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Old January 23rd, 2009, 06:44 PM   #1
GilsonBarros
Thiago Agom
 
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[Rio] Porto Sudeste, um super porto na Baía de Sepetiba

O Porto Sudeste é um terminal privativo (Empresa LLX) localizado no município de Itaguaí, Baía de Sepetiba, Rio de Janeiro, próximo ao porto público de Itaguaí.

Com uma profundidade de 20 metros, o Porto Sudeste poderá receber navios capesize , e será utilizado para embarque de minério de ferro. Sua retroárea de 52,1 hectares, o Porto Sudeste irá abrigar pátios para estocagem e manuseio de minério de ferro e terá capacidade para armazenar até 25 milhões de toneladas por ano.

Com localização privilegiada, o Porto Sudeste irá se beneficiar da infra-estrutura de acesso terrestre e marítimo já existente. Sua integração com a ferrovia MRS permitirá que o Porto Sudeste atenda algumas das principais regiões mineradoras localizadas em Minas Gerais. Além disso, sua conexão com o futuro anel rodoviário do Rio de Janeiro permitirá um acesso fácil às regiões metropolitanas do Rio de Janeiro e São Paulo.




Principais Características

Início de operações: primeiro semestre de 2011.

1 berço

Profundidade: 18,5m

Área total de 51,2 hectares.

Volume: 25 milhões de toneladas de minério de ferro por ano.



Fonte : LLX
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Old January 23rd, 2009, 06:49 PM   #2
GilsonBarros
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LLX promove Reunião Pública sobre o Porto Sudeste

Novo porto deve acabar de uma vez por todas com o monopólio praticado em conjunto pela Vale e CSN no Porto de Itaguaí

Agora a concorrência leal que tanto faz bem e rege as regras do capitalismo, alardeia conceituados economistas internacionais, deverá elevar o nível de relação envolvendo os interesses que unem empresas particulares ao Poder Público.Tudo porque a LLX Logística, empresa que faz parte do conglomerado empresarial capitaneado por Eike Batista, que esteve no final do ano retrasado, representada por um alto grupo empresarial, apresentando ao Prefeito Charlinho e sua equipe, seu audacioso projeto de erguer na área onde funcionava a Pedreira Sepetiba, comprada por seu grupo, o Porto Sudeste. Trata-se, em realidade, de um Porto privado que servirá para escoar o Minério brasileiro e trazer Carvão, provavelmente da China.
Esta iniciativa certamente após ser colocada em prática fará com que as gigantes Vale e CSN repensem suas formas de negociar em território itaguaiense, que tanto vem sufocando os mineradores de porte médio, que sem ter com quem optar para realizar seus negócios, acabam caindo nas garras da dupla que monopoliza as ações portuárias no Porto de Itaguaí.

Vale lembrar que fora a área onde está instalada a empresa Ingá Mercantil, de enorme passivo ambiental, o terreno da Pedreira adquirido pela LLX é o único naquela região disponível para fins portuários no entorno do Porto de Itaguaí, inclusive inviabilizando, para o nosso bem estar, a terrível idéia de usar a “Cava” da pedreira para acondicionar o Lixo tóxico proveniente da Ingá Mercantil.

O Projeto do Porto independente

No projeto apresentado originalmente pelos executivos da LLX Logística consta a construção de um moderno pátio de estocagem bem ao lado de uma pera da Linha Férrea, que significa exatamente uma Via Férrea acessória, um tipo de desvio de qualquer natureza, a pera, triângulo da reversão, ramais de serviços ou particulares e, de modo geral, qualquer via integrante da via principal. Resumindo, fazendo uma volta no pavilhão do pátio, para transportar seus produtos até aquela área onde está a “Cava”, que dará lugar a estas ações portuárias.

Também deverá ser aberto um túnel interligando a atual “Cava” da pedreira até as proximidades do Canal da Ilha da Madeira, dando acesso direto ao novo Porto do Sudeste, que ganhará Píer e uma dragagem para oferecer aos navios um calado de 20 metros. O melhor deste projeto é que ele não possui nenhuma interferência com o Porto de Itaguaí e certamente será responsável por um impacto ambiental bem menor se comparado com o Porto já existente.

A LLX Logística trata sempre de esclarecer que não mantém nenhum tipo de vínculo sequer comercial com a Vale ou com a CSN. Inclusive, é bom lembrar ainda que a licitação da área conhecida como “Bacalhau”, existente entre onde funciona a Vale e a CSN naufragou com a suspensão do Leilão que foi por água abaixo.

Além desta obras, a LLX se comprometeu com a prefeitura de Itaguaí, na pessoa do Prefeito Charlinho, a realizar um trabalho para requalificar os cerca de 200 funcionários da Pedreira Sepetiba para novos postos de trabalhos portuários e também privilegiar para os futuros empregos a serem abertos no Porto Sudeste a mão-de-obra local.

Prefeito Charlinho acredita no projeto como fonte geradora de recursos e de empregos para nossa gente

O Prefeito de Itaguaí apóia integralmente este projeto da LLX Logística e acredita que este empreendimento possa ser capaz de oferecer uma maior viabilidade, trazendo mais visibilidade para Itaguaí, como importante Área de Influência Portuária a se desenvolver num futuro próximo.

Segundo declarou Charlinho oficialmente, no uso dos poderes a ele conferidos: “Declaro que considero como essencial, prioritário e de interesse deste município o projeto de construção do Porto Sudeste, localizado na Baía de Sepetiba, a ser empreendido pela empresa LLX Sudeste Operações Portuárias Ltda. Por conta disto, o município se compromete a conceder a LLX Sudeste Operações Portuárias Ltda todo o apoio necessário para a construção do referido Porto”, ratificou o acordo.

Fonte: Jornal Impacto Itaguaí - 15/01/2009
http://www.jornalimpacto.inf.br/modu...ticle&sid=3780
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Old January 23rd, 2009, 07:11 PM   #3
GilsonBarros
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Ao lado da antiga Pedreira, existe uma vila. As casas já estão sendo compradas.
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Old January 23rd, 2009, 08:02 PM   #4
Carlos Lacerda
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Ótima notícia! Aquela área tem tudo pra se tornar um gigantesco complexo portuário.
Gilson Barros, vc sabe quanto será investido no Porto Sudeste até 2011?
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Old January 23rd, 2009, 08:24 PM   #5
GilsonBarros
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Não sei. Nem mesmo ontem na audiência, não me recordo de ter ouvido
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Old January 24th, 2009, 01:34 AM   #6
Fourier
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Ótima notícia para nossa infra-estrutura de transportes marítimos. É uma área que constantemente é lembrada como mais um dos gargalos do desenvolvimento nacional.

É claro que causará algum impacto ambiental que com certeza, pode ser minimizado com um bom planejamento. Só espero que os "xiitas" ambientais não embolem tudo.

Obrigado pela notícia, GilsonBarros e continue postando as novidades sobre o andamento do processo!

Abraços,
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Old January 24th, 2009, 03:19 AM   #7
muckie
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CIAO BAIA DE SEPETIBA
FOI UM PRAZER CONHECE-LA UM DIA
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Old January 27th, 2009, 04:39 PM   #8
DouG Wq
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Esse projeto do Sudeste, junto ao do Açu, no Norte do estado, darão um novo fôlego ao transporte marítimo ao estado do RJ e ao país.

Gilson, você sabe sobre criação de áreas de proteção ambientais no entorno do Porto Sudeste?
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Vejo a vida numa percepção diferenciada.
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Old August 6th, 2010, 04:33 AM   #9
Pablo Itt
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Vou começar a montar umthread sobre a Baía d Sepetiba tal com o Guanabara: Baía de Todos os Sonhos, Encantos e Intrigas. Já fiz algumas fotos se quem tiver interesse em participar mande uma PM.
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Old August 19th, 2010, 02:31 AM   #10
Pablo Itt
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Thiago vai aí uma pequena contribuição ao thread.

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Old August 19th, 2010, 03:22 AM   #11
caduroxbr
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PRECISAMOS DISSO, EMPRESAS BRASILEIRAS INVESTINDO NO BRASIL.
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Old August 19th, 2010, 04:57 AM   #12
caco
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Que baita projeto.
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Old August 20th, 2010, 12:34 AM   #13
Tobetto
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Brasil desenvolvendo na infraestrutura muito bom!
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Old September 18th, 2010, 06:11 AM   #14
Pablo Itt
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A reportagem começa com o Porto do açu e depois passa para o Sudeste. Importante é ilustração com a profundidade dos portos brasileiros atuais em comparação com estes novos

http://www.revistafatorbrasil.com.br...php?not=131582

16/09/2010 - 07:39

LLX recebe licença de instalação para Unidade de Petróleo


A LLX, empresa de logística do Grupo EBX, recebeu a Licença de Instalação para a Unidade de Tratamento de Petróleo (UTP) que será desenvolvida no Superporto do Açu, empreendimento da companhia em construção em São João da Barra (RJ). A Licença foi emitida pelo Instituto Estadual do Ambiente (INEA) no dia 10 de setembro (sexta-feira).

A Unidade terá capacidade para tratamento de 1,2 milhões de barris por dia (capacidade estática de 13,5 milhões de barris) e áreas para estocagem, processamento e movimentação de petróleo cru.

No local serão realizadas atividades de desaguamento, dessalgamento e blendagem do petróleo, o que melhora a qualidade e agrega valor ao petróleo exportado.

“A emissão da Licença de Instalação permite que o Complexo Industrial do Superporto do Açu desenvolva sua vocação de novo pólo de petróleo e gás, atendendo diretamente as Bacias de Campos, Santos e Espírito Santo“, afirmou Otávio Lazcano, diretor presidente da LLX.

A UTP - O petróleo será transportado das plataformas até o Superporto do Açu por navios FPSOs, próprios para este produto. Entre o local para atracação dos navios e a unidade, o petróleo será movimentado por dutovia.

Todas as operações para tratamento do produto serão realizadas em terra, com o uso de modernas tecnologias para construção, operação e combate a emergência.

Na fase de implantação da Unidade de Tratamento de Petróleo, com duração aproximada de 24 meses, a previsão é que sejam gerados dois mil empregos diretos. Já durante a operação, com início previsto para o primeiro semestre de 2012, deverão ser gerados 180 empregos diretos e 450 empregos indiretos. Além disto, outros 1,5 mil empregos diretos e 2 mil indiretos serão gerados na operação do Pátio Logístico.

Perfil - A LLX, empresa do Grupo EBX, foi criada em março de 2007 com o propósito de prover o país com infraestrutura e competências logísticas, principalmente no setor portuário. Seus projetos possuem localização estratégica e profundidade adequada aos maiores navios, utilizando a mais moderna tecnologia portuária. Isso resulta em operações eficientes e de baixo custo.

Atualmente a empresa desenvolve dois projetos: o Superporto do Açu, em construção desde outubro de 2007 em São João da Barra (RJ), e o Superporto Sudeste, em construção em Itaguaí (RJ).

A previsão é que a operação do Superporto do Açu seja iniciada em 2012. Atualmente, cerca de três mil pessoas trabalham na construção do porto, e metade reside em Campos ou em São João da Barra.

O Superporto Sudeste
O Superporto sudeste é um Terminal Portuário Privativo de Uso Misto, dedicado a movimentação de minério de ferro, que será instalado na Ilha da Madeira, em Itaguaí (RJ). Estrategicamente localizado, o empreendimento representa a menor distância entre os produtores de Minas Gerais e o oceano. A construção do Superporto Sudeste foi iniciada em julho deste ano e a previsão é que a operação aconteça no início de 2012.

O empreendimento terá área de 52 hectares, profundidade de 21 metros e estrutura offshore com dois berços de atracação. O investimento previsto é de R$ 1,8 bilhão para movimentação de 50 milhões de toneladas por ano, com possibilidade de expansão para 100 milhões de toneladas por ano.



Toda movimentação de minério de ferro no Superporto Sudeste será feita por ferrovia. Para isso serão construídos, a partir da linha principal da MRS, um ramal e uma pêra ferroviária (linha férrea em formato de pêra utilizada para realização do descarregamento dos vagões e manobra dos trens).

O minério será estocado em duas áreas, conhecidas como pátios de estocagem. Um deles será localizado onde funciona a Pedreira Sepetiba, o que permite o reaproveitamento de uma área industrial já degradada, gerando menor impacto ambiental.

A construção do empreendimento foi iniciada no mês de julho e a previsão é que a operação aconteça no início de 2012.

No último dia 13 de setembro (segunda-feira), a LLX divulgou Fato Relevante informando a aquisição do Supeporto Sudeste pela MMX, empresa de mineração do Grupo EBX. A operação também compreende um contrato preliminar que prevê o aumento de capital e a entrada da empresa sul-coreana SK Networks como acionista da mineradora.



Superporto do Açu - O Superporto do Açu é um Terminal Portuário Privativo de Uso Misto, em construção em São João da Barra, norte fluminense, próximo à área de maior produção de petróleo e gás do Brasil.

Com um projeto inovador, que utiliza modernas práticas de engenharia, construção e operação, o Superporto do Açu será comparado aos mais modernos e eficientes portos do mundo, como os da Ásia e Europa.

No total serão investidos R$ 4,3 bilhões no Terminal Portuário Privativo de Uso Misto do Açu, sendo RS 1,9 bilhão pela LLX Minas-Rio (responsável pela implantação do terminal portuário dedicado ao minério de ferro) e R$ 2,4 bilhões pela LLX Açu (responsável pela operação das demais cargas como produtos siderúrgicos, petróleo, carvão, granito, escória, ferro gusa e carga geral).



A LLX já possui cerca de 60 memorandos de entendimento em negociação com empresas que querem se instalar ou movimentar cargas no Superporto do Açu. Entre eles está o acordo de cooperação com a Wisco, terceira maior siderúrgica da China, assinado com a EBX em novembro de 2009 para associação entre as duas empresas para a construção e operação de uma planta siderúrgica integrada no Complexo Industrial do Superporto do Açu. A previsão é que a siderúrgica tenha capacidade inicial para produção de 5 milhões de toneladas de produtos por ano, com a possibilidade de aumento nos próximos anos.

Além disso, a LLX também assinou acordos comerciais com a Camargo Corrêa Cimentos e com a Votorantim Cimentos para a implantação de unidades industriais para a produção de cimento no Complexo Industrial do Superporto do Açu. O início da operação do Superporto do Açu está previsto para 2012.

Características do Superporto do Açu - Com construção iniciada em outubro de 2007, área total de 9 mil hectares, profundidade inicial de 21 metros fcom expansão para 25 metros) e capacidade para receber navios de grande porte, o Superporto do Açu contará com uma ponte de acesso com 2,9 quilómetros de extensão e estrutura offshore com até 10 berços para movimentação de produtos como minério de ferro, petróleo, produtos siderúrgicos, carvão e graneis sólidos. A construção da ponte já foi concluída.

Acessos ao Superporto do Açu - As empresas que se instalarem no Superporto do Açu serão beneficiadas com duas alternativas para o transporte ferroviário: a Nova Linha Mineira (ligando o Rio de Janeiro ao Estado de Minas Gerais) e a Linha Litorânea (interligando as malhas da MRS e da FCA). Os dois acessos possibilitarão que o Superporto do Açu atenda as regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste do país. As ferrovias já existem e os estudos para a recapacitação destes trechos já foram iniciados.

O Superporto do Açu também contará com acesso rodoviário pelas principais rodovias brasileiras, como a BR 116 (Rodovia Presidente Dutra) e a BR 040 (Rio - Juiz de Fora}. Para acesso ao Superporto do Açu, será construído um corredor logístico com 400 metros de largura e 43 km de comprimento. Ele terá 4 faixas rodoviárias, 2 linhas ferroviárias e 3 linhas de transmissão (135 kv, 345 kv e 500 kv). O Corredor Logístico foi dimensionado para transportar 200 milhões de toneladas por ano, com circulação de até 100 mil veículos por dia.



Geração de emprego - Cerca de três mil pessoas trabalham atualmente na construção do porto, sendo que metade reside em Campos ou em São João da Barra.

Quando o porto e o Complexo Industrial estiverem funcionando, a previsão é que sejam gerados cerca de 50 mil postos de trabalho diretos. Além disso, a estimativa é que o Superporto do Açu irá atrair US$ 36 bilhões em investimentos para a região.

Os dados constam na Avaliação Ambiental Estratégica, estudo realizado pela Consultoria Arcadis Tetraplan, que simulou a ocupação da área industrial e seus respectivos impactos. O relatório contribuirá para o planejamento regional, já que identifica os investimentos necessários para atender a demanda. O estudo já foi apresentado aos Governos Estadual e Municipal.



O Superporto do Açu possui também uma retroárea para armazenamento dos produtos que serão movimentados, além de um complexo industrial contíguo, que abrangerá siderúrgicas, usina termoelétrica da MPX (empresa de energia do Grupo EBX), cimenteiras, pólo metal-mecânico, estaleiro da OSX (empresa offshore do Grupo EBX), usinas de pelotização de minério e unidade de tratamento de petróleo, entre outros.

O porto terá condição, ainda, de atender as necessidades de logística e suprimento das atividades de exploração e produção de óleo e gás na Bacia de Campos. Para isto, está prevista a instalação de unidade de tratamento de petróleo (UTP), com capacidade inicial para 800 mil barris/dia.

O petróleo será transportado das plataformas até o Superporto do Açu por navios FPSOs. Entre o local para atracaçào dos navios e a unidade, o petróleo será transportado por dutovia enterrada. Na UTP, serão reduzidos os teores de sal e de água contidos no petróleo por meio de centrifugação e decantação. A operação melhora a qualidade e o valor comercial do produto.

Todas as operações para tratamento do produto serão realizadas em terra, com o uso de modernas tecnologias para construção, operação e combate a emergência. Além disso, a UTP disporá de diques ao redor da área de tancagem, formando bacias de contenção para eventuais vazamentos de petróleo e protegendo o ecossistema de São João da Barra. Na fase de implantação da Unidade de Tratamento de Petróleo, que possui duração aproximada de 24 meses, a previsão é que sejam gerados dois mil empregos diretos.

Já durante a operação, com início previsto para o primeiro semestre de 2012, deverão ser gerados 180 empregos diretos e 450 empregos indiretos. Além disto, outros 1,5 mil empregos diretos e 2 mil indiretos serão gerados na operação do Pátio Logístico.

A previsão é que o Superporto do Açu movimente 60 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, além de 46,4 milhões de m3 de petróleo, 10,2 milhões de toneladas de produtos siderúrgicos, 12,6 milhões de toneladas de carvão e 5 milhões de toneladas de graneis sólidos.

Os dados acima constam do Estudo de Viabilidade Econômico-Financeiro da LLX, elaborado pela VERAX Consultoria.
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Old September 19th, 2010, 05:57 PM   #15
Thuin
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Importante é ilustração com a profundidade dos portos brasileiros atuais em comparação com estes novos
É uma meia verdade para efeitos de propaganda. Os píeres de contêineres do Açu terão a mesma profundidade (15) que Santos e um pouco menos que o Rio (15,5), quando as dragagens de aprofundamento destes estiverem completas. Os berços de minério de ferro terão capacidade, como a própria ilustração mostra, comparável à dos terminais de minério de ferro hoje existentes (pertencentes, quase todos, à Vale). Por que será que na ilustração não tem as profundidades dos berços principais do TEBAR em São Sebastião (19 e 23) ou do TEBIG em Angra, (25 e 32) da Petrobrás?

Diga-se de passagem, nem faz sentido um porto que não seja de minério ou petróleo ter mais de 15m de profundidade. O maior conteineiro do mundo tem 14,5m de calado, e o maior graneleiro vegetal 14.
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Old December 8th, 2010, 06:41 PM   #16
felipe82
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Eike aumenta área do Superporto Sudeste para dobrar sua capacidade
Publicada em 04/12/2010 às 00h13m
Ramona Ordoñez e Bruno Villas Bôas
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RIO - As empresas MMX, LLX e PortX do grupo EBX, do empresário Eike Batista, anunciaram na sexta-feira a compra de uma nova área em Itaguaí, onde está em construção o Superporto Sudeste. Com a aquisição de mais 150 mil metros quadrados, que se somarão aos 780 mil já existentes, o Superporto Sudeste dobrará sua capacidade de movimentação de minério de ferro, que passará de 50 milhões de toneladas para 100 milhões de toneladas por ano.

Segundo nota do grupo EBX, o aumento da área do Superporto Sudeste faz parte da estratégia de maximizar as atividades da MMX na região de Serra Azul, no quadrilátero ferrífero em Minas Gerais. A MMX negocia com a Usiminas uma associação para lavra conjunta de minério de ferro e um acordo logístico para escoar a produção a partir do Superporto.

Ações da PortX subiram 806%; as da LLX caíram 40%
Sexta-feira também foi o primeiro dia da negociação das ações na Bolsa de Valores de São Paulo da PortX Operações Portuárias, nova empresa do grupo, que incorporou as operações do Superporto Sudeste. Até setembro, as atividades estavam com a LLX.

A complexa reorganização societária, envolvendo essas duas empresas do grupo EBX, provocaram ontem movimentos extremos na Bovespa. As ações com direito a voto da PortX fecharam em alta de 806,97% em sua estreia no Novo Mercado na Bovespa. Já os papéis da LLX despencaram 40,75% e lideraram as perdas do Ibovespa, índice de referência do mercado brasileiro.

Na reestruturação do grupo, a Porto Sudeste - que era responsável pelo projeto do Superporto Sudeste - foi retirada da LLX e passou a integrar a PortX. Os acionistas da LLX receberam uma ação da PortX para cada papel detido. Eike tem 68% da PortX.

Em 14 de fevereiro do ano que vem, a MMX vai fazer uma oferta pública de aquisição da PortX, incorporando assim o Porto Sudeste. Essa intrincada operação tem como objetivo tornar possível a entrada de um novo investidor na MMX, a sulcoreana SK Networks. A nova sócia vai comprar ações da MMX equivalentes a R$ 1,2 bilhão.

Leia a íntegra da reportagem na edição do Globo Digital
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Old January 6th, 2011, 08:58 PM   #17
Pablo Itt
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Acho que vai mais uma ajudinha ao conjunto de portos da região.

http://www.revistafator.com.br/ver_n...php?not=140129

10/12/2010 - 08:22
Dragagem do Porto de Itaguaí é concluída

As obras de aprofundamento do canal de acesso ao terminal portuário de Itaguaí, iniciadas em agosto deste ano, foram concluídas no final de novembro. Duas dragas, de origem belga, participaram do processo de retirada de cerca de 5 milhões de metros cúbicos de sedimentos. Com esta obra, a profundidade do Porto de Itaguaí passará dos atuais 14,5 metros para 17,5 metros, possibilitando reduzir em um terço o tempo de atracação. Esta é mais uma obra da Secretaria de Portos (SEP) da Presidência da República prevista no Programa Nacional de Dragagem (PND) e faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

O tempo previsto para conclusão das obras no Porto de Itaguaí baixou de dez para quase quatro meses, devido à potência das duas dragas contratadas pela Dragabrás – responsável pela obra. Esta dragagem corresponde à continuação da execução do aprofundamento do canal, iniciada em 2009.

A estimativa é que o Porto de Itaguaí – que atualmente movimenta cerca de 300 mil TEUs por ano (1 TEU equivale a um contêiner de seis metros de comprimento) – aumente em até 50% a sua capacidade.

Monitoramento Ambiental - O trabalho de dragagem do Porto de Itaguaí é monitorado por um Programa de Gerenciamento Ambiental que avaliou o grau de interferência da obra no ambiente e deu apoio às ações de controle, monitoramento e prevenção dos impactos ambientais gerados pelo empreendimento. Este trabalho é realizado pela Coppe/UFRJ, por meio do Instituto Virtual Internacional de Mudanças Globais (IVIG).

De acordo com o Programa de Monitoramento, as coletas de água foram realizadas semanalmente e analisados pH, salinidade, temperatura, turbidez, transparência e sólidos suspensos totais. A coleta também foi feita na área de bota-fora, local definido pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) para o despejo dos sedimentos. Essa área fica a 28 km do local da dragagem.

O gerenciamento contemplou ainda um Programa de Educação Ambiental, no qual foi feita uma sensibilização ambiental com os tripulantes estrangeiros das dragas, e operadores privados do porto. No total, cerca de seiscentas pessoas passaram pelo programa.
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Old September 2nd, 2011, 12:04 AM   #18
Arêas
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Dá-lhe Eike Batista!!!
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