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Global Announcement

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Old April 13th, 2009, 08:43 PM   #61
Matthias Offodile
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Another new mall and high-rise complex that is being built by EDIFER...looks nice and modern



















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Old April 18th, 2009, 02:27 PM   #62
Matthias Offodile
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Polis Luanda promove III Fórum do Imobiliário e III Mostra Imobiliária

Quote:
Pela terceira edição consecutiva, vai ter lugar em Luanda, desta feita no Hotel Trópico, no próximo dia 8 de Maio, na Piscina e sala Luanda, o 3º “Fórum do Imobiliário do Urbanismo e Arquitectura de Angola” e a “3ª Mostra Imobiliária de Luanda”, numa realização Polis Luanda.

A tónica central do 3º fórum imobiliário será reflectir sobre as soluções a aplicar na empreitada de 1.000.000 de fogos – analisando o perfil das construtoras, dos investidores e promotores imobiliários – numa manifesta assertividade à vontade do Governo que pretende promover a diversificação da construção para os segmentos de renda média e baixa, onde se prevê que o mercado imobiliário se desenvolva, a médio e longo prazo.

O evento integrará a “1ª Gala do Imobiliário”, cerimónia de lançamento e apresentação dos “Prémios do Imobiliário e Construção”, que tem como objectivo distinguir a qualidade e excelência dos projectos em Angola. O concurso culmina com o apuramento do empreendimento imobiliário do ano, nas categorias Habitação, Escritórios, Comércio, Lazer, Hotelaria e Turismo.

A concurso poderão também ser apresentadas outras áreas relacionadas com o sector, como soluções tecnológicas, projectos de Arquitectura e Engenharia, desde que elegíveis e seleccionáveis.

Para mais informações, todos os interessados poderão obtê-las em www. ao.imoguia.com/forumangola.

O evento conta com o Imoguia e com o Casa.sapo.ao como media partners para o sector imobiliário.



Fonte : Polis Luand
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Old April 18th, 2009, 03:10 PM   #63
Pelha
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Originally Posted by Matthias Offodile View Post
Angolan model Marisa Cruz







Nasceu em Angola, mas tem nacionalidade portuguesa, seja como for Angola é Portugal no coração de milhares de pessoas e sempre será!
__________________
1961/1962
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Old April 18th, 2009, 03:10 PM   #64
Matthias Offodile
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Casa Sapo Angola amplia plataforma de divulgação online com secção Empreendimentos


Quote:



O primeiro portal imobiliário de Angola, o Casa Sapo AO acaba de lançar a secção Empreendimentos, um espaço criado para a divulgação em exclusivo deste tipo de produto, nacional ou estrangeiro, junto do mercado angolano.

Destino estratégico para o imobiliário nacional e um mercado imobiliário de elevado potencial, Angola tem sido alvo de investimentos a vários níveis e são cada vez mais os players do sector de origem portuguesa que apostam forte no local.

Entre os últimos investimentos feitos por empresas portuguesas encontram-se projectos turísticos como resorts, empreendimentos de topo ou projectos residenciais diferenciados, o mais recente dos quais com a assinatura do reputado Grupo Teixeira Duarte.

O “Coqueiros Luanda Living”, em divulgação na recém-lançada secção de Empreendimentos do Casa Sapo AO, é um projecto residencial com conclusão prevista para 2010. Situado no centro de Luanda, num dos bairros mais exclusivos da cidade, o “Coqueiros Luanda Living” distingue-se pela sua arquitectura, qualidade e sofisticação.

Com a secção Empreendimentos do Casa Sapo AO, o mercado da oferta mas também da procura passa a dispor de uma plataforma electrónica de referência específica para este tipo de produto baseado num modelo de sucesso – a secção Empreendimentos do Casa Sapo PT, sobejamente experimentada e povoada –, capaz de projectar os empreendimentos angolanos a nível nacional e internacional.

O crescimento económico sustentado, a estabilidade política vigente nos últimos tempos e a liquidez de que o país goza actualmente coloca Angola no centro das atenções dos investidores. Para os agentes do sector imobiliário angolano, o Casa Sapo AO afirma-se como uma plataforma fundamental para troca de contactos e concretização de negócios.

Para os agentes portugueses, este será mais um mercado onde poderão estar presentes, promovendo o seu produto junto de investidores angolanos e aumentando as probabilidades de venda.

Fonte : Casa Sapo


Mota-Engil Real Estate tem projectos de 550 milhões


Quote:
A Mota-Engil Engenharia, "sub-holding" do grupo focalizado na actividade "core" da construção, criou uma nova identificação corporativa para o negócio imobiliário. Em torno da marca Mota-Engil Real Estate passarão a ser desenvolvidos todos os projectos imobiliários do grupo em Portugal, Angola e Europa Central, seus principais mercados de actuação.


A Mota-Engil Engenharia, "sub-holding" do grupo focalizado na actividade "core" da construção, criou uma nova identificação corporativa para o negócio imobiliário. Em torno da marca Mota-Engil Real Estate passarão a ser desenvolvidos todos os projectos imobiliários do grupo em Portugal, Angola e Europa Central, seus principais mercados de actuação.

De fora desta "marca-chapéu" ficaram, nesta primeira fase, os pequenos projectos em desenvolvimento noutras paragens.

"Quis-se unificar todos os projectos e criar aqui um elemento identificativo e diferenciador da actividade principal e que, no fundo, pudesse também criar valor e posicionar a Mota-Engil como um 'player' de referência no mercado imobiliário", explicou ao Negócios Nuno Teixeira da Silva, director da divisão de imobiliário da Mota-Engil Engenharia.

Empresa portuguesa fecha negócio €750M em Angola


Quote:
A empresa portuguesa Bit/F3M Solutions apostou no mercado angolano e acaba de ganhar três novos contratos no valor de 750 mil euros. O negócio, com três empresas de Angola do sector da construção civil, consiste na implementação de soluções de gestão empresarial e no fornecimento de servidores e de infra-estruturas de hardware para a Omatapalo, a Hautevile Imobiliária e a Emcica.

O reforço em mercados internacionais tem sido uma forte aposta da Bit/F3M Solutions, que conta agora no seu portfólio com dois dos maiores grupos do sector da construção e obras públicas em Angola.

Por outro lado, o investimento da tecnológica reflecte o crescimento sustentado que tem verificado, bem como a crescente oferta de soluções TI para os mercados nacional e internacional. De referir, a este propósito, que a procura pelos serviços da Bit/F3M Solutions foi constante ao longo de 2008.

O processo de internacionalização da empresa estende-se ainda a outros países como Moçambique, Alemanha, França, Espanha, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe
. A Bit/F3M Solutions marca presença naqueles mercados quer através de clientes nacionais que se internacionalizaram e levaram consigo os serviços e os produtos comercializados pela empresa, quer através de organizações estrangeiras.

Fonte : Bit/F3/Revista Imobiliária

Planos de urbanização em todas as províncias

Quote:
BERNARDINO MANJE|

O Ministério do Urbanismo e Habitação vai iniciar a urbanização de mais de 3.700 hectares em todas as capitais provinciais anunciou ontem, em Luanda, o ministro Diekumpuna Sita José, durante a abertura de um seminário sobre Urbanização das Reservas Fundiárias, dirigido a vice-governadores e administradores municipais.
O ministro disse que o processo, a ser levado a cabo com todos os governos provinciais, deve proporcionar 110.560 novos lotes de terrenos e acolher mais de 663.000 habitantes. Ainda no primeiro semestre deste ano, acrescentou, deve começar em todas as sedes municipais o processo de urbanização de 3.900 hectares de reservas fundiárias que permitem criar 97.500 lotes urbanizados e infra-estruturados até final do ano.
Relativamente ao desafio lançado pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, de construção de um milhão de habitações, o ministro do Urbanismo e Habitação disse que o Programa Executivo da Habitação a executar no quadriénio 2009/2012 prevê uma mobilização dos promotores públicos, assegurando a construção de mais de metade das unidades habitacionais necessárias nas zona urbanas e rurais.
Sita José defendeu o alargamento da cadeia de relações funcionais para uma melhor gestão das cidades e vilas, de forma a envolver e qualificar as autoridades municipais, que o ministro considera “verdadeiros agentes executores” das acções constantes do Programa do Governo nos domínios do Ordenamento do Território e do Urbanismo, da Habitação e do Cadastro.
Segundo o ministro Sita José, para o ano em curso, o seu ministério tem como prioridade a condução do processo de urbanização das reservas fundiárias municipais, destinadas ao fomento da habitação e outros usos necessários para o desenvolvimento económico e social das populações.
O sector do Urbanismo e Habitação prevê ainda para este ano a prestação da assistência técnica aos Governos Provinciais na promoção da elaboração dos instrumentos de gestão territorial, na execução dos programas de requalificação dos musseques e regularização da ocupação dos terrenos nas zonas suburbanas.
Consta ainda das prioridades, de acordo com Sita José, a formação e qualificação dos gestores municipais para uma actuação competente e responsável, face aos grandes desafios de construção de cidades e vilas.

Ensul-Meci entra em Angola e estuda Líbia



Quote:
O grupo de engenharia e construção Ensul-Meci já tomou a decisão de entrar no mercado angolano. A estratégia vai passar pela criação de uma empresa de capital local, como é regra no modelo de internacionalização, explicou ao DN o director de desenvolvimento de negócios, Luís Pais. Pela destruição provocada pela guerra, Angola tem um enorme potencial na área das infra-estruturas básicas e de redes, área onde a Ensul--Meci desenvolve parte importante do seu negócio. Para já, não é revelado nenhum contrato concreto.

Líbia é um país ainda em prospecção, mas a ideia não é dispersar, mas sim focalizar em mercados específicos onde existam perspectivas concretas. As operações internacionais representam actualmente cerca de 10% da facturação do grupo que deverá ter fechado o ano passado acima dos 160 milhões de euros, contra 120 milhões em 2007. Mas o objectivo é aumentar essa percentagem, sobretudo quando as perspectivas no mercado nacional não são as melhores.

O grupo emprega 1200 pessoas, das quais 800 estão em Portugal. A França é o principal mercado internacional e está ainda presente em Timor, Irlanda e em Espanha, desde meados do ano passado.

Infra-estruturas de energia, telecomunicações e indústria são a principal aposta da Ensul-Meci para continuar a crescer no mercado nacional onde o sector da construção está em recessão há vários anos. Ainda segundo Luís Pais, o grupo quer entrar nas infra-estruturas ferroviárias ao concorrer ao projecto da alta velocidade junto dos consórcios liderados por empresas nacionais que passaram à fase final do concurso Caia/Poceirão. A construção das redes de nova geração, um investimento de mil milhões de euros previsto para este ano, que recentemente foi objecto de acordo entre o Estado e os operadores, também interessa à empresa que já está presente na instalação de infra-estruturas de fibra óptica.

A fusão entre a Ensul e a Meci em 2007, duas empresas de construção e engenharia detidas pelos mesmos accionistas, as famílias Couto e André, deu origem a um grupo que tem como cabeça a holding Esphera. A área de infra-estruturas ganhou um grande peso na actividade do grupo, sobretudo a partir da instalação e reconversão da rede de gás natural. A componente industrial e de engenharia tem vindo a ganhar peso nos últimos dois anos, fruto também de uma estratégia que junta especialização e diversificação, explica ainda Luís Pais.

A Ensul-Meci ganhou recentemente dois projectos no valor de 160 milhões de euros: a unidade de cogeração da Portucel em Setúbal e a unidade de cogeração da refinaria da Galp em Matosinhos. Ainda na área da energia, a empresa, que ganhou a montagem mecânica do reforço da barragem de Bemposta, está a concorrer ao Baixo Sabor.

Grupo DLI avança com a construção de “Conto de Kianda”

Quote:




O Grupo DLI, detentor da DLI Portugal, distribuidor nacional de produtos informáticos, e da SN Sociedade de Investimentos Imobiliários SA, acaba de anunciar o início da construção do primeiro condomínio de luxo em Angola. O “Conto de Kianda”, localizado na cidade de Luanda, é composto por 50 moradias uni-familiares em condomínio, numa área total de 70.000 m2.

Este empreendimento de luxo será composto por moradias com três tipologias T5, T6 e T7, inseridas em parcelas de 800 m2 a 3000 m2, que oferecem acabamentos de primeira, espaço amplo, áreas restritas de lazer, localização privilegiada, uma vista singular, garantindo o máximo conforto e qualidade de vida aos seus moradores.

O Grupo DLI, que se internacionalizou para Angola em 2007, tem vindo a desenvolver, com crescente êxito, a sua actividade em torno das áreas da tecnologia, transportes, distribuição, e agora do sector imobiliário, com este empreendimento premium em Angola, que estará finalizado em meados de 2012.
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Old April 18th, 2009, 03:12 PM   #65
Matthias Offodile
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pelha, on the page that I have visited, she was featured as Angolan model!!!
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Old April 18th, 2009, 03:21 PM   #66
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Cantora brasileira quere adquirir nacionalidade angolana



Quote:
A cantora brasileira Roberta Miranda manifestou o interesse em adquirir a nacionalidade angolana, pelo facto de ter muito amor por Angola, tendo já dado a conhecer às autoridades angolanas o seu desejo.

Segundo a artista brasileira, o projecto de aquisição da nacionalidade angolana existe há muitos anos. "Quero pertencer a um lugar que faz parte da minha história familiar", advogou, sem deixar de afirmar que a sua árvore genealógica tem raízes em Calulo, província do Kwanza-Sul.

Defensora de todos os géneros musicais, adiantou que no próximo mês lança o Cd "Senhora raiz", um projecto pessoal de reavivar o cancioneiro brasileiro, com temas da sua autoria e de outros compositores.

Trata-se de um património musical, com uma nova leitura estética e que conta com a participação da Orquestra Sinfónica do Brasil, reunindo os clássicos "Magestade, o Sabiá", "Xalana", "Você é tudo que pedi pra Deus", entre outros.

Fonte:Jornal de Angola 22/11/2007


Angolan Top Model gets married


Quote:



Antes da cerimónia civil, a manequim, de 32 anos, e o jornalista, de 35, protagonizaram um ritual angolano muito emotivo.
Felicidade, sobriedade e muita alegria caracterizaram a festa de casamento de Nayma Mingas, filha do antigo embaixador de Angola em Portugal, Rui Mingas, e Luís Costa Branco, jornalista e pivô da SIC, no passado sábado, dia 24, em Luanda, terra natal da manequim. Angola teria mesmo de ser a escolha para cenário do seu casamento, já que a manequim, que veio para Portugal com 13 anos, não esconde que é lá que se sente em casa.
O momento mais emocionante das celebrações de casamento aconteceu na véspera, quando os noivos protagonizaram uma cerimónia tradicional africana, típica do Sul de Angola, de onde é a família materna de Nayma. Perante familiares e os amigos mais íntimos, todos vestidos de branco e com uma simbólica flor igualmente branca na mão, Luís Costa Branco e Nayma, com um sedutor vestido vermelho que se destacava no ambiente, foram o centro das atenções de um ritual pontuado por cânticos e que incluiu a oferta à noiva de peças simbólicas representativas dos valores tradicionalmente associados ao casamento, como o amor, a fecundidade ou a felicidade. O ponto alto foi o momento em que Nayma recebeu um colar de missangas que a avó materna lhe deixou antes de morrer, o ano passado, já que a tradição manda que este objecto seja feito pela mulher mais velha da família.Ninguém conseguiu evitar a comoção, já que era grande o desejo que a avó de Nayma tinha de a ver casar-se, e até o noivo deixou cair uma lágrima.
Redacção CARAS
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Old April 18th, 2009, 07:59 PM   #67
Matthias Offodile
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Namibe 2009 Motobikes a city in Souther Angola







Motorrace









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Old April 18th, 2009, 08:19 PM   #68
ALGARVIO \m/ \m/
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optimas fotos!!!luanda esta de parabens, exelentes projectos!!
ALGARVIO \m/ \m/ no está en línea   Reply With Quote
Old April 18th, 2009, 08:26 PM   #69
Matthias Offodile
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Cidade Desportiva de Luanda









http://rrj.pt/PT/Proj_Others_CidadeDesportiva.html
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Old April 18th, 2009, 08:47 PM   #70
Matthias Offodile
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Motorrace: Grande Huila 200km starting in Lubango (Angolan city high in the mountains)


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Old April 20th, 2009, 04:39 PM   #71
seattle92
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Epá, Marisa Cruz angolana? Esta foi mesmo novidade pra mim. Até porque já foi Miss... Portugal.

Ela até pode ter nascido em Angola, como milhares de outros portugueses... mas não me parece que lhe venha à cabeça Angola quando pensa qual é o seu país...
seattle92 no está en línea   Reply With Quote
Old April 20th, 2009, 08:08 PM   #72
XxX_Apple_XxX
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uau... legal, mtos lugares bonitos!
alguns belíssimos edifícios, uns com cara de Dubai até.

bom progresso e um ótimo futuro para essa região que merece crescer ainda mais!
__________________
SJC, SP e eu
XxX_Apple_XxX no está en línea   Reply With Quote
Old April 22nd, 2009, 11:45 PM   #73
Matthias Offodile
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seattle 92, she was introduced as Angolan model as I said form the page where I got her photos form
...and whene it comes who is born whom...Michaela Reis was born in Portugal but still became Miss Angola 2007, the second most beautiful woman in the world due to votings!
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Old April 22nd, 2009, 11:45 PM   #74
Matthias Offodile
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Empresas brasileiras vão construir hotéis em Angola



Quote:
O programa para a construção das quatro infra-estruturas hoteleiras está avaliado em mais de US$ 100 milhões de dólares.

Da Redação, com agência
Luanda - As construtoras brasileiras "Sequência" e "OAS" vão construir, em quatro cidades de Angola, igual número de hotéis, na base de uma técnica rápida de armadura de aço, a fim de apoiar o país na oferta de quartos aquando da realização Campeonato Africano das Nações - CAN-2010, informou, em Luanda, uma fonte ligada ao projecto.

De acordo com o administrador da "Construtora Sequencia Lda", Renato Navarro, que integrou a comitiva do ministro brasileiro do turismo, as referidas estruturas serão edificadas nas quatro cidades que vão acolher o CAN a partir de Janeiro de 2010, estando projectado o primeiro hotel para a cidade de Lobito, na província de Benguela.

O horel terá 180 quartos e será construído numa área de 12 mil metros quadrados até antes do início do Campeonato, em Janeiro de 2010. O programa para a construção das quatro infra-estruturas hoteleiras está avaliado em mais de US$ 100 milhões de dólares.

Segundo Renato Navarro, cuja empresa pretende se instalar em Angola nos próximos três a quatro meses, os pormenores dos hotéis a serem construídos em Cabinda, Luanda e Huíla ainda serão definidos. As informações são da Angop.

Angolanos investem em Portugal

Quote:
Se para muitos empresários portugueses que actuam em Angola este país «é quase um mercado doméstico», o inverso também começa a ser verdade.

Alberto Sampaio, da revista África 21 *
Os investimentos empresariais angolanos em Portugal começaram depois do ano 2000, invertendo a tendência unilateral até então dominante, nas relações entre os dois Estados. Não há números globais acerca deles, mas, embora o Presidente José Eduardo dos Santos os tenha considerado ainda «tímidos», têm tido uma grande repercussão na opinião pública dos dois países. Enquanto alguns sectores portugueses, cada vez menos, na realidade, parecem acreditar num suposto «papão angolano», o público, em Angola, ainda não entendeu muito bem o que está a acontecer.

O exemplo mais mediático é o da petrolífera estatal Sonangol, que tem investimentos nos sectores da energia e da banca portuguesa. A empresa detém presentemente, em associação com o Grupo Amorim, 33, 34 por cento da Galp e, por outro lado, é proprietária de dez por cento das acções do Banco Millennium-bcp.

No último caso, a Sonangol entrou no capital do Millennium-bcp juntamente com o Banco Privado Atlântico (BPA), uma instituição privada angolana, da qual a petrolífera é o principal accionista. Em troca dessa entrada, o Millennium Angola concordou em vender 49,9 por cento das suas acções a um grupo de investidores angolanos, liderados precisamente pela Sonangol-BPA.

Mas não é só na energia e na banca que a Sonangol quer investir em Portugal. O sector imobiliário também está na mira da empresa. O facto foi revelado a 25 de Fevereiro durante uma conferência de imprensa realizada em Luanda, a propósito do 33.º aniversário da companhia, pelo presidente da petrolífera, Manuel Vicente.

Além da Sonangol, outra empresa de capitais angolanos, a Santoro Financial Holding, uma instituição financeira de propriedade de Isabel dos Santos, filha primogénita de José Eduardo dos Santos, também tem investimentos no sector bancário português. Recentemente, adquiriu 9,6 por cento do BPI.

Dois bancos privados angolanos, o BAI e o BIC – aos quais, por coincidência ou talvez não, estão ligados precisamente a Sonangol e Isabel dos Santos – estão igualmente instalados em Portugal. Um terceiro banco, o BPA, está também em processo de fazê-lo.

Por outro lado, a imprensa dos dois países noticiou em 2008 a aquisição de duas herdades de produção de vinhos, em Portugal, por parte do chefe da Casa Militar angolana, general Helder Vieira Dias (Kopelipa), cujas actividades empresariais são do domínio público, embora sem grandes detalhes. A notícia nunca foi confirmada nem desmentida. De notar que os vinhos são um dos principais produtos de exportação de Portugal para Angola.

A comunicação está a tornar-se, presentemente, outra área onde os investimentos mútuos estão a crescer a grande velocidade. Recentemente, a sociedade de capitais angolanos Newshold adquiriu 51 por cento do capital do semanário O Sol, fundado por um grupo de jornalistas do Expresso, encabeçado pelo ex-director António José Saraiva. O objectivo dos novos proprietários é o de transformar o jornal num semanário de grande informação lusófono, destinado ao público leitor dos países de língua portuguesa e das comunidades emigrantes.

O controlo accionário de O Sol pode ser o primeiro de uma série de investimentos angolanos no sector da comunicação português, depois de algumas iniciativas contrárias. O pioneiro foi o grupo Escom, que constituíu há um ano, juntamente com parceiros angolanos, a empresa New Media, responsável pela publicação em Luanda do semanário Novo Jornal, talvez o melhor jornal angolano da actualidade. Outros exemplos são as parcerias entre dois grupos privados de comunicação angolanos, a Westside e a Medianova, recentemente criados, e empresas portuguesas de consultoria de comunicação, formadas por especialistas egressos, na sua maioria, das cadeias televisivas SIC e TVI.

Enfim, em Fevereiro, foi lançado em Luanda o semanário económico Expansão, propriedade do grupo angolano Scoremedia, mediante parceria e permuta de conteúdos com o português Diário Económico. Mais recentemente, o jornal desportivo português A Bola começou a publicar uma edição angolana. Trissemanário, o titulo deverá torna-se diário antes do Campeonato Africano das Nações.

Mas nem só de grandes negócios depende o actual processo de cruzamento de interesses entre Angola e Portugal. No que diz respeito aos investimentos angolanos em Portugal, os mesmos têm-se estendido, inclusive, aos investimentos pessoais. Começa a ser frequente o surgimento, na imprensa local, de anúncios propondo a potenciais investidores angolanos, entre outros exemplos, a aquisição de moradias, quintas e estabelecimentos comerciais em Portugal.

Em rigor, a contribuição dos investidores individuais angolanos para o crescimento da economia portuguesa remonta a meados dos anos 80, quando se deu início a um processo de acumulação por parte de sectores da sociedade angolana, os quais, por causa do modelo socialista então vigente em Angola, depositavam o seu capital em bancos estrangeiros, sobretudo em Portugal. Esses depósitos, naturalmente, foram usados pelos bancos portugueses para financiar a economia do país.

O debate possível

Os investimentos empresariais de Angola em Portugal, em especial os de carácter público, são encarados no país com um misto de ufanismo e desconfiança. Na ausência de uma comunicação correcta, por parte das autoridades, acerca da estratégia oficial nesse plano, o público tem de contentar-se com as visões jornalísticas, normalmente pouco informadas, quando não mesmo demagógicas e populistas. Com excepção dos órgãos estatais, que se limitam a ir a reboque da agenda do Governo, muitos sectores da imprensa local alimentam ainda um ressentimento em relação a Portugal.

O economista e deputado Diógenes de Oliveira, presidente da Comissão de Economia do Parlamento angolano, afirmou à ÁFRICA 21 que, devido à globalização, Angola tem de actuar na esfera da economia internacional, se quiser diminuir o seu risco-país. «Os investimentos em Portugal, mas também no Brasil e em outras regiões, correspondem a essa necessidade incontornável», sublinhou. Segundo ele, há também uma questão de oportunidade. «Não há crises permanentes, pelo que, investir agora pode trazer dividendos no futuro», explicou. Mas alertou que é imperioso calcular bem os riscos, «senão, pode ser uma desgraça». No caso dos investimentos em Portugal, Diógenes de Oliveira avançou ainda uma vantagem pouco mencionada pelos analistas: a possibilidade desses investimentos gerarem empregos para os angolanos da diáspora.

Por seu turno, um banqueiro angolano, que não quis ser citado, considerou os investimentos de Angola em Portugal um processo natural, face ao estágio de desenvolvimento da economia e das empresas, tal como aconteceu em todos os países. «As empresas angolanas têm planos estratégicos e esses planos estratégicos passam muitas vezes pela internacionalização. A África subsariana, por razões de proximidade, a Europa, através de Portugal, e o Brasil são mercados naturais de expansão», disse ele.

Esta fonte da ÁFRICA 21 observou que não faz sentido Angola investir, por exemplo, na banca de países mais desenvolvidos, devido às grandes diferenças entre as respectivas economias. Sublinhou que, para Angola atingir uma posição de relevo dentro do sistema financeiro mundial, tem de dar passos graduais, o que passa pelos actuais investimentos na banca portuguesa.

Enfim, para o acadêmico angolano Belarmino Van-Dúnem, professor de Relações Internacionais, os investimentos em Portugal são importantes para a internacionalização de Angola e das suas empresas. Na sua opinião, além dos prováveis ganhos financeiros, uma vez que as acções das empresas portuguesas estão a ser vendidas em baixa, por causa da crise global, Angola terá também a possibilidade de importar know how, que lhe será útil quer interna quer regionalmente. «O facto do investimento angolano em Portugal estar a ser feito maioritariamente através de fundos públicos dá uma certa garantia de que os benefícios serão estendidos a todos os angolanos», defendeu o professor.

* Artigo de Alberto Sampaio publicado na edição de Março da revista África 2


Nersant leva portugueses a Angola

Quote:
Mais de 40 empresas da região de Santarém inscreveram-se na missão que decorrerá de 2 a 8 de maio. Outras duas visitas a Angola estão previstas ainda este ano.

Da Redação

Luanda atrai agora empresas da região portuguesa de Santarém.
Lisboa - A Nersant - Associação Empresarial da Região de Santarém vai promover este ano três missões empresariais a Angola. A primeira delas é já de 2 a 8 de maio e recebeu a inscrição de mais de 40 empresas, o que levou a Nersant desde já a planear mais duas visitas ao mercado angolano ainda em 2009.

Esta associação da região Centro de Portugal informou que "a segunda missão realizar-se-á já durante o próximo mês de Julho, enquanto a terceira missão será realizada no decorrer do último trimestre de 2009". Estas visitas concentrar-se-ão nas regiões de Luanda e Huíla, duas das que apresentam maiores ritmos de crescimento em Angola.

Estas missões são parte integrante de um projecto de internacionalização que a Nersant apresentou ao QREN - Quadro de Referência Estratégico Nacional e que foi recentemente aprovado, pelo que as pequenas e médias empresas da região de Santarém que nelas pretendam participar poderão beneficiar dum apoio a fundo perdido sobre o custo destas acções de 45% no caso de pequenas empresas ou de 35% no caso de médias empresas.

Fundada em Julho de 1988, a Nersant conta hoje com mais de mil associados.
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Old April 24th, 2009, 09:48 PM   #75
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Old April 25th, 2009, 08:06 PM   #76
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Old April 27th, 2009, 11:22 AM   #77
Matthias Offodile
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Ministra portuguesa admite envio de profissionais da saúde para Angola




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publicado 12:39 23 Abril '09

Luanda, 23 Abr (Lusa) - A ministra portuguesa da Saúde admitiu hoje em Luanda, na sua primeira visita a Angola, que este país pode vir a receber profissionais da saúde portugueses que constituam uma resposta às necessidades locais.
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Ana Jorge está em Luanda para participar num colóquio de apresentação do Centro de Investigação em Saúde (CISA), localizado no Caxito (Bengo), numa iniciativa da Fundação Calouste Gulbenkian, em parceria com os governos português e angolano, tendo ainda no programa um encontro com o seu homólogo José Van-Dunen.

A governante portuguesa, em declarações à Agência Lusa à chegada ao país, afastou, no entanto, a possibilidade de médicos portugueses poderem ser colocados em Angola, explicando que isso se deve ao facto de também Portugal se debater com a sua escassez.


Angola Telecom admite entrar no capital da PT



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publicado 17:34 22 Abril '09



Lisboa, 22 Abr (Lusa) - A Angola Telecom admite entrar no capital da PT depois de concluída a reestruturação da operadora angolana no segundo semestre de 2010, disse à Lusa o presidente executivo da empresa africana.
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João Avelino Manuel, que falava à margem do Fórum Mundial das Telecomunicações, disse que a Angola Telecom está em reestruturação, mas adiantou que assim que esta esteja concluída - ao longo do segundo semestre do próximo ano - avançará para a fase de internacionalização nomeadamente em Portugal.

Quando questionado sobre a eventual entrada da operadora angolana no capital da Portugal Telecom, João Avelino Manuel questionou: "porque não?".


Possível compra da SLN pela Carlyle era apoiada por angolanos




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Lisboa, 14 Abr (Lusa) - Os contactos entre a Carlyle e Oliveira e Costa, tendo em vista a compra de uma participação de 40 por cento ou mais no grupo SLN, tinham por trás o apoio financeiro de investidores angolanos, de acordo com Joaquim Coimbra.
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O empresário, que é accionista de referência da SLN, está a ser ouvido na comissão de inquérito parlamentar sobre a nacionalização do BPN e defendeu que no conselho superior da SLN de 17 de Dezembro de 2007 "o presidente do grupo [Oliveira e Costa], dentro da apresentação de contas ao fecho de 2007, falou efectivamente da Carlyle ".

Os accionistas deram luz verde à administração da SLN para "desenvolver o possível negócio", garantiu Joaquim Coimbra. Depois do momento da saída de Oliveira e Costa do grupo, "nunca mais se ouviu falar na Carlyle", frisou.

"Após a sua saída [Oliveira e Costa], fui interveniente nos contactos com a Carlyle e em finais de Fevereiro fui contactado pelo representante da Carlyle em Portugal", revelou, acrescentando que foi a uma reunião acompanhado de Nuno Silva, outro accionista de referência da SLN.

"O representante da Carlyle falou-nos dos contactos que tinha tido anteriormente com Oliveira e Costa e informou-nos que a Carlyle podia estar interessada em voltar a desenvolver negociações", sublinhou.

"Foram-nos apresentados os termos da proposta da Carlyle que tinha por base investidores angolanos. A ideia era o BPN actuar em Angola e, por seu lado, Angola ter um banco na Europa".

"A aquisição passava por 40 por cento ou mesmo pela aquisição da maioria de capital", referiu.

"Disseram-me que as autoridades portuguesas teriam conhecimento de toda a operação. Como tal, dei conhecimento disto não só ao grupo dos dez accionistas de referência, como também ao conselho de administração que já era liderado por Abdool Vakil", continuou.

O empresário acrescentou que recebeu uma carta a 13 de Março de 2008 da Carlyle, na qualidade de membro do conselho superior, carta que Joaquim Coimbra diz ter apresentado ao conselho superior da SLN.

Na carta, a Carlyle prontificava-se a falar com as autoridades portuguesas e terá sido dito ao presidente do conselho de administração que desse início a um processo negocial, com aval dos accionistas.

"Foi um processo que demorou algum tempo, por razões que desconheço, ligadas à conjuntura, às auditorias, ao tempo que demorou o processo, à situação provisória do presidente do conselho de administração, e até à pressão exercida pelo Banco de Portugal nos meses de Abril e Maio".

"Ninguém compra nada numa situação destas sem haver uma auditoria profunda. Quem viesse a entrar no grupo só o faria após decorrer uma auditoria profunda, contratada pela parte compradora", revelou. Entretanto, o BPN foi nacionalizado.

Tudo isto terá "desmotivado os investidores, porque a Carlyle seria o veículo para a possível aquisição, mas atrás estariam investidores angolanos".

Joaquim Coimbra finalizou dizendo que, em momento nenhum, teve com Oliveira e Costa conversa sobre este assunto e que nunca mais teve contacto com ele desde 14 Março de 2008.



Investimento de Portugal na indústria transformadora em Angola é "prioritário" - Basílio Horta


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publicado 13:34 11 Março '09



Lisboa, 11 Mar (Lusa) - O presidente da AICEP, Basílio Horta, considerou hoje "prioritário" o investimento de Portugal na indústria transformadora angolana, através de parcerias, defendendo que tal contribuirá para reduzir a dependência de Angola do sector petrolífero.
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"O presidente da República Popular de Angola, José Eduardo dos Santos, destacou a necessidade de abrir o país à média e alta tecnologia e que Portugal pode ser um parceiro sobretudo na área da indústria transformadora para ajudar a reduzir a dependência deste país africano do sector petrolífero", disse o presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), Basílio Horta.

O responsável falava na Conferência sobre Relações Económicas Portugal/Angola - Oportunidades de Cooperação Empresariais, organizado pela Agência Nacional para o Investimento Privado (ANIP), Câmara de Comércio e Indústria Portugal-Angola (CCIPA) e AICEP, por ocasião da visita a Portugal do presidente angolano, José Eduardo dos Santos.

"Angola está a viver um crescimento ímpar, sendo já o quarto mercado para as exportações portuguesas", afirmou.

Basílio Horta destacou também o sector dos serviços, financeiro e o do comércio neste país africano como áreas de investimento potencial para os investidores portugueses, "mas sempre numa lógica de parcerias".

O responsável defendeu também que Portugal e Angola podem trabalhar juntos, através da criação de empresas de capital misto nos sectores da agricultura e do turismo.

"Temos ainda um longo caminho a percorrer na cooperação recíproca", afirmou Basílio Horta, sublinhando a necessidade de agilizar a emissão de vistos e actuar ao nível dos regimes fiscais e da dupla tributação, que deve ser ultrapassada.

Abordando o tema da crise internacional, o responsável realçou que a crise é global e que a situação vivida no país não é diferente da dos outros países, daí que Portugal procure encontrar países extra-comunitários, como Angola que vai ter crescimento do PIB muito acima dos mercados desenvolvidos.

Os negócios, acrescentou, estão muito centrados na região de Luanda, mas a intenção da AICEP é ajudar os investidores a diversificar para Cabinda, Bié, Huila e Benguela.

O responsável adiantou ainda que a AICEP vai organizar o Pavilhão de Portugal na Feira Internacional de Luanda (FILDA) e realizar doze missões empresariais àquelas regiões.

"A AICEP está a fazer um grande esforço e vai abrir um centro de negócios na Turquia, estando a estudar a abertura de outros no Congo e em outras zonas de África", disse.


Presidente da Sonangol admite entrada em empresas portuguesas de energia
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12:07 11 Março '09


Lisboa, 11 Mar (Lusa) - O presidente da Sonangol, Manuel Vicente, admitiu hoje que a empresa poderá entrar no sector da energia em Portugal, considerando que esse cenário faz todo o sentido já que a companhia estatal angolana se move nesta área.
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" A Sonangol é uma empresa de energia, quiçá venha a estar em empresas deste sector em Portugal", disse Manuel Vicente em declarações aos jornalistas no final de uma cerimónia em São Bento, residência oficial do primeiro-ministro português, onde terminou a visita do Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, a Portugal.

Questionado se as empresas a que se referia serão a EDP ou a EDP Renováveis, Manuel Vicente escusou-se a adiantar mais.

A Sonangol já é parceira da Galp Energia, uma vez que é um dos principais accionistas da Amorim Energia, por sua vez accionista da Galp.

ANP.
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Old April 27th, 2009, 12:34 PM   #78
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Huambo in 2009, this is a sheer delight to the eye. Remember that this city was entirely flattened by Cold War forces.

This is a very pleasant suprise...


I like the song, too!




This is the Africa that I yearn for: clean, inviting, and full speed ahead with urban reconstruction!

Another 10 years - considering the many new projects in the tube - Huambo will look much better than at time of independence.


one of the new projects





















more than 200 km or roads have been rebuilt in Huambo and outskirts

this is a news report about Huambo´s speedy reconstruction...so wonderful...the people all seem happy: schools, roads, everything is getting rebuilt...if that speed continues all hideous war scars will be gone in a few years

Watch this, please: Live report on the city


http://tv1.rtp.pt/noticias/?headline...article=186766
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Old April 28th, 2009, 01:40 PM   #79
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Ilha de Luanda


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Projecto de Requalificaçao da Ilha do Cabo

Já se conhece o novo rosto que a Ilha do Cabo ostentará quando terminarem as obras que deverão arrancar no início do segundo semestre de 2009. Será tudo diferente. O que ficará depois das obras, segundo as autoridades, será uma ilha mais fácil de percorrer, mais acolhedora, com melhores serviços e, portanto, mais atractiva para o turismo. Ciclo via, novos postes de iluminação, novas plantas ornamentais, muitas, passeios calcetados, estrada com duas faixas de rodagem para cada sentido, balneários públicos, campos polivalentes e parques de lazer. Soma-se ainda a recuperação da floresta, um dos pulmões de Luanda, e a limpeza das praias. A Ilha vai ter outro rosto, assim o diz o projecto. O projecto que pretende transformar a Avenida Mortala Moamed, a que percorre a Ilha do Cabo de uma ponta à outra, foi aprovado pelo Conselho de Ministros há dez dias e já foi explicado segunda feira passada, 20, aos moradores e empresários da ilha pela governadora de Luanda, Francisca do espírito Santo, num encontro realizado no Hotel Marinha. O que ficará depois das obras, segundo as autoridades, será uma ilha mais fácil de percorrer, mais acolhedora, com melhores serviços e, portanto, mais atractiva para o turismo. Quem ganhará serão, fundamentalmente quem lá mora e quem lá trabalha. Mas mexer na ilha não significa alterar a forma de vida dos seus habitantes nem destruir os seus hábitos e costumes.















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Old April 28th, 2009, 10:47 PM   #80
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