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#21 |
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Hotel Intercontinental Palácio das Cardosas - Porto
![]() ![]() ![]() ![]() ![]() Fotos André Filipe |
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#22 |
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Belo trabalho de conservação e reutilização dessas maravilhosas obras arquitetônicas.
Quem sabe um dia eu não passe da porta de um... Parabéns, Ambiente. PS: Se tudo der certo, estarei aí em Portugal em junho.
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#23 |
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Join Date: Aug 2008
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Pousada de Cascais - Fortaleza da Cidadela
A Cidadela e a Fortaleza de Nossa Senhora da Luz, situada no seu interior, fazem parte dos fortes militares construídos entre os séculos XV e XVII para a defesa da costa e da entrada do Tejo. Em 1488 D. João II mandou construir a torre fortificada na ponta do Salmondo, devido aos frequentes desmandos da pirataria inglesa, francesa e moura e à necessidade de tornar eficaz a defesa de Lisboa. O Forte de Nossa Senhora da Luz, com a sua planta triangular, revela as ideias inovadoras dos arquitectos militares italianos, sem precedentes em Portugal. Sob a praça da Cidadela existe a Cisterna, com um tecto abobadado e aspecto majestoso, que irá ser um espaço único para eventos e reuniões na Pousada da Cidadela. A Cidadela foi utilizada como residência real a partir de 1871, nela tendo falecido o rei D. Luís I. Foi em Cascais que a Família Real Portuguesa começou a ir à praia. A partir de então, diversas famílias importantes começaram a estabelecer-se ali, erguendo os seus palácios, o que transformou a povoação numa comunidade cosmopolita. Após a Proclamação da República, o Palácio ficou dependente da Presidência da República, tendo sido utilizado sobretudo por Óscar Carmona que ali viveu quase todo o tempo em que foi Presidente da República. ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() Fotos: http://www.pousadas.pt |
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#24 |
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lindo, tenho vergonha da nossa hotelaria ao ver essas fotos
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Capital Montanha...BH |
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#25 |
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Pousada de Santa Marinha - Guimarães
Na subida para a cidade de Guimarães, encontra-se a majestosa Pousada de Santa Marinha. Há escavações feitas na zona da Costa que levam a crer que aqui existiram povoações castrejas e romanas. Defende-se inclusivamente a existência de um estabelecimento religioso(templo) no fim do séc. VI-VII. Foi sendo ampliado durante as grandes reformas do período moçarabe, como o atesta a porta moçárabe, localizada nos Claustros da Pousada Santa Marinha. No séc. X essa mesma arte moçarabe está no seu apogeu, havendo registos de uma basílica que se supõe ter sido obra da Condessa vimaranense, Mumadona Dias. Esta condessa, a quem se devem obras importantes na cidade ( como a Torre de Menagem do Castelo e a Colegiada de N.ª Sr.ª da Conceição/Oliveira), deixa grande parte dos seus bens ao mosteiro da Costa, provando assim a importância do local. Mas as maiores e mais credíveis referências que existem, datam de 1154 (séc. XII), quando a esposa de D. Afonso Henriques, D. Mafalda, entrega o mosteiro aos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho. Esta atribuição é feita em honra de Santa Marinha, advogada das parturientes. Crê-se que seria um voto feito pela rainha em virtude de ter sobrevivido a um parto mais complicado. Estes cónegos durante o tempo em que aí viveram dedicaram-se mais á reconstrução da parte conventual do que á basílica. Contudo, a comunidade foi ficando cada vez mais reduzida, os costumes religiosos foram ficando mais relaxados e urgiu a necessidade de ser extinta esta Ordem. Assim, sendo padroeiro da Costa D. Jaime, duque de Bragança, foi decidido ser extinta a referida ordem e ser instituída no Mosteiro a Ordem de S. Jerónimo. A 27 de Janeiro de 1528, D. Jaime entrega o edifício a Frei António de Lisboa, Providencial da Ordem de S. Jerónimo. Em 1537, o rei D. João III instaura aqui um colégio, para que o seu filho D. Duarte (Arcebispo de Braga) possa aqui estudar. Existiam dois tipos de estudos: Humanidades/Artes e Teologia. Em 1539 D. João III autoriza a atribuição de graus de bacharel, licenciado e doutor (equiparados a Coimbra). Aqui também estudou D. António Prior do Crato e ex-futuro rei. Com a morte de D. Duarte a universidade é extinta. Os monges dedicam-se então a obras de reconstrução e melhoramentos do próprio mosteiro. Em 1834, com a instauração do Liberalismo (Revolução Liberal), decreta-se a extinção das Ordens Religiosas e estes frades tem que abandonar o edifício. Com a extinção do Convento, o edifício passou para a Fazenda Nacional e é apresentado em hasta pública. O primeiro proprietário foi José Pinto Basto, fundador da Vista Alegre. Dois anos depois morre e o edifício é novamente posto á venda. Outra das importantes famílias que o possuíram foi a Família Leite Castro. Em 1931 os Jesuítas regressaram a Portugal e instalaram aqui um seminário, onde ainda estudou o actual presidente da Câmara de Guimarães. Em 1951 um pavoroso incêndio, destruiu toda a ala nobre apenas poupando a sala do Capítulo e a Varanda Frei Jerónimo e deixou o convento completamente arruinado. E em 1972 foi comprado pelo Estado para o adaptar a Pousada. As obras iniciaram em 1975 sob a responsabilidade do Arquitecto Fernando Távora, tendo como resultado recebido o Prémio Internacional “Europa Nostra” e o Prémio Nacional de Arquitectura (1985). Em 1985 abre ao público como Pousada. Em 2003 faz remodelações e modernizações de espaços, acrescentando o espaço novo que é a piscina. ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() www.pousadas.pt |
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#26 |
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#27 |
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Pousada de Vila Pouca da Beira, Convento do Desagravo
O Convento do Desagravo é um edifício com características básicas arquitectónicas do séc. XVIII. Possui um claustro, justapondo-se-lhe em parte, do lado do Norte, o topo da igreja e formando ângulo com elas para o espaço da portaria. O claustro é de quatro arcos simples, que se levantam pilares, servindo de meras faixas lisas. A galeria superior é descoberta, existindo unicamente umas colunas que servem de suporte a uma cobertura, obras da fase hospitalar. Sobre uma parede levanta-se o campanário, de duas sineiras de desigual altura. Um dos sinos é de 1801 e o outro de 1817. A igreja divide-se em coro e parte destinada ao culto. A porta é lateral, rectangular, enquadrada de pilastras. Domina a grande janela superior, ladeada de dois nichos vazios, levantando-se acima da empena uma grande cruz. A entrada da portaria, rectangular, acompanha-se de pilastras e cimalha em traçado de frontão curvo, no estilo do fim do período setecentista. A torre levanta-se ao lado do extremo da capela-mor. Possui retábulos setecentistas da mesma época, são as esculturas de madeira de Santa Clara e S. Francisco, bem como as de Santo António e Sagrada Família. A Quinta do Convento mantém ainda as características primárias, oferecendo dois tipos de vivências: uma, a conventual com os seus percursos, fontes e jardins convidativos à contemplação; outra, a da quinta agrícola com as suas zonas de pasto e produção agrícola. Existem igualmente, um conjunto de edificações em anexo ao Convento, construídas com materiais da região (granito) e de boa qualidade arquitectónica regional. Pretende-se optimizar as estruturas existentes e criar condições para preservar a paisagem envolvente. O Bispo – Conde D. Francisco de Lemos de Faria Pereira Coutinho concedeu licença para a fundação do Convento do Desagravo a 19 de Agosto de 1780, não estando ainda organizado o projecto do edifício. Foi escolhido o sítio chamado de S. José, aonde existia uma capela que, com o seu adro e terreiro contíguos, foi substituída pelas novas edificações e cerca. Escolheu-se o Instituto do Louriçal para esta fundação, vindo daí duas religiosas, que se alojaram no hospício, parte do edifício já acabada. A construção deverá ter começado a ser construído por volta de 1780 e ter ficado pronta cerca de 1800. Os fundadores, segundo a provisão régia e episcopal, foram “a Câmara, a Nobreza e o povo de Villa Pouca da Beyra” que deram os terrenos e certas dotações. Canonicamente foram fundadores Soror Maria Barbara, que foi abadessa, e Soror Maria do Sado. Porém a verdadeira fundadora e dinamizadora foi uma mulher do povo e analfabeta. Genoveva Maria do Espírito Santo, falecida a 31 de Dezembro de 1821, recolheu esmolas, não só no país como na corte refugiada no Brasil, aonde foi, tendo recebido jóias das mãos da Rainha D. Carlota Joaquina, que foram aplicadas na custódia, como o exame dessa comprova. Em 1942 tomaram conta do Desagravo as religiosas Dominicanas Contemplativas, que desistiram estas do edifício em 1952, a favor da Junta Geral de Província. Esta, transitou a sua posse para a Fundação Bissaya Barreto, que desenvolveu actividades de assistência infantil, através do centro de férias, denominado Ar e Sol. Entre 1975 1983, o edifício Convento do Desagravo serviu de alojamento aos desalojados das ex-colónias portuguesas. Em Julho de 2000 a Fundação Bissaya Barreto iniciou as obras de recuperação e adaptação do Convento do Desagravo a unidade hoteleira. ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() www.pousadas.pt |
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#28 |
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Pousada de Viseu, Hotel Spa de Charme
A Pousada de Viseu está edificada no antigo Hospital de São Teotónio, um dos hospitais mais antigos da cidade de Viseu, cuja abertura ocorreu em 1842. A entrada deste edifício majestoso e imponente do século XVIII, é encimada por 3 estátuas – Fé, Esperança e Caridade – que olham atentamente a paisagem fabulosa sobre a cidade velha (designação dada à parte mais antiga da cidade situada entre a Sé Catedral e a Cava do Viriato). A primeira pedra deste hospital foi lançada pelo Bispo D.Francisco Moreira Pereira de Azevedo em 29 de Março de 1793. Em 1799 D.Maria I obrigou todos os concelhos da antiga comarca de Viseu a pagarem um real de contribuição por cada quintilho de vinho e arrátel de carne em favor das obras do dito hospital. Em 1842 o Hospital recebe os primeiros doentes e é nesse ano que é construído o portão de ferro da entrada do hospital, assinalado com a data. Em 2007 iniciaram-se as obras de reconversão do antigo Hospital na actual Pousada de Viseu. ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() www.pousadas.pt |
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