daily menu » rate the banner | guess the city | one on oneforums map | privacy policy | DMCA | news magazine | posting guidelines

Go Back   SkyscraperCity > Latin American & Caribbean Forums > Fóruns Brasileiros > Fóruns Gerais > Projetos e Obras > Brasil em Obras



Global Announcement

As a general reminder, please respect others and respect copyrights. Go here to familiarize yourself with our posting policy.


Reply

 
Thread Tools Rating: Thread Rating: 9 votes, 5.00 average.
Old October 18th, 2009, 11:52 PM   #1
Driano MG
Mineiro da Mata
 
Driano MG's Avatar
 
Join Date: Sep 2007
Location: Juiz de Fora
Posts: 9,277
Likes (Received): 917

Notícias Gerais da Construção Civil

* Espaço destinado as notícias referentes ao setor da construção civil no Brasil.
Driano MG no está en línea   Reply With Quote

Sponsored Links
 
Old October 19th, 2009, 12:11 AM   #2
Driano MG
Mineiro da Mata
 
Driano MG's Avatar
 
Join Date: Sep 2007
Location: Juiz de Fora
Posts: 9,277
Likes (Received): 917

Construção civil em Alagoas sofre com carência de mão-de-obra

Presidente do Sinduscon se diz entusiasmado com crescimento do setor, mas também faz alerta sobre saturação de materiais


Canteiros de obras pelas ruas de Maceió são cada vez
mais comuns (Foto: Porllanne Santos)

O setor de construção civil no Brasil passa hoje por um forte aquecimento após a crise internacional que abalou o segmento, no segundo semestre do ano passado. Atualmente, a construção civil já movimenta 18% da economia do país e, em Alagoas, a situação não é diferente. Basta passear por qualquer bairro da capital alagoana, ou mesmo se deslocar de um município para outro, para nos depararmos com construções de médios e grandes empreendimentos.

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a construção civil obteve, em 2008, 8% de crescimento, a maior alta de toda a indústria. E o setor confirma: um dos principais fatores para a confirmação destes números foram as obras públicas e a facilitação a créditos habitacionais.

A boa fase se deve, para o vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Alagoas (Sinduscon/AL), Wellington Assumpção, aos investimentos do governo federal para a área de habitação. Segundo ele, os baixos juros e os subsídios dados às classes C e D, e os investimentos em infra-estrutura e na abertura de novos negócios no estado, resultaram numa grande reestruturação do setor, fazendo, não só de Alagoas, mas de todo o Brasil, um verdadeiro canteiro de obras.

“Isso que nós vemos agora é apenas uma mostra do que nos aguarda para o ano que vem. No final deste ano, cerca de vinte novos empreendimentos de médio e grande porte serão iniciados, movimentando ainda mais o setor no estado”, afirmou o presidente do sindicato, explicando que, só este ano, cerca de seis mil unidades do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’ estão sendo finalizadas, e mais oito mil unidades serão lançadas já em novembro.

Para o pedreiro Francisco Jacinto da Silva, de 38 anos, e que há quinze trabalha no setor de construção civil através de construtoras, o ramo para o qual presta serviço tem melhorado a cada ano. “Já há três anos eu trabalho sem parar e, ultimamente, as propostas de trabalho aumentaram ainda mais. Este setor está se fortalecendo, mas infelizmente não tem gente qualificada para suprir a necessidade”, disse.

Em contrapartida...

Com tantas obras em andamento e muitas outras ainda por começarem, alguns pontos preocupam os dirigentes do setor da construção civil no estado: a carência de mão-de-obra e de matéria-prima. Para Wellington Assumpção, o estado não está preparado para o que já é considerada uma explosão do setor.

“Todo o Brasil está neste processo de construção e, apesar das ações que o setor está organizando para formar turmas de pessoas capacitadas no ramo, a possibilidade de haver um breque nas obras por falta de mão de obra qualificada é muito grande. Até mesmo porque, as ações só trarão resultados a longo prazo”, argumentou.


Duplicação da AL-101 Sul é uma das obras que têm gerado emprego e renda para os alagoanos (Foto: Porllanne Santos)

Ainda questionado sobre a saturação de matéria-prima para garantir o andamento das construções, o presidente do Sinduscon reforçou que há possibilidades de carência no setor, ressaltando a necessidade de otimizar o processo produtivo de materiais de construção em Alagoas no intuito de diminuir a importação destes produtos a estados vizinhos, como Pernambuco, Sergipe e Paraíba.

Tanta bonança não pode parar

O presidente do sindicato informou ainda que, para o ano que vem, cerca de quinze mil novas vagas devem surgir no setor. E ele opina: ‘Se este processo não for um jogo político, o aquecimento da construção civil no Brasil deve se prolongar por duas décadas’. “Existe um déficit de moradia no país de oito milhões de habitações, levando em consideração o crescimento vegetativo, para daqui a apenas vinte anos. Se o ritmo das construções seguirem da forma que está, este problema será minimizado”, assegurou.

http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=187831
Driano MG no está en línea   Reply With Quote
Old October 19th, 2009, 12:15 AM   #3
Driano MG
Mineiro da Mata
 
Driano MG's Avatar
 
Join Date: Sep 2007
Location: Juiz de Fora
Posts: 9,277
Likes (Received): 917

Arquiteto aponta oportunidades para a construção de empreendimentos mistos

Augusto França Neto destacou a expansão dos shoppings abertos como pólos agregadores de atividades durante conferência internacional da Latin American Real Estate Society

Pâmela Reis

O mercado de edifícios multifuncionais deve se fortalecer nos próximos anos. É o que defendeu o arquiteto Augusto França Neto, professor da Universidade Mackenzie, durante a 9ª Conferência Internacional da LARES (Latin American Real Estate Society), realizada entre os dias 13 e 15 de outubro em São Paulo. O evento reuniu profissionais e acadêmicos para a apresentação de trabalhos, cases e painéis sobre o mercado imobiliário no Brasil e no mundo.

Para Neto, a agregação de funções em um mesmo empreendimento - escritórios, lojas, hotel, residências, centro de convenções etc - desponta não apenas como uma das soluções para os problemas de mobilidade dos grandes centros, mas também como pólo gerador de desenvolvimento em municípios menores.


Pátio São Caetano, projeto open mall do arquiteto
Augusto França Neto


Um dos expoentes dessa tendência são os shoppings abertos. Os chamados open mall's têm surgido na grande São Paulo e em cidades do interior do estado para dar apoio a complexos multifuncionais integrados a eles. França Neto cita exemplos em Indaiatuba, Itu, Campinas e São Caetano do Sul, e destaca a demanda por centros de convivência regionais, que cumpram no bairro a função antigamente exercida pelas praças. "O shopping não é mais um equipamento unitário, é um elemento agregador de atividades e precisa ter espaços de permanência", comenta.

O arquiteto enumera as vantagens econômicas e ecológicas do shopping aberto, como a redução da energia gasta com iluminação diurna e ar condicionado, além da consequente redução dos custos de condomínio para o lojista. "A vegetação e os espelhos d'água [nos canteiros do shopping] criam um microclima artificial, além de manterem o ambiente mais agradável", finaliza.

http://www.piniweb.com.br/construcao/mercado-imobiliario/arquiteto-aponta-oportunidades-para-a-construcao-de-empreendimentos-mistos-154068-1.asp
Driano MG no está en línea   Reply With Quote
Old October 19th, 2009, 12:31 AM   #4
Gui_p
Registered User
 
Gui_p's Avatar
 
Join Date: Mar 2009
Posts: 6,484

São José dos Pinhais desperta para o mercado imobiliário


Casa pronta e decorada do condomínio de alto padrão Vinhas San Tièra no bairro Braga, em São José dos Pinhais

Os imóveis da terceira cidade mais rica do Paraná valorizaram entre 20% e 25% do ano passado para cá e o volume de crédito para a compra da casa própria até o mês de setembro ultrapassa 2008

* R$ 77 milhões
já foram liberados pela Caixa Econômica Federal, neste ano, para a compra da casa própria em São José dos Pinhais. Número supera os R$ 55 milhões de 2008.

*R$ 1.458 o metro quadrado
é o preço médio de apartamentos de três quartos usados em São José dos Pinhais, segundo dados dos últimos 12 meses do Instituto de Pesquisa do Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Inpespar).

Casas térreas de padrão econômico, com metragem entre 49 e 63 metros quadrados, são o carro-chefe do mercado imobiliário de São José dos Pinhais. São imóveis direcionados a famílias com renda até dez salários mínimos, cujos integrantes da família prestam serviços nas fábricas e outras empresas adjacentes, e que procuram o primeiro imóvel com preço de até R$ 100 mil

A vinda de montadoras para São José dos Pinhais, no fim da década de 1990, e as mudanças que vieram dessa industrialização continuam a provocar transformações profundas no município. Só nos últimos nove anos a população de pouco mais de 204 mil habitantes passou para 279,2 mil, segundo estimativas do Instituto Paranaense de Desen volvimento Econômico e Social, o Ipardes, e demanda por moradia precisa ser suprida.

De 2007 para 2008 o número de alvarás concedidos para novas construções residenciais passou de 1.162 para 1.822, segundo a Secretaria de Urbanismo de São José dos Pinhais. De janeiro a agosto deste ano já somam 524.

O volume de crédito para a compra da casa própria no município supera todo o ano de 2008. De acordo com a Caixa Econômica Federal, no ano passado foram liberados R$ 41 milhões em recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para 826 contratos e R$ 17 milhões em recursos da poupança para 236 contratos, somando 1.062 contratos para casa própria em São José dos Pinhais, em um total de R$ 55 milhões.

Até 28 de setembro deste ano, a CEF já contabilizava 1.123 contratos no total, referentes a R$ 77 milhões em crédito liberado – uma parte pelo Programa Minha Casa, Minha Vida, lançado em mar ço pelo governo federal.

http://portal.rpc.com.br/gazetadopov...do-imobiliario

Esse tipo de casa é bem típico de Curitiba, encontra-se pela cidade inteira desde bairros simples com sobrados simples, até bairros considerados nobres como Mercês e Santa Felicidade com sobrados Triplex enooooormes.
__________________
Gui_p no está en línea   Reply With Quote
Old October 19th, 2009, 12:32 AM   #5
GIM
JK - O Presidente
 
GIM's Avatar
 
Join Date: Oct 2007
Location: Belo Horizonte
Posts: 13,006
Likes (Received): 3922

Construção civil importa mão de obra (Belo Horizonte)


Capital emprega cerca de 120 mil na construção civil.
Operários vêm de vários estados do país


Flávio Pereira e o pai, Torquato Aguiar, vieram do Maranhão para trabalhar nas obras da Cidade Administrativa, futura sede do governo mineiro: "Ganho o dobro do que ganharia lá", diz Torquato


O aquecimento do mercado da construção civil e a escassez de mão de obra qualificada no setor na capital levam trabalhadores de outros estados a desembarcar em Minas Gerais em busca de serviço. A cidade de Belo Horizonte e a região metropolitana empregam hoje cerca de 120 mil pessoas na atividade. "Se tivesse mais 10 mil pessoas, haveria lugar para colocá-los. Estamos com falta de mão de obra no setor e a tendência é aumentar, pois muitas obras estão em processo de licitação. Chega gente de fora todos os dias", afirma Osmir Venuto, presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Belo Horizonte e região metropolitana. O piso salarial dos trabalhadores é R$ 778. No ano passado, o reajuste da categoria foi de 7%. Na prática, no entanto, muitos profissionais tiveram aumento de mais de 30% no último ano. É que muitas empresas acabam inflacionando o salário para segurar seus profissionais, que estão sendo assediados pela concorrência.

“Temos procurado fidelizar a nossa equipe com benefícios e condições melhores no canteiro de obras”, afirma Adriana Bordalo, diretora comercial da RKM. Em alguns momentos, segundo ela, funcionários da concorrência esperavam os trabalhadores saírem na porta das obras para ofertar vagas. As atividades com a maior escassez de pessoal são as de pedreiro, carpinteiro e armador, segundo os empresários do setor.



As obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e da Cidade Administrativa estimularam o aquecimento do mercado. Nessa última, trabalhadores afirmam que conseguem ganhar com a obra na nova sede do governo o dobro do possível nas suas cidades de origem.

O encarregado de forno Francisco Chagas Batista está em Minas Gerais há três anos. Ele veio de Marzagão, cidade com cerca de 4 mil habitantes em Goiânia (GO). Seu primeiro trabalho foi em uma obra da Vale, em Itabirito, na região metropolitana. Há pouco mais de um ano, foi trabalhar na Cidade Administrativa, como encarregado de forma. Mora em uma casa no Bairro Serra Verde, na vizinhança da obra. O aluguel é pago pela empresa. “Estou achando muito bom”, afirma.

Batista trouxe a mulher para morar com ele, a paraense Socorro da Silva. Aqui ela fez curso de informática e, recentemente, de costura. Ele faz curso de mestre de obra e não tem intenção de deixar as terras mineiras. “Estou achando Minas muito bom. Não quero voltar. O que ganho aqui, não ganharia em Goiás”, afirma. Batista tem rendimento de R$ 2,4 mil, ganha tíquete alimentação e não paga aluguel. “Tem muita obra prevista para começar no próximo ano, como no Mineirão. Quero trabalhar aqui, em alguma delas”, afirma.

Eliseu Oliveira Souza, conhecido na obra como baiano, veio de Itapetinga (BA) para Belo Horizonte há cerca de 20 anos, atrás de emprego. E fincou os pés em terra mineira. “O único trabalho que tinha lá era na roça. Comecei quebrando pedras aqui, depois fui trabalhar na área de material de construção e em 1990 fui ser ajudante de pedreiro. Hoje sou carpinteiro”, diz.

Ele conta que em Itapetinga, sua cidade de origem, a única chance de emprego atualmente é na recém-inaugurada fábrica de calçados Azaléia. “E mesmo assim pagam menos do que ganho aqui”. Baiano é casado e tem três filhos. Estudou até a quinta série. Atualmente trabalha na construtora Diniz Camargos, em obra no bairro Funcionários. “Na minha área, quem quer trabalhar não fica sem emprego. Abro o jornal e está cheio de vagas”, diz.

Torquato Aguiar Jardim veio de Santa Inês do Maranhão (MA) para trabalhar na obra da Cidade Administrativa. “Vale a pena, pois ganho o dobro do que ganharia lá”, diz. Ele está há um ano e quatro meses em Vespasiano. Mora em alojamento ao lado da obra, financiado pela empresa. Junto com ele, moram cerca de 100 trabalhadores do Maranhão que vieram trabalhar na obra. Há cinco meses, seu filho, Flávio Pereira, também se juntou ao pai no serviço, para trabalhar como carpinteiro.

Custo maior

“Tivemos aumento de custo de 15% no custo da mão-de-obra, tanto na equipe própria como no pessoal terceirizado”, afirma André Sampaio, diretor da Asa Incorporadora, que atua com obras voltadas mais para as classes B e C. A empresa, que há dois anos contava com 150 funcionários, hoje tem 1,2 mil. A atuação expandiu para estados como São Paulo, Bahia, Rio Grande do Sul, Amazonas, Pará e Maranhão. Sampaio afirma que a empresa está investindo em novas tecnologias industriais como forma de reduzir o custo com pessoal.

O gerente regional da Direcional Engenharia, Leandro Ribeiro, também encontra mais dificuldade hoje para recrutar profissionais no segmento da construção civil. ”A dificuldade vai desde a contratação de operários de campo até engenheiros”, diz. Essa dificuldade de contratação impactou diretamente nos custos, segundo ele. “Mas como a empresa tem um grande diferencial que é a mão-de-obra própria, tem facilidade maior em remanejar seus funcionários de acordo com a necessidade de cada praça”, observa Ribeiro.



Link:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessa..._interna.shtml

Belo Horizonte tá com grande demanda de mão de obra na área, mas esse Centro Administrativo de Minas Gerais já está quase finalizado, porem com as obras para Copa do Mundo a demanda continua aquecida.

E a região Central de Minas também com suas enormes expansões de mineradoras de ferro ( uma mina na fase de construção, se de grande porte, prescisa de mais de 1 000 ou 2 000 operários), e há varias da Vale à CSN, da Usiminas à Anglous, das minas do Eike Batista às dvrs mineradoras independentes...

Mas imaginem o Rio de Janeiro com a Copa do Mundo e sequentemente, as Olimpíadas...imaginem a atração de trabalhadores da área pra aquelas bandas...
__________________
voto útil até o final, isto é, voto Aécio até o final do 2 ° turno, se houver!
****Beleza sem virtude é rosa sem perfume .****
GIM no está en línea   Reply With Quote
Old October 19th, 2009, 12:48 AM   #6
Gui_p
Registered User
 
Gui_p's Avatar
 
Join Date: Mar 2009
Posts: 6,484

Curitiba com preço de São Paulo

Curitibano viu disparar o valor dos imóveis. Em alguns casos eles custam tanto quanto na capital paulista



Quem quis comprar um imóvel novo nos últimos meses já percebeu uma mudança no patamar de preços em Curitiba. Os valores de apartamentos na capital paranaense, em alguns casos, já encostam nos de São Paulo. O valor do metro quadrado privativo varia entre R$ 1,8 mil e R$ 3,5 mil, mas pode chegar a R$ 4,5 mil em alguns bairros, como Batel e Ecoville. Trata-se da mesma faixa praticada em bairros de classe média alta da capital paulista, como Vila Mariana e Morumbi.
A combinação entre demanda aquecida, aumento de custos, recomposição das margens de lucro das construtoras e disparada dos preços dos terrenos inflacionou a tabela de preços dos imóveis residenciais novos em até 30% nos últimos 12 meses.

Indústria diz que recupera defasagem


Apesar de alguns imóveis daqui já serem tão caros quanto os de São Paulo, na média os preços são menores dos que na capital paulista. Marcos Kahtalian, da Brain Consultoria, estima que na média Curitiba ainda é 22% mais barata. Mas essa diferença, no passado, foi bem maior. Os preços daqui chegavam a representar um terço dos de São Paulo. O metro quadrado mais caro do país é o Rio de Janeiro. Na orla, o preço chega a R$ 22 mil. Em São Paulo, ele atinge picos de R$ 8 mil e em Florianópolis R$ 6 mil.
Para Selig, da Ademi, de fato alguns imóveis já têm preços semelhantes aos de São Paulo, mas eles ainda não são uma regra geral. “Curitiba hoje se equipara a Belo Horizonte em termos de preços”, acrescenta.
O presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-PR), Hamilton Franck, argumenta que alta dos preços é, na realidade, uma recuperação em relação aos patamares de 2002. De acordo com ele, Curitiba foi uma das cidades que mais sentiram a quebra da Encol, no fim dos anos 90. O episódio deixou mais conservadores os compradores, que praticamente abandonaram a prática de adquirir apartamentos na planta por medo de que as empresas não honrassem a entrega. A procura diminuiu e os preços não acompanharam os das demais capitais.


O fraco desempenho
gerou, por sua vez, uma postura também mais conservadora dos agentes financeiros. Muitos bancos não liberavam crédito quando o projeto era para Curitiba, revela um empresário do ramo. A virada veio com a adoção de mecanismos que elevaram a segurança das operações tanto para empresas quanto compradores. Em paralelo, a redução da taxa de juros reduziu o risco de inadimplência e o aumento da renda e do crédito impulsionou as vendas. Agora, o momento favorável está fazendo com que as empresas do setor possam recompor suas margens. (CR)
Em média, os apartamentos com um dormitório tiveram reajuste real – já descontada a inflação – de 25% no último ano. Os lançamentos de dois dormitórios subiram 14,12%, os de três 9,28% e os de quatro 7%, de acordo com dados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi). Segundo o presidente da entidade, Gustavo Selig, os imóveis de Curitiba devem fechar o ano com uma valorização real da ordem de 17%. Entre 2007 e 2008, eles já haviam subido em torno de 25%.

O mercado de Curitiba vem sendo pressionado pelo descompasso entre a oferta e a procura, segundo Gilmar Mendes Lourenço, coordenador do curso de Ciências Econômicas da FAE Centro Universitário. De acordo com a Ademi, a oferta de imóveis hoje no mercado, de 7 mil unidades por ano, é praticamente metade da procura, que atinge 14 mil unidades.
João Paulo Galvão, diretor executivo da incorporadora Lopes para a Região Sul, conta que a cidade vem de um histórico de lançamentos muito baixo. Em 2004, foram lançadas 1,2 mil unidades. Em 2008, o volume subiu para 6,7 mil, mas ainda assim inferior ao de cidades do mesmo porte, como Porto Alegre, cuja média é de 10 mil unidades/ano. “Isso deve garantir uma valorização real (já descontada a inflação) de cerca de 15% ao ano daqui para frente”, afirma.

Terrenos

Parte da alta de preços também foi provocada pela chegada de construtoras e incorporadoras de fora, que inflacionaram o mercado de terrenos. De acordo com Nelson Queiroz, diretor comercial do grupo Thá, os preços dos terrenos duplicaram nos últimos três anos, e os custos com mão de obra e insumos também aumentaram. Ao mesmo tempo, o crédito, os prazos mais longos de financiamento e a queda na taxa de juros estimularam a demanda. A Thá acaba de vender, antes mesmo de fazer o lançamento oficial, 100% de um empreendimento de 42 apartamentos no Água Verde, com preço médio de R$ 600 mil (R$ 2,2 mil por metro quadrado útil). Antes desse, a empresa lançou um outro empreendimento no Batel, com preço de R$ 4,5 mil o metro quadrado privativo.

Com a demanda em alta, já faltam no mercado alguns imóveis para pronta entrega, como os na faixa de preços entre R$ 100 mil e R$ 180 mil, segundo Mariano Dynkowski, diretor do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-PR). A valorização, de acordo com ele, se dá em bairros com pouca oferta de terrenos, como Água Verde, Batel, Bigorrilho e Cabral. Em alguns desses locais, onde o metro quadrado de área privada não superava R$ 1,6 mil há três anos, os preços batem a casa dos R$ 3 mil. “Quem comprou apartamento na planta viu o valor do imóvel pronto dobrar em dois anos, quando pegou as chaves”, afirma.
“Havia o mito de que Curitiba tinha valores de venda menores que as demais capitais, que não era um mercado maduro e que não se vendia imóvel na planta. Mas nos últimos dois anos o que se viu foi que a construção na cidade ganhou vigor, acelerou seu crescimento e não foi tão afetada pela crise como São Paulo”, afirma Vitor Wjuniski, diretor de incorporação da paulistana Stuhlberger.
A companhia lançou recentemente um empreendimento em parceria com a construtora curitibana Monarca na avenida Silva Jardim, no Rebouças, cujo metro quadrado privado foi negociado entre R$ 4,1 mil e R$ 4,2 mil. Em 90 dias, 85% das unidades foram vendidas. Nas próximas se manas a Stuhlberger lança em São Paulo, na Vila Ma riana, um em preen dimento com pre ços entre R$ 4,3 mil e R$ 4,7 mil.


A alta dos preços está surpreendendo quem procura apartamento para comprar em Curitiba. O administrador de empresas Rodrigo Ribeiro, que começou a procurar um imóvel para comprar há cinco anos, diz que os preços do mercado deram um salto. “Paguei cerca de 20% mais do que o planejado”, diz ele, que em março adquiriu, junto com a esposa, um apartamento de R$ 400 mil no Bigorrilho. A primeira opção era comprar um imóvel novo, mas ele acabou optando por um usado. “O usado também subiu muito, mas compramos um com o dobro da área por metade do preço de um novo. Mas ainda assim, eu, que morava de aluguel, dobrei os meus custos com moradia”, diz. Ele financiou o apartamento, de 120 metros quadrados, em 360 meses.
Moradora de Curitiba há sete anos, a professora Maria Rosildes Leite também está contando os dias para deixar o aluguel: mesmo com a alta do mercado, adquiriu na planta – juntamente com sua filha – dois apartamentos no Ecoville. “Não foi barato”, diz ela, que estudou a compra por um ano antes de assinar contrato. “Eu consegui aproveitar uma sequência de oportunidades: recebi uma proposta boa, em um local bom, e vou poder morar próximo da minha filha. No fundo foi uma decisão familiar”, diz.

Os dois apartamentos, vizinhos de bloco no mesmo condomínio, estavam orçados, juntos, em R$ 810 mil. Com a negociação conjunta, fecharam em aproximadamente R$ 715 mil – um desconto de quase 12% no preço original. “Estudamos as propostas, as taxas de juros menos exorbitantes também ajudaram, e acabamos fechando”, avalia.
A perspectiva de valorização dos preços no médio prazo, por outro lado, trouxe de volta para esse mercado o investidor que compra para alugar ou revender. A redução da taxa de juros e as perdas nas bolsas de valores provocadas pela crise também fizeram com que o imóvel voltasse a ser atrativo para esse público.

Gustavo Shier apostou no imóvel como forma de investimento





Gustavo Schier Rosalinski, que acaba de comprar um imóvel de R$ 600 mil no bairro Água Verde, diz que achou caro o valor, mas a remuneração vale a pena. “Pa guei, à vista, cerca de R$ 2 mil o metro quadrado. Quando ficar pronto ele vai valer R$ 2,7 mil”, afirma. “Além disso, consegui negociar um desconto para pagamento à vista”.
Segundo o presidente do Sinduscon-PR, Hamilton Franck, o preço de venda dos imóveis prontos está em média 25% superior aos de lançamento, o que deve favorecer a opção do imóvel como investimento. Esse movimento também deve ganhar força com a poupança se tornando menos atrativa com as novas regras que o governo pretende adotar para o setor, afirma o presidente do Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi-PR), Luiz Carlos Borges da Silva.

http://portal.rpc.com.br/gazetadopov...html?id=925848
http://portal.rpc.com.br/gazetadopov...gura-as-vendas

Eu ainda acho que em Curitiba os imóveis são bem mais baratos que em outras capitais. Como diz a matéria, a cidade ainda tem poucos lançamentos para suprir a demanda, o que vai inflar os preços nos próximos anos.
__________________
Gui_p no está en línea   Reply With Quote
Old October 23rd, 2009, 12:25 AM   #7
tonyssa
.
 
tonyssa's Avatar
 
Join Date: Aug 2007
Posts: 76,268

GAFISA QUER INCORPORAR 100% DO CAPITAL DA TENDA




A construtora e incorporadora Gafisa, uma das maiores do país, anunciou nesta quinta que pretende incorporar 100% do capital da construtora de empreendimentos populares Tenda, que atua em todo o território nacional. A proposta de tomada geral do capital da empresa deverá ser feita ainda este ano aos acionistas, que podem aceitar ou não o negócio.

Atualmente, a Gafisa já controla 60% do capital da Tenda. Entretanto, ainda não há nenhuma negociação para um acordo de incorporação. Segundo a administração da empresa, os termos deverão ser de uma “relação de substituição adequada deveria estar dentro do intervalo entre 0,188 e 0,200 ação Gafisa para 1 ação Tenda", tal qual revela o comunicado.

Na Bahia, a Tenda atua nos municípios de Salvador, Camaçari, Lauro de Freitas, Feira de Santana e Valença vendendo imóveis populares em condomínios fechados a preços reduzidos. Somente em Salvador, há imóveis da Tenda disponíveis nos bairros do Imbuí, Itapuã, Jardim das Margaridas, Pirajá, São Cristóvão e Sussuarana. Ao todo, 12 estados têm empreendimentos da Tenda em diversos municípios.

http://www.bahiaeconomica.com.br/ind...D_NOTICIA=3434
tonyssa no está en línea   Reply With Quote
Old October 27th, 2009, 12:55 AM   #8
Rekarte
Libertarian
 
Rekarte's Avatar
 
Join Date: Mar 2008
Posts: 21,240
Likes (Received): 3790

Impressionante,como de Norte a Sul do Brasil o mercado imobiliario esta aquecido,deve ser pelo ritmo frenetico do crescimento economico,que faz aumentar a classe alta e media
e destaque para estados que "importam" mão de obra no setor de construção civil
__________________
Rekarte no está en línea   Reply With Quote
Old October 31st, 2009, 08:33 PM   #9
BrenoFredrich
Registered User
 
BrenoFredrich's Avatar
 
Join Date: Apr 2008
Location: João Pessoa
Posts: 1,212
Likes (Received): 11

29-10-2009 - João Pessoa - Paraíba
Profissionais da Construtora Capuche visitam obra do Ultramare da Alliance

Visita técnica ocorreu no dia 1º de outubro e buscou apredizado em racionalização na construção civil



Cerca de 24 profissionais da construtora Capuche visitaram o canteiro de obras da construção do empreendimento Ultramare para ver de perto a técnica aplicada e saber mais informações sobre o sistema de alvenaria racionalizada com blocos cerâmicos aplicado pela Alliance na obra.

Todos estes profissionais foram recebidos por engenheiros, coordenadores, mestre e técnicos em edificações da Alliance, além do diretor executivo da empresa.
Os visitantes tinham a expectativa de buscar a melhoria progressiva na redução das perdas na construção de edifícios. Então, para que houvesse esse aprendizado foi feta a analise do sistema adotado no Ultramare Class Club Residence que é o de blocos cerâmicos de alta qualidade, executado conforme projeto de alvenaria. Para garantir o desperdício “zero”, as paredes são projetadas para não haver quebras e ajustes de elementos.
O evento ocorreu das 9h30 até as 11h da manhã e se caracterizou como uma retribuição a visita que a equipe da Alliance fez em uma das obras da Capuche em Natal.

O feedback dos profissionais da Capuche foi bastante positivo e motivador para que estes possam implementar o sistema observado em sua obras.

http://www.alliance.com.br/br/noticias.php?id=136

Last edited by BrenoFredrich; October 31st, 2009 at 08:52 PM.
BrenoFredrich no está en línea   Reply With Quote
Old October 31st, 2009, 08:35 PM   #10
BrenoFredrich
Registered User
 
BrenoFredrich's Avatar
 
Join Date: Apr 2008
Location: João Pessoa
Posts: 1,212
Likes (Received): 11

22-10-2009 - João Pessoa - Paraíba
Revista com foco na construção civil é lançada em João Pessoa


Lançamento da Revista Edificar ocorreu na última quinta-feira, 15 de outubro
João Pessoa ganhou um novo veículo de comunicação. Trata-se da Revista Edificar, uma publicação especializada em construção civil, negócios imobiliários e arquitetura. O lançamento foi às 20 horas no Jangada Clube, onde se realiza o Maison Paraíba.

A Revista Edificar traz no seu primeiro número uma extensa reportagem sobre quais as opções de crescimento para João Pessoa. “Para onde vamos crescer?” – indaga a matéria de capa, que foi buscar a resposta ouvindo construtores, corretores de imóveis, arquitetos e planejadores urbanos.

Iniciativa da empresa Nova Mídia, a Edificar conta em seu quadro de redatores profissionais conhecidos na imprensa local, como Agnaldo Almeida, Carlos César, Cícero Félix, Naná Garcez, Tâmara Duarte e Eliane Medeiros, entre outros. A publicação sugere o debate de vários temas ligados ao segmento da construção civil e da arquitetura em artigos assinados por profissionais da área.

“Nós estamos criando na imprensa paraibana um espaço para o debate de alto nível sobre as potencialidades do nosso crescimento e os cuidados que deveremos ter em relação à preservação do meio ambiente” – diz Victor Castro, diretor comercial da revista Edificar.

Fonte: Portal WS COM
http://www.alliance.com.br/br/noticias.php?id=133
BrenoFredrich no está en línea   Reply With Quote
Old October 31st, 2009, 08:37 PM   #11
BrenoFredrich
Registered User
 
BrenoFredrich's Avatar
 
Join Date: Apr 2008
Location: João Pessoa
Posts: 1,212
Likes (Received): 11

20-10-2009 - João Pessoa - Paraíba
UFPB procura soluções para Construção Civil

Universidade promove, na terça-feira (20), seminário "Soluções para Empresas de Projeto" que tematiza experiências e gestão das empresas na área da construção

O mercado da construção civil paraibano terá uma oportunidade única na próxima terça-feira (20) para debater soluções e experiências, quando a Universidade Federal da Paraíba (UFPB) estará promovendo o seminário “Soluções para empresas de Projeto- João Pessoa”. O professor Claudino Lins, do departamento de Engenharia de Meio Ambiente da UFPB,informou que o evento pretende promover a correta gestão e otimização dos projetos como forma de elevar a qualidade dos projetos desenvolvidos. “É um evento fundamental para as empresas de projeto e consultoria da construção civil”, completou.

O seminário Soluções para Empresas de Projeto – João Pessoa terá início às 8h, no Centro Cultural Unipê. Organizado pela UFPB, por meio dos Centros de Ciências Aplicadas e Educação (Campus Litoral Norte) e Centro de Tecnologia (Campus João Pessoa), o evento contará com uma palestra do professor da Universidade de São Paulo (USP), Silvio Burrattino Melhado, às 9h30. Ele debaterá “Uma experiência de trabalho conjunto entre empresas de projeto e a Universidade na implementação de modelo de gestão”.

Logo após, às 10h30, será discutido “O Papel do projeto no setor da construção civil e a importância da gestão das empresas de projeto enquanto elo da cadeia produtiva”. Esse tema será desenvolvido pelos professores Otávio de Oliveira (Unesp); por Irenaldo Quintans, representante do Sindicato da Construção Civil de João Pessoa (Sinduscon-JP);Paulo Láercio Vieira (Crea-PB); Claudino Lins, professor da UFPB; Cristina Evelise (IAB-PB) e George Cunha (Sinaenco).

No período da tarde, a partir das 14 horas, a professora Mônica Santos Salgado, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), fará uma palestra sobre “Estratégia para a gestão de projetos nas empresas”. Logo após, às 15 horas, será debatida “A Formação de Gestores e coordenadores de projetos”. Os professores Silvio Burratino Melhado (USP), Paulo Andrey (UFMG0, Márcio Fabrício (EESC/USP), Claudino Lins (UFPB) e Otávio de Oliveira (Unesp) discutirão a proposta de um curso de Pós-Graduação.

No final da tarde, às 17 horas, o professor Paulo Andery (UFMG) e a professora Flávia Rodrigues Souza (USP) apresentam o painel “A implementação de modelos de gestão nas empresas de projeto em São Paulo e Minas Gerais: expectativas, dificuldades, estratégias, mudanças e experiências”.

UFPB é pioneira

O professor Claudino Lins lembrou que no contexto da gestão de projetos e da gestão das empresas de projeto, a UFPB assume uma posição pioneira no desenvolvimento do conhecimento no Estado da Paraíba, na medida em que fomenta e desenvolve pesquisas que norteiam toda a cadeira da construção civil. Nesse cenário, de acordo com o professor, essas pesquisas podem mostrar quais as posturas que as empresas podem adotar na realidade do mercado aquecido e há cada dia mais mecanizado. “É um mercado onde os processos artesanais dão lugar às atividades seriadas e bem planejadas que buscam integrar os processos da construção em um processo industrial de montagem de maneira a alcançar maior produtividade”, completou.

Fonte: Ascom UFPB
http://www.alliance.com.br/br/noticias.php?id=128
BrenoFredrich no está en línea   Reply With Quote
Old November 2nd, 2009, 11:09 PM   #12
Gui_p
Registered User
 
Gui_p's Avatar
 
Join Date: Mar 2009
Posts: 6,484

Linha Verde vive onda imobiliária


Trecho da Linha Verde, em Curitiba: volume de compra e venda de imóveis na região é pequeno, o que significa que ainda há muita especulação e que mercado até agora não achou ponto de equilíbrio

O preço de terrenos e imóveis comerciais e residenciais que ficam no eixo da via de transporte teve aumento de até 100% desde 2007

O mercado imobiliário nos bairros no entorno da Linha Verde, ei xo de urbanização da antiga BR-116, já vive um boom de preços. Imó veis comerciais, residenciais e terrenos tiveram aumento de até 100% desde 2007, quando teve início a construção da primeira etapa da obra, já concluída, que liga o Pi nheirinho, na zona sul da cidade, ao Jardim das Américas, na zona leste.
A alta é semelhante à que vi veu recentemente a região do Campo Comprido em relação ao Ecoville e ocorre sempre que al gu ma região vira alvo de uma al teração urbana de grande porte.

Sai o barracão, entra o comércio

Em 2008, a prefeitura de Curitiba aprovou na Câmara de Vereadores a alteração da lei de zoneamento da Linha Verde para diversificar o comércio, a prestação de serviços e incentivar a moradia no entorno da antiga rodovia, onde predominam barracões atacadistas, empresas de transporte, oficinas, autopeças e postos de combustíveis. Esse tipo de atividade deve ter mais dificuldade para renovar o alvará e será substituída por outros serviços.
Uma das principais mudanças foi a introdução da diversidade de usos, com o estímulo à construção de empreendimentos destinados ao mesmo tempo para comércio, serviços e moradia. Segundo o arquiteto Reginaldo Reinert, do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (IPPUC), há um grande número de consultas a respeito das possibilidades de uso das áreas na Linha Verde. A extensão total é de 18 quilômetros, dos quais 9,4 quilômetros fazem parte da primeira etapa de obras (do Pinheirinho ao Jardim Botânico). Com as obras da primeira fase, o projeto integrou 10 bairros, de um total de 20.

Região atrai novos empreendimentos

A Linha Verde começa a atrair novos empreendimentos, como o Armazém da Maria, atacarejo – mistura de atacado com varejo – do grupo Destro. Inaugu rado há seis meses no bairro Hauer, ele funciona em um barracão onde operava uma antiga loja Destro e recebeu, sem contar os estoques, R$ 3 milhões em investimentos, segundo o diretor João Carlos Destro. “A obra viária facilitou muito, aumentando a segurança e melhorando o visual da região. Além disso, aqui atrás vai sair um condomínio residencial da MRV, o que vai fomentar os negócios e desenvolver o bairro ainda mais”, diz ele, que tem entre seus clientes bares e restaurantes, além do consumidor final.

Prédios para classe C são prioridade do setor

De patinho feio a vedete do se tor. A região no entorno da Li nha Verde é considerada por mui tas construtoras o último reduto ainda inexplorado de Curitiba e para onde devem migrar os investimentos voltados para a classe C. “Já não há mais terrenos disponíveis em outras regiões mais próximas do centro. No Ecoville, por ou tro lado, praticamente todos os terrenos já estão nas mãos de construtoras”, diz Osvaldir Be nato, presidente da construtora Casteval. A empresa lançou três condomínios horizontais na região e estuda implantação de conjuntos de apartamentos em parceria com outras empresas.

Bairros como Boqueirão, Ca pão Raso, Guabirotuba, Pinheiri nho e Xaxim estão entre os que mais se valorizaram, segundo o vice-presidente de lançamentos, compra e venda do Secovi-PR, Paulo Celles.
“A região da Linha Verde tem grande potencial de crescimento nos próximos anos, o que faz com que o mercado imobiliário comece a se mobilizar para atender essa demanda futura. O entorno da an tiga rodovia deve também concentrar projetos dentro do programa de habitação popular do governo federal, o Minha Casa, Minha Vi da”, diz Mar celo Alisson, gestor exe cutivo de vendas da construtora mi neira MRV para o sul do país.
Para Marcos Kahtalian, consultor do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon) no Paraná, o mercado de Curitiba co mo um todo se valorizou. Mas os bairros da Linha Verde devem ter um aumento ainda mais ex pres sivo, já que há uma movimentação urbana importante, como a abertura de ruas e a infraestrutura viária. Além disso, co meçam a surgir na região supermercados, farmácias e lojas para aproveitar o fluxo de pessoas que circulam na via de transporte, estimado em 300 mil pessoas. Ao todo Curitiba ganha, com o projeto total, 5,5 mi lhões me tros quadrados para construção, que poderão ser triplicados verticalmente.

Especulação

A expectativa de melhora, com a “substituição da estrada pela avenida”, trouxe otimismo para os donos de imóveis na região. Porém o volume de negócios de compra e venda ainda é pequeno, o que indica que o mercado está buscando seu ponto de equilíbrio. “Ainda há muita especulação. Alguns proprietários jogaram os preços lá em cima. A ques tão será saber se haverá ne gócios nesses patamares. Em al gumas regiões se justifica um rea juste desse porte, em outras não”, afirma Ralf Paciornik, ge rente comercial da Top Imóveis. A empresa foi responsável por er guer, junto com a BP Empreen di mentos, um dos principais projetos imobiliários na região, o Curi tiba Office Park, que oferece espaços empresariais.
Alfredo Canezin, presidente do Conselho Federal de Correto res de Imóveis (Creci) no Paraná, diz que o mercado ficou muito tempo estagnado e depois, com a reação, os preços subiram muito. “Isso não quer dizer, no en tanto, que ocorram negócios nes ses patamares. O volume de transações ainda é pequeno”, afirma.
De acordo com o vice-presidente de lançamentos, compra e venda do Secovi-PR, Paulo Celles, nos últimos dois anos residências no bairro Pinheirinho, por exemplo, tiveram reajuste mé dio de 72% e algumas casas no Boqueirão, de 63%. Mas o au men to chega até 107%, como no caso dos terrenos no Pinheirinho.
Esse movimento tem sido pu xado principalmente por grandes construtoras, que têm prospectado terrenos nos bairros cor tados pela antiga rodovia para construção de condomínios de apartamentos. “São áreas de 30 mil, 40 mil metros quadrados que devem abrigar, no futuro, grandes condomínios residenciais, voltados principalmente para a classe média bai xa”, diz Boris Madsen Cunha, diretor técnico administrativo da WAA Wil ler Arquitetos Associa dos.
O mercado de locação também está mais aquecido, principalmente nos bairros Pinheiri nho, Lindóia e Prado Velho. De acordo com Veri dia na Ferreira da Rocha, angariadora da LS Castro Corretora de Imó veis, o valor do aluguel em regiões próximas à rodovia, que há dois anos não superava 0,4% do valor total do imóvel, hoje está dentro da média de mercado (em torno de 0,7%).

http://portal.rpc.com.br/gazetadopov...da-imobiliaria
__________________
Gui_p no está en línea   Reply With Quote
Old November 4th, 2009, 10:17 PM   #13
BrenoFredrich
Registered User
 
BrenoFredrich's Avatar
 
Join Date: Apr 2008
Location: João Pessoa
Posts: 1,212
Likes (Received): 11

03-11-2009
Nova lei do inquilinato deve movimentar o mercado

Especialistas e agentes do setor imobiliário dizem que, para os locatários, o benefício da nova regra virá com o barateamento de contratos
Assim que for sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a nova lei do inquilinato trará mudanças positivas ao mercado imobiliário, afirmam especialistas do setor. Isso porque, como principal medida, a lei oferece mais agilidade a ações de despejo de inquilinos inadimplentes. O processo demora hoje em média dois anos ou mais, segundo a advogada especialista em Direito Civil Josicler Vieira Beckert Marcondes. Com a nova lei, estima-se que um despejo possa acontecer em até dois meses ou, no máximo, um ano, o que traria mais segurança aos donos de imóveis.

Como consequência, dizem os analistas, mais locadores seriam atraídos para o mercado. “Hoje existem no Brasil cerca de três milhões de imóveis ociosos e muitos dos donos desses imóveis não os alugam por medo de terem problemas com inquilinos. Com a segurança oferecida pela nova lei, novos locadores serão atraídos, aumentando a oferta de imóveis no país”, diz o presidente do Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi-PR), Luiz Carlos Borges da Silva. “A queda nos preços dos aluguéis será algo bem possível”, diz Silva.

Benefícios


A aprovação das novas regras traz muitas dúvidas para a cabeça dos inquilinos. Roberto Gonzaga, diretor da Admi nistradora Gonzaga conta que, ontem, uma série de locatários já vieram lhe procurar com dúvidas e temores sobre a nova a lei. “Eu digo para eles ficarem tranquilos. Até porque a lei ainda não foi sancionada e só vai valer para contratos feitos após essa data”, diz. Gonzaga também afirma que a nova lei beneficiará os bons inquilinos. Como os locadores terão mais facilidade para reaverem seus imóveis, eles não vão precisar exigir fiadores ou não cobrarão taxas de seguro-fiança tão altas, diz ele.

Boa perspectiva

Há dois anos tentando retomar um apartamento, tendo que pagar taxa de condomínio e multas de um inquilino inadimplente, a empresária e produtora Ilse Lambach se diz contente com a perspectiva aberta pela nova lei. “Eu já estava desmotivada para investir em imóveis e passei a migrar meus investimentos para outros setores”, conta. “Acho que haverá uma retomada de investimentos nesse mercado, o que pode aquecer a construção civil e no fim gerar novos empregos.”

Fonte: Gazeta do Povo
http://www.alliance.com.br/br/noticias.php?id=139
BrenoFredrich no está en línea   Reply With Quote
Old November 15th, 2009, 04:32 PM   #14
GIM
JK - O Presidente
 
GIM's Avatar
 
Join Date: Oct 2007
Location: Belo Horizonte
Posts: 13,006
Likes (Received): 3922

Apesar de boom, Brasil cairá em ranking de construção, diz estudo





A indústria da construção no Brasil deve crescer 6,5% entre 2009 e 2014 e 3,4% de 2014 a 2020, segundo a pesquisa Perspectivas para a Construção Global 2020, lançada nesta quinta-feira pela consultoria Oxford Economics.

A expansão deve ser impulsionada pela Copa de 2014, pelos Jogos Olímpicos de 2016 e por programas de incentivo à construção residencial. No entanto, o país deve cair da 12ª para a 14ª posição entre os maiores mercados de construção do mundo até 2020.

O crescimento projetado para o setor no Brasil está bem abaixo da média mundial, que deve atingir 70% na próxima década. Entre os países emergentes, a alta deve ser de 110%, mais de três vezes o esperado para os países desenvolvidos.


Na China, o crescimento projetado é de 130%. Segundo o estudo, a país vai ultrapassar os Estados Unidos como maior mercado de construção até 2018, atingindo participação de 19,1% do mercado global. A Índia deve passar da 9ª para a 3ª colocação no ranking até 2020.

No Oriente Médio e África, espera-se expansão de 80%, com destaque para a Nigéria, que será o país com alta mais acelerada no setor de construção do mundo, na avaliação dos pesquisadores.

O nível de crescimento do setor nos países pesquisados na América Latina - Brasil, Argentina, México e Colômbia - deve ser o mais baixo entre os mercados emergentes incluídos no estudo. Nenhuma nação da América Latina estará no ranking dos 10 países com maior crescimento na próxima década.

De acordo com um dos consultores da pesquisa, Mike Betts,
Diretor-executivo e analista de construção global do JP Morgan, os países da América Latina serão superados por outros como China, Índia, Vietnã, Turquia e Polônia.

O desafio da indústria de construção no Brasil, segundo ele, é "como lidar com os elevados gastos públicos nos investimentos para os Jogos Olímpicos e a possibilidade de desaceleração da economia a partir de 2014, o que reduziria o volume de recursos destinados à infraestrutura até 2020".

O setor de construção mundial só deve voltar a crescer em 2011, devido à crise econômica, cujos efeitos atingiram proporções épicas, segundo os pesquisadores. Hoje o valor estimado do mercado de construção é de US$ 7,5 trilhões (R$ 12,9 trilhões). Em 2020, a cifra deve atingir US$ 12,7 trilhões (R$ 21,9 trilhões).

Mike Betts acredita que uma mudança drástica na importância dos mercados emergentes se aproxima: "Nós prevemos taxas de crescimento surpreendentes para China e Índia nos próximos dez anos", disse.

Entre os países desenvolvidos, a maior taxa de crescimento deve ser registrada nos Estados Unidos, principalmente entre 2011 e 2013. O setor de construção residencial americano deve crescer 60% entre 2009 e 2014, apesar dos efeitos da crise dos financiamentos imobiliários. O menor crescimento entre os países desenvolvidos deve ser o do Japão.

A pesquisa foi realizada em 35 países, que representam mais de 85% do PIB mundial.



Link:http://noticias.lugarcerto.com.br/im...noticias.shtml



É mas muitas das previsões desses "entendidos" europeus e americanos furam....há sempre um viés distorcido nessas análises... Vietnam, Turquia, Polonia passar os demais países da América latina até ai ok! mas passarem o Brasil...du -du- vi -vi do -do-... Duvido quanto à China, Índia, e demais formigueiros humanos da Ásia tudo bem... um dos consultores até previu a desaceleração da economia do Brasil a partir de 2014...é muita pretensão do mesmo...futurólogo
__________________
voto útil até o final, isto é, voto Aécio até o final do 2 ° turno, se houver!
****Beleza sem virtude é rosa sem perfume .****
GIM no está en línea   Reply With Quote
Old November 22nd, 2009, 02:25 PM   #15
junioreng
BANNED
 
Join Date: Jul 2009
Location: Cascavel
Posts: 1,416
Likes (Received): 0

Com quantos anos já pode atuar na construção civil ?
junioreng no está en línea   Reply With Quote
Old November 22nd, 2009, 02:45 PM   #16
CampoGrandense
CGr / MS / C-O / BR
 
CampoGrandense's Avatar
 
Join Date: Jun 2007
Location: Campo Grande/MS
Posts: 11,691
Likes (Received): 1544

18 anos.
CampoGrandense no está en línea   Reply With Quote
Old December 15th, 2009, 02:39 PM   #17
tonyssa
.
 
tonyssa's Avatar
 
Join Date: Aug 2007
Posts: 76,268

Já falta mão de obra no setor de construção civil



A cadeia da construção civil se prepara para enfrentar de novo escassez de mão de obra qualificada em 2010, problema que retorna após o intervalo provocado pela paralisação de projetos entre o fim do ano passado e o início de 2009, em decorrência da crise global.

Estudo sobre a tendência do setor da construção, elaborada pela FGV Projetos, a pedido da Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção), mostra que a construção civil contratará mais 180 mil trabalhadores no ano que vem, uma expansão de 8% na oferta de vagas com carteira assinada.

Essa demanda por trabalhadores inclui do empregado na indústria de material de construção ao servente de pedreiro, passando pela crescente demanda por engenheiros.

A indústria da construção civil estima crescer 8,8% em 2010, enquanto o PIB projetado é de 5,8%, segundo avaliação do setor. Neste ano, a construção civil fechará o ano com um recorde de 2,35 milhões de trabalhadores com carteira assinada --ampliação de 7,3% sobre o estoque de trabalhadores contratados em 2008.

"Pelo ritmo de recuperação da cadeia da construção civil, esse problema da falta de mão de obra qualificada será enfrentado novamente em 2010", disse Fernando Garcia, professor da FGV e um dos autores do diagnóstico sobre a tendência para o setor até 2016.

http://www.tribunadabahia.com.br/news.php?idAtual=33309
tonyssa no está en línea   Reply With Quote
Old December 20th, 2009, 03:54 PM   #18
junioreng
BANNED
 
Join Date: Jul 2009
Location: Cascavel
Posts: 1,416
Likes (Received): 0

Então esse ai um ...... muita gente querendo trabalhar e não pode quero se se exploda .
Causa da idade .
junioreng no está en línea   Reply With Quote
Old December 23rd, 2009, 03:27 PM   #19
Gui_p
Registered User
 
Gui_p's Avatar
 
Join Date: Mar 2009
Posts: 6,484

Curitiba terá recorde de lançamentos em 2010


Região do Portão, junto com Cabral e Ecoville, irá concentrar boa parte dos lançamentos do ano que vem

Construtoras planejam chegar a 16 mil novos apartamentos no próximo ano, quase 170% a mais do que em 2009. O programa “Minha Casa, Minha Vida” e a facilidade de crédito determinam o otimismo

As opções de imóveis verticais no vos em Curitiba e região se multiplicarão em 2010, com um volume de lançamentos que deve chegar a 16 mil unidades. A estimativa é da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliá rio no Estado do Paraná (Ademi-PR). Gustavo Selig, presidente da entidade e diretor da Hestia Cons tru ções e Empreendimentos, acredita que para atender o programa do governo federal “Minha Casa, Mi nha Vida” serão lançadas seis mil unidades no próximo ano. “Co mo ainda há demanda reprimida para o médio padrão, a previsão é que este setor e o de alto padrão lancem entre 9 e 11 mil unidades verticais ano que vem, contra cerca de 6 mil de 2009”, afirma.

Para o diretor da Brain Consul toria, Fábio Tadeu Araújo, as últimas notícias da economia brasileira empolgam os empresários e os futuros compradores. Ele cita os bons dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que mostram um aumento no número de empregos formais (em novembro foram criados 246,7 mil postos de trabalho com carteira assinada, a melhor marca para o mês desde 1992), e a taxa de desemprego, divulgada na sexta-feira passada pelo Instituto Bra si leiro de Geografia e Estatística (IBGE), que ficou em 7,4% em no vembro, a menor do ano. “Há também algumas instituições projetando crescimento na ordem de 6% para 2010. Todas essas notícias ajudam o setor imobiliário a crescer, porque para comprar imóveis é preciso renda e crédito.”

Pela pesquisa Tendência Imo biliária em Curitiba, do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Paraná (Sinduscon-PR), cerca de sete mil novos apartamentos para pessoas com renda acima de R$ 2,5 mil serão absorvidos anualmente até 2013. “Há de man da de intenção de compra pa ra os próximos quatro anos”, frisa o consultor da entidade, Marcos Kathalian.

Pulverização

Os lançamentos acontecerão em vários pontos da cidade, com destaque para a região do Ecoville e dos bairros Portão e Cabral. “São regiões promissoras. As duas últimas especialmente por terem es truturas comercial e pública muito boas”, analisa Selig. Ele adianta que sua construtora, a Hestia, lançará três empreendimentos no primeiro semestre, dois na Vila Izabel e um no Seminário. Serão 112 apartamentos de médio e alto padrão. No segundo semestre ele prevê, ao menos, um lançamento no Cabral.

Luiz Rodrigo Castro Santos, diretor comercial do Grupo LN, diz que neste ano a empresa lançou três empreendimentos (1,5 mil unidades). “No próximo ano, apenas no primeiro semestre serão lançadas o mesmo número de unidades de todo 2009.”

De acordo com o executivo, al guns dos oito lançamentos previstos poderiam ter sido feitos em 2009, mas a empresa optou por es perar a reação da economia à crise financeira mundial. “Com o cenário atual e as modalidades de fi nan ciamento dentro do prazo de obra, os empreendimentos serão vendidos na planta, o que gera fluxo de caixa e fortalece o se tor”, analisa.

O diretor presidente do Grupo Thá, Sandro Westphal, fala em termos de investimento e vislumbra R$ 480 milhões em lançamentos para Curitiba e região e também para Santa Catarina em 2010. “A concentração será na classe mé dia, com produtos entre R$ 100 mil e R$ 300 mil. Mas teremos também um grande lançamento no programa ‘Minha Casa, Minha Vida’, na região sul da cidade”, diz.

Já o grupo Plaenge, com as marcas Plaenge e Vanguard lançou seis residenciais em 2009. Para 2010 serão nove, quatro no segmento do primeiro imóvel e cinco voltados para o alto padrão. “Serão cerca de 1.050 unidades”, diz o di retor do grupo, Fernando Fabian.

A Invespark, que trabalha com apartamentos compactos e edifícios comerciais, informa que serão lançados cinco novos produtos na região central, com aproximadamente 1.000 unidades residenciais.

No segmento de alto padrão, a construtora Hugo Peretti, que lançou um edifício em 2009, lançará dois em 2010, um no Batel e outro no Alto da Glória.

Preço

A estimativa da Ademi-PR é que haja um incremento de 20% a 22% no preço dos imóveis até o fim de 2010. “Só até junho os imóveis devem ter valorização en tre 12% e 13%”, prevê Selig.

Esse valor também é esperado por Gerson Carlos da Silva, diretor da Galvão Vendas. “Há muitos lançamentos, mas o mercado absorve esse volume, o que garante os preços”, explica. A imobiliária trabalhará em 30 lançamentos verticiais e horizontais no próximo ano e planeja quase dobrar o número de corretores que passarão de 200 a 350 até o meio do ano.

-----------------------------------------------------------------------------

A quantidade de blocões no ano que vem, vai bater todos os recordes .
__________________
Gui_p no está en línea   Reply With Quote
Old December 23rd, 2009, 08:10 PM   #20
junioreng
BANNED
 
Join Date: Jul 2009
Location: Cascavel
Posts: 1,416
Likes (Received): 0

Será que só Curitiba irá construir bastante ou todo o Paraná ?
junioreng no está en línea   Reply With Quote


Reply

Thread Tools
Rate This Thread
Rate This Thread:

Posting Rules
You may not post new threads
You may not post replies
You may not post attachments
You may not edit your posts

BB code is On
Smilies are On
[IMG] code is On
HTML code is Off



All times are GMT +2. The time now is 12:14 AM.


Powered by vBulletin® Version 3.8.8 Beta 1
Copyright ©2000 - 2014, vBulletin Solutions, Inc.
Feedback Buttons provided by Advanced Post Thanks / Like v3.2.5 (Pro) - vBulletin Mods & Addons Copyright © 2014 DragonByte Technologies Ltd.

vBulletin Optimisation provided by vB Optimise (Pro) - vBulletin Mods & Addons Copyright © 2014 DragonByte Technologies Ltd.

SkyscraperCity ☆ In Urbanity We trust ☆ about us | privacy policy | DMCA policy

Hosted by Blacksun, dedicated to this site too!
Forum server management by DaiTengu