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#481 | ||
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Registered User
Join Date: Aug 2009
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População: Valladolid Capital: 317864 (1 de Janeiro de 2009) Valladolid Província: 532575 (idem) Castilla y Léon CA: 2497370 (1 de Abril de 2010) Rendimentos (Pib per Capita): Valladolid Província: 25153,34€ (31 de Dezembro de 2007) Castilla y León CA: 23167,30€ (idem) E há mais pormenores, nomeadamente pólos geradores de tráfego constante ao longo de todo o ano. |
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#482 |
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Registered User
Join Date: Mar 2009
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#483 |
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Registered User
Join Date: Oct 2009
Location: Coimbra
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Opa, soube desse valor quando o Pina Prata se candidatou à Câmara.
Ele falava em 5 milhões de euros que eram necessários para ampliar a pista e fazer os restantes arranjos necessários para fazer a devida transformação do aeródromo. Entretanto também ouvi o Carlos Encarnação a falar sobre o assunto e os 5 milhões de euros voltaram à baila. No entanto, ao que sei, o aeródromo de Antanhol tem uma limitação quanto ao tamanho da pista o que faz com que, mesmo com a ampliação, não seja possível receber determinados voos xpto... um assunto que eu não domino... lol Oponopono, eu sei que tu dominas o assunto das estruturas de transportes. Tu de cabeça consegues saber logo que o aeroporto em Monte Real ou noutro sítio qualquer não daria lucro. E eu dou-te os parabéns por isso... Porque realmente entendes do assunto. Eu como não entendo limito-me a pedir que se estudem as localizações antes de se cometer o erro de ir fazer à pressa só por que sim e depois sai tudo ao contrário. E, se realmente vai dar prejuízo, é preciso saber quem o vai pagar e se mesmo assim vale a pena avançar... E porquê questionar se , mesmo dando prejuízo, se deve avançar? Porque hoje pode dar prejuízo, mas os estudos podem mostrar que em X anos a procura vai justificar a existência do aeroporto. E nesse caso, mais uma vez, podemos ter um bom indicador sobre se é ou não boa ideia avançar para o novo aeroporto... Acho que temos de reconhecer que um aeroporto seria muito bom para o turismo da zona. Eu quando quero ir a algum lado começo por procurar os aeroportos mais próximos. Se não há, desisto mais facilmente da ideia... A questão aqui é saber se isso justifica um aeroporto. Se realmente os números mostram que será um fracasso, talvez se devesse deixar esta história para mais tarde... E mesmo assim, para mim, Monte Real é uma má ideia. Litoral. Litoral. Litoral. Vamos continuar a pôr as estruturas todas nos mesmo sítios... |
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#484 | ||
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Registered User
Join Date: Aug 2009
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Agora no particular de Monte Real, há também a questão da FA e das missões que têm aí a sua base o que logo à partida faz da ideia um absurdo... embora eu não tenha quaisquer dúvidas de que ainda irei ver propôr a eliminação da capacidade de resposta rápida da Força Aérea Portuguesa algures por aí. Bruno, por via de regra não gosto de movimentos populares sem o devido enquadramento, por maioria de razão num cenário de governos que têm uma certa tendencia a satisfazer os caprichos da populaça, sejam eles quais forem, por motivos eleitoralistas. São remédio certo para a asneira. Asneira essa que se faz num momento mas os seus efeitos perduram nos anos por décadas e décadas. Nota que eu faço muito vincadamente a distinção entre sociedade civil e povo aos guinchos. A existência duma sociedade civil forte agrada-me muito. Povo aos guinchos incomoda-me profundamente. Não pelo povo e pelos guinchos. Berrem o que quiserem, quero lá saber. É por essas coisas às vezes ganharem dimensão tal que obriga a que sejam ouvidas e então fazem-se asneiras porque há muita gente que as pede. Um exemplo de sociedade civil forte, a Alemanha. O traçado duma estrada ou via férrea, na Alemanha, pode levar facilmente 10-12 anos a ser feito. Porquê? Porque existe uma obrigatoriedade legal de ouvir uma série de entidades locais. Mas a diferença é que essas entidades locais são efectivamente interlocutores válidos. Têm um dado enquadramento técnico que lhes permite serem efectivamente interlocutores válidos. É por isto que ponho sérias reservas, tenho muito medo da existência deste tipo de movimentos e defendo que deveriam ser cortados pela raiz muito cedo, sem se deixarem crescer. Não me refiro a por-lhes uma mordaça, naturalmente mas a usar uma tática de ostensivamente ignora-los até desaparecerem de vez. |
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#485 |
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Registered User
Join Date: Jul 2010
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Em Espanha (continente) existem 35 aeroportos, alguns dos quais bases aéreas abertas ao tráfego aéreo civil. Só na Galiza existem 3 aeroportos (Corunha, Santiago e Vigo). Em Portugal existe 1 aeroporto a norte do rio Douro e brevemente 3 aeroportos a sul do rio Tejo.
Com a construção do NAL, a região Centro é a que em toda a Península Ibérica está a maior distância de um aeroporto. Quanto a Beja, é caso para se dizer que se constroem aeroportos onde não há passageiros e onde eles realmente estão não há aeroportos. Monte Real existe, está lá! Tem acessibilidades (A1, A17, A8, IC8, linha do Oeste e futura estação do TGV muito próximo). Está perto de Coimbra, Leiria, Figueira da Foz, do Santuário de Fátima, do Oeste e dos seus empreendimentos turísticos (que já existem ao contrário de Beja), do porto da Figueira da Foz e das zonas altamente industrializadas como Marinha Grande, Pombal, Porto de Mós, Batalha, etc. Monte Real tem mais de 2 milhões de habitantes num raio de 100km coisa que sinceramente em Beja não vejo. Quanto à questão da coordenação com os militares...pois muito bem, nada disto teria começado a evoluir se não houvesse da parte deles uma abertura para se estudarem formas de operação conjunta. É isso que se está a fazer e tenho a certeza de que com boa vontade de ambas as partes chegaremos a um entendimento. Por fim o investimento. Qual o problema de se aproveitarem e porem ao serviço das populações infra estruturas que já existem e que podem facilmente e por um baixo custo dinamizar fortemente essas regiões? Não vejo problema e só vejo benefícios. A prova de que Monte Real tem futuro é a quantidade de interessados que já apareceram dispostos a estudar e financiar o projecto. Cabe ao estado não criar problemas caso os privados vejam aqui uma oportunidade. |
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#486 | ||||
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Registered User
Join Date: Aug 2009
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Quem é que apareceu interessado em financiar o que quer que seja? O que vejo é um lobby a criar-se para que o governo aproveite a base aérea de Monte Real. Agora interessados em operar no aeroporto ou coisa do género ainda não vi nenhum. |
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#487 | |
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Registered User
Join Date: Jan 2008
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Talvez desse para a Aerovip operar lá o Shorts 360 que o site deles diz que têm. Esse (ou o Do228) já dava para transportar pessoas de/para Lisboa para Coimbra. Podia ser uma rota Porto - Lisboa com "paragem" em Coimbra...
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Portugal: 15 pontos abaixo da linha de água, e os adeptos só discutem se os árbitros roubaram 0, 1 ou 2 pontos. Compraste muita coisa, compras-te sempre tantas prendas? |
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#488 |
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Registered User
Join Date: Aug 2009
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O Do228 pode ir a Coimbra com o aeródromo existente.
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#489 |
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Registered User
Join Date: Jan 2008
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Mas o Shorts leva o dobro dos passageiros... (e se calhar uma melhoria nas condições em terra para os passageiros da linha não fazia mal nenhum)
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#490 |
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Ou seja, pode operar-se com o Dornier (com o Shorts não tenho a certeza) mas a Aerovip não opera, certamente porque não quer, por não ver interesse na rota. No entanto aumenta-se o aeródromo para poder receber um avião maior... quando não há interesse em operar a rota sequer com um avião mais pequeno. Interessante!
E quem diz a Aerovip pode facilmente dizer qualquer outra. Mesmo não tendo equipamento próprio, ao ver interesse, poderiam alugar para fazer a rota. |
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#491 |
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Registered User
Join Date: Jan 2008
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Não é possível que uma rota operada por um avião de 18 lugares não ser rentável, e sê-lo quando operada por um avião de 36 lugares? Assim de repente, deve haver custos que são fixos (a tripulação não é de tamanho semelhante em ambos os casos?), alguns custos são independentes, ou quase, do tamanho da aeronave, e a aeronave maior pode (no caso daqueles modelos não sei se é verdade) ter custos por passageiro mais baixos.
Tudo junto, pode fazer com que os preços possíveis com a aeronave maior permitam uma procura suficiente para justificar a rota, enquanto que a de menor capacidade ficaria abaixo desse valor. (E depois, se a câmara de Coimbra entrasse com o guito para melhorar o aeródromo, podia ser que depois quisesse justificar a despesa e juntasse apoio de outras câmaras próximas para chegar a acordo com uma companhia aérea que operasse a rota com um contrato qualquer de "serviço público". Apesar de que o mais certo é que se pusessem a exigir que o estado se chegasse à frente.)
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#492 | |
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Registered User
Join Date: Aug 2009
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Não é por acaso que as duas únicas rotas interiores existentes em Portugal são Vila Real e Bragança e, ainda assim, as duas subsidiadas pelo Estado. E isto leva-me ao contrato de serviço público: por um lado as câmaras não têm dinheiro para isso. Por outro não sei, sequer, se legalmente o podem fazer. E, enfim, seria um tanto ou quanto absurdo uma coisa dessas numa cidade como Coimbra, próxima e bem comunicada com Lisboa e Porto. |
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#493 |
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Registered User
Join Date: Oct 2009
Location: Coimbra
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Avião Lisboa - Porto com paragem em Coimbra? Já agora um intercidades no ar, não? Qual o interesse de ter um avião com esse tipo de serviço?
O investimento no aeródromo não é feito porque se entende, e muito bem, que por muito que se gaste não há qualquer rentabilidade. Vejamos que estamos a falar de um aeródromo (dizem eles... eu não percebo nada do assunto) que não tem possibilidade de se expandir. Além de que seria irónico estarmos a construir um aeroporto novo em Lisboa porque o da Portela está no centro da cidade e irmos desenvolver um em Coimbra, justamente, no meio da malha urbana... Não faz sentido. Além do mais não faz sentido ser bairrista neste caso. Aeroporto em Coimbra, concelho, não faz sentido! Muito menos faz em Monte Real. Fará sentido no interior do distrito de Coimbra, por forma a comunicar eficientemente com litoral e interior... de forma a atrair muito mais cidades e populações como alavanca conjunta de crescimento... assim faria sentido.. mas, e volto a dizê-lo, como eu não percebo nada do assunto, só se os senhores que percebem mostrarem que o aeroporto em causa vai ser financeiramente sustentável é que o aprovo. |
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#494 |
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Bruno, essa área interior do distrito de que já tens falado, Gois e afins, não é uma área bastante acidentada, com montes e vales por todo o lado?
Uma nota mais e em particular para ti dado o interesse que demonstras nestas coisas. Um aeroporto destes será sempre deficitário e aí não há voltas a dar. Vamos assumir um custo anual de 5 milhões, ok. Noutro contexto, num país com outras condições, e pese embora eu ser o mais possivel contra gastar-se dinheiro à toa e à doida, eventualmente podia pensar no assunto e até estar a favor de ver-se que benefícios económicos poderiam daqui advir e em que prazos porque seria sempre algo muito a la longue. Nas actuais condições Portuguesas não há capacidade do país comportar seja o que for nesse aspecto e é em larga medida por isto que defendo que este lobby deveria ser cortado pela raiz e sumariamente. |
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#495 |
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Join Date: Oct 2009
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Penso que sim.... Mas quem diz Góis, diz Pampilhosa, Arganil, Lousã e etc.. Por muito acidentados que sejam tem de haver um pedacinho de terreno plano...
![]() Mas não acreditas que este aeroporto gere benefícios superiores a esses tais €5M? |
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#496 | |
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Toda a região está demasiado próxima de Lisboa e Porto e muito bem comunicada com qualquer das duas para um aeroporto em Coimbra fazer a diferença seja no que for. |
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#497 |
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Mas a escolher entre Monte Real e Este de Coimbra, qual achas que seria a melhor localização? Tendo em conta que há possibilidade de fazer o aeroporto numa zona que sirva tão bem o interior como o litoral?
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#498 |
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Nenhuma das duas. Dado o contexto, dada a proximidade a Lisboa e Porto, nenhuma, claro. Não pensar mais no assunto, simplesmente.
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#499 |
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tá certo...
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#500 |
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Se calhar é por eu não conhecer Coimbra, mas não estou a ver bem como é que Antanhol é no meio da malha urbana. Do que estou a ver, são uns 7 ou 8km até qualquer coisa que pareça malha urbana...
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Portugal: 15 pontos abaixo da linha de água, e os adeptos só discutem se os árbitros roubaram 0, 1 ou 2 pontos. Compraste muita coisa, compras-te sempre tantas prendas? |
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