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Old April 18th, 2010, 07:33 PM   #201
Matthias Offodile
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Empresários portugueses visitam Lubango para fechar negócios
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Fonte: Lusa - Editado por AD
Friday, 16 April 2010


ImageUm grupo de empresários do distrito de Santarém parte no sábado para o Lubango, sul de Angola, para «fechar um conjunto de projetos» e analisar a possibilidade de abrir uma Área de Localização Empresarial naquela cidade angolana.

José Eduardo Carvalho, presidente da Associação Empresarial da Região de Santarém (Nersant), que chefia a delegação, disse quinta-feira à agência Lusa que será feita «uma primeira abordagem» junto de parceiros e do Governo da Província da Huíla para análise da viabilidade e vontade de envolvimento na criação da Área de Localização Empresarial.

Segundo disse, a delegação vai sobretudo para «concretizar situações», como «dar o passo final para a criação de uma escola profissional no Lubango», que contará com a participação da Nersant, da Escola Profissional do Vale do Tejo (com sede em Santarém) e de parceiros locais, para ministrar cursos profissionais em várias áreas.


Rede de supermercados brasileira abre primeira superfície em Luanda


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18-Dez-2009


Loja Alimenta Angola marca estreia internacional do grupo brasileiro Tenda Atacado, que pretende abrir dez lojas no Pais.

Com uma oferta de mais de 6 mil produtos de consumo para venda directa ao público, e uma equipa de 150 funcionários em formação para o atendimento, o grupo brasileiro Tenda Atacado acaba de inaugurar, em Luanda, a primeira superfície comercial no estrangeiro.

Baptizada de Alimenta Angola, a loja, situada no distrito de Viana, comercializa uma ampla gama de artigos, desde alimentos a produtos de higiene, marcando o nascimento de mais uma rede de supermercados no País. "Esta é apenas a primeira de dez unidades que a companhia pretende abrir", anunciou o director-geral da Tenda Atacado, Eduardo Severini, na apresentação da estratégia do grupo para os próximos cinco anos.

Segundo este responsável, os planos de expansão do grupo em Angola enquadram-se numa lógica de intervenção social orientada para "auxiliar o irmão de língua a se fortalecer no processo de reconstrução nacional, depois de séculos de colonização e décadas de guerrilhas internas".

No entanto, apesar de destacar que a consciência solidária "prevaleceu na decisão de abrir uma loja em Angola", Severini lembra que o alargamento da actividade para Luanda também "é movido pelo investimento e o retorno económico". Neste sentido, a Tenda Atacado destacou dez profissionais para Luanda, responsáveis pela supervisão da loja Alimenta Angola, durante um período máximo de dois anos, e pela formação dos 150 trabalhadores que foram recrutados localmente.

Mesmo sem divulgar o valor do investimento, o grossista não esconde a ambição de disputar a liderança do mercado angolano com a cadeia Nosso Super, reconhecendo, contudo, que os preços dos produtos não serão tão competitivos quanto manda a tradição da marca, devido aos custos de importação.

Ainda assim, a Tenda Atacado calcula que a dimensão da rede comercial projectada para o País venha a representar 10% da facturação do grupo, avaliada em cerca de 700 milhões USD anuais. Por trás deste valor encontra-se uma cadeia de 12 lojas-armazéns, 'alimentada' por mais de um milhão de clientes registados e gerida através de uma estrutura com cerca de 3.200 colaboradores.

Tudo somado, o grupo Tenda Atacado, fundado em 2001 e detentor de uma marca própria (Select), ocupa o terceiro lugar no ranking de 2009 da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores, que analisa anualmente o desempenho de mais de 300 empresas do sector
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Old May 1st, 2010, 05:09 PM   #202
Matthias Offodile
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Huambo
Grupo empresarial AGOTEC lança pedra para construção de metalomecânica


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30-04-2010 20:57

Huambo - O grupo empresarial luso-angolano AGOTEC lançou hoje, sexta-feira, a primeira pedra para a construção de uma metalomecânico, numa acção financiada pela Agência Nacional de Investimentos Privados (ANIP).





O lançamento da primeira pedra do empreendimento, orçado em 6,2 milhões de dólares norte-americanos, foi feito pelo governador da província do Huambo, Fernando Faustino Muteka, presenciado por investidores e membros do executivo local.




As obras de construção do empreendimento, que será erguido no quilómetro 11, na estrada entre as cidades do Huambo e da Caála, de acordo com um dos accionistas, Eduardo Jorge Marques Andrade, tem o seu termino previsto para Novembro deste ano, ocupa uma área de três hectares e vai empregar 174 trabalhadores, na sua maioria locais, que serão formados pelos especialistas expatriados.



O grupo empresarial AGOTEC é uma parceria da empresa portuguesa, Agovi e as angolanas Jaime Menezes e a tecno-eléctrica, e vai dedicar-se à transformação de cobre e ferro para diversas aplicações, sobretudo para o fabrico de turbinas para centrais hidroeléctricas e pavilhões de estruturas metálicas.




Por seu lado, o director Provincial da Industria no Huambo, Manuel Chieque, adiantou que o empreendimento insere-se no programa do seu ministério e do governo da província para a reindustrialização da região, bem como a criação de postos de trabalho.




Manuel Chieque adiantou que ainda existem, actualmente, na província do Huambo, 149 unidades industrial, entre micros, pequenas e medias empresas.



Disse por outro lado que, esta disponível uma área de mil 187 hectares para a implantação de unidade industriais, 25 dos quais serão distribuídos a empresários.
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Old May 12th, 2010, 10:06 PM   #203
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Secretário de Estado da Saúde português em Luanda para reforçar cooperação


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África
05/05/10, 13:07
OJE/Lusa
O Secretário de Estado da Saúde de Portugal, Manuel Pizarro, chegou hoje a Luanda para o reforço da cooperação na área dos programas de saúde pública existentes entre os dois países.



Manuel Pizarro disse, em declarações à chegada, que a sua visita a Angola visa também dar início a um processo de geminação entre hospitais portugueses e angolanos.


"Um aspecto muito importante é iniciar um programa de geminação entre hospitais angolanos e portugueses", disse Manuel Pizarro, acrescentando que tem agendada uma deslocação à província da Huíla, como um primeiro passo para o avanço do projecto. "Vamos ver as possibilidades para iniciar este programa de geminar hospitais angolanos com portugueses".


Segundo o Secretário de Estado da Saúde português vai ser igualmente analisada com as autoridades sanitárias angolanas uma cooperação na área do hospital pediátrico, em que Portugal pode apoiar com meios técnicos, com destaque para a cirurgia cardíaca.


No hospital pediátrico de Luanda existem cerca de 1.000 crianças com problemas cardíacos a necessitarem de intervenção cirúrgica.


O Secretário de Estado português da Saúde chegou deixa Angola no domingo, depois de visitas a algumas províncias angolanas.

Portugal propõe a Angola alargamento da cooperação militar à indústria e tecnologias

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África
05/05/10, 11:32
OJE/Lusa
Portugal propôs a Angola alargar a cooperação técnico-militar - alicerçada maioritariamente na formação -, aos domínios da indústria e tecnologia, anunciou em Luanda o ministro da Defesa português, Augusto Santos Silva.



Em declarações aos jornalistas após um encontro com o presidente angolano, José Eduardo dos Santos, ministro da Defesa de Portugal, em visita oficial a Angola, explicou que essa nova dimensão da cooperação entre Lisboa e Luanda consta de uma carta escrita pelo primeiro-ministro José Sócrates e entregue ao chefe de Estado angolano.


Santos Silva qualificou o encontro com José Eduardo dos Santos como excelente, para o qual foi portador de uma carta de José Sócrates, em que o primeiro-ministro português regista o sucesso da cooperação técnico-militar entre os dois países e propõe um novo passo nessa cooperação com o alargamento à área da indústria e tecnologia de Defesa.


"Portugal e Angola têm necessidades em matéria de equipamento militar e tecnologias e equipamento que tanto servem para uso militar como para o civil e têm capacidades próprias", apontou o governante português.


Como exemplos das mais-valias que Portugal dispõe nas novas áreas propostas a Angola para o futuro da cooperação técnico-militar Santos Silva apontou o domínio na construção naval, da manutenção e reparação aeronáutica e tecnologias de informação e comunicação.


"Podemos pôr em comum as nossas capacidades ao serviço da extensão da parceria económica, que é hoje tão forte entre os dois países, à área da Defesa e segurança", sublinhou.


A cooperação técnico-militar entre Portugal e Angola chegou agora aos 18 anos, "atingiu a maioridade", como notou Santos Silva, e, por isso, "chegou o momento de saber se queremos dar um salto em frente" como sintoma de maturidade que é a cooperação no domínio da economia para a Defesa.


"Portugal tem capacidades para oferecer na sua construção naval, sector aeronáutico, seja manutenção, seja modernização, ou construção de aero-estruturas e tem também capacidades importantes no domínio das tecnologias de informação e comunicações aplicadas à defesa, que podem, numa parte considerável, ser utilizadas em aplicações civis", descreveu.


Do esforço conjunto de Portugal e Angola pode resultar, apontou, uma melhoria da base industrial e tecnológica da defesa de ambos os países com a consequente criação de emprego "usando capacidades em língua portuguesa, o que não é despiciendo do ponto de vista económico".


Santos Silva adiantou que podem ser utilizadas linhas de crédito para dar corpo a esta nova etapa da cooperação nesta área entre Luanda e Lisboa que mobiliza o Ministério da Defesa Nacional, a holding do Estado para as indústrias da defesa e a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP).


"Um dos instrumentos possíveis para esta parceria são as linhas de crédito que foram já criadas para fomentar as relações entre os dois países", defendeu.


Por seu lado o ministro da Defesa angolano, Cândido Van-Dúnen, avaliou a cooperação com Portugal de forma "muito positiva, estável e progressiva" e apontou a proposta de alargamento portuguesa como "um sinal de pode evoluir numa perspectiva ainda mais progressiva", notando que a perspectiva da parte angolana é "positiva, favorável" à evolução da cooperação técnico-militar com Portugal.

Portugal com a maior participação no 1.º Salão Imobiliário de Angola


Quote:
04/05/10, 12:05
OJE/Lusa
A primeira edição do Salão Imobiliário de Angola (SIMA) tem início na quinta-feira, em Luanda, e conta com a participação de mais de 100 expositores de oito países, incluindo Portugal, com o maior número de empresas.


O SIMA é uma organização da Feira Internacional de Luanda, com a colaboração da Associação dos Profissionais Imobiliários de Angola (APIMA), a Associação Industrial Portuguesa (AIP-CE) e a Feira Internacional de Lisboa.


Durante o SIMA, está prevista a assinatura de um protocolo para a criação da Confederação Imobiliária de Países de Língua Oficial Portuguesa, que vai contar com as presenças dos ministros da Construção de Angola, José Ferreira, e de Obras Públicas e Transportes de Portugal, António Mendonça, e o presidente da Associação Industrial Portuguesa (AIP), José de Matos.


Em declarações à Agência Lusa, a directora de marketing da Feira Internacional de Luanda, Hélia Dias, disse que o SIMA tem como objectivo expor todas as projecções a nível das construções nacionais.


"Através dos governos provinciais vamos ter aqui também demonstrações de tudo o que está a ser feito em termos de construção nas províncias de Benguela, Huambo, Cabinda, Kuanza Sul", explicou Hélia Dias.


Cabo Verde, Moçambique, Brasil e Israel são países com presença marcada nesta primeira edição do SIMA, que, segundo Hélia Dias, vão trazer projectos que podem ser do interesse público angolano.


Segundo Hélia Dias, Israel e São Tomé e Príncipe são as grandes novidades do certame, o primeiro com um projecto inovador, que não especificou, e o segundo com um projecto turístico, importantes para Angola em termos de investimentos e de ideias para as empresas angolanas.

Augusto Santos Silva assina terça-feira em Luanda programa de cooperação militar


Comércio China/lusofonia aumenta 94% no 1.º trimestre


Quote:
29/04/10, 11:29
OJE/Lusa
O comércio entre a China e os países de língua portuguesa registou um aumento de 93,82% no primeiro trimestre deste ano, para 17.279 milhões de dólares (13.082 milhões de euros) face a igual período de 2009, indicam dados oficiais.



Dados dos Serviços de Alfândega da China indicam que Angola e a Guiné-Bissau registaram as maiores subidas percentuais nas trocas comerciais com o gigante asiático, enquanto São Tomé e Príncipe, que não tem relações diplomáticas com Pequim, era o único país em sentido negativo.


As importações da China face aos oito países lusófonos aumentaram 120,19% entre Janeiro e Março, ao mesmo tempo que o volume das exportações chinesas também registava uma subida homóloga de 53,78%.


O Brasil, com 10.175 milhões de dólares (7.705 milhões de euros) de trocas comerciais - dos quais 5.800 milhões de dólares (4.393 milhões de euros) resultaram de vendas à China - mantém-se como principal parceiro lusófono do gigante asiático e viu os negócios aumentarem 78,20% entre Janeiro e Março face a igual período de 2009.


A China tornou-se em 2009 no maior parceiro comercial do Brasil, ultrapassando os EUA.


Da China para o Brasil seguiram produtos no valor de 4.375 milhões de dólares (3.314 milhões de euros), uma subida de 71,20% face ao primeiro trimestre de 2009.


Angola é o segundo maior parceiro chinês no âmbito dos países de língua portuguesa, tendo alcançado trocas comerciais no valor de 6.309 milhões de dólares (4.779 milhões de euros) no primeiro trimestre, mais 144,40% em relação a igual período de 2009 e correspondendo a vendas angolanas de 5.850 milhões de dólares (4.431 milhões de euros) e vendas da China de 459 milhões de dólares (348 milhões de euros).


Apesar de surgir no terceiro lugar, Portugal concretizou negócios com a China de apenas 643,5 milhões de dólares (487,5 milhões de euros) - dos quais 494,4 milhões de dólares (374,5 milhões de euros) de compras à China e 149 milhões de dólares (112,8 milhões de euros) de vendas -, o que representa um aumento de, respectivamente, 19,6 e de 76,10% face ao primeiro trimestre de 2009.


No âmbito das trocas comerciais a China comprou entre Janeiro e Março aos oito países de língua portuguesa produtos no valor de 11.835 milhões de dólares (8.966 milhões de euros) e vendeu produtos no valor de 5.443 milhões de dólares (4.123 milhões de euros).



Quote:
África
03/05/10, 11:46
OJE/Lusa
O ministro da Defesa de Portugal, Augusto Santos Silva, faz na terça-feira uma visita de trabalho a Luanda, no âmbito da 12.ª comissão bilateral luso-angolana, para assinar o programa-quadro da cooperação militar para o biénio 2011-14.



A visita do governante português inclui uma reunião com o seu homólogo angolano, Cândido Van-Dúnem.


Entretanto técnicos dos ministérios da Defesa de Angola e de Portugal reuniram-se na sexta-feira, em Luanda, para preparar o referido programa-quadro de cooperação militar.


As delegações a esse encontro preparatório foram chefiadas, da parte angolana, pelo almirante André Mendes de Carvalho, director do departamento de Relações Internacionais do Ministério da Defesa, e, do lado português, pelo director dos Serviços de Cooperação Técnico-Militar, João Pedro Saldanha Serra.


O almirante André Mendes de Carvalho, após a reunião, que decorreu à porta fechada, salientou a eficácia da cooperação técnico-militar entre os dois países, sublinhando que ela é transversal aos três ramos das Forças Armadas. O responsável apontou, em tom elogioso, a importância da cooperação nesta área entre Lisboa e Luanda na formação de "milhares de quadros militares em várias categorias e especialidades". "Nos últimos anos esta foi a parceria que mais quadros formou a baixo custo, tanto em Angola como em Portugal", notou.


João Pedro Saldanha Serra sublinhou o "diálogo franco, aberto e flexível" que irá regular a cooperação entre 2011 e 2014.


O encontro de peritos de Portugal e Angola é retomado hoje, segunda-feira, véspera da chegada do ministro português da Defesa a Angola.


Rumos chega ao mercado angolano de informática e TI

Quote:
11/05/10, 01:07
Almerinda Romeira
Uma presença física no centro de Luanda e um alinhamento estratégico adequado ao mercado são os trunfos com que esta empresa de formação conta para conquistar este país da lusofonia.

A Rumos, empresa de formação e certificação de profissionais de informática, constituída em 1992, com operações permanentes em Portugal e Espanha, acaba de estabelecer-se no mercado angolano com um Centro de Competências em Informática e TI. Este Centro está apto a prestar serviços de formação, de consultoria, implementação e suporte técnico em informática e TI. A sua oferta divide-se em Formação Profissional, Projectos e Serviços TI e Redes, Controlo e Segurança. Francisco Miguel, Administrador da Rumos, explica no que consiste este projecto de internacionalização.
Como surgiu a oportunidade da Rumos se instalar em Angola?
Já tínhamos trabalhado diversas vezes com Angola, nomeadamente ministrando formação a formandos de empresas angolanas. Tínhamos igualmente visitado o país e conhecido as suas oportunidades e dificuldades. O facto de ser um país da Lusofonia teve grande influência, em particular por julgarmos poder contribuir para que os profissionais e as empresas angolanas desenvolvam a sua competitividade.
A oportunidade surgiu quando reencontrámos antigos colegas nossos que trabalhavam já há uns anos em Luanda e manifestaram interesse em levar a Rumos para Angola. Fomos para lá, instalámo-nos, criámos condições, e 2010 é o ano chave e de consolidação da Rumos em Angola.


Onde fica o escritório?
Temos escritório e salas de formação no centro da cidade de Luanda.


Com quantos efectivos conta?
A equipa é constituída por uma dezena de profissionais, mais alguns colegas de Portugal que pontualmente reforçam a equipa local.


Qual a estratégia de integração da Rumos em Angola?
Com a devida adaptação, a estratégia da Rumos Angola não é muito diferente da existente em Portugal, ou da de Madrid. A única excepção é a componente educação (nomeadamente Escolas Profissionais), que só temos em Portugal.


Como é constituída a vossa oferta?
A oferta actual da Rumos Angola divide-se em formação profissional nas áreas de Microsoft, Cisco, Red Hat e Office, projectos e serviços de TI onde se engloba o outsourcing de recursos humanos, consultoria, networking. Pretendemos, com esta área, criar soluções tecnológicas adaptadas às diferentes realidades de cada empresa.
Por último, redes, controlo e segurança. Neste sector pretendemos criar soluções integradas de gestão, controlo e segurança.


Quais os objectivos da Rumos para o mercado angolano?
Em teoria, as empresas procuram a internacionalização por diversos motivos: ganhar economias de escala, diversificar riscos macroeconómicos e operacionais, elevar as taxas de crescimento quando o mercado interno já não o permite, etc.
Na prática, o esforço de internacionalização costuma iniciar-se quando aparece uma oportunidade. De certa forma, foi o que aconteceu com a Rumos. Procurámos essas oportunidades e elas apareceram. A nível da missão, esta é igual à de Portugal: valorizar profissionais e contribuir para a competitividade das empresas.


Quais as expectativas futuras?
São boas, mas com a devida prudência. Sabemos que diariamente surgem dificuldades sob vários aspectos, mas para as ultrapassarmos contamos com uma equipa angolana profissional e dinâmica. A este factor, juntamos uma elevada competência técnica e, esperamos, um alinhamento estratégico adequado ao mercado.


Está nos horizontes da Rumos instalar-se em mais algum país da lusofonia?
Em termos de operações pontuais, esperamos continuar a ter projectos em diversos pontos do globo, com especial relevo para a Europa e para os PALOP. Alguns exemplos passados: Holanda, Grécia, Dinamarca, Irlanda, Suécia, Finlândia, Ucrânia, Rússia, Noruega, França, Suíça, Timor, Cabo Verde, Brasil.
No que diz respeito a operação permanente, com escritório, centro de formação e/ou instituição de ensino própria, a prioridade é consolidar Madrid, ganhar a aposta de Luanda e continuar a procurar contribuir para o desenvolvimento dos profissionais e empresas de Portugal: estamos em sete capitais de distrito, num total de 14 operações, entre formação profissional, serviços de TI e educação.
http://www.oje.pt/suplementos/empreg...formatica-e-ti



António Mendonça defende incentivos à iniciativa privada para reforçar relacionamento Luanda/Lisboa



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Negócios
10/05/10, 15:30
OJE/Lusa
O ministro português das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, António Mendonça, defendeu hoje em Luanda a criação de incentivos estatais às iniciativas privadas que possam melhorar as relações entre Portugal e Angola.




António Mendonça reuniu hoje em Luanda com o seu homólogo angolano, José Ferreira, para análise da cooperação entre os dois ministérios.


Em declarações à imprensa António Mendonça disse que o encontro serviu ainda para o início de contactos e discussões com vista à criação de incentivos mais adequados para se dar seguimento às iniciativas existentes.


"São iniciativas de carácter privado, é preciso frisar, mas cabe aos Governos dar apoio institucional e criar melhores condições e incentivos para que essa cooperação se possa traduzir para a realidade".


António Mendonça está desde domingo em Luanda no âmbito de uma visita de trabalho onde se destacam a criação da Confederação Imobiliária de Países de Língua Oficial Portuguesa, rubricada durante a primeira edição do Salão Imobiliário de Angola, e ainda a assinatura de um protocolo entre os portos de Luanda e Leixões. O governante português considerou a criação da referida confederação do imobiliário lusófono uma iniciativa que vai colocar as relações entre as empresas do sector da construção e do imobiliário de Portugal, de Angola e do Brasil "num plano superior".


"Não tenho dúvidas de que vai constituir um grande incentivo, não apenas às empresas do sector (...) porque foi muito importante ver empresas portuguesas, angolanas e brasileiras a oferecerem os seus produtos, o que mostra bem a dimensão que pode ser adquirida com esta cooperação", referiu António Mendonça.


Criada em Luanda primeira confederação do imobiliário no espaço lusófono
Negócios



Quote:
10/05/10, 10:27
OJE/Lusa
Os ministros das Obras Públicas de Portugal, António Mendonça, e do Urbanismo de Angola, José Ferreira, presidiram em Luanda à criação da primeira Confederação do Imobiliário de Língua Oficial Portuguesa (CIMLOP).




António Mendonça referiu aos jornalistas, após a assinatura do documento que fundou o CIMLOP, que "novas oportunidades de negócio vão surgir, pela dimensão do raio de acção que esta confederação vai ter".


"Vai ser um factor de mobilização de investimentos e vai contribuir muito para o dinamismo e modernização do sector do imobiliário e construção nos países de língua oficial portuguesa", antevê Mendonça.


A cerimónia teve lugar no último dia do 1.º Salão do Imobiliário de Angola (SIMA) no qual António Mendonça, que visitou os stands acompanhado do homólogo angolano, José Ferreira, encontrou "uma dinâmica muito interessante" que "traduz bem o que se passa em Angola".


"É importante associar a este primeiro salão do imobiliário de Angola a criação do CIMLOP", disse, sublinhando que a confederação agrega Angola, Brasil e Portugal mas pretende abranger todo o espaço lusófono. Esta "é uma iniciativa de carácter empresarial mas ao qual as instâncias governativas dão todo o apoio, particularmente o ministério das Obras Públicas, Transportes e Telecomunicações português".


"Pelo que podemos ver, antevemos que o futuro desta confederação será muito importante na criação de um mercado, não apenas de língua portuguesa, pois é importante em termos de escala, e não apenas para os três países fundadores, Portugal, Angola e Brasil, mas para todos os países de língua portuguesa".


São membros fundadores do CIMLOP as organizações do sector de Portugal, Brasil e Angola.
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Old May 24th, 2010, 12:14 PM   #204
Matthias Offodile
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Mighty energy triangle shaping up between Angola - Brazil - Portugal

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Economia
Triangulação estratégica na Galp


O acordo de colaboração futura entre a Galp, a Sonangol e a Petrobras vai ser o embrião do futuro equilíbrio de forças no seio da petrolífera portuguesa. O documento está pronto e preparado para assinar, segundo uns, e ainda por concluir, de acordo com outras fontes.

A realidade é que foi dada como certa assinatura do referido acordo, na passada quarta-feira, em Lisboa, o que só não terá acontecido devido à impossibilidade do presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, comparecer na cerimónia. Apesar destas versões contraditórias, emerge já como facto a entrada directa da Sonangol na estrutura accionista da Galp, uma ambição antiga da petrolífera angolana.

Ainda esta semana Botelho de Vasconcelos, ministro dos Petróleos, classificou, em declarações à Lusa, como “muito importante” para a presença da Sonangol nos mercados internacionais eventuais parcerias estratégicas entre as petrolíferas angolana, portuguesa e brasileira, adiantando que a “Sonangol está, neste momento, a desenvolver uma actividade para marcar presença no mercado internacional e, muitas vezes, em função dos projectos e da sua definição, eles são desenvolvidos com maior eficácia através de alguma parceria”.


O acordo, a concretizar-se, dará sequência à já longa história da presença da petrolífera estatal nacional na empresa portuguesa, estabelecendo, em traços gerais, que a Petrobras e a Sonangol passarão a ter papel idêntico enquanto parceiros industriais da Galp. O estatuto de parceiro industrial da Galp havia sido prometido à Sonangol desde 2006, ano em que entrou indirectamente no capital da petrolífera portuguesa através da Amorim Energia. O compromisso acabou por não ser cumprido, tendo sido este papel atribuído aos italianos da ENI, que se encontram agora vendedores dos 33,34% que detém no capital da Galp. Pelo que o acordo tripartido irá, acima de tudo, tudo o indica, garantir, que as companhias petrolíferas estatais de Angola e do Brasil participarão em pé de igualdade na Galp, o que representará, a concretizar-se, uma clara vitória da Sonangol.


Ainda recentemente, como tivemos oportunidade de assinalar na edição de O País de 30 de Abril, o reforço da posição da Sonangol constituiu um dos tópicos principais da visita a Luanda do ministro português das Finanças, Teixeira dos Santos.


A preocupação do Estado português tem a ver com o facto de o acordo parassocial, firmado pelo actual núcleo duro da Galp, permitir que, a partir de 1 de Janeiro de 2011, Amorim Energia, ENI e Estado português – representado pela Caixa Geral de Depósitos (7%) e Parpública ( 1%), alienem as suas posições em bloco, obrigando a lei portuguesa ao lançamento de uma OPA (Oferta Pública de Aquisição) no caso de um accionista ultrapassar os 33% do capital da empresa mais uma acção. O objectivo do Estado português, que desfruta do direito de preferência em qualquer transacção que venha a ocorrer, parece ser criar condições para que a composição accionista da Galp seja alterada sem que tenha de passar pela OPA.


O reforço da posição da Sonangol coloca-se num cenário marcado pela anunciada saída do capital social da Galp por parte dos italianos da ENI (para a petrolífera italiana a presença na Galp acabou por resumir-se à expressão “ou tudo ou nada”, tendo acabado por optar pela alienação da sua posição) e pela entrada dos brasileiros da Petrobras. As três empresas petrolíferas já detêm interesses cruzados. A Galp tem interesse forte no Brasil – na bacia do Tupi - mas também participa no Bloco 14, em Angola, o qual se encontra já em exploração. Além disso, a petrolífera portuguesa é parceira da Sonangol no segundo projecto de exploração de gás natural no nosso país, o LNG II, uma extensão do Soyo.


A actual aproximação das empresas é vista como uma resposta à ambição política de construir um triângulo estratégico tendo como vértices Portugal, Brasil e Angola. E traduz também uma vitória da Sonangol, que assim passa a deter uma posição accionista individual na Galp. Actualmente, a petrolífera nacional detém uma posição indirecta na empresa lusa, controlando 45% da Amorim Energia que, por sua vez, detém 33,34% da Galp.


No novo cenário, a recomposição da estrutura accionista que é tida como provável passa por a Petrobras ficar com uma posição de 25% e de a Sonangol garantir uma participação directa na Galp que poderia oscilar entre os 15% e os 20%. A percentagem é vista como o ponto menos relevante, sendo antes decisivo o papel que é atribuído a cada uma das empresas no acordo parassocial que será rubricado. E aqui, a Sonangol faz finca-pé em ser uma dos parceiros industriais da Galp.

Acontece, entretanto, que a resolução do dossiê Galp se complicou um pouco esta semana quando Paulo Scaroni, presidente da ENI, garantiu ao jornal espanhol “Expansíon” que a petrolífera portuguesa é essencial para consolidar a posição da companhia italiana na Península Ibérica. Os 33,34% da ENI na Galp são avaliados em € 3 mil milhões (mais de USD 3,7 mil milhões), mas os italianos estarão a pedir € 4 mil milhões (quase USD 5 mil milhões) pela venda da participação, classificando os mil milhões sobrantes como uma avaliação da posição de controlo que possuem. Os dados estão lançados e cada parte procura agora consolidar pontos de vista, para partir de uma posição de força para as negociações que prometem continuar quentes.

Refira-se, por outro lado, que assim que a Petrobras iniciou conversações para substituir a ENI no capital da Galp Energia voltou a colocar-se a hipótese desta criar de uma empresa autónoma vocacionada para a gestão das áreas de exploração e prospecção.

Esta possibilidade tem a ver com as necessidades de financiamento da petrolífera lusa decorrentes da sua presença no Tupi, Baía de Santos, no Brasil, onde detém uma participação de 10% - o restante capital está distribuído pela Petrobras (65%) e BG (25%). Este campo petrolífero exigirá investimentos próximos dos USD 3,59 mil milhões, suportados pelos accionistas na proporção do capital detido, sendo que a Petrobras avalia as necessidades de financiamento da Galp Energia em valores compreendidos entre os USD 3,7 mil milhões e os e USD 6,2 mil milhões.

Celso Filipe* e Luís Faria
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Comércio entre a China e a lusofonia aumentou 91% até Abril
Economia



Quote:
01/06/10, 15:38
OJE/Lusa
O comércio entre a China e os países de língua portuguesa aumentou 91% até Abril para 25.089 milhões de dólares (20.706 milhões de euros) face a igual período de 2009, indicam dados oficiais.


Dados dos Serviços de Alfândega da China hoje divulgados indicam que Angola e Timor-Leste registaram as maiores subidas percentuais nas trocas comerciais com o gigante asiático, de 169% e 123%, respectivamente, enquanto que São Tomé e Príncipe, que não tem relações diplomáticas com Pequim, teve a subida mais ligeira, de 21,6%.


Todos os oito países de língua portuguesa registaram acréscimos no volume de trocas comerciais com a China entre Janeiro e Abril.


As importações da China face aos oito países lusófonos aumentaram 108% nos quatro primeiros meses do ano para 17.459 milhões de dólares (14.403 milhões de euros), ao mesmo tempo que o volume das exportações chinesas também registava uma subida homóloga de 60% para 7.630 milhões de dólares ou 6.294 milhões de euros.


O Brasil
,
com 15 mil milhões de dólares (12,3 mil milhões de euros) de trocas comerciais - dos quais 8875 milhões de dólares (7321 milhões de euros) resultaram de vendas à China - mantém-se como principal parceiro lusófono do gigante asiático e viu os negócios aumentarem 68% até Abril face a igual período de 2009.


A China tornou-se em 2009 no maior parceiro comercial do Brasil, ultrapassando os EUA.


Da China para o Brasil, seguiram produtos no valor de 6175 milhões de dólares (5000 milhões de euros), uma subida de 95% face aos primeiros quatro meses de 2009.


Angola é o segundo maior parceiro chinês no universo da lusofonia, tendo alcançado trocas comerciais no valor de 8 940 milhões de dólares (7 374 milhões de euros) até Abril, mais 170% face a igual período de 2009 e correspondendo a vendas angolanas de 8 337 milhões de dólares (6877 milhões de euros) e vendas da China de 602 milhões de dólares (497 milhões de euros).


No terceiro lugar surge Portugal, que concretizou negócios com a China de apenas 890 milhões de dólares (734 milhões de euros), dos quais 687 milhões de dólares (567 milhões de euros) de compras à China e 202 milhões de dólares (166 milhões de euros) de vendas, mais 24,3% e 80,6%, respectivamente, face aos quatro primeiros meses de 2009.


No âmbito das trocas comerciais, a China comprou entre Janeiro e Março aos oito países de língua portuguesa produtos no valor de 17 459 milhões de dólares (14.403 milhões de euros) e vendeu produtos no valor de 7629 milhões de dólares (6293 milhões de euros).


Só em Abril, as trocas comerciais entre a China e a lusofonia atingiram 7 807 milhões de dólares (6439 milhões de euros), o que representa um aumento de 19% face ao mês homólogo de 2009, com as importações da China a atingirem 5619 milhões de dólares (4631 milhões de euros) e as exportações a acumularem 2188 milhões de dólares (1803 milhões de euros).

http://www.oje.pt/noticias/economia/...u-91-ate-abril
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Old June 11th, 2010, 10:15 PM   #206
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Cavaco Silva visita Angola em Julho



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11-06-2010 14:58



Luanda - O Presidente português, Aníbal Cavaco Silva, efectua uma visita de estado a Angola no próximo mês de Julho, no quadro do estreitamento da cooperação entre os dois países, informou hoje, sexta-feira, em Luanda, o ministro para os Assuntos Parlamentares luso, Jorge Lacão.

O governante português revelou o facto em declarações à imprensa, após encontros separados com o presidente da Assembleia em exercício, João Lourenço, o ministro para os Assuntos Parlamentares, Norberto dos Santos "Kwata Kanawa", e os líderes das bancadas parlamentares.

Jorge Lacão realçou que as relações Angola/Portugal têm se estreitado cada vez mais, justificando-se, deste modo, a deslocação ao país de Cavaco Silva.

Realçou que, hoje Angola tem um papel relevante para expansão económica de Portugal, por ser o quarto país do destino das exportações lusas.

Destacou igualmente o facto do investimento de Angola em Portugal começar a ser significante.

"São relações recíprocas porque os investimentos de Portugal em Angola são de parcerias com as empresas nacionais, com base na igualdade", sublinhou.

Quanto às reuniões, Jorge Lacão disse que serviram para troca de impressões sobre a experiência democrática angolana, bem como tomar conhecimento sobre o papel do parlamento no processo de paz e desenvolvimento da sociedade.

Deste modo, Jorge Lacão chegou à conclusão que apesar da diversidade de opiniões na Assembleia Nacional, todas tendem para o reforço da democracia, da paz e reconciliação nacional.

Jorge Lacão encontra-se em Angola para participar nas comemorações alusivas ao Dia Nacional de Portugal, assinalado quinta-feira, 10 de Junho.
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Old June 13th, 2010, 11:07 PM   #207
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Pobreza no Brasil deve cair pela metade até 2014



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Hoje, a velocidade da queda do número de pobres é de cerca de 10% ao ano, segundo cálculos do economista Marcelo Neri, chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV-Rio.

Da Redação, com agência
São Paulo - Se for mantida a tendência de crescimento médio da economia no governo Lula, o Brasil cortará à metade o número de pessoas pobres até 2014. O total cairá de 29,9 milhões para cerca de 14,5 milhões, o equivalente a menos de 8% da população.

Nos anos Lula, até a crise de 2009, o número de pobres (pessoas com renda familiar per capita mensal até R$ 137,00) caiu 43%, de 50 milhões, para 29,9 milhões.

Hoje, a velocidade da queda do número de pobres é ainda maior, de cerca de 10% ao ano, segundo cálculos do economista Marcelo Neri, chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV-Rio, informa a Folha Online.

Outros especialistas concordam com essas previsões, consideradas realistas ante a tendência dos últimos anos.

Consideram também viável o país manter um ritmo de crescimento até maior do que a média dos últimos anos. A previsão de crescimento para 2010, por exemplo, já varia entre 6,5% e 7,5%.

A diminuição do número de pobres e a ascensão de 32 milhões de brasileiros às classes ABC entre 2003 e 2008 esteve relacionada, principalmente, ao aumento do emprego formal e da renda do trabalho, à política de valorização do salário mínimo e aos programas sociais, como o Bolsa Família.

http://africa21digital.com/noticia.kmf?canal=402
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Old June 18th, 2010, 09:17 PM   #208
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Giant lusophone TV station to be created

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ERC dá luz verde à TVI Internacional

Económico com Lusa
24/05/10 20:00


A TVI Internacional tem como principal objectivo penetrar nos mercados de todos os Países de Língua Oficial Portuguesa.


O regulador dos media aprovou hoje a criação da TVI Internacional, que irá transmitir inicialmente para Angola
mas visa todos os PALOP.

A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) deliberou autorizar "a actividade de televisão através do serviço de programas generalista de cobertura internacional e acesso não condicionado com assinatura, denominado TVI Internacional", requerido pela TVI, anunciou hoje o organismo.

O canal terá uma programação diária, na sua maioria programas de entretenimento como as novelas e séries de ficção nacional ou talk shows e infanto-juvenis da TVI, mas também programas de informação da TVI24.

"Actualmente a TVI apenas angariou distribuidores desse serviço de programas para o território de Angola, estando igualmente prevista a distribuição para o território dos outros PALOP", refere. Por isso, adianta ainda a ERC, o canal "não está disponível no território dos Estado-membro da União Europeia", embora, de acordo com o pedido, "essa seja uma possibilidade no futuro".

Segundo já explicou o director de Programas da TVI Internacional, Luís Cunha Velho, os primeiros destinos de emissão do novo canal serão Angola e Moçambique e, posteriormente, Timor-Leste, estando aberto a parcerias com outros canais e, em particular, com a RTP Internacional.

Toda a emissão do TVI Internacional será em português apesar de os conteúdos poderem ter origem nos outros países lusófonos.

http://economico.sapo.pt/noticias/er...nal_90480.html




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Formação de executivos
AESE abre escola de direcção e negócios em Angola


Pedro Quedas
28/05/10 07:35


Escola pretende preparar empresários angolanos para cargos de alta direcção.

Com o ritmo a que o mundo empresarial tem crescido em Angola, tem-se tornado necessário criar uma oferta de formação avançada que lhes permita ir além das bases do ensino universitário e preparar a nova geração de empresários angolanos para os mais altos cargos no sector dos negócios. É com este objectivo em mente que a AESE se prepara para abrir uma escola de negócios em Luanda.

"A escola de direcção e negócios a criar em Angola procura replicar a AESE. Isto é, será uma escola com o foco na formação de dirigentes e empresários, com experiência profissional significativa e para ser feita de forma compatível com as suas responsabilidades profissionais", explica Pedro Pimentel, director da AESE - Escola de Direcção e Negócios. O responsável pelo projecto, um desejo antigo da instituição, lembra que este "naturalmente deverá adequar-se às necessidades e à realidade desse país e procurará, de forma paulatina, criar um corpo docente de pessoas do próprio país".

Ainda sem nome e data de inauguração, por se encontrar na fase final de constituição jurídica, a nova escola será uma instituição de direito angolano com maioria do capital deste país. A semente que lançou foi o Seminário para a Alta Direcção, organizado em Luanda, em 2008. Seguiu-se, em 2009, o 1º Programa de Alta Direcção de Empresas (PADE), agora já na sua segunda edição, e que conta com 24 dias lectivos que têm lugar sobretudo em Angola. Uma pequena parte é feita em Portugal (AESE) e em Espanha (IESE).

Para Pedro Pimentel, esta a "primeira oportunidade de ajudarmos a criar uma escola fora de Portugal, o que constitui uma experiência muito enriquecedora do ponto de vista humano e profissional para os nossos docentes e colaboradores. Não temos dúvida que o tipo de formação que proporcionamos constituirá, e já está a constituir, um enriquecimento para a sociedade Angolana. Bons dirigentes de empresas e bons empresários são imprescindíveis para o desenvolvimento de um país".

Uma importante distinção que o director da AESE realça é o de não estarmos aqui a falar, necessariamente, de ensino universitário. "Os participantes no nosso programa são pessoas que andam na casa dos 40 anos pelo que há pessoas que fizeram a sua formação universitária, que não é condição imprescindível para participar no PADE, em países muito diferentes", esclarece. "Em qualquer caso a frequência do tipo de Escola que se quer constituir não vem na sequência de um curso universitário mas sim na da experiência profissional como dirigentes e empresários".

Previsões optimistas
Os responsáveis pela gestão da nova escola mostram-se optimistas quanto à procura dos cursos que se preparam para criar, apresentando como prova o facto de terem esgotado as vagas nas duas primeiras edições dos seus programas em Angola. "Os programas têm tido entre 36 a 37 participantes, que é a lotação máxima prevista e desejada e temos tido muitas candidaturas. É relevante que muitos dos participantes da segunda edição tenham decidido fazer o programa por recomendação de participantes do primeiro PADE", revela Pedro Pimentel.

E em que vão constituir estes cursos? Essencialmente vocacionados para a direcção de empresas e instituições, os programas curriculares concentram-se das várias áreas funcionais de um negócio. Áreas como Operações e Produção, Comercial e Marketing, Contabilidade, Controlo e Finanças e Direcção de Pessoas nas Organizações.

"Há também uma especial insistência numa área muito específica da alta direcção: a Estratégia Empresarial, que costumamos designar como Política de Empresa", afirma Pedro Pimentel, sem esquecer de recordar a importância do enquadramento socioeconómico de qualquer negócio. "Embora em todas as áreas se procure ter presente as questões éticas associadas às diferentes decisões que um dirigente tem de tomar, temos algumas sessões específicas dedicadas a este tema e a dar a conhecer a doutrina social da Igreja", revela.

Planeada para breve, ainda sem nome mas com objectivos de ajudar a revitalizar a "gestão das empresas angolanas e o desenvolvimento do país", a escola de direcção e negócios da AESE em Angola já começa a olhar para o futuro. Para além dos programas que já desenvolvem, está nos planos criar um MBA executivo.

http://economico.sapo.pt/noticias/ae...ola_90479.html



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Banca
CGD reafirma esforço para criar banco de investimento em Angola


Económico com Lusa
28/05/10 20:38



O vice-presidente da CGD disse hoje que o banco anunciado há um ano junto com a Sonangol está "em andamento" mas a um ritmo "marcado pela conjuntura internacional".

"O Banco de Investimento está em andamento, a situação financeira internacional obriga a não baixar o ânimo, mas tem de se marcar o ritmo de acordo com a conjuntura. Não há nenhum problema com o banco de desenvolvimento de Angola", afirmou Francisco Bandeira.

As declarações do dirigente da CGD foram feitas durante uma viagem a Saurimo, capital da Lunda Sul, de onde é extraída uma parte significativa dos diamantes angolanos e onde foi inaugurada o primeiro balcão fora de Luanda com a nova marca do Caixa Totta.

Francisco Bandeira, também presidente do conselho de administração do Caixa Totta Angola, banco que emerge da entrada no capital do antigo Totta Angola da CGD e da petrolífera angolana Sonangol, garantiu que "apesar da crise financeira, não baixou o ânimo" e que está para breve uma aceleração do processo de criação deste banco.

"Vamos ter agora uma aceleração desse processo, e é nesse plano que estamos, de recrutamento e formação (...) porque um banco de investimento é mais exigente que um banco de retalho", adiantou o mesmo responsável.

O banco de investimento da CGD e da Sonangol, que terá sede em Luanda e filial em Lisboa, visa, segundo Francisco Bandeira, "fortalecer a presença das empresas portuguesas em Angola e também abrir cada vez mais portas do mercado português às entidades angolanas".

Sobre a escolha da capital angolana dos diamantes, Saurimo, para o primeiro balcão do Caixa Totta, o vice-presidente da CGD diz tratar-se de uma cidade "que tem um negócio em crescimento e onde temos importantes clientes".

Sobre a proximidade do novo balcão às principais minas de diamantes de Angola, Francisco Bandeira disse, sucinto: "Uma actividade segura para um banco seguro".

"Os dois accionistas do Caixa Tottta são dois bancos que marcam a solidez e a segurança do sistema financeiro ibérico, tal como é segura a actividade ligada aos diamantes em Angola, como é o caso da Lunda Sul", rematou.
http://economico.sapo.pt/noticias/cg...ola_90936.html
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Old June 22nd, 2010, 10:47 AM   #209
alama
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Gente preciso de fotos da áfrica lusófona: Angola, Mocambique, Guiné (Bissau e Equatorial), Cabo Verde, São Tomé e Príncipe neste thread aqui óhh http://www.skyscrapercity.com/showth...7#post59067557 Porfavor podem postar fotos mas veja lá ein.. Só fotos chiques!
__________________
I <3 Moz
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Old June 26th, 2010, 12:03 AM   #210
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Angola
Brazil is privileged partner of Angola in international plan



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Luanda – The chairwoman of the National Assembly’s third commission, Ângela Bragança, affirmed in Luanda that the Federative Republic of Brazil is a privileged partner of Angola in the international plan, taking into account the ties of co-operation.



In an interview to ANGOP, speaking about President José Eduardo dos Santos’ visit to Brazil, Ângela Bragança stressed that the re-launch of co-operation in various areas, especially industry, is one of the challenges of Angola for economic development.



In his point of view, Brazilian participation in Angola in areas such as finance, technology, culture, economy and education, according to the agreements signed, might contribute to the strengthening of reciprocal knowledge and consolidating relations.



Ângela Bragança stated that Angola and Brazil will find ways that can reinforce interchange.



On the other hand, the MPLA member of parliament reminded that Brazil was the first country to recognise the independence of Angola, and as part of the friendship between both countries, they established preferential ties.



Angolan President, José Eduardo dos Santos, ended his official two-day visit to Brazil on Thursday.



With his counterpart Luiz Inácio Lula da Silva the Angolan President signed a protocol of financial co-operation and a combined declaration on the establishment of a Strategic Partnership.
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Old June 26th, 2010, 02:31 PM   #211
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No Rio de Janeiro
Angola no Festival de Teatro da CPLP



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Já estão definidos os 15 grupos teatrais que irão representar os oito países da CPLP na terceira edição do Festival de Teatro de Língua Portuguesa FESTLIP – 2010, a decorrer de 14 a 25 de Julho na cidade brasileira do Rio de Janeiro.

Angola que estará presente pela terceira vez será representada este ano por dois grupos: a Companhia de Teatro Dadaísmo e o Miragens Teatro.

Organizado pela Talu Produções, o festival visa a troca de experiências no domínio das artes cénicas entre os diferentes grupos e companhias de teatro da Comunidade de Países de Língua Portuguesa. Esta será a primeira vez que os oito países da comunidade estarão representados no certame, já que as edições anteriores foram marcadas pelas ausências de São Tomé e Timor-Leste.

A lista de participantes é constituída ainda pelos grupos Barracão Cultural, Novo Ato e Galpão (do Brasil), Centro Cultural de Mindelo (Cabo Verde), Oprimido (Guiné-Bissau), Companhia de Teatro Gungu e Teatro Kudumba (Moçambique), Binólogos, A Barraca, Teatro Meridional e Trigo Limpo Teatro (Portugal), Companhia Teatral Yohanbulak (Timor-Leste) e Fóló Blagi (São Tomé e Príncipe).

No total, estarão presentes cerca de 110 pessoas. A caravana angolana será constituída por 15 elementos, entre encenadores e directores artísticos. A Companhia de Teatro Dadaísmo exibir-se-á nos dias 17, 18 e 22 de Julho, às 20 horas, com a peça “Olímas”, e o Miragens Teatro nos dias 17 e 23, às 19 horas, com a peça “4&30”.

Para a curadora do evento, Tânia Pires, “o FESTLIP trata-se de um festival sem fronteiras que envolverá 40 representações, num espectáculo onde cada companhia poderá mostrar as suas habilidades no domínio das artes cénicas.

“A expectativa é maior. A alegria de reunir nesta III edição todos os 8 países da CPLP é grande. É uma celebração sem limite que vem crescendo desde a primeira edição e que tem aumentado o interesse do público”, disse.

A par do teatro, a organização reserva um leque diversificado de atractivos como a mostra de gourmet, uma pesquisa feita por Joana de Carvalho à volta de especiarias de culinária dos oito países da comunidade.

Seguir-se-ão duas mesas redondas, a primeira para debates com jornalistas culturais dos países representados, onde em companhia dos encenadores passarão em revista assuntos relacionados como a situação do teatro lusófono. A segunda é destinada aos dramaturgos e será orientada por José Mena Abrantes, director do Elinga Teatro, no painel reservado ao país.
Show das multidões

O Festlip-Show é um dos momentos mais emotivos do festival em que a música ao vivo é a tónica dominante.

Para o efeito, será erguido um palco italiano de forma quadrada com mil e quinhentos watts de som, um milhão de luz, incluindo um sistema de efeitos diversos. A parte técnica integrará uma série de projecções num clima de luz magenta, cor dominante do festival, e vários banners.

Entre os artistas e bandas convidadas constam Abel Dueré, músico e compositor angolano radicado no Brasil, o cabo-verdiano Hélio Ramalho, a orquestra brasileira Voadora, o Dj Mam com a participação especial de Elsa Lucinda e, de Moçambique, Cheny Wa Gune.

O festival contempla ainda uma exposição fotográfica com imagens captadas durante o projecto de oficina teatral itinerante pelos países da CPLP, levado a cabo pela Talu Produções.
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Old June 26th, 2010, 06:14 PM   #212
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Originally Posted by alama View Post
1 bn euros to fund development projects in Moz.

Portugal is to provide over 1 billion euros to fund development projects in Mozambique, one of which will be the bridge to Catembe, in Maputo, the Portuguese prime minister said Wednesday in Maputo.

According to José Sócrates, who Thursday ends a three-day visit to Mozambique, Banco Luso-Moçambicano which was set up on Wednesday would also analyse the funding of projects such as construction of the northern generator of the Cahora Bassa dam and the “backbone” of power distribution, which will link the country from north to south, two of the biggest projects planned in Mozambique for the next few years.

Construction of the bridge to Catembe, on the southern side of Maputo bay, is a long-planned project and also implies construction of the road to Ponta do Ouro, a beach area in the far south of Mozambique, on the border with South Africa.

Ascendi, a company made up of Portuguese companies Mota Engil and Espírito Santo, competed to build the bridge.

Portugal is also available to fund small power plants, solar and hydroelectric facilities, Sócrates said at the closing session of a conference on renewable energy, which brought together Portuguese and Mozambican businesspeople and ended with the signing of ten protocols.
macauhub.com
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Old July 6th, 2010, 10:09 PM   #213
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Angola
Portugal's attorney general seeks strengthening of relations



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7/6/10 5:05 PM



Luanda – The attorney general of Portugal, Fernando José Pinto Monteiro, said Tuesday in Luanda that his visit to Angola aims to speed up the cooperation agreement with the local counterpart institution, with a view to a closer and easier relationship between the two.


The Portuguese prosecutor who is in Angola since Tuesday morning, was speaking to the press at the end of a meeting with Angola Supreme court (TS) chief justice, Cristiano André.


According to Fernando José Pinto Monteiro, at the head of a delegation, the agreement aims to finalise some bureaucracy that hinders the job of justice institutions.


Meanlwhile, the Angolan attorney general, João Maria de Sousa, said that cooperating with Portugal is an added value as it provides for an exchange of experience.



The visiting official also held talks with the minister of Justice, Guilhermina Prata and visited the Court of Minors.


On Wednesday, the delegation will visit the National Institute of Judicial Studies (INEJ).


Within the Portuguese delegation visiting the country until Thursday are the attorney general of Lisbon district, Francisca Van-Dúnem, the director of the central department of investigation and prosecution, Cândida Almeida, the head of the attorney’s Office, Amélia Cordeiro and the advisor for international relations and cooperation, Verónica Marques.
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Old July 12th, 2010, 11:06 PM   #214
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Música
Estilo 'Kuduro' ganha espaço em Portugal




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12-07-2010 13:37




Lisboa (Do enviado especial) – A música angolana do estilo kuduro tem sido, nos últimos tempos, o ritmo nacional que mais cresce e conquista maior número de apreciadores em Portugal.




Está afirmação foi avançada nesta segunda-feira à Angop, em Lisboa, por vários fazedores deste ritmo típico de Angola, com seguidores, actualmente, em vários países.




Segundo o músico Puto Cossa, esse género musical, além de estar a conquistar cada vez mais fãs, tem merecido reconhecimento dos promotores musicais e de outros agentes culturais.




A título de exemplo, Puto Cossa apontou a recente exibição de kuduristas no Festival Internacional de Música Delta Tejo, na qual partilharam o palco com artistas consagrados como os brasileiros Martinho da Vila, Ana Carolina, Carlinhos Brown, o angolano Paulo Flores, os portugueses Roda de Choro de Lisboa e Ana Félix.




Já o kudurista Sacerdote, frisou que o estilo que interpreta é um dos mais badalados em discotecas e outras casas de diversão, divido as rimas e o ritmo contagiante das suas batidas.




“Na maior parte das discotecas de Portugal já é possível ouvir o kuduro, que está cada vez mais a ganhar espaço devido ao seu ritmo contagiante que faz encher as pistas de danças”, salientou.




Por seu turno Pai Grande, líder do grupo “Os Animadores”, recordou que o estilo kuduro está a fazer grande sucesso em Portugal ao ponto de os cidadãos estrangeiros estarem a fazer também este estilo típico de Angola.



Actualmente, realçou, não são apenas jovens angolanos que fazem esse estilo de música. “Temos assistido a aparição de grupos e cantores individuais de nacionalidade portuguesa, cabo-verdiana, moçambicana, brasileira, guineense a fazerem também kuduro”, reforçou.




“Esse facto demonstra bem o quanto é valorizado kuduro em Portugal, inclusive temos recebido convites para fazermos fusão com outros ritmos internacionais e com cantores de top na Europa”, frisou.




O movimento de kuduro em Portugal conta actualmente com estúdios e produtores especializados, tendo havido concursos e festivais deste ritmo.




Sendo as principais referencias deste género em Portugal os cantores Rei Hélder e Puto Prata, este a estudar em Lisboa.
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Old July 16th, 2010, 04:39 PM   #215
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Balança Comercial
Portugal supera Brasil como destino das exportações nacionais



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Nos primeiros quatro meses deste ano Portugal foi o principal parceiro comercial de Angola no contexto dos países da CPLP, superando mesmo o Brasil como destino das exportações nacionais. Na verdade, entre Janeiro e Abril de 2010, as exportações angolanas para Portugal atingiram os USD 272,43 milhões, ao passo que para o Brasil se situaram nos USD 169,2 milhões (mesmo assim superando o valor registado em igual período de 2009, quando se ficaram pelos USD 76,39 milhões). O valor apurado nas vendas a Portugal fica-se a dever, em medida decisiva, à exportação de combustíveis e lubrificantes (USD 270 milhões, ou seja, 99% do total).

No que respeita às importações de Angola junto destes dois parceiros da CPLP – os únicos com relevância no que respeita a trocas comerciais.

– o país importou mercadorias no valor de USD 737,2 milhões de Portugal, ao passo que as importações provenientes do Brasil se cifraram em USD 288 milhões, o que traduz uma significativa quebra relativamente ao mesmo período de 2009, em que as compras angolanas ao Brasil atingiram os USD 560,4 milhões.

Estes valores relativos aos primeiros quatro meses do ano poderão evidenciar, acima de tudo, um comportamento atípico das exportações angolanas para o Brasil já que, tradicionalmente, o país sul-americano ocupa um lugar bem mais destacado que Portugal entre os principais clientes de Angola.

Com efeito, embora o Brasil apresente cronicamente um saldo favorável na sua Balança Comercial com o nosso país (com excepção de 2008 em que as importações brasileiras de Angola atingiram os USD 2,23 mil milhões, crescendo 136,3% em relação ao ano anterior), o país sul-americano figura em 5º lugar na lista dos principais destinos das exportações angolanas, atrás da China, Estados Unidos, França, África do Sul e Canadá. No último ano o valor das exportações angolanas para o Brasil ascendeu a USD 1,97 mil milhões, o correspondente a 7% do total das vendas de produtos nacionais ao exterior. Entre 2005 e 2008 as exportações brasileiras para Angola cresceram 278% comparativamente a 2005, situando-se, em 2008, nos USD 1,9 mil milhões, tendo registado, no último ano um significativo decréscimo (-32,5%), o qual poderá estar ligado às condições adversas decorrentes da crise económica mundial. O principal destino das exportações nacionais é a China (USD 9,25 mil milhões a preços FOB no último ano, valor que representa 32,7% do total).

Pelo contrário, Portugal, não obstante ser o principal fornecedor da economia angolana com 17,7% das importações nacionais em 2009 (USD 2,5 mil milhões a preços CIF), à frente da China (17,7%) e do Brasil (10,1%) , importou do nosso país, no último ano, menos que Espanha, Chile, Índia, Reino Unido ou Alemanha. Embora as relações comerciais entre os dois países venham denotando uma evolução assinalável, com as importações angolanas de Portugal a registarem um aumento de 678% entre 1990 e 2008 e as exportações angolanas para Portugal a aumentarem em 553% no mesmo período, o certo é que a taxa de cobertura das exportações pelas importações em relação a Portugal era, em 2008, apenas de 18%, ou seja, o nosso país importava cinco vezes e meia mais produtos que exportava para Portugal. Em Abril deste ano, a taxa de cobertura das importações pelas exportações melhorava ligeiramente (37%) mas, mesmo assim, Angola importou 2,7 vezes mais produtos que os que exportou para terras lusas.

De salientar que, no contexto da CPLP, Angola representou, nos quatro primeiros meses de 2010, 72% das exportações portuguesas e absorveu 45% das compras efectuadas por Portugal a países da comunidade lusófona. Quando nos cingimos ao universo dos PALOP, e ainda entre Janeiro e Abril deste ano, os números ainda são mais expressivos, com Angola a absorver 80% das exportações e 98% das importações lusas para o conjunto dos países africanos de língua oficial portuguesa.
Luís Faria
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Angola/Portugal
Angola, Portugal trade reaches Euros 2 billion



Trade between Angola and Portugal are reciprocal, says Portuguese ambassador

Luanda - The commercial exchange between Angola and Portugal in 2009 reached Euros 2 billion, said Thursday in Luanda the Portuguese ambassador to Angola, Francisco Ribeiro Telles.


The diplomat was speaking to a press conference jointly held by Angola Foment Bank and the Portuguese embassy in Angola regarding the organization of the 27th International Fair of Luanda (FILDA) which aimed to speak about the Portuguese participation in the event that will be held from 20 to 25 July.


On the occasion Francisco, Telles said that trading between the two countries is bilateral because there are companies from Angola and Portugal working in both countries.


He added that over 10,000 Portuguese companies are exporting to Angola and over 2,000 Angolan firms have Portuguese participation.
The ambassador said that the biggest sectors of investment between both countries are in the finance, civil construction, public works and trade.


Angola is the fourth largest market of Portugal after Spain, France and Germany.


To this edition of FILDA, the Portuguese ambassador said that his country will be represented by 177 companies highlighting the sectors of food, construction material, furniture, information technology and software, civil construction, public works, agriculture, architecture, bank and urbanism.


FILDA inauguration will have the presence of the Portuguese president, Aníbal Cavaco Silva who will open officially the Portuguese pavilion.
That´s good but not good enough... Angolan participation has to increase even much beyond that level and I wish to see that figure quadruple in the years to come...still a lot of more room for expansion in all sectors of the economy.
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Old July 17th, 2010, 08:55 PM   #216
Matthias Offodile
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7/17/10 5:03 PM

Luanda
Angola reaffirms commitment to boosting CPLP prestige



Luanda - Angola Saturday in Luanda reaffirmed its commitment to working toward raising more and more the prestige of the Portuguese Speaking Community (CPLP).


This was said by the national coordinator of CPLP, Osvaldo Varela, while speaking at the opening of the 21st session of the organisation’s Cooperation Focal Points.


According to the official, during its mandate, the country will carry out a work to strengthen solidarity that unites the CPLP countries, with a view to making it more expansive and active in the international arena.


Osvaldo Varela thanked, on behalf of the Angolan Government, the delegations and stressed that the country's presidency of CPLP constitutes a challenge and great honour, as it gives prestige to the country itself.


During the event going until Sunday, 18 July, the Cooperation Focal Points from the member countries will also present a report of assessment of the work done by the organisation's outgoing presidency.


The working agenda includes an analysis of the draft on the CPLP Special Fund, through which the cooperation programmes and the Infant-Juvenile Conference on Environment are financed.
Good
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Old July 20th, 2010, 09:31 AM   #217
Rekarte
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Brasil em Angola(In Portuguese/BR)
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Old July 20th, 2010, 09:41 AM   #218
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Originally Posted by Rekarte View Post
Brasil em Angola(In Portuguese/BR)
Thanks Rekarte BUT this documentary is already OLD.....things change rapidly ...so the amount of construction has increased markedly to that shown in the report.
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Old July 20th, 2010, 11:37 AM   #219
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Portuguese entrepreneurs urged to invest in country's inland






Luanda - The Portuguese president, Cavaco Silva, Monday in Luanda recommended his country's businesspeople to invest in Angola's inland, based on the priorities of the Angolan government and economic diversifying plan.




According to him, the Portuguese entrepreneurs should look to the priorities of development of the country's inland region, diversifying of economy and training of staff.




The president Cavaco Silva suggested so while speaking to the press conference held at Presidential Palace, in Luanda.




However, the Portuguese head of State expressed conviction that his country's entrepreneurs are focussing their attention on the said priorities and they will contribute to the development and improvement of the people's living standards.




According to him, this is one of the reasons he visits the provinces of Benguela and Huíla, with a view to hold talks with the Angolan and Portuguese entrepreneurs.




The president said to believe in creation of many partnerships, as example, in the sectors of agriculture and fisheries, as part of diversifying process of economy and creation of jobs.




On the other hand, the Portuguese statesman recognised the country's progress in various sectors, adding that over the last years Angola has grown nearly at ten percent.

Portuguese president on several days in Angola, official visit

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7/19/10 2:17 PM

Luanda
Angolan and Portuguese Presidents discuss strengthening of relations



Heads of State of Angola and Portugal



Luanda – The presidents of Angola and Portugal, José Eduardo dos Santos, and Aníbal Cavaco Silva respectively, analysed on Monday in Luanda aspects related to the reinforcement of the bilateral relations in the in framework of the state visit being paid by the Portuguese Head of State in the country.



The international situation and other issues of common interest were also discussed in the meeting.



In Luanda’s Presidential Palace, the Portuguese president received military honours and together with the Angolan Head of State it was reviewed the soldiers in parade
, and also official photographs were taken.



The Portuguese statesman is also going to participate in an extraordinary solemn session in the National Assembly where he will deliver a speech together with the Speaker of the Angolan Parliament, Paulo Kassoma.



On Monday afternoon, the Portuguese President will lecture in a workshop for university lecturers and students at the hall of the state-owned Law Faculty of the Agostinho Neto University.



On Monday evening, the Portuguese Head of State will participate in an official dinner offered by his Angolan counterpart José Eduardo dos Santos where both presidents are expected to deliver speeches.

Quote:
7/19/10 8:28 PM

Huíla
Convention with Portugal to improve higher education


Lubango – The chairperson of the Medical Faculty of Mandume Ya Ndemofayo University, in southern province of Huíla, Monday in Lubango, said that the signing of an agreement between the Central Hospital Agostinho Neto and Coimbra University (Portugal) will contribute to gradually increase the local higher education quality.


Ana Domingos da Silva Geraldo, speaking to press about the possibility of this convention being reached, said that, with the visit paid by Portuguese Statesman, Cavaco Silva, to Huíla province, great advantages can be taken for medicine sector.


"The visit of president Cavaco Silva to the province is good, once that might enable Angolans technicians to be trained in that European country, for next progressive admission in the local Medicine Faculty", he said.
Quote:

7/19/10 5:20 PM

Luanda
Angolan leader defends definition of strategic cooperation with Portugal





Luanda– Angolan head of State, José Eduardo dos Santos, Monday, in Luanda, advocated the need to establish juridical instruments to make viable the strategic cooperation with Portugal.




According to the Angolan leader, the strategic partnership desired by both countries has a solid sustainable basis.




President José Eduardo dos Santos was speaking at a press conference, after an-hour meeting with his visiting Portuguese counterpart, Aníbal Cavaco Silva.




The Statesman said that strategic cooperation needs only a programme that defines objectives of short, medium and long term, to the priorities and establish juridical instruments for its implementation.




President Dos Santos considered that cooperation between Angola and its former colonial power covers almost all sectors of the national life, assuming a strategic character.




Angolan head of State said that he also spoke with his Portuguese counterpart about regional issues and about peace importance and political stability in Africa as key condition for economic and social development and for consolidation of democracy.




The Angolan leader said that they also looked at the role Angola plays in Central and Southern Africa, Portuguese language internationalisation and also about the reform of the United Nations Organisations (UN).




José Eduardo dos Santos hopes that the four-day visit being paid by the Portuguese head of State strengthen friendship ties between Angola and Portugal.




Dos Santos praised President Cavaco Silva, regarding him as a great friend of Angola, by having accepted to pay a visit to the country.




Answering to journalists about the issuing of entering visa’s facilitation, Angolan president said that the flux of passengers in the flights of both countries shows that the problem is being overcome.




"It is a matter of seeing how the flights travelling from one country to another go, show that there is a significant increase of people and goods circulation", he said.





Huge Angola - Portugal Music Concert



Quote:
7/19/10 11:50 AM

Angola
Mariza, Paulo Flores share Portugal-Angola concert stage




Audience at Angola-Portugal's Mariza and Paulo Flores concert



Luanda – The Angola-Portugal music concert held Sunday at Luanda’s “Coqueiros” Stadium, brought together on stage the singers Mariza and Paulo Flores who became the big surprise of the night.


The event, promoted by the Portuguese Embassy in light of the State visit of President of Portugal to Angola, Cavalco Silva, enabled Mariza and Paulo Flores to singe a duet.


According to Mariza, her big challenge was to sing once again with Paul Flores, but this time in an Angolan music style.


In his turn, Paulo Flores said it was not the first time he shares the stage with Mariza, which is a great honour to him.


The show had also the participation of the singers Calibrados, Big Nelo and humour group, “Tunesa”.
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7/19/10 3:27 PM

Angola
Angolan, Portuguese leaders concerned about situation in Guinea-Bissau




Luanda – The Angolan head of State, José Eduardo dos Santos said in Luanda that he agreed with his counterpart of Portugal, Aníbal Cavaco Silva, efforts to help Guinea Bissau to find ways for a full functioning of democratic institutions and the cession of interference from the army in the political sphere of the State.



José Eduardo dos Santos was speaking at a press conference to assess his meeting with the Portuguese president, Aníbal Cavaco Silva.



At the meeting, he said, “we exchanged views about the role of Angola in the Central and Southern Africa, the internationalization of the Portuguese language and the reforms in the United Nations (UN)”.



In the viewpoint of José Eduardo dos Santos this visit will give a great impetus to the strengthening of friendship ties between Angola and its former colonial power.
Then join forces and go and help that country, instead of being "concerned"...Guinea Bissau needs help URGENTLY
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Old July 24th, 2010, 11:37 AM   #220
Matthias Offodile
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7/23/10 9:17 PM

Angola
Approval of Portuguese Speaking Citizen Statute defended


Luanda – The speaker of the Parliamentary Assembly of the Portuguese Speaking Community (CPLP ), Casimiro dos Prazeres, Friday in Luanda, reaffirmed the need for the member countries’ governments to approve the Portuguese Speaking Citizen Statute, as a step towards consolidating the organisation.



Casimiro dos Prazeres was speaking at the opening of the 8th Summit of CPLP heads of State and Government held Friday in Luanda.



He said the approval of the framework conventions draft on the statute of the Portuguese Citizen and on circulation and citizenship would contribute to an effective implementation of the CPLP towards the citizens.



He defended the implementation of the projects as a condition required for the attainment of the objectives behind the creation of the CPLP as an active and living organisation, capable of contributing to the affirmation and sustainable development of the member countries.



“Time presses and the future can not wait. This requires us to act without hesitation to make the tomorrows of our existence brighter,” he stated.



Casimiro dos Prazeres said the Summit was taking place within a context marked by the world economic crisis, scientific and technological changes, drugs trafficking and transnational crime.



The official also appealed to the member states to continue with their effort to reduce the high rate of unemployment, the progressive rate of poverty and degradation of the living conditions and loss of cohesion and solidarity that aggravate social asymmetries.



He expressed the Parliamentary Assembly’s readiness to cooperate with the Governments towards improving the conditions of the citizens of the community.



On the other hand, Casimiro dos Prazeres paid a homage to his predecessor, Francisco Silva, who passed away recently.



He considered Francisco Silva as a person who won the respect and admiration of all for his contribute to the CPLP Parliamentary Assembly of which he was the first speaker.
Quote:


7/23/10 9:27 PM

Angola
CPLP heads of State salute adoption of Constitution


Luanda – The heads of State and Government of the Portuguese Speaking Community (CPLP) Friday in Luanda expressed satisfaction at the adoption of the Angolan Constitution.



This position is contained in the Luanda Declaration released to the press at the end of the 8th Summit of CPLP Heads of State and Government held Friday in Luanda, with the participation of the presidents of Angola, Cape Verde, Guinea Bissau, Mozambique, Portugal and East Timor.



Also attending the meeting were the vice first prime minister of East Timor and the Brazilian Foreign minister, representing president Inácio Lula da Silva.



According to the heads of State and Government, the adoption of the Angolan Constitution marks a new era in the political, social and economic affairs of the country, securing the respect for the fundamental principles and values of a democratic and lawful State.



The note stresses that the heads of State and Government praised the “significant steps” towards national reconstruction and Angolan Government’s commitment to fighting poverty, build a fairer and balanced society and human development.



According to the source, the statesmen welcomed the offer of Mozambique to host the 9th Summit of CPLP Heads of State and Government in 2010.



They also congratulated the Angolan authorities on the “excellent organisation” of the event, thanking for the hospitality extended to all participants.



The meeting also elected the Angolan head of State, José Eduardo dos Santos, as president of CPLP Heads of State and Government Conference for the two coming years.

Quote:

7/23/10 7:16 PM

Angola
CPLP Summit adopts Luanda Declaration



Luanda - The 8th Summit of the Heads of State and Government of the Portuguese-speaking Countries Community ( CPLP) ended Friday in Luanda, with the signing of Luanda Declaration.



The signatories of Declaration are the heads of State of Angola, Portugal, Mozambique, Cape Verde, Sao Tome and Principe, Brazil and East Timor.



The participants also adopted the plan of action of Brasília for promotion, dissemination and projection of Portuguese language and declarations of homage to the late poet Alda Espírito Santo, the National Assembly Speaker of Sao Tome and Principe and the first Speaker of Parliamentary Assembly of CPLP, Francisco Silva, and Noble Prize Winner of Literature, José Saramago.



Adopted was also a declaration of solidarity to the Brazilian president Lula da Silva who is absent, as well as Mozambique, the next country to host the 9th summit, in 2012.

Quote:
/23/10 6:05 PM

Angola
CPLP reached institutional consolidation level



Luanda - The Portuguese-speaking Countries Community ( CPLP) has reached, during its 14 years of existence, the level of institutional consolidation and dynamic of interaction in the political and economic plan, stated Friday in Luanda, the Portuguese prime-minister, José Sócrates.



José Sócrates said this while conducting an assessment of the two-year presidency (2008/2010) of Portugal at CPLP, during 8th summit of the Heads of State and Government of the institution, taking place in Luanda.



‘’The work done by the member States, secretariat and the reforms introduced over the last years led to a better capacity of response to the problems and challenges we faced, stressed’’, José Sócrates.



He also spoke of promotion of Portuguese language, political and diplomatic conciliation, the strengthening of citizenship in CPLP and speeding up of economic ties.



According to the minister, the affection and common values developed by CPLP enable the consolidation of the institutions, at the same time it continues innovating the areas of common interest and of special relevance for the future of the people, such as the new technologies or energies.



The Portuguese premier also said that through the CPLP presidency it was possible to meet the magnitude degree and ambition imposed by the community, by making the language as foundation of its cohesion and international projection.



As example, he mentioned the launching of the International institute of Portuguese Language, as well as the holding of the 1st International Conference on the future of Portuguese language in the world system.



At the end of the meeting, Angola will take up the presidency of the organisation, for a two-year mandate.



The CPLP groups Angola, Brazil, Cape Verde, Guinea-Bissau, Mozambique, Portugal, Sao Tome e Principe and East Timor.
Good...Brazil will be NO.3 in the world in the forseeable future and Angola is rising as well. What I like about that group of lusophone nations is that it is comparatively small and hence more closely knit.
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