PM   #436
Matthias Offodile
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sorry, that pic came out oversized, was not intended that way. it show very small on the webpage where I sourced the info!
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Old November 19th, 2009, 11:53 AM   #437
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Fórum de investimentos e negócios em Luanda


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Natacha Roberto | - 18 de Novembro, 2009
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O Fórum de Investimentos e Negócios decorreu ontem, em Luanda, no Hotel Trópico, com a presença de José Severino, presidente da Associação Industrial de Angola, Afonso Van-Dúnem “Mbinda”, presidente do conselho de administração da Fundação Sagrada Esperança, Juan Harrador, delegado em Angola da União Europeia, empresários nacionais e estrangeiros, Jeffrey Izzo, da embaixada dos EUA em Luanda e outros representantes do corpo diplomático.
O volume das importações de Angola do mercado europeu cresce 67 por cento ao ano. O “crescimento espectacular”, como referiu, ontem, o delegado da União Europeia em Angola, Juan Harrador, reflecte um investimento, no ano passado, na ordem dos 14 mil milhões de euros.
Angola é para Portugal o principal mercado de exportação, que registou uma subida de 35 por cento em 2008, tendo atingido um valor superior a 2,2 mil milhões euros. Além de Portugal, Espanha aprovou recentemente, uma nova linha de crédito à exportação para Angola, no valor de 500 milhões de euros.
Brasil, Canadá e Alemanha contam também com linhas de crédito, para exportação e projectos em vários sectores.
Juan Harrador informou que a Comissão Europeia e o Governo angolano, preparam o primeiro projecto financiado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento, no valor de 214 milhões de euros e mais 14 milhões de euros adicionais, para o crescimento da economia e o desenvolvimento social e rural.
Juan Harrador disse que o investimento estrangeiro é importante para o crescimento económico do país e Angola pode desempenhar um papel importante, no contexto da economia regional, através do desenvolvimento de uma economia forte, estável e diversificada.
“A comissão europeia continua a apoiar a promoção de políticas no âmbito comercial. Temos um programa que visa estimular o intercâmbio para o aumento de importações, a realização de acordos de investimentos e parcerias económicas”.
O delegado da União Europeia em Angola observou que a actuação forte sobre os investidores é uma oportunidade no crescimento acelerado.
Informou que a integração de Angola na economia mundial, no sistema multilateral comercial e de investimento, faz parte de uma estratégia de comércio comunitário e uma prioridade na política de desenvolvimento.
Angola é para a Comissão Europeia um dos principais parceiros.
Juan Harrador considera a eficácia, a transparência e a rede de logística em contínuo avanço como elementos de competitividade importantes, para atingir uma recuperação e ambiente de negócios acima das expectativas.
A parceria constitui um importante elemento indispensável para o desenvolvimento, no âmbito da globalização, onde são exigidos esforços a todos os países, disse Juan Harrador.
“A política de criação de instituições e de reformas económicas que inclui políticas comercias e de investimento precisam de maior atenção”, referiu, acrescentando que é preciso equacionar uma estratégia de desenvolvimento nacional, que resulte numa economia mais forte, capaz de atrair novos investimentos.
O comércio, desenvolvimento e investimento assumem grande relevância na mobilização de capital e conhecimento. Juan Harrador afirma que este factor é determinante no acesso aos mercados europeus para uma economia mais competitiva.
A cooperação de Angola com a União Europeia existe há mais de duas décadas e tem como objectivo o desenvolvimento, a redução da pobreza e a gradual integração dos países africanos na economia mundial.




Fábrica de água mineral reforça parque industrial



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Bernardo Capita | Cabinda - 17 de Novembro, 2009
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Governador Aníbal Lopes Rocha quando percorria a área de enchimento depois da inauguração da nova unidade fabril

Fotografia: Rafael Tati

Uma fábrica de água mineral foi inaugurada sexta-feira pelo governador de Cabinda, Aníbal Lopes Rocha, na aldeia de Chimutiaco.
O empreendimento, avaliado em 9,5 milhões de dólares, é o primeiro de género na região e é propriedade de dois empresários locais.
Dotada de tecnologia de última geração, a fábrica “Tchiowa” vai produzir, numa primeira fase, 50 mil garrafas de água por dia, em recipientes de 1,5 litros, 5 litros e de 0,33 centilitros, prevendo aumentar esta cifra para 120 mil garrafas por dia nos próximos três meses.
A produção inicial vai ser completamente absorvida pelo mercado da província de Cabinda.
Com uma extensão de aproximadamente 12 mil metros quadrados de superfície, a nova fábrica de água mineral de Cabinda tem 42 trabalhadores, maioritariamente jovens, e funciona com autonomia técnica, produzindo todos os seus componentes desde os “pexes” para a produção de garrafas, tampas e pegas para os garrafões de cinco litros, importando apenas a resina granulada.
O projecto, iniciado há dois anos, contempla, além da fábrica, outras infra-estruturas de apoio, como o refeitório, balneários e sete casas para os técnicos.
Francisco Raul Rocha, um dos proprietários da fábrica, disse, durante a cerimónia de inauguração, enquadrada nos festejos do 11 de Novembro, dia da Independência Nacional, que é pretensão do grupo empresarial diversificar, a partir do próximo ano, os negócios, no sector comercial e industrial.
Francisco Raul Rocha considerou a concretização do projecto da fábrica de água mineral “Tchiowa” como uma prova de que a classe empresarial de Cabinda pode, de forma organizada, ser uma alavanca importante para dar corpo ao parque industrial de Fútila, um importante pólo de desenvolvimento projectado pelo Governo Central.
Segundo o empresário, a produção da fábrica é canalizada para o mercado de Cabinda como primeira prioridade, para o campo petrolífero de Malongo, base do Kwanda (Soyo) e, numa segunda fase, para o mercado de Luanda.
“O nosso produto está certificado pelo Instituto Nacional de Controlo de Qualidade Alimentar do Ministério da Saúde e tem um laboratório onde fazemos análises regulares antes e após venda”, disse.
Francisco Raul Rocha acrescentou que o laboratório da fábrica está apetrechado com equipamentos dos mais modernos existentes no mercado internacional.

Governo Provincial aplaude a iniciativa

“A construção da fábrica de água mineral ‘Tchiowa’ é importante para as populações de Cabinda, por ser um empreendimento que vai incidir directamente na sua vida, e uma fonte de arrecadação de receitas para o Orçamento Geral do Estado (OGE)”, disse o governador Aníbal Rocha durante a cerimónia de inauguração da unidade de produção.
“Este empreendimento vai trazer muitas vantagens, uma delas é o emprego que vai dar aos jovens. Ficamos surpresos e estamos deveras satisfeitos por verificarmos que grande parte, se não a maioria dos trabalhadores, são jovens”, disse.
Ao enaltecer o espírito empreendedor evidenciado pelo grupo empresarial local, Aníbal Rocha disse que o gesto demonstra, claramente, que a classe empresarial de Cabinda “não está morta nem desactivada. Tem projectos e põem-nos em prática”.
O governador Aníbal Rocha considerou imprescindível que se aumente o apoio à classe empresarial local pelas instituições bancárias, para que iniciativas de género se multipliquem.

Estrutura técnica

A fábrica de água mineral “Tchiowa” tem três secções específicas, a de injecção, de sopro e de enchimento.
Segundo o director da nova unidade fabril, Samuel João Pequeno, a fabricação local de garrafas e rolhas faz da “Tchiowa” uma unidade de produção auto-suficiente e de referência.
“Transformamos o plástico em ‘pexes’ para o fabrico de garrafas e também fabricamos as tampas. As garrafas, depois são lavadas, sopradas e colocadas na linha de enchimento e, finalmente, rotuladas e embaladas”.
Um furo artesiano de 260 metros de profundidade, sustentado por uma tubagem em aço inox até ao tanque de água bruta na estação de tratamento é a fonte que alimenta a fábrica, explicou Samuel João Pequeno. A fábrica, de acordo com João Pequeno, tem uma força de trabalho qualificada, toda local, estando somente os trabalhos de manutenção das três áreas técnicas sob responsabilidade de técnicos expatriados.
Samuel João Pequeno anunciou que, no futuro, a fábrica vai diversificar os seus produtos, passando a produzir água gaseificada e sumos naturais, já que a província tem um grande potencial frutícola.

Rio Lucola

O rio Lucola, principal fonte hídrica que abastece a cidade de Cabinda, corre sérios riscos de desaparecer, em consequência da desmatação e construção anárquica de casas ao longo das suas margens.
Estes dois factores, protagonizados por populares, segundo o chefe de departamento da Secretaria Provincial de Águas, Filipe Barros, estão na base do assoreamento do rio Lucola e a consequente perda de caudal.
Filipe Barros disse que os níveis de captação de água a partir do rio Lucola baixaram, forçando o sector a elaborar um plano director de emergência para salvaguardar o abastecimento de água às populações da cidade de Cabinda e bairros da periferia.
O programa prevê a requalificação total do perímetro adjacente ao rio Lucola, na perspectiva de protegê-lo de possíveis construções.
A bacia hidrográfica de Cabinda é constituída por consideráveis rios e lagoas, com destaque para o rio Chiloango, onde, segundo Filipe Barros, o Governo projecta construir, na localidade de Sassa Zau, um moderno sistema de captação e tratamento de água com capacidade de mil metros cúbicos de água, numa primeira fase, e dois mil na segunda fase.
“É um sistema inter-municipal, porque vai abastecer Cabinda e Cacongo”, disse Filipe Barros, acrescentando que vai ser reforçado com o “Programa Água para Todos”, sustentado por águas subterrâneas captadas por via de furos artesianos.
Filipe Barros disse que a grande dificuldade do momento reside na incapacidade de abastecer com água potável as populações da periferia da cidade, devido aos cortes constantes de energia eléctrica.
“Só poderemos estabilizar os níveis de produção se realmente a ENE nos fornecer energia eléctrica regularmente”, justificou Filipe Barros. “Apesar das dificuldades, os níveis de produção estão na ordem dos 931 metros cúbicos hora em toda a província”, concluiu.

Fonte: Jornal de Angola
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Old December 15th, 2009, 10:57 AM   #438
Matthias Offodile
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Angolan leaders approve budget


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December 15 2009 at 01:12AM Get IOL on your
mobile at m.iol.co.za

Luanda - The Angolan parliament on Monday approved a $36-billion spending plan, pledging to use the funds to promote development in a country where two-thirds of the population live in poverty.

Approved alongside the budget, was the 2010/11 national plan which seeks to "improve the quality of life and human development of Angolans and rehabilitating and developing infrastructure".

The budget which is 19 percent larger than the 2009 plan will be spent on the social sector and drive non-oil industries such as agriculture, in a bid to reduce dependence on oil.

Angola is recovering from a three-decade civil war which ended in 2002, which almsot entirely destroyed infrastructure and left high levels of poverty.

Last month, the government secured a $1.4-billion loan from the International Monetary Fund to shore up the state coffers, following the recent fall in oil prices.

High oil prices had seen Angola enjoy an economic boom, with double digit GDP growth between 2004 and 2008.

The growth slipped to just 1.3 percent for this year, but the government expects it to rise to 8.6 percent next year and to 10.4 percent in 2011.

The 2010 budget has been calculated on oil selling at $58 per barrel. - Sapa-AFP
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Old February 3rd, 2010, 08:05 PM   #439
BlackDay
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Agricultura...

Agricultores familiares beneficiam de crédito de USD 350 milhões

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Luanda – O crédito agrícola de 350 milhões de dólares norte-americanos, aprovado em 2009 pelo Governo, para pequenos e médios produtores, assim como para associações e cooperativas agro-pecuárias, começará a ser disponibilizado aos beneficiários “oportunamente”, indicou hoje, em Luanda, fonte oficial.

A disponibilização do empréstimo ocorrerá assim que forem criados os comités de pilotagem a ser integrado pela Unaca-Confederação, estações de desenvolvimento agrícola e instituições provinciais, precisou o presidente do grémio, Paulo Uime.

Falando a propósito do 20º aniversário da Unaca-Confederação das Associações de Camponeses e Cooperativas Agro-Pecuárias de Angola, a assinalar-se a seis de Fevereiro, o responsável pela direcção-executiva desta organização referiu que o crédito será extensivo aos camponeses das aldeias.

Sem indicar uma data, a fonte salientou que os comités de pilotagem terão a missão de acompanhar o processo, registar os beneficiados e auxiliar o seu acesso pelas famílias camponesas residentes em áreas recônditas, para a compra, de entre outros meios, de tractores e carrinhas para o escoamento da produção.

A ser gerida pelo Banco de Poupança e Crédito e o Novo Banco, o crédito de USD 350 milhões contempla dois tipos de financiamento - de curto prazo, considerado crédito de campanha servirá para fazer face aos custos anuais de exploração camponeses, e de investimentos, com um período de reembolso mais dilatado, podendo chegar a oito anos.

Na ocasião, o presidente da Unaca-Confederação referiu igualmente constar, entre outras acções do programa de acção de 2010 da instituição, dotar as cooperativas de câmaras frigoríficas e armazéns para conservar os produtos agrícolas.

O reforço das condições de produção, de trabalho e de circulação do associados, o aumento das áreas de cultivo, a diversificação da produção, a alfabetização dos filiados para melhor dominarem as novas técnicas do campo, são outras das acções a implementar pelo órgão, com vista o combate à fome e a redução da pobreza.

Representada nas 18 províncias, a instituição registou em 2008 sete mil e 363 associações e mil e 936 cooperativas, integradas por 255 mil e 710 cooperativistas.

O acto central do décimo nono aniversário da Unaca-Confederação realizou-se no município de Nambuangongo, província do Bengo.

http://www.portalangop.co.ao/motix/p...7af33379e.html
O Caminho é esse..
__________________
[B]ANGOLA Pediu BlackDay Nasceu".

Last edited by BlackDay; February 3rd, 2010 at 08:15 PM.
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Old February 5th, 2010, 01:21 PM   #440
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Mostratus investe USD 10 milhões em fábrica de água mineral


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ADÉRITO VELOSO

02/02/2010 - Jornal de Economia & Finanças

O grupo empresarial Mostratus investiu mais de USD 10 milhões na primeira fase da fábrica de Água Cristalina, localizada em Mazozo, comuna de Bom Jesus, município de Ícolo e Bengo, província do Bengo.
Esta informação foi prestada a jornalistas pelo director executivo do grupo, João Pinto, durante uma visita realizada às instalações da unidade fabril na passada quarta-feira (27.01.10).
A ocasião serviu também para a empresa fazer o lançamento oficial do principal produto que está no mercado angolano há mais de três meses denominado “Água Cristalina”.

Durante a conferência de imprensa, João Pinto destacou que o investimento se justifica, na medida em que o grupo empresarial pretende com esta unidade fabril cobrir o grande défice que o país regista, no que concerne à produção de água mineral.

Citando dados estatísticos da Direcção Nacional das Alfândegas, disse que em 2008 o país importou cerca de 96 milhões de litros de água mineral. Para o director executivo do grupo, a fábrica de Mazozo tem a capacidade instalada de produzir anualmente cerca de 100 milhões de litros.

“A nossa capacidade de produção anual instalada nesta fábrica é superior aos 100 milhões de litros por ano. Esta cifra permite-nos estancar as importações. Estamos em condições de estancar este défice”, sublinhou João Pinto, antes de anunciar que estas indicações estão patentes nos avultados investimentos que o grupo empresarial fez para a montagem da fábrica.

“Nesta fase inicial, estamos a falar num investimento acima dos USD 10 milhões. Pretendemos oferecer aos nossos clientes um produto de extrema qualidade”, disse.

Mercado
Apesar de estar presente no mercado há quase quatro meses, só agora é que a empresa decidiu lançar oficialmente o seu principal produto devido a alguns estudos efectuados.

Para ele, os resultados são animadores, já que actualmente o grupo empresarial, através da sua concessionária Mobinvest, SA, que se dedica à comercialização, está a vender o produto em sete províncias do país, nomeadamente Luanda, Bengo, Kwanza-Sul, Huambo, Huíla, Benguela e Lunda-Sul.

Na província de Luanda, a “Água Cristalina” é comercializada à porta do cliente, enquanto que para às restantes províncias a empresa de distribuição tercealiza os serviços. Por outro lado, João Pinto disse que a empresa está a explorar também a distribuição personalizada, com destaque aos restaurantes e hotéis.

“Iniciamos a nossa produção no final de 2009, mas efectivamente começámos hoje (27.01.10), porque nós não consideramos os meses de afinação de toda a estrutura da linha de produção. Agora estamos em condições de lançar o nosso produto, porque já podemos absolver as solicitações do mercado na plenitude que pretendemos”, destacou o director administrativo do grupo, para quem o objectivo é de estender os seus serviços em todo o território nacional.

Prioridade
Apesar de a fábrica ter nas suas instalações meios técnicos e materiais para incrementar o negócio em outras áreas de bebidas, o director administrativo salientou que a prioridade nesta fase inicial recai para a consolidação do mercado de produção e venda de água.

“Nós temos várias empresas no seio do grupo, entre as quais uma de importação e exportação e outra de comercialização. Por vezes, fazemos alguns negócios paralelos, como é o caso da importação de vinhos, mas a nossa grande aposta é sem dúvidas a indústria de água. Nesta unidade, temos condições de produzir refrigerantes, águas com vários sabores e outro tipo de produto. No entanto, queremos cimentar a nossa posição a nível de produção de água, embora, como é óbvio, seja um desperdício não pensarmos no futuro explorar outras áreas”, sublinhou João Pinto.

Negócio
Actualmente a empresa conta com um volume de vendas a rondar os cerca de Kz 60 milhões, perfazendo cerca de 2 mil paletes (estrado de madeira, metal ou plástico que é utilizado para movimentação de cargas) comportando cerca de 504 garrafas de Água Cristalina.

Dificuldades
A nível da unidade industrial da empresa, as principais contrariedades já foram ultrapassadas, segundo o seu director executivo.

“Uma das grandes dificuldade foi a instalação da unidade, bem como todo a fase de instalação da linha, sobretudo pelos poucos recursos humanos que existem em Angola. Ultrapassada esta fase, penso que o próximo objectivo é claramente ganhar uma quota significativa do mercado. Refiro-me às importações, já que os demais, na minha óptica, são parceiros e estão no mercado como nós”, frisou.

Somado a este desafio, João Pinto entende que a distribuição dos seus produtos também consta das prioridades a melhorar, já que, segundo disse, não é fácil fazer a distribuição em Angola.

Matéria-prima
Em excepto a água, toda a matéria-prima que a fábrica dispõe para a produção é proveniente do mercado europeu, com destaque para Portugal e Espanha.

No entender do responsável da Mostratus, a importação de grande parte dos produtos está na base do aumento dos preços, daí ter sugerido que os empreendedores nacionais apostem seriamente na indústria transformadora, o que poderá contribuir a breve trecho para solucionar a situação.

Quanto à mão-de-obra da fábrica, é composta maioritariamente por angolanos. No total são 40 trabalhadores, sendo 34 angolanos (grande parte recrutada na região) e seis expatriados.

“A nossa intenção é de termos aqui estrangeiros, que, além de trazerem um know-how, também vão formar quadros angolanos. Os nossos trabalhadores estão cá há três ou quatro meses, mas já podemos dizer que são quadros preparados para estarem no mercado de trabalho”, asseverou João Pinto.

Produção
Durante uma visita guiada às instalações da fábrica, o director para a área industrial do grupo, Francisco Baptista, explicou aos jornalistas a funcionalidade dos vários compartimentos que compõe a unidade fabril, destacando-se a área de produção, com um total de 4.800 metros quadrados, repartidos por igual em zona de armazenamento e industrial. As máquinas instaladas nas duas naves principais produzem sete mil garrafas de Água Cristalina por hora, perfazendo 168 mil litros por dia.

“Estamos a projectar para os próximos dias incrementar a produção para 12 mil garrafas por hora. Neste local trabalhamos 24 horas por dia, e só paramos para a manutenção”, informou Francisco Baptista.

A fábrica produz para o mercado nacional quatro tipos de garrafas (taras), nomeadamente de 0,33; 0,50, 1,5 e 5 litros. Conta com três geradores eléctricos, com capacidade de 2 mil watt para produzir energia eléctrica e ar comprimido.

Qualidade
A Água Cristalina não é extraída do leito de um rio, mas sim a partir do subsolo e através de mecanismos próprios. Segundo revelou a responsável para a área de qualidade da fábrica, Maria Natividade Teixeira, a água é captada numa profundidade entre 140 e 150 metros, a partir de um aquífero (formação geológica que pode armazenar água subterrânea) bastante protegido às flutuações geológicas que permitem identificá-la como uma água de nascente.

“É uma água pouco mineralizada, basicamente os iões predominantes nestas captações são iões bicarbonato e sódios, que permitem classificá-los como bicarbonato de sódio. Em termos de capacidade de captação de água, as instalações têm condições de bombeamento de 11 a 12 metros cúbicos por hora”, disse, antes de informar que os estudos geológicos efectuados pela empresa apoiados em estudos anteriores garantem um bom período de extracção de água do subsolo, o que permite a empresa estar optimista quanto ao futuro.

A responsável que testa a qualidade do produto (água) disse, por outro lado, que a fábrica segue os princípios básicos exigidos internacionalmente. Para certificar a água, a empresa, para além de um laboratório interno, conta com os préstimos do laboratório da Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol).

A fábrica ocupa uma área bruta de 23 hectares, sendo que numa primeira fase foram ocupados cerca 5.600 metros quadrados, repartidos por escritórios (800) e área de produção (4.800). O grupo Mostratus é constituído por uma sociedade de 95% da empresa Mostratus, de direito angolano, e 5% pela Angovipo, empresa de direito português.

O grupo Mostratus é composto por quatro empresas, designadamente Mostratus IED (Importação, Exportação & Distribuição Lda); Mobinvest (comercialização); Mosvipo (indústria) e a SGII (aquisição, legislação, projectos e construção).
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