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Old March 29th, 2018, 09:15 PM   #721
DiogoBaptista
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Concordo, vi na Bertrand! Muito bom!
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Old April 25th, 2018, 07:26 PM   #722
Cidade_Branca
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Projecto ideado para servir de entrada ao Paceio Publico de Lisboa : corte, fachada, planta.

fonte
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Old April 25th, 2018, 07:51 PM   #723
Cidade_Branca
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Projecto dum Palacio publicado em Lisboa 1805

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Que palácio seria?

Fonte
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Old April 26th, 2018, 06:32 PM   #724
luisribeiro
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Possivelmente o real do Rio de Janeiro nao?
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Old April 26th, 2018, 06:51 PM   #725
Cidade_Branca
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Os desenhos sao de 1805 e a família real fugiu para o Rio de Janeiro em 1808. Os desenhos eram de algum Palácio que eles queriam construir mas serviram de base para os edifícios que viriam a construir no Rio de Janeiro.



Quote:
O palácio foi residência da família real portuguesa de 1808 a 1821, pertenceu à família imperial brasileira de 1822 a 1889, abrigou a primeira Assembleia Constituinte Republicana de 1889 a 1891 e é sede do Museu Nacional desde 1892.
https://www.xapuri.info/antropologia...io-de-janeiro/

Um outro que se assemelha é a Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios.

Last edited by Cidade_Branca; April 26th, 2018 at 07:00 PM.
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Old April 28th, 2018, 05:19 AM   #726
luisribeiro
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Pode ter sido um dos planos para o palacio marim-olhao, que era para ser também um colosso. O actual nao foi concluido!
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Old July 4th, 2018, 08:42 AM   #727
fidalgo
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O Terreiro do Paço vai ser um hotel ...numa Lisboa imaginada
Uma praia de areia e uma marina, um faustoso jardim exterior e um hotel com entrada pelo Arco da Rua Augusta: assim seria Lisboa com um resort à beira Tejo, mas tudo não passa de uma exposição.

Quote:
“Não há sítio em Lisboa que mais dano cause ao espírito público do que a arcada do Terreiro do Paço”. Mais de um século depois de a frase ter sido escrita, em 1900, por Alberto Pimentel em Vida de Lisboa, conclui-se que os lisboetas não perderam o afecto à praça que abre as portas da cidade. Será por isso que a qualquer intervenção que se lhe faça, rapidamente se levantem vozes, seja contra ou a favor.

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Nos últimos dias, um resort de luxo, privado, à beira Tejo plantado começou a fazer borbulhar as redes sociais com os defensores do património da capital e temerem a possibilidade de “privatização” deste espaço icónico da capital. Por outro lado, há quem tenha achado bonita a devolução de algum verde ao Terreiro do Paço - ainda que sem a estátua de D. José -, mas a verdade é que o Lisbon Resort Hotel não passa de uma proposta futurista, de uma Lisboa distópica que, entre cerca de 50 “Futuros de Lisboa”, poderá ser vista numa exposição que o Museu de Lisboa e a empresa de Cultura do município (EGEAC) estão a preparar.

De 12 de Julho a 18 de Novembro, por dois pisos do Torreão Poente da Praça do Comércio, vai poder ver-se Lisboa - não se sabe se só pelos olhos de lisboetas -, através de “obras de ficção, narrativas inventadas”, diz ao PÚBLICO a directora do Museu de Lisboa. É uma oportunidade, diz Joana Sousa Monteiro, para se pensar Lisboa, seja sobre o passado, o presente ou o futuro: “uma exposição sobre o futuro é sempre uma exposição sobre o presente”.

É precisamente do presente da cidade, da “população [que] é despejada dos prédios do centro da cidade para dar lugar a hotéis ou alojamentos turísticos”, da “privatização de infra-estruturas e de património públicos [que] tem também acontecido sem grande resistência”, que um “colectivo de autores”, assim querem ser identificados, pensou uma possibilidade de Lisboa futura. No futuro que propõem, um “poder maior” seria capaz de despejar os ministérios da Praça do Comércio e vedar o acesso público a este espaço outrora comum, escrevem os autores ao PÚBLICO.

As imagens do projecto, que assustou alguns lisboetas, revelam uma área de 35 mil metros quadrados que “mantém a imagem da construção pós-terramoto, definida pelo Marquês de Pombal a partir de 1755, mas adaptada a todos os padrões de conforto e luxo exigidos nos dias de hoje”, lê-se na descrição do site. Com a promessa de “exclusividade no coração de Lisboa”, os hóspedes e residentes do resort teriam direito a um grande jardim exterior, praia de areia e marina, sendo que a entrada seria feita pelo portão sob o Arco da Rua Augusta.

“Temos tido muita atenção às dúvidas e medos que os cidadãos têm manifestado nos últimos tempos e que nós próprios também sentimos. Aqui exploramos algumas dessas ansiedades, que empoladas têm esta dimensão megalómana e desproporcionada: vemos um crescimento massivo da construção em altura, a privatização do espaço público, o desrespeito pela História local; o luxo e a exclusividade, uma zona inacessível ao cidadão comum”, diz o colectivo. E é também assim que procuram justificar a “vertiginosa” – a palavra é deles – afluência ao site que criaram para divulgar o trabalho, que em cinco dias foi visitado 32.700 vezes e o link partilhado mais de mil vezes no Facebook.

Mais do que uma crítica, os autores da proposta querem que o distópico Lisbon Resort Hotel seja “um pretexto” para abrir “discussões necessárias” e lançar “uma reflexão profunda” sobre o futuro das cidades portuguesas.

Dez salas de futuros

O Museu de Lisboa diz ter recebido cerca de 160 propostas e que apesar de o prazo ter acabado continuam a receber mais ideias, entre frases, pequenos contos e fotografias.

“Houve propostas que têm carácter poético. Deparamo-nos com pessoas que adoram Lisboa, que querem exprimir o seu amor pela cidade”, diz Joana Sousa Monteiro. O que há, sobretudo, destaca a directora do Museu de Lisboa, é uma “diversidade de perspectivas” e ainda que as haja pessimistas, acabam por não ser “catastrofistas”. De cheias na baixa, ao receio de alguma perda de identidade, como reflecte a proposta do Lisbon Resort Hotel.

“A reabilitação das cidades é vital e o turismo, na sua essência, não é um factor negativo (turistas todos somos alguma vez na vida!). Mais do que resolver problemas, temos de os antever e antecipar as acções, e não apenas tomar medidas paliativas”, nota o colectivo.

Na exposição vão poder encontrar-se cerca de 50 “profecias” ditadas por anónimos de Lisboa, que foram seleccionadas pelo geógrafo João Seixas, pelo arquitecto Manuel Graça Dias e pela engenheira do ambiente Sofia Guedes Vaz.

No entanto, a exposição está longe de se esgotar aí. Será preciso percorrer dez salas, para se passear pelos futuros de Lisboa. Na verdade, já se pensou, no passado, o futuro de Lisboa. É assim que arranca a exposição, onde serão mostradas imagens e textos de autores que desde o século XVI pensaram a cidade num futuro longínquo.

Às reflexões dos comissários juntam-se as de mais especialistas e pensadores, como Sobrinho Simões ou Viriato Soromenho Marques, a quem foi pedido que fizessem uma reflexão sobre o ponto de situação da sua área disciplinar e sobre o futuro dessa área aplicada à cidade de Lisboa. O resultado está num catálogo que compila os 12 ensaios que versam sobre 12 áreas diferentes, das neurociências, ao ambiente e sustentabilidade, à criatividade, psicologia, ou economia.

A exposição abre no dia 12, às 18h00, e estará patente de 13 de Julho a 18 de Novembro, de terça a terça a domingo, das 10h00 às 18h00 (última entrada 17h30). A entrada para os "Futuros de Lisboa" custa três euros.
https://www.publico.pt/2018/07/03/lo...ginada-1836770

as imagens mete o ervatuga que estou sem paciencia
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Old July 17th, 2018, 11:51 AM   #728
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Sinceramente, não sei se já alguma vez foi deixado presente neste fórum, o Plano de 1916 de Cunha Morais para a cidade do Porto, sendo esta uma alternativa a proposta de Barry Parker que serviu de base a actual Avenida dos Aliados.
Deixo à vossa apreciação, este modelo alternativo da cidade Invicta.

Plano de Cunha Morais de 1916 para a cidade do Porto“Os Melhoramentos da Cidade”.
Nota-se alguma influência da Barcelona de Cerdà e a referencia que foi no seu tempo Hermann Josef Stübben.


Escala 1:10 000 do projecto



Enquadramento da Praça e Avenida Central





Cunha Moraes estabelece como limite norte uma rotunda e um Parque, tendo provavelmente presente, o desenho da Avenida da Liberdade em Lisboa.



Para o Sul—a Praça Central liga com Praça de Carlos Alberto



“Para Sudeste—parte da Praça Central outra avenida em direcção à Praça da Liberdade, alinhando o seu centro com a Estatua de D. Pedro e a Estação de S. Bento(estação central), a qual pelo seu grande movimento, substituindo em parte o que se faz agora pela rua dos Clérigos e Carmelitas, facilitará o transito pela Grande Avenida para a Foz. “




“Regressando á Avenida Central, esta no seu caminho para o norte crusa com a rua dos Bragas e com outra avenida que, partindo do lado sul da Praça da Republica, vai atravessar o largo do Bom Sucesso.”




“Querendo dar-se um aspecto mais imponente ou luxuoso á Praça Central, pôde esta ser dotada com um arco monumental no principio da passagem para Carlos Alberto, ter dois edificios fronteiros á entrada da Avenida Central também de arquitectura suntuosa, e semelhantes, destinados a serviços públicos, a casas bancarias, etc. E' obvio que todos os edificios das duas Praças e Avenida Central deviam ser de arquitectura escolhida, mas especialmente os da Praça Central e da passagem para Carlos Alberto.”






A Grande Avenida







Cunha Moraes propõe e localiza o novo atravessamento do Douro(Actual ponte da Arrábida), rodoviário e ferroviário com uma estação de caminho de ferro em Sobreiras, coerente com a sua proposta de crescimento da cidade para ocidente. Os estudos para a ponte do Gólgota (do eng. Adão da Fonseca e do arq. Álvaro Siza) para o Metro do Porto, viriam colmatar esta deficiência da cidade, já que a rede ferroviária apenas tem terminais em Campanhã e S. Bento.



Fontes:
-Faculdade de Arquitectura da Univesidade do Porto
-doportoenaoso.blogspot.com
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Old July 17th, 2018, 02:30 PM   #729
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É um projecto bastante interessante, mas é apenas um "se." E parece-me que demasiada demolição seria necessária para que fosse concluído. Não teríamos a cidade que conhecemos e adoramos se tivesse avançado.
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Old July 17th, 2018, 07:54 PM   #730
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Na minha opinião teríamos uma cidade melhor! Um plano que deveria ter avançado. Tornaria a organização e gestão da cidade muito mais fácil. Pensem só na quantidade de avenidas projetadas que poderiam albergar o nosso metro de hoje em dia...
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Rui Granja

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Old July 18th, 2018, 05:00 PM   #731
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À custa da destruição de grande parte da cidade velha? Nem pensar.

Além do mais se não temos dinheiro suficiente hoje em dia para aumentar a rede de metro para mais do que uma mera extensão da linha amarela e uma amostra da futura linha rosa, também não teríamos para extensões ao longo de todas essas hipotéticas e maravilhosas avenidas.
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Old July 18th, 2018, 07:23 PM   #732
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...maravilhosas avenidas com muitos mamarrachos
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Old July 18th, 2018, 09:10 PM   #733
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E parece-me que demasiada demolição seria necessária para que fosse concluído. Não teríamos a cidade que conhecemos e adoramos se tivesse avançado.
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À custa da destruição de grande parte da cidade velha? Nem pensar.
Paris teria o mesmo encanto e apelo se o Haussman não tivesse rasgado avenidas na cidade velha, destruindo muitos edificios e erigindo outros novos mais coerentes entre si?

A baixa de Lisboa teria o mesmo apelo e interesse se um terramoto não tivesse arrasado o emaranhado de edificios entruncados e as ruelas estreitas? (uma das propostas era de manter a orientação prévia das ruas)

para não falar de outras cidades que são o que são hoje porque alguém teve a ousadia de inovar, de actualizar o seu centro
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Old July 19th, 2018, 01:06 AM   #734
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À custa da destruição de grande parte da cidade velha? Nem pensar.

Além do mais se não temos dinheiro suficiente hoje em dia para aumentar a rede de metro para mais do que uma mera extensão da linha amarela e uma amostra da futura linha rosa, também não teríamos para extensões ao longo de todas essas hipotéticas e maravilhosas avenidas.
Destruição da cidade velha? Vives na mesma cidade que eu? A maior parte da construção que há na zona parece ser posterior ao plano e o que existia no tempo não devia passar por uns 'povoamentos' dispersos e baldios.

Quanto ao metro: o que hoje vai-se gastar na construção de metro subterrâneo entre S. Bento e a CdM chegava para muitos mais km de metro de superfície pelas avenidas foras. Para não falar que teríamos uma cidade muito mais fluída onde automóveis, peões, bicicletas, autocarros e metro conviveriam muito melhor.

E com sorte seria uma zona relativamente densa que resolveria problemas como a dispersão da população e aumentaria a oferta de habitação do centro, aliviando assim os preços. Não, não tenho dúvidas que viveria numa cidade melhor.
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Old July 19th, 2018, 01:08 AM   #735
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Paris teria o mesmo encanto e apelo se o Haussman não tivesse rasgado avenidas na cidade velha, destruindo muitos edificios e erigindo outros novos mais coerentes entre si?

A baixa de Lisboa teria o mesmo apelo e interesse se um terramoto não tivesse arrasado o emaranhado de edificios entruncados e as ruelas estreitas? (uma das propostas era de manter a orientação prévia das ruas)

para não falar de outras cidades que são o que são hoje porque alguém teve a ousadia de inovar, de actualizar o seu centro
O caso de Paris também não é exemplo para ninguém... Eles praticamente destruíram a cidade toda, não?
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Old July 19th, 2018, 01:36 AM   #736
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Destruição da cidade velha?... A maior parte da construção que há na zona parece ser posterior ao plano e o que existia no tempo não devia passar por uns 'povoamentos' dispersos e baldios.
Estás correcto RuiG21, alias a preocupação de preservar o património existente(Praça Nova e antigos paços do concelho) foi o que levou Cunha Morais a deslocar o "novo centro" para Oeste.
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Old July 19th, 2018, 01:41 AM   #737
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Precisamente. Além de conservar o património mais valioso consegue dar um planeamento muito bom à cidade.

Obviamente que hoje em dia não consigo imaginar o meu Porto sem uns Aliados, mas isto era um daqueles eventos que eu mudava na história se me fosse permitido.
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Old July 19th, 2018, 09:43 AM   #738
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Originally Posted by RuiG21 View Post
O caso de Paris também não é exemplo para ninguém... Eles praticamente destruíram a cidade toda, não?
depende do ponto de vista




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eu tenho um animal de estimação, que é um macaquinho de imitação

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Last edited by fidalgo; July 19th, 2018 at 09:50 AM.
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Old July 19th, 2018, 05:04 PM   #739
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O Porto tem o encanto que tem por ser como é. Adoro a rede encruzilhada de avenidas, ruas e ruelas. É como um labirinto urbano que foi crescendo ora de forma orgânica, ora de forma mais ou menos bem planeada.

Se querem maravilhosas e largas avenidas, terão que as procurar noutra cidade. Nova Iorque, Buenos Aires, Madrid, ou outra que queiram. As cidades não têm que ser todas iguais e o Porto está muito bem como está. Naturalmente que isso traz desafios à mobilidade, mas prefiro que o foco seja a procura de soluções para o que existe, do que derrubar partes da cidade para a tornar igual a tantas outras. Ou podem sempre criar a vossa cidade de sonho no Cities: Skylines onde derrubar não afecta a história de uma cidade milenar nem lhe retira tanto daquilo que tem de único. Porto só há uma.
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Old July 19th, 2018, 06:39 PM   #740
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Originally Posted by RuiG21 View Post
O caso de Paris também não é exemplo para ninguém... Eles praticamente destruíram a cidade toda, não?
Sim, foi quase tudo abaixo mas ainda existem alguns exemplos de edifícios antigos.
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