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Old December 2nd, 2009, 09:20 PM   #201
Afonso Miguel
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Originally Posted by JoniP View Post
Em primeiro lugar eu não gosto do termo subúrbios. Se subúrbios é tudo o que não é concelho do Porto é totalmente errado na minha opinião..

Depois não se trata de dar importância a X ou Y trata-se de resolver os problemas de circulação no centro da cidade, nomeadamente na VCI que afecta o trânsito em todo o lado. A criação da circular intermédia permite aliviar a VCI de um modo muito significativo ao contrário da CREP e tem a vantagem de, como extra, servir o que apelidaste de suburbios apesar de não ser essa a razão principal da sua construção..

De resto, estou de acordo em quase tudo o que disseste a respeito de desertificação e transportes colectivos mas isso não tem nada a ver com a circular intermédia..
Não há outro termo que não seja subúrbios, arredores, etc. Maia, Gondomar, Valongo, Ermesinde, etc., o que seriam se não estivesse lá o Porto? Pequenas vilas, provavelmente. Logo, a única definição que existe nesse caso para dicionário é subúrbios. Sem a conotação negativa da palavra, obviamente.

Resolver o trânsito na VCI é prioritário, e aí entram os transportes colectivos, já que o alargamento da rede de metro vai ajudar a tirar carros da VCI, assim como a construção da CREP. E só depois disso feito é que podemos dizer se é necessário fazer mais estradas ou não. Para já, tu dizes que sim, eu acho que não, mas só poderemos saber quem tem razão daqui a uns anos.

Para mim, mais importante do que ligar mais directamente os concelhos suburbanos entre si (o que já vai, em parte, ser conseguido com a CREP, cujo maior defeito é ser portajada), o grande desafio do Porto é o trânsito no centro. Só com o problema do trânsito resolvido é que a cidade vai ser capaz de atrair população, e de manter a pujança económica que actualmente detém. E aí entram os túneis como muito urgentes. Porque uma pessoa, mesmo fora das horas de ponta, demora muito tempo a entrar na cidade (ainda esta semana apanhei uma fila enorme no Campo Alegre às 3 da tarde sem ter havido qualquer acidente...).

O problema do Porto é que apostou em criar condições para fazer as pessoas chegar à VCI, mas depois da VCI para o centro, o trânsito é caótico. E isso afecta tudo, até um problema gravíssimo que é termos o Hospital de Santo António no meio da cidade, e as ambulâncias verem-se à rasca para lá chegar! Chegar aos Aliados, à Ribeira, a Mouzinho da Silveira, ao Bom Sucesso, à Batalha, a São Bento, à Pç. Galiza em horas de ponta é uma verdadeira aventura! E aí os túneis ajudariam a resolver (não resolveriam totalmente) esse problema.

E depois temos uma espécie de sequência lógica de processos:

Túneis -> melhores acessibilidades -> melhoria do trânsito no centro da cidade -> menos ruído e poluição -> cidade mais atractiva para viver e trabalhar -> Porto atrai população para o centro (se forem restauradas casas a preços comportáveis para a classe média, e forem melhorados os transportes publicos e o estacionamento) -> diminuição da população nos subúrbios -> menos carros a entrar na cidade -> menos trânsito na VCI e nas entradas -> menos necessidade de construir estradas novas

Porém, após os túneis e antes da hipotética circular urbana, acho que se poderiam construir dois pequenos troços de AE (sem portagem):

*Radial de Rio Tinto (Antas/Campanhã -> Rio Tinto -> Baguim do Monte/Fânzeres -> contorno sul de Valongo -> Campo

(libertaria a A3 e a A4 do tráfego para Valongo e Rio Tinto, e poderia servir de troço inicial para a variante à N15 Porto-Amarante, para além de fazer uma circular sul a Valongo, que bem precisa!)

*A29 Gaia - Foz do Sousa (CREP)

(descongestionaria a N 222, serviria de ponto de partida para a ligação a Castelo de Paiva pela variate à N 222, asseguraria melhores ligações interconcelhias em Gaia, seria alternativa válida para Gaia-Gondomar em horas de ponta, ligaria Gaia às autoestradas para norte e leste sem passar pela VCI).

É o único troço da tal "circular externa" com o qual posso concordar.
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Old December 2nd, 2009, 10:37 PM   #202
JoniP
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Originally Posted by Afonso Miguel View Post
Não há outro termo que não seja subúrbios, arredores, etc. Maia, Gondomar, Valongo, Ermesinde, etc., o que seriam se não estivesse lá o Porto? Pequenas vilas, provavelmente. Logo, a única definição que existe nesse caso para dicionário é subúrbios. Sem a conotação negativa da palavra, obviamente.
É caso para dizer também o que seria do Porto se não tivesse a massa humana dos arredores e alguns equipamentos / empresas / emprego dos arredores..
Depois a definição de súburbio ou arredor não se pode atribuir concelho a concelho.. Há zonas do Porto que são mais subúrbio que a Maia por exemplo.. E há zonas do Porto que são tão subúrbio como Gondomar.. Eu sou a favor da reorganização terriotorial.. É importante passar a tratar este algomerado urbano como um todo e não concelho a concelho..

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Originally Posted by Afonso Miguel View Post
Resolver o trânsito na VCI é prioritário, e aí entram os transportes colectivos, já que o alargamento da rede de metro vai ajudar a tirar carros da VCI, assim como a construção da CREP. E só depois disso feito é que podemos dizer se é necessário fazer mais estradas ou não. Para já, tu dizes que sim, eu acho que não, mas só poderemos saber quem tem razão daqui a uns anos.

Para mim, mais importante do que ligar mais directamente os concelhos suburbanos entre si (o que já vai, em parte, ser conseguido com a CREP, cujo maior defeito é ser portajada), o grande desafio do Porto é o trânsito no centro. Só com o problema do trânsito resolvido é que a cidade vai ser capaz de atrair população, e de manter a pujança económica que actualmente detém. E aí entram os túneis como muito urgentes. Porque uma pessoa, mesmo fora das horas de ponta, demora muito tempo a entrar na cidade (ainda esta semana apanhei uma fila enorme no Campo Alegre às 3 da tarde sem ter havido qualquer acidente...).

O problema do Porto é que apostou em criar condições para fazer as pessoas chegar à VCI, mas depois da VCI para o centro, o trânsito é caótico. E isso afecta tudo, até um problema gravíssimo que é termos o Hospital de Santo António no meio da cidade, e as ambulâncias verem-se à rasca para lá chegar! Chegar aos Aliados, à Ribeira, a Mouzinho da Silveira, ao Bom Sucesso, à Batalha, a São Bento, à Pç. Galiza em horas de ponta é uma verdadeira aventura! E aí os túneis ajudariam a resolver (não resolveriam totalmente) esse problema.

E depois temos uma espécie de sequência lógica de processos:

Túneis -> melhores acessibilidades -> melhoria do trânsito no centro da cidade -> menos ruído e poluição -> cidade mais atractiva para viver e trabalhar -> Porto atrai população para o centro (se forem restauradas casas a preços comportáveis para a classe média, e forem melhorados os transportes publicos e o estacionamento) -> diminuição da população nos subúrbios -> menos carros a entrar na cidade -> menos trânsito na VCI e nas entradas -> menos necessidade de construir estradas novas

Porém, após os túneis e antes da hipotética circular urbana, acho que se poderiam construir dois pequenos troços de AE (sem portagem):

*Radial de Rio Tinto (Antas/Campanhã -> Rio Tinto -> Baguim do Monte/Fânzeres -> contorno sul de Valongo -> Campo

(libertaria a A3 e a A4 do tráfego para Valongo e Rio Tinto, e poderia servir de troço inicial para a variante à N15 Porto-Amarante, para além de fazer uma circular sul a Valongo, que bem precisa!)

*A29 Gaia - Foz do Sousa (CREP)

(descongestionaria a N 222, serviria de ponto de partida para a ligação a Castelo de Paiva pela variate à N 222, asseguraria melhores ligações interconcelhias em Gaia, seria alternativa válida para Gaia-Gondomar em horas de ponta, ligaria Gaia às autoestradas para norte e leste sem passar pela VCI).

É o único troço da tal "circular externa" com o qual posso concordar.
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Bem, fazes trinta por uma linha para não justificar a circular intermédia.. E reduzes a circular a uma ligação entre subúrbios..

Melhorar o trânsito no centro é investir nos transportes públicos construir túneis sim mas não rodoviários.. Túneis rodoviários no centro só serviam para atrair mais automóveis e não é isso que queremos..

As tuas radiais continuam a não resolver o problema da ligação Norte-Sul como alternativa a Arrábida-Freix.. Este movimento é dos tais que não se resolve com transportes públicos mas sim com melhorias rodoviárias..
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Old December 3rd, 2009, 12:12 AM   #203
Viriatuus
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Não é por nada mas estão a esquecer-se de algumas estradas que ou pelo traçado ou pelo intenso movimento precisam, parcial ou totalmente, urgentemente de alternativas. Num ou outro caso é também necessário concluir o que nunca foi feito...

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E ligações directa Vila Real/Sabrosa/Alijó/Carrazeda/Moncorvo, Ovar/Oliveira de Azeméis, Reguengos/Portel...

A lista é muito longa... e sou capaz de me ter esquecido de alguns outros exemplos (nomeadamente na zona de Lisboa).
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Old December 7th, 2009, 08:15 PM   #204
rpc08
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Estas são apenas as mais prioritárias. No entanto, creio que a maioria dessas estradas não necessita qualquer requalificação de traçado nem construção de variantes às localidades, pelo que uma requalificação rotineira será suficiente.
__________________
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Old December 9th, 2009, 06:39 PM   #205
Wolf2009
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Originally Posted by Viriatuus View Post
Não é por nada mas estão a esquecer-se de algumas estradas que ou pelo traçado ou pelo intenso movimento precisam, parcial ou totalmente, urgentemente de alternativas. Num ou outro caso é também necessário concluir o que nunca foi feito...

EN3
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EN397

E ligações directa Vila Real/Sabrosa/Alijó/Carrazeda/Moncorvo, Ovar/Oliveira de Azeméis, Reguengos/Portel...

A lista é muito longa... e sou capaz de me ter esquecido de alguns outros exemplos (nomeadamente na zona de Lisboa).
A EN10 sofreu uma benificação entre Setúbal e Casal do Marco.
Alguém pode ir lá tirar fotos?
__________________
Azeitão a Concelho

Dizer que não existe alternativa é o contrário da Liberdade
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Old December 13th, 2009, 03:41 AM   #206
nimpo
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O traçado correcto da A32 até Oliveira de Azeméis, já em construção:



Compreenderá 8 nós:
1 - Nó com o IP1/A1, ligeiramente a sul do nó A29/IP1.
2 - Nó S. Martinho de Arnelas (Gaia)
3 - Nó A41 (CREP) / Sandim (Gaia)
4 - Nó Canedo (Santa Maria da Feira)
5 - Nó Gião / Louredo (Santa Maria da Feira)
6 - Nó via Feira-Arouca / S. João da Madeira Norte (representadas as vias de acesso)
7 - Nó N227 - S. João da Madeira Sul / Vale de Cambra (via de acesso não representada) / Nogueira do Cravo / Carregosa
8 - Nó N224 - Oliveira de Azeméis

A A32 tem conclusão prevista para 2 de Outubro de 2011 e será uma via portajada. Como podem observar, a AE (conclusão para Outubro de 2011) passa bastante distante da A1 (uma distância incomparavelmente maior que da A29 à A1...).

Não tenho dúvidas que esta via será extremamente importante porque vai servir regiões deficitárias em infraestruturas rodoviárias (e ferroviárias, mas isso seria outra questão): o interior do concelho de Gaia e a região de Entre Douro e Vouga (S. João da Madeira, Santa Maria da Feira, Oliveira de Azeméis, Vale de Cambra e Arouca). Com a A32 e respectivas vias de acesso, Vale de Cambra (uma cidade com forte implantação industrial) e Arouca passam a estar plenamente integradas na Grande Área Metropolitana do Porto em termos rodoviários, e, por outro lado, São João da Madeira, Oliveira de Azeméis e o interior do concelho de Santa Maria da Feira potenciam a acessibilidade ao centro da área metropolitana, quando presentemente se encontram sufocadas pelo trânsito infernal da N223, estrada de ligação à A1/litoral.

Podem explorar em mais pormenor o traçado da A32, feito por mim a partir do Sumário Exectutivo oficial, aqui

Nesta última imagem, adiciono as vias relacionadas: CREP (A41) e via Feira-Mansores (com duplicação da N223 até à N1/IC2), que integra a Concessão do Vouga (conclusão 2012):

Last edited by nimpo; December 24th, 2009 at 07:59 PM.
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Old December 13th, 2009, 04:01 AM   #207
Viriatuus
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A questão da A32 neste troço não é o não ser interessante para os locais onde passa, é antes o facto de estar o suficientemente longe da EN1 de tal forma que não vai retirar quase tráfego nenhum desta, e isto mesmo que não fosse portajada, ainda mais sendo-o. O problema da travessia do alto de Grijó, Lourosa, etc vai manter-se exactamente na mesma.
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Old December 13th, 2009, 04:07 AM   #208
djou23
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Não está assim tão longe, e mais perto seria difícil, dada a concentração urbana e industrial ao longo da nacional... como se comprova na ligação que o nimpo deu
__________________
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Old December 13th, 2009, 04:26 PM   #209
JoniP
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Como já referi anteriormente este troço, para mim, é mais do que necessário.. Reparem a quantidade de nós que esta AE tem quando comparada com a A1.. A A1 tem nós em Espinho, Sta Maria da Feira e Estarreja que nem se vê no mapa, é uma AE essencialmente de tráfego nacional.. Estes nós não permitem servir convenientemente as localidades de São João da Madeira, Oliveira de Azemeis, Vale de Cambra, Arouca e zona oriental de Gaia onde está localizado por exemplo o centro de estágio do FCP em Lever, ou seja, é uma AE de carácter metropolitano e regional.. Pela mesma razão ninguém questiona o facto da A5 ser paralela ao IC19 esta também o não deverá ser pois serve localidades diferentes.

Para sul de Oliveira de Azemeis, até à Mealhada é que já tenho mais dúvidas em relação à sua necessidade.. Até porque, nesse troço, volta a passar junto da A1 e o seu tráfego não será tão elevado como na AMP presumo..
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Old December 13th, 2009, 06:11 PM   #210
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Djou23:

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Não está assim tão longe, e mais perto seria difícil, dada a concentração urbana e industrial ao longo da nacional... como se comprova na ligação que o nimpo deu
Podia passar mais próximo da EN1 e para o comprovar está o facto das câmaras de Gaia e da Feira terem tido um canal reservado para o efeito (solução A de EIA), canal esse que foi colocado em alternativa ao eventualmente escolhido (solução B do EIA).

Um disparate mais da A32 é o facto de se se concretizar a criação de mais um nó no IP1 onde ela começa (alternativa B2 do EIA), não se aproveitando o actual nó da A29 (que estava na solução B)... que vai ficar a 200 ou 300 metros a norte... Não esquecendo que a menos dum km a norte está o nó com a EN222... Isto de ter vários nós seguidos em AE a menos de 1 km em média não cabe na cabeça de ninguém... (não nos esqueçamos que o dos Carvalhos vai ficar também ele a menos dum km a sul...)

E Djou23, vai ficar o suficientemente longe da EN1 para que boa parte dos utilizadores desta o ignorem. Ninguém vai dos Carvalhos para Lourosa ou de São João da Madeira pela A32 ou de Lourosa para São João da Madeira ou Oliveira de Azeméis pela nóvel A32. Não faz sentido nenhum duplicar a distãncia percorrida (e ter de pagar portagem...) para ganhar uns míseros 2 ou 3 minutos, se de todo! Ora esse é o grosso do movimento actual da EN1, que é local. As melhorias serão para quem vai (do Porto/Gaia) para a zona de Canedo e Lobão (que não utiliza hoje em dia a EN1), para Arouca (que parcialmente utilizarão a EN1 entre Lourosa e os Carvalhos) e para Vale de Cambra (que não utilizam a EN1).

Last edited by Viriatuus; December 13th, 2009 at 06:21 PM.
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Old December 13th, 2009, 06:40 PM   #211
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Esta A32 pode no entanto ser "ressarcida" se:

1 - Em vez de virar para a EN1 (por enquanto vai parece ficar pela EN224) prosseguir pelas imediações de Vale de Cambra em direcção a São Pedro do Sul e Viseu como variante à EN227 e EN16;

2 - Da zona de Canedo/Lobão ser feita uma nova via em direcção a Castelo de Paiva e Lamego;

3 - Que evitem o disparate de fazer um novo nó no IP1 e aproveitem o da actual A29.
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Old December 13th, 2009, 07:20 PM   #212
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Podia passar mais próximo da EN1 e para o comprovar está o facto das câmaras de Gaia e da Feira terem tido um canal reservado para o efeito (solução A de EIA), canal esse que foi colocado em alternativa ao eventualmente escolhido (solução B do EIA).
Eu tenho preferência pela alternativa B.. Pois, comparaticamente com a alternativa A, é igualmente eficiente na ligação dos grandes centros por ela atravessados ao Porto/Gaia e tem a vantagem de servir a zona oriental de Gaia e aproximar mais Arouca que não possui nenhuma ligação por AE..
E quanto ao facto de não retirar carros da N1.. Alguns retirará, concerteza.. Pela N1 seguirão apenas os que não querem pagar portagem (mas isso era igual para qualquer opção) e os movimentos locais, alguns por ti referidos mas que são residuais face ao grosso do tráfego.

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Um disparate mais da A32 é o facto de se se concretizar a criação de mais um nó no IP1 onde ela começa (alternativa B2 do EIA), não se aproveitando o actual nó da A29 (que estava na solução B)... que vai ficar a 200 ou 300 metros a norte... Não esquecendo que a menos dum km a norte está o nó com a EN222... Isto de ter vários nós seguidos em AE a menos de 1 km em média não cabe na cabeça de ninguém... (não nos esqueçamos que o dos Carvalhos vai ficar também ele a menos dum km a sul...)
Essa opção (alternativa B1) foi de facto a mais acertada. Pois, deixa em aberto que no futuro se possa prolongar a A29 para o outro lado do rio passando por Gondomar e ligando à A4 (a tal circular intermédia de que se tem falado). O próprio PDM de Gaia tem previsto essa via a partir desse nó. Se a A32 se iniciasse a partir daí seria mais complicado garantir continuidade com a A29.. A opção de ligar alternativa B aos carvalhos não estava em estudo mas também poderia ter sido uma opção, no entanto, não seria tão simples devido à maior complexidade do nó e compatibilidade com as vias existentes..

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E Djou23, vai ficar o suficientemente longe da EN1 para que boa parte dos utilizadores desta o ignorem. Ninguém vai dos Carvalhos para Lourosa ou de São João da Madeira pela A32 ou de Lourosa para São João da Madeira ou Oliveira de Azeméis pela nóvel A32. Não faz sentido nenhum duplicar a distãncia percorrida (e ter de pagar portagem...) para ganhar uns míseros 2 ou 3 minutos, se de todo! Ora esse é o grosso do movimento actual da EN1, que é local. As melhorias serão para quem vai (do Porto/Gaia) para a zona de Canedo e Lobão (que não utiliza hoje em dia a EN1), para Arouca (que parcialmente utilizarão a EN1 entre Lourosa e os Carvalhos) e para Vale de Cambra (que não utilizam a EN1).
Correndo o risco de não ser correcto, pois não tenho estudos, não me parece que os movimentos que referiste sejam críticos ou que sejam esses que entupam a N1.. O grosso dos utlizadores da N1 terá como destino Gaia ou Porto ou qualquer outro concelho mais para Norte.. Não me parece que haja assim tantas pessoas a ter como destino Lourosa.. De Lourosa para o Porto / Gaia o melhor será contiuniar a usar N1+A41+A1..
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Old December 13th, 2009, 08:32 PM   #213
Viriatuus
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Pela N1 seguirão apenas os que não querem pagar portagem (mas isso era igual para qualquer opção) e os movimentos locais, alguns por ti referidos mas que são residuais face ao grosso do tráfego.
O problema é que ao contrário do que dizes os movimentos locais são o grosso do tráfego.

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Essa opção (alternativa B1) foi de facto a mais acertada. Pois, deixa em aberto que no futuro se possa prolongar a A29 para o outro lado do rio passando por Gondomar e ligando à A4 (a tal circular intermédia de que se tem falado). O próprio PDM de Gaia tem previsto essa via a partir desse nó. Se a A32 se iniciasse a partir daí seria mais complicado garantir continuidade com a A29.. A opção de ligar alternativa B aos carvalhos não estava em estudo mas também poderia ter sido uma opção, no entanto, não seria tão simples devido à maior complexidade do nó e compatibilidade com as vias existentes..
Parece que não conheces os projectos... a nova via de ligação a Gondomar vai entroncar na própria A32, nunca estev previsto que fosse ao IP1... o nó será construído na A32 próximo de Avintes e prosseguirá para Gondomar passando primeiro por um túnel a construir junto à fábrica da Barbosa & Almeida. Continuo a dizer que o nó da A29 deveria ser aproveitado apara a A32, até pela razão que acabei de referir. E que não há razão nenhuma para haver numa mesma AE 4 nós seguidos em 3 kms de via.

Quote:
Correndo o risco de não ser correcto, pois não tenho estudos, não me parece que os movimentos que referiste sejam críticos ou que sejam esses que entupam a N1.. O grosso dos utlizadores da N1 terá como destino Gaia ou Porto ou qualquer outro concelho mais para Norte..
O grosso dos utilizadores é local, os movimentos pendulares para Gaia/Porto só têm algum significado entre Lourosa e a Feteira.
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Old December 13th, 2009, 08:46 PM   #214
nimpo
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Eu acho que de facto faria todo o sentido a A32 terminar no actual nó da A29/IP1, criando uma continuidade que facilitasse a escolha Arrábida/Freixo... Não sei porque razão tal não foi concretizado, haver vários nós em poucos quilómetros dificulta o tráfego. Mas parece que já não há nada a fazer...

A A32 será essencialmente uma nova radial do Porto para uma região da GAMP com dificuldades de acesso ao centro da área metropolitana. Eu, por exemplo, resido em S. João da Madeira, e não tenho dúvidas que utilizarei a A32 invés da A1.

Do nó SJM-Norte serão 21,5km pela A32, mais 7km pelo IP1 até entrar no Porto (VCI), num total de 28,5km, mais cerca de 3,5km das vias de acesso A32-Entrada norte de SJM - 32km. Pela A1 são 34km.

A A32 não só encurtará a distância de SJM ao Porto por AE em 2km, mas permitirá um ganho de tempo considerável, atendendo à actual via de acesso à A1 bastante congestionada. Basta dizer que, em vários dias, se chega a demorar mais nos 6km da N223 (da A1 até S. João da Madeira norte) do que nos 18,5km da Arrábida ao nó da Feira... É um autêntico tormento!

Por outro lado, a nova N223 em formato de auto-estrada será uma boa solução mas a metade nascente da estrada será nova, fazendo nó com o IC2 2km acima da situação actual (como podem ver no último mapa). Isto obriga a um desvio absurdo "norte para depois voltar outra vez ao sul", tornando, nesta situação, o nó da A1 bastante mais longe que o da A32. Apesar de tudo, a actual N223 continuará lá, fazendo nó com a futura via...

Concluindo, tudo isto me leva a crer que tanto S. João da Madeira como Oliveira de Azeméis utilizarão mais a A32 para aceder ao centro da área metropolitana.

Last edited by nimpo; December 13th, 2009 at 09:28 PM.
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Old December 13th, 2009, 08:55 PM   #215
Viriatuus
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Será? Tenho dúvidas... e depois há a questão da portagem, quanto custará? E se em vez de ires para o Porto quiseres ir para Lourosa? Ou Fiães, ou Mozelos? Ou para as caldas de S. Jorge?

Uma curiosidade como é que vão duplicar a EN223 junto à Feira?
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Old December 13th, 2009, 09:07 PM   #216
JoniP
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[QUOTE=Viriatuus;48422493]

O problema é que ao contrário do que dizes os movimentos locais são o grosso do tráfego.

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Parece que não conheces os projectos... a nova via de ligação a Gondomar vai entroncar na própria A32, nunca estev previsto que fosse ao IP1... o nó será construído na A32 próximo de Avintes e prosseguirá para Gondomar passando primeiro por um túnel a construir junto à fábrica da Barbosa & Almeida. Continuo a dizer que o nó da A29 deveria ser aproveitado apara a A32, até pela razão que acabei de referir. E que não há razão nenhuma para haver numa mesma AE 4 nós seguidos em 3 kms de via.
Que eu saiba ainda não existe qualquer projecto mas sim umas "linhas" com intenções previstas no PDM de Gaia.. Sei do que estás a falar mas apenas mostra uma intenção.. Quando se for fazer o projecto pode ter diferênças.. Esta via terá de ser da responsabilidade da estradas de portugal..

A solução que referes era uma hipótese.. Lembro-me de na altura ter lido razões que não a favoreciam.. Se as encontrar coloco aqui..


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O problema é que ao contrário do que dizes os movimentos locais são o grosso do tráfego.

O grosso dos utilizadores é local, os movimentos pendulares para Gaia/Porto só têm algum significado entre Lourosa e a Feteira.
Não sei onde é que tens os dados para afirmar isso.. Mas se efectivamente o problema for de tráfego local a solução não é construir auto-estrada mas sim ruas e avenidas.. Uma AE é para trânsito nacional, regional, metropolitano pontualmente trânsito local contudo não é pensada para essa função até porque normalmente não tem número de nós suficiente para isso..
E, no caso da câmara de gaia, estão previstas um conjunto de vias municipais e algumas delas servem de alernativa à EN1 uma delas até partirá do nó dos carvalhos.. Não conheço o PDM de santa maria da feira nem as suas soluções de mobilidade..
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Old December 13th, 2009, 09:15 PM   #217
Viriatuus
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O que a câmara de Gaia prevê é aproveitar o canal para fazer ruas/avenidas. Sem justificação... uma avenida de 10/15 kms? Às curvas? O que importa é fazer uma variante à EN1 que permita que alguém por exemplo dos Carvalhos chegue rapidamente a Lourosa sem ter que ir pelo meio de semáforos e rotundas, seja na actual EN1 seja numa avenida a criar.

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Que eu saiba ainda não existe qualquer projecto mas sim umas "linhas" com intenções previstas no PDM de Gaia.. Sei do que estás a falar mas apenas mostra uma intenção.. Quando se for fazer o projecto pode ter diferênças.. Esta via terá de ser da responsabilidade da estradas de portugal..
E vais criar uma AE paralela à A32 a 50, 100 ou 200 metros uma da outra? E não me parece que seja só uma intenção. A localização já está acordada com a câmara de Gondomar e consta do novo PDM de Gaia.
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Old December 13th, 2009, 09:25 PM   #218
nimpo
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Será? Tenho dúvidas... e depois há a questão da portagem, quanto custará? E se em vez de ires para o Porto quiseres ir para Lourosa? Ou Fiães, ou Mozelos? Ou para as caldas de S. Jorge?

Uma curiosidade como é que vão duplicar a EN223 junto à Feira?
A portagem não sei quanto ficará, mas creio que não será um valor muito diferente daquele que se paga da Feira ao Porto neste momento (1,30€). Para me deslocar a Lourosa, Fiães ou Caldas de S. Jorge continuarei a utilizar a N1, a A32 não é alternativa.

Quanto à tua segunda pergunta, de forma sucinta, a N223 irá ser "enterrada" na zona do nó com a A1, entre o hotel e o seminário, criado um túnel de cerca de 200metros. Daí até ao último nó da Feira a estrada mantém-se como está, mas duplicada. O nó do hospital será requalificado e o nó de Picalhos (o último, a nascente da cidade) será eliminado e substituido pelo nó do Casal (a meio caminho entre Picalhos e o Hospital), permitindo ligação à actual N223. A partir daí, logo após a linha ferroviária o percurso desenvolve-se em traçado novo com desvio a norte (irá desembocar na N1/IC2 2km mais a norte, já no extremo-sul da freguesia de Pigeiros).
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Old December 13th, 2009, 09:31 PM   #219
JoniP
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O que a câmara de Gaia prevê é aproveitar o canal para fazer ruas/avenidas. Sem justificação... uma avenida de 10/15 kms? Às curvas? O que importa é fazer uma variante à EN1 que permita que alguém por exemplo dos Carvalhos chegue rapidamente a Lourosa sem ter que ir pelo meio de semáforos e rotundas, seja na actual EN1 seja numa avenida a criar.
Não sei o que te dizer.. Parece que estás a por Lourosa num pedestal.. É normal numa cidade haver semáforos e rotundas.. E se houver mais alternativas o trânsito distribui-se, agora não podes eliminar todos os semáforos e cruzamentos e rotundas..

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E vais criar uma AE paralela à A32 a 50, 100 ou 200 metros uma da outra? E não me parece que seja só uma intenção. A localização já está acordada com a câmara de Gondomar e consta do novo PDM de Gaia.
Não são auto-estradas paralelas.. É um nó de ligação.. Nessa zona já tens um triângulo de auto-estradas com alguns troços paralelos uns aos outros.. Quando houver projecto posso emitir a minha opinião.. De qualquer modo eu acho que a via que deve ser contínua é a que vem da A29 e depois segue para Gondomar e a A32 deve desembocar nesta e/ou no IP1/A20.. Numa primeira fase desembocará no IP1/A20 quando se fizer a via para Gondomar logo se verá..
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Old December 13th, 2009, 09:35 PM   #220
JoniP
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Quanto à tua segunda pergunta, de forma sucinta, a N223 irá ser "enterrada" na zona do nó com a A1, entre o hotel e o seminário, criado um túnel de cerca de 200metros. Daí até ao último nó da Feira a estrada mantém-se como está, mas duplicada. O nó do hospital será requalificado e o nó de Picalhos (o último, a nascente da cidade) será eliminado e substituido pelo nó do Casal (a meio caminho entre Picalhos e o Hospital), permitindo ligação à actual N223. A partir daí, logo após a linha ferroviária o percurso desenvolve-se em traçado novo com desvio a norte (irá desembocar na N1/IC2 2km mais a norte, já no extremo-sul da freguesia de Pigeiros).
Pareces bem informado.. Já saiu o EIA dessa via que está integrada na concessão do vouga?
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