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Old December 7th, 2010, 10:55 PM   #561
Matthias Offodile
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Indústria
Nova fábrica da Efacec envolve investimento de USD 15 milhões



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A Efacec vai investir USD 15 milhões numa nova unidade industrial em Catete, destinada à reparação de motores e transformadores, bem como à montagem de quadros de média tensão.

A unidade ocupará um terreno de 8 hectares, situado na saída de Catete para Cabala e criará 100 empregos directos, 85% dos quais preenchidos por angolanos. A empresa compromete-se ainda a dar formação a 20 a 25% dos seus quadros superiores angolanos.

A construção da nova fábrica da Efacec, o maior grupo português do sector eléctrico e electromecânico, presente em 65 países do mundo e que reúne, na totalidade, 4600 colaboradores, registou um atraso devido a um problema de localização, já que o terreno inicialmente escolhido, em Catete, não pode ser utilizado, como explicaram a O País João Oliveira e Sousa, administrador delegado da empresa para a África Austral e Aníbal Antunes, que é o seu director geral em Angola.

A nova unidade vai servir os actuais clientes da Efacec Angola, uma empresa de direito angolano cujo capital é detido, na totalidade, pela empresa-mãe. Angola representa actualmente 3,5% do volume de negócios consolidado da Efacec a nível global, o qual ascende a € 1,015 mil milhões (o correspondente a USD 1,328 mil milhões).

A Efacec encontra-se em Angola desde 1967, onde detém uma unidade de reparação, localizada no Cacuaco. Entre os clientes da empresa figuram a Unitel, a MS Telecom e a Movicel (soluções de telecomunicações), a EDEL (Empresa de Distribuição de Electricidade), a ENE (Empresa Nacional de Electricidade), a Sonangol, assim como a Nova Cimangol, a Refriango e a Vidrul (área da energia) e a Enana Empresa Nacional de Exploração de Aeroportos e Navegação Aérea (logística de aeroportos, a qual engloba todas as operações envolvidas desde a entrega da bagagem pelo passageiro até à sua recuperação).

A Efacec está ainda presente no mercado nacional nas áreas relacionadas com a reparação e manutenção de subestações eléctricas (manutenção), na apresentação de soluções para subestações a sua construção (engenharia), construção de ETARS, estações de bombagem e despoeiramentos (ambiente). No que respeita à futura central de ciclo combinado a instalar no Soyo, João Oliveira e Sousa confirma o interesse da empresa na obra pois “com excepção dos geradores a Efacec tem capacidade para fornecer toda a parte eléctrica.

O responsável da Efacec assegura que a empresa quer duplicar, nos dois próximos anos, a sua facturação consolidada na África Austral, a qual corresponde, de momento, a 7% do volume de negócios global do grupo.

João Oliveira e Sousa prevê que o mercado angolano contribuirá em 75% para o aumento de facturação da Efacec no cone sul do continente africano, sendo de 25% a quota-parte da África do Sul no incremento esperado no volume de negócios da empresa na região.

Registe-se que a Efacec tem em curso em Moçambique o desenvolvimento de um projecto envolvendo um investimento de € 23 milhões (o equivalente a USD 30 milhões), encontrando-se a negociar o lançamento de um novo projecto no valor de € 21 milhões (USD 27 milhões), embora o montante das linhas de crédito disponíveis no país do Índico seja inferior ao destinado ao mercado angolano.
Como se cosem as linhas de crédito

O que se passa então com as linhas de crédito portuguesas, que ascendem a € 1.000 milhões (mais de USD 1.300 milhões), abertas para facilitar a realização de novos investimentos em Angola? De acordo com o administrador delegado da Efacec há algo que emperra o circuito de autorizações: “a EDEL ou a ENE pedem propostas ao mercado, os fornecedores apresentam as soluções técnicas e o preço, o processo segue para o ministério da tutela e daí para o das Finanças que, por seu turno, fala com o Ministério das Finanças português, que encaminha então o assunto para a Caixa Geral de Depósitos...há algo neste circuito que não funciona, possivelmente ao nível das próprias utilities”.

Clique para ampliar a imagemOs responsáveis da empresa defendem a celebração de acordos-programa com as utilities nacionais, à semelhança dos que realizaram com a portuguesa EDP, a nortea-mericana Nevada Power de Las Vegas ou a espanhola Endesa.

Consideram que tais acordos “constituem uma garantia adicional, pois a Efacec assegura a ocupação da respectiva produção pelo período de tempo da sua vigência, normalmente um ano, sendo que, ao mesmo tempo, garantem um preço preferencial ao cliente”.


Luís Faria
3 de Dezembro de 2010
10:59

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Old December 10th, 2010, 01:39 PM   #562
Matthias Offodile
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Telecomunicações
Movicel investe USD 100 milhões e passa a operar em GSM



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A companhia telefónica móvel “Movicel” vai investir cerca de USD 100 milhões este ano, na abertura e melhoria de infra – estruturas de rede de telecomunicações, lojas e alteração tecnológica.
Até agora, a operadora, que utilizava a tecnologia CDMA, migrou agora para a tecnologia GSM, usada também pela sua concorrente directa, a Unitel. Os telemóveis da Movicel passarão doravante a suportar um “Cartão Sim”. A alteração tecnológica obrigou à substituição dos equipamentos da marca.
Carlos de Brito, administrador da empresa de telecomunicações, precisou que o lançamento da nova rede permitirá aos utilizadores que tenham um telefone GSM optar pelo operador que prefiram, em função do serviço e do preço, o que facilita a possibilidade de escolha e aumentando a concorrência.
Carlos Brito explicou que a operadora introduzirá também inovações a nível dos equipamentos de voz e de dados. “Como todos sabem, até aqui, os equipamentos limitavam-nos em termos de oferta. São tempos passados. Os novos equipamentos são mais atraentes e apresentam mais funcionalidades”, referiu.
Para o administrador da operadora a Movicel está, definitivamente, ligada à história das comunicações em Angola: foi ela a lançar a primeira operação móvel no País, através de uma rede CDMA. “Mas agora, sublinhou, comemoramos a modernização da nossa rede, enriquecendo-a com as tecnologias GSM, UMTS e HSPA”.
A tecnologia GSM apresenta importantes vantagens no plano da padronização tecnológica e interoperacionalidade entre os diferentes fornecedores, permitindo a redução dos custos operacionais e abrindo o leque de escolha de fornecedores. A redução dos custos em infra estruturas, graças à geração de economias de escala, a possibilidade de criação de novos serviços, como é o caso do roaming, o potencial de alargamento da base de clientes e o acréscimo de rentabilidade são outras tantas vantagens associadas à adopção da tecnologia GSM, a qual é utilizada pela esmagadora maioria dos operadores à escala global.
Carlos de Brito garantiu que a transição para nova tecnologia será feita sem anomalias, não trazendo quaisquer transtornos aos utilizadores: “vamos efectuar uma transição tranquila. Os clientes poderão manter os actuais números. Só haverá necessidade de substituir o aparelho em condições de troca interessantes”.
Até o final do ano, a operadora deverá inaugurar um total de 12 novas lojas em várias províncias de Angola, nomeadamente Benguela, Cabinda, Huambo e Lubango, com o propósito de levar os seus serviços aos cidadãos.
Registe-se que Angola é um dos países que maior taxa de crescimento apresenta no domínio das telecomunicações e, também, na utilização da Internet. Nas comunicações móveis, de 2003 a 2008 o país cresceu a uma taxa de 80% ao ano, isto é, cerca de 2 vezes mais do que a média da África Subsariana e 4 vezes mais que a média mundial.
No que respeita à tecnologia GSM, África detém hoje já mais de 10% do total de utilizadores existentes no Mundo, um número superior ao da Europa Ocidental, sendo que, tudo indica que Angola irá ter um peso cada vez mais expressivo na utilização destas redes.
Privatização

A Movicel foi inteiramente privatizada o ano passado, como O País noticiou em primeira mão, na sua edição de 31 de Julho de 2009, ficando o capital da operadora de comunicações móveis distribuído pela PORTMIL – Investimentos (40%), MODUS COMUNICARE (19%), IPANG – Indústria de papel e derivados (10%), LAMBDA – Investment (6%) e NOVATEL (4%). As empresas estatais Angola Telecom e ENCTA (Empresa Nacional de Correios e Telégrafos de Angola) ficarão a deter 18% e 2% respectivamente da Movicel.
O Estado angolano encaixou USD 200 milhões com a operação de venda, tendo o preço base da operadora sido fixado com o recurso a pareceres de consultores internacionais. Os recursos financeiros de que a empresa carecia com vista à sua reconversão tecnológica e expansão num contexto de crise mundial generalizada foram levados em conta na fixação do valor da operadora. Por outro lado, a capacidade financeira para levar a cabo estes objectivos teve, de acordo com a Resolução do Conselho de Ministros que configurou a operação de privatização, um peso decisivo na selecção da nova estrutura accionista. É preciso recuar a Abril de 2008
para identificar o início do processo de privatização da Movicel. Na altura o Governo decidiu abrir ao sector privado nacional 80% do capital que o Estado detinha na operadora. De acordo com o Diário da República, No 77, de 28 de Abril, 49% das participações sociais da empresa eram destinadas a investidores privados de nacionalidade angolana ou a empresas de direito angolano, directa ou indirectamente detidas por aqueles. O diploma previa ainda a transferência de titularidade de 31% da operadora para uma sociedade de direito angolano, detida maioritariamente por um parceiro estratégico internacional.
Posteriormente, a meio de 2008, foi assinado um contrato de gestão com a ZTE, a maior empresa de telecomunicações da China, o parceiro estratégico internacional considerado mais adequado aos objectivos do processo de privatização. A ZTE adquiriu então 31% da operadora, após proposta favorável nesse sentido emitida pela Comissão de Negociação da Movicel (CNM), nomeada no início de 2007 pelo Governo para estudar o cenário de privatização da operadora, determinar o seu valor de mercado e escolher um parceiro estratégico para conduzir o processo. Uma das razões que terão levado o Governo a enveredar pela privatização total assentou na constatação de que a gestão partilhada pela ZTE com o seu parceiro angolano, de acordo com o figurino fixado pelas autoridades com vista à privatização da operadora, não obtivera os resultados esperados, nomeadamente no que respeita a questões vitais para o relançamento da empresa no quadro dos objectivos estratégicos que haviam sido fixados.
A empresa de telecomunicações confrontava-se, recorde-se, com a necessidade de realizar investimentos urgentes, entre os quais se salientam os relacionados com a necessidade de dar cumprimento às orientações da UIT – União Internacional das Telecomunicações, as quais estabelecem que os serviços de radiodifusão digital terrestre serão implantados na mesma faixa (800MHZ) em que a Movicel operava.
A Movicel foi criada em 2003 e iniciou a sua actividade com a prestação de serviços de telecomunicações móveis na condição de subsidiária da Angola Telecom.

Hamilton Viage
3 de Dezembro de 2010
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Old December 15th, 2010, 11:26 AM   #563
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Investec eyeing Angola stock exchange launch



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Angola, Capital Markets | Jaco Maritz | November 15, 2010 at 15:57

Investec Asset Management would be interested to invest in Angola once the country’s stock exchange launches.



“We have been waiting for the launch of the stock exchange for the last few years,” says Roelof Horne, portfolio manager of Investec’s Pan Africa Fund. The fund invests mainly in equities listed on stock exchanges across Africa.

“Three years ago I was actually in the stock exchange building. I met the manager of the stock exchange; I met their IT people. They have trading systems; they have stock brokers. Everyone was sitting waiting for the president to sign but for some reason they have decided not to press the button,” says Horne.

Some stakeholders expect the Angolan bourse – the Bolsa de Valores e Derivativos de Angola – to open later this year or in early 2011
.

“Angola came out of their civil war less than a decade ago. The country is tightly controlled by a political elite who are dictating the time table for economic reform. But economic reform is underway and gathering pace. We believe Angola will move into the mainstream,” says Horne.

According to the IMF, Angola’s real GDP growth from 2004 to 2008 was consistently above 10%, recording a high of 20.6% in 2005. In 2009 the country was, however, hard-hit by the global economic crisis and only managed to squeeze out an estimated growth of 0.7%. The government recently projected growth of between 5% and 6% for 2010.

Horne says that Angola holds significant investment potential. “GDP growth was bad last year because of what happened to the oil price as a result of the global financial crisis. But in the few years before that, you had GDP growth measuring in the twenties. When you have fast growth coming off a low base, opportunities for businesses abound.”

“Angola has a huge deficit of development. Luanda’s population has mushroomed but with no infrastructure, so there the opportunities are obvious.

“You also have a fertile country, where there’s just about no agriculture. You have a country that has got huge mining potential but is very underexplored. Angola is relatively well-off because of its oil wealth yet they import everything. Just about nothing gets manufactured in Angola. With the right policies the development in the country is going to be astronomical over the next few years,” he explains.

http://www.howwemadeitinafrica.com/i...e-launch/5473/
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Old December 17th, 2010, 02:57 PM   #564
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Luanda
WTO reference centre opened in Luanda


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12/14/10 11:16 AM



Luanda - A reference centre aimed at providing summary of the current state of negotiations at the World Trade Organisation (WTO) was opened Monday, in Luanda, by experts from that international institution at the request of Angola.



The opening of the institution, which will operate in the facilities of the Ministry of Commerce, aims at enabling the exchange of information between Angola and the WTO regarding events and negotiations that take place in that UN specialized agency.



Moreover, the centre will enable Angola to have access to updated information and data from its partners.



According to the WTO’s expert, Matthew Baker, who currently addresses a seminar to staff of the Ministry of Commerce, the opening of the centre will help Angola to be more aware of the organisation’s affairs.
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Old December 17th, 2010, 05:00 PM   #565
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Obras
Progest investe 700 milhões na formação e aquisição de equipamentos




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A “Progest, empresa angolana de fiscalização de obras, investiu USD 700 milhões na formação dos seus quadros e na aquisição de equipamentos para fiscalização e consultoria de obras, nomeadamente escolas públicas, pontes, projectos diamantíferos e agências bancárias.

De acordo com Paulo Nóbrega, administrador da empresa, a Progest tem cerca de 50 obras em curso, entre as quais o edifício da “Escom” do Grupo Espírito Santo, o edifício “Maravilha”, o edifício da Fortaleza, o projecto diamantífero “Luó”,
na província da Lunda-Norte, o Centro Logístico em Talatona e o edifico da Direcção Nacional das Alfandegas, em Ondjiva, Segundo o responsável, a Progest pretende desenvolver-se de forma sustentada, apostando na formação contínua dos seus funcionários.

“Apostamos num serviço de excelência, no valor moral e na ética do nosso pessoal, porque temos uma grande preocupação na vertente humana, o que faz da Progest uma grande empresa”, garante.

Paulo Nóbrega adianta que, para além da prestação de serviços, a sua companhia preocupa-se em analisar as diversas áreas de mercado. Para ele, um dos grandes problemas de Angola é que “as pessoas importam projectos pré-acabados sem conhecimento prévio do mercado, como por exemplo, a capacidade dos terrenos e as águas pluviais”.

Para além das infra-estruturas, a Progest está ligada também à construção de vias de comunicação, marcando presença nas províncias de Cabinda e Malanje.

Outros projectos Para corresponder às necessidades do mercado, a Progest criou quatro subsidiárias, nomeadamente a “Progest Fiscalização”, “Progest Estudos e Projectos”, “Prongila” que realiza actividades inerentes a projectos e fiscalização de vias de comunicação e outras que surgem actualmente, tais como gestão e auscultação externos e internos e a “Proprime Imobiliária”.

O gestor avançou que a necessidade de “up-grade” nacional, no que respeita ao carácter científico que as vias de comunicação devem ter como objectivo de salvaguardar a coisa pública, permite maior controlo de qualidade no investimento de infra-estruturas, construindo estradas dentro dos parâmetros internacionais bem dimensionadas e duráveis. A Prongila está equipada com material próprio para fazer face a estes desafios, tendo adquirido um deflectometro pesado imprescindível para estudo da capacidade de suporte de pavimentos de estradas e aeroportos. A empresa adquiriu também uma máquina designada “greep – tester” para avaliação do atrito, um perfilo metro-laser para irregularidade e deformações, um laboratório completo para e estático equipado com a mais moderna gama de equipamentos. “Os outros investimentos seguem-se sempre com objectivo principal de adoptar Angola, com uma empresa nacional capaz de aplicar as novas tecnologias de ponta nesta área”, acrescentou.

“De forma a não adulterar a anterior estratégia acima referida, que em nosso entender tem justificado a confiança que os clientes e colaboradores depositam na Progest, criamos diferenciadas áreas de actuação que permite manter a proximidade e a qualidade no serviço mesmo em período de grande crescimento externo e interno”, garante Paulo Nóbrega.

Desde a sua constituição e ao longo dos 18 anos de actividade, a empresa serve clientes das mais variadas áreas, nomeadamente ministérios, institutos, empresas públicas, bancos, entidades financeiras, escolas e universidades, empresas de construção e imobiliárias.

A PROGEST é uma empresa angolana fundada em 1989, em Luanda,
actuando na área de projectos, fiscalização, consultoria (avaliação imobiliária) e gestão.

Hamilton Viage
8 de Outubro de 2010
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Old December 18th, 2010, 04:27 PM   #566
Matthias Offodile
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TV CABO: Inovação em crescimento
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23 de Abril de 2010, 09:25



Foi realizado um jantar nesta segunda-feira 19 de Abril alusivo ao 18.º Fórum da AICEP, pelas 19h 30min, no Restaurante Bay Art situado no inicio da Ilha de Luanda.





Na liderança do desenvolvimento tecnológico em Angola, a TV CABO, marca com forte implantação no continente africano, tem em Angola igual participação de capital do Grupo Visabeira, reconhecido especialista na área das comunicações nomeadamente a Telecom.

Usufruindo do know-how destas duas entidades é o único operador de conteúdos e dados por cabo do país e disponibiliza simultaneamente televisão e internet com sinal inteiramente digital.





Tendo começado a operação em 2006 já foram investidos mais de 40 milhões de dólares em equipamento e expansão da rede, a qual continua em curso não só na zona de Luanda mas igualmente noutras cidades do país. Neste contexto brevemente arrancarão as novas operações no Lobito e em Benguela com redes totalmente construídas em fibra óptica. A tecnologia utilizada garante uma óptima qualidade de som e imagem, sendo disponibilizados cerca de 150 canais de televisão e acessos de internet com velocidades de referência vocacionados para o mercado residencial e corporativo.



Na 18ª reunião do Fórum foi “feito um balanço da actividade, perspectivando o futuro”. Diversos representantes de países de língua portuguesa aproveitaram o jantar para definirem estratégias futuras de cooperação no âmbito do Fórum para o ampliação e melhoramento da TV CABO em todo parte do mundo.



Participaram neste evento, representantes da TV CABO Angola, TV CABO Moçambique, Portugal Telecom, ANACOM, Correios de Portugal, Correios da Guiné-Bissau, Correios do Brasil, Correios de Cabo-Verde, Cabo-Verde Telecom, Cabo Verde Móvel, Estudo de Comunicação da Guiné-Bissau.



Para esta ocasião o maior atractivo foi a banda “The Kings” que interpretou várias músicas internacionais que fascinaram os presentes.



Um buffet recheado de tudo o que os convidados mereciam, desde as inúmeras entradas, aos pratos nacionais e internacionais, passando pelas mais diversas iguarias, acabando nas sobremesas de fazer crescer água na boca, esteve durante toda a noite à disposição de quem quisesse saborear essas deliciosas.



Arrojada, criativa, dinâmica e universal a TV Cabo pretende posicionar-se como uma referência na transmissão de dados e disponibilização de conteúdos a nível residencial e empresarial.



Por: Akanda

Fotos: Shayne

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Old December 28th, 2010, 03:25 PM   #567
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Barbot Angola reforça estratégia de expansão


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17 de Novembro de 2010 às 11:19:10 por Ana Rita Sevilha

O forte crescimento da Barbot Angola, na ordem dos 55% e a maior proximidade junto dos clientes impõem a abertura de mais duas lojas e de uma nova fábrica, anunciou a empresa.

“Reforçando a sua imagem como empresa de referência no sector, a aposta passa pela entrada em novos mercados em Angola”. Nesse sentido, “a empresa conta já com um total de cinco lojas próprias, tendo aberto recentemente duas delas, uma situada em Luanda Sul (Morro Bento) e outra em Viana (a 30 km do centro da cidade)”.

João Carlos Barbot, Administrador Delegado da Barbot em Angola justifica a abertura de uma nova loja em Viana por ser “uma zona industrial onde irão nascer muitas empresas e onde futuramente vão nascer muitas obras. Optámos por Viana porque para além de ser um ponto de desenvolvimento, é um local estratégico. A adicionar a isso temos também a nova fábrica que se situa em Viana e que se prevê que esteja pronta no final do ano. Por outro lado, abrimos esta loja porque considerámos que é importante termos um ponto de venda perto da fábrica.”

“A abertura destas novas lojas irá repercutir-se no volume de facturação da empresa, estando previsto um aumento na ordem dos 15 a 20%”, assegura.

De acordo com a empresa, “a Barbot continuará com a sua estratégia de expansão de sucesso e de reforço do compromisso assumido no mercado Angolano, levando a cabo uma renovação da imagem da empresa e uma dinamização das acções de marketing junto dos consumidores. A estratégia passa pelo lançamento de um novo catálogo de cores com novo layout e a utilização de mais cores nas lojas, utilizando os tons da Barbot”.

A entrada no mercado de Benguela e do Lobito, no sul de Angola, através de dois agentes localizados nessas cidades, representa mais uma aposta da Barbot. O administrador Delegado da Barbot em Angola, fundamenta esta decisão “porque era muito complicado enviar as encomendas para o Sul. Para resolver esta questão neste momento estamos a criar um armazém de distribuição em Benguela que irá fornecer os dois agentes (revendedores) e as empresas de construção civil a quem fornecemos directamente.”

A abertura destas novas lojas em Angola e todas as estratégias de expansão a implementar, neste território, reforçam o compromisso assumido pela marca em consolidar a sua operação neste país, ao mesmo tempo que contribui para um incremento dos resultados da economia angolana.
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Old December 30th, 2010, 10:59 PM   #568
Matthias Offodile
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check this out

http://www.jornaldeeconomia.com/inde...id=192&j=popUp
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Old December 31st, 2010, 09:57 AM   #569
evany
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looks like that Dundo city is really getting built YESSSSSSSSSSSSSSSSSSS
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Old December 31st, 2010, 04:27 PM   #570
Matthias Offodile
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Originally Posted by evany View Post
looks like that Dundo city is really getting built YESSSSSSSSSSSSSSSSSSS
YEAP; THE CONSTRUCTION PICS IN THE MAGAZINE ARE PRROF!

Happy new year , Evany
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Old December 31st, 2010, 04:46 PM   #571
evany
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Originally Posted by Matthias Offodile View Post
YEAP; THE CONSTRUCTION PICS IN THE MAGAZINE ARE PRROF!

Happy new year , Evany
HAPPY NEW YEAR MATTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTT PARTY HARD BRO
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Old January 21st, 2011, 02:00 PM   #572
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Angola abre portas à multinacional Emmar dos Emirados Árabes Unidos


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África
19/01/11, 18:25
OJE/Lusa
O presidente angolano recebeu hoje, em Luanda, garantias do presidente da Emmar Africa Resources, com sede nos Emirados Árabes Unidos, de que esta multinacional está disposta a contribuir para a reconstrução nacional e desenvolvimento de Angola, noticiou a Angop.



O xeque Mohammed Alabbaz, presidente da multinacional Emmar Africa Resources e membro do conselho executivo da monarquia do Dubai, foi recebido por José Eduardo dos Santos no Palácio Presidencial, na capital angolana.



"Todo o mundo está com os olhos postos em Angola, pelo facto de nos últimos anos este país ter tido um desenvolvimento fabuloso nas mais variadas áreas"
, disse Alabbaz, citado pela agência angolana Angop.



No encontro com o chefe de Estado angolano, adiantou o xeque Mohammed Alabbaz, foi discutida a forma como a multinacional pode contribuir para o processo de desenvolvimento de Angola, no quadro das actividades que abrangem os sectores imobiliário, mineiro, bancário, construção, entre outros.



"A Emmar Africa Resources, implantada em mais de 27 países, recebeu da parte do presidente angolano a confiança e o apoio de que pode investir no país", explicou Mohammed Alabbaz, que é detentor de mais de cem hotéis no Dubai, da rede de metro deste emirado e vários outros empreendimentos em todo o mundo.
http://www.oje.pt/noticias/africa/an...-arabes-unidos

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Old January 21st, 2011, 10:19 PM   #573
evany
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WOW ISSO É FANTASTICO
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Old January 22nd, 2011, 11:06 PM   #574
skytrax
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Angola com maior crescimento mundial da década

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Angola foi o país do mundo que mais cresceu economicamente na última década, revela um estudo da conceituada revista britânica Economist, citado pela Voz da América

O estudo diz ainda que outro país lusófono, Moçambique, está na lista das 10 economias mundiais que mais cresceram nesse mesmo período.

Com efeito, se muito se fala do acordar dos gigantes que são a China, o Brasil, Índia e Rússia, o estudo da Economist é surpreendente não só pelo facto de Angola estar no topo da tabela mas também pelo facto de na lista das 10 economias de maior crescimento na ultima década seis serem países africanos.

Angola aparece no topo da tabela com um crescimento entre 2001 e 2010 de 11,1 por cento, superior à China que registou no mesmo período um crescimento de 10,5 por cento.

Moçambique surge no oitavo lugar com um crescimento de 7,9 por cento o mesmo que o registado no Chad que está em sétimo.

O notável nessa lista é que ao contrário do que se possa pensar não são países asiáticos que dominam a lista

mas sim africanos. Da lista das 10 economias de maior crescimento seis são de países africanos, algo que é mais notável se tiver em conta que na década anterior apenas um país africano (Uganda) fazia parte da lista.

Na ultima década o crescimento real do PIB de África foi de 5,7 por cento, superior ao da América Latina com 3,3 por cento.

Em termos globais há que perspectivar que a economia de África é minúscula representando apenas dois por cento da produção mundial.

O estudo do Economist faz no entanto notar que devido a esse atraso o crescimento de África não é de surpreender, tendo o que diz ser “mais potencial de crescimento”. O estudo faz salientar a melhor administração das economias em muitos países africanos que beneficiaram também de grandes investimentos da China e do aumento dos preços das matérias primas.

Mas, diz o Economist, em vez de esbanjarem o dinheiro como aconteceu no passado governos como os de Moçambique e Tanzânia pouparam dinheiro o que amorteceu o efeito da crise nas suas economias.
O País
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Não sou Luandense nem Angolano, nem sequer Lisboeta ou Português. Sou sim, um Cidadão do Mundo!

Angolan Forum | Luanda pictures | my World Trip

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Old January 22nd, 2011, 11:26 PM   #575
skytrax
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Sonangol às compras


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Esta semana foi um frenesim quanto a anúncios, alguns ainda não confirmados, de aquisições pela Sonangol: Escom, Opway, Coba. Entretanto a petrolífera nacional foi formalmente autorizada a reforçar a posição no Millennium BCP. Além da venda da Escom, notícia que, a confirmar-se (e tudo leva a crer que o será), constituirá o negócio da semana, senão mesmo do ano, a Rioforte, holding para as participações não financeiras, sobretudo no estrangeiro, liderada por Manuel Fernando Espírito Santo, terá vendido ainda a Opway Angola, também à petrolífera nacional.

No caso desta construtora criada em conjunto pela Rio Forte e pela Opway Engenharia (que é detida pela Mota-Engil e pelo GES), em Abril de 2009, para actuar no mercado da construção e obras públicas da África subsariana – o jornal Diário Económico adianta que o controlo da empresa foi vendido aos novos accionistas da Escom, ficando a Opway Engenharia com os restantes 25% do capital da empresa angolana.

Entretanto um dos administradores da Coba, uma das principais empresas portuguesas de engenharia e projecto no domínio da construção, Alexandre Portugal, afirmou ontem ao jornal português i que uma empresa da Sonangol assinara da parte da manhã, em Luanda, um acordo para a compra da empresa Lusa.

A Coba era detida por cerca de 70 quadros depois da realização de um MBO (management buy out) em 2007. Estes quadros vão manter-se no capital e na gestão da empresa onde irão também entrar representantes do novo accionista. O valor do negócio não foi revelado.

O mercado internacional representa 40% da facturação da Coba que é uma empresa especializada em projecto e fiscalização de obras. Angola é já o principal mercado onde a Coba está presente no sector das infraestruturas eléctricas com destaque para barragens, água e saneamento e infra-estruturas rodoviárias.

Esta transacção foi anunciada poucas horas após a divulgação da alienação pelo Grupo Espírito Santo da sua posição na Escom (ver Caderno Economia).

De referir ainda que a Sonangol acaba de ser autorizada pela entidade de regulação financeira portuguesa, o Banco de Portugal, a reforçar a sua posição no Banco Millennium BCP até uma posição qualificada de 20%. Prevê-se que o maior banco do mundo, o ICBC, o Industrial and Commercial Bank of China entre no capital do BCP.
O País
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Old January 22nd, 2011, 11:34 PM   #576
evany
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esperemos que continua a crescer assim...vi um estudo até 2015 das economias africanas Angola não ta la presente no crescimento...e o crescimento era a base dos 7% para cima...bom é que isso sempre muda...esperemos então por um futuro mas risonho
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Old January 23rd, 2011, 01:33 PM   #577
Boyshow
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Epa eu ja nao comprendo mas nada, dizem que a economia do pais esta crescendo mas o povo angolano esta cada vez mais pobre, até ja podemos qualificar isto a miseria; a vida nao esta facile em Angola, todos dizem a mesma, onde é que vai o dinheiro do Pais meu Deus dos céus?
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Old January 23rd, 2011, 06:19 PM   #578
evany
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Originally Posted by Boyshow View Post
Epa eu ja nao comprendo mas nada, dizem que a economia do pais esta crescendo mas o povo angolano esta cada vez mais pobre, até ja podemos qualificar isto a miseria; a vida nao esta facile em Angola, todos dizem a mesma, onde é que vai o dinheiro do Pais meu Deus dos céus?
que pergunta boyshow...até parece que não sabes onde vai a guita
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Old January 23rd, 2011, 08:25 PM   #579
lil sky
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Originally Posted by evany View Post
que pergunta boyshow...até parece que não sabes onde vai a guita
hey gentes estou de volta!!! A pergunta de boyshow mostra mesmo a ignorancia dos nossos quotas angolanos, o dinheiro està com as pessoas que compram empresas, bancos e tudo na europa e em particular em portugal... Depois jà nao ha nada para construir hospitais e escolas...
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Old January 23rd, 2011, 09:12 PM   #580
evany
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se eles fizessem como o kuwait...eles poderiam morrer no poder que não saiam...darem, casas, pagarem a escola dos miúdos...enfim ja sabem como é...mas não fazem cototos...as casas é so para vos enganar
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