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Old March 13th, 2012, 08:57 PM   #641
Matthias Offodile
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La Argentina y Angola establecieron un puente comercial
Califican de exitosa la gira internacional.


LUANDA, Angola.- El secretario de Comercio Interior, Guillermo Moreno, calificó ayer de "exitosa" la misión comercial llevada adelante en Angola, de la que tomaron parte cerca de 400 representantes de empresas argentinas.

Moreno destacó además el encuentro que junto co0n el canciller Héctor Timerman mantuvieron con el presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, quien manifestó su respaldo a la posición argentina sobre la soberanía en las Islas Malvinas e invitó a la presidenta Cristina Fernández a visitar este año el país africano.

Moreno destacó el "acuerdo sobre los temas estratégicos en la vinculación entre dos pueblos hermanos" y afirmó: "analizamos la mejor manera de vincular las empresas de los dos países".

"Las firmas argentinas están en condiciones de iniciar un proceso de globalización y de expandirse más allá de sus fronteras y Angola es un mercado importante para que nuestras empresas se vinculen con angoleñas en función de objetivos comunes", enfatizó el funcionario.

Durante las dos últimas jornadas, cerca de cuatro centenares de empresas argentinas concretaron negocios o avanzaron tratativas con pares de Angola, durante la Misión Comercial Multisectorial que encabezaron el canciller Timerman y el secretario Moreno. El encuentro concluyó ayer con nuevas tratativas privadas y oficiales tendientes a concretar inversiones conjuntas en el país africano, particularmente en el sector agroindustrial.

Por su parte, Timerman dijo que en la próxima reunión de cancilleres del Atlántico Sur, a realizarse en Montevideo, la Argentina denunciará "la militarización en la zona por parte de una potencia extraregional, que tiene en Malvinas una base militar que excede las necesidades específicas del conflicto".

"Hemos podido ratificar la alianza tanto política como económica que se está desarrollando en el Atlántico Sur, y especialmente entre Argentina y Angola", dijo Timerman, tras la reunión en el Palacio Presidencial de Angola. Y añadió: "expresamos al presidente Dos Santos nuestra actitud favorable para promover la cooperación y el comercio, de modo que ambos países se beneficien y los pueblos puedan desarrollarse en paz e igualdad". Según Timerman, el mandatario angoleño "comparte la visión de la presidenta Cristina Fernández sobre la necesidad de un desarrollo con equidad social, y también muy determinante en su apoyo a la Argentina con el diferendo con Inglaterra sobre la soberanía en las Islas Malvinas".

"Ambos países coincidimos en que si los pueblos poderosos no respetan las decisiones de Naciones Unidas, es muy difícil que los países emergentes seamos los únicos que tengamos que responder ante el organismo, y esto debilita la paz mundial", sostuvo.

El ministro recordó que Angola es un país del Atlántico sur que ha peleado contra el colonialismo, que lo ha derrotado y sabe los efectos del colonialismo; y también es un país que tiene un gran potencial con sus recursos naturales y sabe que la Argentina está sufriendo la explotación de los recursos renovables y no renovables que pertenecen al pueblo argentino, por parte de una potencia extraregional.

La misión retornará a la Argentina en las próximas horas, a bordo de avión Jumbo fletado a Aerolíneas Argentinas. (Télam)

http://www.lagaceta.com.ar/nota/4803...comercial.html


400 Argentinian companies that came to Angola, this is really not small fry.....that´s a huge business delegation and shows the importance attached to Angola!
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Old March 25th, 2012, 11:18 PM   #642
Matthias Offodile
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Hipogest investe 38 milhões em rede de frio em Angola

África
22/03/12, 09:53
OJE/Lusa

A portuguesa Hipogest vai assegurar a montagem de uma rede de frio a nível nacional em Angola, em parceria com empresários angolanos, num investimento de cerca de 38 milhões de euros, disse à agência Lusa fonte ligada ao projeto.

O investimento é da Hipogest e vai ao encontro das necessidades da garantia de escoamento e distribuição de produtos alimentares, com a criação de cinco pólos em Angola.

O anúncio do investimento foi feito à margem da visita oficial que a ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, de Portugal, Assunção Cristas, está a efetuar a Angola.

Em declarações à Lusa, Assunção Cristas destacou a importância deste investimento, sobretudo por partir de uma companhia nacional. "A presença de empresas portuguesas em Angola é conhecida em várias áreas. Do ambiente ao tratamento de águas, passando pelo saneamento e gestão de resíduos, construção e também na agricultura, há presença de empresas portuguesas. É muito crítico Angola dar este passo para ter uma rede de frio que permita que a produção, aumentando, possa também chegar em boas condições ao seu destino", sublinhou.

Segundo Assunção Cristas, "um dos maiores problemas, aliás identificados pela FAO [Fundo das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura] a nível mundial é fazer chegar os produtos em boas condições ao consumidor, ao seu destinatário. Por isso é tão importante este passo que foi dado por uma empresa portuguesa em parceria com uma empresa angolana", acentuou.

Terça-feira, na deslocação que fez à província da Huíla, sudoeste de Angola, Assunção Cristas destacou a importância do desenvolvimento da agricultura e da agro-indústria com a criação de uma rede de frio. Portugal tem uma grande experiência na área da logística, na área do frio, da refrigeração, acrescentou.

O contrato para este investimento já foi validado pelo Conselho de Ministros angolano.
http://www.oje.pt/noticias/africa/hi...frio-em-angola
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Old March 25th, 2012, 11:43 PM   #643
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Empresa portuguesa Sociedade Central de Cervejas deverá abrir fábrica em Angola em 2014

2012/03/22 Notícias

A empresa portuguesa Sociedade Central de Cervejas, produtora da marca Sagres, mantém o objectivo de abrir uma fábrica em Angola, em 2014, afirmou o administrador-delegado da empresa, Alberto da Ponte, em declarações ao jornal Diário Económico.

O administrador-delegado afirmou ainda que fica adiada igualmente para 2014 a conquista da liderança do segmento das cervejas importadas em Angola, um objectivo que já esteve programado para 2012.

Alberto da Ponte disse também ao jornal que “houve muita coisa que se modificou no mercado interno”, devido à “repartição de recursos em resultado da crise económica em Portugal”, acreditando que a marca Sagres tem potencial para crescer no mercado angolano, onde ocupa o segundo lugar das cervejas importadas mais vendidas a seguir à Cristal, detida pela concorrente portuguesa Unicer.

Numa altura em que o mercado de cervejas em Portugal deverá cair 10%, de acordo com dados da associação do sector, o administrador-delegado da Sociedade Central de Cervejas adiantou que a aposta na exportação é para continuar, nomeadamente para países como Angola, Suíça, França, Luxemburgo, Reino Unido e o continente norte-americano. (macauhub)

http://www.macauhub.com.mo/pt/2012/0...ngola-em-2014/
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Old March 27th, 2012, 11:00 PM   #644
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26-03-2012 14:34

Cooperação
Trocas comerciais Angola /Espanha avaliadas em mil milhões de euros




Luanda - O volume de negócios entre a República de Angola e o Reino de Espanha, em 2011, cifraram-se em mil milhões de euros, cerca de um bilião e 300 milhões de dólares norte-americanos, disse hoje, em Luanda, o embaixador de Espanha em Angola, José Maria Castroviejo Bolibar.

Em declarações à Angop, à margem de um encontro entre empresários angolanos e espanhóis promovido pela Associação Industrial de Angola (AIA), o diplomata disse esperar, em 2012, um aumento considerável nas trocas comerciais porque o potencial de investidores é grande e a estabilidade de Angola favorece o ambiente de negócios.

As relações comerciais entre os dois países, segundo o embaixador, baseiam-se na exportação de petróleo para a Espanha. Angola, por sua vez, importa produtos manufacturados, máquinas, ferramentas e bens agro-pecuários.

De acordo com o embaixador, Angola é o segundo maior fornecedor de petróleo para a Espanha em África depois da Nigéria.

Por outro lado, informou que a Espanha tem contribuído no desenvolvimento de Angola através de acções no sector da educação, nomeadamente na formação e capacitação de quadros.


Referindo-se à missão empresarial, disse que constitui um passo no sentido de os empresários espanhóis explorarem as possibilidades de investimentos e de desenvolvimento de Angola para contribuir no aumento da riqueza do país e na melhoria da qualidade de vida dos cidadãos.


Disse ainda que o sector eléctrico é uma das áreas que interessa os empresários espanhóis, porque no seu entender sem energia não há educação, saúde e nem indústria.

Deu a conhecer que a Espanha tem a maior base instalada de moinho de ventos do mundo para a produção de energia eólica, que sustenta o país em 20 porcento, campos de fontes voltaicas (maiores da Europa), mas que precisam ainda de alguma maturação, e produzem também energia a partir de fontes hidroeléctricas.
http://www.portalangop.co.ao/motix/p...a015798bf.html

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27-03-2012 10:03

Cooperação
Espanha disponibiliza 500 milhões de euros para investimentos em Angola




Luanda – O Reino de Espanha tem disponíveis 500 milhões de euros para empresários interessados em investir em Angola, anunciou, segunda-feira, o conselheiro económico e comercial da embaixada espanhola em Luanda, Manuel Sánchez Melero.





Os valores, segundo declarações de Manuel Melero à Angop, à margem de um encontro entre empresários angolanos e espanhóis, que decorre desde segunda-feira na capital angolana, foram disponibilizados por instituições públicas e privadas ligadas ao sector financeiro.





A par da informação sobre os valores disponibilizados para investimento em Angola, o interlocutor referiu que as relações económicas entre Angola e Espanha são boas, embora tenham registado um abrandamento por várias razões, uma das quais a crise económica e financeira mundial que influenciou as trocas comerciais no ano transacto.





Disse ainda que, em 2011, o volume de negócios cifrou-se entre os 800 a mil milhões de euros, contra os 750 milhões de euros atingidos em 2010.





Já em 2009, as trocas comerciais entre Angola e Espanha atingiram 936 milhões de euros, cerca de um bilião, 211 milhões e 720 mil dólares norte-americanos.





Em 2008 Angola alcançou o maior volume de exportações para Espanha cifradas em um bilião e 221 milhões de euros, equivalentes a um bilião e 818 milhões de dólares norte-americanos, convertendo-se no terceiro maior fornecedor africano, a sul do Sahara, depois da África do Sul e Nigéria.





Angola importa da Espanha bens diversos como produtos manufacturados, máquinas, ferramentas e bens agro-pecuários e industriais.





Actualmente, Angola é o segundo maior exportador africano de petróleo para a Espanha depois da Nígéria.





Relativamente ao fórum entre empresários angolanos e espanhóis, uma inicitaiva da Associação Industrial de Angola (AIA), Manuel Melero disse que estão em Angola 40 empresários ibéricos, que permenacerão até ao dia 29, data do término da reunião.





O encontro reúne representantes de empresas dos ramos da agricultura, agro-indústria, conservas, agro-pecuária, florestas, materiais de construção, engenharia civil, energia e águas, transporte, equipamentos industriais e minas.





O fórum de négócios insere-se numa estratégia do Executivo Angolano de diversificação da economia nacional e da substituição de importações, razão pela qual a comitiva espanhola integra responsáveis das mais fortes empresas daquele país ibérico.





O certame está reservado ao empresariado público e privado angolano. Os angolanos poderão negociar directamente ou assinar acordos de parceria com os espanhóis, que estabelecem um valor de mil milhões de dólares, como suporte de garantia a investimentos e fornecimentos para o mercado nacional.

http://www.portalangop.co.ao/motix/p...5dc4da945.html
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Old April 8th, 2012, 04:18 PM   #645
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30-03-2012 5:49

Conferência
Certificação da empresa é sinónimo do seu engrandecimento


Luanda- A presidente da Comissão Executiva da Sonangol Distribuidora, Filomena Rosa, considerou, nesta quinta-feira, em Luanda, a certificação das empresas como o único caminho para profissionalizar e garantir o seu engrandecimento no mercado nacional.

De acordo com Filomena Rosa, que falava no acto de encerramento da primeira conferência sobre certificação de empresas em Angola, a competência e a competitividade só são possíveis com mecanismos de certificação eficazes e exigentes.

A executiva aclarou, porém, que, apesar da preocupação da Sonangol sobre a certificação das empresas em Angola, é o Instituto Angolano de Normalização e Qualidade (Ianoq) que tem a maior responsabilidade de concretizar este objectivo no país.

“Precisamos de trabalhar para conseguir-mos que as empresas certificadas em Angola possam participar no prémio nacional e da SADC sobre a qualidade”, instou a responsável da Sonangol Distribuidora.

Segundo Filomena Rosa, os temas ligados à acreditação, metrologia industrial e à certificação das empresas, abordadas durante três dias, constituem provas inequívocas do interesse e determinação da Sonangol em implementar e monitorar em todos os níveis os sistemas de gestão e da qualidade, segurança e saúde no trabalho.

A presidente da Comissão Executiva da Sonangol, subliou que firma reconhece que a aderência aos processos de certificação, com base nos padrões recomendados, deve ser uma preocupação voluntária das empresas.

http://www.portalangop.co.ao/motix/p...40f2e3059.html
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Old April 8th, 2012, 09:05 PM   #646
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Luanda e Roma reforçam laços

Hoje

O ministro das Relações Exteriores, Georges Chikoti, visita proximamente a Itália, para o relançamento da cooperação entre os dois países, anunciou em Roma o embaixador de Angola naquele país, Florêncio de Almeida.
Ao discursar no acto que assinalou o décimo aniversário da paz em Angola, o embaixador agradeceu ao povo e governo italianos pelo seu contínuo apoio, mesmo nos momentos mais difíceis, recordando que a Itália sempre esteve na primeira linha de apoio aos nacionalistas angolanos, sendo o primeiro país da Europa Ocidental a reconhecer a independência nacional.
Em relação ao 4 de Abril, Dia da Paz e Reconciliação Nacional, o diplomata angolano, que representa também o país junto das agências das Nações Unidas, em Roma, garantiu que a data revela a maturidade do povo angolano, abrindo caminho à convivência na tolerância e no respeito pela diferença.
Há dez anos, frisou, o povo angolano renunciou à guerra e enveredou pela reconciliação nacional. “Passados dez anos deste momento histórico, a par do 11 de Novembro de 1975, Angola inscreve agora o 4 de Abril entre as efemérides que vinculam a sua identidade e o seu ideal de liberdade”, acrescentou.
O diplomata angolano disse que, com o fim do conflito militar, uma nova e decisiva página se abriu na história de Angola, que prima pela consolidação da unidade, reconstrução e desenvolvimento nacional.
Depois de alcançada a paz, o objectivo principal do governo tem sido a constante busca pela melhoria das condições de vida do povo e, para esse efeito, vem sendo conduzido desde 2008 um ambicioso programa de reconstrução para repor as infra-estruturas destruídas pela guerra e reorganizar a economia.
Por outro lado, o diplomata informou que graças à normalização da vida política, Angola vai realizar novas eleições gerais no terceiro trimestre do presente ano e autárquicas em 2014, antecedidas do censo geral da população em 2013.
O embaixador Florêncio de Almeida afirmou que Angola é um país estável, em que vale a pena investir.
Por seu lado, o director-geral do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Itália, Giandomenico Magliano, que representou o titular da pasta, Giulio Terzi di Sant’Agata, reiterou a amizade entre Angola e a Itália, demonstrada pelo convite que o seu país endereçou ao Presidente José Eduardo dos Santos para participar na cimeira do G8, que decorreu na localidade de Aquila, em 2008.
Na cerimónia, foi apresentado o vídeo “Angola faz-se em Paz”, produzido pelo GRECIA (Grupo de Revitalização e Execução da Comunicação Institucional da Administração), que retrata os benefícios da paz na área económica e social. Durante as comemorações dos dez anos de paz foi celebrada uma missa de acção de graças, por iniciativa das embaixadas de Angola junto da Santa Sé e do Estado italiano.

http://jornaldeangola.sapo.ao/20/0/l...reforcam_lacos
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Old April 30th, 2012, 09:04 PM   #647
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Last edited by Matthias Offodile; May 6th, 2012 at 11:00 PM.
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Old April 30th, 2012, 09:05 PM   #648
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Inaugurada unidade fabril no município da Catumbela
Hoje


Uma nova fábrica de bebidas espirituosas, propriedade da empresa Rosa Ouro, foi inaugurada no Pólo Industrial da Catumbela (PDIC), em cerimónia presidida pela administradora local, Alice Pascoal.
Com apenas uma linha de enchimento, a fábrica vai produzir Dry Gin Special em garrafas de 75 centilitros.
Construída no quadro do programa de desenvolvimento da zona industrial daquele município, a fábrica criou 20 postos de trabalho para empregados angolanos e três estrangeiros, sendo um projecto de investimento privado.
Na ocasião, a direcção da Rosa Ouro garantiu o empenho no engrandecimento do país, por via da produção industrial e da criação de emprego.
Nesse sentido, poderá aumentar a curto e médio prazo o número de postos de trabalho, quando a segunda fase do projecto for executada.O Pólo Industrial da Catumbela compreende já um vasto número de fábricas, com realce para a cerâmica Portobello, a cimenteira Cimenfort, a empresa de betume e brita Monte Adriano, entre outras.

http://jornaldeangola.sapo.ao/15/0/i...o_da_catumbela
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Old May 6th, 2012, 10:59 PM   #649
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Massive Iron ore deposit found in Lubango, Angola


May 3rd, 2012 News

An iron ore deposit with estimated reserves of 400 million tons has been found in an area that is part of the Cassinga Norte project, the deputy director of Angolan mining company Sociedade Angolana de Exploração de Recursos Minerais (Aemr) said in Lubango.
In a talk on mining in Huíla province held as part of Miners’ Day, Henriques Tiago Simão said that prospecting work were expected to end this year and that the company hoped to identify other areas with considerable reserves.
Cited by Angolan news agency Angop, Tiago Simão said that the company expected to increase the number of probes in the area of the Cassinga Norte project in order to establish which minerals can be found there. In the area of the Cassinga Sul project nine prospecting probes have been set up.
Tiago Simão said that Aemr initially expects to mine 4.2 million tons of iron ore in the two prospecting areas.
In order to export the ore, Aemr will be using the Moçâmedes Railroad (CFM), which has capacity to carry 6 million tons of cargo per year, which will then be packed at the Sacomar dry port, in Namibe province.
Aemr has set out an investment programme worth US$1.227 billion for the first stage of prospecting in the Cassinga Norte and Cassinga Sul areas, which began in 2010.
Fonte: Macauhub










Quote:


Subsidiary of Israeli group may go into phosphate mining in Angola


May 2nd, 2012 News

Vale Fértil, Lda, the Angolan subsidiary of Israeli group LR, may invest US$1 billion in a project to mine and process phosphates in the Lucunga basin, in Angola’s Zaire province, a company official told Angolan news agency Angop.
Victor Amorim Guerra, who is responsible for the project at the company, said that the prospecting work that was underway pointed to the existence of minimum reserves of 180 million tons of phosphates, which is an economically viable quantity for the project to move ahead.
Amorim Guerra said that the minimum amount mentioned would be split into US$60 million for phosphate exploration and US$940 million for construction of the factories to process the phosphates into ammonia and construction of a sea port specifically to transport inert materials.
He noted that benefits could be gained from mining phosphates and that could boost national and foreign investment in the region, were manufacturing toothpaste, non-alcoholic drinks, vitamins supplements, and animal feed.


Vale Fértil was established in Angola in 1991, where it has large investment in the real estate, construction, telecommunications, and natural resources sectors. (macauhub)
http://www.macauhub.com.mo/en/2012/0...ing-in-angola/
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Old May 8th, 2012, 10:01 PM   #650
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Huge international Fair for Benguela and the province



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FIB 2012 - Feira Internacional de Benguela


Data: 16-05-2012 a 20-05-2012
Local do evento: Estádio Nacional de Ombaka, Benguela

Com o Alto Patrocínio do Governo Provincial de Benguela, a 2ª Edição da Feira Internacional de Benguela, enquadra-se nas actividades comemorativas dos 395 anos da cidade de Benguela.

Com uma abrangência multi-sectorial, a FIB 2012 define como principal objectivo dar a conhecer as potencialidades económicas e industriais da região de Benguela e Lobito, assim como das áreas envolventes e seus circuitos comerciais, de forma a atrair investimentos nacionais e internacionais capazes de apoiar o desenvolvimento da região e contribuir para o seu crescimento.

A FIB 2012 é um espaço de eleição para profissionais dos mais diversos sectores, funcionando como uma oportunidade de excelência para a comunicação da sua empresa e o estabelecimento de parcerias que visem um maior crescimento do seu negócio.

Potenciar novos contactos e promover melhores negócios é uma das premissas da organização da Feira Internacional de Benguela.


Quote:
Arrancaram já as montagens da 2ª Edição da Feira Internacional da Benguela

04-05-2012



Começaram já os preparativos para a abertura da 2ª Edição da FIB 2012. Uma iniciativa da Eventos Arena, com o Alto Patrocínio do Governo Provincial de Benguela.

A organização investe nesta iniciativa mais 25% do investimento realizado na edição de 2011. O certame contará com 4 pavilhões de exposição com climatização e acesso à internet gratuito, assim como, a realização do II Fórum Empresarial, sob a temática “Benguela – Vencer os Desafios do Desenvolvimento Regional” e uma agenda cultural completa, com a participação de artistas locais. A aposta numa área de restauração é outro dos desafios lançados pela organização.

Enquadrada nas actividades comemorativas do 395º aniversário da Cidade de Benguela, conta já com a confirmação de cerca de 196 empresas expositoras. As expectativas são elevadas!
Source: eventosarena.co.ao
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Old May 17th, 2012, 03:52 PM   #651
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Argentinian president in Angola for a two day state visit



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17-05-2012 12:16

Angola/Argentina
Presidente Cristina Kirchner está em Luanda



Presidente Cristina Fernández Kirchner já em Luanda



Luanda - A Presidente da Argentina, Cristina Fernández Kirchner, chegou ao principio da tarde de hoje, quinta-feira, a Luanda, para uma visita de Estado de 48h00 horas a Angola, a convite do seu homólogo José Eduardo dos Santos.




No Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, a estadista argentina recebeu cumprimentos de boas-vindas do ministro angolano das Relações Exteriores, Georges Rebelo Chikoti, tendo ainda merecido saudação militar e cumprimentos dos demais membros do comité de recepção.




Segundo o programa de visita, Cristina Kirchner vai manter um encontro com o Presidente da República, José Eduardo dos Santos, e estão previstas conversações oficiais entre delegações governamentais de ambos os países, que deverão passar em revista o quadro dos memorandos assinados nos domínios económicos, científicos, tecnológicos, agro-industrial e outros instrumentos jurídicos.




Nesta sexta-feira (18), a estadista vai deslocar-se à Assembleia Nacional, estando previsto um encontro em privado com o presidente do parlamento angolano, António Paulo Kassoma, acto que vai anteceder a sessão solene extraordinária da “casa das leis”. Tanto Cristina Kirchner como Paulo Kassoma devem discursar durante a referida sessão.




A anteceder a deslocação ao parlamento angolano, de acordo com o programa oficial, a estadista argentina vai depositar uma cora de flores junto ao monumento do primeiro Presidente de Angola, António Agostinho Neto.




Entretanto, na noite desta quinta-feira (17), Kichner deverá inaugurar uma feira de produtos argentinos, a realizar-se na Feira Internacional de Luanda (Filda), com a participação de 400 empresários do país latino-americano.




A feira terá duração de uma semana e estará aberta a todos os interessados, com a finalidade de promover as potencialidades do mercado económico argentino, criação de uma plataforma de diálogo e parcerias entre agentes comerciais de ambos países.




A cultura consta igualmente do programa, com a vinda de um agrupamento musical de tango e especialistas em gastronomia.




A Argentina reconheceu a independência de Angola a dois de Setembro de 1977 e desde essa data, os dois países têm trocado delegações oficiais para o estreitamento e dinamização das relações político-diplomáticas e económicas.




O ponto mais alto nestas relações foi marcado pela visita oficial que o Chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, efectuou à Argentina em Maio de 2005, a convite do falecido presidente daquela nação sul-americana, Nestor Kirchner.
http://www.portalangop.co.ao/motix/p...61ac0dbb7.html
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Old May 19th, 2012, 09:45 PM   #652
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Angola e Argentina unidos pela História

Kumuênho da Rosa | - Hoje




Cristina Kirchner e José Eduardo dos Santos deram um impulso às relações de amizade e cooperação entre Angola e a Argentina

O Presidente da República afirmou, ontem, que o desenvolvimeno das relações entre Angola e a Argentina “têm tudo para dar certo”, e que a visita de Cristina Kirchner representa a confirmação do “grande interesse” dos dois países em concretizar esse objectivo.
José Eduardo dos Santos, que falava na abertura das conversações oficiais entre as delegações dos dois países, na sala de reuniões do Conselho de Ministros, disse que o facto de a Argentina ser considerada uma economia emergente e Angola um país em fase de reconstrução, com uma economia dinâmica, faz com que os dois países tenham “pela frente desafios e oportunidades que podem ser aproveitados para benefício mútuo”.
“Os nossos países devem aproveitar esse oceano, não como elemento de afastamento, mas sim como via para uma cada vez maior aproximação, que possibilita promover e ampliar o comércio e o investimento, e aprofundar o conhecimento recíproco”, sublinhou.
Para o Presidente angolano, a Argentina é um “parceiro de cooperação internacional” que interessa a Angola. A experiência acumulada pelo país sul-americano em áreas como a indústria alimentar, química, petroquímica, têxtil, metalúrgica, coloca-o numa “posição privilegiada” para identificar e realizar investimentos directos ou em parceria com empresas públicas e privadas angolanas.
José Eduardo dos Santos acrescentou que Angola também pode beneficiar da experiência da Argentina para formar quadros, transferência de tecnologia e para a criação ou capacitação de instituições de investigação científica. A ideia de Angola é conseguir elevar o conhecimento técnico e científico e modernizar processos, métodos e infra-estruturas, permitindo assim acelerar o crescimento e o desenvolvimento do país.
Ao referir-se ao vasto território angolano e ao conflito armado, salientou que, “após longos anos de conflito que levaram à quase total destruição das suas infra-estruturas, ainda muito resta por fazer para satisfazer plenamente as necessidades das populações”.
O momento é de acelerar a concretização dos vários acordos entre os dois Estados, acrescentou. Para o Presidente angolano é também tempo para explorar outras “áreas de igual interesse” para cooperar, como a promoção e protecção recíproca de investimentos, do sector financeiro e da indústria, do petróleo e gás.



“Depois de dez anos de paz”, sublinhou, “queremos que o nosso país recupere e desenvolva o seu tecido produtivo e que o nosso povo se dedique à reconstrução e ao desenvolvimento nacional, através do trabalho honesto e justamente remunerado, para a edificação de uma nação mais próspera, inclusiva e com iguais oportunidades para todos os seus cidadãos”.
Após as conversações oficiais, José Eduardo dos Santos e Cristina Kirchner tiveram outro encontro privado, antes do almoço oficial no Salão Nobre do Palácio Presidencial, no qual os dois chefes de Estado voltaram a discursar. O anfitrião destacou, então, a proximidade entre os dois povos do ponto de vista linguístico, como resultado da influência dos dois países da Península Ibérica, Portugal e Espanha, com os quais Angola e Argentina mantêm laços de estima e cooperação, “uma vez resgatada a nossa identidade própria e a nossa liberdade”.
Sublinhou que, nos últimos anos, estudiosos têm vindo, gradualmente, a constatar que as afinidades culturais entre Angola e a Argentina são maiores do que podíamos pensar, uma vez que importantes núcleos de populações africanas, levadas à força para o continente latino-americano, se uniram às forças locais, criando novos espaços de resistência, de liberdade e de solidariedade activa.
Por isso, considerou salutar que exista, por parte de sectores intelectuais e culturais argentinos, um movimento no sentido de aprofundar os estudos sobre o contributo africano para a história do país, resgatando assim uma memória que corria o risco de ficar diluída e esquecida entre tantas outras influências idas do exterior.
A concluir, recordou o facto da Primeira-Dama, Ana Paula dos Santos, ter representado Angola no I Congresso de Afro-descendentes, realizado em Julho de 2007, em Buenos Aires, onde “pôde constatar como são profundos os elos que nos aproximam e que estão patentes, não apenas na dança e na música, mas também ao nível da língua e da própria gastronomia”, frisou.
A escolha de Angola como o primeiro país que visita na África subsaariana foi propositada, declarou a Presidente da Argentina, na abertura das conversações oficiais, depois de chamar a atenção para o conceito utilizado na política externa do seu país, que privilegia a promoção de parcerias, em vez das meras trocas comerciais. “Nas nossas visitas temos procurado promover sociedades, em que os dois países saiem a ganhar”, salientou.
“Falou de uma Argentina emergente e de Angola em reconstrução, mas somos ainda mais complementares no campo das nossas necessidades políticas”, disse Kirchner dirigindo-se a José Eduardo dos Santos, que se referiu às oportunidades dos dois países.
“Vocês foram sacrificados durante a luta de libertação e mais tarde na guerra civil, com os derradeiros vestígios da Guerra-fria. Com as ditaduras militares, nós também sofremos os vestígios dessa guerra encoberta entre as duas potências mundiais, que na sua retirada deixaram a nossa terra arrasada”, recordou, sublinhando que Angola e a Argentina têm a oportunidade de reescrever juntos o seu próprio futuro.
Falando de improviso, referiu-se ao encontro que manteve, no primeiro dia de visita, com uma delegação da Organização da Mulher Angolana (OMA) e recordou Agostinho Neto. “No encontro com as companheiras da OMA senti algo como um reencontro com a minha juventude, pois nos anos 70 em que era uma jovem estudante universitária, para nós, Agostinho Neto era, entre outros líderes, um símbolo da luta pela libertação nacional e autonomia dos povos oprimidos”, realçou.
Naquela época, prosseguiu Kirchner, era impensável a possibilidade de algum dia visitar Angola como Presidente da Argentina. “Hoje estou aqui. A história costuma dar-nos essas oportunidades. Costuma ser generosa com aqueles que crêem nos seus povos e na luta pela libertação”, sublinhou.
A Presidente da Argentina fez ainda questão de aproveitar a sua presença em Luanda para agradecer directamente ao Presidente angolano, pelo apoio que tem dado nas várias frentes internacionais pela recuperação dos territórios argentinos que estão em posse de potências coloniais. “Agradecemos o seu apoio em todas as frentes internacionais, porque sabemos o compromisso histórico que está no ‘ADN’ do povo angolano na luta contra todas as formas de colonialismo”, afirmou
Ao debruçar-se sobre as relações comerciais, salientou que as economias de Angola e da Argentina se complementam. “Angola tem riquezas no seu subsolo e a Argentina é uma potência em várias áreas, em particular na de produção alimentar, em que estamos entre os dez primeiros”, salientou.
Cristina Kirchner considerou, ainda, Angola uma “excelente plataforma” para a internacionalização dos empresários argentinos. “Queremos que venham e estabeleçam parcerias com empresas públicas e privadas angolanas, para daqui se expandirem para outras partes do continente”, frisou a Presidente da Argentina, para quem o oceano Atlântico é uma via de ligação e comunicação, que pode ser a porta para a diversificação da economia angolana e a expansão da economia argentina.


http://jornaldeangola.sapo.ao/20/0/a..._pela_historia
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Old May 19th, 2012, 10:33 PM   #653
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Primeira fábrica de equipamentos de energia solar inaugurada em Angola


2012/05/17 Notícias

A primeira fábrica de equipamentos de energia solar, um investimento de 6 milhões de dólares, foi inaugurada na localidade de Viana, arredores de Luanda, pelo grupo empresarial angolano Opala, noticiou o angolano Novo Jornal.

De acordo com o director-geral da Green Power, Carlos Igrejas, a fábrica irá contar com uma força laboral inicial de 30 pessoas e deverá facturar até ao final do ano 11,5 milhões de dólares.

Carlos Igrejas disse ainda que a empresa está a realizar algumas experiências-piloto nas província de Namibe e Cuanza Norte, num projecto subsidiado pelo governo central.

Dizendo que Angola é dos países com maior número de horas de sol, o director-geral da Green Power salientou que a expansão da rede de energia solar vai reduzir a necessidade de utilização de geradores, libertando o combustível para outras utilizações.

A Green Power, além de montar equipamentos solares, vai proceder igualmente à sua comercialização e correspondente manutenção. (macauhub)
http://www.macauhub.com.mo/pt/2012/0...ada-em-angola/


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Programa “Feito em Angola” com lançamento oficial sexta-feira em Luanda


2012/05/17 Notícias

O logótipo da programa “Feito em Angola” será divulgado sexta-feira, em Luanda, pelo Ministério da Economia, com o objectivo de desenvolver uma imagem de marca para os produtos e serviços angolanos, de acordo com a agência noticiosa angolana Angop.

O logótipo será colocado nas embalagens dos bens de consumo e na comunicação externa das empresas que vierem a aderir ao programa.

O consultor do ministro da Economia, Licínio Contreiras, disse à Angop que de um total de 70 empresas convidadas a participar na primeira fase desta campanha 45 responderam positivamente, entre as quais se incluem a Indústria Angolana de Óleos Vegetais (Induve), Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol) e bancos do Comércio e Indústria (BCI) e Angolano de Investimento (BAI).

Contreiras disse ainda que o programa “Feito em Angola” pretende incentivar o consumo de produtos nacionais em detrimento dos importados, levando as empresas nacionais “a produzir cada vez mais e melhor.”

A apresentação de candidaturas de adesão ao programa deverá respeitar critérios que abrangem os objectivos de excelência bem como a solidez da empresa, que deverá ter a sua situação com o fisco e a segurança social regularizada.

Nos termos do programa, os associados têm de pagar uma quota anual, que começa em 250 dólares para as micro empresas que facturem até 250 mil dólares por ano e tem um valor máximo de 2 500 dólares para as grandes empresas com uma facturação superior a 10 milhões de dólares. (macauhub)


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Grupo norte-americano General Electric pretende construir fábrica em Angola

2012/05/16 Notícias

O grupo norte-americano General Electric está em negociações avançadas com um grupo empresarial angolano para a constituição de uma parceria e construção de uma fábrica na Zona Económica Especial Luanda-Bengo, informou o angolano Novo Jornal.

O jornal cita um “alto responsável” daquela ZEE que, no entanto, não revelou que bens irão ser produzidos na fábrica a construir nem qual o grupo angolano envolvido no negócio.

“Todos os dias recebemos a visita de representantes de empresas que pretendem entrar na ZEE, devido não só às infra-estruturas existentes mas também devido aos níveis de crescimento que tem vindo a registar”, disse ainda a fonte citada pelo Novo Jornal.

A fonte adiantou estarem a decorrer os trabalhos para a definição dos incentivos fiscais, aduaneiros e cambiais que irão ser aplicados aos investidores na Zona Económica Especial Luanda-Bengo.

Actualmente, a ZEE dispõe de núcleos de produção em Viana, Bom Jesus, Catete e Cacuaco, onde já se encontram em funcionamento oito unidades fabris. (macauhub)
http://www.macauhub.com.mo/pt/2012/0...ica-em-angola/
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Old May 26th, 2012, 04:57 PM   #654
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Prospecção do cobre com bons resultados

José Bule |Uíge - 19 de Maio, 2012


A área mineira de Mavoio já foi no passado um local onde se exploravam grandes quantidades de cobre e que possuía várias estruturas

Fotografia: José Bule | Uíge

Localizada nas imediações das aldeias Mavoio e Mbanza Quinzau, na comuna de Quibocolo, município de Maquela do Zombo, província do Uíge, a área mineira de Mavoio já foi, no passado, um local onde se exploravam grandes quantidades de cobre. Além de várias estruturas de apoio e suporte à exploração mineira, nas minas de Mavoio também havia hospitais, complexos residenciais, uma central térmica e outras estruturas que permitiam o armazenamento do cobre.
Mas, destas estruturas, hoje só restam escombros. As antigas máquinas, também, não foram poupadas pelos saqueadores durante a guerra. O túnel que dava acesso à jazida ficou soterrado.
Os trabalhos de exploração nas minas de Mavoio paralisaram em 1972. Nessa altura, o projecto envolvia mais de três mil funcionários e a produção era estimada em mais de 30 mil toneladas de cobre por ano. Hoje, depois do início dos trabalhos de prospecção, em 2009, a região mineira de Mavoio apresenta um novo cenário. Observam-se no local novas sondas que perfuraram os solos do jazigo e muitos homens afectos às empresas angolanas de exploração mineira trabalham afincadamente em busca de valiosos minérios que possam ser colocados no mercado internacional. Além da confirmação da existência de grandes quantidades de cobre nativo, estão também asseguradas a existência da calcite, sulfato de ferro, calcocite, pirite, malaquite e quartzitos. A área mineralizada compreende cerca de 150 quilómetros, desde a fronteira com a República Democrática do Congo (RDC) até ao Sul do município do Bembe.

Acesso fácil




As dificuldades que se registavam para chegar até às minas de Mavoio fazem parte do passado. As estradas que ligam a cidade do Uíge à vila de Maquela do Zombo, através dos troços rodoviários Uíge-Mucaba-Damba-Maquela do Zombo e Uíje-Negage-Bungo-Damba-Maquela, cujas distâncias são superiores a 300 quilómetros, estão a receber obras de reabilitação e ampliação. A partir da entrada que dá acesso às antigas aldeias Mavoio e Mbanza Quinzau, até à área que compreende o jazigo mineral, onde decorrem, neste momento, os trabalhos de prospecção, são cerca de três quilómetros de terra batida percorridos com alguma dificuldade pelos automobilistas.
O terreno apresenta alguns buracos e ameaça de ravinas. Mas, ainda assim, chega-se facilmente à antiga zona residencial mineira e aos novos marcos da prospecção, cujos trabalhos decorrem sem sobressaltos.
“As condições da estrada, as comunicações móveis e a instalação da energia eléctrica de Capanda estão a viabilizar as acções de prospecção em Mavoio. Também temos água em abundância ao longo de toda a bacia hidrográfica do rio Mbridge e, em particular, próximo da mina”, disse o director do projecto.
Pedro de Carvalho acrescentou que a zona carece ainda de infra-estruturas básicas de apoio, captações, mini-estações de barragem e todos os outros aspectos que, a seu tempo, fruto dos estudos de engenharia que já decorrem, vão ser levados a cabo. Depois de concluído o estudo de viabilidade do projecto, vão ser construídas várias infra-estruturas sociais nas localidades circunvizinhas. Segundo o geólogo, logo no início do processo de exploração, algumas estruturas antigas podem ser recuperadas e outras construídas de raiz. O objectivo é oferecer melhores condições de trabalho e de instalação aos mineiros.


As amostras


O ministro da Indústria e Geologia e Minas, Joaquim David, tomou contacto directo, com as amostras retiradas do solo de Mavoio. O governante manifestou-se satisfeito com a quantidade de amostras que resultaram das perfurações efectuadas, desde 2009 até à data.
“Tivemos a oportunidade de visitar o projecto de prospecção do minério de cobre nestas minas de Mavoio e ficámos satisfeitos com o volume de trabalho já feito, se tivermos em conta a tecnologia que está a ser empregue e as sondagens em curso”, disse o ministro. Os resultados já apresentados têm a ver com o trabalho árduo e apurado realizado pelos técnicos envolvidos no projecto, comprovando assim as interpretações geológicas efectuadas. “Estamos numa fase que, eventualmente, mais cedo ou mais tarde, nos vai conduzir à descoberta de reservas suficientes para a transformação do projecto numa actividade de exploração do minério de cobre”, disse. Os trabalhos de prospecção vão estender-se até 2015, com a aquisição de dados que servirão de base para a exploração. Joaquim David disse estar optimista com os resultados obtidos pelos técnicos que trabalham no projecto. Por isso, está convencido que, no próximo ano, já se podem tomar decisões sérias em termos de exploração mineira.


Milhares de toneladas


Joaquim David avançou que, até 2015, o Executivo vai investir pelo menos 60 milhões de dólares, para assegurar os trabalhos de prospecção. Desde o início da empreitada, mais de 16 milhões de toneladas de cobre foram descobertas nas minas de Mavoio e Tetelo.Uma campanha intensiva de sondagem vai ser levada a cabo até ao final deste ano, para confirmar as investigações geológicas que foram feitas até agora. “Espera-se que pelo menos 30 a 35 milhões de toneladas adicionais sejam descobertas ainda este ano. A ser assim, isso vai constituir uma base suficiente em termos de exploração de minérios”, perspectivou.
O geólogo Pedro de Carvalho, director do projecto, afirmou que o cobre é o minério que mais abunda naquela região do Uíge, mas também podem ser encontrados minérios como a prata, na condição de valorizante, e o arsénio como penalizante.


Mavoio e Tetelo



Até agora, já foi feita muita coisa. Hoje, falar de Mavoio é descodificar um projecto que tem o nome de “Mavoio e Tetelo”, porque o antigo jazigo explorado até à década de 70 permitiu que, no poço 50, muito próximo do antigo local de exploração, fosse descoberto um jazigo de depósitos de minas de Tetelo, situado um pouco mais para
Norte da antiga mina subterrânea.Portanto, a área de prospecção e pesquisa envolve, no município de Maquela do Zombo, a antiga área de Mavoio e a nova de Tetelo, cuja sua extensão, a Sul, segue a antiga linha de exploração mineira do Bembe.
“O cobre é o elemento essencial que foge do paradigma tradicional angolano do petróleo, diamantes e ferro. Este é um activo novo, também de risco associado, porque são mineralizações que estão muito na oferta e procura internacional. Portanto, todos esses projectos exigem muito cuidado e atenção”, disse o geólogo.
A área onde estão a ser realizados trabalhos de prospecção, para posterior exploração, também é subterrânea e a profundidade varia entre os 230 e os 500 metros, possuindo características muito próprias e específicas.O projecto é longo, porque as acções são feitas num depósito com particularidades técnicas e económicas, que obrigam a seguir cada passo para que não sejam cometidos erros no momento da tomada de decisões.
As mineralizações se apresentam em várias posições, em termos de sub-superfícies e em várias profundidades.
A situação representa uma das principais complexidades que os técnicos enfrentam no terreno, tendo em conta que os obriga a fazerem uma avaliação minuciosa antes de tomarem uma decisão. “São trabalhos demorados em que cada sondagem é muito cara.
Mas, mesmo assim, já fazemos muitos furos com mais de 600 metros de profundidade”, sublinhou.


Sondagens



Até agora foram feitos mais de 7.500 metros de sondagens e pelo menos dez estudos laboratoriais para definir se os minerais têm alguma rentabilidade.
Pedro de Carvalho afirmou que o jazigo é de média dimensão em termos internacionais, e requer muitos cuidados, de acordo com os parâmetros de decisão técnica e económica.
“É muito bonito ter um jazigo. Todos dizemos que temos minério. Mas se ele não for tratado, se não houver um concentrado mineralógico que no mercado internacional seja aceite, então de nada vale, porque o que nós procuramos é pôr nas mãos do investidor o resultado de uma decisão mais adequada, justa e certa”, explicou o geólogo.Este ano, vão ser concluídas mais de oito mil metros de sondagens, três das quais já foram feitas e duas estão em curso.
Os trabalhos devem cingir-se, também, à continuidade do processo de procura de informação cartográfica sobre as minas de Mavoio para o seu devido tratamento. “Estamos sempre à procura de informações sobre as antigas operações feitas em Mavoio. Além das sondagens, o nosso trabalho situa-se ao nível da geo-referenciação da nossa base de dados. Corremos desde a fronteira com a RDC até ao Sul da Damba para encontrar três marcos geodésicos”, disse, acrescentando que, essa é uma situação que vai custar milhões ao Estado para recuperar a rede geodésica do país.
“Toda a gente andou à procura de mercúrio, a pensar que o iam encontrar nesses marcos. Não o façam. Isso é fruto de imaginação e de um ditado que não existe. Não há mercúrio nestes marcos. Protejam-nos, porque é um acto de cidadania e de interesse nacional. Tivemos muitas dificuldades para encontrar os poucos que identificámos”, concluiu o director do projecto.


http://jornaldeangola.sapo.ao/25/0/p...ons_resultados
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Old May 26th, 2012, 04:59 PM   #655
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Nasce no Lobito uma nova fábrica

Jesus Silva | Lobito - Hoje


Por enquanto a quantidade de cimento produzida é insuficiente para o potencial de desenvolvimento urbanístico de Angola

Fotografia: Jesus Silva | Lobito

Os accionistas da Secil Lobito, o Estado angolano e a Secil de Portugal, decidiram construir uma fábrica de cimento com capacidade para a produção de 1,2 milhões de toneladas por ano e de cobrir parte considerável da procura do mercado nacional, anunciou o administrador-delegado da cimenteira angolana.
Manuel Pereira Miragaia, que falava ao Jornal de Angola, disse que ambas partes continuam a encetar contactos para a materialização do projecto, num processo que afirmou decorrer a bom ritmo e sobre o qual haverá novidades já dentro de dois meses.
A fábrica a instalar é justificada pela necessidade de dar resposta à crescente procura de cimento, um produto indispensável para o desenvolvimento económico em curso, onde a construção assume um papel decisivo.
“Angola tem tido nos últimos anos um crescimento notável, associado a um elevado investimento em infra-estruturas e na recuperação das zonas urbanas e suburbanas, o que tem dado origem a uma evolução sem precedentes da procura de materiais de construção”, declarou Manuel Pereira Miragaia.
O gestor referiu que, actualmente, o consumo de cimento em Angola é estimado em 1,5 milhões de toneladas por ano, sendo que, a curto prazo, se prevê uma demanda superior.
Manuel Pereira Miragaia afirmou que o “triângulo geográfico” do centro e sul de Angola onde a Secil Lobito está a actuar possui um potencial de desenvolvimento urbano muito elevado, assim como condições naturais apropriadas para a concretização de projectos agro-industriais e petrolíferos.

Cimento de alto padrão

Nos termos do projecto, a nova fábrica produzirá clinquer e cimento portland, devendo ocupar uma área de cerca de 40 hectares, numa faixa situada entre a estrada da Hanha do Norte e a Pedreira de calcário margoso do Comengo. Adicionalmente ocupará ainda duas áreas na Pedreira do Comengo e na Quileva, para instalação dos britadores.
A unidade fabril produzirá cimento portland em duas linhas de produção paralelas e de capacidades equivalentes, cujo funcionamento Manuel Pereira Miragaia estima que pode dar lugar à redução das importações, do preço do cimento e da habitação. Este potencial de reconstrução, notou Manuel Pereira Miragaia, está ligado à linha dos Caminhos-de-Ferro de Benguela e ao Porto do Lobito com condições que permitem a recepção e expedição de granéis sólidos de grande porte. Beneficia também do processo de reabilitação das principais estradas.
Além das áreas de processamento, a fábrica de clínquer e cimento do Lobito disporá de edifícios auxiliares, postos de transformação, sala de comando, laboratório, armazéns, oficinas, edifícios administrativos, sistema de tratamento e abastecimento de água e de efluentes líquidos.
No fim da segunda fase, a Secil Lobito prevê criar 360 empregos directos e 750 indirectos, envolvendo tarefas como o tráfego rodoviário associado ao transporte de matérias-primas (calcário, gesso, areia, minério de ferro e bauxite), combustível (carvão e gasóleo) e expedição de produto final (cimento ensacado e a granel). A fábrica fica construída ao fim de três anos, respeitando os requisitos inerentes à tecnologia de instalação e observando as exigências ambientais e de segurança, de modo a evitar consequências negativas para a qualidade do meio envolvente, assegurou Manuel Pereira Miragaia.
A Secil Lobito (Companhia de Cimentos do Lobito, SA) é detida pelo Estado angolano em 49 por cento e em 51 por cento pela Secil de Portugal. Possui 280 trabalhadores angolanos, quatro estrangeiros e 40 colaboradores. Actualmente, produz cimento com base na importação de clínquer.
Criada em 1952, com a denominação Campanhia de Cimentos de Angola, a Secil Lobito passou por várias transformações devido a sua antiguidade e à situação de carência que o país viveu até 2002.
Fonte: Jornal de Angola
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Old May 27th, 2012, 02:55 PM   #656
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INAPEM certifica empresas no Lubango

Domingos Mucuta |Lubango - 26 de Maio, 2012


Vice-governador entrega certificado a uma empresa destacada por pagar os impostos



O Instituto Nacional das Micro, Pequenas e Médias Empresas (INAPEM) certificou, esta semana, mais de dez empresas que operam em diversos ramos de actividade na província da Huíla, por cumprirem os requisitos legais exigidos pela instituição.
O acto de certificação das empresas, orientado pelo vice-governador da província da Huíla para a Esfera Económica, Sérgio da Cunha Velho, aconteceu à margem do seminário sobre “Dialogo social”, promovido pela Câmara de Comércio e Indústria de Angola (CCIA).
O representante do INAPEM, Gabriel Bento, disse que o processo de certificação das organizações é um importante passo para a distinção, incentivo e credenciação das Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME) para o acesso ao financiamento bancário.
Gabriel Bento disse que as MPME certificadas pelos institutos nacionais estão em condições de aceder ao crédito bancário, porque as instituições financeiras nacionais dão prioridade às organizações que cumprem os requisitos técnicos e legais. “Até agora, não existe um critério específico no mercado para as linhas de crédito.
Muitas vezes, as microempresas conseguem montantes de financiamento que eram adequados para as grandes empresas, e estas os que seriam próprios para as de dimensões menores”, argumentou.
Nos termos do processo em curso, as microempresas podem receber financiamentos até 250 mil dólares, as pequenas até 1,5 milhões e as médias um pouco mais.
O acesso ao financiamento está sujeito à avaliação de projectos de negócios e só são habilitados aqueles que forem considerados viáveis do ponto de vista económico.


O responsável disse que o objectivo deste processo é cumprir os princípios estabelecidos por lei e levar os empreendedores a conhecerem a dimensão real da empresa, em função do volume da facturação e do número de trabalhadores. O processo de certificação é periódico, devido à evolução que resulta da dinâmica do mercado.


http://jornaldeangola.sapo.ao/15/27/...sas_no_lubango



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Aumenta movimento no Porto do Namibe

26 de Maio, 2012


Porto do Namibe absorveu investimentos para corresponder às novas exigências públicas



O Porto Comercial do Namibe movimentou, durante o ano transacto, 961.925 toneladas de mercadorias diversas e 18.052 contentores, revelou o presidente do Conselho Administrativo, Joaquim Neto.
Em declarações à imprensa por ocasião do 55º aniversário daquela infra-estrutura, assinalado na quinta-feira, Joaquim Neto disse que, nos últimos meses, regista-se um aumento considerável da entrada e saída de mercadorias e que o porto já precisa de obras de ampliação.
No período 2010/2011 foram aplicados seis milhões de dólares na aquisição de equipamentos diversos, material informático, meios de transporte e na elaboração do plano estratégico da empresa.
Joaquim Neto salientou que, brevemente, terá início a segunda fase de modernização do Porto Comercial do Namibe, que consiste na reabilitação do terminal mineiro do Saco-mar, construção de uma ponte-cais para o desembarque de combustível e uma doca de 240 metros para carga contentorizada.
O vice-governador para a esfera económica, Alcides Gomes Cabral, elogiou o trabalho que a administração do porto tem realizado em prol do desenvolvimento da infra-estrutura e da melhoria das condições sociais dos trabalhadores. O Porto Comercial do Namibe foi inaugurado a 24 de Maio de 1957. Na primeira fase tinha um cais de 380 metros contra os 750 actuais.
Naquela época, as trocas comerciais eram pouco representativas, tendo em conta o nível de interesses e do desenvolvimento económico, razão pela qual o porto havia sido dimensionado para movimentar anualmente 300 mil toneladas de mercadorias diversas.
Com o desenvolvimento multiforme da economia daquela região, o porto foi apetrechado com equipamentos diversos para fazer face a uma crescente demanda de carga importada e exportada.

http://jornaldeangola.sapo.ao/15/69/...orto_do_namibe



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Feira Internacional de Benguela, em Angola excede expectativas


2012/05/25 Notícias

A segunda edição da Feira Internacional de Benguela (FIB), que decorreu de 16 a 20 de Maio em Benguela, foi para os expositores “um verdadeiro sucesso”, com registo recorde de entradas que rondou as 30 mil pessoas, disse um responsável da entidade organizadora.

Citado pelo Jornal de Angola, Manuel Novais disse que “a FIB 2012 excedeu todas as nossas expectativas em número de empresas participantes, mas também do número de pessoas que passaram pelo recinto, anis do dobro do que esperávamos.”

Considerada como uma das maiores feiras do país, a Feira Internacional de Benguela contou com a presença de 226 expositores, que tiveram a oportunidade de dar a conhecer a sua actividade, os seus serviços e de reforçar as suas redes de contactos e parcerias.

“Investimos na melhoria das condições oferecidas aos expositores, no acesso gratuito à Internet e na climatização do espaço, com 54 novos equipamentos de ar condicionado e reforçámos também a aposta na comunicação e alargámos o seu âmbito e cobertura”, concluiu Manuel Novais. (macauhub)

http://www.macauhub.com.mo/pt/2012/0...-expectativas/
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Old June 1st, 2012, 11:14 PM   #657
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Economia cresce 9,1% este ano e 8,8% no próximo

01 de Junho de 2012, 17:28

Lisboa, 01 jun (Lusa) - A economia angolana deverá crescer 9,1 por cento este ano e 8,8 por cento em 2013, segundo as estimativas do Centro de Estudos e Investigação Científica (CEIC) da Universidade Católica de Angola, num relatório a divulgar na terça-feira.
No "Relatório Económico de Angola", o CEIC, que este ano faz dez anos, considera que o ano em curso "dirá se a retoma do crescimento económico em Angola se fará com a mesma intensidade da verificada durante a 'mini-idade de ouro'", que decorreu entre 2004 e 2008, quando a taxa média anual de crescimento do PIB foi de 17 por cento, "a maior de África e uma das maiores do mundo".
"Não estará a economia angolana a entrar num período de crescimento menos intenso, ainda que bastante positivo?", questiona o CEIC, num resumo do relatório, a que a Lusa teve acesso.
As perspetivas do CEIC para o crescimento do PIB de Angola em 2012 - de 9,1 por cento - são mais otimistas do que as do Banco Mundial (8,1 por cento) e do Banco Africano para o Desenvolvimento (BAD - 8,2 por cento) e mais pessimistas do que as do governo de Luanda (9,8 por cento) e do Fundo Monetário Internacional (FMI - 9,7 por cento).
Já as perspetivas para 2013, de 8,8 por cento, são melhores do que as do FMI (6,8po cento) e do BAD, de 7,1 por cento. Para 2014, o CEIC prevê um crescimento económico de 7,5 por cento do PIB.
A previsão do abrandamento do crescimento económico em 2013 e 2014 tem em conta "o risco de a economia mundial poder entrar novamente em recessão", explica o resumo do relatório, citando "algumas agências e economistas de referência", que temem que "a crise das dívidas soberanas na Europa possa desencadear efeitos sistémicos semelhantes às turbulências verificadas em 2008 e 2009".
Numa análise setorial da economia angolana, o CEIC prevê que a agricultura seja o setor que mais cresce em 2012, com um aumento de 13,2 por cento, o que poderá ser consequência da implementação de projetos agrícolas e da concretização de medidas de apoio à iniciativa privada anunciadas pelo Governo.
Por outro lado, admite o CEIC, "a entrada em funcionamento dos grandes empreendimentos no domínio do gás e dos derivados do petróleo ajudará a diversificar a indústria transformadora", enquanto o investimento público em obras públicas e a construção civil "continuarão a desempenhar um papel positivo na estratégia de crescimento do país".
O relatório destaca ainda que, "pela primeira vez desde que o objetivo de redução da inflação foi eleito como um dos principais da política económica do Governo, o valor do índice de preços no consumidor se situou abaixo da meta".
Ainda assim, "permanece o desafio de situá-la em um dígito", embora a meta oficial para 2012 tenha sido estabelecida ainda em 10 por cento.
O relatório dedica um capítulo à diversificação da economia, que está a ser estudada por uma equipa conjunta do CEIC e do Christian Michelsen Institute de Bergen (Noruega).
Nas palavras do diretor do CEIC, o professor universitário Manuel José Alves da Rocha, os indicadores "apontam para um baixo grau de diversificação", o que significa que "a economia ainda está muito concentrada, tanto em termos setoriais como territoriais".
Mas o especialista sublinhou que a diversificação da economia "é um processo muito longo", que pode demorar 20, 30 ou 40 anos a concretizar-se.
"Não podemos esperar que as transformações estruturais aconteçam da noite para o dia", disse, referindo que os instrumentos que estão a ser utilizados já foram experimentados noutros países e "são medidas acolhidas pela ciência económica".
O "Relatório Económico de Angola" será divulgado na terça-feira em Luanda, numa conferência comemorativa dos 10 anos do CEIC, sob o tema "crescimento económico e crise na última década".
http://noticias.sapo.ao/lusa/artigo/14419234.html
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Old June 1st, 2012, 11:17 PM   #658
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Zona económica especial será criada em Calueque, Angola


2012/05/31 Notícias

O governo provincial do Cunene, no sul de Angola, escolheu a localidade fronteiriça de Calueque, município de Ombadja, para Zona Económica Especial (ZEE) da província, disse na cidade de Ondjiva o governador António Didalelwa, em declarações à agência noticiosa angolana Angop.

No final de uma reunião do governo provincial, o governador disse que a escolha de Calueque deve-se ao potencial ali existente para o fomento da actividade agro-pecuária, devido à existência da bacia hidrográfica do rio Cunene e do aproveitamento hidroeléctrico de Calueque.

A proximidade com a Namíbia, as condições que existem no que respeita ao fornecimento de energia e água, bem como os acessos permitirão a criação de infra-estruturas fundiárias, económicas e administrativas para o fomento intensivo da produção e criação de empregos.

As entidades presentes na reunião do governo provincial concluíram que as condições existentes na nova ZEE vão atrair investimentos e estimular a produção com a instalação de fábricas, comércio e serviços.
(macauhub)








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Modernização das alfândegas em Angola custou 315 milhões de dólares

2012/05/31 Notícias

O Programa de Expansão e Modernização das Alfândegas (PEMA) de Angola, iniciado em 2002 e encerrado oficialmente na passada segunda-feira, 21 de Maio, custou 315,5 milhões de dólares, informou o semanário angolano Expansão.

O semanário acrescentou que num período de 10 anos, o PEMA permitiu a entrada nos cofres do Estado de 17,7 mil milhões de dólares, sendo que os custos assumidos com a execução do programa representaram apenas 1,8% das receitas que permitiu angariar.

Durante a cerimonia que assinalou o termo da parceria com a Crown Agents, empresa britânica especializada em modernizar serviços públicos, a directora-geral adjunta do Serviço Nacional das Alfândegas, Maria da Conceição Matos, disse que ao longo da execução do programa observou-se um aumento contínuo e significativo das receitas arrecadadas pela instituição.

Maria da Conceição Matos disse que o Programa de Expansão e Modernização das Alfândegas visou reformar estruturalmente a instituição, em toda a extensão do território nacional, tendo por base as melhores práticas internacionais em matéria aduaneira. (macauhub)

http://www.macauhub.com.mo/pt/2012/0...es-de-dolares/
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Old June 2nd, 2012, 10:25 PM   #659
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Continente cria 'escola de retalho' em Luanda


2 de Junho, 2012

por Ricardo David Lopes


Condis e Sonae vão criar ‘universidade de retalho’ para formar colaboradores do projecto do Continente em Luanda. O objectivo é ‘angolanizar’ ao máximo a gestão das lojas.
O projecto dos hipermercados Continente em Angola inclui a constituição de uma ‘universidade de retalho’ para formar os colaboradores locais. O objectivo, diz ao SOL fonte oficial do Grupo Sonae – que vai abrir, em parceria com a Condis, da empresária Isabel dos Santos, quatro a seis supermercados e um entreposto comercial em Luanda –, é formar colaboradores em geral, mas também conseguir, a prazo, que todos os gestores de lojas sejam angolanos.

A formação da ‘universidade de retalho’ é uma das componentes do projecto, que foi já aprovado pela Agência Nacional do Investimento Privado (ANIP) e pelo Conselho de Ministros, estando agora em análise no Ministério das Finanças. A primeira loja desta parceria luso-angolana – na qual o grupo português detém uma participação de 49% – deverá abrir em 2013 e as seguintes nos anos subsequentes.

«Queremos muito rapidamente construir competências de gestão próprias no terreno», garante a fonte da Sonae ao SOL, explicando que a chamada Sonae Retail School tem desempenhado «um papel essencial» na formação dos colaboradores da retalhista em Portugal, havendo «boas-expectativas» para o projecto em Angola, onde será dada formação específica, incluindo em gestão e formação de formadores angolanos.

Em Portugal, a ‘escola’ do grupo liderado por Paulo Azevedo tem cerca de 3.900 formadores e, segundo fonte oficial da empresa, «mais alunos do que a maior universidade do país». No último ano, a Sonae Retail School forneceu cerca de 1,5 milhões de horas de formação aos colaboradores do grupo, «cujo espírito crítico e inovador» é incentivado.

A Sonae Retail School tem em funcionamento 22 escolas, incluindo a Escola de Perecíveis, a Escola Worten, a Escola de Liderança e a Escola de Gestão, em que os colaboradores «frequentam escolas de Negócios para estudos pós-graduados, e melhoram conhecimentos e competências para diferentes negócios do retalho».



Produtores também ganham

«Os programas de formação abrangem uma panóplia de áreas, desde a comercial e vendas, vertente técnica da Escola de Perecíveis, aos processos e sistemas, fornecedores, produtos, gestão ambiental e higiene e segurança no trabalho», explica a fonte da Sonae que, juntamente com a Condis, prevê investir mais de 100 milhões de dólares no projecto do Continente para Angola.

A ‘universidade de retalho’ é uma das componentes inovadoras da operação do grupo líder de mercado em Portugal, que vai ser replicada em Angola, «diferenciando o projecto» dos restantes que já existem e dos que estão previstos para o país. A outra é a constituição no país africano de uma estrutura semelhante ao chamado Clube de Produtores português. O objectivo, explica a fonte da Sonae, «é contribuir para estimular, a partir da distribuição, o desenvolvimento do sector produtivo agrícola» angolano.

A inclusão desta componente no projecto, adianta a fonte, foi, aliás, uma «grande preocupação do parceiro angolano». O Clube de Produtores é composto por agricultores e fornecedores de alimentos e outros bens, que assim vêem garantido o escoamento da sua produção, ou de parte dela, reduzindo o risco do negócio e contribuindo para maior incorporação de produtos nacionais nas lojas do projecto.

A introdução da ‘escola de retalho’ e do Clube de Produtores são dois aspectos que introduzem «algumas complexidades» na análise estatal ao projecto, mas o Grupo Sonae mantém a expectativa de que a primeira loja possa arrancar na data prevista (ver texto ao lado).

ricardo.d.lopes@sol.co.ao

http://sol.sapo.ao/Angola/Interior.a...ntent_id=51024

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Old June 9th, 2012, 07:59 PM   #660
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Exploração de ferro cria milhares de empregos
Hoje

O recomeço da exploração de minério de ferro no município da Jamba, província da Huíla, previsto para 2013, vai criar mais de seis mil postos de trabalho directos, anuncia um relatório da Sociedade Angolana de Exploração de Recursos Minerais (AEMR).
No documento, citado pela Angop, a AEMR adianta que tal número de trabalhadores vai obter emprego nas diversas empresas de extracção, armazenamento, transporte e sanidade ambiental.
Alguns dos postos de trabalho vão ser criados pelos Caminhos-de-Ferro de Moçâmedes (CFM), actividade siderúrgica, produção de carvão, exploração das minas de Tchamutete e da Jamba, bem como na AEMR e no porto seco do Sacomar (Namibe).
O relatório indica que o projecto de prospecção já empregou umas 700 pessoas em Chamutete, Cassinga e Cateruca.
A AEMR descobriu recentemente, em Cateruca, afecta ao Projecto Cassinga Norte, uma reserva de minério de ferro estimada em 400 milhões de toneladas

http://jornaldeangola.sapo.ao/15/27/...es_de_empregos






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07-06-2012 23:12

Exportação
Angola exporta doze mil metros cúbicos de Madeira




Tábuas de madeira

Luanda - Angola exporta anualmente cerca de 12 mil metros cúbicos de madeira em toro principalmente para os países europeus, disse hoje, à Angop, em Luanda, o director geral do Instituto do Desenvolvimento Florestal, Tomás Caetano.




Ao falar em entrevista à Angop, Tomás Caetano afirmou que, há cerca de cinco anos, o país começou timidamente a exportar madeira em toro, chegando mesmo a exportar folha de madeira, tendo atingido a quantidade de 12 mil metros cúbicos/ano.




“O que se pretende é atingir esta quantidade em madeira transformada e evitar a exportação em madeira em toro” disse o responsável do IDF, em alusão à Indústria Transformadora.




Indicou como principais destinatários das exportações angolanas de madeira países europeus apesar de existirem também já exportações para a China, Japão e outros mercados como os Estados Unidos.




Em relação ao actual estado de exploração de madeira, Tomás Caetano referiu que este processo está regulado por lei (Lei Florestal), onde estão clausulados os agentes que devem e podem fazer a exploração, as competências relativas às administrações locais e o que o empresário deve fazer para se habilitar à actividade.




Apontou como principais províncias produtoras Cabinda, Zaire, Uíge, Bengo, Malanje e o corredor de florestas plantadas, (eucaliptos), propriedade dos ministérios da Agricultura Desenvolvimento Rural e das Pescas, Geologia e Minas e da Indústria e dos Caminhos-de- Ferro de Benguela.
http://www.portalangop.co.ao/motix/p...1092d8b1f.html
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