Metropolitano de Lisboa [2019] - SkyscraperCity
 

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Old December 29th, 2018, 10:31 PM   #1
pedrodepinto
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Metropolitano de Lisboa [2019]

Breve resumo da história do Metropolitano de Lisboa (ML)
Os factos relativos ao material circulante encontram-se em itálico


A concepção

O primeiro projecto de construção de um caminho-de-ferro subterrâneo em Lisboa foi elaborado pelo engenheiro Costa Lima em 1885. A linha proposta partiria de Santa Apolónia, passaria pelo Rossio, São Bento, Janelas Verdes e Alcântara e terminaria em Algés. A ideia viria a ser posta de parte não só devido ao seu elevado custo como também à preferência pelo meio eléctrico.

Em 1888 e em 1923 foram apresentados outros dois projectos. Contudo, o desejo de ter uma rede de caminho-de-ferro subterrânea em Lisboa só foi concretizado em 1948, quando a sociedade do Metropolitano de Lisboa (ML) foi formada.

Apresentadas quatro linhas, apenas duas foram tornadas realidade. Todavia, nem todos os troços viriam a ser construídos de imediato. A título de exemplo, a extensão ao Lumiar, inaugurada em 2004, estava já programada numa dessas quatro linhas apresentadas em 1948!


Década de 1950

Em Agosto de 1955 iniciou-se a construção dos troços Sete RiosRotunda (com 2,8 quilómetros de extensão) e Entre CamposRotunda (com 2,7 quilómetros de comprimento). Ambos se intersectavam na Rotunda, onde seria criado o famoso Y da Rotunda, de onde partia um tronco comum, RotundaRestauradores (com 1,1 quilómetros de percurso). Em 29 de Dezembro de 1959, após mais de quatro anos de trabalhos, foi aberto ao público o ML (ver mapa). Todas as estações, à excepção do nó da Avenida, assinada por Rogério Ribeiro, tinham intervenções plásticas de Maria Keil.



Das 11 estações inauguradas, apenas Sete Rios, Entre Campos e Rotunda detinham um cais com 70 metros de comprimento, o que permitia acolher quatro carruagens. Todas os outros nós (Palhavã, São Sebastião e Parque no primeiro troço, Campo Pequeno, Saldanha e Picoas no segundo e Avenida e Restauradores no tronco comum) possuíam apenas um cais com 35 metros de comprimento, o suficiente para receber comboios de duas carruagens. O Parque de Material e Oficinas (PMO) situava-se em Sete Rios e era acedido através da estação da Palhavã. Os comboios que circulavam na rede tinham apenas duas carruagens. Nesta época, o ML tinha ao seu dispor 24 unidades da série ML7, construídas pela Sorefame, com a configuração motora-motora, e numeradas de A-1 a A-24 (ver imagem). Para uma melhor informação aos passageiros sobre o novo meio de transporte, foi produzida pela Tóbis, em 1959, por encomenda do ML, uma curta-metragem de divulgação, emitida não só na televisão como também nos cinemas da capital, na secção de “actualidades” (antes do filme principal). A sua versão completa pode ser vista aqui.




Década de 1960

Em Maio de 1960 arrancaram as obras de prolongamento até à estação do Rossio, inaugurada em 27 de Janeiro de 1963. A extensão inaugurada acrescentava 500 metros à rede do ML. O novo nó já tinha um cais com 70 metros de comprimento.

Três anos mais tarde, em 28 de Setembro de 1966, foi aberta ao público uma nova extensão, desta vez entre o Rossio e os Anjos. A rede era aumentada em 1,5 quilómetros com a entrada em funcionamento de três novos nós: Socorro, Intendente e Anjos. Todas estas estações detinham um cais com 35 metros de comprimento.


Década de 1970

Em 18 de Junho de 1972 foi inaugurado o troço AnjosAlvalade, que possuía cinco novas estações: Arroios, Alameda, Areeiro, Roma e Alvalade, todas dotadas de um cais com 70 metros de comprimento. Com este troço, a rede cresceu mais 3,4 quilómetros e possuía agora 20 nós, dos quais 19 tinham intervenções plásticas de Maria Keil (ver mapa).



Ao longo da década de 1970 começaram a ser ampliados os nós do ML. Em 1973 o cais da estação Entre Campos foi ampliado para 105 metros. Simultaneamente, foram instituídos os “comboios rápidos”, que faziam o percurso Sete RiosRotunda e Entre CamposRotunda sem parar nas estações intermédias. Todavia, a contestação fez o ML abolir esta medida rapidamente.

Mais tarde, quando em 1 de Setembro de 1975 as estações São Sebastião, Saldanha, Restauradores e Intendente viram o seu cais ampliado para 70 metros de comprimento, o ML colocou em exploração, alternadamente, comboios de duas e quatro carruagens. Para evitar que os passageiros pudessem ficar retidos dentro do túnel nas carruagens que não podiam entrar nas estações ainda não ampliadas, por falta de espaço do cais, foram utilizadas “zebras”. Os locais marcados só serviam as estações maiores.

Também em 1975, ano em que ML obteve a sua nacionalização, ficou completa a entrega das 84 carruagens ML7 encomendadas logo na década de 1950. Desde 1963 até 1975 foram colocadas ao serviço mais 60 carruagens, numeradas de A-25 a A-84. No ano seguinte, um incêndio ocorrido num comboio de quatro carruagens na estação Arroios, fez cair a disponibilidade do parque de material circulante do ML para 80 carruagens. É de ressalvar que não se registou nenhum ferimento nem nenhuma perda humana neste incidente.

Mais tarde, em 1977 ficaram concluídos os trabalhos de alargamento para 105 metros do cais dos nós São Sebastião, Saldanha, Restauradores e Intendente. Enquanto as estações Avenida e Anjos passaram a deter um cais com 70 metros de comprimento também nesse ano, o mesmo veio a suceder com os nós Palhavã e Picoas em 1978, ano da passagem do ML a empresa pública, e com o do Campo Pequeno, em 1979. Em 1980 a Palhavã passava a poder receber comboios de seis carruagens.


Década de 1980

Ao longo da década de 1980 foram arrancando novos prolongamentos, a começar pelo de Alvalade às Calvanas, em 1980. Mais tarde, foi também iniciada a frente de obra de Sete Rios ao Colégio Militar/Luz, em 1982, e depois a das Calvanas ao Campo Grande, em 1983. Também no ano seguinte viria a arrancar a construção do empreendimento de Entre Campos ao Campo Grande, estação designada por Cruz Norte, numa época em que já se havia abandonado o projecto de edificar um nó nas Calvanas. O PMO II começava também a ser construído perto do Campo Grande.

Em 1982 concluíram-se as obras de ampliação de todos os nós da rede. Assim sendo, os cais dos nós Campo Pequeno, Picoas, Avenida e Anjos foram alargados para 105 metros depois de já terem sofrido uma intervenção alguns anos mais cedo. Por seu turno, as estações Parque e Socorro viram o seu cais alargado dos 35 para os 105 metros, de uma só vez. Desta forma, a exploração com comboios de duas carruagens cessou definitivamente a partir de 30 de Novembro de 1982, razão pela qual agora circulavam somente comboios de quatro carruagens. Apesar de todas as estações poderem já receber comboios de quatro carruagens, os nós Sete Rios, Rotunda, Rossio, Arroios, Alameda, Areeiro, Roma e Alvalade ainda não tinham um cais com 105 metros de comprimento, razão pela qual seriam alvo de futuras intervenções.

Em 1984 entraram em circulação 12 novas carruagens, agora da série ML79. A ventilação forçada foi introduzida e o indicador de destino melhorado (ver imagem).



Nesse mesmo ano verificaram-se alguns incidentes nos troços Sete RiosColégio Militar/Luz e AlvaladeCampo Grande, o que levou ao adiamento das datas de conclusão. Enquanto no primeiro caso a caracterização geológica do local foi deficiente, tanto que na estação das Laranjeiras acabou por se registar uma inundação, no segundo, o conflito gerou-se entre o Sporting e o ML, uma vez que a empresa de transporte acabou por construir a estação em terrenos do clube desportivo.

Desta forma, só em 14 de Outubro de 1988 teve lugar a inauguração do prolongamento que ligaria Sete Rios ao Colégio Militar/Luz, com três novas estações: Laranjeiras, com intervenções artísticas de Sá Nogueira, Alto dos Moinhos, assinada por Júlio Pomar, e Colégio Militar/Luz, na qual interveio Manuel Cargaleiro. Também nesse mesmo dia abriu ao público a estação da Cidade Universitária, com intervenções artísticas da autoria de Vieira da Silva, e inserida no prolongamento que ligaria Entre Campos ao Campo Grande. Estas novas quatro estações foram as primeiras a ser construídas de raiz com um cais com 105 metros de extensão, tal como todos os futuros nós, e obedeciam também a uma filosofia que levava as intervenções plásticas até ao seu cais. A rede aumentava 3,8 quilómetros.
No ano seguinte ficava concluída a entrega das ML79. No total, dessa série, o ML recebeu mais 56 carruagens, que eram agora numeradas de M-101 a M-156.


Década de 1990

Em 1990 foi apresentado o Plano de Expansão da Rede (PER), que previa os prolongamentos RossioCais do Sodré e RestauradoresBaixa-Chiado. Era também contemplada a desconexão do Y da Rotunda e a extensão ao Rato, bem como o alargamento à Pontinha e a construção do PMO III nesse local.

No ano de 1991, foram apresentados os protótipos da série ML90, numerados de M-201 a M-206. Eram então construídas as duas primeiras unidades triplas do ML, com a configuração motora-reboque-motora, tal como todas as seguintes, o que acrescentava em seis o futuro número de carruagens disponível. Note-se que apenas estas motoras possuem uma porta frontal à cabine de condução.

Em 3 de Abril de 1993 abriu ao público a estação Campo Grande, na qual interveio plasticamente Eduardo Nery, juntamente com os troços AlvaladeCampo Grande e Cidade UniversitáriaCampo Grande. Com este prolongamento a rede do metropolitano cresceu 3,1 quilómetros. Nesse mesmo mês, entraram em exploração as duas unidades triplas ML90. Estas novas composições foram construídas pela Sorefame/Bombardier e já podem circular com ou sem o reboque (ver imagem).



Também em 1993 foi apresentado o PER II, destinado a servir a futura Expo’98. Previa-se que, até 1999, o ML deveria circular nas linhas:
- Linha azul: PontinhaTerreiro do Paço;
- Linha amarela: LumiarRato;
- Linha verde: TelheirasCais do Sodré;
- Linha vermelha: MoscavideAlameda e Campolide – Estrela com ligação provisória à estação Rato.

O ano seguinte marcou a inauguração do PMO II, após mais de uma década de terraplanagens e construção. No dia 15 de Julho de 1995, o sonho da desconexão do Y da Rotunda tornou-se realidade. Assim, o ML passava a explorar duas linhas autónomas: a linha azul, entre o Colégio Militar/Luz e o Campo Grande, via Rossio, e a linha amarela, entre o Campo Grande e a Rotunda (ver mapa). Nesta intervenção, a antiga estação Rotunda, agora designada por Rotunda I, foi alargada para 105 metros.



Alguns dias mais tarde, abriu também ao público a renovada estação de Sete Rios, agora com um cais já de 105 metros. Em 1996 ficou concluída a entrega das ML90, com a recepção de mais 17 unidades triplas, ou 51 carruagens, numeradas de M-207 a M-257, com cores e materiais ligeiramente diferentes dos utilizados nos protótipos. Também nesse ano, mais concretamente em 23 de Julho, o ML foi feito Membro-Honorário da Ordem do Infante Dom Henrique.

Em 18 de Outubro de 1997 foi inaugurado o troço Colégio Militar/LuzPontinha, que adicionou à rede 1,6 quilómetros de extensão e duas novas estações: Carnide e Pontinha. Em 29 de Dezembro do mesmo ano foi inaugurada a estação Rato. Entretanto, em 1997 foi recebido um novo lote de material circulante, agora denominado ML95, que acrescentou mais 19 unidades triplas, ou 57 carruagens, ao parque do ML. Embora exteriormente estas novas carruagens tivessem um aspecto muito semelhante às ML90, no interior foram introduzidas algumas diferenças técnicas, como uma motorização diferente e um controlo eléctrico de abertura e fecho das portas, ao invés do pneumático (ver imagem).



1998 marcou a conclusão de muitos dos projectos do ML. Logo em Março as designações de quatro estações foram alteradas:
- Sete RiosJardim Zoológico
- PalhavãPraça de Espanha
- Rotunda I e II → Marquês de Pombal I e II
- SocorroMartim Moniz

Em 18 de Abril de 1998 foi inaugurado o troço RossioCais do Sodré. Com este prolongamento, que trouxe também a ampliação do cais da estação Rossio para 105 metros, a rede cresceu 1,4 quilómetros. Sete dias mais tarde, foi aberta ao público a estação Baixa-Chiado I.

A linha vermelha foi inaugurada em 19 de Maio de 1998, três dias antes da abertura da Expo’98. O troço detinha uma extensão de cinco quilómetros e incluía sete novas estações: Alameda II, Olaias, Bela Vista, Chelas, Olivais, Cabo Ruivo e Oriente. Juntamente com a inauguração do nó da Alameda II, a estação Alameda I viu também o seu cais ser alargado para 105 metros de comprimento. Em Junho de 1998, nesta linha, que contava com um mecanismo automático de condução, circularam pela primeira vez composições de seis carruagens. Todavia, com o final da Expo’98, a linha vermelha passou a ser explorada com comboios de três carruagens. De forma a disponibilizar uma oferta que assegurasse o transporte de milhares de turistas à Expo’98 foram nessa época entregues mais 19 unidades triplas, ou 57 carruagens, da série ML95. A nova série era numerada de M-301 a M-414. Com a abertura das estações Cabo Ruivo, em 18 de Julho, Baixa-Chiado II, em 8 de Agosto, e Olivais, em 7 de Novembro, a rede comportava agora 40 estações (ver mapa).



Em 1999 foi inaugurado o PMO III, na Pontinha. Nesse ano entraram em circulação mais 54 carruagens de um novo lote de material circulante, denominado ML97 e composto por 18 unidades triplas articuladas. Esta nova série possibilitava a livre circulação entre carruagens, o que permitia um ligeiro incremento da capacidade de transporte de uma unidade tripla (ver imagem).



Segundo o ML, nestas unidades triplas, o reboque pode ser removido, ainda que tal nunca tenha sido presenciado em circulação. O parque do ML ficava, no virar do milénio, com 361 carruagens, 80 ML7, 56 ML79, 57 ML90, 114 ML95 e 54 ML97, o maior número atingido até hoje.



Década de 2000

No ano seguinte iniciou-se a exploração com composições de seis carruagens na linha azul e na linha amarela, o que originou o afastamento das ML7, dado que só comportavam quatro carruagens atreladas. Depois de 40 anos ao serviço, as duas primeiras carruagens desta série viriam a ser preservadas e restauradas. A quebra de oferta que se seguiu foi complementada com a entrada em circulação de um novo lote, denominado ML99, composto por 20 unidades triplas, ou seja, por 60 carruagens, numeradas de M-601 a M-660. O seu processo de fabrico pode ser visto aqui. Face à série anterior, os novos comboios possuem baterias que asseguram a iluminação e ventilação no caso de a corrente falhar e uma melhor insonorização (ver imagem).



Entretanto, uma vez que em 2001 se começaram a verificar avarias constantes nas ML79, foi encomendado um segundo lote das ML99, constituído agora por 18 unidades triplas, ou por 54 carruagens, tendo em vista o afastamento das ML79. Assim sendo, em 2002, com a recepção do segundo lote das ML99, numerado de M-661 a M-714, e com a saída de circulação de todas as ML79, o número de carruagens do ML ficou estabilizado nas 339: 57 ML90, 114 ML95, 54 ML97 e 114 ML99. Todavia, uma vez que, ainda nesse ano, uma ML99 galgou uma protecção no PMO II, a sua inutilização fez na verdade cair a disponibilidade do parque de material circulante para 338 carruagens
.

A extensão Campo GrandeTelheiras foi inaugurada em 2 de Novembro de 2002. A entrada em funcionamento da estação Telheiras ampliou a rede em 600 metros.

Em 27 de Março de 2004 foi inaugurado o troço Campo GrandeOdivelas, o que permitiu ao ML ultrapassar, pela primeira vez, as fronteiras de Lisboa. No total, a rede foi aumentada em cinco quilómetros e acrescentaram-se-lhe cinco novas estações: Quinta das Conchas, Lumiar, Ameixoeira, Senhor Roubado e Odivelas.

Quase dois meses mais tarde, em 15 de Maio de 2004, foi inaugurado um novo troço, desta vez compreendido entre a Pontinha e a Amadora Este, com duas novas estações: Alfornelos e Amadora Este. A rede do ML cresceu mais 2,1 quilómetros e ficou com, aproximadamente, 38,5 quilómetros de extensão e 48 estações, quatro das quais duplas (ver mapa).



Enquanto em finais de 2004 passou a ser disponibilizado o tempo de espera para o próximo comboio na linha vermelha, em Junho de 2006 o ML instalou rede telefónica em todas as estações. É justo salientar-se que foi um dos metropolitanos pioneiros no mundo nessa matéria. Esse ano ficou ainda marcado pelo alargamento do cais das estações Roma e Alvalade para 105 metros de comprimento.

Em 19 de Dezembro de 2007 foram acrescentados 2,2 quilómetros à linha azul. O empreendimento Baixa-ChiadoSanta Apolónia permitiu a criação de mais duas estações: Terreiro do Paço e Santa Apolónia.

Mais tarde, em 29 de Agosto de 2009 foi inaugurado o troço AlamedaSão Sebastião, com duas novas estações: Saldanha II e São Sebastião II. Desta forma, a rede do ML aumentou 2,2 quilómetros e a linha vermelha passou a cruzar todas as restantes linhas. Por essa ocasião, passaram a circular nessa linha definitivamente comboios de seis carruagens e foi também desactivado o sistema de condução automático.


Década de 2010

Depois de ter deslocado cerca de 182 milhões de passageiros, em 2010, o ML transportou 180 milhões, no ano seguinte, e apenas 154 milhões em 2012. Calcula-se que esta redução se encontre relacionada com o decréscimo dos movimentos pendulares, em função do aumento do desemprego. Assim sendo, em inícios de 2012, o ML reduziu o tamanho das composições e a sua frequência. Devido às crescentes restrições orçamentais, a linha verde passou também a ter em circulação comboios de três carruagens.

Foram também disponibilizados os tempos de espera na linha azul e na linha verde em meados de 2012.

Em 17 de Julho de 2012, depois de mais de cinco anos de obras, foi aberto ao público o empreendimento OrienteAeroporto, que comporta três novas estações: Moscavide, Encarnação e Aeroporto. A rede cresceu mais 3,3 quilómetros e passou a deter 55 nós, seis dos quais duplos.

No final de 2012 a estação Terreiro do Paço foi distinguida com o Prémio Valmor 2007. Por seu turno, a estação Cais do Sodré recebeu o Prémio Valmor 2008. Mais tarde, em Março de 2013, entrou novamente em circulação o primeiro protótipo da série ML90, numerado de M-201 a M-203, depois de sofrer uma profunda transformação.

Enquanto em 17 de Novembro de 2013 foi aberto ao público o átrio sul da estação Areeiro, em 17 de Dezembro de 2013 entrou em funcionamento um sistema de wi-fi gratuito nos nós Alameda, Campo Grande, Colégio Militar/Luz e Marquês de Pombal. Previa-se que todas as estações e carruagens fossem equipadas com este serviço até ao final do primeiro trimestre de 2014.

Em inícios de 2014 foram disponibilizados os tempos de espera na linha amarela. Alguns meses mais tarde, em 29 de Julho de 2014, com o embate de uma unidade tripla da série ML90, no terminal do Aeroporto, o parque de material circulante do metropolitano ficou reduzido a 335 carruagens. Por seu turno, um ano mais tarde foi novamente colocado em circulação o segundo protótipo da série ML90, numerado de M-204 a M-206, após ter sofrido uma importante transformação.

Em 13 de Abril de 2016, depois de praticamente sete anos em construção, durante os quais se registou um longo período de interrupção dos trabalhos, foi finalmente inaugurado o prolongamento Amadora EsteReboleira. Com a abertura do nó da Reboleira, a rede passou a ter uma extensão de 44,2 quilómetros e um total de 56 estações, seis das quais duplas (ver mapa).



Em 19 de Julho de 2017, com o encerramento da estação Arroios, para obras de ampliação e de remodelação, a circulação na linha verde passou a efectuar-se com comboios de seis carruagens.



Eventos a decorrer
Remodelação do átrio norte da estação Areeiro, iniciada em 17 de Novembro de 2013;
Ampliação e remodelação do átrio norte e do átrio sul da estação Arroios, iniciada em 19 de Julho de 2017 (consultar informações adicionais aqui).



PER III (2010-2020)
Apresentado em 2 de Setembro de 2009






Curiosidades sobre os painéis das estações

Linha azul
- Estações com painéis com LED's mais fracos: Pontinha, Marquês de Pombal I e Baixa-Chiado II;
- Estações com painéis mais antigos: Amadora Este e Alfornelos.

Linha amarela
- Estações com painéis com LED's mais fracos: Cidade Universitária e Marquês de Pombal II;
- Estações com painéis não dispostos uniformemente: Picoas;
- Estações com painéis mais antigos: Odivelas, Senhor Roubado, Ameixoeira, Lumiar e Quinta das Conchas.

Linha verde
- Estações com painéis com LED's mais fracos: Alvalade, Roma, Areeiro, Arroios, Intendente, Martim Moniz, Rossio e Baixa-Chiado I;
- Estações com painéis não dispostos uniformemente: Alvalade e Roma;
- Estações com painéis mais antigos: Telheiras.

Linha vermelha
- Estações com painéis com LED's mais fracos: São Sebastião II;
- Estações com painéis mais antigos: Alameda II, Olaias, Bela Vista, Chelas, Olivais, Cabo Ruivo e Oriente.



Outros documentos de interesse
Estatísticas acerca do Número de Passageiros por Estação, elaboradas pela Direcção-Geral de Transportes Terrestres (DGTT) em Maio de 1999 (ver página 160);
Estudo intitulado Lisboa: O Desafio da Mobilidade, desenvolvido pela Câmara Municipal de Lisboa (CML) em Julho de 2005;
Informações sobre o Prolongamento Oriente - Aeroporto, difundidas pela Junta de Freguesia de Moscavide em Dezembro de 2011;
Esboço do Plano de Desenvolvimento Operacional da Rede, apresentado pelo ML em Maio de 2017.



Outras ligações de interesse
Metropolitano de Lisboa: Fotografias;
Metropolitano de Lisboa: Qual a Linha Mais Bonita?;
Metropolitano de Lisboa: Proposta de Expansão da Comunidade SSC;
Metropolitano de Lisboa: Sugestões para Prolongamentos e Novas Linhas;
Metropolitano de Lisboa: Que Prolongamento Escolherias?;
Metropolitano de Lisboa: Informações Dispersas.



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Bibliografia: ROLLO, Maria Fernanda, “Um Metro e Uma Cidade: História do Metropolitano de Lisboa”, Metropolitano de Lisboa, 1999-2001 (três volumes)
Os mapas e imagens são da exclusiva propriedade do ML.
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Last edited by pedrodepinto; April 8th, 2019 at 10:11 PM.
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Old December 29th, 2018, 10:39 PM   #2
pedrodepinto
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Apesar de faltarem ainda dois dias para o ano terminar, aproveitei para lançar já o novo tópico ... Se preferirem, poderão começar a utilizá-lo apenas no dia 1 de Janeiro, no rescaldo da operação da madrugada de Ano Novo!

Caso estivéssemos ainda em Julho de 2017, teriam acabado de nos dizer que os Arroios reabririam dentro de 18 meses, ou seja, em Janeiro de 2019 !
Veremos se a estação reabrirá ainda em 2019, a tempo de comemorar os 60 anos do ML...
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O que acharam do serviço especial do Metro esta madrugada?

Barra sff bloqueia e faz unsticky do outro thread e mete este no seu lugar
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Old January 2nd, 2019, 08:36 PM   #5
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Originally Posted by DiogoBaptista View Post
Acho inexplicável e caricato o ML não ir até SA.
Não houve comboios extra em Santa Apolónia por isso não fazia sentido deixar a estação do Metro aberta.
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Old January 2nd, 2019, 09:43 PM   #6
DiogoBaptista
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Inacreditável e inexplicável como o ML ainda tem mapa da Baixa dos Anos 80!

DiogoBaptista no está en línea   Reply With Quote
Old January 2nd, 2019, 09:46 PM   #7
DiogoBaptista
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Originally Posted by Ligaanet View Post
Não houve comboios extra em Santa Apolónia por isso não fazia sentido deixar a estação do Metro aberta.
WTF o que uma coisa tem a ver com outra?

Que eu saiba também não houve serviço extra em Telheiras ou em Moscavide..
Aliás nenhuma delas tem comboio.

O que eu quis frisar foi como o ML se pode esquecer de SA como uma zona de diversão nocturna, central e residencial que é..
DiogoBaptista no está en línea   Reply With Quote
Old January 2nd, 2019, 10:19 PM   #8
Ligaanet
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Fosse só esse o problema com os mapas de área local do Metro

As estações Telheiras e Moscavide ficaram abertas toda a noite. O impacto de deixar a estação aberta quando a estação ferroviária está fechada é residual, daí a decisão, ou pelo menos não chega para compensar sequer. Não só isso como há também a questão de segurança onde provavelmente não queriam comboios a circular por baixo da Praça do Comércio e arredores pensando que podiam colocar lá uma bomba.
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Old January 2nd, 2019, 10:33 PM   #9
DiogoBaptista
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Fosse só esse o problema com os mapas de área local do Metro

Não só isso como há também a questão de segurança onde provavelmente não queriam comboios a circular por baixo da Praça do Comércio e arredores pensando que podiam colocar lá uma bomba.
Lê-se com cada uma..

Só para te informar que a estação do TP e túneis nem passam por debaixo da dita praça..

Como disse, é inexplicável o facto de SA não estar aberta no ano novo..
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Old January 2nd, 2019, 11:50 PM   #10
Ligaanet
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Eu sei bem por onde os túneis passam, eu disse Praça do Comércio e arredores por alguma razão não é?
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Old January 5th, 2019, 03:10 AM   #11
pedrodepinto
Feliz 2019 ;)!
 
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Sejam então bem-vindos a 2019 !

Pessoalmente, não compreendi por que motivo a estação do Terreiro do Paço foi encerrada às 18h30, quase seis horas antes da meia-noite. Durante vários anos, a estação fechava apenas às 23h45...
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Old January 5th, 2019, 03:44 AM   #12
Ligaanet
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A PSP evacuou a Praça do Comércio toda para fazer uma verificação de segurança um pouco depois dessa hora. Provavelmente foi por isso.
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Old January 6th, 2019, 01:23 AM   #13
sotavento
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Originally Posted by DiogoBaptista View Post
Inacreditável e inexplicável como o ML ainda tem mapa da Baixa dos Anos 80!

Incrivel e como e que nao fizeram acesso directo da saida norte do Martim Moniz pro Sao Jose
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Old January 6th, 2019, 02:21 AM   #14
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Se não estão a planear sequer fazer a ligação direta à estação ferroviária de Roma-Areeiro achas que iam fazer para um hospital?
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Old January 8th, 2019, 01:49 AM   #15
sotavento
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Originally Posted by lxtoboot View Post
De acordo Sotavento, é uma pena não se investir mais e melhor nas estações de metro já existentes e nas ligações às áreas envolventes. Há vários exemplos disso espalhadas pela cidade. Por aí se vê a falta de planeamento e visão/brio de quem decide.

https://www.dn.pt/cidades/interior/i...a-9992216.html

Quote:
Infelizmente sinto que não vai acontecer mas ainda espero que um milagre chegue e ponha fim à ideia estapafurdia que saiu que nem um coelho da cartola, sem escrutinio nenhum, sem provas de que é a melhor solução, sem estar alinhada com o que vem sendo a normal extensão das linhas de metro existentes em Lisboa e enquinando a futura possivel boa extensão da rede de metro nesta cidade que é a linha circular tal como é apresentada!


Quote:
outro lado bom bom seria estenderem a linha azul desde Santa Apolónia até entroncar na linha vermelha aí pelas Olaias. Desta forma serviria uma zona populacionalmente densa e com problemas de mobilidade e ao mesmo tempo permitiria fazer uma boa ligação quase directa do aeroporto do montijo ao aeroporto da portela com apenas um transbordo na Praça do Comércio (barco - metro).
Comboio URBANO/Metro: "linha do norte"
SantaApolonia
MadreDeDeus/Xabregas
Grilo
Marvila(II)
BraçoDePrata
Cabo Ruivo
ExpoSul
Olivais(aka Oriente)
Moscavide
VascoDaGama
Sacavem
...
.

Comboio URBANO/Metro: "linha de cintura"
SantaApolonia
MadreDeDeus/Xabregas
MadreDeDeus
Olaias (ex.Chelas)
Chelas Central
Areeiro
Entrecampos
PraçaDeEspanha
Sete Rios
Campolide
CampoDeOurique
Alvito-AlcantaraTerra
AlcantaraMar(II)

E tenho uma ideia maluca ... se meterem um tunel a descer em curva vindo de braço de prataa chegas ao Beato e vais em tunel até ao Montijo/Samouco ... ora podiam "enxertar" a linha azul nesse tunel vindo de sul ... não sei e se o ML a subir pra pontinha e um comboio de AV a 250km/h seriam compativeis no mesmo canal.
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Old January 8th, 2019, 09:24 AM   #16
 
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Visconde obrigado pelos comentários interessantes ao meu post. No entanto explico porque insisto nesta ideia do metro.

A ideia do metro aqui é em contrapondo com o que se vai gastar na linha circular. Ou seja esse mesmo investimento ser aplicado em Lisboetas e em promover a consolidação da cidade, isto porque:

1. As áreas abrangidas pelas estações previstas no fecho da linha circular (inventada de repente) já se encontram bem servidas por outros transportes. São zonas com artérias mais amplas e com menos problemas de mobilidade. São áreas mais centrais, priveligiadas e consolidadas.

2. As obras aí decorrentes vão provavelmente hipotecar tempo de acesso dos lisboetas a áreas de lazer tão importantes como o cais do sodré/santos e jardim da estrela por uma obra de criação de uma linha circular que mata o que poderia ser uma boa extensão das linhas actuais verde e amarela. É um projecto egoista não pensando nas próximas gerações. Dá a sensação que é uma ligação feita para os deputados da assembleia e os vereadores da câmara municipal com a desculpa esfarrapada que ouvi do Medina de ser uma solução remédio à proliferação dos subúrbios da cidade de Lisboa!

3. Em contrapartida e como referiu, o projecto do vale de santo antónio, na minha opinião é o projecto de consolidação mais importante da cidade em termos estruturais, e aquele mais premente, isto porque:
a. É aquele que se encontra mais próximo do centro histórico.
b. Ajuda a centrar o centro histórico com o centro geográfico da cidade.
c. Permite ajudar na reabilitação das zonas do centro mas um pouco menos cuidadas e ordenadas como as colinas de São Vicente de Fora e Santa Engrácia.
d. Com ele a cidade ganha automáticamente um aumento significativo de massa crítica no seu centro permitindo assim aumentar os niveis de atractividade.
e. Abre portas ao desenvolvimento de projectos em zonas menos integradas e ainda mais descuidadas ao longo do corredor até ao oriente (bairro r. lopes, colina da afonso III, madre deus).
f. Para que seja uma obra de execução no centro, à sua dimensão, bem executada deve também ser servida pelo metro.

4. Permita-me dizer que vejo o metro como uma forma de servir os habitantes, bairros e não meramente ligar estações de comboio a outras estações de comboio ou seja um mero meio de transporte de atravessamento (muito à imagem do inacreditavel parco conjunto de ligações existentes à estação de metro de santa apolónia! ou a inexistência da estação de alfama). O metro deve ser um meio de transporte de proximidade que permite melhorar a mobilidade e qualidade de vida de quem vive dentro da cidade. As colinas de Lisboa são uma realidade da cidade e uma entrave à mobilidade que o metro deveria ajudar a resolver sendo que ainda não prestou qualquer ajuda (a não ser numa ligação ao chiado na saída oeste da estação BxChiado e talvez com a estação Rato ao aproximar-se das colinas).

5. O metro neste caso serviria por exemplo as seguintes 3 ou 4 estações (em quantidade quase as mesmas da história mal contada da linha circular):
a. Rua de vale de santo antónio com mangas de acesso à rua washington e leite vasconcelos.
b. General Roçadas/Sapadores com ligações à penha de frança e alguma em áreas abrangidas pelo projecto do vale de santo antónio
c. General Roçadas/Morais Soares
d. Rotunda das Olaias
e. Entroncar na linha vermelha para poder seguir até ao aeroporto, ou seja das Olaias até ao aeroporto a linha é azul e vermelha e assim permite fazer uma ligação directa ao aeroporto desde a praça do comércio/aeroporto do montijo, sendo que o timing é exactamente começar agora para ficar terminado em tempo útil por alturas de abertura do aerporto do Montijo.

O BRT que falou parece interessante mas não vejo que exista actualmente massa critica de fluxo entre areeiro e santa apolónia pela Mouzinho de Albuquerque que justifique.


A minha ideia aqui é aproveitar as sinergias existentes entre:
1. Ligação metro directo Praça do comércio – Aeroporto sem transbordo permitindo criar uma ligação competitiva entre os dois aeroportos (barco-metro com um único transbordo na Praça do Comércio).
2. Integrar o mais importante projecto de consolidação estrutural do centro da cidade com o meio de transporte mais eficaz – o metro.
3. Finalmente servir como deve ser uma zona de colinas da cidade neste caso de localização central, densa populacionalmente, com problemas de estacionamento graves e com uma teia urbana que qualquer outro meio de transporte que o faça peca por fazê-lo de forma deficiente.
4. Permite ligar o aeroporto ao centro da cidade (baixa, restauradores) por metro linha azul sem transbordo.


PS- Sotavento essa foto e essas escadas intempérie estão um brinco .. espectaculo. Espero que se mantenham assim como novas por muito tempo : ) !
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Last edited by lxtoboot; January 8th, 2019 at 10:35 AM.
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Old January 8th, 2019, 11:44 PM   #17
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LISBOA: GOVERNO LANÇA CONCURSO PARA AMPLIAÇÃO DO METRO ENTRE O RATO E O CAIS DO SODRÉ

O Governo formaliza, esta quarta-feira, o lançamento do concurso público internacional com vista à execução dos trabalhos de expansão da rede de Metropolitano de Lisboa, nomeadamente o troço entre as estações do Rato e o Cais do Sodré.

O investimento para esta empreitada, da alçada directa do ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, deverá situar-se na casa dos 210 milhões de euros, a valores base, e contará com transferências orçamentais provenientes do Fundo Ambiental, até ao montante de 127,2 milhões de euros, dos quais mais de 15,7 milhões já este ano. Contará igualmente com financiamento por fundos europeus no âmbito do POSEUR até 83 milhões de euros, dos quais cerca de 14 milhões chegarão igualmente em 2019.

Recorde-se que o Governo tinha aprovado, em Dezembro, o plano de expansão do Metro de Lisboa, com a criação de uma linha circular que ligará as estações do Rato à do Cais do Sodré, criando uma linha circular, com a construção de novas estações na Estrela e em Santos. As obras deverão ter início no primeiro semestre de 2019 de forma a serem concluídas em 2023.

Fonte: http://www.construir.pt/2019/01/08/l...XF7dBRoF4fZ7fo
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Old January 9th, 2019, 12:43 AM   #18
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Um momento de silêncio por termos chegado ao momento de aprovar isto...
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Old January 9th, 2019, 09:48 AM   #19
 
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Porque uma imagem vale mais do que muitas palavras...

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Last edited by lxtoboot; January 9th, 2019 at 12:38 PM.
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Old January 9th, 2019, 12:52 PM   #20
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Originally Posted by ERVATUGA View Post
LISBOA: GOVERNO LANÇA CONCURSO PARA AMPLIAÇÃO DO METRO ENTRE O RATO E O CAIS DO SODRÉ

O Governo formaliza, esta quarta-feira, o lançamento do concurso público internacional com vista à execução dos trabalhos de expansão da rede de Metropolitano de Lisboa, nomeadamente o troço entre as estações do Rato e o Cais do Sodré.

O investimento para esta empreitada, da alçada directa do ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, deverá situar-se na casa dos 210 milhões de euros, a valores base, e contará com transferências orçamentais provenientes do Fundo Ambiental, até ao montante de 127,2 milhões de euros, dos quais mais de 15,7 milhões já este ano. Contará igualmente com financiamento por fundos europeus no âmbito do POSEUR até 83 milhões de euros, dos quais cerca de 14 milhões chegarão igualmente em 2019.

Recorde-se que o Governo tinha aprovado, em Dezembro, o plano de expansão do Metro de Lisboa, com a criação de uma linha circular que ligará as estações do Rato à do Cais do Sodré, criando uma linha circular, com a construção de novas estações na Estrela e em Santos. As obras deverão ter início no primeiro semestre de 2019 de forma a serem concluídas em 2023.
O único objectivo dessa ligação é alimentar a especulação imobiliária na freguesia da Estrela! Tudo é resto é cosmética populista!

Vão torrar 210 milhões para colocar o metro às voltinhas em Lisboa com apenas 2 novas estações e continua-se a deixar parques empresariais sem acesso ferroviário. Entretanto a remodelação da linha do Oeste vai levar "apenas" 112 mihões. Depois digam que Lisboa não recebe tudo para fazer quase nada!
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Last edited by Alvinius2; January 9th, 2019 at 12:58 PM.
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