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Old October 25th, 2009, 01:53 AM   #61
Barriga-Verde
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Huahuahuahuhua, adorei esse comentário também!!

No melhor estilo "Brasil, ame-o ou deixou-o" ...

Coitado do Japão, ou da China, ou da Rússia, se não tivessem mudado conceitos arcaicos enraizados em suas sociedades. No mais, concordo com o teu comentário: o modelo urbano adotado no Brasil é conseqüência da (falta de) cultura do nosso povo ; e ao invés de tentarmos consertar os erros, melhorar o que for possível, e planejar um futuro melhor, vamos continuar assim porque é o "jeito(inho) de viver do brasileiro" .
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Old October 25th, 2009, 03:09 AM   #62
fewg
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Torçam pra amanhã fazer sol ou não chuver.
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Old October 25th, 2009, 03:29 AM   #63
Barriga-Verde
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Rio do Sul ganhou um thread novo

https://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=987473

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Old October 25th, 2009, 05:03 AM   #64
Ice Climber
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O mal do urbanismo no Brasil é esse misto de interesse privado com falta de planejamento urbano. Quem critica os edificios blocões do Brasil não está criticando o nosso urbanismo, e sim a qualidade arquitetonica de nossos edifícios. São coisas diferentes. O adensamento é bom e benéfico (sem exageros), mas no Brasil, não se respeita nenhuma lógica. Até pouquíssimo tempo atrás se construía onde bem se entendia, independente de bairro, circulação viária, transporte público, infra-estrutura. Mal se controlava o número de pavimentos das edificações. Com a racionalização do Plano Diretor isso tem mudado. Aquela ocupação de solo louca que agente via antigamente, tende a diminuir. Mesmo assim, ainda há falhas.

Quem disse que a cidade densa é econômica está corretíssimo. Quase todos os urbanistas concordam em relação a isso. É uma questão de lógica. Lotes bem espaçados e com habitações unifamiliares tendem a aumentar a quantidade de asfalto, calçadas, redes de água, esgoto, fiação... Da mesma forma, um lote de tamanho semelhante, ocupado com um prédio de 12 andares, com 3 apartamentos por andar, tende a significar uma economia ao cofre público. Mais pessoas ocupando o lote, mas uma quantidade infinitamente inferior de gastos com infra-estrutura (mas claro, obviamente um prédio requer tubulações e instalações maiores que uma casa, ainda sim, isso representa uma economia).

Porém, uma cidade densa pode significar o caos, ainda mais no Brasil, onde o sistema de transporte público é precário, não se planeja nada, e o Estado não investe bulhufas. Imagina uma quantidade absurda de gente habitando um espaço com uma rua estreita, quase colonial, com calçadas precárias, com transporte público pífio e esgotamento sanitário ínfimo. De que adianta?

Esse texto é legal e expõe alguma visão sobre isso:

http://www.vitruvius.com.br/minhacidade/mc154/mc154.asp
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Old October 25th, 2009, 06:05 AM   #65
Mr.Canello
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Parece o ponto da Rua Itaiópolis hahaha
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Old October 25th, 2009, 06:50 AM   #66
Manezinho
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TECNOLOGIA
O que falta para o futuro
A Capital catarinense briga pelo título de Vale do Silício brasileiro, um sonho ousado, mas hoje já com sinais de que pode sim virar realidade

O slogan Florianópolis, Vale do Silício brasileiro, ou, na adaptação local, Florianópolis, Ilha do Silício, não chega a ser uma novidade. O que há de novo é que a mídia internacional está comprando a ideia. Recentemente, a britânica BBC e o Corriere della Sera, maior diário italiano, embarcaram na onda da Capital catarinense como a cidade do futuro. Falta agora convencer os grandes investidores globais.

Os desafios (e a concorrência) não são poucos. Mas o 19º Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas e o 3º Fórum Global infoDev de Inovação & Empreendedorismo, que Florianópolis recebe de segunda a sexta-feira, deverão ajudar a cidade no caminho para se firmar como o Vale do Silício da América Latina.

O selo funciona como um atestado de qualidade e é uma referência direta à região da Califórnia, nos Estados Unidos, que concentra algumas das maiores e mais inovadoras empresas do setor numa área que inclui 16 cidades no entorno da renomada Universidade de Stanford. Trata-se de um ecossistema que virou o berço de empresas como Yahoo, Intel, Apple, Google, You Tube e Twitter.

Especialistas apontam pelo menos quatro requisitos básicos que precisam ser preenchidos para que Florianópolis se torne, de fato, uma cidade baseada no conhecimento. Paul Graham, pioneiro da Internet, destacou dois, em artigo sobre como reproduzir a experiência californiana: uma universidade de ponta e uma cidade em que pessoas ricas gostem de morar e que crie um ambiente propício para atrair empresas iniciantes (startups no jargão da indústria). Os dois parecem ser plenamente cumpridos pela Capital.

– Estamos completando no ano que vem 50 anos de fundação da Universidade Federal de SC (UFSC). Se você pegar a trajetória do que aconteceu aqui, ela é muito parecida com o que aconteceu com a Universidade de Stanford e o Vale do Silício, guardadas as devidas proporções – afirma José Eduardo Fiates, diretor-executivo do Sapiens Parque, lembrando que, até a década de 1950, a região americana era conhecida como o Vale Aprazível dos Pêssegos e Tamarindos.

Assim como Universidade de Stanford, a UFSC foi erguida numa cidade em que não existia nada em termos de estrutura industrial voltada para a tecnologia. A criação do curso de Engenharia Mecânica da UFSC acabou dando origem a um centro de tecnologia que é referência na América Latina. Hoje, Florianópolis conta com mais de 450 empresas de base tecnológica, algumas delas líderes nacionais nas suas especialidades.

Novas fronteiras para o investimento em SC

Isso leva aos dois últimos requisitos básicos: concentração dos melhores cérebros, o chamado capital intelectual, e a atuação de fundos de capital de risco (Venture Capital). E é aí que o título Vale do Silício pode vir bem a calhar como um fator para atrair ambos.

Para o presidente da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate), Rui Gonçalves, os eventos desta semana são o primeiro passo nesta direção.

– A mentalidade de se criar empresas com potencial global desde a sua gestação faz a diferença. O ambiente propício para o capital de risco e um grande apoio dos governos municipais e estaduais contribuem neste cenário – avalia.

O modelo de financiamento para empresas nascentes, com fundos de capital de risco fazendo aportes iniciais e saindo do negócio depois de estabelecido, que surgiu no Vale do Silício, ainda não existe em Santa Catarina. Segundo Gonçalves, o investimento médio em empresas nascentes lá é de US$ 6,5 milhões. Empresas que faturam de US$ 10 milhões a US$ 15 milhões por ano conseguem captar até US$ 50 milhões.

– Somos um mercado barato. Com esses US$ 6,5 milhões, o investidor poderia comprar em Florianópolis uma empresa já estabelecida em boa situação para alavancar presença global. Lá, compra um plano de negócios, sem faturamento nenhum – compara o presidente da Acate.

Mas o reconhecimento que Florianópolis começa a conquistar no exterior é sinal de que a indústria local está no caminho certo. Um caminho longo, que, segundo Gonçalves, pode exigir as próximas duas décadas para ser traçado. Mas que hoje já é mais do que uma ideia.

http://www.clicrbs.com.br/diariocata...74&section=129
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Old October 25th, 2009, 06:54 AM   #67
fewg
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Parece o ponto da Rua Itaiópolis hahaha
Se bobear, até o tatuzão tá lá de verdade. hahahaha
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Old October 25th, 2009, 07:04 AM   #68
Manezinho
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FAVELAS
Do morro ao asfalto
Um em cada oito moradores da Capital vive em comunidades classificadas como de interesse social

Um em cada oito moradores da Capital vive em favelas. A Florianópolis das belas paisagens e da qualidade de vida tem comunidades carentes que chegam a abrigar 5 mil pessoas.

O número de favelados na cidade ultrapassa 50 mil, o equivalente a toda a população de Rio do Sul, por exemplo. De acordo com o último levantamento feito pela prefeitura, em 2007, 13% dos moradores da Capital estão nestas comunidades. No Rio de Janeiro, o último censo do IBGE, do ano 2000, apontava um percentual de 19%.

Em uma semana em que a violência nos morros do Rio esteve em evidência, vale lembrar que o percentual de moradores destas comunidades envolvidos com o tráfico de drogas, por exemplo, é muito baixo. O número em Florianópolis é ainda menor.

O levantamento da prefeitura mostra uma cidade com 64 áreas classificadas como de interesse social. Do início da década de 1980 até o final dos anos 1990, o crescimento destas comunidades dobrou – de 20 mil para 40 mil pessoas. A tendência não se repetiu nos últimos anos, como lembra o arquiteto e professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Lino Fernand Perez.

O crescimento da população foi mais modesto entre 1997 e 2007 – de 40 para 50 mil –, o que está relacionado ao crescimento rápido da periferia da Grande Florianópolis. A comunidade Frei Damião, em Palhoça, é um exemplo.

As mil famílias no ano 2000 se transformaram em 5 mil atualmente. Considerando-se que cada família tem quatro pessoas em média, a Frei Damião abriga 20 mil moradores.

O número de pessoas vivendo nestas condições é uma “afronta à vida” para o professor de antropologia e ética da Unisul, Jaci Rocha. Diminuir a estatística depende da união entre ideias da comunidade e poder público.

– O drama é sério e revela que há muitas pessoas necessitadas na Capital. Essa realidade costuma ser ignorada ou maquiada por medidas como a remoção da antiga favela da Via Expressa, na entrada da cidade, na década de 1990. Muitos já foram para a Frei Damião – comenta Jaci.

O professor critica a descontinuidade de políticas públicas e reconhece que há um aumento gradativo da qualidade de vida em algumas comunidades, especialmente nas que têm lideranças que planejam as melhorias e as sugerem ao governo.

Para mapear a situação das comunidades, a prefeitura encomendou um estudo à Companhia Brasileira de Projetos e Empreendimentos (Cobrape). Foram levados em conta aspectos como saneamento, coleta de lixo, água tratada e material das casas. Um ranking de urgência de investimentos foi montado.

A comunidade em melhores condições é a Novo Horizonte. A pior é a Caieira da Vila dos Operários I, II e III. Conheça um pouco da vida de uma família de cada uma destas comunidades na página ao lado.

[IMG]http://i34.************/1rtd0k.jpg[/IMG]

http://www.clicrbs.com.br/diariocata...74&section=213
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Old October 25th, 2009, 07:16 AM   #69
Manezinho
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Tudo começou no século 19

Negros recém-libertados e operários da Ponte Hercílio Luz foram os primeiros a ocupar a Capital de forma irregular, no século 19. Eles se concentraram na parte mais baixa dos morros. Com o crescimento da cidade, a população mais pobre foi subindo e ocupando as encostas.

Especulação imobiliária, ausência de políticas públicas e de fiscalização completam o quadro. Entre 1960 e 1970, o crescimento da população da cidade, principalmente no perímetro urbano, com o aumento do número de edifícios, atraiu pessoas ligadas à construção civil. Muitas delas passaram a viver nas comunidades do Maciço do Morro da Cruz.

– Nos anos 90, o processo de ocupação foi acelerado pelo empobrecimento da população do país. Aliado a isso, o destaque nacional da qualidade de vida na Capital acabou trazendo muita gente para cá – observa o diretor de habitação da prefeitura, Américo Pescador.

http://www.clicrbs.com.br/diariocata...74&section=213

Vida feliz no Horizonte

Localizada no Continente, no Bairro Monte Cristo, a comunidade de Novo Horizonte está no topo do ranking da prefeitura. A população é de aproximadamente 900 habitantes.

Um deles é Rosa Martins, 55 anos. Ela saiu de Joaçaba, no Meio-Oeste, para viver em Florianópolis. Já faz 20 anos. Sem luz na época, lembra que, à noite, usava velas. Também sem saneamento, buscava água em um colégio estadual, a poucos metros de casa:

– Mudou tudo, até o comportamento dos moradores. Cheguei a ver dois rapazes baleados dentro da minha casa. Eles aproveitaram a porta aberta e entraram para escapar de outro. Não adiantou, foram atingidos.

Rosa mora em uma das casas de um projeto habitacional e garante não trocar a comunidade por bairro nenhum. O sentimento de segurança está entre os fatores que fizeram com que a comunidade obtivesse o melhor conceito na pesquisa encomendada pela prefeitura.

Outras duas comunidades do Continente acabaram bem classificadas no estudo feito em 2007: Monte Cristo e Nova Esperança.

A maioria das comunidades bem colocadas está no Continente. Segundo o levantamento, isso é justificado, principalmente, pelo relevo favorável das comunidades situadas no local.

A predominância delas em terrenos mais planos favorece a ausência de altos índices de risco por deslizamento e soterramento, por exemplo. Com isso, ganham pontos positivos entre os indicadores.

http://www.clicrbs.com.br/diariocata...74&section=213

Caieira dos problemas

A dona de casa Ivanice Macanhã, 31 anos, é moradora da comunidade com estrutura mais precária da Capital, a Caieira Vila Operária I, II e III. No local há nove anos, ela saiu de Caçador, no Meio-Oeste, com o marido e os cinco filhos “em busca de uma vida melhor”.

Ao chegar, assustou-se com a prestação da casa: R$ 390 por mês durante três anos. Nem todos os serviços essenciais da casa estão regularizados, e Ivanice precisa investir na construção de um muro para conter o excesso de água e terra que descem do morro quando chove.

– Moramos perto de casas que podem cair, mas a nossa, não. Aqui não dá nem para reclamar, porque passamos a comer e a vestir melhor depois que mudamos para a Capital. Sem contar que meus filhos estudam e ainda vão para o projeto Marista, que oferece aulas de computação, dança e teatro para as crianças da comunidade – avalia Ivanice, que sonha em ver os filhos na faculdade.

A comunidade enfrenta riscos de alagamento e deslizamento, com poluição na água, esgoto a céu aberto e acúmulo de lixo nas ruas. Em termos de infraestrutura, a rede de água, de energia elétrica e a drenagem urbana estão presentes apenas parcialmente na localidade, enquanto a rede de esgoto nem existe.

http://www.clicrbs.com.br/diariocata...&edition=13374
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Old October 25th, 2009, 07:17 AM   #70
Manezinho
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Esqueleto

Por esta a prefeitura de Florianópolis não esperava. Em 1998, ao ceder um terreno de 22 mil metros quadrados para construir o CentroSul, o município cometeu uma irregularidade. Onze anos depois, a Delegacia de Patrimônio da União bateu o martelo e aplicou a maior multa da Capital, nada menos do que R$ 17 milhões. Isolde Espíndola, gerente da delegacia, explica que o município não poderia ter cedido uma área da União para a iniciativa privada. Agora, cabe à Justiça decidir.

http://www.clicrbs.com.br/diariocata...4&section=1328

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Hmm. Tomara que coloquem abaixo aquela aberração arquitetônica.
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Old October 25th, 2009, 02:17 PM   #71
Positronn
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Florianópolis, por exemplo, se quiser acabar com suas favelas não tem opção se não construir áreas densas cheias de blocões, por questões óbvias.

Aqui em Joinville eu diria que o adensamento deveria se concentrar nas áreas entre os binários, que possuem boa mobilidade , atrairiam mais comércio para as ruas próximas e reduziriam a dependência do carro. O Barriga-Verde defende a média-densidade, se é que entendi bem. No entanto hoje, já temos áreas que permitem 4 ou 8 andares e possuem pouquíssimos prédios. O que deveria ser feito então? Proibir prédios altos nas regiões hoje bem servidas de serviços e só permitir prédios nessas regiões seria a solução, mas não creio que isso vá acontecer.
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Old October 25th, 2009, 04:16 PM   #72
Barriga-Verde
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Nossa, o problema de Florianópolis chega a ser assustador, mais de 50 mil pessoas!!

Isso não significa necessariamente construir "blocões", temos exemplos no Brasil e no mundo de favelas verticais, o que pode ser feito é "limpar" esses morros e mover essa população para a periferia da RM, em conjuntos habitacionais "bloquinhos" :P, mas com infra-estrutura completa para o problema não estourar no futuro.

Aqui em Blumenau tem muita precariedade também haha, tem vários morros com ocupação irregular. Não me surpreenderia se a população ocupando essas regiões fosse de uns 15 mil.
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Old October 25th, 2009, 04:22 PM   #73
Barriga-Verde
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Uma cidade que tem me surpreendido positivamente é Chapecó, a cidade já tá beirando os 200 mil habitantes, é o principal pólo de atração populacional de uma região bastante populosa (1,5 milhão de habitantes) e não possui áreas muito degradadas (não que eu tenha visto). E o planejamento urbano da cidade é exemplar.
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Old October 25th, 2009, 04:31 PM   #74
Barriga-Verde
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Sirva-se
Nos últimos 12 meses foram abertos 263 novos bares, lanchonetes e restaurantes em Blumenau


Nem só de pizza vive o blumenauense. A iguaria italiana não deixou de ser admirada pelos moradores, mas outras opções começam a surgir. Novos espaços que unem refeição e diversão foram inaugurados este ano. Dados da Praça do Cidadão indicam que nos últimos 12 meses foram abertos 263 novos estabelecimentos nos segmentos de restaurantes, bares e lanchonetes. Comida mexicana, japonesa, chinesa, frutos do mar, hamburgueria, pubs com sanduíches especiais, pratos ingleses e americanos estão no cardápio de novos empreendimentos em Blumenau. Entre as novidades estão o Rock Bola Bar, o The Basement English Pub e o Billy Holly Burgers & Co, que juntos criaram cerca de 40 postos de trabalho diretos na cidade.

Tanto a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes quanto a Federação de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares não tem estatísticas sobre a relação ideal entre o número de restaurantes e habitantes. Para o diretor da Câmara Setorial de Restaurantes do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Blumenau, José Augustinho Prebianca, o aumento de estabelecimentos de alimentação fora do lar é saudável para o mercado, especialmente para os clientes.

– É ótimo para todos, mas é preciso evitar a concorrência desleal, quando alguns trabalham com uma margem de lucro inviável. Isso provoca o fechamento de outros negócios – explica Prebianca.

Público mais exigente e apreciador de novidades são os dois principais fatores indicados pela professora de Empreendedorismo do curso de mestrado em Administração da Furb Marialva Tomio Dreher como motivadores das inaugurações. Marialva acredita na tendência que novos empreendimentos abrirão e que os tradicionais irão passar por reformulações, atraindo nova clientela.

– Os locais que abriram são comuns em São Paulo, mas para Blumenau são novos. Imagino que a cidade ficará com uma boa gama de empreendimentos, como Balneário Camboriú – diz Marialva.

http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/imp...,2694748,13382

A cidade tá ficando com uma vida noturna cada vez melhor.

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Old October 25th, 2009, 06:40 PM   #75
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Impressionante. Quanto mais opções, melhor para o blumenauense.

Agora me permita discordar da sua idéia de remover as favelas e jogar para a periferia da RM. É justamente com essa mentalidade que se aumenta o problema do trânsito no Brasil. A mão-de-obra barata mas indispensável, (afinal são 50 mil pessoas) que seria deslocada de uma área hoje bem servida acabaria tendo que se deslocar todos os dias para a ilha, afinal não estão sobrando tantos empregos nos confins da RM.
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Old October 25th, 2009, 07:02 PM   #76
Manezinho
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Ah, claro, empurrar os nossos problemas para os outros municípios , que ideia genial, aposto que nossos favelados estão muito dispostos a deixar sua favela no centro da cidade e morar nos confins da periferia da RM! E, lógico, São José, Palhoça e Biguaçu estarão de braços abertos para receber toda a pobreza de Florianópolis!
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Old October 25th, 2009, 07:05 PM   #77
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Então mantenham elas onde estão, ou então ocupem o mague, já que Florianópolis tem muito espaço para abrigar 50 mil favelados realojados . Acredito que infra-estrutura completa (reler meu post ) englobe também o fator emprego dessa população.
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Old October 25th, 2009, 07:24 PM   #78
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Florianópolis não precisa realojar a população de todas as favelas. Algumas poucas, que estão em cima de manguezais e dunas e às margens de praias e rios necessitam ser deslocadas. As que estão nos morros (maioria) estão sendo urbanizadas a exemplo do que está sendo feito nas favelas do Rio de Janeiro.
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Old October 25th, 2009, 07:31 PM   #79
Barriga-Verde
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Claro que não precisa... estamos no Brasil. Os morros foram feitos para serem ocupados mesmo .
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Old October 25th, 2009, 07:48 PM   #80
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Você não sabe o quanto é difícil realojar favelados em Florianópolis. A pressão da população dos bairros que vão recebê-los é impressionante. A prefeitura há anos está tentando remover a Favela do Siri no Norte da Ilha. Já tentaram construir os bloquinhos no Rio Vermelho, Vargem Grande... e a população não deixou. Agora estão tentando construir nos Ingleses, e a novela continua. O mesmo está acontecendo com a favela da Ponta do Leal no Balneário. O povo do Jardim Atlântico, que ia receber os favelados, conseguiu impedir e a prefeitura foi obrigada a ter que cancelar a ordem de serviço para a construção dos apartamentos, e agora não sabe mais onde construir os bloquinhos.
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