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Centro Beira Litoral e Interior


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Old November 6th, 2009, 06:48 PM   #41
djou23
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As intervenções de requalificação no centro histórico, embora não façam parte do projecto de candidatura à Unesco, serão importantes para a cidade, como a SRU o é, como foi o Polis. Uma cidade melhor, uma candidatura melhor. É tão necessária a requalificação da zona candidata a património, como a zona definida de Zona Tampão.

No entanto, como vem na notícia, há um "conjunto de projectos que terão de ser executados antes" na zona candidata a património. Alguns já são conhecidos e estão para breve, como o projecto candidato a fundos do QREN, Cidade Univer(SC)idade, aprovado há mais de um ano...
http://www.cm-coimbra.pt/index.php?o...518&Itemid=273

Requalificação da Cerca de Santo Agostinho - Lar de Idosos / Jardim

Pretende a Santa Casa da Misericórdia de Coimbra dotar a Alta de Coimbra de um equipamento de qualidade para albergar 30 dos idosos de Coimbra, dando preferência aos residentes da "Alta", de forma a manter os laços de proximidade entre os idosos e os seus familiares, amigos e vizinhos.

O projecto faz parte de uma acção integrada constituída pela criação de um espaço de lazer aberto à cidade composto por um jardim, um restaurante e um estacionamento gratuito para servir, essencialmente, os utentes dos equipamentos previstos (lar de idosos e restaurante) e os residentes das habitações na sua proximidade.


Ala Central do Antigo Colégio das Artes – Pátio da Inquisição
Pretende-se, com esta intervenção, recuperar o corpo central do Antigo Colégio das Artes, no Pátio da Inquisição, para instalação da ‘Cena Lusófona – Associação Portuguesa para o Intercâmbio Teatral’.

O espaço em questão pertenceu, inicialmente, ao Colégio de S. Miguel e Todos os Santos, construído em 1535. Aí funcionou como Colégio das Artes até ao ano de 1566, ficando o edifício desafectado. Decorreram alguns anos até aí se estabelecer o Tribunal do Santo Ofício que permaneceu até 1821. Com a atribuição destas novas funções foram feitas modificações na estrutura do edifício. Na Rua da Sofia foi aberta a “Porta da Bica” (por onde entravam os presos), transferindo para o núcleo central a ala voltada para o largo encaixado entre a Rua da Sofia e a subida de Montarroio que, assim, ficou conhecido como Pátio da Inquisição. Desde então, até 1935, quando aí foi instalada a Casa dos Pobres, o edifício esteve abandonado.

A intervenção surge na continuidade da empreitada de ‘Criação e Requalificação do Espaço Público da Zona do Pátio da Inquisição/Cerca de S. Bernardo, Jardim da Cerca de S. Bernardo e Reconversão da Ala Poente do Antigo Colégio das Artes’, fazendo uso de alguns apontamentos e continuidades espaciais desta, com o objectivo de recrear nesta zona o pólo cultural “Colégio das Artes”.

Tratando-se de um edifício com “história”, toda a estrutura espacial/construtiva será mantida, havendo apenas lugar à demolição de elementos acessórios resultantes de ocupações recentes. A adequabilidade ao novo funcionamento é obtida com a criação/introdução de elementos autónomos que se demarcam em termos formais e materiais da construção existente, permitindo a leitura integral do espaço original.



Repavimentação da Rua Corpo de Deus/Largo de Nª Sr.ª da Vitória

Dotar o centro histórico de infra-estruturas adequadas e melhorar a sua acessibilidade passam, também, pela repavimentação das ruas.

A Rua Corpo de Deus, tem o seu inicio na Rua Visconde da Luz, passando pelo Largo da Capela de Nossa Senhora da Vitória e termina no entroncamento das Ruas Martins de Carvalho e do Colégio Novo.

Acções que caracterizam esta intervenção são:

-Criação de um eixo pavimentado em paralelepípedo de granito desde a Rua Visconde da Luz até à Rua Martins de Carvalho de modo a melhorar a acessibilidade pedestre;
-Aplicação de um lajeado em frente à Capela de Nossa Senhora da Vitória na zona rampeada de ligação à Rua Corpo de Deus;
Modernização das infra-estruturas – passagem de aéreas para subterrâneas – para melhoria de qualidade visual da paisagem urbana;
-Reaproveitamento dos materiais do pavimento existente;
Requalificação do espaço público incluindo mobiliário urbano e plantação de espécies arbóreas autóctones.
Este projecto contribui para a melhoria da qualidade de vida dos residentes e visitantes, fomentando os fluxos turísticos numa rua do centro histórico que liga a Alta à Baixa da cidade, dignificando também um espaço existente, destinado à divulgação do Fado de Coimbra, inserido nas rotas turísticas mais usuais e que há todo o interesse em valorizar.



Repavimentação e Remodelação de Infra-estruturas da Couraça dos Apóstolos

Esta intervenção inclui uma das portas de entrada na Alta, ao cimo da Rua Padre António Vieira, junto à Universidade. É proposta a transformação da escada existente a meio da rua em rampa, o que irá permitir quer uma maior fluidez de trânsito quer o acesso a veículos de emergência, reformular o acesso aos prédios contíguos, melhorar a acessibilidade a pessoas com mobilidade condicionada e a qualidade visual da paisagem. Inclui a repavimentação e remodelação do perfil da rua com renovação do mobiliário urbano, nomeadamente papeleiras e contentores enterrados de resíduos sólidos urbanos, sinalética de identificação de pontos de interesse e de orientação turística e a modernização das infra-estruturas incluindo as necessárias para introdução de novas tecnologias. A rede de drenagem deixará de funcionar por valetas junto aos edifícios de modo a evitar infiltrações no edificado.



Aquisição e reabilitação de imóvel para instalação de estrutura de apoio técnico e equipa de apoio técnico aos moradores e adaptação evolutiva para futuro berçário, infantário e creche

Atendendo aos esforços que a Câmara Municipal de Coimbra tem realizado na reabilitação e renovação física e social do Centro Histórico de Coimbra, é necessário dotá-lo de equipamentos de proximidade que apoiem os casais jovens que habitam ou se pretendam instalar nesta zona central e nobre da cidade. A par de outras intervenções em curso, esta será uma mais valia complementar, que visa inverter a tendência do êxodo para a periferia e renovar cadenciadamente a população residente no Centro. A regeneração urbana da Alta da cidade, pela dificuldade de estacionamento, deve dotar a área dos equipamentos básicos necessários, de modo a qualificar o habitar e, em termos ambientais, reduzir ao máximo as deslocações de veículos poluentes. Logo que se proceda à aquisição do imóvel, se possível, instalar-se-á nele a equipa técnica, dando-se de imediato início a um projecto evolutivo para instalação das valências propostas, sendo que antes de decorridos os 3 anos, as obras para a sua reutilização na nova função, deverão estar concluídas.


Repavimentação da Rua do Bairro Sousa Pinto e Arranjos Envolventes

Implantado na transição entre a Alta Universitária e o Bairro de Santa Cruz, situa-se o conjunto urbano do Bairro Sousa Pinto. No âmbito da sua reabilitação, têm vindo a ser levadas a cabo diversas acções, entre as quais o levantamento socio-económico da população aí residente e do edificado. Dando sequência aos trabalhos propostos na reprogramação financeira, no contexto do Programa de Recuperação de Áreas Urbanas Degradadas (PRAUD), está prevista a recuperação e requalificação urbana da Rua do Bairro Sousa Pinto e melhoria do ambiente urbano do espaço envolvente.

Este projecto foi articulado com o Plano para a Alta Universitária, da autoria do Arquitecto Gonçalo Byrne. Da intenção desse Plano, que aponta a construção de um túnel sob a Calçada Martim de Freitas e a ligação do topo da Rua do Bairro Sousa Pinto aos patamares de descanso das Escadas Monumentais através de rampas. A ligação em rampas, para melhorar a acessibilidade pedestre - criando novos percursos de atravessamento - a qualificação de todo o “triângulo” verde entre o topo do Bairro Sousa Pinto e as Escadas Monumentais - mantendo a imagem e salvaguardando todos os alinhamentos para a futura construção do túnel - a repavimentação com reaplicação dos materiais existentes, a modernização de infraestruturas, a regularização do estacionamento (condicionado a residentes) e a melhoria no seu todo da acessibilidade pedestre e da imagem visual do espaço a intervencionar constituem o objectivo global desta intervenção.

Será complementada por uma acção a levar a efeito pela Universidade de Coimbra denominada “Melhoria do ambiente urbano com a qualificação do jardim na Cerca de S. Jerónimo”, um dos poucos espaços verdes com dimensão na Alta de Coimbra que contribuirá para aproximar a cidade da Universidade sem barreiras arquitectónicas.


Repavimentação da Rua da Alegria incluindo Remodelação de Infra-estruturas

O presente projecto refere-se à repavimentação da Rua da Alegria, desde a Couraça da Estrela até à Rua de Olivença. Trata-se de uma das poucas ruas do Centro Histórico com acesso automóvel não condicionado e de extrema importância quer ao nível do escoamento de tráfego da Alta, quer de acesso às acções da Protecção Civil.

A recuperação e requalificação desta rua assenta em cinco premissas caracterizadoras da intervenção: manutenção do material de revestimento que caracteriza esta via de circulação automóvel inserindo um ligeiro desnivelamento junto à fachada Norte de forma a "marcar/criar" uma zona pedonal até agora inexistente; criação de uma zona de circulação pedonal acessível e autónoma que permita a fluida passagem de pessoas com mobilidade condicionada; localização do circuito de águas pluviais a meio da faixa de rodagem em vez de duas linhas laterais, de modo a minorar a humidade ascendente nas paredes do conjunto edificado; aplicação de materiais característicos desta zona e principalmente dos edifícios monumentais da Alta de Coimbra, como o caso da pedra do Bordalo e reutilização do seixo rolado; modernização das infra-estruturas urbanas - passagem de aéreas a subterrâneas - com a consequente melhoria da paisagem urbana.


Requalificação do Pátio da Universidade, das Escadas de Minerva e acessibilidades no Paço das Escolas

A operação de requalificação do espaço do Pátio da Universidade procurará colocar em evidência a condição singular do espaço de referência arquitectónica de todo o universo da Academia de Coimbra, o Paço das Escolas. A recuperação da pavimentação do Pátio - só possível graças à interdição do parqueamento automóvel no seu interior a partir da sua entrada nobre, a Porta Férrea -, para além de se pretender integradora das sucessivas contemporaneidades sedimentadas na diversidade da construção envolvente, será capacitada de infra-estruturas que possibilitem a sua fácil e temporária adaptação a situações de adequado interesse cultural e turístico (eventos académicos, instalações expositivas, espectáculos musicais, etc.).

Por outro lado, a conservação e restauro das Escadas de Minerva, que permitem a ligação do Pátio das Escolas ao piso inferior da antiga prisão universitária, situada na Casa da Livraria, revela-se essencial, já que estas se assumem como a única entrada, para quem do centro histórico deseja aceder directamente ao Paço das Escolas.

Complementarmente, propõe-se resolver a acessibilidade e mobilidade no Paço das Escolas, nomeadamente através de um conjunto de acções prioritárias que eliminem as barreiras arquitectónicas, de modo a que todas as pessoas com necessidades especiais, consigam aceder às principais instalações, serviços e equipamentos deste Monumento.


Recuperação e qualificação do espaço exterior de fruição pública do Auditório da Reitoria

A intervenção no espaço exterior de fruição pública do Auditório da Reitoria, inserido no edifício dos Departamentos de Física e de Química, tem como objectivo essencial a restituição da vivência urbana. Pretende-se transformar este local numa zona de estar aprazível através da criação de novos pólos atractivos que convidem à permanência, tais como bares e esplanadas; e proceder à necessária caracterização de todo o espaço, através do melhoramento dos acessos e das relações entre patamares, permitindo o acesso não condicionado a qualquer dos níveis e ao auditório existente.

Construídos em estrutura metálica e vidro, os quiosques a implantar nos dois patamares do pátio, foram concebidos como contentores transparentes, pousados sobre o pavimento actual. Terão no seu interior as infra-estruturas necessárias ao funcionamento autónomo e permitirão, para além do apoio às esplanadas, um pequeno espaço público, resguardado das intempéries. Também a recuperação dos elementos verticais (escadas de emergência), do lago, da iluminação, entre outros, serão parte da intervenção global, que proporcionarão um novo ambiente sem corromper o desenho inicial.


Melhoria do ambiente urbano com a qualificação do Jardim na Cerca São Jerónimo

O espaço da Cerca de São Jerónimo, que se estende a meia encosta desde as Escadas Monumentais até ao cimo da Rua Padre António Vieira, é um dos poucos espaços verdes de grande dimensão, da Alta de Coimbra e funciona como um limite/barreira entre a Universidade e a restante parte da cidade a nascente-norte. Pretende-se constituir um "parque em declive", sem alterações drásticas na topografia existente, mantendo visualmente o sentido de mancha homogénea que este espaço exibe com grande clareza.

O sistema de acesso e circulação projectado assenta no conceito de duplicidade tipológica: rápido/lento, suave/íngreme, onde o argumento chave é sempre o declive que liga mas também que separa, enquanto constitui ele próprio tecido de fundo ao movimento de desenho e, em leituras mais remotas, aos alçados dos edifícios existentes mais afastados.

Para o revestimento vegetal propõem-se grandes manchas de textura/cor homogéneas, que irão adquirir outras leituras nas suas variações sazonais distintas, com grande densidade ao nível das copas mas esparsas ao nível das circulações, de modo a criar uma leitura de transparência ao nível dos utilizadores directos e fechada para os pontos de observação mais remotos. Com este projecto, aproxima-se a cidade da Universidade, proporcionando um acesso agradável e sem barreiras arquitectónicas, alternativo às tradicionais Escadas Monumentais.


Recuperação e qualificação do Largo da Porta Férrea / Rua Larga

A intervenção proposta procura objectivar o tratamento qualificativo de um eixo visual basilar para Universidade de Coimbra, que é o que liga o topo da escadaria de acesso à Alta (Escadas Monumentais) ao Paço das Escolas, ou mais concretamente à sua entrada emblemática, a Porta Férrea.

A intervenção incide sobretudo na execução de um espaço que seja perfeitamente identificável para a circulação pedonal, ainda que esteja prevista a circulação automóvel esporádica, de serviço e de emergência. Por outro lado, através da qualificação do mobiliário urbano e da introdução de elementos arbóreos, pretende-se promover o desejo de permanência dos estudantes, dos cidadãos e dos visitantes. Com a anulação das perturbações visuais actualmente existentes, expõem-se com toda a sua dimensão original muitas das obras de arte do século XX português que este espaço contempla, como é o caso das esculturas de Barata Feyo e de António Duarte ou dos baixos-relevos de Angélico.



A juntar a estes, há ainda outros projectos na zona de candidatura, como o projecto do Museu da Ciência no Colégio de Jesus, a nova biblioteca de Direito, da autoria do Siza Vieira, na Faculdade de Farmácia, a recuperação da Torre da Cabra, a construção do Centro de Interpretação e do Tribunal universitário europeu. Tudo obras que vão marcar um ponto de viragem no centro histórico.
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Old November 6th, 2009, 07:12 PM   #42
djou23
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Para já, a única obra que já está quase finalizada:
http://www.cm-coimbra.pt/index.php?o...554&Itemid=320
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Old November 6th, 2009, 11:12 PM   #43
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Tem a ver Daniel, só nos vão dar o título depois de tudo feito, quer no papel quer no terreno!
O Centro Histórico depende do resto da cidade a todos os níveis...
caramba, que teimoso.. o corredor verde Sereia-Botânico-Parque Verde, a Penitenciária e transportes/estacionamento e intervenção da SRU não tem nada a ver com a candidatura à Unesco. A candidatura deixou de ser da CMC ainda na década de 80 para ser uma candidatura exclusivamente da UC. Se os projectos são complementares? São. São a mesma coisa? Não.
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A Baixa nem sequer faz parte do plano...
Faz a Rua da Sofia, Pólo Zero da UC.
daniel322 no está en línea   Reply With Quote
Old November 7th, 2009, 02:46 PM   #44
Lino
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Pois, foi onde os Estudos Gerais funcionavam originalmente. E diga-se, a Rua da Sofia necessita de uma remodelação urgentíssima...
Sobre os outros, podem não estar directamente ligados ao projecto, mas ajuda a melhorar a envolvente para que haja mais turismo sem ser no centro histórico!
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Old November 7th, 2009, 06:00 PM   #45
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Originally Posted by Lino View Post
Pois, foi onde os Estudos Gerais funcionavam originalmente. E diga-se, a Rua da Sofia necessita de uma remodelação urgentíssima...
Sobre os outros, podem não estar directamente ligados ao projecto, mas ajuda a melhorar a envolvente para que haja mais turismo sem ser no centro histórico!
Mas ai estas a falar da componente turistica que ser considerado patrimonio da UNESCO traz...não da candidatura em sí...o que a UNESCO vai avaliar é a importancia da UC para a historia do País....para a historia que os Portugueses escreveram, a importancia e o impacto historico da UC no País e no Mundo, e toda a involvencia historica relacionada com a universidade, não só como universidade, mas como o que lá existia antes..não se existem bons acessos lá ao cimo, ou um corredor verde....etc, etc...isso são obras que vêm depois da classificação ser obtida, para tornar aquilo um lugar mais atractivo para os turistas e mais acolhedor para o pessoal que ali estuda e passa a maior parte do seu tempo.....
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Old November 13th, 2009, 03:09 AM   #46
djou23
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Univers(c)idade

Prepara-se uma "revolução" na Alta universitária

Dentro de apenas três anos, a Alta universitária pode estar de “cara lavada”. Essa é, pelo menos, a expectativa do reitor da Universidade de Coimbra (UC), que ontem apresentou vários dos projectos em curso ou planeados para aquela zona da cidade, no âmbito do plano de reconversão da Alta que vai impulsionar a candidatura a Património Mundial da UNESCO. «É cedo, vai demorar alguns anos, mas talvez dentro de três anos possamos estar preparados», acredita Seabra Santos.

No debate organizado pelo Departamento de Arquitectura da UC dedicado ao tema “Transformar a Alta”, no Museu Nacional Machado Castro, Seabra Santos traçou quatro obras essenciais a curto prazo: a criação do Tribunal Universitário Judicial Europeu (TUJE), que vai nascer no Colégio da Trindade, a nova biblioteca da Faculdade de Direito, o Centro de Interpretação e Divulgação da Universidade de Coimbra (CIDUC) e o parque de estacionamento do Largo de D. Dinis.

No Colégio da Trindade, que Seabra Santos considera «a última grande ruína da Alta», já decorrem obras para receber o TUJE, pelo que «é de prever que finalmente esta dor de cabeça esteja a chegar ao fim», apontou o reitor, que aguarda apenas «uma decisão política que redefina a Zona Arqueológica de Protecção». A biblioteca de Direito, um projecto de Siza Vieira, avança no espaço onde até aqui funcionou a Faculdade de Farmácia, quando estiverem concluídos os trabalhos de prospecção arqueológica, «previsível também a curto prazo», indicou o responsável.

Quanto ao CIDUC, um «centro para recepção de turistas, com restaurante e livraria», deverá surgir junto ao estacionamento do edifício das Matemáticas.

Aí perto, no Largo de D. Dinis, o projecto para um outro parque de estacionamento não é recente. «Defendíamos que fosse feito com verbas públicas e explorado por uma entidade pública», conta Seabra Santos, para quem o projecto é essencial para reorganizar o trânsito naquela zona, e que criou mesmo uma empresa com a autarquia para a gestão do parque. «Mas o primeiro-ministro disse-me olhos nos olhos que não me dava o dinheiro porque havia muitos privados interessados em explorar o espaço». Por isso, o projecto de três pisos vai ter que aguardar que a UC reúna a verba necessária, até porque apenas os três primeiros projectos já têm financiamento garantido.

Intervenção “Seabrina” vai mudar paradigma da cidade

Reunir verbas é mesmo o único impedimento que podem travar os projectos, e que Seabra Santos não hesita em classificar como «o momento de viragem» para a Alta. «Nos próximos anos, a limitação não vai ser financiamento externo, mas o auto-financiamento», avisou o reitor, que até aqui conseguiu equilibrar as contas das várias intervenções com o concurso ao QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional). «É previsível que em 2010 não possamos fazer os projectos que temos aprovados por não reunirmos a nossa parte de auto-financiamento», sublinhou o responsável.

Assente na ideia de que a intervenção na Alta universitária deve andar de mãos dadas com a intervenção na cidade, as obras inserem-se no programa “Univers(c)idade”, de 30 milhões de euros. Destes, 10 milhões correspondem ao investimento da UC, mas Seabra Santos não adianta quanto é que a instituição já reuniu.

A extensão do projecto, que vai mexer profundamente naquele espaço, mereceu ontem a comparação às intervenções pombalinas e da altura do Estado Novo, o que levou mesmo a que um dos professores baptizasse o plano de “Seabrino”. «Vai ser uma pedrada no charco, uma mudança no paradigma da cidade, habituada a coisas de qualidade duvidosa», garantiu o reitor, que justifica o interregno de quase duas décadas com a necessidade de investir nos pólos II e III.

«Restituir à Baixa a vivência universitária», com o desenvolvimento do Pólo zero, nos colégios da Rua da Sofia, a intervenção na Torre da Universidade e no Pateo das Escolas, a extensão do Museu da Ciência no Colégio de Jesus, «o projecto mais caro que a UC alguma vez adjudicou», e que representa um investimento de 800 mil euros, são só parte do Univers(c)idade, porque, defende Seabra Santos, «o futuro da Universidade de Coimbra não pode passar ao lado da requalificação destas jóias patrimoniais».

Alta apetecível para eventuais investimentos de hotelaria

O plano de reconversão da Alta universitária, da autoria do arquitecto Gonçalo Byrne, que prefere antes falar em «regeneração» do espaço, tem cerca de 15 anos, mas entretanto muito já mudou na realidade da UC e da própria cidade.

Ontem, foram apresentados diversos projectos de alunos do Departamento de Arquitectura, que reclamam para aquele local mais espaços de lazer, comércio e habitação. «Não corresponde ao que vai ser construído, mas permite levantar interrogações e fazer um debate sobre a cidade e o espaço público», considerou o arquitecto, que também orientou os trabalhos dos alunos.

Estudantes e professor partilham algumas ideias, como reaproveitar o edifício da Faculdade de Medicina para colocar uma área comercial no piso inferior e residências e apartamentos nos pisos superiores. No colégio de São Bento ou de São Jerónimo, hoje institutos da UC, a vontade é implementar uma pousada. Ideias que Seabra Santos não rejeita. «Pelas nossas contas há a possibilidade de libertar um dos espaços para essa valência, ou outra». «Todos sabemos que a Alta é apetecível para os privados e tenho recebido muitas propostas nesse sentido», diz.

O reitor, que se diz «entre a roda dentada da inovação e criatividade e da capacidade de concretização», quer conhecer em pormenor as sugestões dos alunos, de onde até podem ser «aproveitadas algumas ideias».

Escrito por Sofia Piçarra

Diário de Coimbra
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Old November 13th, 2009, 04:44 AM   #47
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Espero que o estacionamento no D. Dinis não vá em frente... seria um crime... melhorem os transportes públicos e façam a linha de metro para a Alta com urgência!! Mais políticas pró-carro só estão a prejudicar a cidade!!
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Old November 13th, 2009, 11:17 AM   #48
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O dossiê pode estar quase pronto, mas no terreno ainda muito está por fazer... acabar de requalificar a Alta, fazer o mesmo na Baixa, por em marcha o plano do corredor verde Sereia - Botânico - Parque Verde, remodelar e abrir o espaço da Penitenciária à população, melhorar transportes e estacionamento, que na Alta é sofrível...
Estou para saber como queres tu melhorar o estacionamento que na alta é 'sofrível' quando defendes que não se faça o estacionamento no D. Dinis...

Este parque vai permitir reordenar todo o estacionamento na alta universitária. Vai diminuir o número de lugares disponíveis mas não vai reduzir a zero o acesso ao automóvel. Quem se arriscar a levar o carro paga, e mesmo assim, como a oferta vai diminuir, vai forçar muitas pessoas a ir de transportes públicos. O plano é acabar com os carros estacionados nas ruas da alta... (julgo eu).
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Old November 13th, 2009, 04:41 PM   #49
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nao há imagens disto?
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Old November 14th, 2009, 05:33 AM   #50
Lino
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Estacionamentos na periferia e transportes públicos eficazes para o centro, é a minha proposta. Acabaram com a Ecovia, que dava jeito a quem usava os estacionamentos como o da Estação Velha e o da Casa do Sal. Porque é que as pessoas levam o carro para o centro? Para se deslocarem eficazmente... mas como se a Alta está sempre à pinha... não é com um silo de estacionamento a fazer numa zona, ainda por cima, sensível arqueologicamente e historicamente.
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Old November 14th, 2009, 12:08 PM   #51
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Estacionamentos na periferia e transportes públicos eficazes para o centro, é a minha proposta.
Isso era muito bom se toda a gente pensasse em deixar o carro num estacionamento na margem esquerda e fossem de autocarro para a alta, mas já sabemos que pouca gente pensa assim. É uma questão de mentalidades.
Eu defendo a construção de um estacionamento com vários andares junto ao estádio universitário, onde está aquele estacionamento sem ordenação nenhuma. Se o estacionamento tivesse preços acessíveis e até desse direito a duas viagens de autocarro por dia, podia ser que as pessoas aderissem.
Esse estacionamento que está junto ao estádio costuma estar sempre cheio, se criassem mais lugares podia ser que mais pessoas deixassem lá o carro, em vez de o levar para o centro da cidade.

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Old November 14th, 2009, 01:41 PM   #52
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Originally Posted by DaniFR View Post
Eu defendo a construção de um estacionamento com vários andares junto ao estádio universitário, onde está aquele estacionamento sem ordenação nenhuma. Se o estacionamento tivesse preços acessíveis e até desse direito a duas viagens de autocarro por dia, podia ser que as pessoas aderissem.
Esse estacionamento que está junto ao estádio costuma estar sempre cheio, se criassem mais lugares podia ser que mais pessoas deixassem lá o carro, em vez de o levar para o centro da cidade.

Talvez fosse uma boa solução...

mas eu continuo a defender que a melhor forma de evitar que as pessoas peguem no carro é dar lhes razões para não irem de carro...e essas soluções já existem bastante na margem direita...ao paço que a margem esquerda está mais mal servida...sendo que como está mais mal servida acaba por haver mais gente a usar transporte proprio para se deslocar em vez de transportes publicos...
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Old November 14th, 2009, 02:31 PM   #53
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Talvez fosse uma boa solução...

mas eu continuo a defender que a melhor forma de evitar que as pessoas peguem no carro é dar lhes razões para não irem de carro...e essas soluções já existem bastante na margem direita...ao paço que a margem esquerda está mais mal servida...sendo que como está mais mal servida acaba por haver mais gente a usar transporte proprio para se deslocar em vez de transportes publicos...
Melhorar os transportes públicos na margem esquerda é sem duvidas uma das medidas que deveriam ser tomadas. Uma das soluções poderia passar por transferir o ponto de horário da estação nova para o estádio universitário. Visto que a maior partes dos autocarros que fazem horário na estação nova se destina à alta, hospital e Olivais, assim as pessoas já poderiam deixar ali o carro ficando mais perto dos transportes.
E claro, melhorar também os transportes na periferia.
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Old November 14th, 2009, 03:35 PM   #54
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Melhorar os transportes públicos na margem esquerda é sem duvidas uma das medidas que deveriam ser tomadas. Uma das soluções poderia passar por transferir o ponto de horário da estação nova para o estádio universitário. Visto que a maior partes dos autocarros que fazem horário na estação nova se destina à alta, hospital e Olivais, assim as pessoas já poderiam deixar ali o carro ficando mais perto dos transportes.
E claro, melhorar também os transportes na periferia.
nem me referia tanto a isso...penso por exemplo na frequencia de autocarros como o 12, 20, 13, 21, 17, 32....que por exemplo a meio da tarde não existem ou que durante determinadas alturas são de hora a hora ou de meia em meia hora...em viagens que se fazem de carro em 10 ou 15 min...assim não existe forma dos transportes publicos puderem competir com o transporte proprio...alem de que nestas situações muito proprias, o autocarro não serve a maioria das populações...logo existe uma escolha/opção pelo carro, que leva toda a gente de Fala, Casais, Ribeira, Taveiro, Valongo, Arzila, Vila Pouco, tudo a levar o carro, que desemboca tudo no mesmo lado...no Açude....

Uma solução por exemplo que já pensei seria por exemplo colocar o metro mondego a começar em Pereira, seguindo para Arzila, Vila Pouca, seguindo por dentro de Taveiro, e depois já em S.Martinho ir enconstar a linha de Comboio....assim com frequencia a linha 21 deixava de ser necessária bem como a 32....e esses recursos poderiam ser usados para melhorar a frequencia na linha 20, 13, 17 e 12....mas isso foi so uma coisa que me lembrei e que ainda nem sequer pensei muito...nem tudo se pode resolver com estacionamentos...até porque criar estacionamentos ao pe do estadio universitario acaba por resolver parte do problema de transito na cidade...mas não completamente, uma vez que algumas zonas problematicas em termos de transito continuam a existir, como casa do sal, ou a entrada do Açude na margem esquerda...e sera uma estrutura algo provisoria, porque um parque de estacionamento no meio da cidade, em terreno, altamente interessante para o desenvolvimento...e preferivel criar infrastruturas, penso eu, que sejam mais permanentes como o metro.....
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Old November 14th, 2009, 04:04 PM   #55
Lino
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Mesmo o 27 e 28 são uma vergonha. Com tanta gente a residir nos bairros servidos (Brinca-Loreto, S. Miguel, Liberdade, Planalto do Ingote, Monte Formoso, Baixa, Conchada, Celas) os ditos chegam a estar sem passar durante umas 2h. Depois têm frequências muito desreguladas, chegam sempre atrasados - em especial desde que vão a Celas), vão dar a volta ao bilhar grande. Por isso é que por vezes tenho que ir a pé ou levar o carro porque com o autocarro não sou servido.

Mesmo o 5, que atravessa a cidade da Pedrulha ao Estádio, a só passar de 20 em 20 minutos é vergonhoso. Deveria passar tantas vezes como o 7 (que é o autocarro mais priveligiado da cidade, por vezes vejo passar uns 2 ou 3 seguidos).

A zona norte de Coimbra está pessimamente servida. Vejamos na Queima, por exemplo, com os autocarros nocturnos. Que zona servem? A zona sul do Calhabé, Solum, Olivais... e a zona norte? Fica a 0... tenho que levar o carro senão pago quase 5€ de táxi ou tenho que esperar o primeiro autocarro da manhã...
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Old November 14th, 2009, 04:22 PM   #56
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A zona norte de Coimbra está pessimamente servida. Vejamos na Queima, por exemplo, com os autocarros nocturnos. Que zona servem? A zona sul do Calhabé, Solum, Olivais... e a zona norte? Fica a 0... tenho que levar o carro senão pago quase 5€ de táxi ou tenho que esperar o primeiro autocarro da manhã...
Olha 5€......eu tenho que largar quase 9€ (Casais do Campo...ainda é cidade...mas muito taxista não o sabe) por isso é que ou vou no comboio as 5e45 da manha ou entao so vou de bus as 7h...estar a ir de carro, quando se sai a noite não gosto muito....mas volta e meia la venho de taxi...

O 7 e o 6 são realmente as linhas mais privilegiadas de Coimbra...e o que me indigna é que por exemplo o metro vai privilegiar os mesmos que já estão bem servidos de transportes....e possivelmente os autocarros vao continuar como estão...se representasse uma reduçao dos autocarros nessa area para renovar a frota e aumentar as frequencias nos outros lados, como a zona Norte e a margem esquerda, ainda tudo bem....mas possivelmente não sera isso que acontecerá...
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Old November 14th, 2009, 04:32 PM   #57
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Infelizmente a zona norte não será contemplada. Uma linha de metro para Eiras / Santa Apolónia / Adémia dava muito jeito a muita gente. Espero que com a futura estação intermodal, tal seja uma possibilidade. O Monte Formoso tem sido muito negligenciado a todos os níveis.
Conta-se, por aqui, que os populares tiveram que entrar num autocarro e o desviar para o bairro para pedir uma linha nova. Tivémos o 24 até à minha porta até aos anos 90, por aí. Agora o 5 passa na Casa do Sal de 20 em 20m ou a cada meia hora e já nem conto com o 27 para ir à Baixa... e ao fim da tarde o 28 vai tipo sardinha em lata.
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Old November 14th, 2009, 04:35 PM   #58
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Infelizmente a zona norte não será contemplada. Uma linha de metro para Eiras / Santa Apolónia / Adémia dava muito jeito a muita gente. Espero que com a futura estação intermodal, tal seja uma possibilidade. O Monte Formoso tem sido muito negligenciado a todos os níveis.
Que eu saiba nem a margem esquerda....quer dizer vai haver uma linha para iParque...mas acho que é tudo o que vai haver ou está planeado assim de mais concreto....
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Old November 14th, 2009, 04:37 PM   #59
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E Santa Clara e S. Martinho merecem, que sempre que ali vou é uma desgraça para circular e, sobretudo para estacionar. S. Martinho e a o Alto de Santa Clara para descer ao Convento são para esquecer.
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Old November 14th, 2009, 04:57 PM   #60
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E Santa Clara e S. Martinho merecem, que sempre que ali vou é uma desgraça para circular e, sobretudo para estacionar. S. Martinho e a o Alto de Santa Clara para descer ao Convento são para esquecer.
Sim a zona dos Covões é um pesadelo para arranjar estacionamento...concentram em ruas estreitas, predios, autocarros, um Hospital e cs sem espaço para todos os seus utilizadores, 2 escolas superiores em que muitos alunos acabam por ir de carro...juntando a moradores e trabalhadores....aquilo é um pesadelo....sei por frequentar que existem varios planos ao nivel da escola superior de tecnologias da saude....para resolver algumas situações...como criarem um parque de estacionamento subterraneo....agora para quando isso será não faço a menor ideia...
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