O Estado da Cidade de Lisboa - Page 45 - SkyscraperCity
 

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Old September 15th, 2017, 06:40 PM   #881
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Quando estacionar um automóvel é mais importante que um Monumento Nacional

O topo do Ascensor da Bica era, a meio da tarde desta terça-feira (12 de setembro), palco de uma inusitada cena, motivo de espanto para os passantes, sobretudo os muitos turistas que dali tiram fotografias a uma vista magnífica, com o aliciante de se observar o Tejo na linha do horizonte. Um automóvel particular estacionado no fim da linha, junto ao Largo do Calhariz, impedia o elevador, que, desde 1892, sobe e desce a Rua da Bica de Duarte Belo, de completar os últimos metros do seu percurso. Mas se tal não parecia incomodar o trabalho do guarda-freio, com os passageiros a entrarem e saírem do ascensor, a bizarria de tal quadro não deixava de suscitar comentários. E constituir-se como evidência da persistência, por parte de alguns automobilistas, de uma atitude de óbvio desprezo pelo espaço público.

O Ascensor da Bica, que desde 1914 passou a utilizar um sistema eléctrico para o locomover desde a Rua de São Paulo – substituindo assim a tracção com motores a vapor –, foi classificado como Monumento Nacional em 2002 e aparece descrito no sítio oficial da Carris como “o ascensor com o roteiro mais pitoresco” dos três existentes em Lisboa. Razão, aliás, do sempre renovado interesse dos turistas. Que ontem eram obrigados a incluir aquele carro estacionado de forma ilegal no enquadramento das fotografias dali tiradas ou, em alternativa, a descer uns quantos metros para conseguir uma imagem expurgada do parasitário veículo. Um funcionário de uma empresa turística que ali se encontrava a distribuir panfletos promocionais disse a O Corvo que o automóvel seria de um morador. “Dá uma imagem um bocado estranha deste cenário, de facto”, comentou. A Rua da Bica de Duarte Belo foi mencionada, no início deste ano, em vários jornais, como sendo “a rua mais bonita do mundo”.

Fonte: http://ocorvo.pt/quando-estacionar-u...ento-nacional/
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Originally Posted by DiogoBaptista View Post
Esse ocorvo anda a fazer uns titulos que nem te digo..

Primeiro sobre o grafitti. Tudo bem condenatório mas aqueles acessos nem levaram obras para se poder fazer uma associação "Dias após a reabertura, acesso norte da estação de metro do Anjos já tem graffiti". Pelas fotos já tem e já tinha taggs !

Quando à segunda é só estúpida, preocupados deveriam estar eles com o vandalismo diário de tags que é alvo tanto o da Bica como os restantes ascensores.. Isso sim era de valor pois é sistemática essa falta de respeito com o património.
Interessante que o alvo da noticia foi o carro e não aquela parede toda cheia de tags..
Parece que já é a normalidade..
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Agora é um camião

Quando estacionar um camião é mais importante que um Monumento Nacional


A imagem de um automóvel particular estacionado sobre a linha no troço final do Ascensor da Bica, junto ao Largo do Calhariz, publicada por O Corvo na passada quarta-feira (13 de setembro), gerou uma forte reacção de espanto e indignação por parte dos leitores. O insólito da situação de ver um carro a ocupar um tão nobre espaço da cidade de Lisboa, obscurecendo a beleza de uma vista em que o principal atractivo é um meio de transporte classificado como Monumento Nacional, assim o justificava.

Ocorrências análogas não serão, afinal, assim tão raras. À hora de almoço desta sexta-feira (15 de setembro), um camião de uma empresa cervejeira descarregava a sua mercadoria, após ter estacionado exactamente no mesmo local. A importância do ascensor e do cenário onde ele se move, devidamente classificados e protegidos pela lei, parecem, contudo, ser coisa de somenos importância para quem terá sempre uma boa desculpa para fazer o que faz.

Fonte: http://ocorvo.pt/quando-estacionar-u...ento-nacional/
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Originally Posted by Contribuinte View Post
Ele veio de baixo?
De cima não pode: https://www.google.com/maps/@38.7108...7i13312!8i6656

Aliás, também podes ter noção disso nas fotos
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Old September 15th, 2017, 08:54 PM   #882
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Quando à segunda é só estúpida, preocupados deveriam estar eles com o vandalismo diário de tags que é alvo tanto o da Bica como os restantes ascensores.. Isso sim era de valor pois é sistemática essa falta de respeito com o património.
Interessante que o alvo da noticia foi o carro e não aquela parede toda cheia de tags..
Parece que já é a normalidade..
Nem uma coisa nem a outra está bem... Onde anda a EMEL (ou quem de direito) nestas situações?
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Old September 16th, 2017, 07:07 PM   #883
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Ocuparam uma casa para defender o direito à habitação em Lisboa

Assembleia de Ocupação de Lisboa ocupou prédio para alertar para os problemas da habitação em Lisboa. Domingo há uma assembleia para se decidir que rumo dar ao espaço.


A Assembleia de Ocupação de Lisboa quer transformar o espaço num “equipamento social"

“A cidade é de quem a ocupa”, lê-se em letras garrafais na faixa que foi colocada num prédio devoluto no coração de Arroios, em Lisboa, que foi ocupado esta sexta-feira pela Assembleia de Ocupação de Lisboa (AOLX). É um protesto contra o avanço da “especulação imobiliária” que tem contribuído para o aumento das rendas e do preço das casas e empurrado as pessoas para fora da cidade. A ideia é transformar este espaço desocupado num local “aberto à comunidade”.

Ao PÚBLICO, João Teixeira, engenheiro de 40 anos, porta-voz do grupo, diz que a iniciativa surgiu muito “espontaneamente” por um grupo de pessoas que foram mudando de habitação e dando conta que “a situação é cada vez mais complexa para quem mora em Lisboa, não só para jovens, mas para toda a gente”.

São três da tarde quando chegamos ao número 69 da rua Marques da Silva. Lá dentro, cerca de 20 pessoas, que não querem dar a cara, arregaçam as mangas para limpar as devolutas fracções daquele prédio que dizem ser uma das propriedades que a câmara de Lisboa tem desocupadas pela cidade. “A casa já estava aberta, não foi preciso arrombar portas”, diz um dos membros do grupo que é doutorando em Sociologia, mas prefere manter o nome fora da conversa.

A ocupação do prédio acontece em plena campanha para as autárquicas de 1 de Outubro, onde a questão da habitação, a gentrificação, os impactos do turismo na cidade tem sido reconhecida, da esquerda à direita, como a prioridade da cidade.

O fenómeno que não é exclusivo de Lisboa: “Fala-se de gentrificação de São Francisco a Barcelona", diz o doutorando em Sociologia. Na capital, considera, o fenómeno tem sido agravado pela má gestão da Câmara de Lisboa que tem entregado património a “fundos de investimento” e “entidades especuladoras”.

O grupo, que sublinha não ter “ligações a partidos, associações, organizações políticas ou sindicais”, representa “uma fatia muito transversal da sociedade”, diz João Teixeira. São engenheiros, empregados de mesa ou juristas. Alguns são repetentes, tendo já participado noutras iniciativas do género, e que querem “criar um contrapoder à gentrificação”, abrindo um espaço fechado ao máximo de pessoas.

Apesar de abandonado, o grupo admite que o edifício está em boas condições do ponto de vista estrutural, e que com a ocupação pretendem “retirá-lo das malhas da especulação” e transformar um “espaço desocupado” num local “aberto à comunidade”.

Mas há ainda muito trabalho para se fazer até transformar aquele espaço num “equipamento social”. Para isso, trocam-se os móveis de divisão, limpa-se o entulho acumulado por quem já ali passou. A ideia é criar “um espaço social em que toda a gente é bem-vinda”, que será aberto a debates, conversas sobre a cidade e as suas transformações. A finalidade de cada fracção, porém, ainda está em aberto, “mas será sempre um espaço comunitário”, nota João Teixeira.

No próximo domingo, o grupo vai promover uma assembleia para discutir estas questões e definir o rumo a dar a este prédio. No sábado está ainda prevista a realização de um debate e a apresentação de um arquivo histórico sobre a ocupação em Portugal.

Para já, João Teixeira diz que a câmara foi informada da ocupação, mas que ainda não obtiveram qualquer resposta. “Quando [a câmara] iniciar o diálogo vamos ver qual é o tipo de propostas ou de aproximação que tem e depois submeteremos isso à assembleia”, explicou o porta-voz.

E a ideia é que as iniciativas naquele espaço não se esgotem no fim-de-semana. “Até nos tirarem daqui vamos continuar”, diz o doutorando em Sociologia.

Fonte: https://www.publico.pt/2017/09/15/lo...idade-1785608#
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Old September 18th, 2017, 08:04 PM   #884
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"A terra a quem a trabalha" e "a casa a quem a ocupa".

Mai nada!!!
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“They [socialists] always run out of other people's money.”
Margaret Thatcher, Fev.5, 1976.
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Old October 11th, 2017, 10:24 PM   #885
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Palácio do séc. XVII em Alfama convertido em apartamentos de luxo

Antiga residência dos Condes de São Martinho, o Palácio de Santa Helena está em obras. O actor Michael Fassbender já terá comprado uma das casas com vista para o Tejo, algo que os vizinhos temem perder.


É difícil chegar lá por acaso e, embora o muro onde está o portão tenha aquela forma de meia laranja que indica haver ali uma casa senhorial, não é no nível térreo que se descobre o melhor do Palácio de Santa Helena. A poucas dezenas de metros da Igreja de São Vicente de Fora, o palácio está escondido num sítio com pouco movimento e debruça-se sobre a encosta de Alfama. Por isso, o melhor ali é as vistas. Vê-se Alfama inteira, o Cristo Rei, Cacilhas, o Barreiro, uma nesga da Ponte Vasco da Gama, Palmela lá ao fundo em dias claros, o Tejo espraiado.

Não terá sido por acaso que o palácio foi aqui construído, algures no século XVII, para residência da família Siqueira, uma das mais destacadas da nobreza portuguesa, cujos membros viriam a ser feitos condes de São Martinho. Depois de quase três séculos de utilização habitacional, o palácio albergou a Escola Superior de Educação Almeida Garrett durante cerca de 20 anos. E, agora, está a ser transformado em 20 apartamentos de luxo.

O projecto, promovido pela imobiliária Stone Capital e desenhado pelo arquitecto Samuel Torres de Carvalho, prevê a reabilitação do palácio e a construção de alguns volumes novos, em linhas contemporâneas. Lá dentro, esconde-se “um tesouro conhecido por poucos”, lê-se na brochura promocional do empreendimento. “A sua grandiosidade e importância materializam-se na beleza de diversos pormenores decorativos, como os seus magníficos frisos de azulejos, os frescos nas paredes, os tectos dos salões amplamente decorados ou mesmo uma ricamente trabalhada e enigmática capela”, diz o documento.

A recuperação do Palácio Santa Helena “representa o devolver a este bairro familiar uma zona de convivência e partilha”, diz também a brochura, para a qual a Stone Capital remeteu o PÚBLICO quando lhe foram pedidos mais pormenores sobre o projecto. É, por isso, “uma declaração de amor à vida lisboeta”, lê-se ainda.

Há vizinhos que não partilham desta visão e olham para as obras com preocupação. Júlio Soares vive no rés-do-chão do prédio imediatamente ao lado do portão do palácio, no Largo do Sequeira. O seu pequeno quintal, nas traseiras, é limitado pelo muro do Santa Helena. Ali, no local onde em tempos foram as cocheiras, vão ser construídos dois apartamentos de raiz, com rés-do-chão, primeiro andar e terraço. Além de achar que ele e os vizinhos de cima vão perder muita luz natural, Júlio está convencido de que os futuros moradores vão ter vista desafogada – para a sua própria casa.

Dois prédios ao lado, na esquina entre o Largo do Sequeira e as Escadinhas do Arco da Dona Rosa, mora Mário Menezes. “Estão-nos a cegar. Vão-me cortar a coisa que mais prezo nesta casa”, afirma. Das janelas da casa de Mário tem-se a mesma vista desafogada que os futuros habitantes do palácio vão ter. Ele pensa que a situação vai mudar brevemente.

O projecto aprovado pela Câmara Municipal de Lisboa em Dezembro do ano passado contempla “a correcção das coberturas” do palácio, o que vai fazer com que ele cresça em altura, ainda que ligeiramente. Por outro lado, as construções novas – uma virada ao miradouro das Portas do Sol e a outra do lado nascente – vão-lhe cortar parte da vista que tem actualmente.

A promotora reconhece-o. “Com a subida dos apartamentos 8 e 9, situados na parede contingente oeste, os moradores do prédio vizinho – mais concretamente o morador do segundo andar – poderá efectivamente ver a sua vista actual limitada”, disse ao PÚBLICO uma responsável de relações públicas da Stone Capital, por e-mail.

“Eles podiam fazer as obras na mesma, desde que não nos cortassem a visão. Valoriza tudo para os outros, desvaloriza tudo para nós”, diz Mário Menezes, secundado por Júlio Soares, que se queixa ainda de falta de diálogo com a imobiliária e com o projectista. “Fizeram tudo isto sem nos dizerem nada.” A Stone Capital diz o contrário. “Não obstante as preocupações válidas dos moradores da vizinhança, temos mantido uma linha aberta de comunicação com os mesmos”, afirmou a fonte da empresa, acrescentando que tem tentado “clarificar todas as suas dúvidas” e esclarecer “o impacto positivo que este projecto terá em Alfama”. Júlio Soares, Mário Menezes e outras pessoas das redondezas estão ainda a decidir o que fazer, mas admitem interpor uma providência cautelar contra o projecto.

As obras começaram a meio de Setembro e está previsto que terminem em 2018. Segundo a imprensa brasileira, o actor Michael Fassbender vai ser um dos futuros moradores do Palácio de Santa Helena.

Fonte: https://www.publico.pt/2017/10/11/lo...e-luxo-1788390
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Old October 13th, 2017, 01:35 AM   #886
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Passadiço pedonal entre a Gare do Oriente e o Vasco da Gama está há 19 anos encerrado

Pontes ligam a gare do Oriente ao primeiro andar do Vasco da Gama e foram construídas como saídas de emergência do centro comercial por imposição da Parque Expo. A propriedade das estruturas está em tribunal porque ninguém as quer.


Normalmente, quando duas entidades disputam em tribunal a propriedade de alguma coisa é porque ambas a desejam e lhe chamam sua, mas no caso da Gare Intermodal de Lisboa (empresa que pertence à Infraestruturas de Portugal) e da Sonae Sierra (que detém o centro comercial Vasco da Gama) o litígio é porque nenhuma das duas quer a responsabilidade de duas pontes que – paradoxalmente – as ligam fisicamente.

A história remonta a poucos meses antes da Expo98 quando a gare do Oriente estava já em fase avançada de construção. Ao lado o futuro centro comercial Vasco da Gama era também um edifício em obras, mais um no imenso estaleiro em que à época estava transformado o recinto da Expo.

Foi a necessidade de dotar o centro comercial com saídas de emergência ao nível do primeiro andar (junto aos cinemas) que levou a Parque Expo a sugerir que estas não fossem umas simples escadas para o rés-do-chão, mas sim umas pontes pedonais que, passando por cima da avenida D. João II, ligassem directamente ao primeiro andar da gare do Oriente.

A obra acabou por ser um acrescento ao projecto de Santiago Calatrava (autor da gare do Oriente), o qual desenhou os passadiços por forma a enquadrarem-se no estilo arquitectónico da estação. E foi considerada “trabalhos a mais” na construção da gare do Oriente porque não estava prevista no projecto inicial.

O resultado foi feliz do ponto de vista estético e funcional: os dois passadiços estão bem integrados na gare do Oriente, parecendo um seu prolongamento, e os clientes do Vasco da Gama ficaram com uma saída que desemboca directamente na estação, sem terem de descer ao piso térreo e atravessar a avenida D. João II, normalmente sujeita a intenso tráfego.

Só que após a Expo 98 as duas pontes pedonais foram encerradas porque nem a Gare Intermodal de Lisboa nem o Vasco da Gama se entenderam sobre a quem caberia a manutenção e limpeza daqueles equipamentos.

Fonte oficial do centro comercial disse ao PÚBLICO que “apesar das diversas tentativas, não foi possível a resolução extrajudicial da questão, atendendo, em particular, à multiplicidade de entidades públicas envolvidas”. Por esse motivo, o Vasco da Gama tomou a iniciativa de intentar uma acção judicial, “solicitando ao tribunal que reconheça que o passadiço pedonal em questão pertence ao domínio público e consequentemente é responsabilidade da entidade que o tutela”.

O processo judicial encontra-se agora em fase de marcação de audiência preliminar e os responsáveis do centro comercial esperam que seja a Infraestruturas de Portugal ou a Câmara de Lisboa a assumirem a responsabilidade daquele equipamento.

Por parte da Infraestruturas de Portugal, as duas pontes não são importantes para a gare do Oriente porque a empresa entende que não é sua missão descarregar passageiros dos comboios directamente para um centro comercial. Por isso, entende que os passadiços só têm utilidade para o shopping e não para a função ferroviária.

De resto, a gare do Oriente já tem uma ligação subterrânea – ao nível da estação do Metro – para o centro comercial, pelo que prescinde das passagens superiores.

Já o Vasco da Gama diz que aquelas passagens estão operacionais como caminho de evacuação. “Todas as saídas de emergência do centro comercial estão operacionais e, para além do passadiço, existe outra saída de emergência alternativa para as salas de cinema”, disse a mesma fonte oficial, que não quis prestar mais esclarecimentos sobre o tema até que o assunto esteja concluído no tribunal. A mesma fonte não quis também dizer há quanto tempo está este litígio na esfera judicial.

Um conflito que também é patente na forma como cada entidade comunica ao público o não funcionamento dos passadiços. Do lado da gare do Oriente um letreiro informa que “por motivos de segurança esta área encontra-se temporariamente encerrada”. Do lado do Vasco da Gama uma placa diz que o acesso está encerrado e que deve ser utilizado “apenas em caso de emergência”.

Fonte: https://www.publico.pt/2017/10/12/lo...ies_featured_c
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Old October 13th, 2017, 01:44 AM   #887
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Los últimos artistas del suelo de Lisboa


Cinco ‘calceteiros’ cuidan los antiguos mosaicos del pavimento deteriorados por el tráfico

https://elpais.com/cultura/2017/08/1...98_438457.html
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Old October 13th, 2017, 09:26 AM   #888
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[CENTER]Passadiço pedonal entre a Gare do Oriente e o Vasco da Gama está há 19 anos encerrado

Pontes ligam a gare do Oriente ao primeiro andar do Vasco da Gama e foram construídas como saídas de emergência do centro comercial por imposição da Parque Expo. A propriedade das estruturas está em tribunal porque ninguém as quer.

Fonte: https://www.publico.pt/2017/10/12/lo...ies_featured_c
Valente palhaçada é o que é..
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Old October 16th, 2017, 10:28 PM   #889
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À espera da (re)inauguração, novo terminal de cruzeiros divide comerciantes de Alfama

O novo terminal de cruzeiros de Lisboa, em Santa Apolónia, cuja abertura está prevista para o próximo mês, está a dividir opiniões. A infra-estrutura, projectada pelo arquitecto Carrilho da Graça, tem dado que falar pelo seu arrojo formal e pela relação que estabelece com a envolvente, mas também pelo aumento do turismo de massas que poderá provocar. A diferentes percepções sobre a obra são também perceptíveis na área envolvente. Apesar de reconhecerem a importância da obra, os comerciantes de Alfama e Santa Apolónia consideram que, neste momento, há outras prioridades. Requalificar a zona envolvente da estação de caminho-de-ferro, controlar o alojamento local no bairro e não deixar que o comércio dependa só do turismo são algumas das suas reinvindicações.

Depois de ter recebido os primeiros passageiros a 19 de setembro, o novo terminal de cruzeiros de Lisboa, em Santa Apolónia, voltou a fechar, logo de seguida, para a conclusão das obras, que afinal ainda estarão em curso. Apesar de oficialmente não haver data prevista para a inauguração do edifício projetado pelo arquitecto Carrilho da Graça, um operário de construção civil, que está precisamente a trabalhar na fase de acabamentos desta infra-estrutura, garante a O Corvo que o terminal abre no próximo dia 10 de novembro. “O terminal já devia ter sido feito há muito tempo. Espero é que venha muito dinheiro com esta obra”, comenta, enquanto bebe um café num estabelecimento comercial das redondezas. Contactada por O Corvo, a Lisbon Cruise Terminals, entidade responsável pela gestão da infra-estrutura, escusa-se a adiantar uma data concreta para a sua reabertura.

A nova gare terá uma capacidade de 1,8 milhões de passageiros, o que poderá trazer muitas vantagens para os comerciantes das redondezas, reconhecerem alguns deles a O Corvo. Mas, entre eles, também existe quem discorde da perspectiva de grandes benefícios económicos e tema que se esteja a abrir a porta a uma “espécie de turismo selvagem”. Um deles é Vasco Duarte, o proprietário da sapataria Ondina, a funcionar há 130 anos na Rua dos Remédios, epicentro de Alfama, o qual lamenta as transformações que o bairro histórico tem vindo a sofrer nos últimos anos.


“O bairro está desprovido de portugueses, 80% do bairro é turistas, e isso é mau porque descaracteriza a cidade, marginaliza o português”, lamenta, antes de admitir as vantagens com tal cenário. “Os meus clientes são maioritariamente estrangeiros, para não dizer quase todos. Por isso, a construção do novo terminal acaba também por ser positiva, neste momento estamos a viver do turismo”, considera. “Há aqui um problema muito grande, também, que é a falta de polícias, numa zona onde acaba por haver alguns roubos, há muitos carteiristas. Turismo sim, mas turismo com segurança”, defende.

Carlos Elvas, barbeiro no Salão Alfama, na mesma rua, partilha a opinião do vendedor de sapatos. “O novo terminal vai trazer mais turistas e, consequentemente, mais dinheiro. O turismo é a minha salvação nos dias de crise, dá para a água e para a luz, como eu costumo dizer”, diz entre sorrisos. Por outro lado, salienta que é o alojamento local o que mais ganha com este tipo de infra-estruturas. “O alojamento local, que já devia ter parado, vai beneficiar muito com isso”, adianta. Um cliente do Salão Alfama, empresário de animação turística, também comenta: “Veja lá, se quatro barcos trouxerem oito mil pessoas, o dinheiro que vai entrar aqui”.

Um pouco mais a baixo, na Estação de Santa Apolónia, situada ao lado do novo terminal, há quem reaja com indignação à construção da obra. “Faz-se o terminal num lado e esta zona fica toda degradada? Não faz sentido nenhum. O ambiente, aqui, deixa muito a desejar”, comenta Joaquim Santos, comerciante numa loja de guloseimas e chocolates dentro da estação. “Acho que o terminal vai juntar muitas pessoas. Há muitos turistas e estamos quase com uma espécie de turismo selvagem. Há turistas que não trazem nada e turismo selvagem não é turismo de qualidade. Há muita gente, está tudo a perder a identidade. Já nada é típico”, considera. Já Bruno Verício, empregado de um quiosque ao lado, discorda: “Se o terminal trouxer três mil pessoas, e vierem cá 150 pessoas, já é muito bom. Também acho que a obra embeleza a cidade”, afirma.


Ao sair da estação, no Largo dos Caminhos de Ferro, o proprietário do Café Lisboa Tejo, Manuel Pires, estranha a pré-inauguração do terminal. “Acha normal abrir e fechar no mesmo dia? Isso foi por causa das eleições autárquicas!”, diz. E reforça: “No dia da inauguração, só mostraram o outro lado, não o que está por trás. Não faz sentido”. Mas os reparos encontram razões mais antigas. “Esta zona piorou muito nos últimos anos, já foi uma das melhores da cidade, um dos ex-líbris de Lisboa. A estação recebeu políticos importantes, como Mário Soares. Agora, está completamente degradada”, lamenta. Joaquim Santos, o dono da loja de doces, é da mesma opinião. “O passado é passado e devemos seguir em frente, mas tem de se respeitar o passado. E isso não está a acontecer”, repara.

Basta olhar em redor da estação para encontrar motivos de queixa. A começar pela limpeza ou falta dela. “Os turistas ficam chocados quando vêm aqui e até já comentaram comigo. O cheiro nauseabundo que se sente, a falta de higiene que existe, os sem-abrigo que atiram as caixas de comida para o chão, enfim”, enumera o dono do café Lisboa Tejo.

Mesmo ao lado, no restaurante Sol Brasil, Freden Miranda concorda. “Esta zona é uma porcaria, só há drogados aqui. Não há uma esquadra da polícia e os gerentes da estação não fazem nada. Todos os dias há confusão e brigas, que envolvem facas e garrafas. Há muito lixo e, quando chamamos a polícia, só aparece dentro de uma hora”, observa. E até há uma coisa em que Freden e Manuel Pires, do Café Lisboa Tejo, concordam. “Apesar de tudo, quantos mais turistas, melhor para o nosso negócio”. O segundo até vê razões para algum optimismo. “Acredito que o novo terminal valorizará muito a zona. Já começa a haver uma saturação e tem de haver um equilíbrio”, diz.


O presidente da Junta de Freguesia de Santa Maria Maior, Miguel Coelho (PS), também está optimista. Acredita que o novo terminal terá um “impacto positivo na economia local”. O edil, todavia, ressalva que poderão haver “impactos complicados na ‘pressão’ adicional de pessoas sobre o espaço público”.

Referindo-se aos habitantes da junta de freguesia que preside, Miguel Coelho considera que acabam por ser eles quem menos beneficia com o aumento do turismo, mais precisamente, com o alojamento local. Em depoimento escrito a O Corvo, atacou a polémica lei das rendas produzida pela actual líder do CDS-PP, Assunção Cristas, enquanto ministra do executivo anterior. “A componente do turismo que nos cria problemas é a que se prende com o alojamento local, uma vez que ainda permanecem as consequências do pacote legislativo conhecido como ‘Lei Cristas’ sobre as pessoas da freguesia”, afirma.


“Essas consequências incidiram directamente na ausência quase total de habitações para o mercado de arrendamento permanente, assim como têm favorecido uma ‘espécie’ de expulsão dos habitantes tradicionais – por via de não renovação de contratos a termo ou por via da realização de ‘obras profundas’ –, não havendo sequer na legislação nenhum tipo de proteção para as pessoas com idade superior a 65 anos”, defende.

O novo terminal representa um investimento de 22,7 milhões de euros. O sistema de acesso aos navios será feito através de duas mangas ligadas a uma passerelle com uma extensão de 600 metros, conectada ao terminal por três passadiços. Com o terminal de cruzeiros, Lisboa ganha ainda um novo miradouro, um terraço com vista de 360º aberto a toda a gente. A empreitada é da responsabilidade do LCT – Lisbon Cruise Terminals, que, desde 2014, tem a concessão do terminal de cruzeiros do Porto de Lisboa.


Fonte: http://ocorvo.pt/a-espera-da-reinaug...tes-de-alfama/
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Old October 21st, 2017, 05:21 AM   #890
DiogoBaptista
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Pessoal eu nunca pensei isto ser possível, ainda mais neste Século..

Estou profundamente chocado com o que vi!

Vista Geral:
https://www.google.pt/maps/@38.70210.../data=!3m1!1e3

https://www.google.pt/maps/@38.70242...7i13312!8i6656

https://www.google.pt/maps/@38.70264...7i13312!8i6656

https://www.google.pt/maps/@38.70252...7i13312!8i6656

https://www.google.pt/maps/@38.70223...7i13312!8i6656




Em plena zona premium ao lado de palacetes e hotéis onde mora a Madonna, embaixadas, em plena malha urbana de Lisboa isto é profundamente chocante, parece que estamos mesmo noutro mundo, num bairro de lata de um pais que achamos menos desenvolvido..
Isto é inadmissível numa cidade e numa zona destas! Alguém que alerte a autarquia, é urgente resolver isto e fechar a malha urbana de forma digna.
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Old October 21st, 2017, 08:40 AM   #891
lmpanp
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Há décadas que passo por aí como atalho para descer a rua do Giestal.
Não é muito e as pessoas são afáveis - se tens de parar por de repente atravessarem a quelha até te pedem desculpa e brindam-te com um sorriso.
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"Sempre que se faz uma revolução, devemos ser nós a organizar a direita antes que a direita se organize a si própria" • Vladimir Ilyich Ulyanov - Lenin
"A desvantagem do capitalismo é a desigual distribuição de riquezas, a vantagem do socialismo é a igual distribuição de misérias." • Sir Winston Churchill
"Esquerdista falando em democracia é tão crível quanto puta pregando a castidade." • SSC Brazil forumer: Jad.Bal.Ja
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Old October 21st, 2017, 01:38 PM   #892
Barragon
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Não acredito que ainda não têm nada planeado para aí... não fica no Casalinho da Ajuda.. fica numa zona premium.
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Old October 21st, 2017, 01:40 PM   #893
Barragon
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Mais zonas péssimas próximas:

Rio Seco: https://www.google.pt/maps/@38.70514.../data=!3m1!1e3

Ajuda centro: https://www.google.pt/maps/@38.70927.../data=!3m1!1e3

Casalinho Sul: https://www.google.pt/maps/@38.70810.../data=!3m1!1e3

Boa Hora Norte:
https://www.google.pt/maps/@38.70585.../data=!3m1!1e3
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Old October 21st, 2017, 02:45 PM   #894
transportfanboy
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Originally Posted by DiogoBaptista View Post
Pessoal eu nunca pensei isto ser possível, ainda mais neste Século..

Estou profundamente chocado com o que vi!

Vista Geral:
https://www.google.pt/maps/@38.70210.../data=!3m1!1e3

https://www.google.pt/maps/@38.70242...7i13312!8i6656

https://www.google.pt/maps/@38.70264...7i13312!8i6656

https://www.google.pt/maps/@38.70252...7i13312!8i6656

https://www.google.pt/maps/@38.70223...7i13312!8i6656




Em plena zona premium ao lado de palacetes e hotéis onde mora a Madonna, embaixadas, em plena malha urbana de Lisboa isto é profundamente chocante, parece que estamos mesmo noutro mundo, num bairro de lata de um pais que achamos menos desenvolvido..
Isto é inadmissível numa cidade e numa zona destas! Alguém que alerte a autarquia, é urgente resolver isto e fechar a malha urbana de forma digna.
É mesmo uma zona premium, até têm piscina como se pode ver no terceiro link.
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Old October 21st, 2017, 04:06 PM   #895
MaXxImE
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Originally Posted by DiogoBaptista View Post
Pessoal eu nunca pensei isto ser possível, ainda mais neste Século..
A impressão que eu tenho é que parece haver aqui muitos forumers que não conhecem o pais onde vivem (baseando-se apenas nos spots publicitarios para turista ver), e depois ficam todos ofendidos quando alguém lhes atira com as verdades em plena face.

Isso que tu postaste, ja eu conhecia ha anos. E existem muitas zonas assim por esse Portugal afora.
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Old October 21st, 2017, 07:06 PM   #896
Barragon
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Lisboa tem vindo a melhorar bastante. Continuam a existir muitos vazios urbanos que têm que ser consolidados ao invés de se construir para fora.

A zona oriental de Lisboa ainda é pior e quem conhece sabe do que falo. Tem que ser ir ao local e ver o nojo e o esquecimento que muitas das zonas de Lisboa estão.
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Old October 22nd, 2017, 12:20 PM   #897
Barragon
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Para quem não conhece a Quinta do Ferro:

http://ateliermob.com/tag/%23+244

https://www.google.pt/maps/@38.71798.../data=!3m1!1e3

https://www.google.pt/maps/@38.71736...7i13312!8i6656
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Old October 22nd, 2017, 12:23 PM   #898
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Traseiras:

https://www.google.pt/maps/@38.71762...7i13312!8i6656
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Old October 24th, 2017, 02:05 PM   #899
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Gouveia
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Pessoal eu nunca pensei isto ser possível, ainda mais neste Século..

Estou profundamente chocado com o que vi!

Vista Geral:
https://www.google.pt/maps/@38.70210.../data=!3m1!1e3

https://www.google.pt/maps/@38.70242...7i13312!8i6656

https://www.google.pt/maps/@38.70264...7i13312!8i6656

https://www.google.pt/maps/@38.70252...7i13312!8i6656

https://www.google.pt/maps/@38.70223...7i13312!8i6656




Em plena zona premium ao lado de palacetes e hotéis onde mora a Madonna, embaixadas, em plena malha urbana de Lisboa isto é profundamente chocante, parece que estamos mesmo noutro mundo, num bairro de lata de um pais que achamos menos desenvolvido..
Isto é inadmissível numa cidade e numa zona destas! Alguém que alerte a autarquia, é urgente resolver isto e fechar a malha urbana de forma digna.
Diogo, a impressão que tenho é que as pessoas se habituam, e deixam de se chocar com isso.
Ha zonas assim em Faro!!

Quem é de fora fica duplamente impressionado, pelo problema em si e pela indiferença das pessoas.

Mas o Maxxime tem razão, muitos de nós perdemos a noção do tipo de pais que temos.
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