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Old April 15th, 2011, 09:45 PM   #601
Matthias Offodile
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Empresários espanhóis querem investir em Angola


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07/04/2011

Vários empresários espanhóis pretendem investir em Malanje, em vários domínios, visando contribuir no seu desenvolvimento socioeconómico, indica uma nota de imprensa do executivo da província distribuída à Angop.
Depois de uma visita do Governador de Malanje
, Boaventura Cardoso, à região autónoma de Castilha-la-Mancha (Espanha), os empresários mostraram-se dispostos em investirem em Malanje, devido à similitude de algumas características geopolíticas e administrativas entre a região de Castilha-la-Mancha e a província de Malanje.
Face a essas semelhanças, as partes abordaram vários assuntos de interesse bilateral, que permitiram uma troca de experiências entre a delegação e empresários de Malanje e os espanhóis, tendo-se traçado metas para a criação de parcerias empresariais entre as duas regiões.
A visita à Espanha teve como objetivo conhecer de perto as potencialidades económicas de Castilha-la-Mancha, particularmente nas áreas agroindustrial, turística, bem como as políticas de desenvolvimento rural da região. O governador de Malanje visitou uma central de energia solar, bem como informou às entidades de Toledo e Cuenca, as potencialidades económicas da província, sobretudo as do domínio agropecuário e turístico.
http://www.vidaimobiliariaangola.com...stir-em-angola
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Old April 18th, 2011, 08:47 PM   #602
Matthias Offodile
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Angola to return to two-digit growth in 2012, IMF says


April 14th, 2011 News

Luanda, Angola, 14 April – The Angolan economy is expected to return to two-digit growth in 2012, reaching 10.5 percent growth, which is much higher than the economic growth projected for the region, according to the latest forecasts from the International Monetary Fund (IMF).

Angola’s economic growth is expected to rise from 1.6 percent in 2010, to 7.8 percent in 2011 and is then projected to speed up in 2012, posting the second-highest level of growth in sub-Saharan Africa, after Niger.

“The slowdown in economic growth in Europe affects some countries in the region that export manufactured products, such as South Africa,” and the rise in oil prices penalises importers, said the report that was published this week.

According to the IMF Angola’s difficulties in 2011 will be related to controlling inflation as consumer prices are expected to rise 14.6 percent (14.5 percent in 2010), but there will be some correction in 2012, when inflation is expected to slow to 12.4 percent. (macauhub)
http://www.macauhub.com.mo/en/2011/0...2012-imf-says/

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Old April 18th, 2011, 08:52 PM   #603
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Diversification of Angola’s mining industry reduces dependence on diamonds



April 18th, 2011 Features

Luanda, Angola, 18 April – The diversification of Angola’s mining industry, which has moved into mining metals and phosphates, is increasing the sector’s production levels and reducing dependence on diamonds, according to the latest Angola Mining Report.

“To minimise the impact of future price fluctuations Angola is moving ahead with measures to diversify its mining base beyond its primary dependence on diamonds,” said the second quarter report published by Business Monitor International.

Some new projects are linked to copper, which is the case of the de-activated Mavoio mine, others to iron and manganese and, in Lubango, Ferrangol plans to open a mine with private partners.

Iron ore is due to be mined at Chipindo over the next two years, whilst in the south of Huila gold reserves were recently discovered.

The start of production of several projects since 2010 is expected to be seen in a rise in production in 2011.

According to BMI, average production growth between 2011 and 2015 is expected to be around 6.8 percent per year.

At the end of that period the Angolan mining sector is expected to be worth some US$7.5 billion.

Diamonds will continue to be the main product, but Angola, “has great potential for base metals and gold.”

The downturn in the diamond market in 2009, which led to a drop in production to US$1.18 billion, brought to light Angola’s dependence on the industry, despite the availability of other minerals.

This year, BMI said, the mining sector is expected to see “string growth” and the four new projects recently approved by the government will have an impact on the country’s production.

As well as this, “relatively low operating costs, together with the current relative political stability in Angola, continue to attract foreign operators to the market, often as an alternative to neighbouring countries,” it said.

An example of this is South Africa’s Trans Hex Mining, which launched pilot production at its mine in Luana in 2010, and which is expected t achieve production of 31,000 carats of diamonds by the end of this year, whilst it is reducing its operations in South Africa.

The sector is still awaiting a mining code, which would implement stricter regulations on how producers can distribute the revenue generated by projects in the country.

An official from Angola’s diamond company, Endiama, cited by BMI said that the new law was expected to require producers to use 50 percent of their revenues to cover operating costs and the other 50 percent for taxes as well as development projects for the local community.

The law currently only requires that companies pay tax on profits to Endiama, the state concession holder, of 35 percent.

The new code may also make it obligatory to carry out government approved environmental impact studies.

Angola is currently the world’s 5th largest diamond producer by value, accounting for 7 to 9 percent of global production.

The main reserves are in the province of Lunda Norte and Lunda Sul and most of the diamonds are found in alluvial deposits.

Endiama has said it believes that there are still large rock diamond deposits across the country. (macauhub)

http://www.macauhub.com.mo/en/2011/0...e-on-diamonds/
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Old April 20th, 2011, 04:30 PM   #604
evany
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Old May 1st, 2011, 07:11 PM   #605
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Emprego no país em crescimento


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Carlos Albertob - Hoje
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Sindicalista fala do Dia do Trabalhador e recorda que a taxa de desemprego ainda é alta

Fotografia: Santos Pedro

Jornal de Angola - O salário mínimo ajusta-se à realidade económica actual?

Manuel Viagem - A União Nacional dos Trabalhadores Angolanos defende um salário mínimo equivalente a 300 dólares que segundo os nossos cálculos é o valor da cesta básica alimentar. No ponto de vista da UNTA-CS o actual salário mínimo nacional tem apenas um valor nominal

JA - O Executivo e os empregadores estão de acordo com a vossa proposta?

MV - O Executivo quando legisla, harmoniza todos os interesses. Nós defendemos um salário mínimo como indicador sobre o qual nenhum empregador deve pagar abaixo dele. O salário mínimo actual está aquém da cesta alimentar básica.

JA - Como avalia o índice de preços ao consumidor?

MV - O índice de preços ao Consumidor é alto e está a corroer o poder de compra dos trabalhadores. A taxa de inflação, em 2009, atingiu 13, 75 por cento e, este ano, vamos ter uma taxa de inflação de 12 por cento. Este ano, só houve um ajustamento salarial de cinco por cento. O índice de preços ao consumidor continua a ser um dos principais factores na redução do poder de compra dos salários.

JA - Até que ponto a crise económica mundial afectou os trabalhadores angolanos?

MV - A crise económica mundial afectou os trabalhadores profundamente. Por exemplo, em 2009, a crise provocou a perda de mais de 60 mil postos de trabalho, e afectou muito os sectores da construção, minas e dos serviços.

JA - Para a UNTA-CS, qual é a perspectiva de emprego em Angola?

MV - A perspectiva é boa. Temos registado algumas iniciativas empresariais no sector público e privado que indiciam que, nos próximos tempos, vamos muitas oportunidades de emprego. A política do Estado está orientada para a criação de pólos industriais nas provinciais e revela que o parque industrial está em franco desenvolvimento. As políticas para criação das pequenas e médias empresas dão a prova de que o emprego vai crescer.

JA - Qual é a taxa de desemprego?

MV - Os últimos dados que o Ministério da Administração Pública, Emprego e Segurança Social revelou sobre a taxa de desemprego apontavam para 20 por cento.

JA - Há políticas em execução para reduzir o desemprego?

MV – Existem muitas medidas positivas. Nós defendemos que o Estado deve adoptar políticas que visem fazer com que os empreendedores criem mais empresas e oportunidades de emprego.

JA - Trabalho igual, salário igual ainda é utopia em Angola?

MV - É, pelo simples facto dos salários não estarem ajustados ao índice dos preços ao consumidor. Se os bens e serviços crescem acima dos dois por cento anualmente e os rendimentos não crescem na mesma proporção, quer dizer que não há igualdade entre o trabalho e o salário.

JA – Continua a discrepância salarial entre angolanos e estrangeiros, exercendo a mesma função?

MV - Nós exigimos a aplicação da lei. Esta matéria, durante muito tempo não estava regulamentada. Não havia os qualificadores de ocupação para se aferirem os requisitos técnico-profissionais para o exercício de um determinado posto de trabalho. Com a criação dos qualificadores pelo Ministério da Administração Pública, Emprego e Segurança Social, os empregadores colocam o trabalhador angolano e estrangeiro ao mesmo nível.

JA - Há cumprimento rigoroso dos acordos colectivos de trabalho?

MV - Relativamente a esta questão, posso dizer que há falta de cultura de contratação colectiva. O mercado de emprego não tem cultura de celebração de acordos colectivos de trabalho. Por essa razão, as negociações que se desenvolvem não culminam em celebração de acordos. A estratégia da UNTA-CS defende a celebração de acordos específicos sobre determinados conteúdos que decorrem da negociação do caderno reivindicativo.

JA - A legislação permite essa falta de cultura?

MV - A legislação considera que um acordo celebrado entre trabalhadores e empregadores sobre determinadas matérias não tem que estar de acordo com as normas previstas na Lei Geral do Trabalho. Basta que o contrato esteja depositado no MAPESS para se transformar num acordo colectivo.

JA – Continuam os despedimentos ilegais e o não pagamento do 13º mês e subsídio de férias?

MV - A UNTA-CS tem estado a adoptar a valorização o princípio da solidariedade. Quando situações desta natureza surgem, denunciamos os factos. Mas defendemos que a Inspecção-Geral do Trabalho e o Tribunal de Trabalho devem actuar na punição dos prevaricadores. Lamento a falta de acutilância destes órgãos, razão pela qual há empregadores reincidentes nesta prática.

JA - Há concertação entre a UNTA-CS e a Inspecção Geral do Trabalho?

MV - Não há nenhuma concertação. Todas as situações anómalas que acontecem, A UNTA-CS denuncia à Inspecção-Geral do Trabalho e a ela compete realizar a inspecção localmente.

JA - Como se efectiva a cooperação com outras centrais sindicais?

MV - Tem havido alguma cooperação. Vamos organizar conjuntamente as manifestações do 1º de Maio. E até Junho deste ano, vamos criar o Fórum da Concertação Sindical,

JA - A UNTA-CS é acutilante na defesa dos trabalhadores?

MV - A prática tem demonstrado que a organização sindical que presta serviço aos trabalhadores é a UNTA-CS. Agora, há uma leitura errada do exercício sindical. Muita gente pensa que o sindicalismo se realiza a partir de um caderno reivindicativo dirigido ao governo. A UNTA-CS defende a concertação de vários intervenientes no exercício da reivindicação. A central sindical tem dado aos sindicatos as estratégias gerais que devem ser aplicadas. O sindicalismo não se resume aos cadernos reivindicativos. Todos os dias as comissões sindicais, que são estruturas permanentes existentes nas empresas, exercem actividade sindical.

JA - A UNTA-CS perdeu nas manifestações do 1º de Maio o fulgor dos outros tempos?

MV - Os tempos são novos. Antigamente as manifestações do 1º de Maio eram realizados no quadro de um Estado Providência, num estado em que as organizações sociais eram correias de transmissão e tinham muito dinheiro. Hoje realizamos a nossa actividade com fundos próprios e, actualmente, não há recursos financeiros.

JA - Em que moldes se vai realizar hoje o 1º de Maio?

MV - Há uma concentração, um desfile de trabalhadores e a realização de uma declaração em defesa dos trabalhadores, no Largo da Família.

JA - Quantos filiados tem a UNTA-CS?

MV - A UNTA-CS, actualmente, tem 230 mil filiados e 120 sindicatos.
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Old May 21st, 2011, 08:31 PM   #606
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GMS Consulting com novo escritório em Luanda

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09/11/10, 18:11
O crescimento da GMS no mercado angolano tem sido rápido e o novo escritório em Luanda vem consolidar a presença.
António Lagartixo, managing partner da GMS, afirma que "o crescimento da actividade da GMS neste mercado tem sido relevante e o seu acelerar é o passo lógico seguinte, assente naquelas que são as diversas valências da empresa nos serviços que oferece".
Estando presente em Angola desde 2007, a GMS tem vindo a prestar serviços de consultoria estratégica, organizacional e de sistemas de informação a clientes dos mais diversos sectores de actividade.
A GMS Consulting foi criada em 2003 com o objectivo de prestar serviços de consultoria estratégica e de negócio, de sistemas de informação e de engenharia/redes de comunicações, apostando nos mais elevados níveis de rigor, profissionalismo, inovação e qualidade. Com uma crescente presença internacional, desenvolve hoje projectos nos diversos continentes do globo, centrando a sua actividade na prestação de serviços de consultoria em quatro grandes áreas: estratégia empresarial e de negócio; organização, processos e análises económico-financeiras; sistemas e tecnologias de informação; engenharia e redes de comunicações.
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Old May 24th, 2011, 09:52 PM   #607
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Belgian businesspeople plan to contribute to development of rail sector in Angola


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May 24th, 2011 News

Luanda, Angola, 24 May – Belgian businesspeople, on a three-day economic and trade mission to Angola, are interested in investing in the country, particularly in the rail sector, which is still lacking in some auxiliary services, the head of the business delegation said in Luanda Monday.

Speaking to Angolan news agency Angop, on the sidelines of a meeting between Belgian businesspeople and Angolan officials, the chairman of the Belgium-Luxembourg-Africa-Caribbean-Pacific Chamber of Commerce (CBL-ACP), Michel Van der Voort, said that the companies from his country that operate in the rail sector wanted to help the Angolan government to open up new railway lines and with professional training.

“We want to bring new technologies, locomotives and provide training to help Angola to develop. Most of the companies here are from the construction sector, and have capacity to build railways, roads, dams and ports along with other facilities,” he said.

The mission from the CBL-ACP has been in Angola since Sunday and is made up of 17 representatives of companies in the railway, ship and port management, machinery, aviation, export of metallurgical products and construction sectors.

Relations between Angola and Belgium go back to 1928,
when Belgium opened up its first consulate in Angola and Belgian oil company Fina started drilling for Angolan oil, and built the Luanda refinery.
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Old May 28th, 2011, 05:41 PM   #608
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nauguração
Presidente da República enaltece abertura da Zona Económica Especial


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27-05-2011 13:05

Luanda - O Presidente da República, José Eduardo dos Santos, enalteceu hoje, sexta-feira, a abertura da Zona Económica Especial, considerando que "representa um passo em frente no longo caminho da reindustrialização do nosso país".


"Deve ser assinalado com satisfação", afirmou o Chefe de Estado na abertura da Zona Económica Especial, localizada no município de Viana, em Luanda.


"É um marco histórico para o desenvolvimento da economia nacional e para o relançamento da produção interna de bens e serviços", acrescentou, assinalando que não é um acto isolado. "Outras iniciativas semelhantes estão em curso nos polos industriais de Futila (Cabinda), Soyo (Zaire), Catumbela (Benguela), da Matala (Huíla), na zona mineiro industrial de Cassinga (Huíla) e no perímetro agro-industrial de Pungo a Dongo (Malanje)", realçou.


"Temos razões para acreditar que é possível aplicar o programa do Governo para a substituição ou redução das importações, para o fomento da produção interna e o aumento da riqueza nacional e do emprego", ressaltou.


Na Zona Económica Especial foram construídas de raiz fábricas de tintas, fibra óptica, tubos PVC, arames de vedação, entre outras.


A cerimónia foi testemunhada por membros do Executivo, deputados da Assembleia Nacional e outras individualidades.

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27-05-2011 18:17

Luanda
Dezassete novas indústrias entram em funcionamento em 2012


Luanda – Além das oito indústrias inauguradas hoje, na Zona Económica Especial Luanda/Bengo, pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, dezassete novas unidades fabris diversas, em fase de conclusão, entrarão em funcionamento em finais do próximo ano, anunciou o PCA da Sonangol, Manuel Vicente.



“Hoje são inauguradas oito unidades concluídas e até final de 2012 prevê-se que sejam postas em marcha mais 17 unidades que estão em fase de conclusão”, sublinhou o gestor da Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola – Sonangol, ao intervir na cerimónia de lançamento da ZEE.



Na ocasião, Manuel Vicente salientou que existem actualmente 53 empresas agro-industriais, industriais e de serviços, para além de 20 contratos negociados e a aguardar assinatura e consequente início de execução, e três contratos com negociação suspensa.



As 73 unidades fabris da ZEE, segundo o PCA da Sonangol, prevêem produzir bens avícolas, agrícolas, alimentares, confecções e calçado, produtos de higiene e limpeza, pivôs de irrigação agrícola, torres de transmissão de energia eléctrica e telecomunicações, cabos de fibra óptica, material e equipamentos eléctricos, plásticos, material de construção civil e ferragens.



Prevê-se, ainda, o fabrico de bens siderúrgicos, metalomecânicos, caixilharia de alumínios, vidros biopraguicidas, resinas acrílicas, painéis solares, redes e artefactos de pesca, pneus e câmara-de-ar, mobiliário de madeira, carruagens e vagões.



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27-05-2011 19:15

Indústria
País conta com cinco novas fábricas de materiais de construção civil


Angop




Luanda - Cinco novas fábricas de materiais de construção civil entraram em funcionamento oficialmente hoje (sexta-feira), na Zona Económica Especial de Viana (ZEE), em Luanda, aberta pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos.



Trata-se das fábricas de tintas e vernizes, com uma produção anual de 24 milhões e 960 litros de tintas de água e de óleo e um milhão e 248 litros de vernizes, de material eléctrico (37.400 peças/dias), de torres metálicas (444 unidades/ano), de tubos PVC (17 quilómetros de tubos) enquanto que de vedações de arames farpado vai produzir 41.340 metros de vedação/dia.




"Esta obra dá corpo e estrutura a um dos principais objectivos estratégicos do Executivo que consiste na diversificação das fontes de rendimento da economia do país e a criação de grupos económicos nacionais fortes e competitivos em vários domínios da economia".





Criada em 2005, a Zona Económica Especial Luanda/Bengo, a primeira do género no país,segundo dados do projecto, está destinada a promover uma base económico-social sustentável e a criar, deste modo, um eixo regional gerador de desenvolvimento num quadro de interdependência com o resto do país.





Ocupando uma área total de oito mil e 300 hectares, a ZEE está em desenvolvimento com a construção de infra-estruturas de outras unidades fabris de materiais e bens alimentares.



Ao intervir no acto de abertura do empreendimento, o Chefe de Estado Angolano disse ser importante começar a trabalhar em duas direcções no sentido de aproveitar o potencial das indústrias instaladas na ZEE e tornar viável, do ponto de vista económico e financeiro, as unidades fabris.
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Old July 19th, 2011, 11:57 AM   #609
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18-07-2011 19:21

Exposição
Inicia terça-feira 28ª edição da Feira Internacional de Luanda


Luanda - A 28ª edição da Feira Internacional de Luanda inicia, terça-feira, com disponibilização de um pavilhão exclusivo à exposição de produtos e serviços ligados ao sector turístico, com vista à promoção das potencialidades nacionais.

A Filda, maior bolsa de negócios Angola, a ideia resulta de uma solicitação do Ministério da Hotelaria e Turismo, que encara o evento como uma porta inquestionável para apresentar à comunidade estrangeira os encantos turísticos e a realidade cultural de Angola.

O objectivo é permitir que os operadores inscritos no Instituto Nacional de Fomento Turístico (Infotur) exponham os seus produtos e serviços, assim como firmem parcerias de negócios com os estrangeiros presentes no certame.

“Para este ano, a organização também reforçou a participação das empresas do ramo das tecnologias que terá um espaço reservado denominado Planeta Internet, onde estarão representados todos os servidores e provedores de serviços de Internet.

O Brasil será o convidado de honra dessa 28ª edição, a julgar pelo estreitamento das relações económicas entre este país sul-americano e Angola. Ainda este ano, países como a África do Sul e o Brasil voltam a participar da Filda, depois de cerca de três anos ausentes.

A Feira Internacional de Luanda terá como tema central, este ano, “Os desafios da atracção de investimentos”, contará com a participação de aproximadamente 750 expositores de vários ramos da actividade económica, entre angolanos e estrangeiros.

A Filda é um evento de negócios que junta anualmente desde 1983 empreendedores nacionais e de países de África, América, Europa e Ásia para expor produtos e serviços, assim como estabelecer contactos de negócios. Este ano a Indonésia e o Quénia iniciam a sua participação oficial ao certame.



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15-07-2011 12:44

Economia
Resultado do trabalho das mulheres empreendedoras é notório



Mulheres empreendedoras na assinatura de um acordo com o banco Sol

Luanda – A directora para o Desenvolvimento Empresarial da Liga dos Jovens Empresários de Angola “Prestígio”, Berta Tomé, considerou hoje, sexta-feira, em Luanda, que o trabalho desenvolvido até ao momento pelas mulheres empreendedoras no país é satisfatório, abrangente e notório, porque tem estado a contribuir para o crescimento da economia nacional.

“No estudo sobre empreendedorismo, feito em 2008, ficou demonstrado que a taxa de empreendedorismo feminino neste ano era superior (a volta de cinco porcento) a dos homens”, disse Berta Tomé em declarações à Angop.

Adiantou que, apesar de em 2010 a taxa de empreendedorismo ter baixado, ainda é visível que em todos os sectores da economia, principalmente em termos de pequenas e médias empresas, a representatividade feminina é considerável.

Berta Tomé explicou que neste momento as mulheres desenvolvem os seus negócios por necessidade, pois não existem ainda programas e projectos que ajudem a elevar o seu nível educacional, de modo a permitir a obtenção de conhecimentos básicos de mercado.

"Se as mulheres com poucos recursos financeiros e poucas oportunidades no mercado de trabalho e falta de conhecimento de mercado conseguiram mudar o quadro, com certeza que com mais conhecimentos a contribuição delas na produção de riqueza do país seria mais forte do que agora", disse.

Sublinhou que a Associação das Mulheres Empresárias (Assomel) tem feito um grande trabalho, apesar de enfrentar os mesmos problemas à semelhança de outras associações, como a falta de contribuições e de ajuda de doadores que permitam a criação de projectos.

"Se nós que temos o poder de decisão económica e política nos preocuparmos em promover programas e projectos para elevar o nível educacional da mulher, vamos dar um contributo singular para o desenvolvimento da sociedade angolana" sublinhou, Berta Tomé.

Segundo a responsável, se for aumentado o nível de escolaridade das mulheres e a formação profissional em áreas diversificadas, as empreendedoras angolanas poderão fazer muito.



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Old July 19th, 2011, 11:58 AM   #610
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11-07-2011 17:09

Telecomunicações
Sistema VSAT vai permitir comunicações a preços mais acessíveis



Pedro Mendes de Carvalho, presidente do Conselho de Administração do INACOM

Luanda – O presidente do Conselho de Administração do Instituto Angolano de Comunicações (Inacom), Pedro Mendes de Carvalho, afirmou, hoje (segunda-feira), em Luanda, que o sistema Vsat, com tecnologia semalhante às antenas parabólicas, vai permitir fornecer serviços de comunicações com qualidade e a preços acessíveis a todos os pontos do país.


De acordo com Pedro Mendes de Carvalho, que falava na abertura de uma formação sobre os Sistemas Vsat, para que esta intenção se torne realidade e se supere as actuais dificuldades de comunicações em algumas zonas do país, estão em curso vários projectos de recuperação das infra-estruturas da rede básica.


“Entre essas infra-estruturas estão o de feixes hertzianos (rádio) e o infraSat que vai levar comunicações via satélite para os pontos mais recônditos do país, afirmou, tendo realçado não ser segredo que os sistemas Vsat são mais versáteis, baratos e adequados para cobrir o país.


No ponto de vista do órgão regulador (Inacom), garantiu que o mercado vai se desenvolver de forma harmoniosa e que não vão existir situações prejudiciais aos investidores ao mesmo tempo que a nova regulamentação não interferirá no desenvolvimento e aplicação das novas tecnologias nesse campo.


A acção de formação, que se destina a engenheiros, gestores e funcionários de agências reguladoras e de empresas de telecomunicações, visa potencializar os participantes sobre os “Sistemas Vsat”e fornecer introdução detalhadas sobre os sistemas de comunicação por satélite.


O curso que vai até ao dia 15 deste mês (Julho) tem o apoio do Inacom, da Organização Intenacional de Telecomunicações por Satélite (Itso) e da União Internacional de Telecomunicações.
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Old July 22nd, 2011, 09:41 PM   #611
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"Sistema de vistos e exportação para Angola são prioridade", ministro português Paulo Portas



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22 de Julho de 2011, 09:09

Paulo Portas, ministro dos Negócios Estrangeiros português, anunciou hoje, 21, que Angola e Portugal vão criar um novo sistema de vistos que vai agilizar os processos e facilitar a vida dos empresários e quadros portugueses em Angola, garantindo que se trata de um sistema de reciprocidade.

Portas, que falava na FILDA 2011, salientou o facto de estar "muito feliz" por esta ser a primeira viagem oficial como ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE): "O meu primeiro shake hand depois de assumir a pasta foi com o Sr. Presidente da República de Angola e com o Sr. Ministro da Economia, o que me deixa muito satisfeito".

Segundo o MNE português reforçar as relações com Angola "não depende deste ou daquele governo, mas é um compromisso do Estado português, que olha para a mesma como mutuamente vantajosa".

"Angola representa oportunidade conjectural e investimento estrutural", disse Portas, acrescentando que o nosso País pode também ser uma porta para outros mercados africanos.

A crise na Europa e em especial em Portugal acresce a importância da FILDA, onde os investidores portugueses procuram parcerias tanto com angolanos como com empresários de outras nacionalidades.

Segundo o Secretário de Estado da Economia português, António Henriques, este é o tempo de consolidar as relações e sendo Angola o quinto maior mercado para Portugal e o primeiro fora da União Europeia é tempo também da economia angolana olhar para terras lusas.

"A nossa presença na FILDA está representada por cerca de cem expositores, o que significa que Portugal aposta vivamente nas relações económicas e comerciais que não implicam apenas a entrada de Portugal em Angola, mas também de Angola em Portugal. A vinda do MNE reforça essa vontade do governo português. Dinamizar a economia passa pelos bens e serviços transacionáveis e pelas exportações", explicou António Henriques.

"Estou aqui para resolver problemas"

Sem querer levantar muito o véu, Paulo Portas revelou que será mais fácil adquirir visto para Angola: "O sistema de vistos vai deixar de ser uma inquietação para todos. É importante obter resultados e é por isso que cá estou, para resolver problemas. Este dossier tem que ser tratado com muito acompanhamento e já foram trocados documentos de ambas as partes com propostas".

Embora não tenha adiantado muito mais, o ministro português garante que o tema não se vai arrastar e já em Agosto haverá uma reunião em Lisboa para que se chegue a um acordo.

Sobre a crise que se vive em Portugal e aos portugueses que vivem em Angola, Portas deixou uma mensagem de incentivo: "Portugal vai sair da crise porque tem portugueses como nós que ajudam a desenvolver o País".





































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Old July 29th, 2011, 08:13 PM   #612
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27-07-2011 17:47

Economia
Reservas internacionais do país atingem 21,4 biliões de dólares



Governador do Banco Nacional de Angola (BNA), José de Lima Massano

Luanda – As reservas internacionais líquidas do país passaram de 17,3 biliões de dólares em Dezembro de 2010, para USD 21,4 biliões em 30 de Junho, representando uma variação acumulada desde o início do ano de 23,6% e uma variação trimestral de 19,71%, anunciou hoje o governador do Banco Nacional de Angola (BNA), José de Lima Massano.

Ao falar à imprensa, no habitual balanço trimestral do Executivo, acerca das prioridades em termos de política monetária e cambial, o governador do Banco Central informou que o BNA vendeu aos bancos comerciais, desde o início do ano, divisas avaliadas em cerca de sete biliões de dólares.

José de Lima Massano disse constituir prioridade absoluta do Executivo, no âmbito da política monetária, o combate à inflação, a concessão de credito à economia e a redução dos encargos aduaneiros associados à cesta básica, para redução dos preços dos bens alimentares.
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Old September 3rd, 2011, 08:36 PM   #613
Matthias Offodile
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Angola - Investir e Seguro


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Old September 6th, 2011, 01:05 PM   #614
Kizaca
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Good to see University of Namibia...it should be a good alternative to send Angolans students study instead of sending them in other places.
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Old October 20th, 2011, 08:41 AM   #615
NuncaPior
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Boas notícias para a "nossa" terra...

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Orçamento Geral do Estado de Angola para 2012 sem défice


Luanda, Angola, 19 Out – O Orçamento Geral do Estado (OGE) para 2012 de Angola prevê receitas de 3,5 biliões de kwanzas e despesas de igual montante não havendo, por isso, lugar a défice orçamental, afirmou terça-feira, em Luanda, o Presidente da República, José Eduardo dos Santos.

Na abertura do ano legislativo, quando falava sobre o Estado da Nação na Assembleia Nacional, Eduardo dos Santos adiantou que o OGE assenta num cenário macro-económico que contempla uma taxa de crescimento real do Produto Interno Bruto de 12%, sendo 13,4% do sector petrolífero e 12,5% do sector não-petrolífero e uma taxa de inflação de 10%.

O Presidente angolano disse ainda que a dívida pública global continua dentro dos coeficientes de segurança internacionalmente aceites, quer quanto ao seu volume e custos, quer no tocante ao seu perfil de vencimentos.

Segundo José Eduardo dos Santos, o baixo custo do endividamento externo, combinado com a recuperação dos preços de exportação do petróleo, reflectiu-se na melhoria do saldo da balança correntes, que evoluiu de um défice de 7 572 milhões de dólares em 2009 para um défice de apenas 348 milhões de dólares em 2010.

Citado pela agência noticiosa angolana Angop, Eduardo dos Santos salientou que Angola continua a receber da comunidade internacional o reconhecimento da sua crescente solidez macroeconómica, certificada nos relatórios emitidos em 2010 pelo Fundo Monetário Internacional e pelas três principais agências internacionais de classificação do risco de dívidas soberanas.

Relativamente ao ano em curso, disse que se estima um crescimento do Produto Interno Bruto na ordem de 3,7%, abaixo do previsto no Orçamento Geral do Estado, devido à redução da produção petrolífera pela empresa BP, por razões técnicas, que, no entanto, foi compensada em parte pelo aumento do preço médio anual do barril de petróleo bruto e por um crescimento mais acelerado do sector não-petrolífero.

(macauhub)
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Old November 25th, 2011, 09:18 PM   #616
Matthias Offodile
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Poland launches an investment forum: Investing in Angola & Brazil 24.11.2011
















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Old November 25th, 2011, 11:29 PM   #617
Boyshow
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é sempre bom saber que um Pais vai investir no nosso Pais
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Old November 28th, 2011, 07:11 PM   #618
S.city
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Government Envisages 12.8 Per Cent Growth in 2012

Luanda — The Angolan government foresees for 2012 a growth rate of the country's Gross Domestic Product (GDP) estimated at 12.8 per cent, said Sunday in Luanda the Finance minister, Carlos Lopes.

According to Carlos Lopes, the growth of the GDP will be balanced both in the oil sector and outside of it.

The minister was speaking at the public television (TPA)'s debate programme entitled “Espaço Público” (Public Space), having added that the economy of Angola has been progressing since 2002, becoming fairly stable in 2005.

The minister also revealed that 2006 and 2007 are the years in which were registered a strong growth of the country's economy, reaching about 25.7 per cent.

Although in 2008 there was a reduction to 15 per cent, the economy continued to present good indicators in 2009, 2010 and 2011.
"(...) As a result of the strong growth in the two sectors (oil and non oil sectors), we hope to record in 2012 two-digit growth", he stressed.

He also revealed that there will be contribution to the growth of the economic sector from the gas sub-sector. On the other hand, as a result of the execution of the Public Investment Programme (PIP), the non oil sector will record good growth rates.

Carlos Lopes also explained that in regard to the benefits for the population, he said the GDP has really to growth in this manner, so that the government can improve services like health, education and housing.
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Old November 28th, 2011, 07:19 PM   #619
LADEN
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Damn!
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Old November 29th, 2011, 06:18 AM   #620
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Convém sempre lembrar ...


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Dívida pública de Angola ascende a 31,4 mil milhões de dólares

Luanda, Angola, 29 Nov – A dívida pública de Angola, interna e externa, ascende actualmente a 31,4 mil milhões de dólares, afirmou domingo em Luanda o ministro das Finanças de Angola, Carlos Alberto Lopes, que precisou ser a componente externa de 17,8 mil milhões de dólares.


Relativamente à componente externa, o ministro precisou que os maiores credores são a China, com 5,6 mil milhões de dólares, o Brasil, com 1,8 mil milhões de dólares, Portugal com 1,4 mil milhões de dólares e Espanha com 1,2 mil milhões de dólares.


A dívida interna, que ronda 13,6 mil milhões de dólares, decorre das emissões de obrigações e dos bilhetes de tesouro, instrumentos que servem para financiar o Programa de Investimento Público em curso e antecipar as receitas em função dos planos mensais de caixa, respectivamente.


No decurso de um programa na estatal Televisão Popular de Angola, o ministro das Finanças recordou que o governo prevê para 2012 uma taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) na ordem de 12,8% nos dois sectores da economia – petrolífero e não-petrolífero, sendo que a previsão para a taxa de inflação é de 10%. (macauhub)
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