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#61 | |
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A ideia era duplicar tudo o que n sejam pontes e túneis, e depois elaborar horários de forma a que os comboios n se cruzem nesses pontos! A linha do Douro, ficaria como a linha do Minho (no estrangulamento da Trofa), mas esses estrangulamentos repetiam-se linha fora... Na pratica o maior troço sem cruzamentos em o Porto e a Régua seria o tunel de Juncal, com 1600m...
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Baguinense de gema...
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#62 | |
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Registered user
Join Date: May 2005
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Os da takargo são convencionais.
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"Embora tambem acontecesse noutras datas , as visitas às igrejas durante a semana santa faziam , num só dia , mais cornudos do que a na vida habitual durante todo o ano." Charles Fréderic de Merveilleux , 1726 in Memórias de Portugal. "os únicos que ainda são capazes de resistir ao FMI são as empregadas de hotel" Anónimo |
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#63 | |
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Registered User
Join Date: Oct 2008
Location: Baguim do Monte - Red River City
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Rapaz, são coisas completamente diferentes... Uma coisa é construção/renovação de via, que pertence à REFER e outra é a exploração da mesma (CP, takargo, fertagus, etc)... Senão por esse prisma, quando é que os Alfa Pendulares, pagarão os 3mM€ enterrados na modernização da linha do Norte???? ![]() A limitação ao peso dos comboios desapareceria, à medida que os troços fossem renovados e as pontes metálicas substituidas... Eu acabei de o dizer, p'rai a 10 comentários atrás... À medida que a linha precise de obras, fazem-se nas sempre prevendo a sua classificação total como D4! Tal como se fez do troço Porto-Caide! E que agora deverá continuar até a Régua! Se a reabertura da linha Pocinho-Barca d'Alva, for antecipada das mesmas obras, em pouco tempo tens mais de metade da linha sem restrições ao peso!
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Baguinense de gema...
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#64 |
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Registered User
Join Date: Aug 2009
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Sem restrições aos pesos por eixo e por metro, Hugo. Mas continuas exactamente com as mesmas restrições na carga rebocada e na resistência dos engates.
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#65 |
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Registered User
Join Date: Aug 2009
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Oponopono,
voltando aos acopolamentos. ![]() O acopolamento C-AK prevê mecanismos de interoperabilidade com o acopolamento actual. Se os comboios têm tantos problemas com o acopolamento, porque não se começou a adoptar progressivamento o C-AK? Problemas técnicos? Arrastar de pés relativamente às especificações? |
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#66 |
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Registered User
Join Date: Dec 2007
Location: Porto
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![]() Traduz para um leigo... |
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#67 | |
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Registered User
Join Date: Oct 2008
Location: Baguim do Monte - Red River City
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A questão é! Pode ou não a linha do Douro, com um investimento minimalista, tornar-se uma linha internacional, passando maior porta de entrada a Norte do país, para as mercadorias, com destino ao porto de Leixões??? Em minha opinião pode! Pois estão/estarão em curso obras de beneficiação desta que podem retirar grande parte das suas restrições, em grande parte do trçado, ha-ja vontade para tal! ![]() Quanto à maior limitação de todas, o troço internacional, este poderia ser renovado, sendo as suas pontes integralmente substituidas por outras em betão! A custos repartidos por Pt e Es... O problema do excesso de declive no troço, poderia ser resolvido, substituindo os engates, por outros mais resistentes!
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Baguinense de gema...
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#68 |
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Registered User
Join Date: Aug 2009
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Ahhh! Desculpem o tamanho das imagems!
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#69 | ||
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Registered User
Join Date: Aug 2009
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A UIC sem o apoio das companhias que a integram não tem força para impôr uma coisa dessas. Talvez a União Europeia um dia o faça por via de directiva mesmo. Há vários casos de coisas desse género que prejudicam a interoperabilidade. |
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#70 |
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Registered User
Join Date: Aug 2009
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![]() ^ Isto é o acopolamento comum, de buffer e parafuso, de origem britânica, que todos conhecemos e adoramos. ![]() ^ Este é o acopolamento SA-3 de origem russa. ![]() ^ Este é o acopolamento C-AK, proposto como novo acopolamento standard para os caminhos de ferro europeus. Deriva do SA-3 e é retro-compatível com este. Mas também prevê uma forma de acopolar com o acopolamento comum de buffer e parafuso, como na imagem seguinte.
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#71 | |
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Registered User
Join Date: Oct 2008
Location: Baguim do Monte - Red River City
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#72 | |
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Registered User
Join Date: Oct 2008
Location: Baguim do Monte - Red River City
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Quote:
![]() Ora... Toda a linha passaria a D4 (suponhamos), o sistema de engates evoluia para o actual norte-americano, de onde surgiam as restrições'????
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#73 | |
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Registered User
Join Date: Aug 2009
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Pensa um cadito, Hugo. Se toda a engatagem evoluisse para engates automáticos, passarias a ter uma carga muito superior admitida na Beira Alta também pelos próprios engates e até, assumamos, eliminavas as restrições por resistência dos engates. Mas a carga possivel de ser rebocada por cada máquina continuava a ser a mesma. Ou seja, continuarias a poder rebocar muito mais carga pela Beira Alta do que pelo Douro. Eliminavas é a resistência dos engates como factor limitativo. Mas não eliminavas o peso da carga rebocada. Ou seja, passavas a poder ter duplas tracções no Douro, sim. Mas em condições em que pela Beira Alta continuarias a poder usar apenas uma máquina. ![]() O uso de duas máquinas para fazer um pequeno trajecto pode fazer sentido em certas condições, nota. Mas o Douro não é uma delas por ausencia de massa crítica. Em Portugal isso já foi feito, entre Caxarias e Albergaria. Havia uma 1400 estacionada em Caxarias e um maquinista lá a determinadas horas para dar dupla pela cauda aos comboios de mercadorias. Mas isto pode fazer-se quando há um volume de tráfego que o justifique, como era o caso. Agora, imagina a Takargo a plantar uma máquina e um maquinista um dia inteiro em Barca d'Alva por causa apenas dum comboio ou de dois ou de três. Isso não faria qualquer sentido. Ninguém gasta dinheiro em máquinas como as euro4000 para as ter paradas à espera de fazerem 17km úteis num dia de trabalho com a agravante desses 17km serem metade da distância percorrida pela máquina nesse dia. E isto, claro, esquecendo os custos de tornar a linha de Barca a Fregeneda em D4. É que, ao contrário do que disseste ali em cima, é muito certo que REFER é REFER, operadores são operadores, mas quando se olha para a ferrovia tem que ser olhada como um sistema e não se pode pensar apenas em cada uma das suas componentes. Ou, dito doutra forma, não podemos pensar apenas nas empresas operadoras e permitir um negócio ruinoso para os contribuintes por via da empresa de infra-estruturas. Last edited by Oponopono; November 12th, 2009 at 01:36 AM. |
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#74 |
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Registered User
Join Date: Aug 2009
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Já agora, e presumindo que o Hugo está certo e são 220km a mais.
Uma Euro4000 custa ~4M€ e consome, talvez, uns 5l/km na BA. São 1100€ por viagem. São precisas ~4000 viagens para compensar ter lá uma locomotiva parada. Mas lá está, ao pé das obras isto são peanuts. |
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#75 |
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Registered User
Join Date: Aug 2009
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Eheheh, está, são mesmo 220km de diferença, de Leixões a Salamanca, ida e volta.
Pois, é que é daquelas coisas que saía mais barato a REFER pagar aos operadores o incómodo de irem pela Beira Alta do que as centenas de milhões que custaria pôr o Douro como o Hugo propôs e ainda assim manter-se-iam as restrições de Barca d'Alva a La Fregeneda. Até se podiam inflaccionar as externalidades advindas do comboio percorrer menos 220km mas era impossivel justificar este gasto de dinheiro tendo presente a existência de alternativas. |
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#76 |
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Registered User
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Este C-AK parece ser um pequeno monstro... não podiam ter feito uma coisa mais "bonitinha"? O SA3 parece-me mais simpático... Será que o C-AK não é apenas uma birrinha, quando poderia ser adoptado perfeitamente o SA3? Já parece o Airbus de transporte para as FA que afinal tem muito poucas vantagens em relação ao Antonov que esteve na corrida - e fica muito mais caro...
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#77 | |
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Registered User
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![]() A questão é! Quanto ficaria substituir todas as pontes metálicas entre Caide e La Fregeneda???? Repara que excluindo a ponte Ferradosa (a do rio Tâmega, n é pois n???), n tens mais mega pontes metálicas na linha do Douro... São tudo pontes com 100m-200m...
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#78 | |
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Registered User
Join Date: Oct 2008
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Quote:
![]() De qq forma, n terias de ter lá uma loco da Takargo, colocava-se lá uma loco disponivel das 6h-22h, 7 dias por semana, e servia para a CP, RENFE, e operadoras privadas de ambos os paises... Serviria quase, como um taxii, quem a usasse pagava uma taxa! De certeza mais baixa que os 1100€ a mais (supondo que os consumos são esses)! Mas volto a repetir, se as pontes fossem substituidas, como foram na linha da Beira Alta, e se adopta-se um modelo de engate americano, acabavam-se as limitações do Douro...
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#79 |
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Viriatuus,
É só impressão tua: o C-AK é basicamente o SA-3. O que tem a mais é o acopolamento automático para as ligações pneumáticas e eléctricas e os tampões de choque, para manter a compatibilidade com o engate comum. Basicamente, não tentaram reinventar a roda. |
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#80 | |
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Com os engates automáticos, deixavas de ter a limitação por resistencia dos engates. Mas continuavas a ter a limitação daquilo que cada locomotiva pode rebocar. Sendo que também deixarias de ter na Beira Alta ao mesmo tempo. Ou seja, continuava a poder transportar-se mais carga com uma só locomotiva na Beira Alta do que no Douro. |
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| linha do douro, pinh, porto, régua, rio douro |
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