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Old December 6th, 2011, 06:58 PM   #621
Matthias Offodile
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Competitividade passa por boas finanças
João Dias | - 25 de Novembro, 2011



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A necessidade de abraçar as novas práticas de gestão começa a ser uma ambição das empresas pois os tempos são outros



A competitividade das empresas passa pela sua sustentabilidade financeira, o que deve ser visto como um factor primordial, juntamente com a necessidade de se alicerçar em boas práticas de gestão, uma exigência dos tempos actuais. Esta é a visão de Paulo Dinis, presidente do Centro de Negócios da Accenture Angola, em entrevista ao Jornal de Angola. A competitividade das empresas angolanas face ao mercado doméstico e global, a dinâmica assumida por elas face aos novos desafios, bem como a adaptação das mesmas à nova realidade, foram assuntos abordados nesta entrevista.

JA – Qual é a maior preocupação das empresas actualmente?

PD – Hoje há a preocupação das empresas abraçarem novas ferramentas e novos métodos de actuação. Até há pouco tempo, os sectores eram estanques. Agora estão a aparecer empresas com forte tendência para a internacionalização, o que exige que tenham de adaptar novas ferramentas à realidade local. É preciso que as empresas criem novas competências e capacidades. Também é preciso que respondam à realidade local e às exigências dos clientes. Se antes o mercado era Luanda, hoje a situação não é a mesma, pois já se pensa em cadeias de distribuição e transportes nacionais eficazes.

JA – O que devem fazer?



PD – É preciso que as empresas despertem para os desafios da competitividade e se esforcem por atingir um bom desempenho. Por isso, devem esforçar-se em adoptar boas práticas de gestão, sendo também importante que ao posicionarem-se no mercado saibam o valor que têm.

JA – Os clientes o que procuram mais?

PD – Há uma clara preocupação das empresas em reforçarem a questão do capital humano. Nesse sentido, a Accenture tem dado o seu melhor. Essa continua a ser uma preocupação das empresas angolanas, por ser um ponto essencial do desenvolvimento de competências. Agora, a preocupação reside no modo como se processa a passagem de conhecimento. Temos um capital que traz toda essa dimensão, que é a partilha de conhecimento mundial, tornando fácil a busca de conhecimentos noutras realidades.

JA – Os resultados da formação de quadros têm sido bons?

PD – Têm sido excelentes. O que nos pedem com mais frequência é a passagem de conhecimento. Mas há também a questão da prestação de serviços na área da estratégia, que é uma das valências. Quando o cliente procura um aconselhamento mais técnico do caminho a seguir, podemos sempre orientá-lo na perspectiva da internacionalização da empresa, mas antes é preciso orientá-lo para que mercado deve ir. Os mercados emergentes são propícios a novos investimentos.

JA – Já se pode falar em internacionalização em Angola?

PD – Há muitas empresas angolanas no exterior e há também empresas que já estão num patamar de desenvolvimento que lhes permite pensar nesse âmbito. Fazer investimentos no exterior é sempre um desafio e, neste sentido, aconselhamos a adopção de práticas e ferramentas empresariais mais avançadas. É preciso ajudar estas empresas que se estão a internacionalizar a adaptarem-se sempre, a expandir e a sair para novas realidades.

JA – Existem muitas oportunidades de negócios no mercado angolano?

PD – O mercado angolano está a desenvolver-se nas suas múltiplas formas, o que abre perspectivas para novos negócios. Mais uma vez, é preciso que as empresas consigam sustentar os próprios modelos de negócios e a própria formação dos recursos. Hoje em dia, não basta operar num ou outro local. É preciso saber quais devem ser os resultados e ajustá-los à realidade. O fundamental é também fazer a análise da rentabilidade dos próprios negócios e dos próprios investimentos.

JA - Os empresários angolanos devem abraçar a inovação?

PD – A necessidade de abraçar as novas práticas de gestão começa a ser uma ambição das empresas, pois os tempos são outros e as exigências dos mercados também. Essa vai ser claramente a tendência das empresas angolanas. Parte delas começa a olhar para essa situação com mais seriedade e até como investimento. O crescimento de Angola tem de ser sustentado com a existência de um tecido empresarial forte. Se há crescimento da economia angolana, é preciso que também os empresários consigam responder e adaptar-se às mutações do mercado, cujas exigências são cada vez mais agressivas.

JA – E se não o conseguirem, o que acontece?

PD – Com a concorrência a que se vai assistindo actualmente, se as empresas não se adaptarem aos novos tempos acabarão por ficar ultrapassadas. As pessoas não podem estar agarradas aos modelos tradicionais. Sabemos que existem realidades de mercados que se distinguem pelas mutações e dinâmicas. São exemplos a seguir e temos acompanhado as novas tecnologias nos estágios mais avançados de desenvolvimento.

JA – As nossas empresas estão a adoptar boas práticas de gestão nestes tempos de incerteza?

PD – É o que vejo no dia-a-dia. Há essa preocupação por parte das empresas que são clientes da nossa consultora. É uma necessidade que as próprias empresas vão tendo com o tempo, fruto da troca de experiências e da própria necessidade de atingir a excelência e alto desempenho, o que é um desafio.

JA – Que avaliação é que faz da banca nacional?

PD – A banca angolana é um dos sectores que tem de reagir mais rapidamente a estes aspectos, pois a concorrência exige que a adopção de novas práticas se evidencie. A banca tem desafios grandes relacionados com a economia e o país. A necessidade de concessão de crédito, expansão e fidelização da população são desafios deste sector, que vai crescer muito, pois tem espaço para evoluir. Tem desafios para responder e garantir os rácios de gestão e contabilidade.

JA – A situação portuguesa cria algum receio na banca angolana?

PD – Acho que não há nada a recear nesse sector, porque o capital dos bancos angolanos é nacional e todos eles têm uma implantação nacional. Acho que a crise em Portugal não deve ser motivo de receio para as empresas e a banca no país. Angola tem a vantagem de ter grandes perspectivas de crescimento.

JA – O investimento de Portugal em Angola, ou o inverso, não cessa por isso?

PD – Claro que não. Apesar da situação, o investimento não vai cessar. Antes pelo contrário, vai crescer. As empresas vão continuar a operar. Aliás, estas situações fazem com que se canalize todo o investimento para os países emergentes. Temos um estudo de alto desempenho que diz que as empresas que investem em tempos de “down time” são as que conseguem ter uma maior desenvoltura e expandir-se. Aquelas empresas que se preparam para tempos difíceis são as que conseguem estar sempre em melhores condições. Angola é um mercado que está a crescer e que deve adequar-se à nova realidade do século XXI. A tendência das empresas portuguesas é a de procurarem novos investimentos em países emergentes.

JA – Quais são as áreas em que a Accenture trabalha?

PD – A Accenture tem um escritório em Angola desde 2006 e tem estado a trabalhar nos sectores da energia, recursos naturais e ambiente, telecomunicações. Estamos organizados em áreas de especialidade e por áreas de conhecimento, como finanças, estratégias e operações, recursos humanos e comércio. Usamos essas valências para responder aos desafios do próprio mercado.

JA - O que vos diferencia das outras empresas do ramo?

PD - O conhecimento que temos da tendência dos mercados e a experiência que absorvemos através do contacto que estabelecemos com profissionais de outros países, fazem com que tenhamos este valências diferenciadas. Absorvemos realidades de outros pontos e reaproveitamo-las e adaptamo-las à realidade local. Existem soluções inovadoras disponíveis, mas sempre entendemos que não basta importá-las, é preciso saber como adaptá-las localmente e as empresas nacionais e internacionais procuram o modo como funcionam os mercados. Há um outro aspecto fundamental para as empresas, que é a questão da estratégia e do capital humano. Mas, só um plano estratégico não basta, é também fundamental que se desenvolva uma cadeia logística, capaz de suportar os planos estratégicos.

JA - As empresas angolanas pensam na fidelização do cliente aos seus serviços?

PD - As empresas devem oferecer produtos e serviços com qualidade a ponto de provocarem a fidelização do cliente aos seus serviços. A fidelização dos clientes é fundamental para o sucesso e crescimento das empresas, pois significa aceitação dos produtos da empresa. Há uma confiança entre empresa e cliente.
E isto só é possível quando se dá a atenção merecida ao cliente. Desenvolvemos uma estratégia de crescimento e recrutamento local, numa altura em que temos 40 colaboradores nacionais. Em Angola, numa perspectiva de longo prazo, vamos fazer mais investimento na capacidade do capital humano.

JA - Qual é a abordagem do vosso estudo “Imperativos de negócios num contexto de incerteza económica”?

PD - A abordagem deste estudo está voltada para a necessidade de dotar as empresas com ferramentas que lhes permitam atravessar situações de incerteza. No presente momento, há empresas que lutam por sobreviver e outras que aproveitam a sua posição no mercado para aumentar as vantagens competitivas e saírem reforçadas. A globalização tem acentuado o risco para as empresas. Paradoxalmente, um maior compromisso com o mundo multipolar oferece às organizações os elementos fundamentais para adaptarem a sua resposta à contracção económica e, ao mesmo tempo, posicionarem-se para o futuro.

JA - Quais são os imperativos de negócios?

PD - Hoje muitas empresas enfrentam esta situação numa posição mais forte do que enfrentaram situações anteriores semelhantes. Contudo, as circunstâncias são agora mais complexas. A turbulência financeira e uma menor flexibilidade para a mudança representam um risco acrescido. No contacto que temos com os nossos clientes, identificamos os imperativos de negócio à volta dos quais se estão a centrar os esforços de transformação das empresas no contexto actual, que passam pela excelência e agilidade operativa, gestão de custos rápida e sustentada, aquisição e retenção de clientes, execução eficaz de fusões e aquisições e a gestão estratégica do talento.

JA - Os tempos actuais favorecem as aquisições e fusões?

PD – A turbulência económica abriu caminho a uma nova onda de fusões e aquisições, tanto domésticas como transfronteiriças.
Períodos económicos com características semelhantes ao que vivemos mostraram ser um excelente trampolim para muitas das actuais empresas líderes globais de diversos sectores de actividade, graças em grande medida a bem sucedidos processos de aquisição ou de investimento. Ao analisar um potencial processo de fusões e aquisições, as empresas devem avaliar detalhadamente as várias vertentes de sinergias e de obstáculos associados à operação.
Oh yes!
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Old December 13th, 2011, 04:01 AM   #622
NuncaPior
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E por falar em Boas finanças... há que pagar as dívidas...


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Angola deve 5,6 mil milhões de dólares dos empréstimos contraídos em instituições financeiras da China




Luanda, Angola, 12 Dez – Angola ainda deve 5,6 mil milhões de dólares dos 9 mil milhões de dólares em quatro empréstimos contraídos junto de instituições financeiras da China, informou quinta-feira em Luanda o ministro das Finanças, Carlos Lopes.

Respondendo a perguntas colocadas pelos deputados no decurso da sessão plenária destinada à discussão do Orçamento Geral de Estado para 2012, o ministro adiantou que os empréstimos foram contraídos junto dos bancos de Exportações e Importações (ExIm) e de Desenvolvimento da China.

No que respeita ao Banco Exim foram assinados três acordos, o primeiro de 2,5 mil milhões de dólares, o segundo de 2 mil milhões e o terceiro de 3 mil milhões de dólares.

O primeiro e o terceiro empréstimos têm um prazo de amortização de 15 anos e o segundo de 18 anos, prevendo os três um período de carência de três anos sendo a taxa de juro de 1,25% ao ano.

Relativamente ao Banco de Desenvolvimento da China, prosseguiu o ministro, foi assinado um acordo de empréstimo de 1,5 mil milhões de dólares, amortizável num período de nove anos, com taxas de juros similares.

(in macauhub)
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Old December 13th, 2011, 02:37 PM   #623
Matthias Offodile
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Nunca pior, what´s your problem? is is some sort of envy because Portugal is virtually bankrupt with dim prospects for the future...if the two European powerhouses Germany and France weren´t around, most of Europe´s periphery would have gone down the drains entirely (in case that you have forgotten that)! (I have nothing against Portugal or Portuguese people, so don´t even try to categorize me in there) Or do you have a problem to see a former AFRICAN colony rise out of the ashes??...every single thread that I open, I only see you shed light on shit news or leave embittered comments or simply both of that! Get to terms with what bothers you and please engage in a meaningful way or just vanish into thin air, period.
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Old December 13th, 2011, 07:00 PM   #624
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Fundo Monetário Internacional dá boa nota à economia angolana






O Fundo Monetário Internacional (FMI) reconhece num relatório divulgado ontem em conferência de imprensa, em Luanda, que Angola continua a fazer progressos rumo à estabilidade macroeconómica.
Entre os indicadores, além da estabilidade da taxa de câmbio, o FMI refere a redução das taxas de juro e a restauração das reservas internacionais num ritmo mais acelerado do que o esperado.
De acordo com o relatório, apresentado em conferência de imprensa pelo representante residente do FMI em Angola, Nicholas Staines, os progressos foram sustentados por uma forte consolidação fiscal nos dois últimos anos.
"A estabilização continua incompleta", sublinha o documento, cuja elaboração resultou da quinta avaliação feita, no quadro do Acordo Stand-By assinado entre o Executivo e aquela instituição monetária internacional.
Em relação às reformas fiscais e a transparência, o relatório do Fundo monetário Internacional congratula-se com as medidas tomadas para melhorar o controlo das operações financeiras da Sonangol com o orçamento, considerado uma peça central para melhorar a tesouraria e gestão de caixa, a contínua disseminação de informações relacionadas às operações da Sonangol, incluindo o relatório de demonstrações financeiras auditadas de 2010. O FMI também saúda as medidas tomadas para enfrentar o grande e inexplicável residual nas contas fiscais, o que compromete a qualidade das estatísticas das finanças públicas para os programas e formulação de políticas.
Este trabalho, sublinha o documento, tem de ser sustentado de forma substancial. O FMI saúda igualmente a decisão das autoridades angolanas em basearem o Orçamento Geral do Estado em preços "conservadores" do petróleo, o seu compromisso para melhorar as transferências dos rendimentos do petróleo e continuar a trabalhar para a definição do quadro de um fundo de estabilização. Quanto à situação fiscal, o documento refere que tem estado em grande parte sob controlo. A inércia da inflação e a deterioração da qualidade dos activos bancários, devido ao impacto de atrasados internos, sugerem que os esforços de reforma precisam de ser sustentados, para estabelecer as bases para uma economia competitiva, de crescimento rápido e diversificada, segundo o documento.
Angola precisa também de uma posição mais forte das reservas internacionais para melhorar a capacidade de resistência aos choques externos, segundo aquela instituição de Bretton Woods.
http://jornaldeangola.sapo.ao/20/0/f...nomia_angolana


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11/11/11 11:41 AM

WASHINGTON
IMF praises Angola reforms


WASHINGTON - The International Monetary Fund on Thursday praised Angola for its economic and fiscal reforms, but said more work is needed to ensure better transparency and management of oil revenues.


This week the southern African nation received a $134.8 million loan tranche under a 27-month IMF programme. Luanda has so far received $1.2 billion under the programme extended in 2009 to help plug the liquidity gaps following the fall in the price of oil, Angola's main export.


"The Angolan authorities should be commended for strong performance under the Fund-supported stabilization and reform program," IMF Deputy Managing Director Naoyuki Shinohara said.



"Spending has been contained, and budget execution enhanced. The sustained fiscal adjustment, helped by higher oil prices, has fostered reserve accumulation, a stable exchange rate, and declining inflation."


Although Shinohara noted that public financial management and transparency continued to be "key priorities going forward", he welcomed the government's commitment to addressing the "quasi-fiscal operations" by the state oil company Sonangol.


Sometimes described as a parallel structure of government, Sonangol is the concession holder for Angola's vast oil blocks, is in charge of downstream distribution and has an extensive overseas and domestic investment portfolios.


It also runs its own airline, manages government housing and industrial programmes, and through joint ventures with Chinese companies is understood to be involved in negotiating oil-backed loans for the government.










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Exploração de diamantes

Diamantes produzidos na Lunda-Norte

Fotografia: Jornal de Angola

Dois contratos para prospecção e exploração de diamantes foram assinados na semana passada, em Luanda, entre a Empresa Nacional de Diamantes (Endiama), a Kassypal e a Sociedade Geral de Minas (SGM).
Trata-se do contrato entre a Endiama e a Kassypal, empresa do Grupo António Mosquito, ligado ao projecto Uári, aluvionar, (actividade desenvolvida no rio), que vai ser implementado na província da Lunda-Norte. Outro contrato de prospecção e depósito secundário de diamantes foi igualmente assinado entre a Endiama e a Sociedade Geral de Diamantes (SGM), para desenvolver o projecto Luege, também aluvionar.
Em cada um dos projectos, a Endiama terá uma participação de 51 por cento, enquanto à SGM cabe 49 por cento e igual valor à Kassypal. Na cerimónia de assinatura, o presidente do Conselho de Administração da Endiama, António Carlos Sumbula, referiu que o país necessita de pessoas empreendedoras nos projectos mineiros.
Segundo afirmou, constitui actividade da Endiama empenhar-se na prospecção para identificar novas reservas e procurar reactivar as minas que ficaram paralisadas durante a crise financeira mundial.
No primeiro contrato, explicou, trata-se de uma mina que já existia e que paralisou devido à crise, enquanto o segundo se refere a um projecto em fase de prospecção onde se procuram novas reservas. Os desafios da empresa que dirige estão focados na produção, prospecção e na procura de compreensão do mercado de diamantes.
O responsável da Sociedade Mineira-Kassypal, António Mosquito, que não avançou o valor do investimento, disse que a sua empresa vai aplicar o necessário ao longo do tempo, sublinhando que o mais importante é trabalhar para que Angola seja um grande país.
Por seu lado, Adalberto da Costa Júnior, da SGM, disse que a empresa que dirige está a iniciar a fase de prospecção, esperando que tenha êxito, com o encontro de viabilidade económica para poder passar para uma fase de exploração.


Relativamente ao valor a ser investido, disse que o contrato impõe algumas obrigações que vão para um mínimo de cerca de cinco milhões de dólares, tendo a sua empresa encontrado uma parceria estrangeira especializada para trabalhar. Em ambos os projectos a prioridade vai para a mão-de-obra nacional.
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Old December 28th, 2011, 05:26 PM   #625
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Volume de mercadorias manuseado regista aumento no Porto do Lobito








O Porto do Lobito absorve investimentos que o preparam para corresponder aos desafios e aumentam a sua capacidade de produção



O Porto Comercial do Lobito manuseou, entre Janeiro e 24 de Dezembro, mais de 2,7 milhões de toneladas, contra 2,3 em 2010, revelou ontem, naquela cidade, o presidente do Conselho de Administração da empresa pública, Anapaz de Jesus Neto.
De acordo com o responsável, que falava na cerimónia de comprimentos de fim de ano, no período em referência foram manuseados igualmente 87.538 contentores, mais 9.638 do que em 2010.
O porto, de acordo com o gestor, registou a atracagem de 699 navios, menos um do que em 2010. No mesmo período, foram descarregadas 1.264 viaturas, menos 4.751 que no ano anterior.
A dinâmica e empenho dos trabalhadores, de acordo com Anapaz de Jesus Neto, permitiram que cada navio que atracasse permanecesse apenas dois dias em trabalho de descarga nas instalações portuárias.
O presidente do Conselho de Administração do Porto do Lobito adiantou que este ano foi dado um avanço aos projectos de construção do porto seco e do terminal para a descarga e carga. A ampliação da ponte cais e a pavimentação do recinto portuário são, segundo explicou, outros trabalhos desenvolvidos ao longo de 2011. Anapaz Neto Garantiu que vários projectos, como a pavimentação do recinto portuário e a construção do porto seco, ficam concluídos em Setembro de 2012.
No Porto do Lobito, de acordo com o gestor, estão em curso projectos orçados em mais de 1.195 milhões de dólares. Em termos de recursos humanos, Anapaz de Jesus Neto esclareceu que a sua direcção continua a apostar na política de renovação da força de trabalho, tendo formado, este ano, 285 novos trabalhadores. Os novos equipamentos, associados à formação permanente dos trabalhadores, vão tornar mais célere a actividade portuária e habilita o porto a corresponder aos futuros desafios
http://jornaldeangola.sapo.ao/15/0/v...orto_do_lobito
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Old January 1st, 2012, 05:35 PM   #626
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Desafios 2012
Angola (re)entra no quadro de honra do crescimento mundial em 2012




Angola deverá regressar no próximo ano ao crescimento dos dois dígitos. Segundo as previsões do Governo, em 2012, o produto interno bruto do país deverá dar um pulo de 12,8% em termos reais face a 2011. As projecções do Fundo Monetário Internacional (FMI) são um pouco menos optimistas apontando para um crescimento de 10,8%. Menos optimista ainda é a The Economist Intelligence Unit (EIU), unidade de investigação económica da revista The Economist, que antecipa uma variação do PIB de apenas 9,9%, ainda assim a roçar os dois dígitos.

O tempo dirá quem tem razão, mas mais do que as percentagens em concreto interessa a tendência e todas as previsões apontam para uma forte aceleração da economia angolana em 2012, depois de 3 anos a marcar passo na ressaca da crise financeira internacional de 2008. Nos três anos que agora terminam a economia angolana cresceu a uns “míseros” 2,4% anuais, considerando a média simples, o que significa que os angolanos empobreceram em termos reais, pois a população cresce 3% ano.

Esta taxa faz do triénio 2009-2011 um triénio de lata, por oposição aos triénios 2004-2006 e 2005-2007, em que o país foi vice campeão mundial de crescimento, com taxas de 17,1% e 21,3%, pela mesma ordem. A confirmarem-se as projecções do governo, FMI e EIU para 2012, o país volta ao quadro de honra do crescimento mundial. A título de exemplo, a taxa de varia real do PIB de 10,8% avançada pelo FMI para Angola o próximo ano é a quinta mais elevada entre os 184 países para os quais a instituição de Washington apresentou projecções em Setembro passado. Melhor só a Serra Leoa, com uns impressionantes 51,4%, Iraque (12,6%), Níger (12,5%) e Mongólia (11,8%).

Se as previsões económicas não passam disso mesmo de previsões, que o tempo se encarrega de confirmar ou infirmar, a incerteza que paira sobre a economia mundial nos últimos anos ainda torna mais difícil o exercício de adivinhar a marcha do PIB. Veja-se o que se passou no triénio 2009-2011.

Em 2009, o Governo começou por prever um crescimento do PIB de 11,8% mas a economia acabou por crescer apenas 2,4%. No ano seguinte as primeiras projecções oficiais apontavam para 8,4% mas a realidade não ultrapassou os 3,4%. Para este ano, as previsões iniciais antecipavam um salto do PIB de 7,6%, mas agora não dão mais do que 1,3%.

E 2012 ainda não começou e o Governo já reviu em baixa a sua primeira projecção, dos 15,5% avançados no OGE 2011 para os 12,8% que constam da cenário macroeconómico do ODE 2012. Apesar dos riscos negativos que pairam sobre a economia mundial — em particular os relacionados com a crise da dívida europeia — que podem afectar o preço do petróleo e por tabela a economia angolana, há factores suficientemente robustos que suportam as previsões de forte aceleração do crescimento angolano. Refiro-me em concreto ao aumento da produção de petróleo que, ultrapassados os problemas técnicos em alguns campos operados pela BP e com a entrada em produção de um campo operado pela Total, deverá dar um salto de 15% em 2012 face a 2011 para mais de 1,8 milhões de barris por dia. O arranque do projecto de gás natural conhecido como LNG é outro factor que deverá ajudar à aceleração da economia em 2012.

As previsões do governo apontam para um crescimento real de 13,4% do sector petrolífero que deverá funcionar como o motor da aceleração ao gerar recursos para alavancar o crescimento de 12,5% do sector não petrolífero. Como referido, pelas contas oficiais, o conjunto da economia deverá acelerar de 1,3% em 2011 para 12,8% em 2012.

Os recursos disponíveis para alavancar o crescimento do sector não petrolífero deverão ser maiores do que o previsto na proposta de OGE 2012 já que esta se baseia num preço do crude de 77 dólares o barril quando as previsões internacionais apontam para 100 dólares o barril.

Por último mas não menos importante, a aceleração da economia angolana deverá assentar em bases mais sólidas. Os progressos registados ao nível da estabilidade macroeconómica, nomeadamente a melhoria das contas externas e públicas, o aumento das reservas de divisas, a estabilidade cambial e a descida da inflação, podem ajudar a tornar o crescimento mais sustentável. Mas não tenhamos ilusões. A estabilidade macro é condição necessária mas não suficiente para um crescimento sustentado.

Todos os diagnósticos apontam no mesmo sentido: a principal maka da economia angolana é a (falta de) competitividade. E nessa matéria as coisas estão praticamente na mesma ou até piores.

No relatório 2010/2011 do Fórum Mundial para a Competitividade que revelamos nesta edição, Angola ocupa uma modestíssima 139a posição entre 142 países, tendo caído uma posição relativamente ao ranking anterior.

Força de trabalho com formação inadequada, burocracia do Estado, oferta insuficiente de infra-estruturas, corrupção e dificuldades no acesso ao financiamento, são os cinco “bilos” mais problemáticos para os negócios em Angola identificados no relatório. É nestes factores de competitividade que os nossos governantes devem concentrar todas as suas energias se quiserem evitar o stop and go do passado recente.

Carlos Rosado de Carvalho
1 de Janeiro de 2012



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01-01-2012 6:02


Retrospectiva 2011
Indústria angolana aposta na Zona Económica Especial


Luanda - A abertura no ano findo da Zona Económica Especial (ZEE), Luanda/Bengo, com o objectivo de criar uma base económico-social sustentável e um eixo regional de desenvolvimento constituiu um marco significativo para a reindustrialização do país e o relançamento da produção interna de bens e serviços.

Nesta senda, oito unidades fabris foram inauguradas pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, que vão contribuir para a diversificação da economia nacional e para uma maior competitividade no mercado de bens e serviços.

Assim, foram inauguradas as fábricas da Angolacabos, Lda, que se dedica ao fabrico de cabos de fibra óptica, a Inedu Plastic, Lda, na área de plásticos, a Indutize, que opera na fabricação de tintas e vernizes, a Mateletrica, vocacionada ao fabrico de material eléctrico, a Mangoeal, construtora de torres metálicas, a Pivangola que vai confeccionar pivot de irrigação agrícola assim como a Pipelaine Angola e a Vedatela, que se dedicam na produção de tubos e fabricação de vedações e arames.

Com uma área de 8.500 hectares, a zona económica estende-se pelos municípios de Viana, Cacuaco e Icolo e Bengo na província de Luanda, e Dande, Ambriz e Nambuangongo na provincia do Bengo, visa incentivar o desenvolvimento da região e está voltada para o mercado interno e comércio franco.

A obra que dá corpo e estrutura a um dos principais objectivos estratégicos do Executivo que consiste na diversificação das fontes de rendimento da economia do país e a criação de grupos económicos nacionais fortes e competitivos em vários domínios da economia , prevê criar mais de dez mil postos de trabalho directos.

Para além das unidades inauguradas, o projecto prevê a construção de 73 fábricas e tem a missão de oferecer e gerir espaços infra-estruturados e de serviços, de modo a que, até em 2015 o país seja reconhecido como a primeira escolha na instalação de indústrias e outros negócios.

Entretanto, a par das oito unidades fabris, outras 14 foram concluídas na ZEE, enquanto a nível de todo o país mais de 53 estabelecimentos industriais entraram em funcionamento durante o ano.

Importa também referir que este mega projecto não aconteceu de forma isolada, pois outras iniciativas semelhantes estiveram em curso nos pólos industriais de Fútila, do Soyo, da Catumbela e da Matala, na zona mineiro-industrial de Cassinga e no perímetro agro-industrial de Pungo-Andongo.

Através do sector dos têxteis, vestuário e calçado, a indústria angolana deu os primeiros passos com o relançamento da cultura e da fileira do algodão, a reabilitação e desenvolvimento da produção têxtil, prevendo-se que , com estas iniciativas, entrem em funcionamento em 2012 as fábricas de tecidos da Textang II, em Luanda, a África Têxtil, em Benguela, e a SATEC, no Kwanza Norte e Dondo paralisadas a mais de 20 anos.

Para uniformizar os procedimentos de concessão de títulos de prospecção e exploração dos recursos naturais, este sector realizou o seu primeiro encontro metodológico, onde recomendou a padronização de marcação dos croquis de localização das áreas mineiras do país face a necessidade de se actualizar as respectivas zonas, o alargamento das actividades de metrologia legal em todo o território e o aligeiramento dos procedimentos para a tomada de decisões de pedidos de concessões mineiras.

O sector industrial conheceu em 2011 a visita de várias delegações empresariais estrangeiras ligadas aos diversos ramos da economia que se deslocaram ao país em busca de oportunidades de negócio e de formação de parcerias.

Para regular as actividades geológicas e mineiras, foi provado o Novo Código Mineiro, um instrumento que vai permitir entre outros benefícios, aumentar as
garantias contratuais dos investidores, a obtenção de uma divisão mais equitativa e consensual das receitas entre os investidores e o estado assim como
o aumento das receitas fiscais, emprego, conhecimento e o incremento do índice de desenvolvimento humano.

Em 2011 foi anunciado também o projecto de construção de uma nova siderurgia a ser erguida na província do Kwanza Sul. Para a sua concretização, o sector industrial iniciou discussões sobre o seu financiamento ao mesmo tempo que existem já acordos no domínio comercial.

Organizado pelo Governo de Angola, em cooperação com as organizações Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) e Regional Africana da PI (ARIPO), foi realizado um fórum nacional sobre propriedade intelectual para decisores políticos.

O encontro procurou dar a conhecer a realidade nacional sobre a forma, meios, mecanismos, instituições e instrumentos existentes para a protecção efectiva dos direitos da PI, bem como as iniciativas para o fortalecimento do Sistema Nacional, que visam o desenvolvimento das matérias do sector.

Para a troca de experiências entre investidores do ramo, divulgar as perspectivas da área para o próximos anos e buscar financiamentos, a industria angolana marcou a sua presença na Conferência Internacional Sobre de Diamantes, em Tianjin, leste da República da China, na XVI edição da Feira Internacional de Negócios e Investimentos.

Com os mesmos objectivos, troca de experiências entre investidores no sector industrial, Angola fez-se representar em Washington D.C., na Cimeira 2011 de Negócios entre os EUA e África.

http://www.portalangop.co.ao/motix/p...a662a6bc9.html
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Old January 5th, 2012, 01:22 AM   #627
Matthias Offodile
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04-01-2012 21:54

Geologia e Minas
Construção do Centro de Tecnologia Industrial inicia este ano


Luanda – O ministro da Geologia e Minas e da Indústria, Joaquim David, garantiu hoje, quarta-feira, em Luanda, que o país contará este ano com um Centro Avançado de Tecnologia Industrial a ser construído em Viana.

Falando na cerimónia de cumprimentos de ano novo do seu pelouro, o ministro informou que encontra-se já agendado para a aprovação do Conselho de Ministros o financiamento para a construção em Viana da referida unidade.

A construção do mesmo contará com a colaboração da Republica da Coreia do Sul.

Entretanto, o governante adiantou que estão em curso trabalhos de melhoramento aos centros de formação profissional afectos ao Ministério da Geologia e Minas e da Indústria.
http://www.portalangop.co.ao/motix/p...b4ae2703c.html


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04-01-2012 21:32

Geologia e Minas
País ganha 210 estabelecimentos industriais em 2011


Luanda- Duzentos e dez novos estabelecimentos industriais privados foram instalados em 2011 no país, como resultado de investimentos de mais de 800 milhões de dólares, disse hoje, em Luanda, o ministro da Geologia e Minas e da Indústria, Joaquim David.

Como consequência destes investimento foram criados mais de oito mil novos postos de trabalho e acredita-se que o crescimento da indústria transformadora se tenha situado em 2011 entre os 12,9 e os 17,8 porcento, prosseguiu Joaquim David, quando recebia cumprimentos de ano novo dos quadros do sector.

O governante referiu que contribuíram para esta evolução as indústrias alimentar, de bebidas, química e de madeira.

No domínio das indústrias estruturantes, adiantou, existem actividades em curso que levarão ao relançamento da indústria têxtil com a reabilitação e reequipamento da Textang II e o inicio, para breve, de acções idênticas na África Têxtil (província de Benguela), Satec no Kwanza Norte.

Apontou ainda a instalação de uma unidade de descaroçamento e fiação de algodão em Malanje.

Referiu que uma atenção especial será prestada às indústrias de material de construção.

Por este facto, adiantou que se espera, com a construção de mais uma unidade da Nova Cimangola, Secil Lobito e outras, que o país atinja, em breve, a auto-suficiência material no domínio da construção civil.

Deu a conhecer que outras acções estão em curso, esperando-se que este ano sejam instaladas 13 novas cerâmicas e sete fábricas de tinta e vernizes.

O ministro afirmou que encontram-se igualmente em fase adiantada de preparação projectos estruturantes no domínio siderúrgico para a fabricação de varões de aço para a construção civil, produção de açúcar e moageiras que tornarão Angola auto-suficiente neste domínio.

Em relação ao apoio às pequenas e médias empresas, disse que foram criados 18 grupos de trabalho em todas as províncias do país que vão preparar 492 novos projectos industriais e respectivos estudos de viabilidade técnica económica e de mercado.

Destes, adiantou, 105 já se foram analisados pela banca comercial, aguardando apenas o termino de formalidades legais para o inicio da sua implementação.

http://www.portalangop.co.ao/motix/p...nal/index.html
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Old January 16th, 2012, 08:05 PM   #628
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Kia Motors Wants to Increase Investments in Country

Seul — The deputy chairman of South Korean car manufacturer, Kia Motors, Il-Seop Lee, Wednesday in Seul, expressed the wish of his company to increase investments in Angola where it has been operating for the last ten years.

The businessman was speaking during a meeting with Angolan ambassador to South Korea, Albino Malungo.

The ambassador welcomed the wish expressed by Kia Motors official and offered the country's readiness to assist the South Korean firm with the purpose.

Albino Malungo invited the South Korean car manufacturer to participate at Luanda International Fair (FIL).

Il-Seop Lee said his company will hold contacts to attend the FIL.
The audience was witnessed by the head of Kia Motors Export Division, Steven Lee.
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Old January 16th, 2012, 08:08 PM   #629
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Catoca Diamond Project Turns Over U.S.$611 Million

Luanda — The Catoca Kimberlite Diamond Exploration Project has recorded a net turn-over of U.S.$116 million in 2011 from the sale of 6.7 million carat, Angop learned Friday in Luanda.

The information was released by José Manuel Ganga Júnior, at the end of Technical Events celebrating the 31st anniversary of the State-run National Diamond Company (ENDIAMA).

According to the manager, the Project had operating costs estimated at Usd 300 million, operating profits of Usd 250 million and net profits of U.S.$145 million, against U.S$115 in 2010.

He explained the rise recorded in the project's revenues resulted from a three percent rise in production, owed to a diamond price hiking in the world market.

Ganga Junior said Catoca has reached the top of its installed capacity and is working to increase the kimberlite reserves of its and other concessions.

He said bigger Diamond reserves will lead to a bigger diamond exploration capacity.

According to the manager, Catoca has an estimated useful life of 30 years, which he considered a balance period for creation of conditions of sustainability for when reserves run out.

As he explained "from our point of view, we must not increase Catoca's production, in view of the reserve levels we have at the moment (about 217 million tonnes of ore which correspond to 140 million carat to explore)."

The Catoca Kimberlite Exploration Project has a production capacity of 10 million tonnes per year, being India and China its main markets
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Old January 22nd, 2012, 11:30 PM   #630
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MUNICÍPIO DO EBO
Kwanza Sul ganha fábrica de açúcar

Projecto começa a ser executado a partir deste ano na comuna do Condé, município do Ebo.
ÁLVARO VICTÓRIA, 2012-01-11 14:55:00



O grupo Refriango tem em carteira a implementação de um projecto de produção da cana-de-açúcar e de instalação de uma fábrica de açúcar na comuna do Condé, município do Ebo, província do Kwanza Sul.

As obras devem arrancar ainda este ano, num investimento de 82 milhões e 300 mil USD.
http://expansao.sapo.ao/noticias/nac...rica_de_acucar
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Old January 22nd, 2012, 11:30 PM   #631
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Seul — The deputy chairman of South Korean car manufacturer, Kia Motors, Il-Seop Lee, Wednesday in Seul, expressed the wish of his company to increase investments in Angola where it has been operating for the last ten years.

The businessman was speaking during a meeting with Angolan ambassador to South Korea, Albino Malungo.

The ambassador welcomed the wish expressed by Kia Motors official and offered the country's readiness to assist the South Korean firm with the purpose.

Albino Malungo invited the South Korean car manufacturer to participate at Luanda International Fair (FIL).

Il-Seop Lee said his company will hold contacts to attend the FIL.
The audience was witnessed by the head of Kia Motors Export Division, Steven Lee.
Excellent news...Korean companies are cool. Personally, I like their goods
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Old January 27th, 2012, 07:35 PM   #632
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26-01-2012 20:42

Investimento
Empresariado nacional conta com linha de crédito no valor de USD 1,6 biliões




Luanda - Uma linha de crédito bonificado para o apoio aos empresários nacionais, avaliado em USD 1,6 biliões e um fundo de garantia para empréstimos no valor de 1,2 biliões de dólares vão ser lançados ainda este ano, visando incentivar as iniciativas do empresariado angolano.




De acordo com um comunicado produzido no final do encontro entre o Bureau Político do MPLA e representantes do empresariado nacional, no qual foi abordado o programa de fomento empresarial, realizado hoje, em Luanda, neste período prevê-se também a revitalização do Instituto Nacional de apoio às pequenas e média e medias empresas – INAPEM e a criação de um sistema de incubação de empresas.




O comunicado, lido pelo Secretário do Bureau Político para a política Económica e Social do MPLA, Manuel Nunes Júnior, os participantes em encorajaram o Executivo a prosseguir com a aplicação do programa de bonificação das taxas de juro e de concessão de subsídios à agricultura, criar infra-estruturas de preparação e processamento de produtos agrícolas.



Os participantes, do encontro orientado pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, julgam oportuno potenciar e apoiar o surgimento de associações empresariais provinciais, capacitando-as e dotando-as de competência técnica de modo a servirem de elemento aglutinador e organizador da classe empresarial em todo o país.




Defenderam igualmente a criação de mecanismos de concertação permanente entre o executivo e sector privado, no âmbito da implementação do programa do fomento empresarial, a nível central, provincial e local, e definir uma estratégia de internacionalização da economia angolana nos países vizinhos.




Encorajaram o Executivo a reforçar as acções no domínio do ensino técnico profissional com vista ao aumento da capacidade técnica e tecnológica da força de trabalho angolana, sobretudo os jovens e mulheres, permitindo com isso o aumento do emprego.



Por outro lado, exortaram o Executivo a continuar a dar um tratamento equitativo às empresas na regularização dos atrasados da divida pública dos nacionais interna, de modo a capacitar cada vez mais do ponto de vista financeiro as empresas nacionais.

http://www.portalangop.co.ao/motix/p...d1cd1c29f.html
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Old February 16th, 2012, 10:33 AM   #633
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Empresários argentinos visitam Angola


Uma delegação política e comercial da Argentina, chefiada pelo ministro das Relações Exteriores, Comércio Internacional e Culto, Hector Timerman, chega a Luanda no início do mês de Março, com 130 empresários de diversas áreas, com destaque para a indústria, agricultura, prestação de serviços e formação de quadros.
O chefe da diplomacia argentina é acompanhado do secretário do Comércio Interior e de responsáveis de duas instituições estatais, com destaque para o Banco Nacional daquele país.
Na ocasião, Angola e a Argentina assinaram vários acordos, com destaque para a supressão de vistos em passaportes diplomáticos e de serviço.
Ainda entre os acordos assinados, destaca-se o que deve ser rubricado entre o Instituto de Relações Internacionais de Angola e a Academia de Diplomacia da Argentina, e outros entre os ministérios da Saúde dos dois países.
Trata-se da primeira grande delegação de empresários argentinos que se desloca ao continente africano, em especial a Angola, que vem apoiada pelo governo de Buenos Aires, através de um fundo de apoio aos investidores. A delegação pretende efectuar parcerias com o empresariado angolano.
A delegação faz-se acompanhar de alguns produtos argentinos para a promoção junto dos possíveis parceiros angolanos.
Ainda este ano está prevista a realização de uma feira exclusiva de produtos da Argentina e o início de projectos para a montagem de uma rede de supermercados. O evento é realizado em parceria com a FILDA.

http://jornaldeangola.sapo.ao/20/0/e...visitam_angola
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Old February 18th, 2012, 06:57 PM   #634
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17-02-2012 18:31

Economia
Angola tem condições para abrir bolsa de valores


Luanda – O economista angolano Afonso Chipepe considerou hoje, em Luanda, estarem criadas as condições para que o país abrace o importante desafio de dinamizar o mercado de capitais e a consequente abertura da bolsa de valores.

Em entrevista à Angop, Afonso Chipepe afirmou que, sendo Angola um país em franco crescimento, estão criadas as condições para se abraçar este importante desafio que é o epicentro para as negociações de valores mobiliários em mercado livre e aberto, organizado e fiscalizado pelos correctores e pelas autoridades vulgarmente conhecidas como bolsa de valores.

“As empresas não têm como fugir a este desiderato”, disse.

O economista referiu que a dinamização do mercado de capitais vai ser uma arma importante para as empresas nacionais, já que é um sistema aberto, livre e organizado pela própria bolsa, que vai permitir que as poupanças das empresas nacionais possam permitir a realização de outras operações de compra e venda de títulos ou valores imobiliários.

Interrogado sobre alguns factores que poderão dificultar o êxito da bolsa, o economista disse existirem ingredientes importantes que devem ser acautelados para a dinâmica da própria bolsa.

Ao exemplificar, apontou o factor energético como sendo um dos meios pelos quais esta estrutura deverá ter para que haja um funcionamento de 24/24 horas.

Em relação aos benefícios que a mesma poderá trazer para o país, referiu que as empresas terão de trilhar dentro de um conjunto de normas modernas do mercado internacional, que vai permitir concorrer com outras economias fortes, a começar pelo mercado regional da SADC.

A Comissão de Mercado de Capitais existe em Angola desde 2005.
Fonte: Angop
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Old February 18th, 2012, 06:58 PM   #635
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18-02-2012 13:25

Huíla
Empresa angolana edifica pólo industrial no Cuvango


Cuvango - Seis fábricas de transformação de diversas matérias serão erguidas no futuro pólo industrial do município do Cuvango, a 317 quilómetros a leste da cidade do Lubango, província da Huíla, pela empresa angolana Ali-Terra - revelou hoje (sábado) o presidente do Conselho de Administração da instituição, José Arsénio Salvaterra.




Em declarações à Angop, a propósito da implementação do projecto, o interlocutor disse tratar-se de unidades industriais de produção de rações, cerâmica, de óleo vegetal, sabão, água mineral, de animais (aves e suínos), bem como um hotel com 24 quartos.




De acordo com o responsável, o município do Cuvango oferece condições necessárias para a execução do projecto, mercê das suas potencialidades agrícolas, pecuárias e hídricas, passíveis de serem transformadas em benefício da população local, e da região.




Sem revelar valores e as capacidades de cada fábrica, a fonte informou estarem em curso estudos preliminares para a implementação do projecto, assim como prevê plantar mais de sete mil e 500 fruteiras.




Disse que a sua empresa pretende também intervir na construção civil, agricultura e pecuária.



O município do Cuvango tem uma população estimada em 66 mil e 910 habitantes, distribuídos pelas comunas Sede, Galangue e Vicungo, situa-se numa zona de clima temperado (húmido e seco) e é rico em minerais como diamante, ouro, prata, quartzo, ferro e manganés.



Fonte: Angop
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Old February 27th, 2012, 10:00 PM   #636
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Economia

24 de Fevereiro de 2012

Microsoft abre representante em Angola



Microsoft abre representante em Angola microsoft

A Stylus, uma sociedade comercial e distribuidora de produtos informáticos foi apresentada ontem (quinta –feira) como fornecedora oficial em Angola dos produtos da Microsoft.

A TPA soube que a Stylus,uma empresa angolana dirigida por Fernando Matias, existe há mais de três anos no mercado das tecnologias de informação.

Empresários de vários sectores, convidados e outros interessados participaram na cerimónia de apresentação.
http://tpa.sapo.ao/noticias/economia...ante-em-angola


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Economia

7 de Fevereiro de 2012
Cunene vai ter fábrica de açucar e etanol



Angola vai contar com uma fábrica de produção de açucar na província do cunene. O ministério da Geologia e Minas e Indústria e a empresa japonesa Marubeni, rubricaram ontem (segunda-feira), um acordo para a construção da referida fábrica que para além do açucar vai produzir também etanol.

Orçada em mais de seicentos milhões de dólares a fábrica de prudução de açucar e etanol, vai ser instalada na zona do Humbi, província do cunene, numa área de 66 mil hectáres.

Para além de revitalizar e incentivar o desenvolvimento da agricultura em Angola, o empreendimento vai contribuir para reduzir a dependência na exportação de açucar.

O projecto será executado a médio prazo. Quando estiver concluído estarão disponíveis quinze mil postos de trabalho.

Quatro anos é o período calculado para a maturação da cana de açucar e desta forma tornar a produção dinâmica. A partcipação da associação de camponeses na zona também será contemplada no cultivo e produção do açucar.

A fábrica vai ter uma capacidade de produção de vinte mil toneladas de açucar branco ao dia.

2015 é a data estimada para o arraque da empreitada.

http://tpa.sapo.ao/noticias/economia...cucar-e-etanol
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Old March 5th, 2012, 09:53 PM   #637
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Angola set to award contracts for geological survey

Thu Feb 9, 2012 9:02am GMT



CAPE TOWN Feb 9 (Reuters) - Angola, one of Africa's potential mining giants, is expected within a month to award contracts for a long-awaited comprehensive geological survey of the country, which will map its resources in a move to boost mining investment.

Geology, Mines and Industry Minister Joaquim Duarte da Costa David - a former boss of state oil firm Sonangol appointed to boost revenue from mining and help diversify the economy - said the survey itself, seen by the country as the necessary base for its mining strategy, would take three to five years.

"We will have a better understanding of the country's geological potential, which should allow us to have a better dialogue with companies,"
he told Reuters, on the sidelines of an industry conference in South Africa.

Neighbouring Democratic Republic of Congo, whose potential has been a repeated topic of conversation at the week-long Cape Town conference, had its geology mapped and studied under Belgian colonial rule, but Angola, focused on oil in recent decades, has a far more limited understanding of its mining promise beyond diamonds.

The government, which is receiving outside advice on the tender process, said it had received four or five offers from companies hoping to work on the survey and planned to divide the country into four with the hope of speeding up the work. (Reporting by Clara Ferreira-Marques, editing by Ed Stoddard)

© Thomson Reuters 2012 All rights reserved
http://af.reuters.com/article/angola...8D91VQ20120209
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Old March 6th, 2012, 07:11 PM   #638
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Angola tem 600 M€ para as micro, pequenas e médias empresas

06/03/2012

O Governo angolano destinou mais de 800 milhões de dólares (607 milhões de euros) em créditos para as micro, pequenas e médias empresas.
De acordo com a agência Angop e o «Jornal de Angola», os créditos, que deverão ser solicitados para já em 500 agências bancárias distribuídas pelo país, fazem parte do programa de incentivo às empresas privadas, segundo o Programa de Desenvolvimento das Micro, Pequenas e Médias Empresas (PDMPME).
O acesso ao crédito varia em função da dimensão das empresas e está aberto a empresários angolanos e estrangeiros.
Assim, os micro empresários poderão candidatar-se a créditos até ao máximo de 6 mil dólares (4,5 mil dólares), com período de carência que varia entre os três e os nove meses, e o reembolso deve ser feito no prazo de 24 meses.
Os restantes empresários terão acesso a créditos de até 8 milhões de dólares (6 milhões de euros), com um ano de período de carência e sete anos de reembolso.
Dos cerca de 800 milhões de dólares disponibilizados, a distribuição desta verba prevê que 200 milhões de dólares (152 milhões de euros) são atribuídos ao Fundo de Garantias do Programa, 155 milhões (118 milhões de euros) dizem respeito ao Fundo de Bonificação das taxas de juros e 220 milhões (152 milhões de euros) asseguram o Micro Fomento, onde se inserem os chamados micro empresários.
A restante verba está distribuída pelo Fundo de Capital de Risco (100 milhões de dólares, ou 76 milhões de euros), Formação, Consultoria e Incubadora de Empresas (50 milhões de dólares, ou 38 milhões de euros), Projetos Específicos de Luanda (39 milhões, ou 30 milhões de euros) e Diversos (43 milhões, ou 33 milhões de euros).
http://www.vidaimobiliariaangola.com...edias-empresas
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Old March 6th, 2012, 09:08 PM   #639
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Angola: Reservas atingem USD 26,5 mil milhões

As reservas internacionais nacionais terão ascendido a USD 26.46 mil milhões, de acordo com dados do Banco Nacional de Angola reportados na Bloomberg. Este número compara com os USD 25.9 mil milhões registados em Dezembro (valor revisto em alta face ao USD 24.95 mil milhões reportados inicialmente) e com os USD 17.3 mil milhões registados em igual período do ano passado. Estes resultados confirmam a consolidação da tendência positiva observada na acumulação de divisas, que se vem desenhando desde 2011 e que constitui instrumento importante na gestão de potenciais choques externos, sendo um veículo importante na política de promoção da estabilidade cambial.

As perspectivas apontam para que se mantenha o ritmo de expansão das reservas internacionais, que estão fortemente correlacionadas com o desempenho das exportações de petróleo angolanas. O valor das exportações de petróleo depende de duas dimensões: preço da mercadoria exportada e quantidade exportada. No que respeita ao preço, as perspectivas apontam para uma valorização no mercado internacional. De facto, a oferta mantém-se pressionada pelas dúvidas geradas pelo conflito entre o Irão e Ocidente, que nos últimos dias conheceram novos desenvolvimentos. No passado fim-de-semana, o Irão antecipou-se e interrompeu o fluxo de exportações de petróleo para o Reino Unido e para França. Esta medida justifica-se como retaliação às anunciadas sanções decididas pela União Europeia, que comunicou que a partir de 1 de Julho deixará de comprar petróleo ao Irão e neste momento já procura alternativas de fornecimento. Desta forma, a União Europeia pretende pressionar o Irão a voltar à mesa de negociações no que respeita ao seu programa nuclear. Entretanto, surgem notícias de que outros países, como a China, a Índia e o Japão, que conjuntamente representam 45% do valor exportado pelo Irão, estarão igualmente a ponderar fornecedores alternativos. Neste contexto, o preço do petróleo apresenta uma dinâmica de valorização, a que não são alheios os ataques especulativos dos investidores que apostam num agravamento das tensões geopolíticas. No seguimento disso, o preço do West Texas Intermediate (WTI) subiu para patamares acima de USD 105/barril (vs patamares abaixo de USD 100 de há uma semana atrás). Por outro lado, as notícias que surgem do lado da procura também permitem antecipar uma sustentação do preço. Neste momento, as atenções estão centradas no acordo firmado entre a União Europeia e a Grécia no que respeita a um novo programa de ajuda à República Helénica, no valor de USD 130 mil milhões, e no perdão de 53.5% da dívida grega por parte dos privados. Os mercados ponderam que esta solução possa contribuir de forma definitiva para a resolução grega.

Assim, tudo aponta para que o preço do petróleo se mantenha suportado, contribuindo de forma positiva para evolução das reservas internacionais.

http://www.opais.net/pt/opais/?det=2...d=1551&mid=229
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Old March 9th, 2012, 07:42 PM   #640
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Abertura de banco este ano
Hoje

Sonangol abre banco de desenvolvimento

Fotografia: Eduardo Pedro

O banco de investimento da Sonangol e da Caixa Geral de Depósitos (CGD) vai abrir este ano, de acordo com declarações do presidente do Conselho de Administração do banco público português, Faria de Oliveira, divulgadas ontem em Portugal.
Faria de Oliveira justificou o atraso na abertura do banco, anunciada em 2007, com “toda a dinâmica de instalação do banco, desde física ao recrutamento de pessoas”, além do “momento adequado para a realização do investimento”.
Considerando que “o ritmo e a dinâmica do banco depende obviamente dos objectivos que se visem”, Faria de Oliveira afirmou que “os objectivos têm de ser adequados às possibilidades, mas é sem dúvida do interesse do Estado angolano – mais precisamente da Sonangol – e da Caixa Geral de Depósitos que o banco possa começar a funcionar e a cumprir os seus objectivos”.
http://jornaldeangola.sapo.ao/15/0/a...banco_este_ano
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