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Old May 12th, 2009, 03:28 AM   #1
BrunoB.
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Rio Tietê pode voltar a ser hidrovia

Governo estuda usar o rio em anel hidroviário para transportar cargas

Bárbara Souza



O Rio Tietê, para o qual a cidade só olha quando transborda ou seu cheiro está pior que o normal, pode ganhar mais um respiro entre as 67 propostas já feitas em mais de 100 anos - e se tornar navegável. A ideia do governo do Estado é criar um hidroanel metropolitano, aproveitando a conexão entre o Tietê e o Rio Pinheiros, que serão ligados às Represas Billings e Taiaçupeba, na região de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo. O objetivo é levar, pela água, toda a carga transportada - ou parte dela - o mais próximo possível do Porto de Santos ou de pontos de distribuição que se integrariam a outros sistemas, como o Rodoanel e o Ferroanel.

Mais de uma área sentiria o impacto dessa nova forma de transportar carga - e talvez pessoas - na Região Metropolitana: enquanto o Tietê agoniza solitário em meio ao asfalto, 440 mil viagens são feitas diariamente pelas pistas da Marginal, contribuindo para o transporte de 1 bilhão de toneladas de carga por ano.

Tirar tantos caminhões das ruas, segundo o Estado, beneficiaria o meio ambiente, melhoraria o trânsito e, por que não, faria a cidade voltar os olhos para o Tietê. "Se a população perceber que o rio pode oferecer benefícios, com certeza a fiscalização será maior", diz o engenheiro Frederico Bussinger, diretor do Departamento Hidroviário (DH), da Secretaria Estadual de Transportes.

A ideia custaria R$ 2 bilhões e levaria ao menos 20 anos para ser concluída. "Não é um valor para assustar ninguém, essa obra traria muitos benefícios." Um terço da verba seria destinada apenas à construção de um canal de 25 quilômetros ligando as Represas Billings e Taiaçupeba.


_________________________________________________________________

Navegabilidade está em pauta desde 1920
Engenheiro planejou parque às margens do rio, para dar vazão às cheias

Bárbara Souza

Não é de hoje que se fala em usar o Tietê para transportar cargas e pessoas. Bem antes de a capital se tornar esse emaranhado de avenidas congestionadas, seus rios eram cortados por embarcações levando gente para todos os lados. Em 1924, o engenheiro Francisco Saturnino de Brito pensava em construir quatro eclusas para garantir sua navegabilidade e criar um parque às suas margens, para dar vazão à água na época das cheias. Mas as ideias de Brito não foram levadas adiante. Nos anos 1940, o prefeito Prestes Maia lançou um plano de construção de vias. Nos anos 1960, nasceram as marginais.

Havia lei prevendo recuperar a relação da cidade com o Tietê. Em 1927, a Lei 2.249 declarava o destino navegável do rio, que precisava receber outras obras. Em estudo, o engenheiro Adriano Murgel Branco ressalta: "Registre-se que, não obstante a Lei 2.249 haver previsto as obras de navegação, elas não foram feitas." Os dados constam de apresentação feita em outubro passado no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

Adriano Branco aponta o retrocesso da cidade no uso dos rios como meio de transporte, fazendo um paralelo com a exploração deles para a geração de energia. "No século 16, quando a Vila de São Paulo era limitada pelos Rios Tamanduateí, Tietê e Anhangabaú, se navegava por eles, principalmente na ligação com Santo André. Dessas imediações, as cargas e as pessoas desciam para o mar pelo chamado Caminho de Padre José", descreve. Em 1940, pedras e areia eram transportadas pelo rio, licenciadas pela Prefeitura. Aos poucos, sumiram. Nos anos 1960, foi feito um estudo detalhado para transportar hortaliças e frutas de Mogi das Cruzes para a capital. Mas esse projeto também não vingou.


Mas o tempo, diz Bussinger, não é empecilho para o início da exploração da navegabilidade do rio no trecho urbano - hoje, o Tietê já conta com 41 quilômetros entre a Barragem da Penha, na zona leste, e a de Edgar de Souza, em Santana de Parnaíba. Neste momento, além da conclusão do projeto executivo para a construção de uma eclusa na Barragem da Penha, o DH está identificando grupos que poderiam usar o rio como meio de transporte. Além de empresas de construção civil, a Sabesp é cotada para usar esse tipo de alternativa - a ideia é que o lodo das estações de tratamento seja transportado em barcaças pelo Tietê.

No Pinheiros, seria necessário rebaixar trechos da calha, como no Tietê. Na Billings, precisaria ser delimitado o percurso das embarcações. "Estamos só resgatando projetos que já foram feitos no passado." O engenheiro sabe que há muito chão pela frente para a obra deixar de ser apenas um sonho - e admite que é impossível realizá-la toda de uma vez. Mas diz que falta pouco para parte dela virar realidade.

No século 20, o engenheiro americano Asa White Kenney Billings já previa essa finalidade para o rio - a carga passaria pelo Tietê, cruzaria o Pinheiros e chegaria a um grande reservatório. Do alto da serra, ela desceria a Santos por um teleférico. Quase cem anos depois, nenhuma parte do sonho dele virou obra de engenharia. Apenas seu nome foi usado para batizar a represa por onde esse hidroanel poderá passar.

_________________________________________________________________


Proposta não esclarece dúvidas

Bárbara Souza

A proposta de criar um hidroanel deixa perguntas no ar: que carga será transportada? Como atrair a iniciativa privada? Onde serão os pontos de transbordo? "O problema é que não se apresenta um estudo para valer", diz o engenheiro Sergio Rocha Santos, professor da Escola Politécnica e do Departamento de Hidráulica e Saneamento da Escola de Engenharia de São Carlos da USP. "É preciso fazer um estudo real para dizer se é economicamente viável." Para ele, antes de executar o projeto, seria bom iniciar a navegação no trecho já existente - entre os Rios Tietê e Pinheiros. "Seria uma oportunidade de viabilizar a operacionalidade de transporte de carga no rio. E mostrar que funciona."



Fonte: O Estado de Sao Paulo. Ediçao de 11/05/2009 Caderno Metropole; PG C8

link para a página online com os links para as 3 reportegens: http://www.estadao.com.br/estadaodeh...11/cidades.htm

Last edited by BrunoB.; May 12th, 2009 at 03:40 AM.
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Old May 30th, 2009, 04:09 AM   #2
sekelsenmat
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Eu fiquei curioso com essa proposta e levantei um traçado simplificado do Rio Tietê:

km 0 Início do trecho navegável Mogi das Cruzes (SP)
km x Barragem da Penha - Sem Eclusa São Paulo (SP)
km x Trecho navegável de 41km
km x Barragem de Edgar de Souza - Sem Eclusa Santana de Parnaíba (SP)
km x Barragem em Pirapora do Bom Jesus - Sem Eclusa Pirapora do Bom Jesus (SP)
km x Corredeiras - Trecho não-navegável Salto (SP)
km x Passagem por cidade Tietê (SP)
km x Eclusa de Barra Bonita Barra Bonita (SP)
km x Eclusa de Bariri
km x Eclusa de Ibitinga
km x Eclusa de Promissão
km x Eclusa de Avanhandava
km x Eclusa de Três Irmãos
km x Conexão com o Rio Paraná

Entre Santana de Parnaíba e Tietê há várias barragens, corredeiras, zonas cheias de pedras, zonas rasas, zonas estreitas, ...

São uns 100 km de zonas intransitáveis, quer dizer, a hidrovia está cortada no meio. Para superar isso precisaria de um enorme canal

Do outro lado, dá pra ir até Mogi Mirim e é só, nesse lado daria pra fazer um enorme canal até o Rio Parnaíba do Sul e conectar com o litoral do Rio de Janeiro.

Resumindo, a situação é bem difícil nessa região próxima de São Paulo, não há maneira fácil de se conseguir um caminho unindo São Paulo com o litoral e nem de São Paulo com os estados do interior (e por consequência o interior com o litoral) que seriam as maiores demandas.

Olhando os outros rios do Brasil me parece que a situação é igualmente difícil: Muitas barragens sem eclusa, muitos rios assoreados, muitos rios navegaveis só nas cheias, rios muito sinuosos. Só a região do Amazonas é perfeita para a navegação.

E isso tudo me deixa bem cético quanto ao futuro das outras hidrovias sem obras gigantescas.

Esse plano de fazer um caminho parcial São Paulo - Santos é meio bizarro, um caminho São Paulo - Santos isolado? Realmente é uma idéia melhor que terminar o ferroanel e revitalizar a conexão ferroviária com Santos?

Eu proporia outras idéias para melhorar as hidrovias:

* Eclusa em Itaipu para levar as cargas do interior para o mar só por hidrovias (não sei se o resto do rio comporta)
* Canal entre Tiete e Santana do Parnaíba para unir São Paulo com o resto da Hidrovia (essa eu sei que funcionaria)
* Canal entre Mogi Mirim e a hidrovia do Rio Paraíba do Sul (não sei o estado da navegabilidade do Paraíba do Sul)
sekelsenmat no está en línea   Reply With Quote
Old May 30th, 2009, 04:54 AM   #3
vchg
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Um bom potencial seria o transporte coletivo: imagine você ir de barco pelo Rio Tietê em vez de pegar a marginal congestionada e chegar mais rápido?
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Old August 12th, 2009, 04:43 AM   #4
caco
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Eu fiquei curioso com essa proposta e levantei um traçado simplificado do Rio Tietê:

km 0 Início do trecho navegável Mogi das Cruzes (SP)
km x Barragem da Penha - Sem Eclusa São Paulo (SP)
km x Trecho navegável de 41km
km x Barragem de Edgar de Souza - Sem Eclusa Santana de Parnaíba (SP)
km x Barragem em Pirapora do Bom Jesus - Sem Eclusa Pirapora do Bom Jesus (SP)
km x Corredeiras - Trecho não-navegável Salto (SP)
km x Passagem por cidade Tietê (SP)
km x Eclusa de Barra Bonita Barra Bonita (SP)
km x Eclusa de Bariri
km x Eclusa de Ibitinga
km x Eclusa de Promissão
km x Eclusa de Avanhandava
km x Eclusa de Três Irmãos
km x Conexão com o Rio Paraná

Entre Santana de Parnaíba e Tietê há várias barragens, corredeiras, zonas cheias de pedras, zonas rasas, zonas estreitas, ...

São uns 100 km de zonas intransitáveis, quer dizer, a hidrovia está cortada no meio. Para superar isso precisaria de um enorme canal

Do outro lado, dá pra ir até Mogi Mirim e é só, nesse lado daria pra fazer um enorme canal até o Rio Parnaíba do Sul e conectar com o litoral do Rio de Janeiro.

Resumindo, a situação é bem difícil nessa região próxima de São Paulo, não há maneira fácil de se conseguir um caminho unindo São Paulo com o litoral e nem de São Paulo com os estados do interior (e por consequência o interior com o litoral) que seriam as maiores demandas.

Olhando os outros rios do Brasil me parece que a situação é igualmente difícil: Muitas barragens sem eclusa, muitos rios assoreados, muitos rios navegaveis só nas cheias, rios muito sinuosos. Só a região do Amazonas é perfeita para a navegação.

E isso tudo me deixa bem cético quanto ao futuro das outras hidrovias sem obras gigantescas.

Esse plano de fazer um caminho parcial São Paulo - Santos é meio bizarro, um caminho São Paulo - Santos isolado? Realmente é uma idéia melhor que terminar o ferroanel e revitalizar a conexão ferroviária com Santos?

Eu proporia outras idéias para melhorar as hidrovias:

* Eclusa em Itaipu para levar as cargas do interior para o mar só por hidrovias (não sei se o resto do rio comporta)
* Canal entre Tiete e Santana do Parnaíba para unir São Paulo com o resto da Hidrovia (essa eu sei que funcionaria)
* Canal entre Mogi Mirim e a hidrovia do Rio Paraíba do Sul (não sei o estado da navegabilidade do Paraíba do Sul)
Você trocou Mogi Mirim por Mogi das Cruzes.

Um canal entre os riuos Paraíba e Tietê seria inviável, tendo em vista que o Tietê localiza-se cerca de 150 metros acima do Paraíba e o Rio Paraíba não é navegável.
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Old August 12th, 2009, 01:14 PM   #5
Rodalvesdepaula
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Olha, vou ser sincero que um canal entre Santana do Parnaíba e Tietê poderia ser uma obra economicamente inviável, pois a região a oeste da Grande São Paulo é dominada por serras e montanhas, sobretudo entre Itapevi e Itu. Caso fosse construído um canal de navegação, o mesmo deveria ter túneis para evitar um traçado demasiado sinuoso, que prejudicaria as embarcações maiores.
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Não é possível fazer um debate sério no Brasil. Em tudo, sempre tem alguém que leva ao partidarismo, como se partido político fosse time de futebol...

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Old October 5th, 2009, 07:55 AM   #6
HRLR
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Estado prevê criação de anel hidroviário pelo rio Tietê

4/10/2009

O governo do Estado tirou da gaveta um projeto que pretende transformar o poluído e malcheiroso rio Tietê em uma via navegável repleta de barcos e balsas para o transporte de passageiros e cargas.

A ligação do Tietê ao Pinheiros e às represas Billings e Guarapiranga (zona sul de São Paulo) formaria o Hidroanel Metropolitano de São Paulo, um plano ambicioso, para mais de uma década, já estimado em cerca de R$ 2 bilhões.

O primeiro passo foi dado na semana passada, com a abertura da licitação, de R$ 1,7 milhão, para contratar estudos da viabilidade técnica, econômica e ambiental do hidroanel.

Para o governo, a conclusão da ampliação da calha do Tietê e o andamento de programas de despoluição desse rio e do Pinheiros abrem a possibilidade de se pensar no transporte de passageiros. Hoje, o Tietê tem 41 km navegáveis, entre Santana de Parnaíba e a barragem da Penha, em São Paulo. A Penha ganhará uma eclusa, que estenderá o percurso em mais 14 km, até São Miguel Paulista.

Na outra ponta, zona oeste de São Paulo, o plano integra mais 25 km do Pinheiros, o que exigirá transposições no Retiro e na barragem da Traição. Há previsão ainda de incorporar a Billings, com mais 30 km, e depois a região do reservatório Taiaçupeba, via canal artificial. Além do transporte fluvial de passageiros, serviço que já tem interesse de ao menos uma empresa de ônibus de São Paulo, o governo pretende atrair para o hidroanel o transporte de lixo urbano, de produtos hortifrutigranjeiros movimentados na Ceasa, de areia para construção civil e do lodo que a Sabesp retira de estações de tratamento.

Ramal de cargas

Transportar pessoas pelos rios Tietê e Pinheiros tem um obstáculo muito reconhecido pelos paulistanos: o cheiro. É uma opinião compartilhada pelos engenheiros Rui Carlos Botter, professor titular de Transportes e Logística da USP, e Dario Rais Lopes, ex-secretário de Estado dos Transportes de São Paulo e atualmente consultor privado. "É possível montar uma infraestrutura eficiente, mas o maior obstáculo é o cheiro do rio. Em 2007, tentei fazer uma visita ao Tietê com um grupo durante um congresso internacional, mas não deu. Ninguém suportaria", afirma Botter.

Para se tornar viável, os barcos de passageiros exigem uma velocidade competitiva com a dos trens e ônibus. "Depende muito de rapidez, mas, como percorre as marginais, que são lentas, pode ser possível. E, no futuro, caberia uma exploração turística", diz o professor.v Dario Rais afirma que a proposta, "à primeira vista, não parece ortodoxa. Só que São Paulo, do jeito que as coisas estão, não pode ser descartar nenhum tipo de meio de transporte".

Segundo Rais, só com uma integração entre diversos meios é que a estrutura urbana da cidade avançará. "Com uma melhor capacidade de transporte, podemos pensar em não tapar ainda mais a marginal, como está sendo feito hoje."

Por Folha de São Paulo - SP

http://www.intelog.net/site/default....0rio%20Tiet%EA
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Old October 14th, 2009, 04:30 AM   #7
caco
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tomara que se concretizem estes projetos. Sensacionais.

Um canal entre as represas Billings e Taiaçupeba teria cerca de 18 km de extensão.
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Old December 13th, 2009, 09:47 PM   #8
dliossi
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Nossa, um canal de 25km custando somente cerca de 700mi????

2 bi para um projeto desses capaz de baratear o transporte de cargas até 19x é pouco, considerando que o rodoanel inteiro vai custar 20 bi!

Embora a adequaçao de toda a hidrovia Tiete-Paraná para se integrar perfeitamente ao projeto custaria cerca de 8bi de acordo com a palestra que eu assisti, o valor ainda é bem investido.

De acordo com o Frederico Bussinger a chave é mudar a mentalidade das empresas para utilizar esse meio de transporte para criar uma demanda significativa para que os investimentos saiam do papel, e isso já está sendo feito e com resultados.

Last edited by dliossi; December 13th, 2009 at 09:49 PM. Reason: changed a word
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Old December 16th, 2009, 07:35 PM   #9
TêAgá
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Só uma pergunta: Como se navegaria no Pinheiros? Demolindo a Usina de Traição? Ou a ligação entre o Tietê e a Billings seria feita "pelo outro lado" (Taiaçupeba) sem utilizar o Pinheiros para acessar a Billings?
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Acompanhe a modernização do Morumbi: http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1356707
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Old December 17th, 2009, 03:47 AM   #10
RRC
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Seria um sonho realizado!

outro, mais difícil, será ver o rio limpo, mas eu acredito, sou brasileiro e não desisto nunca!!!
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Old December 17th, 2009, 12:27 PM   #11
gerd.jak
bye Iguaçu, hi Tietê
 
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Originally Posted by TêAgá View Post
Só uma pergunta: Como se navegaria no Pinheiros? Demolindo a Usina de Traição? Ou a ligação entre o Tietê e a Billings seria feita "pelo outro lado" (Taiaçupeba) sem utilizar o Pinheiros para acessar a Billings?
Eclusa...
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