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#221 |
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Registered User
Join Date: Feb 2008
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Só para completar: outro argumento falacioso, o de que em Brasília somos todos ou quase todos servidores públicos e ricos. Bom, como boa parte sabe vários servidores, na verdade a grande maioria, ganha salários entre 1mil e 3 mil reais. Há uma parcela pequena que ganha salários entre 10 e 15 mil e uma parcela ínfima que ganha mais de 15 mil. Portanto, não existe esta elite e nobreza em Brasília. Outra coisa, se fosse assim o imóvel já seria um absurdo de caro há muito tempo, tendo em vista que aqui sempre houve vários servidores com renda e emprego estáveis. Porque só agora todos resolveram brincar de banco imobiliário. Outra coisa, pode existir a infraestrutura que for aqui em Brasília só que nunca vai existir praia e belas vistas no plano (fator que poderia justificar um desequilíbrio no preço em relação aos outros imóveis,tipo, vista para o mar ou para os Andes).
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#222 | |
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Registered User
Join Date: May 2009
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![]() Concordo. Tudo especulação imobiliária. Uma coisa que sempre quis saber: Porque Sudoeste, Noroste, Águas Claras, ParkSul, etc.. não síaram todos mais ou menos na mesma época se já havia demanda reprimida?Porque sempre tomam cuidado em liberar áreas residencias depois que uma outra é lançada? Coenscidência? Especulação? |
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#223 |
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Registered User
Join Date: Dec 2007
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Os fatores que estão influenciando os preços são muitos... Alguns que estou me lembrando agora...
1) Facilidade do crédito. Nunca foi tão fácil financiar a compra da casa própria. Até as construtoras estão financiando... 2) Baixos rendimentos nas aplicações do setor financeiro e queda das bolsas de valores; 3) aumento generalizado dos salários dos servidores públicos na era Lula (hoje em dia ganhar subsídio virou coisa comum). E também aumento da renda médio do trabalhadores em geral. 4) Grande procura por imóveis no Plano Piloto (todo mundo quer morar no Plano). Vide Águas Claras que ainda mantém preços acessíveis e dentro dos padrões nacionais. 5) Aumento generalizado dos preços dos imóveis. Nos últimos dois anos os imóveis sofreram um aumento substancial em praticamente todas as grandes cidades brasileiras. 6) atuação da especulação imobiliária que vem "testando" a capacidade do mercado a cada novo lançamento. 7) os preços de imóveis no Plano Piloto de Brasília sempre foram altos. Houve época que os preços eram convertidos em dolar... Essa especulação sempre existiu... Então acredito que essa "bolha" vai chegar no limite um dia... Mas deve ocasionar uma estagnada dos preços... Uns dois ou três anos sem grandes aumentos... |
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#224 | |
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BANNED
Join Date: Jan 2006
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Aí que tu se engana, se for pegar os locais mais caros do mundo, não tem nada de beleza nos lugares. Existem outros fatores que influenciam, como por exemplo. As terras aqui pertencem apenas um único dono. Então somente aí encarecem, pois, somente vai comprar o terreno, quem vencer a concorrência com o maior valor.Mas não vou entrar nos méritos, somente eu sei que esse valor pra min, ainda está muito baixo, deveria o m2 aqui em Brasília ser mais de 10 mil. Daqui a pouco vão inventar que a terra é um bem social... ![]() ![]() ![]() E outra, em Brasília não existe uma bolha imobiliaria, até mesmo porque o GDF é dono das terras, então quanto mais caro vender, mais lucro o GDF vai ter, e pior, o m2 em cidades cada vez mais distantes do centro, começam a chegar a perto dos 3.000,00 m2. E agora, entre viver numa cobertura no Noroeste, sem poluição sonora, ambiental e tal pagando 10 mil m2 do que viver numa cobertura perto da Lago Rodrigo de Freitas no Rio de Janeiro pagando o mesmo tanto, eu prefiro 1000 vezes morar no Noroeste. Pra min o que adianta ter beleza natural e não usufruir, enquanto aqui, temos até demais beleza natural. E outra, Dubai é no meio do deserto, sem nenhum atrativo nenhum, e tem o m2 mais caro do que São Paulo e Rio de Janeiro. |
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#225 | |
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Registered User
Join Date: May 2009
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Para você o metro quadrado no DF deveria ser mais de R$ 10.000,00??Para financiar um apartamento de 120 metros no valor superior a R$ 1.2 milhões, 100%, a pessoa teria que ter renda mensal familiar de mais de R$ 50.000,00 para pagar uma prestação de mais de R$ 13.000,00. E isso na instiruição financeira com juros mais baixos do mercado. Mesmo que tenha guardado R$ 500 mil , teria que financiar R$ 700 mil e apresentar renda familiar superior a R$ 30.000,00 pagando prestação de R$ 9.000,00 Onde estamos mesmo? Na Suíça? No DF são quantas pessoas? 2.7 milhões? Temos sequer 400 mil pessoas com R$ 1.2 milhões de reais guardados ou ganhando mais de R$ 50 mil de renda familiar? Esse sucesso de vendas do Noroeste, deve-se a muita gente guardando dinheiro desde os primeiros boatos sobre a licitação do Bairro. Quando os abonados tiverem adiquiridos as primeiras projeções, quero ver se ainda restarão pessoas com "bala na agúlha" para comprar os outros 40.000 apartamentos. E esses todos esses riquinhos irão querem morar em "apartamentinho" de 120 m? E não comprarem para morar, vão vender para quem? Para os Mesmo Abonados? A realildade é que tem muita gente que jogou suas economias em projeções no noroeste sem tem mais de 50.000 de renda familiar e sem ter R$ 600 mil, R$ 700 mil de chave por mera especulação achando que ganharão dinheiro na venda do ágil. Vamos ver se realmente será um bom negócio. Só o tempo dirá! Last edited by Colossusdf; October 13th, 2009 at 11:53 PM. |
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#226 |
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BANNED
Join Date: Jan 2006
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Olha conheço pessoas que sequer ganham 50 mil de renda familiar, e compraram apartamentos da Brasal no Noroeste. Acho que a renda deles sequer chega a 9 mil ou até mesmo.Brasília nunca vai ter uma bolha imobiliária. NUNCA mesmo, então a tendência é os preços aumentarem cada vez mais, sem limites. Agora fazer comparações não justifica, querem comparar um apartamento top de linha em Brasília com uma kitinete em NY. Mas ninguem vê as facilidades de quem mora aqui, eu tenho uma matéria explicando os motivos dos preços, mas acho que nem vou publicar, pois vão até questionar a veracidade da matéria de Sampa. |
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#227 |
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Registered User
Join Date: Feb 2008
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Bom, como todos sabem um número consagrado para verificar valores de imóvel, em termos de investimento, é o 1%, ou seja, o valor do aluguel deve ser algo em torno de 1% para justificar o investimento e para verificar a adequação tanto do preço de aluguel como do preço de venda. Moro na Asa Sul, em um apartamento de 2 quartos com 50 anos, e pago 1300 de aluguel mensal. Este é o valor de aluguel de mercado, com alguma variação para cima ou para baixo (consultei alguns vizinhos). Portanto, caso este valor representasse 1% do valor do imóvel o mesmo valeria 130000. Ocorre que, recentemente, vi pessoas anunciando o mesmo apartamento por 550000. Quer dizer, ou o aluguel de 1 apto de 2 quartos deveria ser 5500 ou estou pagando 0,27% do valor do imóvel pelo aluguel do mesmo. Não há vantagem nenhuma em comprar quando o valor do imóvel é menor que 0,8% do valor do aluguel, neste caso sai muito mais barato alugar e poupar até a readequação do preço dos imóveis à realidade.
Acredito que pelo menos 1/5 dos apartamentos do plano piloto sejam para especulação e de que, no caso do noroeste, pelo menos 1/3 esteja sendo comprado para especulação. Há diariamente matérias compradas na imprensa sobre como é possível ganhar dinheiro investindo em imóveis (digo que são compradas porque basta ler a matéria que você verá inclusive o nome de quem pagou, pois a matéria diz vejam só tal vantagem, é o caso do empreendimento xxx da construtora yyy). Outra coisa, quantos corretores há na cidade, hoje em dia é um atrás do outro, pois quando há uma bolha há também um crescimento irreal deste número de profissionais. Há pessoas que se fiam na opinião de corretores para comprar imóveis, bom, estas pessoas devem gostar de ser enganadas porque o corretor sempre estimulará a compra, independente do momento, pois o seu salário é formado por comissão e sem compra e venda não há comissão. Os jornais são comprados pelas corretoras e imobiliárias que são os seus grandes anunciantes (abra o jornal e veja que tipo de anúncios há no mesmo - imóveis e carros --> vocês acham que o jornal não terá matérias encomendadas destes setores) Bom, quem tem curiosidade em ver casos de estouros de bolhas de imóveis, como já falei, de uma olhada sobre o que aconteceu no Japão, na Espanha, na Inglaterra e nos EUA. Lá também diziam que investir em imóvel é seguro porque o preço nunca cai e há cada vez menos lugares para construir. Vejam só o que aconteceu por lá, os preços, em alguns casos, caíram mais de 50% (caso de regiões da Califórnia). Bom, sempre veremos pessoas dizendo que os imóveis irão continuar se valorizando e dizendo que não há bolha e que 10000 o metro quadrado é pouco e vai valer muito mais. Provavelmente são donos de imóveis velhos que não valiam quase nada e que agora parecem valer 1 milhão (o que causa uma falsa sensação de riqueza na pessoa que acredita mesmo que seu imóvel vale isso e acha que conseguiu ficar rico sem trabalhar) ou especuladores. Estes não conseguirão nunca enxergar a euforia do mercado, pois fazem parte dela. Só verão a verdade quando ficarem surdos com o estouro da bolha. É o que eu digo para aqueles que têm acesso à informação, leiam os casos do exterior e se informem. Leiam sobre housing bubble ou bolha imobiliária. Pesquisem nos sites de pesquisa sobre bolha imobiliária e irão ver que os artigos de 2007 e início de 2008 de especialistas no setor e de renomados analistas dizem que não há bolha nenhuma, que o que fez o preço dos imóveis dobrar foi a escassez de propriedades e blá,blá,blá. Todos estavam errados e o que houve foi o estouro da bolha. Em Brasília os preços também dobraram ou quase triplicaram em 5 anos tanto no plano quanto nas satélites. Só não vê a bolha quem não quer. Só o futuro dirá quem está certo, mas tenho convicção no que digo. Abraços a todos. |
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#228 |
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Join Date: Jan 2006
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Discordo de ti, sempre houve esse movimento no mercado de Brasília, detalhe, é um movimento que ocorre a cada 5 anos. O mesmo se repete em outros setores, como Shoppings, depois de uma temporada de inaugurações, vai passar perto de 5 anos, sem inaugurar nada.O que ocorre nesse momento, que a cidade de proviciana, se tornou global, agora existe imobiliárias e construtoras do mundo inteiro investindo em Brasília, então, eu não vejo nenhuma bolha. Agora para os incredulos de plantão, quantos anos, foi a primeira licitação do Sudoeste? 5 anos, 10 anos ou mais. Então não vejo essa bolha, até mesmo porque, todas as áreas estavam previstas sabem desde quando? Desde 1977 no caso de Aguas Claras e demais cidades mais afastadas e de 1987 no caso do Brasília Revisitada (Sudoeste, Noroeste e Taquari). Então agora em termos de custos, ninguem em nenhum lugar do planeta, compra um apartamento, esperando conseguir aluga-lo por 1% do seu valor. Apesar que na minha quadra, ocorre o contrário, as casas são alugadas pelo valor de 3% do valor da casa. E outra, as pessoas curtem pegar bolhas imobiliárias de países desenvolvidos com o Brasil, não tem nem semelhanças sequer existe. Pois só para efeito comparativo, quantos % do PIB, esses países gastam em investimentos em infra-estrutura? 30%, 40%, aqui no Brasil sequer chega a 19%. Então não vejo nada de bolha imobiliária em Brasília, agora preços, as pessoas querem comparar cidades de tamanhos diferentes, custos de vida, infra-estrutura, renda per capita, e até como curte siglas, IDH e GINI diferentes. Só o indice de apartamentos vazios em Brasília é o menor do Brasil. Sem falar é claro, se não existisse demanda para tantos apartamentos e casas, o que se explica os condominios irregulares? São uma miragem? Então tu não acredita em valorização imobiliária? Sei não acho que em Brasília vai chegar o tempo, que as pessoas que ganham pouco, vão ter que morar a 200 km daqui. Apesar que, valorização imobiliária ocorre em todos os locais. Mas com uma pequena diferença. Existe bairros em NY, aonde um prédio vale mais do que outro, então quero ver a lógica na resposta. Como um prédio do Lote A vale mais do que o Lote B, isso, um colado ao outro? Com certeza não vai ter resposta né. Como eu pesquiso o mercado imobiliario desde 1987, eu sei muito bem como é o mercado em Brasilia, e não acredito existir tal bolha imobiliaria, e no caso que existisse, aqui na cidade seria muito menor do que em outras cidades. Até aonde eu sei, no ano passado poucos lançamentos foram adiados. Até mesmo porque, a grande massa que compra em Brasília não é de funcionários publicos e para piorar, não depende de bancos para emprestimos ou financiamentos. Então vem a pergunta, se o investidor não depende de bancos, emprestimos ou financiamentos, como ele vai entrar na bolha? Ridiculo a afirmação que isso venha ocorrer em Brasília. Mas se quiser, em coloco matérias de 1987, que colocam em xeque essa afirmação. Last edited by Pesquisadorbsb; October 14th, 2009 at 03:52 PM. |
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#229 |
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Só para efeito de comparação, a 10 anos atrás, aonde eu resido, era mato, e hoje está tudo construído, então não teve valorização imobiliária? Brincadeira né, então eu estou numa bolha imobiliária desde 1956.
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#230 |
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Revista EXAME -
Há quase uma década o mundo teme o estouro da bolha imobiliária que atingiu algumas das principais cidades do globo. Ao longo dos anos 90, o preço de residências e escritórios cresceu exponencialmente em capitais como Tóquio, Nova York e Madri, Na vetusta Londres, a proliferação de novas lojas, restaurantes e conjuntos de escritórios vem desalojando centenas de tradicionais pubs, que se rendem ao aumento do preço dos imóveis. Nos Estados Unidos, os mais pessimistas esperavam que a especulação imobiliária se transformasse numa segunda, e talvez mais arrasadora, bolha da internet. A euforia imobiliária que contaminou grandes metrópoles ao redor do mundo, e que só recentemente começou a se reverter, parecia estar a anos-luz de distância do Brasil -- até agora. Depois de duas décadas, o setor saiu de seu estado moribundo no ano passado ao bater novo recorde no volume de financiamentos com recursos da caderneta de poupança, 9,5 bilhões de reais. Isso fez com que o número de imóveis financiados ultrapassasse a barreira de 100 000 unidades, algo que não acontecia desde 1988. Entusiasmadas, construtoras e incorporadoras acompanharam esse movimento e aumentaram o número de lançamentos em 30% nos últimos dois anos. Ante tal fase inédita de otimismo, alguns analistas começam a se perguntar se há risco, afinal, de que uma bolha também esteja se formando por aqui. A boa notícia é que, apesar de todo o barulho, o mercado imobiliário brasileiro ainda está na ante-sala de um boom -- e muito distante do que se viu em países como os Estados Unidos. O momento atual é fantástico em relação ao histórico brasileiro, mas incipiente em comparação com países como o México, onde o número de unidades financiadas anualmente é quase cinco vezes maior. É exatamente a perspectiva de replicar por aqui o volume de negócios de outras nações emergentes que está por trás de um inédito movimento das empresas imobiliárias em direção à bolsa. Desde setembro de 2005, 12 construtoras lançaram ações na Bolsa de Valores de São Paulo e, no total, receberam 5,2 bilhões de investidores estrangeiros. Com um olho no presente e outro no futuro, companhias voltadas para o setor de construção, como a fabricante de telhas e caixas-d'água Eternit, estão investindo para aumentar a capacidade instalada. Pelo menos parte das condições para que o mercado tenha grande crescimento continuado já está dada. Nos últimos anos houve vários avanços nas leis, que passaram a ser mais rígidas com os maus pagadores. A experiência internacional também reforça os prognósticos positivos. Países com economia estável e taxas de juro em queda viveram períodos de grande expansão do mercado imobiliário. "Por enquanto ainda não estamos num boom, mas a expectativa é que o Brasil viva a mesma experiência por que passaram países como Espanha e México", diz o economista Gustavo Loyola, sócio da consultoria Tendências e ex-presidente do Banco Central. A expansão recente ainda está voltada para as classes média e alta, que absorvem a maior parte do crédito disponível. "Os grandes bancos já identificaram o mercado como um negócio promissor e estão colocando mais recursos em empréstimos, não apenas cumprindo a exigência de transferir o dinheiro da caderneta de poupança", diz o presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Décio Tenerello. Para chegar ao estágio já conquistado por Espanha e México, o mercado brasileiro terá de atender à classe baixa. "É nesse segmento que se concentra o déficit habitacional brasileiro, a grande demanda reprimida", diz Ricardo Behar, diretor executivo especialista em imóveis do Morgan Stanley. Nos Estados Unidos, o setor imobiliário tem sido o dínamo da economia. Desde o começo da década, o valor de todas as residências americanas juntas aumentou mais de 9 trilhões de dólares, totalizando 22 trilhões. Incentivados por competitivas taxas de juro anuais -- na média, sempre abaixo de 7% --, os americanos impulsionaram o mercado imobiliário. Esse fenômeno empurra a economia para a frente de duas formas. Dá impulso à construção civil e incentiva o consumo. Milhões de proprietários de imóveis usam suas casas e seus apartamentos como garantia para novos empréstimos e gastam o dinheiro no consumo. Para outros, a simples sensação de que seus bens estão mais valorizados é o suficiente para sair gastando. O problema é quando os preços atingem patamares insustentáveis e o boom vira bolha. Nos casos em que o inevitável ajuste acontece com uma queda radical no preço dos imóveis, o resultado é quebradeira e recessão. Por lá, os economistas não se cansam de alertar para os efeitos nefastos que a bolha imobiliária pode trazer ao país. Por aqui, a questão é quase oposta -- o que se viu até agora é apenas o prenúncio da verdadeira arrancada no mercado de imóveis? O mercado está mais forte... Fonte: http://portalexame.abril.com.br/revi.../m0123102.html |
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#231 |
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BANNED
Join Date: Jan 2006
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Então essa matéria é clara. Isso "nunca" vai ocorrer em Brasília, até mesmo porque se forem computar quantos espaços para prédios existem em Brasília para serem construídos, então essa bolha que dizem que vai ocorrer, deve ter estourado em 1956.
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#232 |
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Registered User
Join Date: Feb 2008
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Caro pesquisador,
Respeito a sua opinião, por mais que discorde dela. É esse debate que faz o fórum. Só fiquei curioso por 2 aspectos: 1) A minoria dos compradores de imóveis em Brasília são servidores públicos? Não vejo muito sentido nisso, mas tudo bem. 2) Na sua quadra as casas são alugadas por 3% o valor do imóvel? Você poderia me dizer qual a sua quadra, qual o valor médio das casas localizadas nela e qual o valor médio do aluguel para que eu possa investir neste local. Obrigado pelas informações. |
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#233 |
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BANNED
Join Date: Jan 2006
Posts: 24,836
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Infelizmente aqui na minha quadra não existe casas disponiveis, todos os dias, tem corretor oferecem a alma para meus pais venderem a casa. E não tem muito tempo que uma casa fora vendida por 1.000.000,00 para uma familia americana.As casas aqui variam entre 500.000,00 a 1.000.000,00 reais, pois já existem casas de 4 pavimentos aqui na 715 sul. |
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#234 | |
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Registered User
Join Date: Feb 2008
Posts: 257
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Inclusive, pela minha lógica de mercado, a sua casa está com o preço baixo, pois se o valor do aluguel ideal é de 1% uma casa de 1.000.000 na sua quadra não deveria valer menos que 3.000.000,00 (tomando como base o valor atual do aluguel). |
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#235 |
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Registered User
Join Date: May 2009
Location: Brasilia
Posts: 109
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O problema é que já se fala dessa tal bolha imobiliária em Brasília há muitos e muitos anos e até agora nada dela estourar. Eu, por exemplo, conheço gente que deixou de comprar imóvel aqui há quatro anos pq tinha certeza que a bolha ia estourar e deixou o dinheiro todo no banco. Resultado, após quatro anos de juros e muita poupança, hoje conseguiriam comprar menos do que comprariam no início.
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#236 |
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BANNED
Join Date: Jan 2006
Posts: 24,836
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Olha no Brasil não corre risco de bolha imobiliaria apenas por alguns motivos, cite qual país no mundo que remunera alugueis, com uma inflação alta como a nossa? A Caderneta de Poupança tem remuneração superior de muitas aplicações financeiras. Agora e aluguel? O ultimo reajuste que tenho noticia de reajuste, fora de 2 digitos, enquanto a inflação está apenas em 1 digito.Então falar que imovel não é um grande negócio, com bolha ou sem, aqui em Brasília vamos viver decadas de alta de preços, até mesmo porque, a pessoa ou empresa mais interessada na alta, é justamente a Terracap, e quem é dona da empresa? Uai o governo. |
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#237 | |
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Registered User
Join Date: Jan 2008
Posts: 833
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Agora, quero ver quem paga esses 3% (ou R$ 15.000) por mês de aluguel numa casa ali... Reportagem do Correio, recente, sobre o assunto: http://www.correiobraziliense.com.br...+ALUGUEL.shtml "O aluguel tem que variar entre 0,6% e 1,2% do valor de mercado da casa ou do apartamento." Pelo visto, essa quadra do pesquisador, com aluguel de 3%, é "meio" fora da realidade.
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Threads criados DF - Brazlândia, Guará, Núcleo Bandeirante, Taguaparque, 115/116/315/316 Sul SP - São Paulo - Barra Funda, Campinas - Vila Industrial MG - Santa Rita do Sapucaí Threads do Davidbsb onde tb postei fotos minhas (ver páginas seguintes) Taguatinga, Ceilândia, Águas Claras Last edited by eamaral; October 15th, 2009 at 10:56 AM. |
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#238 |
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Registered User
Join Date: Dec 2007
Posts: 4,722
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Esse percentual de "1%" no aluguel hoje em dia é utopia de economista... Pelo que acompanho a média é 0,5%... Mas quanto mais caro o imóvel menor esse índice... Por isso que os investidores preferem investir em imóveis menores... Pesquisem esse percentual de outros bairros nobres do país como Leblon e Ipanema no Rio de Janeiro e Vila Nova Conceição em São Paulo. Verão que o Plano Piloto (área nobre) não está muito diferente dos seus pares. Agora, 3% é devaneio...
Last edited by Espartano_bsb; October 15th, 2009 at 01:57 PM. Reason: erro de digitação |
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#239 |
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BANNED
Join Date: Jan 2006
Posts: 24,836
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Aqui na quadra não é, o pior que tem gente que sai no tapa para comprar ou alugar uma casa por aqui.
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#240 |
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Registered User
Join Date: Aug 2009
Posts: 34
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Segundo o que ouvi dizer, a primeira projeção do Noroeste foi vendida em menos de 24 horas a R$ 8.000,00 o metro quadrado; preparam os próximos lançamentos a, no mínimo, R$ 10.000,00.
Acho que aqui, como em qualquer lugar, funciona a velha lei da oferta e procura... Não é mais e nem menos complicado ou misterioso do que isso... Enquanto os incorporadores continuarem vendendo seus imóveis nos preços que desejarem em tempos cada vez mais curtos, o que veremos, muito provavelmente, é um constante aumento de preços a cada novo lançamento. Um detalhe interessante é que, pelo menos no que se refere aos lançamentos do Park Sul (JC Gontijo e Base, pelo menos), grande número dos que compraram são pessoas hoje residentes no Sudoeste e Asa Norte e que darão algum imóvel (de muitos será o apartamento em que moram) na entrega das chaves do novo daqui a dois ou três anos. Em todo caso, acho temerário qualquer pessoa acreditar poder prever com certeza absoluta o comportamento futuro de um mercado complexo como é o de imóveis, em que muitos fatores, alguns externos a Brasília, concorrem para a formação dos preços. |
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