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#1 |
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O Prof Godin
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Vila Nova de Milfontes
…Milfontes é um paraíso…omeço com umas aéreas retiradas do:
http://photobucket.com/images/Vila%2...e%20Milfontes/ ![]() Vila Nova de Milfontes é uma freguesia portuguesa do concelho de Odemira, com 75,88 km² de área e 4 258 habitantes (2001). Densidade: 56,1 hab/km². Foi sede de concelho entre 1486 e 1836. Era constituído pelas freguesias da vila e do Cercal. Tinha, em 1801, 1 559 habitantes. Em 1836 foi integrado no concelho do Cercal, tendo passado a Odemira somente em 1855. Património * Forte de São Clemente ou Castelo de Vila Nova de Milfontes * Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (wikipedia) Rotunda Mirador ![]() Porto de Pesca
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Curam habe de bono nomine: hoc enim magis permanebit, quam mille thesauri pretiosi, e magni É a própria vida que tem de mudar… Crónicas de Coimbra,…país profundo… Last edited by O Prof Godin; December 20th, 2008 at 10:35 PM. |
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#2 |
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Barra for friends
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Tem praias excelentes
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#3 |
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Αλέξανδρος
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tem sim sr
actualmente enche mto mas a uns anitos era uma paz passar ali um tempinho de praia...
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#4 |
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O Prof Godin
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Iconografia
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Curam habe de bono nomine: hoc enim magis permanebit, quam mille thesauri pretiosi, e magni É a própria vida que tem de mudar… Crónicas de Coimbra,…país profundo… Last edited by O Prof Godin; December 20th, 2008 at 10:33 PM. |
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#5 |
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O Prof Godin
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Fotografia História
![]() anos 40 ![]() anos 30 ![]() ![]() XIX-XX ![]() ![]()
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#6 |
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O Prof Godin
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Vistas Gerais
Old
![]() ![]() ![]() Actuais ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() …continua…
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#7 |
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Barra for friends
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Excelentes fotos caro professor
![]() Com sua permissão irei meter uma ortofoto actual Já agora se fosse possível poderia meter estas informações no primeiro post ? ![]() Vila Nova de Milfontes é uma freguesia portuguesa do concelho de Odemira, com 75,88 km² de área e 4 258 habitantes (2001). Densidade: 56,1 hab/km². Foi sede de concelho entre 1486 e 1836. Era constituído pelas freguesias da vila e do Cercal. Tinha, em 1801, 1 559 habitantes. Em 1836 foi integrado no concelho do Cercal, tendo passado a Odemira somente em 1855. Património * Forte de São Clemente ou Castelo de Vila Nova de Milfontes * Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (wikipedia)
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#8 |
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Barra for friends
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Ortofoto (by Google Maps)
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#9 |
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O Prof Godin
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Refs Fotos e textos
…extraido de, António Martins Quaresma, "O turismo no litoral alentejano – do início aos anos 60 do século XX. O Exemplo de Milfontes",in, © Milfontes.net – Ano 2003
39 Origem das ilustrações 1 GEORGE LANDMANN, Historical, Military and Picturesque Observations on Portugal, II vol. (Military and Picturesque Observations on Portugal), Londres, T. Cadell and W. Davies, 1818, entre pp. 144 e 145. Capa, 2, 3, 5 e 7 Ilustração Portuguesa, II série, n.º 404, 17 de Novembro de 1913, pp. 586 e 587. 4 ÁUREA PAES FALCÃO, Pequena Monografia do Concelho de Odemira, 1943, dactilografado, inédito (cópia cedida por Raul Almeida), p. 38, foto Penha de Almeida. 8 Postal cedido por D. Rosária de Jesus. 9, 10 e 12 Cedidas por D. Maria Augusta Baptista Brás. 13 Cedida por José Maria dos Santos. 14 Do Arquivo Fotográfico do Diário de Notícias. 15 Cedida por Comandante Joaquim Cabeçadas Silva Reis. 6 e 11 Origem desconhecida (cópias do arquivo pessoal do autor). 16 Cedida pelo arq.º Luís Soveral Varella. 17 e 18 Cedidas por Sérgio da Silva Marques ver também, António Martins Quaresma "RIO MIRA MOINHOS DE MARÉ", in, WWW.MILFONTES.NET, MILFONTES, 2001
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O Prof Godin
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Moinhos de Marés
Este não é moinho
![]() Moinhos Moinho da Asneira, hoje transformado num pequeno resort ![]() Planta de Localização de Moinhos ![]() Sistema Construtivo ![]()
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O Prof Godin
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Plantas Google
![]() ![]() …continua…
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Barra for friends
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O Prof Godin
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Forte de Milfontes / Castelo de Milfontes / Forte de São Clemente
Forte de Milfontes / Castelo de Milfontes / Forte de São Clemente
IPA Monumento Nº IPA PT040211110002 Designação Forte de Milfontes / Castelo de Milfontes / Forte de São Clemente Localização Beja, Odemira, Vila Nova de Milfontes Acesso Junto ao estuário do Mira, a cerca de 1,5 Km da barra Protecção IIP, Dec. nº 95/78, DR 210 de 12 Setembro 1978. Incluído no PDM de Odemira, Resolução nº 114/2000, DR 196 de 25 de Agosto de 2000 Enquadramento Urbano, outeiro, borda d'água. Inserido na povoação, está implantado na vertente sul de pequeno outeiro, a pique sobre o rio Mira. Descrição Planta poligonal irregular. Cobertura em terraço e em telhado; guarita cilíndrica no ângulo NE., cubelo ameado assente no terraço do lado N.. Muralha em talude, rematada a N. e E. por canhoneiras, rodeada do mesmo lado por fosso, cruzado por ponte levadiça que conduz à porta de acesso, em arco redondo, com pedra de armas, no pano E.. Os panos O. e S. são rasgados por vãos de verga redonda. No interior os alçados do edifício de habitação, de 2 pisos, abrem para o pátio que deita sobre o rio. Descrição Complementar Não definido Utilização Inicial Militar Utilização Actual Turística (Turismo de habitação) Propriedade Privada: pessoa singular Afectação Não definido Época Construção Idade Moderna Arquitecto | Construtor | Autor Alexandre Massay (documentada) Cronologia 1598 - Alexandre Massay é encarregado pelo Conselho de Guerra do reconhecimento da foz do Mira e do estudo da sua defesa contra os ataques constantes de que era alvo pelos corsários magrebinos. 1599 / 1602 - construção do forte. 1621 - o forte necessitava de reparação; estava artilhado com 5 peças de artilharia, arcabuzes e mosquetes, mas sem munições nem guarnição. Estava então entregue a Diogo Fernandes, um rico homem da vila. 1693 - conclusão das reparações. A praça tinha 2 companhias de soldados. 1906 - o forte é vendido em hasta pública. 1931 - a Junta de Freguesia delibera a expropriação e a demolição, que não acontece por falta de dinheiro. 1937 - novo pedido de demolição, contrariado pela DGEMN. 1939 - compra, seguida de restauro, por Luís Manuel de Castro e Almeida. Tipologia Arquitectura militar, fortaleza, maneirismo, romântica. Antes das alterações a fortaleza, mostrava planta poligonal, com muralha em talude, rematado por canhoneiras, 2 baluartes triangulares salientes nos cantos NO. e SO., a que correspondiam 2 plataformas em níveis diferentes, separadas por casamatas, casas do governador, armazéns e capela. Os panos N. e E. eram rodeados por fosso, defendido por 2 terraços com revelins triangulares salientes. Fortaleza maneirista de tipo abaluartado adaptada a residência; ambiente romântico criado pela construção de um cubelo medieval ameado na cobertura e pelo revestimento a hera das fachadas N. e E.. Características Particulares A fortaleza estava integrada no plano de defesa da costa a S. do Sado. O projecto do forte do Pessegueiro, do mesmo arquitecto, não chegou a ser concluído, subsistindo os problemas de protecção da costa e das embarcações. Dados Técnicos Não definido Materiais Cantaria, alvenaria de pedra e tijolo, telha cerâmica, tijoleira, madeira, vidro Bibliografia ALMEIDA, J., Roteiro Monumentos Militares Portugueses, vol. III, Lisboa, 1948; CALIXTO, Carlos Pereira, O Forte de S. Clemente de Vila Nova de Milfontes, in O Dia, 6 Setembro de 1979; QUARESMA, António Martins, Apontamentos Históricos sobre Vila Nova de Milfontes, Odemira, 1988; GUEDES, Lívio da Costa, Aspectos do Reino do Algarve nos séculos XVI e XVII - A "Descripção" de Alexandre Massaii (1621), in Boletim do Arquivo Histórico Militar, Lisboa, 1988. Documentação Gráfica DGEMN: DSID Documentação Fotográfica DGEMN: DSID Documentação Administrativa DGEMN: DSID Intervenção Realizada Propiretário: 1939 / 1944 - efectuados restauros (obras fiscalizadas por Florindo Pereira Albuquerque e executadas pelo mestre João Damásio, segundo lápide em azulejo no interior do castelo). Observações A adaptação a residência e posterior utilização como pousada pode ser considerada como uma iniciativa pioneira no campo do turismo de habitação. Autor e Data Isabel Mendonça 1994 Actualização Não definido
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O Prof Godin
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Castelo
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O Prof Godin
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Moinho de Maré Asneira / Moinho de Maré do Freixial
Moinho de Maré Asneira / Moinho de Maré do Freixial
![]() IPA Monumento Nº IPA PT Designação Moinho de Maré Asneira / Moinho de Maré do Freixial Localização Beja, Odemira, Vila Nova de Milfontes Acesso Complexo Turístico do Moinho da Asneira, acesso por caminho de terra batida a partir do lugar das Brunheiras. Protecção Inexistente Enquadramento Rural, isolado, ribeirinho, na margem direita do vale onde corre o rio Mira, numa zona de sapal, assente sobre o muro que delimita a caldeira que se desenvolve para N.; a O. as edificações do complexo turístico, de 1 e 2 pisos. Para N. fica o Moinho do Bate-Pé (v. ). Descrição Planta longitudinal, rectangular, simples e regular. Massa simples disposta na horizontal com coberta homogénea em telhado de duas águas. Fachada S. de um só pano rematado superiormente por beirado; ao centro rasga-se pequena janela; inferiormente três contrafortes rampeados, em alvenaria pétrea argamassada; entre eles rasgam-se 2 caboucos, em arco alteado; à direita desenvolve-se o muro da caldeira e à esquerda a comporta, encimada por passadiço de madeira que liga ao outro troço do muro da caldeira. Fachada O. de um só pano rematado superiormente em empena, rasgado por porta a que se acede por passadiço de madeira que transpõe a comporta. Fachada N. cega, rematada superiormente por beirado. Fachada E. de um só pano rematado superiormente por empena, rasgado por porta entaipada, tendo à esquerda um poial. INTERIOR: espaço único, com cobertura em tecto de duas águas com estrutura de madeira e forro de canas, apoiada em asna central; pavimento lageado com fragmentos de mós; pequena janela virada a S. e porta virada a O.; do sistema de moagem subsiste apenas um casal de mós, cujo mecanismo motriz foi desmantelado. Descrição Complementar Não definido Utilização Inicial Industrial: moinho de maré Utilização Actual Turística: bar Propriedade Privada: pessoa singular Afectação Sem afectação Época Construção Séc. 17 Arquitecto | Construtor | Autor Desconhecido Cronologia 1488 - remontam a esta data os mais antigos registos que se conservam, relativos aos moinhos deste rio; por eles é possível verificar a permanência desta tipologia e do modelo económico em que se inseria, sendo o moleiro pago com uma percentagem do cereal moído; 1950, década de - adquirido por António Domingos dos Santos (vulgo António Casa-Branca), que foi o seu último moleiro, ao lavrador da Samoqueira por 22 contos; foi então profundamente recuperado pois estava em muito mau estado; 1960, década de - deixa de laborar regularmente; 1970, década de - fim definitivo da laboração, tendo sido vendido e convertido em parte integrante de um complexo turístico; 1980, década de - desmantelamento da maquinaria de moagem e adaptação a bar. Tipologia Arquitectura civil, popular, vernácula. Moinho de maré, onde é bem visível a austeridade e funcionalidade que caracterizam a arquitectura popular do Alentejo, despojada de qualquer elemento decorativo sobressai a força do volume caiado, rigorosamente pontuado pelos vãos e alicerçado fortemente no sapal com três sólidos contrafortes. Características Particulares Moinho de maré característico do rio Mira, onde é visível pela pequena escala a dimensão da economia em que se inseria, onde até meados do séc. 20 dominava uma economia de subsistência baseada na troca directa e onde o dinheiro pouco corria. O presente exemplo é aquele que se encontra em melhor estado de conservação dos poucos exemplares que chegaram aos nossos dias, apesar de já ter sido amputado da sua maquinaria. Dados Técnicos Paredes autoportantes Materiais Paredes de alvenaria de pedra e cal, rebocadas e caiadas, telhado de telha de canudo assente em estrutura de madeira com forro de canas, pavimento lajeado com fragmentos de mós, porta e caixilharia de madeira. Bibliografia QUARESMA, António Martins, Rio Mira, Moinhos de Maré, Aljezur, 2000. Documentação Gráfica DGEMN: DSID Documentação Fotográfica DGEMN: DSID Documentação Administrativa Não definido Intervenção Realizada Não definido Observações Não definido Autor e Data Ricardo Pereira 2001 Actualização Não definido
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Vila-a-Dentro
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Odeceixe
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La Vie au Grand Air
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