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Old August 18th, 2009, 06:37 PM   #141
Matthias Offodile
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Mota-Engil cria Mota-Engil Angola em consórcio com Sonangol e BPA


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16-Jun-2009

A Mota-Engil anunciou hoje ter assinado um memorando de entendimento para a constituição de uma sociedade de direito angolano, a Mota-Engil Angola, com um consórcio formado maioritariamente pela Sonangol e pelo banco BPA.

Num comunicado à CMVM (Comissão de Mercado dos Valores Imobiliários), a construtora liderada por Jorge Coelho e António Mota indica que a Mota-Engil Angola será detida a 51 por cento pela Mota-Engil Engenharia e Construção, e 49 por cento pelo consórcio Sonangol e BPA (Banco Privado do Atlântico), que terão participação de 20 e 11 por cento, respectivamente. Fazem ainda parte do consórcio os bancos de investimentos Finicapital e Globalpactum.

A Mota-Engil Angola será constituída por integração dos activos da Mota-Engil Engenheira em Angola no prazo máximo de um ano. Adicionalmente, serão também transferidas para um veículo detido a 100 por cento pela Mota-Engil Angola as participações que a Mota-Engil Engenharia detém em Angola, precisa ainda o comunicado.

A Mota-Engil Angola tem por objectivo participar no mercado angolano da construção civil e obras públicas bem como noutras actividades em vários sectores industriais em Angola, em particular os relacionados com o mercado da construção industrializada e da habitação.

A construtora acrescenta que a conclusão das operações previstas no memorando depende da sua formalização num acordo, no prazo 90 dias, e de um entendimento quanto ao valor de avaliação dos activos a transferir pela Mota-Engil Engenharia para a Mota-Engil Angola, cujo cálculo será efectuado por dois bancos de investimento durante o primeiro trimestre de 2010.
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Old August 18th, 2009, 06:43 PM   #142
Matthias Offodile
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Jurinfor entra em Angola com parceiro local

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15-Jul-2009

A Jurinfor, empresa portuguesa especializada na criação de software para o sector jurídico, vai entrar no mercado Angolano já este mês, anunciou a empresa em comunicado. A apresentação oficial irá ter lugar na Feira Internacional de Luanda, que decorre até 19 de Julho na capital angolana. A chegada da Jurinfor àquele país africano, em parceria com uma empresa local, a Soft Angola, envolve um investimento na ordem dos 350 mil dólares (pouco mais de 250 mil euros). Soluções de gestão para escritórios de advogados e um serviço online com legislação angolana são algumas das apostas para aquele mercado.

Jurinfor aposta no mercado angolano com abertura de uma filial em Luanda

A Jurinfor, líder de mercado na área da informática jurídica, vai entrar no mercado angolano ainda durante o mês de Julho. A apresentação oficial do projecto da filial da empresa irá ter lugar na Feira Internacional de Luanda (FILDA), que decorre até dia 19 de Julho na capital angolana. "Tendo já um parceiro Angolano [a SoftAngola] fazia sentido entrarmos neste mercado em força com as nossas soluções" diz Nuno Mendonça, CEO da Jurinfor.
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Old August 18th, 2009, 06:51 PM   #143
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Portugal e Angola têm um relacionamento singular
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20-Mai-2009



Se para as empresas portuguesas é incontornável investir em Angola, para o Governo português o relacionamento entre os dois países é considerado "singular" no universo das relações externas. Luís Amado, ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, afirmou que na última década tem sido feito um esforço para estreitar o relacionamento com Angola e que se tem reflectido na densidade de relações pessoais entre a sociedade portuguesa e angolana. Por isso, realçou por diversas vezes a singularidade deste relacionamento "que não partilhamos com nenhuma outra sociedade". O ministro dos Negócios Estrangeiros destacou a forte presença de empresas portuguesas na economia angolana em sectores tão diversificados como a construção, telecomunicações, energia e indústria, com a presença de grandes, pequenas e médias empresas a conseguirem volumes de negócios extraordinários em Angola. A par do relacionamento económico - em que as empresas angolanas também começam a marcar presença no mercado português - há também uma cumplicidade estratégica entre os dois Estados, através da qual se pretende ajudar a inserção da economia angolana na economia Há uma cumplicidade estratégica entre os dois Estados, através da qual se ajudará Angola a ter uma presença na economia global. No entanto, tal como Jorge Coelho, presidente-executivo da Mota-Engil, admitiu durante a sua intervenção, "nem tudo são rosas" no relacionamento com Angola. Neste sentido, o ministro Luís Amado lembrou a dificuldade que os portugueses enfrentam na obtenção de vistos, os problemas nos transportes de mercadorias, com a excessiva carga fiscal aplicada na actividade portuária, assim como a dupla tributação que recai sobre os cidadãos. Apesar desta realidade, Luís Amado reconheceu que "a cumplicidade estratégica tem permitido gerir estas relações com harmonia". Numa altura em que o abrandamento económico tem dominado o dia-a-dia, o ministro dos Negócios Estrangeiros não tem dúvidas em afirmar que "a crise deve mobilizar todos na atenção à economia angolana", sendo que os investimentos no país devem ser de longo prazo.

A banca foi o "propulsor vital" das relações económicas luso-anqolanas. A CGD entrará em breve no mercado angolano, enquanto BCP, BPI e BES já estão presentes. O Empresários e banqueiros são unânimes em considerar que actualmente existem condições para diversificar os investimentos. Saúde e educação são exemplos. O Angola não é um "oásis". É necessário ter uma perspectiva de longo prazo, músculo financeiro e escolher o parceiro adequado para a realização dos projectos. Luís Amado Ministro da Estado e dos Negócios Estrangeiros "Os problemas com o Estado na economia angolana sê o conhecidos, não vale a pena falar. Mas sobressaem dois gravíssimos: a excessiva dependência dos mercados ocidentais e a elevada dependência energética".
Armando Vara, Vlce-presidente do Mlllennlum bcp
presidente do Mlllennium angola
"O empenho no desenvolvimento do Millennium Angola está patente no seu projecto de expansão. O 'franchise' assenta nas pessoas e isso fica patente no investimento em formação, já se criou a Escola de Negócios de Luanda". Emídio Pinheiro Presidente executivo do Banco de Fomento Angola "Trabalhar no Banco Fomento não é fácil. Os colaboradoes estudam à noite. Tiro-lhes o chapéu. A idade média é 30 anos e temos apenas 0,9% de estrangeiros. Criar postos de trabalho e qualificação é a nossa missão".
Luís Mira Amaral, presidente do Banco BIC Português "0 banco BIC Portugal obteve uma excelente performance logo no primeiro ano de actividade. Temos agências em Lisboa, Porto, Viseu e Aveiro. Em Junho, inauguramos os centros de empresas em Leiria e em Braga". Rodolfo Lavrador Administrador da Caixa Geral de Depósitos "A internacionalização está na ordem do dia, mas para a CGD é uma prioridade antiga. A presença em Angola assenta nas linhas de apoio às exportações, Banco Totta Angola e parceria com a Sonangol".
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Old August 19th, 2009, 11:09 AM   #144
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Angola: Sumol+Compal cria empresa e investe no mercado angolano

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2009-08-03 15:45:55

Luanda - A Sumol+Compal assinou esta segunda-feira um memorando de entendimento para uma parceria com a angolana Genius – Gestão de Participações, que visa a constituição da Sumol+Compal Angola, sociedade de direito angolano.

A Sumol+Compal Angola «irá dedicar-se à gestão de marcas de bebidas não alcoólicas, no mercado angolano, incluindo a sua produção, engarrafamento e comercialização», sendo que a produção e enchimento de bebidas da marca Sumol+Compal será feita «sob licença».

A nova companhia irá pôr em funcionamento uma fábrica em Angola, destinada à produção e enchimento das bebidas de marcas próprias da Sumol+Compal Angola e de marcas da Sumol+Compal.

A empresa portuguesa de bebidas avança que ficará com 50,1 por cento do capital da nova sociedade de direito angolano, cabendo à Genius – grupo detido por João de Matos, ex-chefe do Estado-Maior das Forças Armadas angolanas – os restantes 49,9 por cento. A Genius é um grupo com interesses também nas áreas das minas, electricidade e no Bellas Shopping Center.

(c) PNN Portuguese News Network
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Old August 19th, 2009, 11:18 AM   #145
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Comunicação Social
Revista angolana «Chocolate» em Portugal a partir de sábado

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2009-07-31 15:38:16


Lisboa - A revista mensal angolana «Chocolate», destinada ao público feminino, e editada pelo grupo Medianova, chega às bancas portuguesas no mês de Agosto.

Após dois anos de sucesso em Angola, «Chocolate» chega agora ao mercado português. A revista, com uma tiragem inicial de 10 mil exemplares tem uma equipa editorial repartida entre Luanda e Lisboa, sob a direcção de Sofia Costa e de Lara Pereira da Silva, respectivamente. A «Chocolate» tem uma edição única, distribuída nos dois países. Poderão encontrar-se na revista, que em Portugal custará três euros, temáticas relacionadas com moda, beleza, cultura, negócios e saúde, entre outras.

Para o Presidente do Conselho de Administração do Grupo MediaNova, Álvaro Torre, «o lançamento da Chocolate em Portugal evidencia a solidez de um projecto e é a prova de como em Angola se fazem produções de índole cultural e social com elevado interesse».

A apresentação da publicação decorreu na noite de quarta-feira, em Lisboa e contou com a presença do presidente do Conselho de Administração do Grupo MediaNova, Álvaro Torre, e o director de programas da TV ZIMBO, Guilherme Galiano, e muitas outras individualidades de ambos os países.

O Grupo Medianova, editor da «Chocolate», detém um leque alargado de órgãos de comunicação social em Angola, entre os quais o semanário O País, a TV Zimbo e a Rádio Mais.

(c) PNN Portuguese News Network

Futsal
Jogos da Lusofonia: Brasil venceu Portugal e leva ouro para casa



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2009-07-20 11:19:08



Lisboa – O Brasil arrebatou a medalha de ouro no Pavilhão Atlântico na noite de sexta-feira ao vencer Portugal por 2-0. A equipa recebeu no pódio as condecorações pela mão de Rosa Mota, ex-atleta portuguesa, campeã da maratona e do membro executivo do Comité Olímpico de Angola, Nádia Cruz.

Os brasileiros compareceram pela primeira vez em massa no Pavilhão Atlântico para apoiar a vitória da sua equipa com cachecóis e bandeiras. Foi um jogo renhido, que valeu a deslocação ao Pavilhão Atlântico. O guarda-redes da equipa portuguesa cometeu uma falta grave ao ultrapassar a área que lhe é reservada, o que associado a uma distracção foi suficiente para condenar os portugueses à medalha de prata.

«Vitória merecida neste jogo da lusofonia onde o Brasil mostrou a sua técnica e aposta no jogo. Os jogadores respeitaram o adversário e cumpriram a obrigação de vencer a medalha de ouro para o meu país. Agora resta-nos um novo desafio em Teerão, no Irão, em Outubro, e em seguida voltamos a Lisboa para outra partida», afirmou o treinador brasileiro, Marcos Soratto.

Para o seleccionador português, Orlando Duarte, a sua equipa funcionou bem mas precisava de um pouco de sorte neste jogo. «Temos que trabalhar mais e melhor, porque o Brasil ganhou e esta superioridade não passa só pelos Pavilhão Atlântico. Agora temos que ser mais fortes e unidos para sermos mais qualificados. Portugal tem um jogo agendado para Setembro e depois devemos preparar-nos em Outubro para voltar a desafiar o Brasil. A equipa portuguesa merece todo o mérito porque só tivémos uma semana de treino para este desafio de futsal», acrescentou Orlando Duarte.

Já o treinador angolano, Imran Cunha ficou muito satisfeito porque, com a prestação dos seus jogadores, que se portaram muito bem, levam uma medalha de bronze para casa. «Estamos no bom caminho e tivemos uma boa experiência internacional, positivo para os atletas. De momento não temos nenhum compromisso internacional com o futsal, senão o Cannes 2010 que se avizinha para Janeiro, em Angola», adiantou Imran Cunha.

Nádia Cruz revelou ao repórter da PNN que foi uma honra para si ser escolhida para entregar as medalhas aos atletas, principalmente porque o seu país esteve no pódio. «Gostei imenso, foi uma festa e penso que foi o início de um futuro de vitórias para Angola. Ocupamos o terceiro lugar na classificação geral com nove medalhas, o que é uma grande melhoria em relação aos Jogos da Lusofonia de Macau. Estamos todos satisfeitos porque o objectivo era este», enfatizou Nádia Cruz.

Às 20h00 terminaram os II Jogos da Lusofonia da CPLP, na praia de Santo Amaro de Oeiras, onde a Índia recebeu o testemunho para os III Jogos da Lusofonia, a realizar em2013. O melhor jogo de futsal no Pavilhão Atlântico, foi o de São Tomé e Príncipe contra o Brasil, considerada um «jogo limpo», bonito, cheio de técnica e onde os são-tomenses dominaram o meio campo, fracassando porém na defesa e na concretização de golos o que, de contrário, lhe teria dado um lugar no pódio e o orgulho do arquipélago.

IM

(c) PNN Portuguese News Network


Acordo para a construção de "Centros de Cultura"



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Rodrigues Cambala - 18 de Agosto, 2009



Ministra-governadora de Luanda recebeu o vice-ministro das Relações Exteriores do Brasil

Fotografia: Dombele Bernardo

Angola e Brasil assinam, hoje, em Luanda, um memorando de entendimento para a construção de centros de cultura nos dois países, para difundir actividades que mostram raízes comuns entre os dois povos.
O vice-ministro das Relações Exteriores do Brasil, Paulo Meira Vasconcelos, disse ontem, à imprensa, que o projecto surge num esforço conjunto dos dois governos, do sector empresarial brasileiro e da FESA.
Em Angola, a Casa da Cultura do Brasil vai ser construída no centro de Luanda e as obras vão respeitar toda a identidade arquitectónica, como garantiu o vice-ministro brasileiro das Relações Exteriores.
Ainda ontem à tarde, Paulo Meira Vasconcelos foi recebido pela governadora de Luanda e ministra sem Pasta, Francisca do Espírito Santo, com quem também abordou questões ligadas à valorização da cultura dos dois países, principalmente da cidade capital.
O vice-ministro disse que outro objectivo do encontro foi contribuir para que a Casa da Cultura do Brasil seja um espaço de referência para os angolanos e brasileiros.
“Esperamos que o centro possa ter desdobramento em todas as províncias do país”, disse, acrescentando que os dois países estudam formas de aumentar a cooperação, sobretudo nessa altura em que Angola vive um período de crescimento económico acelerado.
A governadora de Luanda, Francisca do Espírito Santo, afirmou que Angola e o Brasil estão a trabalhar em reciprocidade. Daí o facto de Angola ter disponibilizado o espaço para a instalação do Centro Cultural do Brasil. Da mesma forma, o Brasil disponibilizou espaço para a construção de uma instituição do género.
“É importante, porque se trata de um centro cultural que vai ficar num edifício histórico, localizado no centro histórico de Luanda”, explicou, sublinhando que o projecto existe há um ano e marca, também, o início do programa de requalificação do centro histórico da cidade de Luanda.

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Old August 27th, 2009, 01:12 PM   #146
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Elite Angolan Carrer, people of the new and modern Angola

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Old September 1st, 2009, 06:05 PM   #147
BioLabAngola
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Nova Empresa em Angola

Boa tarde,

Ao deparar-me com todas estas noticias acerca de novidades em Angola, achei pertinente chamar a atenção para a nossa empresa e o serviço que disponibilizamos em Angola.
Tendo sido noticia de abertura no jornal da noite da Tv Zimbo, na semana passada, com entrevistas dadas à Rádio Mais e Rádio Luanda, e com artigos publicados no Jornal de Angola e na Revista Chocolate.
A BioLab-Angola, é uma empresa pioneira em Angola, colocando à disposição das familias angolanas, o que de mais moderno existe nas áreas da Saúde e Biomedicina.
Não deixem de visitar o nosso site. www.biolab-angola.com.
__________________
Criopreservação de Células Tronco em Angola... Está Grávida? O Futuro do seu Filho pode começar Aqui: www.biolab-angola.com

Last edited by BioLabAngola; September 2nd, 2009 at 06:31 PM.
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Old September 3rd, 2009, 12:24 PM   #148
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Biocom USd 250 milhões em açúcar e energia

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O projecto agro-industrial da Damer, Odebrecht e Sonangol Holding em Malanje




A Biocom, Companhia de Bionergia de Angola, vai investir USD 250 milhões, em Cacuso, província de Malanje, naquele que é o maior projecto agroindustrial associado à produção de energia renovável, de origem nãomineral, efectuado desde sempre no país.

O contrato entre a empresa, participada pela Damer (40%), Odebrecht (40%) e Sonangol Holding (20%), e o Estado angolano, representado pela ANIP (Agência Nacional para o Investimento Privado), foi assinado no passado dia 21, no Governo Provincial de Malanje. Cobrindo uma área total de 30.000 hectares em Cacuso, numa vasta zona vigiada pelas imponentes pedras de Pungo Andongo, onde a quietude que emana da imensidão do planalto é sulcada pelo novo tapete de alcatrão que liga a capital do país a Malanje, o projecto agro-industrial protagonizado pela Biocom vai permitir, numa primeira fase, a produção de dois milhões de toneladas de cana-de-açúcar, o correspondente a 500 toneladas de cana por hora em 200 dias de safra (objectivo a atingir entre 2012 e 2013), cujo esmagamento dará origem a 260 mil de toneladas de açúcar e a 30 milhões de litros de álcool anidro, com capacidade de armazenamento assegurada. A colheita será toda mecanizada, decorrendo a safra entre os meses de Abril/Maio e Outubro, por forma a evitar o período das chuvas.

O álcool obtido permitirá a geração de 28 mega watts/ hora de energia, que será injectada na rede de alta tensão Kapanda/Capuso e fornecerá o Pólo Agro-Industrial de Kapanda, onde o projecto se insere, bem como as províncias de Malanje e do Huíge. O objectivo último da Biocom é a produção de quatro milhões de toneladas de cana-de-açúcar, a qual está a ser transportada para Cacuso a partir de Catete, onde se situa o viveiro da fazenda de Kala Kala. “Pretendemos, com esta produção, reduzir, numa primeira fase, a importação de açúcar e, numa segunda fase, cobrir, na totalidade, as necessidades de consumo do país”, salienta o presidente do Conselho de Gerência da Biocom, Rui Amaral Gourgel. No que respeita à produção de biocombustível, Rui Gourgel adianta: “estamos, neste momento, a dominar tecnicamente o ciclo do biocombustível e, logo que a legislação do país esteja preparada, é uma possibilidade avançarmos também para o biocombustível”. O projecto, associado às populações locais, envolve a criação de 500 empregos directos e 700 indirectos e incorpora, fundamentalmente, mãode-obra nacional – cerca de 2/3 do total. No decurso da sua implementação, a mão-de-obra expatriada será gradualmente substituída por quadros angolanos. Já se encontram, aliás, a receber formação no exterior, sobretudo no Brasil, 62 profissionais angolanos, essencialmente de quadros médios e superiores ligados às áreas industrial e agrícola, No início do próximo ano, 40 dos actuais bolseiros já deverão estar a exercer funções na Biocom.

A fábrica da Biocom estará concluída em 2010 e a primeira safra de cana, que se espera venha a atingir um milhão de toneladas, cujo esmagamento originará 100 mil toneladas de açúcar e cerca de 10 milhões de litros de álcool, ocorrerá em 2011. Para além da refinaria de açúcar será erguido um hotel e desenvolvido um projecto imobiliário. O investimento, cujo pay-back se realizará, prevê-se, num prazo compreendido entre cinco a seis anos, conta com um financiamento da ordem dos USD 168 milhões, proveniente de um sindicato bancário liderado pelo Banco Africano de Investimentos (BAI), sendo o remanescente capital assegurado pelas entidades que integram a Biocom.

David Carvalho, director de Investimento do BAI explica que “a operação tem uma maturidade ligeiramente mais longa daquilo que são as operações normais, mesmo tendo em conta as componentes do projecto”. O contrato de investimento entre a Biocom e a ANIP foi assinado por Aguinaldo Jaime, coordenador da Comissão de Gestão da agência pública e Rui Gourgel, presidente do Conselho de Gerência da Biocom. Aguinaldo Jaime acentuou, na intervenção que produziu na cerimónia de assinatura do contrato de investimento com a empresa ango-brasileira, que aquele cumpre a maior parte dos objectivos traçados pelas autoridades para o investimento privado, permitindo, nomeadamente, “reduzir a importação de açúcar, aumentar a oferta de energia à Província de Malanje, fazendo com que a energia não seja um travão ao processo de desenvolvimento e que, antes pelo contrário, o impulsione, aumentar a oferta de emprego e ainda permitir a implementação de políticas amigas do meio ambiente dentro do ideal de desenvolvimento sustentável”.

A ANIP irá conceder isenções à importação dos equipamentos necessários à concretização do projecto, as quais atingem os 100% no que respeita a equipamentos novos e ainda, quando o projecto começar a produzir resultados, a isenção de imposto industrial que, no caso de Malanje, por estar integrada na Zona B de desenvolvimento económico, se estende a 12 anos. O Governador Provincial de Malanje, Boaventura Cardoso, considerou, na intervenção que produziu durante a cerimónia de assinatura do contrato de investimento, que “Malanje tem nas suas potencialidades agro-económicas condições ideais para o investimento privado no sector agro-pecuário e, consequentemente, para o desenvolvimento da agro-indústria”. Para Boaventura Cardoso o projecto irá potenciar “a emergência de unidades industriais de produtos derivados e o emprego de mão-deobra, bem como a sua permanente formação”, esperando-se ainda que “contribua substancialmente para a redução das importações, em particular, do açúcar”.
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Old September 6th, 2009, 10:56 PM   #149
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Luanda
Jorge Vercillo sings at Brazil independence celebrations



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Luanda – The sixth week of activities to celebrate 187 years of Brazil’s Independence in Angola, will be marked by two shows by Brazilian singer, Jorge Vercillo, on September 4-5, in Luanda.



This was announced at a press conference by the chairperson of the Association of Brazilian Business and Executives in Angola (AEBRAN), Raimundo Lima, who plans to promote other cultural activities.



The official explained that the highest point of the celebrations will be the show by the singer and recording of a song sung by him in Angola’s vernacular language Kimbund.



Three movies, “Mistérios do samba”, “Estômago” and “Não por acaso” will be played during the events.



From Tuesday to Saturday, at Trópico Hotel, Brazilian gastronomy week made up of lunch with typical Brazilian dish, is taking place.
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Old September 14th, 2009, 09:46 PM   #150
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Moçambique e Portugal criam banco de investimento
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Moçambique e Portugal vão criar um banco de investimento, com um capital social inicial de 500 milhões de dólares, para apoiar e promover projectos empresariais, com impacto económico e que assegurem o desenvolvimento sustentável.

O capital do banco deverá ser subscrito em partes iguais pela Direcção Nacional do Tesouro de Moçambique e pela Caixa Geral de Depósitos (CGD, banco português), segundo comunicado do Ministério das Finanças de Portugal.

O banco de investimento, com sede em Maputo e sucursal em Lisboa, deverá ser inaugurado no primeiro trimestre de 2010.

Além da criação do banco, foi Carla Pote Delegação Lisboa acordado um aditamento para o aumento para o dobro da linha de crédito de ajuda, financiada pela CGD, garantida e bonificada pelo Estado português. A linha de crédito passará de 100 para 200 milhões de dólares.

Segundo declarações do ministro das Finanças de Moçambique, Manuel Chang, as linhas de crédito destinam-se a projectos de infraestruturas rodoviárias.

A criação de uma linha de crédito de até 300 milhões de euros (cerca de 435 milhões de dólares) para Moçambique, para financiamento de projectos com participação de empresas portuguesas, foi outro dos acordos assinados entre governantes moçambicanos e portugueses durante a deslocação do ministro das finanças de Portugal, Fernando Teixeira dos Santos, ao país africano de língua portuguesa.

O novo acordo de financiamento de 300 milhões de euros destina-se a infra-estruturas rodoviárias, ferroviárias e portuárias, bem como a equipamentos sociais ou tecnológicos, sectores em que o novo banco também poderá investir.

O acordo quadripartido foi subscrito pelos ministros das Finanças dos dois países, pela Caixa Geral de Depósitos (CGD) e pelo BCI – Banco Comercial de investimento.

A CGD detém em Moçambique 50% do capital do BCI.

Assinados há dias em Moçambique, os acordos visam, segundo o comunicado das autoridades portuguesas, reforçar o apoio e promover a participação de empresas portuguesas na economia moçambicana e incentivar a criação de parcerias empresariais luso-moçambicanas.
Carla Pote, Delegação Lisboa
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Old September 19th, 2009, 04:54 PM   #151
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BPA abre na Europa
Banco angolano junta-se aos esforços de captação e parcerias luso-angolanas


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O Banco Privado do Atlântico – Europa foi apresentado publicamente em Portugal no dia 16 na presença de mais de uma centena de convidados entre empresários, governantes, accionistas e representantes dos governos de Angola e de Portugal.

A primeira operação de internacionalização do BPA canalizou a presença de accionistas do BPAE e individualidades como o presidente do conselho de Administração da Sonangol, Manuel Vicente e Aguinaldo Jaime que lidera a Agência Nacional para o Investimento Privado.

Para o presidente da Sonangol a presença do BPA Europa pode permitir a mobilização de outros capitais para investimentos em Angola .

“ A banca em Angola ainda é incipiente, eu diria que ainda está em fase de consolidação. A abertura de iniciativas como esta vem contribuir para o crescimento desta área e, fundamentalmente, a captação de recursos para o apoio do investimento em Angola”, declarou a O PAÍS.

Relativamente a futuros investimentos em Portugal o PCA disse que a Sonangol faz investimentos no seu “Score Business” e onde houver rentabilidade excepcional”.

O Banco Privado do Atlântico – Europa, participado pelo BPA Angola (10%), pela Sonangol (20%), pela sociedade de gestão de activos Global Pactum (65%) e por quadros do banco (5%), tem um capital social de 18 milhões de euros (US$ 25,4 milhões).

Para Aguinaldo Jaime, o BPAE “é mais um instrumento para materializarmos deste grande objectivo de diversificar a nossa economia, alargarmos a sua base de desenvolvimento, para darmos empregos às pessoas”.

“Angola está a viver um processo de desenvolvimento da sua economia que é muito impetuoso, onde a grande prioridade do governo é diversificar a economia, desenvolver outros sectores de actividade que não apenas o sector petrolífero, para criar empregos, uma vez que a indústria petrolífera, sendo de capital intensivo não fornece muitos empregos e nós temos uma taxa de desemprego muito elevada”, esclareceu.

“Quando vemos nascerem estruturas financeiras que vão colocar à disposição dos empresários que querem investir em

Angola, mais soluções, mais capital, mais aconselhamento técnico para nos ajudarem neste propósito de diversificar a economia, obviamente eu tenho de me sentir regozijado”, sublinhou o responsável pela ANIP.

A criação de uma plataforma financeira do BPA na Europa que permita atrair capitais para dentro de Angola, para projectos estruturantes que contribuam para a diversificação da estrutura do PIB, é o grande objectivo da internacionalização, segundo o presidente do conselho de administração da instituição bancária em Portugal, Carlos Silva.

Em declarações a O País realçou que “este novo projecto permite a identificação de sectores onde nós precisamos estar na fronteira do conhecimento desses sectores e estabelecer parcerias de conhecimento que mais uma vez contribuam para a criação de valor acrescentado, criação de emprego e maior dinamismo da nossa economia”.

O BPAE propõe-se apoiar financeiramente projectos de investimento que assentem no cruzamento de participações entre empresários angolanos e portugueses, que contribuam para a diversificação da economia angolana.

O BPAE também tem um programa de responsabilidade social que está focado nos jovens angolanos que estudam em Portugal e noutros países europeus, através da atribuição de bolsas ou de formação técnica dentro do banco, para terem o primeiro convívio com o mercado de trabalho.

Neste momento 30 jovens já beneficiam da política de apoio do BPAE , segundo o presidente do BPA.

Para o presidente do BPI, Fernando Ulrich que elogiou o exemplo do BPA, o grande projecto para Angola passa por em conjunto com o parceiro UNITEL desenvolver o mais possível o BFA, que tem um programa de expansão muito ambicioso.

Sob o lema do “rigor, segurança operacional e inovação”, o BPAE tem um modelo de “governance” que obedece às mais modernas práticas internacionais de gestão, assentes em mecanismos de fiscalização e controlo que permitem uma criteriosa administração dos riscos e uma segura criação de valor para o accionista”.

A presidência executiva do BPAE está a cargo de André Navarro, que chefia uma equipa composta ainda por Conceição Lucas, Graça Proença de Carvalho e José Iglésias Soares.

18/09/2009

Carla Pote Delegação de Lisboa
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Old September 24th, 2009, 11:13 AM   #152
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‘Angola ajuda a construir um novo São Tomé e Príncipe


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O primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe convidou esta semana Estados e empresas privadas a apoiarem a transformação do país numa plataforma de prestação de serviços, de negócios e de turismo para a subregião do Golfo da Guiné.

À margem do VI Encontro das Fundações da CPLP, que decorreu na quarta-feira e ontem na capital são-tomenses, Joaquim Rafael Branco disse que o “ciclo do cacau terminou”, o que levou o governo a procurar “uma nova visão” para ultrapassar “as grandes dificuldades” actuais e “iniciar um novo ciclo económico”.

Desenhando o perfil de São Tomé e Príncipe como uma economia que dependeu da produção e exportação de cacau e café nos últimos séculos, o chefe do governo defendeu que se aproveitem as mais-valias do arquipélago em termos de posição geoestratégica e sistema político consolidado, que tem “uma população amável e uma natureza generosa”.

Por outro lado, o país, que partilha a exploração de petróleo nas águas conjuntas com a Nigéria, terá em breve o estatuto de zona franca “offshore”.

Para trilhar esse caminho, onde se “perfilam todas as expectativas, das mais felizes e das que preocupam mais”, o governo de Rafael Branco conta com o apoio de parceiros essenciais – Angola e Portugal.

“São duas parcerias estratégicas que estabelecemos: com Angola em África e com Portugal na Europa, sem minimizar a importância dos países vizinhos e das relações que temos com os mais variados países do mundo”, disse.

“A relação estratégica com Angola e Portugal é fundamental, porque se baseia nos laços de história, de cultura e de identidade, aliados a uma vontade política de participar no desenvolvimento de São Tomé e Príncipe”, salientou o governante.

A mudança de ciclo económico depende também da captação de investimento privado, estrangeiro e nacional, já que prevê a construção de um porto de águas profundas, a renovação do aeroporto, investimentos para melhorar o fornecimento de energia, as telecomunicações, as infra-estruturas turísticas e na formação dos recursos humanos nacionais.

“Nos projectos principais desta nova visão para o país há lugar para os Estados e para empresas privadas”, disse, acrescentando que, ao nível institucional, Portugal apoia São Tomé e Príncipe no ensino, e das empresas, a Sonangol é “parceira importante em vários desses projectos”.

“Mas há lugar para todos os outros.

Estamos convencidos que vai haver oportunidades para empresas portuguesas, angolanas e são-tomenses na construção desse novo país, desse novo ciclo que queremos para São Tomé e Príncipe”, realçou o chefe do governo, exemplificando que vai ser uma empresa francesa a construir o porto de águas profundas.

Em São Tomé e Príncipe, um país arquipelágico de cerca de 1.000 quilómetros quadrados e com 160 mil habitantes, há empresas angolanas ou de capital misto a operar na área da banca, combustíveis, imobiliário e de transportes aéreos.
Francisca Leal
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Old October 2nd, 2009, 10:25 AM   #153
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Famous Portuguese journalist packs his bags and leaves for Angola...good that he brings his expertise


Luís Costa Branco troca SIC por Angola


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Segunda, 31 Agosto 2009 22:11

Lisboa - O jornalista da SIC, Luís Costa Branco, despediu-se este domingo dos ecrãs da SIC e vai trabalhar para Angola. A substituí-lo está o jornalista João Abreu, soube o CM.

image hosted on flickr


Fonte: Correio da Manha

Na hora da saída, o pivô, que está de partida para Angola, onde iniciará um novo projecto, deixou uma palavra aos telespectadores e agradeceu aos colegas.


"Foi um prazer estar com os telespectadores", começou por dizer Luís Costa Branco, na hora da despedida do 'Jornal da Noite' da SIC. 'Agradeço a todos os meus colegas da SIC que me aturaram estes anos todos', concluiu o jornalista.


Luís Costa Branco conduzia o comentário semanal de Rui Santos, na SIC, 'Tempo Extra', um programa de análise ao futebol. Recorde-se que o jornalista estava no parque de estacionamento da SIC quando o comentador desportivo foi alvo de uma tentativa de agressão
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Old October 2nd, 2009, 10:57 AM   #154
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Angola buys another media group in Portugal

O SOL também já é angolano

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A Newshold controla 84% do SOL

Enquanto os jornais portugueses dedicam-se a escrever e falar sobre a crise, os angolanos dedicam-se a comprar "Portugal S.A".


O semanário SOL passou a ser controlado por um grupo angolano cujos accionistas angolanos (como é hábito) fazem parte da elite política comandada por José Eduardo dos Santos. Vaz da Conceição, citado como accionista da Newshold que comprou 84% da empresa que detém o SOL é um acessor do presidente angolano.

No meio de tudo isto, uma boa notícia, o SOL passa a ser distribuido em Angola no mesmo dia que sai em Portugal.

Posted: Friday, March 27, 2009 8:02 AM por unroyal
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Old October 13th, 2009, 08:07 PM   #155
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Economia Turismo
Grupo Pestana de olho no mercado angolano
O Grupo Pestana, presente em nove países, prevê entrar em Angola


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O grupo turístico Pestana encara Angola como um dos mercados-alvo dos seus hotéis e investimentos imobiliários em São Tomé e Príncipe e poderá “a muito curto prazo” ter uma unidade hoteleira da sua marca em Luanda.

“Temos um projecto para Luanda que poderá a muito curto prazo resultar num hotel. É uma cidade interessante para nós e que já estudamos há algum tempo. Aparecendo a oportunidade, era interessante para nós termos aí um hotel”, disse a O País Pedro Martins, administrador executivo do grupo para São Tomé e Príncipe.

Segundo o responsável, “se tudo correr bem, a curto prazo poderá tornar-se uma possibilidade” a concretização do projecto, sobre o qual o administrador não quis avançar pormenores.


“Imobiliário em São Tomé é boa oportunidade de negócio”

Principal grupo turístico e maior empregador privado de São Tomé e Príncipe, o grupo dispõe de três hotéis no arquipélago – Pestana São Tomé e Miramar by Pestana, na capital são-tomense, e Pestana Equador, no ilhéu das Rolas e está a comercializar um empreendimento imobiliário.

“É um condomínio de luxo, com 35 vivendas já construídas, que estamos a começar a comercializar ‘a sério’ no mercado regional e também na Europa”, salientou Pedro Martins, acrescentando que “acima de tudo, o empreendimento Vila Maria é uma boa oportunidade de negócio”, nomeadamente para “compradores são-tomenses, angolanos, nigerianos e portugueses”.

“Desde que começámos a vender, há cerca de um ano, já subimos o preço em cerca de 15%”, disse Pedro Martins, adiantando que “ao nível do mercado angolano, os preços são muito em conta porque são à expressão de São Tomé e com muita qualidade”.

Quanto às vivendas do empreendimento vizinho do hotel Pestana São Tomé, o administrador afirmou que vão da tipologia “v2” à “v5”, que os preços oscilam entre 480 mil e 800 mil euros, que têm sido adquiridas como “casa de férias ou como investimento” de futuro e que são “chave na mão”, com título de compra e “o investimento completamento feito”.

“É uma oportunidade muito interessante, sobretudo para o mercado angolano, porque as pessoas podem ir passar férias e, em vez de ficarem no hotel, ficam na casa”, explicou Pedro Martins, sublinhando que os condóminos podem usufruir dos serviços do hotel, nomeadamente da discoteca, “spa”, casino, restaurante e até do “room service”.

Turismo interno e recuperação do investimento

Em São Tomé e Príncipe, o grupo está presente também ao nível das ligações aéreas, através da sua participada, a STP Airways, que assegura duas das quatro frequências semanais Lisboa – São Tomé e São Tomé – Luanda.

Em termos de ocupação hoteleira, Pedro Martins disse que no mais novo dos três hotéis do grupo, o Pestana São Tomé, unidade de 115 quartos, classificada como o único cinco estrelas do arquipélago, a ocupação média ronde 50% até Dezembro, último mês de “um ano anormal, devido à crise”.

Porém, admite que a recuperação do investimento seja “muito mais rápida” com a introdução da componente imobiliária e com o reconhecimento cada vez maior da importância de São Tomé e Príncipe como destino turístico.

Além disso, no próximo ano, a “dobra”, a moeda são-tomense, passa a estar ancorada ao euro, o que lhe conferirá estabilidade e força, ao mesmo tempo que o país pretende afirmar-se na região – onde os principais vizinhos são dos maiores produtores africanos de petróleo como plataforma de serviços e zona franca.

“O turismo interno está a crescer, há poder de compra local e interesse nos produtos do grupo. Por exemplo, o Pestana Equador, no ilhéu das Rolas, teve um crescente de turistas nacionais. Não é desmesuradamente caro fazer turismo nos nossos hotéis”, disse o representante do grupo.

Para fazer passar esta mensagem, Pedro Martins disse que o grupo vai lançar em breve acções de promoção e divulgação no mercado regional, onde “países como Angola são preferenciais, pela proximidade geográfica e como boa alternativa para umas mini-férias”.

“Angola é para nós uma aposta de futuro”, garantiu.

O hotel do ilhéu das Rolas, explorado há quatro anos e meio pelo grupo, foi o primeiro “Pestana” em São Tomé e Príncipe. Tem 70 quartos e é um “resort”. Devido a questões que Pedro Martins não quis comentar, o grupo deverá abandonar esta unidade em Novembro.

Da Madeira para o mundo


Com origem na ilha da Madeira, o grupo Pestana é o principal empório português na área do turismo, com presença no Brasil, Moçambique, África do Sul, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Argentina e Venezuela, além de Portugal. As duas marcas do grupo (Pestana Hotels & Resorts e Pousadas de Portugal) englobam 85 unidades e cerca de 8.200 quartos, com realce para os 42 hotéis (10 na Madeira e oito no Algarve, três em Lisboa, Cascais e Sintra, um no Porto isto em terras lusas nove no Brasil, um na Argentina, um na Venezuela, três em Moçambique, um na África do Sul, um em Cabo Verde e três em S. Tomé e Príncipe), as duas concessões de jogo para casino (Madeira e S.Tomé e Príncipe) e a gestão da rede “Pousadas de Portugal”.

O grupo participa numa companhia de aviação charter e detém uma agência de viagens e os três operadores turísticos. Sendo notória a presença de África no universo Pestana, não é de estranhar que Angola se perfile como um dos destinos possíveis para o investimento do grupo.

Em África, o grupo aposta no que designa por “hotelaria de cariz africano” que se pode reproduzir no conceito de “Lodge”.

O grupo Pestana emprega mais de 7.000 colaboradores, tendo apresentado, no último ano, receitas de cerca de USD 671 milhões.
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Old October 14th, 2009, 07:33 PM   #156
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Marketing
YoungNetwork abre em Angola em Setembro


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7 de Julho de 2009
, por Rui Oliveira Marques

jd.jpgA YoungNetwork Angola deverá abrir portas em Setembro, adiantou ao M&P João Duarte, CEO da agência em Portugal. O projecto de comunicação marcará já presença na Feira Internacional de Luanda (FILDA), que vai decorrer na capital angolana entre 14 e 19 de Julho. A nova agência, que conta com sócios locais que para já João Duarte prefere não revelar, será dirigida por um dos actuais directores da YoungNetwork em Lisboa, cujo nome, de acordo com o CEO da YoungNetwork, será divulgado “mais tarde”. Também em Setembro serão conhecidos os primeiros clientes da YoungNetwork Angola mas, frisa João Duarte, “não vamos entrar pelo lado dos clientes. Vamos porque é um mercado importante para nós”. Sector público, banca e empresas portuguesas que trabalhem em Angola estão identificadas como os principais sectores onde a agência quer desenvolver o seu negócio.
Já as áreas de actuação da YoungNetwork Angola serão a comunicação, os eventos e o design. Para este projecto, João Duarte prefere não apresentar expectactivas de facturação já que “os números são muito difíceis de prever. Temos de ser conservadores porque também já existem em Luanda boas empresas, portuguesas e não só. O mercado já tem os seus players e nós sentimo-nos no papel de challenger. A operação arranca com duas pessoas, mas dentro de um ano poderá chegar às sete. “É um mercado que nos parece bastante interessante, mas que apresenta algum risco”, refere. Sobre os valores envolvidos nesta operação, João Duarte, situa-os “na ordem das várias centenas de milhares de euros”, referindo que “é o investimento mais elevado de sempre feito pela agência”. Recorde-se que em Março do ano passado a YoungNetwork anunciou a compra de 75% do capital da agência de comunicação croata Meritor Media.
http://www.meiosepublicidade.pt/2009...a-em-setembro/
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Old October 17th, 2009, 10:21 PM   #157
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Cerâmica
Empresa brasileira de telhas quer expandir-se para interior do país


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16-10-2009 11:52

Luanda - A empresa brasileira de produção de telhas e cerâmica "Cláudio Vogel" pretende expandir a sua actividade no mercado angolano para as províncias da Huíla, Namibe, Uíge e Cabinda, depois de já o ter feito em Benguela e Huambo, informou nesta sexta-feira em Luanda, o seu director comercial Cláudio Vogel Filho.




Em declarações à Angop, na sétima edição da Feira Internacional de Construção, Obras Públicas e Materiais, o interlocutor manifestou o interesse da empresa em reforçar o contacto com os seus clientes e procurar ampliar a sua distribuição ao nível das províncias do interior, de modo a contribuir para o programa de construção e reconstrução de Angola.




Para o alcance dos seus objectivos, avançou o responsável, está a ser construída no Brasil uma nova unidade fabril para aumentar a sua capacidade de produção, por forma a poder atender o mercado angolano de forma mais imediata, superando os actuais 400 a 500 contentores de telha/ano, exportados para Angola.

17-10-2009 14:41

Constrói-Angola
Empresa brasileira instala em Angola fábrica de mosaicos



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Luanda – Uma fábrica de mosaico, com uma capacidade de produzir 300 mil metros quadrados/mês, será instalada, em 2010, em Luanda, pela empresa brasileira de equipamentos para indústria cerâmica “ENTEC”, anunciou neste sábado o seu director-executivo, Hélio Roberto Cesa.

Falando à Angop, a propósito da sua participação na Constrói-Angola, a decorrer nas instalações da Filda, o gestor referiu que a fábrica será criada em parceria com grupos empresariais angolanos, entre os quais a Chicoil, e deverá gerar 130 postos de empregos.

De acordo com Hélio Roberto Cesa, para a materialização do projecto, que se encontra em estudo na Agência Nacional para o Investimento Privado (ANIP) para aprovação, serão investidos quatro milhões e 800 mil dólares norte-americanos.

Segundo Hélio Cesa, após um ano de início de actividades da fábrica de Luanda, os parceiros tencionam instalar outras unidades fabris do género noutras províncias do interior de Angola, com vista a satisfazer a demanda a nível nacional.

Com a participação de 302 empresas, a sétima edição da Feira Internacional de Construção, Obras Públicas e Materiais “Constrói-Angola” encerra domingo. O evento foi inaugurado quinta-feira pelo vice-ministro da Indústria, Kiala Gabriel, que na ocasião incentivou o empresariado estrangeiro e nacional a participar no programa de construção de um milhão de casas nos próximos quatro anos.
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Old October 26th, 2009, 02:05 PM   #158
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Banco quer criação de eixo entre Brasil, Portugal e Angola

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O presidente do Grupo Espírito Santo (GES), Ricardo Salgado, defendeu em Luanda que o eixo Atlântico constituído por Portugal, Brasil e Angola pode ser um motor de inversão da crise mundial.

Na inauguração do novo edifício construído pela Escom em Luanda, que integra o GES, Salgado manifestou-se “confiante” de que esforços conjugados entre os três países podem resultar em mais capacidade de atração de capitais para investir em Angola.

Além disso, ele afirmou que o mundo desde 2008 teve uma contração, “uma crise econômica violentíssima” de que a sua geração não tem memória, mas disse que há sinais concretos de recuperação, afirmando o exemplo de Portugal, que é “um dos sete países europeus” com taxas de crescimento positivas, “apesar de pequenas”.

“Essa crise está a evoluir de forma mais favorável, os indicadores são melhores agora, quer nos EUA quer na Europa”, notou, lamentando que, “infelizmente”, os investidores orientem os seus capitais para os países que mais crescem, como os EUA e a Europa, que “continuam a investir preferencialmente na Ásia”.

Mas, reforçando a ideia de constituição de um eixo Atlântico “bem coordenado” constituído pelo Brasil, Portugal e Angola, podem ser criadas condições para “inverter esta tendência” e conseguir “atrair fluxos de capitais mais significativos para investir em Angola”.

Para isso, Salgado pediu uma “coordenação mais perfeita” e elogiou a prioridade do Brasil em investir na África, como o prova os investimentos das empresas brasileiras em Angola e Moçambique.

“Portugal, país pequeno e periférico da Europa, tem a capacidade de se relacionar melhor que qualquer um com África e a América Latina. Portugal é procurado por investidores europeus e norte-americanos para investimentos em Angola e Brasil”, disse.

“É importante que a China mantenha o investimento em Angola, mas é fundamental que o mundo ocidental, nomeadamente o eixo Atlântico, consiga desenvolver-se e possa contribuir para orientar capitais para Angola”, apontou.

Luanda, 24/10/2009

Fonte:Lusa
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Old October 26th, 2009, 10:53 PM   #159
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Luanda
Brazilian Xuxa Meneghel in Luanda for friendship feast



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10/9/09 9:53 AM



Luanda - Brazilian singer and television presenter Xuxa Meneghel on Thursday arrived in Luanda, to participate in the second edition of Angola/Brazil friendship music festival, set for Saturday, in Coqueiros stadium.



The feast will also have the participations on Angolan singer Yuri da Cunha, winner of the recently held Top Ten annual contest, and Maya Cool, who won that competition last year.



Speaking to ANGOP, at her arrival, Xuxa said that being the first time in the country she expects to know the culture better, including habits and customs, so that when she returns home she can speak about Angola with substance.



In Angola, among other activities, Xuxa will have an audience with Premier António Paulo Kassoma, visit the headquarters of the Lwini Fund, as well participate in a parade in Belas Fashion Week, in Luanda.




Star football icon invest in Angola


Pelé investe em Angola



Quote:
Out 16th, 2009




O “Rei” Pelé, astro do futebol mundial que passou por Luanda recentemente, não só emprestou a sua imagem para a divulgação do condomínio Quintas do Rio Bengo (desenvolvido pela construtora Build Brasil), como também aproveitou e deixa para ali aplicar algumas das suas poupanças.

O antigo futebolista esteve no nosso país de 8 a 11 de Outubro e, logo durante a conferência de imprensa de apresentação do projecto deu pistas quanto a este negócio. “Várias pessoas sugeriram que aplicasse o meu dinheiro aqui”, disse Pelé, no encontro que manteve com a comunicação social, em Luanda.

Adolfo Mantovani, um dos representantes da Build Brasil, confirmou a situação em conversa com o Novo Jornal. “Chegámos ao Pelé, que deve ser uma das maiores marcas globais, através dos seus empresários. São nossos conhecidos. Depois apresentámos as casas e o projecto propriamente dito e ele ficou interessado em colaborar”, explica Mantovani. Quanto aos moldes da participação do “Rei”, o gestor brasileiro de origem italiana ressalva que não sabe bem em que termos foi concretizada.

“Talvez tenha ficado com uma percentagem, talvez tenha recebido um imóvel… Aliás, com uma casa ele ficou mesmo”, acrescenta. O condomínio Quintas do Rio Bengo está localizado na zona da Funda, a caminho de Caxito, província do Bengo. Numa primeira fase, 300 unidades estão a ser construídas, num projecto mais virado para o lazer. O condomínio contempla zona hípica (para a prática de equitação), piscina individual e uma série de serviços de apoio aos residentes.

Uma segunda fase está prevista, com mais 300 casas. Em termos de posicionamento, este condomínio demarca-se de outros existentes na região do Talatona, por exemplo. É que, até pela sua localização (nem muito distante, nem tão próximo de Luanda) o Quintas do Rio Bengo não se enquadra na vivência do dia-a-dia. Adolfo Mantovani explica porquê. “A ideia era criar um empreendimento que fosse ideal para passar momentos de descontracção, férias, fins-de-semana.

Pensamos que a oferta de imóveis para as classes média e média-alta está muito forte e as vendas já não decorrem ao ritmo de outros anos. Agora falta oferta de lazer, para que as pessoas tenham os seus tempos livres preenchidos com alternativas de qualidade”, frisa o gestor.
200 casas vendidas num fim-desemana apenas

Por vezes, o sucesso pode ser relativamente difícil de ser quantificado. Ou mesmo definido. Mas neste caso não há grandes dúvidas: das 300 casas disponíveis para compra, cerca de 200 já estão vendidas. Em apenas uma semana. Adolfo Mantovani assume que estavam “à espera deste sucesso” e que contam “vender tudo até ao mês de Dezembro”. Os preços variam de 300 mil dólares aos 1,5 milhões de dólares. As tipologias disponíveis vão de T2 a T6.

O empreendimento vai também contar com uma área comercial externa, que pretende servir de apoio aos residentes. Em princípio vai ter cervejaria e supermercado, entre outras propostas.
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Old October 28th, 2009, 11:22 AM   #160
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Futuro da Galp Energia passa por Angola diz empresário português Américo Amorim

Quote:

segunda-feira, 30 de março de 2009

O empresário português Américo Amorim considera que o futuro Galp Energia deve passar pela parceria entre os accionistas portugueses e a empresa angolana Sonangol, caso a italiana ENI decida sair.

O homem mais rico de Portugal, em entrevista, na sexta-feira, à agência Reuters, disse que o responsável máximo da ENI, Paolo Scaroni, já lhe disse, “várias vezes, que, não tendo a possibilidade de controlar a Galp, prefere sair”.

Américo Amorim, que já mostrara a disponibilidade em adquirir a posição de um terço do que a ENI tem na Galp, lembrou que o acordo entre a Amorim Energia, o Estado português e a empresa italiana é válido até 2014, mas frisou: “é óbvio que pode-nos convir alterá-lo e antecipá-lo”.

Embora não tenha feito referência directa à possível compra da posição da ENI, afirmou que “tudo é negociável “ e que “até 2014 são muitos anos para que nada aconteça”, lembrando que na Galp o” estado natural de desenvolvimento está feito”. O responsável máximo da ENI afirmou, no final de Outubro, que a empresa italiana está receptiva a ofertas em relação à posição que tem na Galp. “A Galp tem uma referência portuguesa, há uma relação fantástica com a Sonangol e Angola, e o Estado português também está no negócio. Acho que estamos no caminho que devemos prosseguir”, referiu o empresário. “Sempre disse que não estou disponível para abandonar o projecto Galp. Primeiro, tenho o Estado português e aquilo que subscrevi com ele. Segundo, sou português. Terceiro, tenho uma empresa responsável que é a Sonangol”, afirmou. Quanto ao possível aumento de capital da empresa para financiar a expansão, Amorim disse: “tenho uma abertura total, vivo tranquilo. Desde que estou na Galp nunca tive qualquer impedimento em relação a nenhuma solução e não quero manifestar, de uma forma ou de outra, a minha opinião”, concluiu

(Fonte: Jornal de Angola, 2009-03).

Postado por Petróleo Lusófono às 11:08
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