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Old October 14th, 2008, 02:49 PM   #1
Mascate
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Thread oficial do Estaleiro Atlântico Sul - O maior do hemisfério.

O Estaleiro Atlântico Sul tem gerado tantas notícias ultimamente que achamos por bem criar um thread específico para facilitar futuras consultas e não ficar enchendo a página principal e o Correio do Leste desnecessariamente. A idéia foi de Jamy/Master-PE e eu a comprei.

Bom, só vou colocar aqui as últimas notícias a respeito do EAS. Começando com algumas imagens para ilustrar:

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Originally Posted by Recifense sim senhor View Post
Olá pessoal! Eu freqüento o SSC a um bom tempo, mas só agora vou estrear o meu primeiro Thread!

E como bom Pernambucano, quero começar com o pé direito!
E quando nós falamos do desenvolvimento de Suape lembramos logo do nosso Estaleiro! Pois bem, tive o prazer de conhecer as suas obras e todo o complexo industrial portuário de Suape.

Gente aquilo ali é um verdadeiro canteiro de obras imenso! Não só o estaleiro como suape no geral, está completamente tomada por muitos caminhões máquinas, trabalhadores e muita, muita poeira! Ver tudo aquilo de perto é emocionante, pois você presencia o desenvolvimento do nosso estado e do país! É empolgante e impossível não ser tomado por uma sensação de alegria em ver tudo aquilo tomando forma!

E lógico que eu levei a câmera para registrar tudo aquilo pra todos vocês, e em especial meus queridos conterrâneos que vão se orgulhar ao ver nosso crescimento nessas imagens.

Chega de conversa! Fotos!


1. Mar de Containers


2. Hélices da Impsa - Fábrica de turbinas eólicas


3. Enorme estrutura da Bunge Alimentos


4. Chegando ao Estaleiro


5. É nosso!


6. Centro Administrativo


7. "Pequeno" Refeitório


8. Painel mostrando início das obras em janeiro de 2008


9. Estágio atual da obra


10. Em destaque o galpão do corte das chapas de aço


11. Mais obras


12. Ônibus dos funcionários (Muitos!)


13. Obras


14. Suape ao fundo


15. Bunge vista do estaleiro


16. Futuro prédio do centro administrativo


17. Está distante mais dar pra ver (placa do estaleiro)


É isso aí pessoal gravei dois pequenos vídeos mostrando um pouco das obras se quiserem eu posto no you tube. Blz!?
Espero que gostem!
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Originally Posted by KowalskiBV View Post
[Suape] Novo eixo na construção Naval
image hosted on flickr


Estaleiro Atlântico Sul muda a configuração da indústria naval brasileira e tira do Rio de Janeiro a marca de único estado a construir navios de grande porte

Contrariando as previsões de muitos, o cenário da indústria naval brasileira começa, se não a mudar de pólo, ao menos a se deslocar um pouco mais para a região Nordeste do país. Depois de ter seu parque industrial reduzido nas últimas duas décadas por conta da crise que atingiu em cheio os estaleiros e as empresas de navegação brasileiras, o Brasil terá, em breve um aumento significativo em sua capacidade de construção.

A mudança já está em curso e chama-se Estaleiro Atlântico Sul (EAS). Instalado em Ipojuca, cidade de menos de 60 mil habitantes e a 57 quilômetros de Recife, o estaleiro está com suas obras em ritmo acelerado. E não é para menos. Sua construção se dará praticamente em paralelo ao início das obras dos 10 petroleiros Suezmax que a Transpetro encomendou ao consórcio Atlântico Sul.

O estaleiro está orçado em R$ 667,4 milhões, dos quais 77% deverão ser financiados pelo Fundo da Marinha e o restante virá de recursos próprios dos sócios. O diretor industrial do estaleiro, Reiqui Abe, explica que o processo de venda do terreno de 780 mil metros quadrados pelo governo de Pernambuco está em fase conclusiva e só então o contrato de financiamento do estaleiro será assinado com o BNDES. A eficácia do contrato de construção dos 10 navios será a etapa seguinte e a previsão é de que isso aconteça até o mês de setembro.

Erguer um estaleiro do porte do Atlântico Sul não é tarefa das mais simples. Ainda que um estaleiro não seja uma indústria das mais complexas, é fato que com o nível de eficiência dos asiáticos para tentar obter o mínimo de condições de competitividade é essencial contar com alguma parceria tecnológica. E isso foi feito. O consórcio contratou a Samsung Heavy Industries, terceiro maior construtor naval do mundo, para cuidar de toda a concepção do lay out de produção do estaleiro, organização do sistema de produção, qualidade, segurança interna, meio ambiente e treinamento de pessoal-chave do estaleiro. O Samsung também é o responsável pelo projeto dos Suezmax e colaborará com o serviço de procurement dos equipamentos a serem instalados no estaleiro e nos petroleiros.

Enquanto o dinheiro público não sai a obra segue de vento em popa, tocada com recursos próprios. Com toda a terraplanagem já concluída, estão sendo feitas as fundações para que as obras civis possam ser iniciadas em setembro. Nessa fase está prevista a construção do pátio de chapas e das oficinas de estruturas. A área industrial coberta terá 90 mil metros quadrados. Tudo isso em paralelo à construção do dique e dos escritórios e refeitórios. O projeto do dique foi feito pela tradicional empresa inglesa Royal Haskony. O dique terá 400 metros de comprimento por 53 metros de largura e será o maior da América Latina. Somente no início de 2008 está programada a construção do cais. No pico das obras serão cerca de dois mil operários trabalhando. A inauguração do estaleiro está prevista para setembro do próximo ano e será marcada pelo início do corte de chapas de aço. A conclusão das obras, no entanto, não acontecerá antes do início de 2009. O lançamento ao mar do primeiro navio está previsto para o final do mesmo ano e a entrega, para agosto de 2010.



Mais produtividade. Reiqui Abe explica que a linha de panelização do estaleiro também será um de seus diferenciais. Seguindo os padrões coreanos, ela é 100% automatizada, o que traz eficiência e qualidade. “O alto grau de automação agiliza a construção dos blocos, além de trazer mais produtividade. Hoje no Brasil a marcação das chapas, a colocação dos reforços e a soldagem são feitos pelo homem, enquanto que essa linha permite que tudo isso seja feito por robôs”, detalha o diretor industrial, que aponta o objetivo final: “Queremos queimar etapas e eliminar o gap tecnológico mais rapidamente. Nossa intenção é reduzir o tempo da curva de aprendizado”, assume.

Para alcançar os resultados programados o estaleiro não economizará em equipamentos de última geração. Serão mais de mil máquinas de solda e seis máquinas de corte a plasma, cerca de 30 pontes rolantes, além de um pórtico com capacidade para mil toneladas, o maior do Brasil. “Decidimos adquirir um pórtico maior do que o previsto inicialmente para fazer blocos maiores e com isso agilizar o processo de edificação, o que reduzirá o tempo no dique”, explica Reiqui Abe.

Para exemplificar, ele cita os índices de produtividade coreanos onde um Suezmax é lançado em 37 dias, enquanto que o EAS precisará de cerca de sete meses. “Os navios têm 10 blocos de 2,3 mil toneladas, enquanto que aqui os blocos terão 800 toneladas”, compara ele, explicando que a cábrea do coreano Samsung tem capacidade para içar três mil toneladas. “Lá a construção toda leva cerca de sete meses, enquanto que aqui levaremos 37 meses para fazer o navio primeiro da série. No pico da obra cada um levará cerca de 16 meses para ser construído e serão 2,8 mil empregados”, diz. Entre empregos diretos e indiretos e considerando-se a construção do estaleiro e dos petroleiros, deverão ser gerados cerca de 25 mil postos de trabalho.



Capacitação. Instalado numa região sem tradição de construção naval, o Atlântico Sul enfrenta o desafio de buscar a excelência profissional sem abrir mão de empregar mão-de-obra local. Para tanto decidiu investir na capacitação de seus futuros quadros. Conforme previsto no contrato com o agente financeiro, 1% do valor financiado deve ser investido no social. Com 40 empregados instalados em Ipojuca e cuidando da implantação do parque, o estaleiro iniciou no primeiro semestre deste ano o programa de capacitação profissional. A Prefeitura de Ipojuca doou um antigo matadouro, que foi reformado e transformado pelo estaleiro numa escola denominada Nascedouro de Talentos, com capacidade para 200 alunos por turno. Cerca de 500 pessoas receberam nivelamento escolar, com aulas de português, matemática e estudos sociais durante cerca de dois meses. Atualmente está sendo realizada a etapa de nivelamento técnico com aulas ministradas pelo Senai, mas com o programa adaptado para as necessidades do Atlântico Sul. São dois, os cursos: soldador e montador, ambos com duração de 140 horas, 20 alunos por turma e aulas de segunda a sexta para horário diurno e segunda a sábado para horário noturno.

Haverá ainda uma outra etapa de treinamento. Com o aprofundamento dos conteúdos desenvolvidos na capacitação técnica, e com o intuito de potencializar a formação dos profissionais treinados na área de soldagem e montagem, será iniciado em outubro próximo o programa de qualificação técnica. O término está previsto para janeiro de 2009, quando o estaleiro começará efetivamente a contratar pessoal para dar início às obras dos navios.

O diretor industrial do estaleiro explica que está prevista ainda a construção de uma escola-oficina em Suape, em concreto pré-moldado com área total de 1,2 mil metros quadrados. A oficina será composta de área de treinamento e qualificação industrial – soldagem, calderaria e montagem, banheiros, vestiários e refeitório.

Também é intenção do estaleiro contribuir para a implantação de um pólo de fornecedores de navipeças, o que certamente contribuirá para a geração de empregos e para que o estado de Pernambuco se firme como um importante centro de construção naval brasileiro.

Segundo estimativa preliminar sobre o mercado de construção das embarcações na América do Sul, no período de 2006 a 2011, há mercado para a construção de cerca de 96 embarcações no Brasil, a maioria concentrada nos segmentos de óleo e gás. Parte desse potencial, no entanto, é de navios mercantes, tanto para o transporte de granéis quanto de contêineres.

Outro mercado que certamente está sob a mira dos acionistas do EAS é o de plataformas de petróleo. O estaleiro está sendo construído de modo a ser não só uma excelente planta de construção de navios mas também para reunir todas as condições necessárias para disputar as obras de grandes plataformas que a Petrobras encomendará nos próximos anos. Aliás essa disputa já começou.

http://www.portosenavios.com.br/?r&150208&link1&559
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Originally Posted by Mascate View Post
Publicado em 11.10.2008

Atlântico Sul - Estaleiro recebe nova encomenda

Serão outros cinco navios, antes programados para serem produzidos pelo consórcio Rio Naval. Assinatura com a Transpetro deve ocorrer no dia 31

Adriana Guarda

adrianaguarda@jc.com.br

O Estaleiro Atlântico Sul (EAS), em construção no Complexo de Suape, vai ganhar a encomenda de mais cinco navios da Transpetro. As embarcações seriam construídas no Rio de Janeiro pelo consórcio Rio Naval, mas por falta de espaço nas suas instalações, o grupo perdeu o pacote. O contrato entre EAS e Transpetro será assinado dia 31 deste mês. Apesar da boa notícia, integrantes do empreendimento admitem que, com a instalação da crise econômica, pode haver algum tipo de atraso na liberação dos recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Com o novo negócio, o estaleiro engorda a sua carteira de encomendas, passando a ter quatro contratos no valor de US$ 2,4 bilhões. O maior deles é o pacote de dez navios suezmax (petroleiros) para a Transpetro, que totalizam US$ 1,2 bilhão. A lista também inclui o casco da plataforma P-55 para a Petrobras (US$ 392,6 milhões) e dois superpetroleiros para a Noroil Navegação (US$ 424 milhões). A encomenda herdada do Rio Naval vai adicionar mais US$ 400 milhões à carteira do EAS.

Em abril do ano passado, o Rio Naval assinou contrato com a Transpetro para a construção de nove navios, sendo cinco aframax e quatro panamax, mas a área que o consórcio utilizaria para fazer as embarcações, parte das instalações do antigo estaleiro Ishibrás (zona norte do Rio) foi considerada insuficiente para garantir o projeto.

A solução encontrada pela Transpetro para resolver a situação foi redistribuir a encomenda com outros estaleiros que, assim como o Rio Naval, também venceram a primeira fase do Programa de Modernização e Expansão da Frota da estatal (Promef). Com a decisão, o EAS vai ficar com os cinco aframax e o estaleiro Mauá com os quatro panamax. A permanência de quatro navios no estaleiro carioca Mauá ao menos diminui a amargura da perda. Com 40% da obra civil concluída, o EAS iniciou no mês passado o corte das chapas de aço do primeiro navio que será entregue à Transpetro em abril de 2010. Só com as encomendas atuais (sem levar em consideração o novo pacote), o Atlântico Sul está com cerca de 55% de sua capacidade ocupada. Além da nova encomenda, o EAS também comemora a aprovação pelo Fundo de Marinha Mercante (FMM) da ampliação do financiamento para a planta naval. O valor aprovado inicialmente estava baseado na estimativa de investimento de R$ 677 milhões, mas agora o projeto está orçado em R$ 1,4 bilhão. O FMM financia até 90% do valor do empreendimento. Até agora, o estaleiro recebeu R$ 287 milhões do FMM e aportou R$ 86 milhões com recursos próprios. A reunião do FMM aconteceu na quinta-feira e aprovou R$ 7,8 bilhões para 167 projetos da indústria naval brasileira até 2013.

http://jc.uol.com.br/jornal/2008/10/11/not_303001.php
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Estaleiro anuncia chegada da Samsung para dezembro

BNDES aprovou crédito de R$ 582 milhões para o Estaleiro

RECIFE - O novo presidente do Estaleiro Atlântico Sul (EAS), Ângelo Alberto Bellelis, anunciou na tarde de hoje a participação efetiva da empresa Samsung em Pernambuco, a partir de dezembro deste ano. De acordo com Bellelis, até o momento, a empresa está apenas dando suporte tecnológico ao EAS. O presidente do Estaleiro também confirmou que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) liberou um crédito para o EAS da ordem de R$ 582 milhões. Esse montante, que é oriundo do Fundo da Marinha Mercante, será destinado para a ampliação da produção de chapas de aço.


Com o investimento, a produção de aço do EAS passa de 100 toneladas/ano para 160 toneladas/ano. O estaleiro já possui três encomendas fechadas. A maior delas é a encomenda da Transpetro, a empresa de logística da Petrobras, que pediu dez navios tankers tipo Suezmax. As embarcações serão destinadas ao transporte de óleo cru e terão cerca de 165 mil toneladas de porte bruto (TPB), o equivalente a uma capacidade de um 1,05 milhão de barris. A encomenda está orçada em US$ 1,2 bilhão
A segunda encomenda em carteira do Estaleiro foi feita pela Petrobras e prevê a construção dos blocos do casco da plataforma P-55, que será instalada no campo de Roncador e terá capacidade de produzir 180 mil barris diários de petróleo. O casco, que custará US$ 392,6 milhões, terá um peso total de 22 mil toneladas, com uma base de 94m x 94m e altura de 44m. A terceira encomenda é do armador Noroil Navegação, empresa do grupo norueguês Pacpro Norge. São dois navios do tipo Very Large Crude Carrier (VLCC) destinados ao transporte de óleo cru.


Além dessas encomendas, o presidente do Estaleiro revelou que está em negociação a construção de cinco navios da Aframax. Durante a entrevista coletiva concedida hoje à tarde, Bellelis também informou que as obras da empresa estão dentro do cronograma previsto. “Já temos 40% da obra pronta. O galpão de chapas já está ponto. Todas as paredes dos diques também. Um quarto do cais já está encaminhado e 80% dos pré-moldados estão prontos”, disse. Como a empresa produz por etapa, a fabricação dos navios acontece, simultaneamente, com as obras do Estaleiro. A expectativa de Bellelis é que até o fim de 2009, a obra esteja totalmente concluída. Já o primeiro navio deve estar pronto em abril de 2010.


Sobre a crise financeira dos Estados Unidos, Bellelis fez questão de ressaltar, que o EAS ainda não sofreu reflexos. “Por sermos uma empresa que trabalha sob encomendas, ainda não sentimos reflexos da crise econômica. O que pode afetar é no crédito, mas estamos em alerta”, ponderou. Em relação ao aumento do preço de alguns produtos da construção civil, como o aço e o cimento, Bellelis afirmou que houve um aumento de 10% nos custos da construção do Estaleiro Atlântico Sul, por causa destes itens.


http://www.folhape.com.br/folhape/ma...008&mat=116215
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Old October 14th, 2008, 07:43 PM   #2
KowalskiBV
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Pré-sal nos planos do estaleiro

Publicado em 14.10.2008

Fábrica de navios de R$ 1,4 bilhão que está sendo erguida em Suape poderá produzir plataformas para exploração das novas reservas de petróleo do País

Adriana Guarda
adrianaguarda@jc.com.br


Renato Lima

renatolima@jc.com.br


Os sócios do Estaleiro Atlântico Sul (EAS) decidem, até o fim do ano, se investirão numa unidade para construção de plataformas de petróleo, de forma a participar das demandas de exploração do pré-sal. Seria a terceira expansão do estaleiro que ainda está em construção, com 40% pronto e orçado em R$ 1,4 bilhão.

“Hoje estamos focados em navios, é o negócio principal. Estamos fazendo uma parte da plataforma P-55, mas é apenas o casco, que também é um navio”, afirmou o novo presidente do estaleiro, Ângelo Bellelis em entrevista ao JC. O terreno do estaleiro, na Ilha de Tatuoca, tem área disponível para o investimento em plataformas. Entretanto, isso equivaleria a levantar recursos, praticamente, de um novo estaleiro. “Isso necessita uma análise estratégica se vamos montar uma estrutura offshore (de plataformas). A demanda do mercado aponta para isso”, completou.

Para poder produzir plataformas, será necessário fazer um segundo cais, possivelmente outro dique seco e ainda um reforço estrutural no terreno, para suportar o elevado peso de uma plataforma de petróleo. Um dos estudos da empresa aponta para não construir um segundo dique e sim montar a plataforma em terra e depois carregá-la para um navio. “A opção dique é mais cara, mas dá mais facilidade para a gente”, disse. A maior plataforma em construção no Brasil, a que vai ser usada no campo de Mexilhão, está sendo feita em Niterói e atinge uma altura de 70 andares e custou US$ 1,19 bilhão. Com o pré-sal, a Petrobras estima precisar de outros 40 navios-sondas e plataformas de perfuração até 2017. E mais 8 plataformas de produção. Isso apenas para a produção nos campos já conhecidos e licitados. O EAS acaba de receber autorização do Fundo de Marinha Mercante (FMM) para aumentar o financiamento da obra total até R$ 1,1 bilhão. Com isso, o estaleiro terá capacidade de processar 160 mil toneladas de aço.
http://jc.uol.com.br/jornal/2008/10/14/not_303400.php

Governo investe R$ 80 mil e reabre acesso
Publicado em 14.10.2008


O governo de Pernambuco vai investir cerca de R$ 80 mil para reabrir o antigo acesso que liga o Porto de Suape ao Estaleiro Atlântico Sul, na Ilha de Tatuoca. A estrada estava interditada há cinco meses, em função da existência de um trecho de mangue, que não permite o tráfego de veículos pesados. Na época, a diretoria de Suape investiu R$ 4 milhões na construção de um acesso provisório para atender ao EAS. Com o aumento da movimentação de veículos na obra do site, o novo presidente do EAS, Angelo Bellelis, solicitou a utilização dos dois acessos. A estimativa é que a via seja liberada ainda esta semana.
“Nossa idéia é que o tráfego de carros pequenos seja realizado no acesso antigo e que o atual seja usado para o transporte pesado, garantindo agilidade à operação”, observa Bellelis. Hoje, a movimentação no estaleiro é de 3 mil veículos por dia. O acesso provisório construído por Suape sobre o Rio Tatuoca só permite a passagem de um carro por vez. Durante o pico de transporte das chapas de aço, por exemplo, o EAS chegou a enfrentar congestionamento por conta do fluxo de 200 carretas por dia.

O diretor de Engenharia e Meio Ambiente de Suape, Ricardo Padilha, diz que a área de mangue do antigo acesso será aterrada para permitir o transporte de veículos leves. “Também estamos realizando outras pequenas intervenções para que o estaleiro possa operar com agilidade. Uma delas é asfaltar parte do acesso provisório e fazer o alargamento dele, que sofre com a erosão”, adianta.

Padilha diz que no próximo mês deve ser concluído o projeto básico do acesso definitivo ao estaleiro –um dos maiores investimentos do complexo. “A expectativa é concluir a licitação em dezembro e iniciar as obras em janeiro do próximo ano”, acredita. Pelas contas da diretoria do porto, a obra deverá ser concluída num prazo de oito meses e entregue em setembro de 2009.

http://jc.uol.com.br/jornal/2008/10/14/not_303401.php
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Old October 14th, 2008, 08:54 PM   #3
Mascate
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Aqui não tem sal e nem pré-sal, mas tem o EAS...
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Old October 14th, 2008, 11:48 PM   #4
KowalskiBV
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Pois é, pelo contrário, aqui tem é açúcar....
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Old October 15th, 2008, 01:28 AM   #5
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Old October 15th, 2008, 03:05 AM   #6
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Po boa iniciativa de vocês!! Tem que ter mais desses aqui no subforum notícias da região..
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Old October 17th, 2008, 04:13 PM   #7
Mascate
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Atlântico Sul muda presidente

Empresas

Em compasso de espera, mas sem tirar o pé do acelerador". A declaração do novo presidente do Estaleiro Atlântico Sul, o engenheiro paulista Ângelo Bellelis, revela a expectativa sobre os novos lances da crise financeira internacional mas assegura o ritmo de implantação do empreendimento de R$ 1,4 bilhão no Complexo Industrial e Portuário de Suape, em Pernambuco.

Ballelis assume o leme do EAS em substituição a Paulo César Haddad, que passou para o Conselho de Administração da empresa, encontrando 40% das obras gerais e 80% da estrutura dos galpões concluídos, ao mesmo tempo em que contrata mais 200 funcionários para somar-se aos mil que já trabalham no corte do aço e na montagem de novos equipamentos recém-chegados dos Estados Unidos.

Recebe também uma carteira de encomendas robusta, formada por dez navios Suezmax, contratados pelo Programa de Modernização da Frota da Transpetro (Promef), orçados em US$ 1,2 bilhão; o casco da Plataforma P-55, da Petrobras, estimada em US$ 400 milhões.

Além disso, tem dois navios Very Large Crude Carrier (VLCC), encomendados pela brasileira Noroil Navegação, controlada pela norueguesa Pacpro Norge AS, companhia armadora e administradora de navios, ao custo de US$ 424 milhões, e não deve ancorar por aí.

Com a empresa ainda em construção e funcionários em treinamento, o EAS mantém negociações para ficar com os cinco navios Aframax que o Estaleiro Rio Nave, do Rio de Janeiro, ganhou na licitação da primeira fase do Promef mas não começou a construir por problemas com terreno e vem atendendo consultas para cascos de plataformas e petroleiros, inclusive da estatal venezuelana de petróleo, a PDVSA. "Temos grande interesse nos Suezmax e nos Aframax, modelos mais alinhados com o nosso estaleiro, e nos cascos das plataformas do pré-sal", revelou Ballelis.

Com uma nova parcela de R$ 582 milhões do Fundo de Marinha Mercante, administrado pelo BNDES, a capacidade de corte do aço foi ampliada de 100 mil para 160 mil toneladas/ano, o que dá folga para novos contratos. A preocupação do novo presidente do EAS é sobre o risco da crise afetar o crédito para capital de giro, elevando os juros.

Até o momento, além de uma inesperada greve de funcionários, a empresa precisou realinhar seus custos com o aumento dos preços do aço e do cimento usados na construção civil.

Por Gazeta Mercantil

http://www.intelog.net/site/default....a%20presidente
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Estaleiro assumirá encomendas

Empresas

A recente liberação de mais R$ 582 milhões do Fundo da Marinha Mercante (FMM) para ampliação das obras do Estaleiro Atlântico Sul (EAS), em Suape, fará o novo presidente da empresa, Ângelo Bellelis, acelerar alguns planos até então só engatilhados.

Ontem, em sua primeira entrevista coletiva no cargo recém-empossado, o executivo anunciou que vai assumir, até o fim deste mês, encomendas pendentes do Estaleiro Rio Naval, no Rio de Janeiro, que está sofrendo impasses em sua execução.

?Estamos em negociação para ficarmos com a construção de cinco navios tipo Aframax. Do Promef II (Programa de Modernização e Expansão da Frota), devemos ficar também com petroleiros Suezmax?, declarou Bellelis. Juntando com os R$ 513 milhões já aplicados, o investimento no EAS já supera R$ 1 bilhão, mas o valor global do empreendimento está orçado em R$ 1,4 bilhão. Segundo o executivo, além das encomendas da Transpetro (dez Suezmax), da Noroil (dois VLCCs) e da plataforma P-55 da Petrobras, a EAS tem recebido demandas constantes de graneleiros e conteineiros.

O novo aporte de recursos ainda solidifica a meta de Bellelis de oficializar, até dezembro, o contrato acionário de 10% com o estaleiro coreano Samsung Heavy Industry, formalizado no último mês de junho. A aprovação de mais esse montante do FMM transmite mais segurança aos acionistas. Queremos que a Samsung seja mais que uma parceira tecnológica?, disse o novo presidente.

Por Folha de Pernambuco

http://www.intelog.net/site/default....1%20encomendas
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Estaleiro // Empresas podem ser fornecedoras

Até o início de novembro um grupo de empresas do setor de metal-mecânica de Pernambuco deve participar da primeira rodada de negócios visando se tornarem fornecedoras do Estaleiro Atlântico Sul. A notícia, aguardada há algum tempo pelos empresários, estava dependendo de um posicionamento do estaleiro sobre as próximas etapas da operação, o que deve ocorrer em breve.

"Estimamos que dez empresas do estado já podem participar da rodada de negócios, pelo parque industrial que já temos aqui. Mesmo assim cerca de cinco empresas já fornecem diretamente para o estaleiro e temos outras que vão fornecer para a cadeia produtiva envolvida", estima o presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico do Estado de Pernambuco (Simmepe), Sebastião Pontes da Silva Filho. Além da rodada de negócios, o Simmepe está se preparando para a 14ª Feira Mecânica do Nordeste, que acontece no Centro de Convenções entre 20 e 24 de outubro. Este ano a expectativa é de geração de R$ 90 milhões em negócios.

http://www.diariodepernambuco.com.br...conomia5_0.asp
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Old October 20th, 2008, 12:28 AM   #10
muckie
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me respondem uma coisa?
Como vai ficar a situacao ambiental desse paraiso? A regiao de Muro Alto, e a enseada dos corais.... Vao ser poluidas, ou o complexo todo (Suape) tem um sistema rigoroso de tratamento?
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Old October 24th, 2008, 09:35 PM   #11
Mascate
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Transportando uma notícia:

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Mobília para navios será fabricada em Pernambuco


Especializada em móveis e acomodações de plataformas e embarcações, a fluminense Deconav e o empresário pernambucano Alexandre Valença criam a Decoship para ser fornecedora do estaleiro

Giovanni Sandes

gsandes@jc.com.br

A Deconav, empresa fluminense especializada em fabricação de móveis e serviços de montagem de acomodações de navios e plataformas de exploração de petróleo, vai criar com o empresário pernambucano Alexandre Valença a Decoship, uma joint venture (empreendimento conjunto) que será fornecedora do Estaleiro Atlântico Sul (EAS). A nova empresa vai gerar em torno de 100 postos de trabalho, incluindo desde a fabricação do mobiliário à montagem dos móveis nos navios.

O contrato da Decoship com o estaleiro está em fase final de negociação, explica o diretor da Deconav, Miguel Melo. Mas a criação da joint venture e o “status” de fornecedor da nova empresa foram repassados por executivos do próprio EAS. O negócio objetiva mobiliar os dez navios suezmax que serão construídos pelo Atlântico Sul para a Transpetro, por US$ 1,2 bilhão.

Embora os empresários envolvidos evitem mencionar cifras, estima-se que cada navio consuma em torno de R$ 2 milhões em mobiliário – para uso em camarotes, refeitórios e salas de estar, por exemplo – e em montagem (como a do isolamento acústico, térmico e de integridade ao fogo). “Ainda não fechamos o contrato. Mas devemos instalar a fábrica perto do estaleiro. Olhamos áreas no Cabo de Santo Agostinho e em Jaboatão (dos Guararapes) também”, explicou Valença. Os empresários percorreram algumas áreas do Estado conhecidas pela fabricação de móveis, como o município de João Alfredo. “Fomos observar o pólo moveleiro já para sondar a disponibilidade da mão-de-obra. Um marceneiro, por exemplo, terá que receber um treinamento específico e necessita de um tempo de aprendizado”, diz Miguel. Segundo ele, o aporte necessário para erguer a fábrica e adquirir o maquinário vai depender do contrato. “Vamos tentar atender também outras encomendas feitas ao estaleiro”, acrescenta o empresário.

A expectativa do presidente do EAS, Angelo Bellelis, é que na próxima quinta-feira seja oficializado o contrato da quarta encomenda ao estaleiro, totalizando uma carteira de pedidos de US$ 2,4 bilhões.

“Do início de nossa produção à entrega do primeiro navio, teremos um prazo de oito meses. A partir da primeira entrega, teremos que concluir os serviços de cada outro navio de três em três meses”, explica Miguel. Para erguer a fábrica, serão necessários cinco meses. “O que demora mais é o maquinário. Parte vem do Rio Grande do Sul e outra parte teremos que importar”, completa.

Bellelis diz enxergar nas joint ventures uma boa alternativa para as empresas locais tornarem-se fornecedoras do estaleiro. Esta semana, por exemplo, a Alphatec, igualmente fluminense, anunciou uma parceria com a Noraço, do Grupo Armando Monteiro.

http://jc.uol.com.br/jornal/2008/10/24/not_304780.php
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Old October 24th, 2008, 09:44 PM   #12
Mascate
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Como vai ficar a situacao ambiental desse paraiso? A regiao de Muro Alto, e a enseada dos corais.... Vao ser poluidas, ou o complexo todo (Suape) tem um sistema rigoroso de tratamento?
Com certeza o complexo foi concebido sem muita preocupação com o meio ambiente, mas, por incrível que pareça, os litorais do Recife e Jaboatão dos Guararapes sofrem mais com os efeitos do Pólo de Suape do que as praias mais próximas. Pelo que se fala, o avanço do mar e a presença de tubarões são resultantes do empreendimento. Com relação à poluição, desconheço qualquer problema.
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Last edited by Mascate; October 24th, 2008 at 09:49 PM.
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Old November 7th, 2008, 01:15 PM   #13
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Estaleiro recebe nova encomenda
Publicado em 07.11.2008

O Estaleiro Atlântico Sul (EAS) formaliza hoje, no Rio de Janeiro, um novo pacote de encomendas da Transpetro, subsidiária de logística da Petrobras, avaliado em US$ 400 milhões (R$ 882 milhões, na cotação de ontem). A encomenda compreende cinco navios que seriam produzidos pelo consórcio fluminense Rio Naval, que perdeu a produção das embarcações por falta de espaço físico.

Com a assinatura do contrato, hoje, o EAS passa a contar quatro encomendas, que totalizam a bagatela de US$ 2,4 bilhões (R$ 5,29 bilhões). A cerimônia de formalização do novo pacote está marcada para as 15h, na sede da Transpetro.

A primeira e maior encomenda do estaleiro foi para construir dez navios suezmax (grandes petroleiros) para a subsidiária da Petrobras. Somente esse primeiro pacote responde por US$ 1,2 bilhão na carteira de pedidos do EAS.

Em seguida, vieram o casco da P-55, plataforma da Petrobras, e dois superpetroleiros para a Noroil Navegação. Na ordem, essas duas últimas encomendas são de US$ 392,6 milhões e US$ 424 milhões.

O estaleiro conseguiu o novo pacote porque, embora o Rio Naval tenha assinado o contrato com a Transpetro para construir cinco navios aframax e quatro panamax, superestimou a área que seria utilizada para construir as embarcações – parte das instalações do antigo estaleiro Ishibrás, na Zona Norte do Rio. Ao final, o espaço foi considerado insuficiente.

A alternativa encontrada pela Transpetro, então, foi a de redistribuir a encomenda entre os outros estaleiros que também venceram concorrências na primeira fase do Programa de Modernização e Expansão da Frota da estatal (Promef).

A assinatura do contrato entre o EAS e a Transpetro estava prevista para ocorrer no último dia 31, mas precisou ser adiada.

O estaleiro envolve um investimento de R$ 1,4 bilhão e a previsão é que empregue 5 mil pessoas. Sem contar com a nova encomenda, a ocupação do EAS está em 55%.

http://jc.uol.com.br/jornal/2008/11/07/not_306626.php
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Old November 8th, 2008, 12:11 PM   #14
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Encomenda ao estaleiro tem valor aumentado
Publicado em 08.11.2008

Giovanni Sandes

gsandes@jc.com.br

O Estaleiro Atlântico Sul (EAS) assinou ontem um contrato de R$ 1,3 bilhão com a Transpetro, cifra maior do que a anteriormente divulgada pela estatal. O novo pacote garante ocupação do estaleiro até 2014, com a construção de cinco navios petroleiros tipo aframax, que, voltados para o transporte de óleo cru, têm capacidade para o equivalente a 700 mil barris de petróleo.

Também da Transpetro, na primeira fase do Programa de Modernização e Expansão da Frota da estatal (Promef), veio a primeira encomenda ao EAS, de US$ 1,2 bilhão (R$ 2,59 bilhões, cotação de ontem), para a construção de dez navios suezmax, que transportam até 1,05 milhão de barris.

O consórcio fluminense Rio Naval arrematou nove embarcações no Promef, mas desistiu por não conseguir arrendar a área para construir os navios ao antigo estaleiro Ishibras, no Rio de Janeiro. Cinco embarcações vieram para o EAS e as outras estão em negociação com o Estaleiro Ilha, também fluminense.

A cifra anteriormente divulgada do novo pacote do estaleiro pernambucano era US$ 400 milhões (R$ 864 milhões, ontem). “O valor de base nas negociações já era de US$ 517 milhões, com dólar a R$ 2,23. Agora, foi atualizado. Para evitar (problemas com a) flutuações no câmbio, o contrato é parte dolarizado e parte com índices paramétricos”, explica o presidente do estaleiro, Ângelo Bellelis.

EDITAL

A Secretaria Especial dos Portos (SEP) lança, na próxima segunda-feira, o edital da audiência pública da dragagem e derrocamento de rochas que será feita no canal de acesso do Porto de Suape. O evento acontecerá no dia 10 de dezembro, em Suape. “A audiência é o requisito legal para depois publicarmos o edital para contratar a empresa que vai fazer a dragagem”, explicou o ministro da SEP, Pedro Brito. O serviço tem custo estimado de R$ 240 milhões e será bancado pela União.

A intenção da SEP é lançar o edital para a contratação da dragagem até o dia 15 de dezembro. A obra é importante para que os navios petroleiros que vão trazer matéria-prima para a refinaria Abreu e Lima atraquem em Suape.

http://jc.uol.com.br/jornal/2008/11/08/not_306774.php
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Old November 11th, 2008, 08:40 PM   #15
KowalskiBV
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Para quem ainda não teve oportunidade de dar uma olahada, aí vai o site do EAS, http://www.estaleiroatlanticosul.com.br
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Old January 27th, 2009, 12:21 PM   #16
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Atlântico Sul sai na frente em licitação

Publicado em 27.01.2009


A Transpetro, subsidiária de transporte da Petrobras, divulgou ontem que o Estaleiro Atlântico Sul (EAS) apresentou as melhores propostas nos lotes que concorrem na II fase do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef). Com isso, o empreendimento pernambucano fica mais perto de conseguir novas encomendas, garantindo maior utilização do parque que está sendo instalado em Suape.
Nos lotes 1 (quatro navios Suezmax de posicionamento dinâmico) e 2 (três navios Aframax de posicionamento dinâmico), o menor preço foi apresentado pelo EAS. O único competidor do estaleiro de Pernambuco nesses lotes é o estaleiro do Rio de Janeiro EISA, que propôs construir as embarcações em um novo empreendimento que o grupo planeja construir.

Isso não significa que o EAS já ganhou outros sete navios para a sua carteira, mas que está próximo. “Nossos preços foram bem avaliados pela Transpetro e agora vamos aguardar a fase de negociação”, disse o presidente do EAS, Ângelo Belellis. A negociação pode durar cerca de três meses. “Os preços ofertados serão agora negociados, de acordo com a ordem de classificação. A negociação, segundo a legislação aplicável, visa obter melhores condições para a Transpetro”, afirmou a empresa, em nota. No lote 3, o único concorrente, o estaleiro Mauá, teve sua proposta comercial recusada. A empresa tem agora oito dias para reapresentar a proposta, pois a Transpetro considerou-a com preço excessivo.

BNDES

O diretor financeiro da Petrobras, Almir Barbassa, informou ontem que a estatal conta com mais US$ 10 bilhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para o ano que vem. Em 2009, a previsão é que o banco desembolse US$ 12,5 bilhões para a empresa. Com isso, dos US$ 18,9 bilhões de necessidade de financiamento para 2010, restaria à Petrobras buscar US$ 8,9 bilhões. “Estamos levando em conta este valor sem que haja nenhuma redução dos custos, que vamos buscar nos próximos anos. Em 2010, nossa previsão é de investimento de US$ 35 bilhões”, afirmou Barbassa.

Em 2009, a Petrobras tem necessidade de financiamento de US$ 18,1 bilhões, sendo que já estão garantidos quase o valor total junto ao BNDES e bancos privados, segundo afirmou o diretor.

http://jc.uol.com.br/jornal/2009/01/27/not_317115.php
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Old April 1st, 2009, 03:50 PM   #17
Cristiano Roberto
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Ah... é PERNAMBUCOOOO
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Eu sou mameluco, sou de Casa Forte.
Sou de Pernambuco, eu sou leão do Norte.



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Old April 1st, 2009, 11:14 PM   #18
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Notícia maravilhosa para o nosso nordeste!
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Old April 3rd, 2009, 05:34 PM   #19
Recifense sim senhor
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Bela iniciativa concentrar as news do EAS aqui! Nem tinha visto ainda! huahauhau

Ainda me lembro do dia em que fui tirar essas fotos, foi muito bom! Nunca vi algo parecido! Espero em breve voltar por lá!

Abraço à todos conterrâneos!
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Brasil
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Old April 29th, 2009, 03:00 AM   #20
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Acabou de ser confirmado o segundo estaleiro em Suape! Mascate vai postar a notícia por aqui.
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