Mas tem é teatros em Portugal,n sou muito chegado em teatros
mas gostei da arquitetura destes teatros:)
Teatros de Portugal
Teatro Municipal Pax Júlia - Beja
O Teatro Pax Julia foi inaugurado em 28 de Dezembro de 1928.
Em 1952, depois de uma grande remodelação, passou a chamar-se Cine-Teatro.
Em 1990 fechou portas.
Foi inaugurado como Teatro Municipal em 17 de Junho de 2005
É constituido por um auditório com 620 lugares e uma sala-estúdio com 130 lugares, além da cafetaria.
O Teatro Pax Julia foi inaugurado em 28 de Dezembro de 1928.
Em 1952, depois de uma grande remodelação, passou a chamar-se Cine-Teatro.
Em 1990 fechou portas.
Foi inaugurado como Teatro Municipal em 17 de Junho de 2005
É constituido por um auditório com 620 lugares e uma sala-estúdio com 130 lugares, além da cafetaria.
Cine-teatro de Alcobaça - 1944
A traça do edifício mistura elementos do estilo arte nova, da responsabilidade do arquitecto Ernesto Korrodi, com as correntes art déco e Modernista da autoria do seu filho, Camilo Korrodi.
Foi inaugurado a 18 de Dezembro de 1944, tendo sucedido ao Salão Cine-Moderno que existiu na Rua Frei Fortunato. A lotação inicial era de 732 lugares.
Foi adquirido no ano de 2002 pela Câmara Municipal de Alcobaça, e reaberto ao público a 12 de Novembro de 2004 após obras de remodelação, que mantiveram a traça original do edifício.
in wikipedia
A traça do edifício mistura elementos do estilo arte nova, da responsabilidade do arquitecto Ernesto Korrodi, com as correntes art déco e Modernista da autoria do seu filho, Camilo Korrodi.
Foi inaugurado a 18 de Dezembro de 1944, tendo sucedido ao Salão Cine-Moderno que existiu na Rua Frei Fortunato. A lotação inicial era de 732 lugares.
Foi adquirido no ano de 2002 pela Câmara Municipal de Alcobaça, e reaberto ao público a 12 de Novembro de 2004 após obras de remodelação, que mantiveram a traça original do edifício.
in wikipedia
Teatro Aveirense - Aveiro
Teatro Aveirense é um teatro situado em Portugal, entre a Rua 31 de Janeiro e a Rua de Belém do Pará, na freguesia da Glória, em Aveiro, e classificado pelo Instituto Português do Património Arquitectónico, desde ano de 2002, como Imóvel de Interesse Público, o Teatro Aveirense vai buscar o início da sua história ao ano de 1854, altura em que a Câmara Municipal de Aveiro adquire um terreno para a construção de uma sala de espectáculos e cultura.
...
Entre altos e baixos, o Teatro Aveirense foi cumprindo a sua missão de casa de cultura, de espectáculo e de cidadania, o que não impediu que novos problemas voltassem a surgir, até porque a oferta de novos espaços e novas formas de cultura iam aparecendo em outros locais da cidade de Aveiro. Assim, em 1998, a Câmara Municipal de Aveiro adquire o imóvel, com o objectivo de o preservar como parte da história e do património da cidade, ao mesmo tempo que se propôs a realizar uma profunda renovação e ajustamento às necessidades e exigências actuais.
No ano de 2000 o Teatro Aveirense encerra as suas portas e a concretização dos trabalhos de renovação, interior e exterior, começam pouco depois. Em 23 de Outubro de 2003, as suas portas voltaram a reabrir, dando-se continuidade ao serviço que tem prestado à sociedade aveirense em geral.
in wikipedia
Foto: pauloluso
Teatro Aveirense é um teatro situado em Portugal, entre a Rua 31 de Janeiro e a Rua de Belém do Pará, na freguesia da Glória, em Aveiro, e classificado pelo Instituto Português do Património Arquitectónico, desde ano de 2002, como Imóvel de Interesse Público, o Teatro Aveirense vai buscar o início da sua história ao ano de 1854, altura em que a Câmara Municipal de Aveiro adquire um terreno para a construção de uma sala de espectáculos e cultura.
...
Entre altos e baixos, o Teatro Aveirense foi cumprindo a sua missão de casa de cultura, de espectáculo e de cidadania, o que não impediu que novos problemas voltassem a surgir, até porque a oferta de novos espaços e novas formas de cultura iam aparecendo em outros locais da cidade de Aveiro. Assim, em 1998, a Câmara Municipal de Aveiro adquire o imóvel, com o objectivo de o preservar como parte da história e do património da cidade, ao mesmo tempo que se propôs a realizar uma profunda renovação e ajustamento às necessidades e exigências actuais.
No ano de 2000 o Teatro Aveirense encerra as suas portas e a concretização dos trabalhos de renovação, interior e exterior, começam pouco depois. Em 23 de Outubro de 2003, as suas portas voltaram a reabrir, dando-se continuidade ao serviço que tem prestado à sociedade aveirense em geral.
in wikipedia
Foto: pauloluso
Teatro Viriato - Viseu
Inaugurado nos finais do séc. XIX com o nome de Theatro Boa União, encerra as portas, como Teatro Viriato, no ano de 1960. Depois de sucessivas tentativas de recuperação, o Teatro Viriato reabre ao público após 38 anos de inactividade.
Partindo de um projecto da Companhia Paulo Ribeiro, assumido e apoiado pela Câmara Municipal de Viseu e pelo Ministério da Cultura, a reanimação desta sala de espectáculos pretende oferecer ao público o acesso regular às artes do espectáculo, de reconhecido valor profissional, técnico e artístico, integrando Viseu nas rotas nacionais e internacionais de circulação de espectáculos diversificados.
O objectivo é devolver o Teatro à Cidade, permitindo à comunidade viseense descobrir novas linguagens artísticas num espaço acolhedor e moderno que não deixe de integrar elementos alusivos à sua memória.
Com a recuperação do Teatro Viriato, recupera-se a memória dos tempos áureos em que a Cidade de Viseu possuía cinco casas de espectáculos e cinema (Teatro da Rua Escura, Teatro Viriato, Teatro Paraíso, Avenida Teatro, Cine-Rossio).
Inaugurado nos finais do séc. XIX com o nome de Theatro Boa União, encerra as portas, como Teatro Viriato, no ano de 1960. Depois de sucessivas tentativas de recuperação, o Teatro Viriato reabre ao público após 38 anos de inactividade.
Partindo de um projecto da Companhia Paulo Ribeiro, assumido e apoiado pela Câmara Municipal de Viseu e pelo Ministério da Cultura, a reanimação desta sala de espectáculos pretende oferecer ao público o acesso regular às artes do espectáculo, de reconhecido valor profissional, técnico e artístico, integrando Viseu nas rotas nacionais e internacionais de circulação de espectáculos diversificados.
O objectivo é devolver o Teatro à Cidade, permitindo à comunidade viseense descobrir novas linguagens artísticas num espaço acolhedor e moderno que não deixe de integrar elementos alusivos à sua memória.
Com a recuperação do Teatro Viriato, recupera-se a memória dos tempos áureos em que a Cidade de Viseu possuía cinco casas de espectáculos e cinema (Teatro da Rua Escura, Teatro Viriato, Teatro Paraíso, Avenida Teatro, Cine-Rossio).
Teatro Curvo Semedo - Montemor-o-Novo
Poucos montemorenses saberão que o belo edifício de cinema e teatro que a cidade possui foi projectado por um dos mais importantes arquitectos portugueses deste século, Raul Lino. E, nessa convicção, vou hoje contar-vos a história do nosso teatro, aludindo também ao grande artista que o concebeu.
Antes do Cine-Teatro Curvo Semedo já pelo menos, duas casas de espectáculos tinham existido na então vila. Para além da já referida casa do antigo convento de S. João de Deus, improvisado teatro de relativamente curta existência, foi construído, a partir de 1874, na Rua Nova, o Teatro Montemorense, no local em que hoje está a Casa dos Magistrados e Electricidade de Portugal. A iniciativa foi de uma Companhia formada por particulares, entre os quais Álvaro de Carvalho, João Alves Pereira, Francisco da Costa Campos e José Pereira da Rosa. O teatro foi inaugurado em Setembro de 1882, com um espectáculo em que participou o grande actor Taborda. Nas décadas seguintes, segundo a memória da época, passariam pelo seu palco “ as mais gloriosas figuras da arte cénica” e “ muitos amadores distintos interpretando, sem deslustre, as mais notáveis peças clássicas”.
Na noite de 22 de Maio de 1922, o teatro foi destruído por um incêndio. E, em consequência, três anos depois, um numeroso grupo de pessoas reunidas na Escola Conde Ferreira, decidiu a construção de uma nova sala de espectáculos para a vila, que homenagearia, com o seu nome, o poeta montemorense Belchior Curvo Semedo. Constituiu-se uma companhia edificadora da nova construção, de que a Câmara era principal accionista. Para autor do projecto foi logo escolhido o arquitecto Raúl Lino “que regressara duma longa viagem ao estrangeiro e vinha ansioso por edificar no nosso Paiz obras que não nos fizessem desdouro em comparação com o que lá fora admirara”.
Raúl Lino, com 46 anos quando realizou este projecto, era um dos mais notáveis arquitectos do país e responsável pela renovação da arquitectura portuguesa nas primeiras décadas do século.
Nascido em 1879, formara-se na Alemanha, onde foi discípulo de Kohler e de Albrecht Haupt, e, regressado, fizera com Roque Gameiro, uma viagem pelo país, particularmente pelo Alentejo, durante a qual realizou numerosos registos do que ia observando, nomeadamente da arquitectura regional. Essa viagem mostra já as preocupações, que demonstraria no decurso da sua longa existência, de reinserir na arquitectura portuguesa a fidelidade às tradições construtivas nacionais.
Dos primeiros anos do século são algumas das suas obras principais, como a casa do pianista Rey Colaço, o Solar dos Patudos, em Alpiarça, para José Relvas e a Casa do Cipreste, em Sintra sua residência. Mais próximos, no tempo, do projecto de Montemor, são o da casa de António Sérgio e o do teatro Tivoli, em Lisboa, ambos de 1924.
Com um ano de diferença deste último, o Cine-Teatro Curvo Semedo, projectado em 1925 para um espaço aberto como era o Rocio, a par da largueza e nobreza da concepção, acentuada pela utilização de um grande frontão de tipo clássico e de colunelos entre as janelas geminadas, mostra elementos da nossa arquitectura tradicional, como os alpendres, o gradeamento em tijolo e pormenores decorativos.
Em 22 de Outubro de 1925 procedeu-se ao lançamento da primeira pedra, num terreno do Rocio vendido pela Câmara. O número de accionistas era de 385, sendo alguns operários, que pagariam em trabalho o valor das acções.
Os trabalhos decorreram até Março de 1927 e, a partir daí, pararam por motivos provavelmente de natureza económica, estando feitas apenas as fundações e algumas paredes.
Antes das comemorações nacionais de 1940 – centenário da Independência e da Restauração – surgiu, um novo movimento, com apoio da Câmara, para a conclusão do teatro. Foi proposta ao ministro das Obras Públicas de então, Duarte Pacheco, a atribuição de um subsídio. Um dos motivos invocados para o retomar da obra era o de minorar a crise de trabalho existente. Mas o ministro emitiu um despacho desfavorável, por achar que a Câmara “ só deverá abalançar-se a uma obra desta envergadura e finalidade no caso de já ter promovido a realização dos melhoramentos públicos que mais interessam à vida das populações”.
Só a partir de 1956, com a concessão governamental do desejado subsídio, as obras prosseguiriam, de acordo com o projecto inicial. Foram encarregados de dirigir e orientar tecnicamente a conclusão do teatro o Arq. Raul Lino, agora com 77 anos, e o Engenheiro José Ribeiro de Carvalho e Silva. Em 1959, com as obras quase concluídas, ficou Raul Lino com o encargo total, por o Eng. Carvalho e Silva ter sido preso por motivos políticos.
Finalmente, no dia 17 de Janeiro de 1960, o Cine-Teatro seria inaugurado. Para assinalar o facto foram promovidos espectáculos durante três noites. Segundo o respectivo programa, na primeira, dia 17, a companhia de Amélia Rey Colaço representou “O Processo de Jesus”, de Diego Fabbri. No dia 18, a comédia “O Baile”, de Edgar Neville, pela companhia do Teatro Monumental, de Lisboa. Na última noite foi exibido o filme “O Grande Industrial” e houve uma sessão de variedades e folclore.
O Cine-Teatro, pouco tempo após a sua abertura, foi entregue para exploração a uma empresa privada.
A propósito de Raul Lino e da sua obra em Montemor, há ainda algo mais a dizer. A Casa dos Magistrados da rua Nova, construída no local do antigo Teatro Montemorense, obedece também ao risco deste arquitecto, o qual, em Novembro de 1926, a Câmara decidiu convidar para a elaboração do respectivo projecto.
Em Maio de 1927 foi decidido abrir concurso “para a construção de um coreto no Rossio desta vila, segundo a planta do senhor Raul Lino”.
http://www.oespacodotempo.pt/pt/esp_tem.php?idpan=curvo
Poucos montemorenses saberão que o belo edifício de cinema e teatro que a cidade possui foi projectado por um dos mais importantes arquitectos portugueses deste século, Raul Lino. E, nessa convicção, vou hoje contar-vos a história do nosso teatro, aludindo também ao grande artista que o concebeu.
Antes do Cine-Teatro Curvo Semedo já pelo menos, duas casas de espectáculos tinham existido na então vila. Para além da já referida casa do antigo convento de S. João de Deus, improvisado teatro de relativamente curta existência, foi construído, a partir de 1874, na Rua Nova, o Teatro Montemorense, no local em que hoje está a Casa dos Magistrados e Electricidade de Portugal. A iniciativa foi de uma Companhia formada por particulares, entre os quais Álvaro de Carvalho, João Alves Pereira, Francisco da Costa Campos e José Pereira da Rosa. O teatro foi inaugurado em Setembro de 1882, com um espectáculo em que participou o grande actor Taborda. Nas décadas seguintes, segundo a memória da época, passariam pelo seu palco “ as mais gloriosas figuras da arte cénica” e “ muitos amadores distintos interpretando, sem deslustre, as mais notáveis peças clássicas”.
Na noite de 22 de Maio de 1922, o teatro foi destruído por um incêndio. E, em consequência, três anos depois, um numeroso grupo de pessoas reunidas na Escola Conde Ferreira, decidiu a construção de uma nova sala de espectáculos para a vila, que homenagearia, com o seu nome, o poeta montemorense Belchior Curvo Semedo. Constituiu-se uma companhia edificadora da nova construção, de que a Câmara era principal accionista. Para autor do projecto foi logo escolhido o arquitecto Raúl Lino “que regressara duma longa viagem ao estrangeiro e vinha ansioso por edificar no nosso Paiz obras que não nos fizessem desdouro em comparação com o que lá fora admirara”.
Raúl Lino, com 46 anos quando realizou este projecto, era um dos mais notáveis arquitectos do país e responsável pela renovação da arquitectura portuguesa nas primeiras décadas do século.
Nascido em 1879, formara-se na Alemanha, onde foi discípulo de Kohler e de Albrecht Haupt, e, regressado, fizera com Roque Gameiro, uma viagem pelo país, particularmente pelo Alentejo, durante a qual realizou numerosos registos do que ia observando, nomeadamente da arquitectura regional. Essa viagem mostra já as preocupações, que demonstraria no decurso da sua longa existência, de reinserir na arquitectura portuguesa a fidelidade às tradições construtivas nacionais.
Dos primeiros anos do século são algumas das suas obras principais, como a casa do pianista Rey Colaço, o Solar dos Patudos, em Alpiarça, para José Relvas e a Casa do Cipreste, em Sintra sua residência. Mais próximos, no tempo, do projecto de Montemor, são o da casa de António Sérgio e o do teatro Tivoli, em Lisboa, ambos de 1924.
Com um ano de diferença deste último, o Cine-Teatro Curvo Semedo, projectado em 1925 para um espaço aberto como era o Rocio, a par da largueza e nobreza da concepção, acentuada pela utilização de um grande frontão de tipo clássico e de colunelos entre as janelas geminadas, mostra elementos da nossa arquitectura tradicional, como os alpendres, o gradeamento em tijolo e pormenores decorativos.
Em 22 de Outubro de 1925 procedeu-se ao lançamento da primeira pedra, num terreno do Rocio vendido pela Câmara. O número de accionistas era de 385, sendo alguns operários, que pagariam em trabalho o valor das acções.
Os trabalhos decorreram até Março de 1927 e, a partir daí, pararam por motivos provavelmente de natureza económica, estando feitas apenas as fundações e algumas paredes.
Antes das comemorações nacionais de 1940 – centenário da Independência e da Restauração – surgiu, um novo movimento, com apoio da Câmara, para a conclusão do teatro. Foi proposta ao ministro das Obras Públicas de então, Duarte Pacheco, a atribuição de um subsídio. Um dos motivos invocados para o retomar da obra era o de minorar a crise de trabalho existente. Mas o ministro emitiu um despacho desfavorável, por achar que a Câmara “ só deverá abalançar-se a uma obra desta envergadura e finalidade no caso de já ter promovido a realização dos melhoramentos públicos que mais interessam à vida das populações”.
Só a partir de 1956, com a concessão governamental do desejado subsídio, as obras prosseguiriam, de acordo com o projecto inicial. Foram encarregados de dirigir e orientar tecnicamente a conclusão do teatro o Arq. Raul Lino, agora com 77 anos, e o Engenheiro José Ribeiro de Carvalho e Silva. Em 1959, com as obras quase concluídas, ficou Raul Lino com o encargo total, por o Eng. Carvalho e Silva ter sido preso por motivos políticos.
Finalmente, no dia 17 de Janeiro de 1960, o Cine-Teatro seria inaugurado. Para assinalar o facto foram promovidos espectáculos durante três noites. Segundo o respectivo programa, na primeira, dia 17, a companhia de Amélia Rey Colaço representou “O Processo de Jesus”, de Diego Fabbri. No dia 18, a comédia “O Baile”, de Edgar Neville, pela companhia do Teatro Monumental, de Lisboa. Na última noite foi exibido o filme “O Grande Industrial” e houve uma sessão de variedades e folclore.
O Cine-Teatro, pouco tempo após a sua abertura, foi entregue para exploração a uma empresa privada.
A propósito de Raul Lino e da sua obra em Montemor, há ainda algo mais a dizer. A Casa dos Magistrados da rua Nova, construída no local do antigo Teatro Montemorense, obedece também ao risco deste arquitecto, o qual, em Novembro de 1926, a Câmara decidiu convidar para a elaboração do respectivo projecto.
Em Maio de 1927 foi decidido abrir concurso “para a construção de um coreto no Rossio desta vila, segundo a planta do senhor Raul Lino”.
http://www.oespacodotempo.pt/pt/esp_tem.php?idpan=curvo
Teatro de Almeirim
Inaugurado em 1940
Inaugurado em 1940
Teatro Chaby Pinheiro - Nazaré
Situado perto do Santuário de N.ª Sra. da Nazaré, é um teatro romântico tipo italiano, do início do século XX. O autor do projecto foi o arquitecto Ernesto Korrodi, em 1908.
O Teatro foi inaugurado, com pompa e circunstância, a 5 de Fevereiro de 1926, na presença do famoso actor Chaby Pinheiro, a quem deve o nome.
Os frescos e as pinturas da tela da boca de cena são do pintor português Frederico Aires, e estão classificadas pelo IPPAR. O teatro dispõe de 410 lugares sentados distribuídos por 3 andares.
Para além da apresentação de peças de teatro, este é também utilizado para concertos musicais e outras actividades. O Salão Nobre recebe, com alguma frequência, exposições temporárias e outros eventos.
Restaurado em 1976 e novamente em 1993, está equipado com todos os meios que lhe permitem um bom funcionamento.
O Teatro Chaby Pinheiro está a cargo da Confraria Nossa Senhora da Nazaré e é considerado um Valor Concelhio desde 1992.
Situado perto do Santuário de N.ª Sra. da Nazaré, é um teatro romântico tipo italiano, do início do século XX. O autor do projecto foi o arquitecto Ernesto Korrodi, em 1908.
O Teatro foi inaugurado, com pompa e circunstância, a 5 de Fevereiro de 1926, na presença do famoso actor Chaby Pinheiro, a quem deve o nome.
Os frescos e as pinturas da tela da boca de cena são do pintor português Frederico Aires, e estão classificadas pelo IPPAR. O teatro dispõe de 410 lugares sentados distribuídos por 3 andares.
Para além da apresentação de peças de teatro, este é também utilizado para concertos musicais e outras actividades. O Salão Nobre recebe, com alguma frequência, exposições temporárias e outros eventos.
Restaurado em 1976 e novamente em 1993, está equipado com todos os meios que lhe permitem um bom funcionamento.
O Teatro Chaby Pinheiro está a cargo da Confraria Nossa Senhora da Nazaré e é considerado um Valor Concelhio desde 1992.
Teatro de Fafe
O teatro-cinema é um dos principais motivos de interesse arquitectónico da cidade de Fafe, constituindo para a época da sua abertura um importante marco cultural.
A construção do belo imóvel deve-se ao ilustre fafense José Summavielle Soares e a sua inauguração apoteótica ocorreu em 10 de Janeiro de 1924, com apresentação da peça "O Grande Amor", pela companhia Aura Abranches.
O teatro-cinema é um dos principais motivos de interesse arquitectónico da cidade de Fafe, constituindo para a época da sua abertura um importante marco cultural.
A construção do belo imóvel deve-se ao ilustre fafense José Summavielle Soares e a sua inauguração apoteótica ocorreu em 10 de Janeiro de 1924, com apresentação da peça "O Grande Amor", pela companhia Aura Abranches.
Teatro Avenida - Castelo Branco
Foi projectado no final dos anos 40 pelos arquitectos Raúl César Caldeira e Alberto Cruzeiro Galvão Roxo, ambos de Castelo Branco. A obra decorreu com algum vagar e, a 2 de Outubro de 1954, o novo espaço cultural desta cidade abre as suas portas.
Foi projectado no final dos anos 40 pelos arquitectos Raúl César Caldeira e Alberto Cruzeiro Galvão Roxo, ambos de Castelo Branco. A obra decorreu com algum vagar e, a 2 de Outubro de 1954, o novo espaço cultural desta cidade abre as suas portas.
Portugal esta muito bem servido de teatros, é um mais bonito que o outro. Cine-teatro de Alcobaça, é impressionante o teto déco então...
Teatro Tivoli - Lisboa
Frederico de Lima Mayer, homem requintado e de grande cultura, compreendeu que Lisboa, a exemplo das suas congéneres europeias, necessitava de um espaço exclusivamente dedicado ao culto da Sétima Arte, que então se encontrava em ascensão, mas onde fosse, igualmente, possível apresentar também outro tipo de espectáculos.
Nasceu assim, em 1924 e após 4 longos anos de obras, o edifício actualmente designado por Cine Teatro Tivoli, concebido segundo um projecto do arquitecto Raul Lino, e na época, a melhor sala do país.
Frederico de Lima Mayer, homem requintado e de grande cultura, compreendeu que Lisboa, a exemplo das suas congéneres europeias, necessitava de um espaço exclusivamente dedicado ao culto da Sétima Arte, que então se encontrava em ascensão, mas onde fosse, igualmente, possível apresentar também outro tipo de espectáculos.
Nasceu assim, em 1924 e após 4 longos anos de obras, o edifício actualmente designado por Cine Teatro Tivoli, concebido segundo um projecto do arquitecto Raul Lino, e na época, a melhor sala do país.
Teatro Rivoli - Porto
Em 1913 foi inaugurado, o então chamado Teatro Nacional.
Nos anos seguintes, mudanças no centro urbano obrigaram a repensar e modernizar o imóvel, e assim, em 1923, aparecia o Teatro Rivoli, remodelado, adaptado ao cinema e com programação de ópera, dança, teatro e concertos. O projecto arquitectónico é da responsabilidade do Arquitecto e Engenheiro Júlio Brito.
Na década de 70, a imagem do Teatro sofreu um revés, provocado por uma má situação financeira. O Rivoli começou a degradar-se, com equipamento obsoleto, sem programação regular ou público próprio. Nessa altura, a Câmara Municipal do Porto decidiu comprar a estrutura, de forma a devolvê-la à cidade e aos seus habitantes.
Em 1992 Teatro fechou para uma total remodelação com projecto do arquitecto Pedro Ramalho. A área existente de 6.000 m² foi ampliada para mais de 11.000m2, criando-se um Auditório Secundário, um Café-concerto, uma Sala de Ensaios e um Foyer de Artistas, assim como espaços para os Serviços Administrativos e os Serviços Técnicos.
Em Outubro de 1997 o Rivoli Teatro Municipal reabriu as suas portas.
in wikipedia
Em 1913 foi inaugurado, o então chamado Teatro Nacional.
Nos anos seguintes, mudanças no centro urbano obrigaram a repensar e modernizar o imóvel, e assim, em 1923, aparecia o Teatro Rivoli, remodelado, adaptado ao cinema e com programação de ópera, dança, teatro e concertos. O projecto arquitectónico é da responsabilidade do Arquitecto e Engenheiro Júlio Brito.
Na década de 70, a imagem do Teatro sofreu um revés, provocado por uma má situação financeira. O Rivoli começou a degradar-se, com equipamento obsoleto, sem programação regular ou público próprio. Nessa altura, a Câmara Municipal do Porto decidiu comprar a estrutura, de forma a devolvê-la à cidade e aos seus habitantes.
Em 1992 Teatro fechou para uma total remodelação com projecto do arquitecto Pedro Ramalho. A área existente de 6.000 m² foi ampliada para mais de 11.000m2, criando-se um Auditório Secundário, um Café-concerto, uma Sala de Ensaios e um Foyer de Artistas, assim como espaços para os Serviços Administrativos e os Serviços Técnicos.
Em Outubro de 1997 o Rivoli Teatro Municipal reabriu as suas portas.
in wikipedia
Teatro do Campo Alegre - Porto
Teatro Micaelense - Ponta Delgada - Açores
1951
1951
Coliseu Micaelense - Ponta Delgada - Açores
1917
1917
Coliseu do Porto
Com projecto, em estilo Arte Deco, dos arquitectos Cassiano Branco e Júlio Brito pertencendo à Companhia de Seguros Garantia, o coliseu foi inaugurado a 19 de Dezembro de 1941, com um concerto da Sinfónica Nacional, dirigida pelo maestro Pedro de Freitas Branco.
No ano de 1995 a Companhia de Seguros AXA, então proprietária do imóvel, inicia negociações com a Igreja Universal do Reino de Deus, propondo-se esta última a comprar e a UAP a vender. Porém, várias personalidades ligadas à cultura, às artes e à autarquia local, promovem uma manifestação de repúdio à eventual transacção. Uma vez vetada pela autarquia, a transacção não se concretiza. Em Novembro de 1995, em escritura notarial outorgada entre a Câmara, a Área Metropolitana do Porto, a Secretaria de Estado da Cultura e a UAP, constitui-se uma associação sem fins lucrativos com a finalidade de adquirir o Coliseu e geri-lo como espaço de interesse cultural
A sala principal do Coliseu do Porto tem 3.000 lugares sentados, entre plateia, tribunas, camarotes, frisas, galeria reservada e geral, e permite que nela sejam realizados todo o tipo de espectáculos: música, bailado, teatro, ópera, circo, cinema, etc.
O Coliseu do Porto dispõe ainda de um salão Ático com capacidade para cerca de 300 pessoas, vocacionado para pequenos bailes ou espectáculos, conferências, congressos ou assembleias enquadradas na capacidade da sala.
in wikipedia
Com projecto, em estilo Arte Deco, dos arquitectos Cassiano Branco e Júlio Brito pertencendo à Companhia de Seguros Garantia, o coliseu foi inaugurado a 19 de Dezembro de 1941, com um concerto da Sinfónica Nacional, dirigida pelo maestro Pedro de Freitas Branco.
No ano de 1995 a Companhia de Seguros AXA, então proprietária do imóvel, inicia negociações com a Igreja Universal do Reino de Deus, propondo-se esta última a comprar e a UAP a vender. Porém, várias personalidades ligadas à cultura, às artes e à autarquia local, promovem uma manifestação de repúdio à eventual transacção. Uma vez vetada pela autarquia, a transacção não se concretiza. Em Novembro de 1995, em escritura notarial outorgada entre a Câmara, a Área Metropolitana do Porto, a Secretaria de Estado da Cultura e a UAP, constitui-se uma associação sem fins lucrativos com a finalidade de adquirir o Coliseu e geri-lo como espaço de interesse cultural
A sala principal do Coliseu do Porto tem 3.000 lugares sentados, entre plateia, tribunas, camarotes, frisas, galeria reservada e geral, e permite que nela sejam realizados todo o tipo de espectáculos: música, bailado, teatro, ópera, circo, cinema, etc.
O Coliseu do Porto dispõe ainda de um salão Ático com capacidade para cerca de 300 pessoas, vocacionado para pequenos bailes ou espectáculos, conferências, congressos ou assembleias enquadradas na capacidade da sala.
in wikipedia
Coliseu dos Recreios de Lisboa
Foi inaugurado no dia 14 de Agosto de 1890.
Tendo o contributo de artistas estrangeiros, o Coliseu dos Recreios foi inovador na introdução da arquitectura do ferro, ainda insipiente em Portugal, através da espectacular cúpula em ferro, com 25 metros de raio, vinda da Alemanha, encomenda feita à firma Hein Lehmann e C.ª. O telhado, também em ferro foi instalado em 1889, da responsabilidade do engenheiro Lacombe. O traço da obra deveu-se aos engenheiros Goulard, pai e filho e ao português Manuel Garcia Júnior; a construção metálica coube a Castanheira das Neves e a decoração ao pintor António Machado. Do arquitecto Cesare Ianz é o projecto da fachada do edifício, última parte concluída, de três pisos, com motivos decorativos em reboco e algumas carrancas, que lhe conferem e aumentam a grandiosidade.
O Coliseu dos Recreios assumiu-se sempre como uma sala de espectáculos popular, estabelecendo preços baixos e apresentando espectáculos de diversos tipos, entre os quais a ópera (poucos anos antes, em 1887, tinha aberto ao público um outro Coliseu, na Rua da Palma, no qual também funcionaram companhias de ópera mas que teve uma vida muito mais efémera). O Coliseu evidenciou-se especialmente no campo da ópera durante a Primeira República, constituindo então uma alternativa ao S. Carlos: em Dezembro de 1916 estreou-se uma companhia, organizada por Ercole Casali, da qual faziam parte Elvira de Hidalgo e Tito Schipa, e a partir daí cantaram no Coliseu nomes como Alfredo Kraus, Antonietta Stella, Carlo Bergonzi, Elena Suliotis, Fiorenza Cossotto, Joan Sutherland, Piero Cappuccilli, Tito Gobbi ou Tomás Alcaide. Entre 1959 e 1981 os espectáculos líricos passaram a ser organizados em colaboração com o S. Carlos, oferecendo a possibilidade de ouvir algumas das grandes vozes que vinham a Lisboa por preços acessíveis.
Foi inaugurado no dia 14 de Agosto de 1890.
Tendo o contributo de artistas estrangeiros, o Coliseu dos Recreios foi inovador na introdução da arquitectura do ferro, ainda insipiente em Portugal, através da espectacular cúpula em ferro, com 25 metros de raio, vinda da Alemanha, encomenda feita à firma Hein Lehmann e C.ª. O telhado, também em ferro foi instalado em 1889, da responsabilidade do engenheiro Lacombe. O traço da obra deveu-se aos engenheiros Goulard, pai e filho e ao português Manuel Garcia Júnior; a construção metálica coube a Castanheira das Neves e a decoração ao pintor António Machado. Do arquitecto Cesare Ianz é o projecto da fachada do edifício, última parte concluída, de três pisos, com motivos decorativos em reboco e algumas carrancas, que lhe conferem e aumentam a grandiosidade.
O Coliseu dos Recreios assumiu-se sempre como uma sala de espectáculos popular, estabelecendo preços baixos e apresentando espectáculos de diversos tipos, entre os quais a ópera (poucos anos antes, em 1887, tinha aberto ao público um outro Coliseu, na Rua da Palma, no qual também funcionaram companhias de ópera mas que teve uma vida muito mais efémera). O Coliseu evidenciou-se especialmente no campo da ópera durante a Primeira República, constituindo então uma alternativa ao S. Carlos: em Dezembro de 1916 estreou-se uma companhia, organizada por Ercole Casali, da qual faziam parte Elvira de Hidalgo e Tito Schipa, e a partir daí cantaram no Coliseu nomes como Alfredo Kraus, Antonietta Stella, Carlo Bergonzi, Elena Suliotis, Fiorenza Cossotto, Joan Sutherland, Piero Cappuccilli, Tito Gobbi ou Tomás Alcaide. Entre 1959 e 1981 os espectáculos líricos passaram a ser organizados em colaboração com o S. Carlos, oferecendo a possibilidade de ouvir algumas das grandes vozes que vinham a Lisboa por preços acessíveis.
Cine-Teatro Eduardo Brazão - Vila Nova de Gaia
Cine-Teatro Eduardo Brazão é um teatro público português que foi recentemente inaugurado em Vila Nova de Gaia. Uma casa ligada às artes, ao Teatro, à Dança, Música e Cinema, com capacidade para 300 pessoas, um projecto idealizado pelo arquitecto Joaquim Massena.
O projecto de arquitectura integra as artes plásticas, através de inúmeras pinturas e esculturas alegóricas ao teatro, nos tectos e paredes, da autoria do mestre José Rodrigues e José Emídio.
in wikipedia
Cine-Teatro Eduardo Brazão é um teatro público português que foi recentemente inaugurado em Vila Nova de Gaia. Uma casa ligada às artes, ao Teatro, à Dança, Música e Cinema, com capacidade para 300 pessoas, um projecto idealizado pelo arquitecto Joaquim Massena.
O projecto de arquitectura integra as artes plásticas, através de inúmeras pinturas e esculturas alegóricas ao teatro, nos tectos e paredes, da autoria do mestre José Rodrigues e José Emídio.
in wikipedia
Teatro Municipal de Almada
Inaugurado em 2005
Inaugurado em 2005