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Palácio do Raio torna-se museu
A Santa Casa da Misericórdia ainda não decidiu que destino terão as instalações do Hospital de S. Marcos quando o novo hospital de Braga começar a funcionar. Para já, apenas o Palácio do Raio tem o destino traçado.
Marlene Cerqueira
Com a construção do novo hospital de Braga começam as especulações sobre o destino que terão as actuais instalações, propriedade da Santa Casa da Misericórdia de Braga. Para já apenas um edifício tem destino traçado: o Palácio do Raio vai tornar-se num museu que contará a história da Misericórdia de Braga.
Questionado sobre o destino das instalações onde funciona o S. Marcos, Bernardo Reis, provedor da Santa Casa da Misericórdia de Braga, revela que “ainda nada está decidido”.
“É assunto sobre o qual começamos agora a pensar, mas ainda nada pode ser decidido, na medida em que não sabemos exactamente que espaços nos serão entregues”, explicou o provedor.
Para já, apenas o Palácio do Raio, um edifício classificado, tem o destino traçado: “vamos criar o museu da Misericórdia”, explicou Bernardo Reis ao ‘Correio do Minho’, à margem da cerimónia que assinalou o Dia do Hospital de S. Marcos, iniciativa inserida nas comemorações dos 500 anos daquela unidade hospitalar.
O Palácio do Raio, também conhecido por ‘Casa do Mexicano’ é um edifício construído em 1754-55, por encomenda de João Duarte de Faria, um poderoso comerciante bracarense.
O projecto é da autoria do arquitecto André Soares, e o palácio é considerado um dos mais notáveis edifícios de arquitectura civil da cidade de Braga, em estilo barroco joanino.
O palácio foi vendido em 1853, por José Maria Duarte Peixoto, a Miguel José Raio, visconde de São Lázaro, ficando conhecido nessa altura como Palácio do Raio.
Miguel José Raio foi um capitalista brasileiro, nascido em Braga, na rua da Cruz de Pedra, em 10 de Maio de 1814 e falecido em 14 de Agosto de 1875.
O novo proprietário, em 1863, abriu a rua em frente do palácio, para permitir uma melhor visão da sua casa e poder construir duas habitações para as suas filhas.
Imóvel classificado é da Misericórdia desde 1883
Em 1882, os herdeiros de Miguel José Raio venderam o palácio ao Banco do Minho que, por sua vez, o vendeu, no ano seguinte, à Santa Casa da Misericórdia de Braga que nela instalou alguns serviços do Hospital de S. Marcos. Actualmente, no edifício funcionam os Serviço de Imunohemoterapia e o Gabinete Médico Legal, no primeiro piso, e a Unidade de Medicina Fetal e Diagnóstico Pré-Natal (no segundo piso).
O Palácio do Raio está classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1956.
A Santa Casa da Misericórdia ainda não decidiu que destino terão as instalações do Hospital de S. Marcos quando o novo hospital de Braga começar a funcionar. Para já, apenas o Palácio do Raio tem o destino traçado.
Marlene Cerqueira
Com a construção do novo hospital de Braga começam as especulações sobre o destino que terão as actuais instalações, propriedade da Santa Casa da Misericórdia de Braga. Para já apenas um edifício tem destino traçado: o Palácio do Raio vai tornar-se num museu que contará a história da Misericórdia de Braga.
Questionado sobre o destino das instalações onde funciona o S. Marcos, Bernardo Reis, provedor da Santa Casa da Misericórdia de Braga, revela que “ainda nada está decidido”.
“É assunto sobre o qual começamos agora a pensar, mas ainda nada pode ser decidido, na medida em que não sabemos exactamente que espaços nos serão entregues”, explicou o provedor.
Para já, apenas o Palácio do Raio, um edifício classificado, tem o destino traçado: “vamos criar o museu da Misericórdia”, explicou Bernardo Reis ao ‘Correio do Minho’, à margem da cerimónia que assinalou o Dia do Hospital de S. Marcos, iniciativa inserida nas comemorações dos 500 anos daquela unidade hospitalar.
O Palácio do Raio, também conhecido por ‘Casa do Mexicano’ é um edifício construído em 1754-55, por encomenda de João Duarte de Faria, um poderoso comerciante bracarense.
O projecto é da autoria do arquitecto André Soares, e o palácio é considerado um dos mais notáveis edifícios de arquitectura civil da cidade de Braga, em estilo barroco joanino.
O palácio foi vendido em 1853, por José Maria Duarte Peixoto, a Miguel José Raio, visconde de São Lázaro, ficando conhecido nessa altura como Palácio do Raio.
Miguel José Raio foi um capitalista brasileiro, nascido em Braga, na rua da Cruz de Pedra, em 10 de Maio de 1814 e falecido em 14 de Agosto de 1875.
O novo proprietário, em 1863, abriu a rua em frente do palácio, para permitir uma melhor visão da sua casa e poder construir duas habitações para as suas filhas.
Imóvel classificado é da Misericórdia desde 1883
Em 1882, os herdeiros de Miguel José Raio venderam o palácio ao Banco do Minho que, por sua vez, o vendeu, no ano seguinte, à Santa Casa da Misericórdia de Braga que nela instalou alguns serviços do Hospital de S. Marcos. Actualmente, no edifício funcionam os Serviço de Imunohemoterapia e o Gabinete Médico Legal, no primeiro piso, e a Unidade de Medicina Fetal e Diagnóstico Pré-Natal (no segundo piso).
O Palácio do Raio está classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1956.
:banana:
Boa boa boa, o palacio do raio vai ter um futuro digno. Excelente.
Já se começa a pensar no futuro dos actuais edificios do hospital!!