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Go Back   SkyscraperCity > Latin American & Caribbean Forums > Fóruns Brasileiros > Fóruns Gerais > Arquitetura e Discussões Urbanas



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Old May 13th, 2013, 04:21 AM   #181
Sniper
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Santos tá linda!!!
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Old May 13th, 2013, 04:29 AM   #182
SP underground
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Originally Posted by MicBrazil View Post
O maior problema da Eletropaulo não é nem a falta de vontade em cumprir a lei e aterrar a fiação mas a organização da fiação aérea que inexiste, não são os fios de eletricidade mas os cabos de telecomunicações (Telefônica, Net, Embratel) que ficam mais abaixo que é um verdadeiro caos com muitos fios sem uso mas que continuam pendurado nos postes, e como a Eletropaulo é responsável pelos postes deveria caber a ela a organização da fiação aérea.

Eu já fiz uma reclamação no site Reclame aqui só para ouvir a resposta da Eletropaulo mas até agora nada as empresas de telecomunicação sempre dão um prazo para arrumar os fios mas nunca cumprem (isso é só no meu bairro imagine se fosse na cidade inteira), não sei a quem recorrer para que estas empresas façam algo.
Pode tentar o MP!
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Old May 13th, 2013, 05:02 AM   #183
Leo10Rio
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Originally Posted by ypm View Post
Sim, claro, Plano Piloto (Asas, Setor militar, Cruzeiro, Sudoeste, Noroeste, Centro...), o que é uma área muito grande, por sinal. Existem outras cidades aqui no DF além de Brasília e nelas a fiação infelizmente é aérea :/
Mas Brasilia e DF não são a mesma coisa? Eu tinha idéia de que as cidades satélites também eram consideradas como Brasilia.
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AÉCIO NEVES- MUDA BRASIL
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Old May 13th, 2013, 03:54 PM   #184
ypm
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Originally Posted by Leo10Rio View Post
Mas Brasilia e DF não são a mesma coisa? Eu tinha idéia de que as cidades satélites também eram consideradas como Brasilia.
Não. Oficialmente, Brasília é o plano piloto e os lagos, mas tradicionalmente as pessoas incluem o Setor Militar Urbano, os setores Sudoeste e Noroeste e o cruzeiro (novo e velho), porque são áreas imediatas, elas não se separam do plano. Mas as outras cidades do DF não são Brasília, existe separação física e administrativa. É complicado, mas se vc passar uns 2 meses aqui entende
PS: inveja das calçadas dessa avenida de Santos...as daqui estavam muito ruins, tão passando por uma renovação demoraaaaada...o centro da cidade, pelo menos, vai ter as calçadas refeitas em razão da copa. Pelo projeto, vai ser calçamento de 1a!!!
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Old May 13th, 2013, 06:04 PM   #185
MicBrazil
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Pode tentar o MP!
Era nisto que eu estava pensando, só não sei se eles oferecem advogados gratuítos, se oferecerem concerteza eu vou entrar com uma ação no MP.

A Eletropaulo fez um serviço tão porco aqui que ao efetuarem a troca de postes somente alguns foram retirados, mas muitos postes velhos tiveram apenas a sua fiação repassada para o novo poste mas não o retiraram então em muitas ruas aqui você vê um poste a menos de 1 metro do outro um verdadeiro absurdo.
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Old May 13th, 2013, 09:21 PM   #186
ypm
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Originally Posted by MicBrazil View Post
Era nisto que eu estava pensando, só não sei se eles oferecem advogados gratuítos, se oferecerem concerteza eu vou entrar com uma ação no MP.

A Eletropaulo fez um serviço tão porco aqui que ao efetuarem a troca de postes somente alguns foram retirados, mas muitos postes velhos tiveram apenas a sua fiação repassada para o novo poste mas não o retiraram então em muitas ruas aqui você vê um poste a menos de 1 metro do outro um verdadeiro absurdo.
O MP age em prol da sociedade, ele é um defensor da sociedade e das liberdades e direitos fundamentais. Ele não vai oferecer um advogado a você (ao menos em regra não), mas se entender que essa palhaçada da eletropaulo é prejudicial de alguma forma aos cidadãos do local em que você mora então ele mesmo ingressar com uma ação no judiciário pra que os problemas que você apontou sejam corrigidos. Se você for pessoalmente prejudicado, pode procurar a Defensoria Pública. Ela, sim, dispõe de defensores (advogados) públicos aptos a te auxiliar numa ação no judiciário. Se não existir defensoria na sua comarca, aí sim o MP vai agir pra te auxiliar - mas sendo SP, acho que já deve ter uma defensoria estruturada. Mas você tá certíssimo, se todo mundo que identificasse essas falhas buscasse o auxílio do judiciário, seriam tantos os reveses que a eletropaulo começaria a fazer um serviço decente.

Postes a um metro do outro? Hahaha, isso é tão Brasil! XD
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Old May 14th, 2013, 05:07 AM   #187
MicBrazil
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Eles me deram um outro prazo de até o final do ano para resolver, eu vou até esperar este prazo mas caso eles não resolvam o caso irá para o modo jurídico.
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Old May 14th, 2013, 07:21 PM   #188
Sorvete na Testa
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Em geral, há alguma cidade que possua um mapeamento completo de sua infra-estrutura de fiação aérea e subterrânea, além de canos de gases e saneamento?
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Eu ainda não critiquei? Calma, pois eu criticarei!
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Old May 21st, 2013, 02:33 AM   #189
FGB_curitiba
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Originally Posted by FGB_curitiba View Post
A Copel disponibiliza um guia prático muito bacana para cidades e condomínios interessados em construir redes de energia subterrâneas:

http://www.copel.com/hpcopel/redesub...terraneas.html
(são várias páginas, é só ir avançado)

Fiz um resumo das imagens e informações mais interessantes, pulando os dados mais técnicos:


APRESENTAÇÃO
A COPEL E A EVOLUÇÃO DAS REDES DE DISTRIBUIÇÃO



A tecnologia aplicada à construção das redes de distribuição de energia elétrica seja aérea convencional, aérea compacta ou subterrânea tem apresentado expressiva evolução ao longo dos anos em todo o mundo, cujo resultado se reflete no produto final através de custos reduzidos e maior nível de segurança. Por esse motivo, a utilização de padrões construtivos mais modernos e confiáveis se constituem em tópico de grande importância entre as concessionárias de energia elétrica no Brasil, inclusive para a Copel.

Especificamente sobre as redes subterrâneas de distribuição de energia, pode-se constatar que, atualmente, seu custo de implantação é aproximadamente seis vezes menor do que há 10 anos. Tal redução de custos implica pelo aumento da demanda por esse tipo de rede para empreendimentos dessa natureza.

A Copel, alinhada às demandas da população e dos municípios, e a fim de atender os índices de confiabilidade exigidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica – Aneel, órgão regulador do sistema, apresenta aos municípios e aos empreendedores interessados na implantação de redes de distribuição subterrâneas um guia prático com informações importantes no processo de conversão ou implantação de novas redes.

Este manual técnico abrange todas as fases de implantação de uma rede subterrânea, desde planejamento, arquitetura exigida e requisitos técnicos e de qualidade exigidos pela Copel.

Ressalta-se que este manual não é aplicável às linhas de distribuição iguais ou maiores a 69 kV.


PASSOS PARA UMA DECISÃO SEGURA: COMO PLANEJAR UM EMPREENDIMENTO



Um dos tópicos de maior destaque no planejamento de revitalização ou reurbanização de localidades, ruas, praças, etc., consiste no enterramento das redes de distribuição aéreas.
  • Para esse tipo de empreendimento devem ser observadas as etapas que se seguem:
  • Estudos preliminares e pesquisas de mercado.
  • Planejamento da futura iluminação pública.
  • Planejamento das calçadas e consequente condições de acessibilidade a Pessoas Portadoras de Necessidades Especiais - PPNEs.
  • Planejamento do trânsito e leitos carroçáveis.
  • Planejamento de equipamentos urbanos (floreiras, lixeiras, etc).
  • Planejamento do possível enterramento das redes de energia e demais infraestruturas.
  • Execução de todos os projetos (design).
  • Compatibilização de todos os projetos.
  • Contratação e execução das obras.
  • Fiscalização e gerenciamento das obras.
  • O adequado planejamento e gerenciamento do cronograma das obras de implantação de redes subterrâneas de energia é imprescindível para evitar transtornos à população próxima ao empreendimento.

Compartilhamento e uso do solo



As redes de distribuição aéreas são compostas não somente pela infraestrutura de energia elétrica, pois diversas concessionárias e permissionárias compartilham ou possuem infraestrutura própria de distribuição aérea. Para que haja o completo enterramento das redes, se faz necessário o enterramento também da infraestrutura das demais empresas.

O enterramento de redes não depende somente da vontade ou desejo dos interessados ou da Copel. Muitos projetos são inviabilizados pela inexistência de um correto gerenciamento do uso do solo, de cadastro ou até do correto planejamento do empreendimento antes mesmo da implantação de redes.

Via de regra, utilizam o subsolo e devem ser envolvidas obrigatoriamente na conversão ou na implantação de novas redes subterrâneas as empresas prestadoras de serviços de infraestrutura, como se segue:
  • Água e esgoto - Sanepar.
  • Galerias e águas pluviais - Prefeituras.
  • Infraestrutura para semáforos - Prefeituras.
  • Iluminação pública - Copel ou Prefeituras.
  • Gás – Compagás.
  • TV a cabo.
  • Telefonia.
  • Entre outros.

ONDE APLICAR AS REDES SUBTERRÂNEAS



Poderão haver dois tipos de empreendimentos:
a) obras de interesse exclusivo do município (ou interessado);
b) obras de interesse mútuo;

Para o item “b” é prevista a participação financeira da concessionária através de critérios técnicos e econômicos definidos pela Copel relacionados na sequência.

Apresentamos, a seguir, alguns dos critérios que podem influenciar na decisão e/ou interesse da Copel pela implantação de redes de distribuição subterrâneas:
  • Em casos em que quando a área atingida pelo estudo for maior que 24 MVA/km² ou 1500 kW/km (Densidade de Consumo de Energia Elétrica).
  • Em casos em que as redes convencionais não atendem os altos índices de confiabilidade que a região exige.
  • Em áreas de melhoria de acessibilidade das pessoas (calçadas pequenas, etc).
  • Em áreas de albaroamento constante de postes.
  • Em regiões centrais onde a distância entre a rede aérea e as edificações é inferior a 2 metros.
  • Em casos de existência de marquises em avanço sobre as calçadas (questão de segurança).
  • Em áreas de grande circulação de pessoas.
  • Em casos de implantação de nova topologia de rede.
  • Em casos de inserção e testes de novos equipamentos e materiais no sistema da Copel.
  • Em casos de limitação física de atendimento pela rede aérea, como, por exemplo, a interligação das subestações Alto da Glória – Centro.

TIPOS DE REDES E TOPOLOGIAS



As redes subterrâneas, especialmente no Brasil, iniciaram nas décadas de 50 a 70. A Copel iniciou a construção da sua rede subterrânea de Curitiba em 1973, posteriormente com uma grande ampliação, em sua segunda fase em 1983.

O sistema utilizado foi o modelo Americano, chamado de “Reticulado”. Este sistema era o mais confiável em termos de confiabilidade de rede na época.

Esse sistema apresenta uma confiabilidade operacional muito boa, com índices DEC FEC* próximos a 0. Por este motivo é um sistema extremamente caro.

As evoluções técnicas e culturais da Copel permitiram que se planejasse e projetasse redes cada vez mais simplificadas e econômicas, com índices de confiabilidade aceitáveis.

Dentro dos sistemas utilizados na Copel, faremos uma análise comparativa qualitativa dos índices de desempenho da rede, em termos de DEC e FEC, e custos de implantação.

* DEC e FEC – Índices de Confiabilidade utilizados comumente pelas concessionárias – DEC – Duração Equivalente por Consumidor/ ano e FEC – Frequência Equivalente por Consumidor/ano




OBS.: A definição do padrão de rede a ser utilizado é de exclusiva responsabilidade da Copel.

* Valores referentes ao ano de 2010. Para atualização dos valores, entrar em contato com as áreas da Copel Distribuição, conforme item 8.1.
** Entende-se por redes parcialmente enterradas, aquelas que possuem alguns elementos e / ou equipamentos tipo pedestal ou aéreo.


PADRÕES CONSTRUTIVOS



As redes subterrâneas possuem uma grande variedade de padrões construtivos e de configurações, cujas variáveis são aplicadas com base em fatores como a região projetada, a densidade de carga, o tipo de consumidor, o tipo de pavimento, o tipo de solo, as condições climáticas e de trânsito e atividades típicas da região (comercial, residencial, etc).

A configuração da rede define a confiabilidade requerida, a periodicidade de manutenção, os custos, entre outros.


Exemplo de banco de dutos em áreas de altíssima densidade de carga




Equipamento em pedestal “disfarçado” na paisagem


Câmara subterrânea para abrigo dos equipamentos e transformadores

Planejamento e disposição dos bancos de dutos e valas

Os bancos de dutos podem ser dispostos no leito carroçável da rua, em calçadas ou mesmo em áreas verdes de canteiros.

Em determinadas áreas é possível e recomendada a utilização de cabos diretamente enterrados.


Exemplo de localização de banco de dutos

Localização dos equipamentos

Equipamentos de rede do tipo semienterrados podem ser dispostos em áreas públicas ou privadas, sendo que a Copel deve possuir livre acesso a essas áreas para realizar operações e manutenções.

As caixas e câmaras subterrâneas normalmente são localizadas em áreas públicas.


Exemplo de configuração de RDS, utilizando cabines de consumidores (áreas privadas)

Compartilhamento e uso de infraestrutura

A infraestrutura construída poderá possuir ou não compartilhamentos entre as concessionárias e permissionárias de energia, telecomunicações, entre outras.

Quando há o compartilhamento, existem diversas modalidades e tipos que definem o projeto e construção de redes subterrâneas.

Sem Compartilhamento – Banco de dutos e caixas separadas

Cada concessionária/permissionária constrói a sua rede, compartilhando somente o banco de dutos entre as concessionárias de telefonia e TV a cabo e fibra óptica.

Essa modalidade não é viável, pois implica em muitos cruzamentos de rede, falta de espaço no subsolo, entre outros contratempos.


Grande parte desta tubulação não está cadastrada e quando o cadastro é feito nem sempre a localização coincide com a realidade. Sem o compartilhamento e ordenação do subsolo os custos são elevadíssimos e há riscos de acidentes.


Exemplo de distribuição de banco de dutos e caixas

EMPRESAS COM TUBULAÇÃO SUBTERRÂNEA:
  • Copel
  • Copel Telecomunicações
  • Compagás
  • Brasil Telecom
  • GVT
  • Embratel
  • Intelig
  • Vivo
  • Oi
  • Impsat
  • Gran-Bell
  • Eletronet
  • Sanepar – água
  • Sanepar – esgoto
  • Prefeitura – galerias pluviais
  • Prefeitura – rede de semáforos
  • Prefeitura – iluminação

Vala Técnica – compartilhamento de banco de dutos

Há o compartilhamento de banco de dutos, mas as caixas para energia ainda continuam separadas.



Galeria Técnica – compartilhamento total

Sistema utilizado principalmente na Europa, por meio do qual são construídas galerias (túneis) com compartilhamento total de gás, água, esgoto, águas pluviais, energia, telecomunicações, etc.

Calçadas e corredores técnicos

Utilizadas onde há espaços urbanos planejados.



CONTRATAÇÃO E TERCEIRIZAÇÃO



As diretrizes e os projetos básicos, bem como o acompanhamento e fiscalização invariavelmente são sempre de responsabilidade da Copel. Para a contratação de projetos detalhados, obras civis e eletromecânicas as seguintes modalidades de contratação poderão ser escolhidas e firmadas através de contratos e acordos:



Nos casos em que são contratados os serviços da Copel para a execução desse tipo de serviço, há a possibilidade de parcelamentos no pagamento das obras.

Nos casos em que a infraestrutura for compartilhada com demais concessionárias, a Copel Distribuição não poderá ser a executora da obra por motivos legais.

Responsabilidades
Nos casos em que o interessado optar por construir parcial ou integralmente a rede subterrânea, deverão ser observados os critérios que se seguem.

Escopo de contratação da Copel Distribuição

Por motivo de regulamentação Federal, quando o município ou o interessado contratar a Concessionária para a execução de serviços e obras, o escopo dos mesmos não poderá ser maior que:
  • A construção de infraestrutura civil elétrica subterrânea nos trechos (ruas) contratados.
  • A recomposição de asfalto e calçada nos casos que a infraestrutura civil avance além nos trechos (ruas) contratados.
  • A construção e a montagem de rede elétrica subterrânea nos trechos (ruas) contratados.
  • A transferência dos consumidores da rede aérea existente para a rede subterrânea a ser construída.
  • A desmontagem da rede aérea existente, somente após a migração completa dos consumidores para o novo sistema.
Ressalta-se que o gerenciamento geral do empreendimento, incluindo contatos com os consumidores, comunidade, imprensa, reuniões de integração com demais concessionárias, regras e leis de compartilhamento, etc., serão de responsabilidade da prefeitura ou interessado.

Este escopo de contratação não prevê:
  • Construção de infraestrutura para concessionárias de telefonia, TV a cabo, fibra óptica, etc.
  • Construção de infraestrutura para iluminação pública, bem como fornecimento e montagem de IP.
  • Recomposição de asfalto e calçadas nas ruas nos trechos (ruas) contratados.
  • Demais obras arquitetônicas que não estiverem no escopo do projeto.

COMO OCORRE A PARTICIPAÇÃO FINANCEIRA DA COPEL

A Copel prevê a participação financeira exclusivamente para as obras que apresentam benefícios para a concessão.

A participação financeira da Copel será calculada, quando aplicável, às obras que atendam tecnicamente a região, podendo ser inclusive com equipamentos em pedestal ou semi-enterrados.

Não é prevista a participação financeira da Copel em obras que somente melhoram o aspecto estético, sem benefícios para a concessão.

Cálculo da participação da Copel
  • A participação financeira, quando aplicável, será calculada da seguinte forma:
  • Parcela A: Custo integral do interessado/consumidor
  • Banco de dutos de consumidores, caixas de derivação, caixas de consumidores, ramais de ligação e equipamentos exclusivos para ligações de consumidores.
  • Parcela B: Custo integral da Copel
  • Câmaras e caixas reservas, contingências adicionais de interesse da Copel.
  • Parcela C: Custo proporcional referente à reserva de capacidade e /ou reserva técnica da Copel
  • Banco de dutos linha principal e secundária, Câmaras transformadoras, transformadores, cabos de alimentação de MT e BT, Quadros de Distribuição de BT, Emendas de MT, Conectores de Distribuição de BT e chaves de MT.
Participação da Copel = [parcela B + parcela C]

Simulações de cálculo

Considerando os critérios apresentados, foram realizadas algumas simulações por meio das quais foi possível constatar que a participação da Copel pode variar entre 10 a 30% do valor total das obras (civil + eletromecânica da parte de energia, excluindo-se as demais obras).

PRAZOS E CRONOGRAMAS

Os projetos de redes subterrâneas podem levar mais tempo de planejamento e compra de materiais e equipamentos, pois muitas vezes tais equipamentos somente são fabricados fora do Brasil.

Apresentamos, a seguir, cronograma básico de um empreendimento de rede subterrânea. Os prazos aqui colocados representam prazos de obras e projetos já executados pela Copel.



Nos cronogramas em pauta não estão representados os prazos de planejamento, elaboração e execução de demais projetos (arquitetônico, iluminação pública, demais concessionárias, etc.).

RECOMENDAÇÕES PARA OS MUNICÍPIOS E EMPREENDEDORES



A Copel poderá e deverá contribuir para a viabilização dos empreendimentos através de estudos de viabilidade, projetos básicos, projetos executivos, participação em fóruns de discussão, grupos de trabalho e seminários, estudos de novas topologias, novos equipamentos, novos materiais, incentivar a nacionalização de equipamentos e materiais, estudos de grupos técnicos de compartilhamento de infraestruturas e na expansão das fronteiras do conhecimento de operação, manutenção, construção e projetos de redes subterrâneas

A maior aplicabilidade e consequente redução de custos de conversão ou implantação de redes estão intimamente ligadas à capacidade de gerenciamento dos municípios em relação à infraestrutura principalmente de uso do solo.

A redução de custos poderá também estar associada ao correto planejamento conjunto da urbanização das cidades, reservando-se, nesse caso, espaços públicos ou privados para a instalação de equipamentos elétricos que reduzem o custo de equipamentos submersíveis.

Sobre os custos estimados, são possíveis variações entre -10% e +30%, pois esses custos dependem de diferentes fatores como:
  • Variação de densidade de carga e número de consumidores.
  • Tipo de atendimento aos consumidores (grupo B, AS ou A4).
  • Largura das ruas.
  • Tipo de pavimentação.
  • Tipos de solo.
  • Produtividade das equipes / escalas de trabalho.
  • Variação do dólar.
  • Custos de commodities (cobre, alumínio, aço, etc).
  • Aquecimento do mercado (disponibilidade de mão-de-obra, taxa de ocupação das indústrias).

FONTE
...
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Old May 21st, 2013, 02:33 AM   #190
FGB_curitiba
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Originally Posted by FGB_curitiba View Post
imagem bem ilustrativa sobre as redes subterrâneas:



e aqui um vídeo com várias imagens do interior dessas câmaras, que podem ser beeem grandes:

...
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Old May 21st, 2013, 02:34 AM   #191
FGB_curitiba
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...
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Originally Posted by FGB_curitiba View Post
05/07/2010

A rua Desembargador Westphalen, entre as ruas Emiliano Perneta e José Loureiro, no Centro de Curitiba, está, desde o último sábado (3), parcialmente bloqueada ao tráfego de veículos para que a Copel e o Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento (Lactec) possam instalar uma câmara subterrânea para abrigar um transformador de energia.

O aparato integra a rede subterrânea de distribuição de energia elétrica da Copel que serve à região central da Capital, implantada há cerca de 40 anos em substituição à rede elétrica aérea convencional. Naquele trecho, a capacidade do sistema precisará ser reforçada em razão do crescimento do consumo.

As obras devem durar até a quarta-feira, dia 7 e a passagem de veículos será feita apenas em meia-pista, sob a orientação de agentes de trânsito. Os serviços estão concentrados num pequeno trecho de 10 metros da Desembargador Westphalen, logo após a rua Emiliano Perneta, do lado esquerdo da quadra. Os trabalhos não impedem o acesso a nenhuma garagem nem interferem na movimentação de pedestres sobre a calçada.

MENOR PESO E MAIS SEGURANÇA - A câmara instalada neste final de semana é a parte prática de um estudo que vem sendo realizado há 2 anos pela Copel, em parceria com o Lactec. A estrutura pesa cerca de 40% menos que as 25 toneladas das câmaras tradicionalmente utilizadas nas redes subterrâneas e, caso o projeto se mostre viável, poderá vir a ser adotado doravante pela Copel.

A principal característica dessa câmara reside na sua instalação, que é feita em duas fases. Em lugar de um conjunto inteiriço como é a câmara tradicional, a nova peça tem suas paredes pré-moldadas instaladas primeiramente, sendo o piso de fundo produzido depois, a partir da massa de concreto jogada em seu interior.

O novo método também se mostra mais seguro para os operários encarregados de nivelar o solo, a quase 5 metros de profundidade. Os trabalhadores só descem depois de instalado o primeiro conjunto, formado pelas paredes laterais, ficando protegidos contra eventuais deslizamentos de terra pelas estruturas de concreto.

Depois de concluída a instalação, a nova câmara ficará em regime de testes, sob monitoramento, pelos próximos seis meses.













AEN

desculpem pelas imagens gigantes
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Old May 21st, 2013, 02:26 PM   #192
ypm
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Aqui e BSB o gás tb chega encanado, mas pra evitar acidentes pela proximidade com a rede elétrica, cada quadra tem um espaço que recebe os tubos de gás e distribui para os blocos. É mais seguro e esteticamente quase não interfere - além de ser mais barato que comprar o gás em botijão.

Para o setor Noroeste, bairro que tá saindo do papel por aqui, tinham prometido recolhimento do lixo por tubulação subterrânea, com um sistema a vácuo, tipo o que usam em Barcelona, mas eu não sei de isso vai sair mesmo ou não, ou se já saiu...na verdade acho pouquíssimo provável que se concretize, mas vai saber, né? :P

Last edited by ypm; May 21st, 2013 at 03:41 PM.
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Old May 22nd, 2013, 12:25 AM   #193
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Frage des Tages: Existe algum local do mundo com rede subterrânea com tarifa sendo o triplo da brasileira? Quero dizer, um levantamento de dados seria bem interessante.
Tira a energia das mãos da Eletropaulo e faz um novo leilão pra ver se tudo resolve rapidamente.
Bom, eu fiz uma matemática básica. A AES Eletropaulo cobra R$ 0,34 de uma residência consumindo 292 kWh. Na Holanda, que possui 100% da fiação de baixa e média voltagem subterrâneas, a tarifa média é de R$ 0,48. Não me parece que os holandeses estejam pagando o triplo para ver seu país livre de postes e fios aéreos (isso que nem foi considerado como a energia elétrica é gerada naquele país).
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Eu ainda não critiquei? Calma, pois eu criticarei!

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Old May 22nd, 2013, 05:56 AM   #194
MicBrazil
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Parabéns a Copel eu entrei no site dela e a empresa incentiva o aterramento da fiação aérea, um pensamento muito diferente da primitiva Eletropaulo que é uma porcaria.
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Old May 23rd, 2013, 06:49 PM   #195
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Como eu não entendo nada de aterramento, apesar de achar que todas as medias e grandes cidades deveria ter, me passa uma curiosidade sobre como é o isolamento da rede elétrica, visto que muitas ruas alagam quando chove muito e ao meu ver se não hovessem uma bela isolação, seria choque por todo lado?
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Old May 23rd, 2013, 06:58 PM   #196
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Originally Posted by eduardoazul View Post
Como eu não entendo nada de aterramento, apesar de achar que todas as medias e grandes cidades deveria ter, me passa uma curiosidade sobre como é o isolamento da rede elétrica, visto que muitas ruas alagam quando chove muito e ao meu ver se não hovessem uma bela isolação, seria choque por todo lado?
Eu já ouvi falar que os cabos e transformadores para rede subterrânea são submersíveis, mas também não entendo muito do assunto.
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Old May 23rd, 2013, 07:03 PM   #197
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Rede de Transmissão Subterrânea

As redes de transmissão elétrica subterrâneas, em comparação às redes aéreas - que utilizam os postes para passagem dos fios - têm vantagens estéticas, pois eliminam os fios suspensos, e técnicas, já que a linha fica mais protegida contra intempéries. Na conversão de redes aéreas para subterrâneas, os eletrodutos e cabos elétricos podem ser enterrados em diversas configurações. Não há regulamentação do poder público quanto à forma de implantação e as próprias concessionárias seguem suas normas.

Rede primária
A rede primária conduz a corrente elétrica em maiores tensões de distribuição. Geralmente, está enterrada no primeiro terço da via. Os cabos elétricos passam por dentro de eletrodutos de polietileno de alta densidade (PEAD), de 5" a 6" de diâmetro, enterrados diretamente no solo. Esses cabos são geralmente de alumínio, trifásicos, com isolamento EPR ou XLPE. A tensão depende muito do local da rede.

Rede secundária
Na rede secundária, as tensões já costumam vir bastante reduzidas pelos transformadores. Os eletrodutos, de cerca de 100 mm de diâmetro, ficam enterrados sob o passeio entre 40 e 60 cm de profundidade. Os cabos elétricos que percorrem os eletrodutos também são de alumínio e têm isolamento tipo XLPE.

Câmaras para transformador e caixas de inspeção
Um sistema subterrâneo de transmissão elétrica, além dos eletrodutos, também abriga câmaras para transformador e caixas de inspeção. Essas caixas são, geralmente, monoblocos pré-fabricados em concreto armado. Para o transformador, costumam ter 5 x 2,5 m, com 4,5 m de profundidade. Já os pontos de inspeção têm, no geral, 4 x 2 m e 3,5 m de profundidade - a principal função dessas caixas é fazer derivação da rede, emendas e conexões, além de poderem receber a instalação de equipamentos de menor porte da linha.

Métodos de escavação e passagem dos fios
Os eletrodutos podem ser enterrados por meio de escavação de valas ou por métodos não destrutivos (MNDs). Com o uso dos MNDs, reduz-se as intervenções nas vias e danos aos solos, por exemplo. Um estudo de viabilidade determina se o procedimento é possível.

Transmissão subterrânea na UNIVERCEMIG
Na UNIVERCEMIG há uma transmissão subterrânea didática para o treinamento dos novos técnicos, onde eles fazem manutenções e trabalham dentro dessa transmissão.









http://visitaunivercemig.blogspot.co...bterranea.html
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Old September 18th, 2013, 05:19 PM   #198
Valter
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Assinem, por favor!

Pelo projeto elétrico com cabeamento SUBTERRÂNEO no centro de Cambuquira-MG

https://secure.avaaz.org/po/petition...uquiraMG/?copy


Gestão democrática na cidade de Cambuquira-MG, com o fim de manifestar a vontade da população cambuquirense pela manutenção do projeto elétrico SUBTERRÂNEO, na Rua Direita, avenida central dessa Estância Hidromineral.
Nós, abaixo-assinados, em atenção ao que ficou acordado em reunião no dia 17/09/2013, na Anfiteatro Georgina Bacha, às 15 horas, em Cambuquira-MG, com o fito de discutir o Projeto Elétrico do Centro da cidade, vimos manifestar nossa intenção no sentido de acatar a proposta da CEMIG quanto à troca dos cabos subterrâneos por novos, mantendo, com isso, os postes com cabeamento subterrâneos, por se tratar de um patrimônio público característico de nossa cidade.
Optamos pelo cabeamento subterrâneo por eliminar a poluição visual do local e por se tratar de um caractere diferenciado em nossa cidade, cujo projeto foi baseado em engenharia francesa.
O cabeamento subterrâneo oferece inúmeras vantagens: é esteticamente mais agradável e hermeticamente mais seguro, já que à rede elétrica subterrânea fica protegida de eventos climáticos e colisões por veículos.
Ademais, há uma tendência mundial para a troca de cabeamento aéreo por cabeamento subterrâneo. "A contrario sensu", Cambuquira estaria regredindo, já que antecipou tal tendência. Afinal, as redes elétricas subterrâneas trazem benefícios incontestáveis para o município, como maior segurança, pois evita acidentes com a fiação elétrica, além de diminuir gastos com manutenção.
Isso posto, esperamos pela adoção da vontade pública, manifesta nesse importante instrumento democrático, com a consequente manutenção do projeto elétrico subterrâneo na Rua Direita (Av. Virgílio de Melo Franco).


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“Para muitos que não repararam até agora, a iluminação da RUA DIREITA de Cambuquira é feita por postes com cabos subterrâneos, projeto baseado em engenharia francesa, diferenciando assim esse patrimônio público de Cambuquira, esta avenida de ruas largas com estacionamento no meio e com estes postes sem fios aparentes tornaram-se um diferencial na arquitetura da nossa querida CBQ, porém exigem a necessidade de manutenção preventiva, de troca e redimensionamento dos cabos de energia com o tempo...

A CEMIG apresentou duas propostas......
1º - Troca da rede subterrânea por rede aérea, tendo assim que trocar os postes os braços e as lâmpadas antigas por novas mais eficientes de baixo consumo...
Obs: Em 2014 todas as prefeituras assumirão o custo de troca de lâmpadas e postes caso seja necessário, então nesse caso a prefeitura de CBQ receberia uma estrutura nova, de iluminação de baixo consumo acarretando economia de energia nessa via, havendo assim uma inclinação pela Prefeitura Municipal de Cambuquira pela escolha desse projeto. A CEMIG irá perfurar a calçada para inserção de novos postes causando breves transtornos aos pedestres e comerciantes...

2º - Troca dos cabos subterrâneos por novos sendo todos redimensionados, porém nesse caso os postes continuariam os mesmos sem a troca das lâmpadas pelas de baixo consumo. Mas manteria assim as características desse patrimônio público característico de Cambuquira...
Obs: A CEMIG necessitará abrir a calçada da rua direita causando breve transtorno aos pedestres e comerciantes, porém terá que adequar o orçamento já previsto para tais obras...
Nada foi decidido até o presente momento...
A PMC na pessoa pública do prefeito Evanderson Xavier, determinou que estará recebendo ofício com a manifestação da opinião de cada cambuquirense até as 17h de terça-feira 24/09/13 para apuração da vontade dos cambuquirenses..."
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Como D. Beja Araxá nasceu camponesa.E, como D. Beja, também conheceu a adversidade, sendo o objeto de desejo de poderes superiores. O Estado apropriou-se de suas fontes, maculando sua beleza, ainda que a recompensasse com um rico patrimônio. Por ele, Araxá conheceu o mundo, e o mundo a conheceu. Hoje, D. Beja é Araxá, espelho de suas convicções e metáfora de suas contradições. Nela se refletem simultaneamente, as imagens do seu presente, as representações históricas e as verdades míticas do seu passado; as projeções para o futuro. Rosa Maria Spinoso

Last edited by Valter; September 18th, 2013 at 07:41 PM.
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Old September 18th, 2013, 05:28 PM   #199
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Old September 18th, 2013, 05:44 PM   #200
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Atualizei o primeiro post da sequência, quem puder assinar, ficaria grato!
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