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Old October 13th, 2012, 07:46 PM   #81
Jdolci
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Não dá pra fazer essa continha básica de m2 pra esse terreno FGB.
Venda do terreno + apartamentos que dá pra construir = custo do estádio novo.

Essa permuta envolveria um planejamento maior.
Pra começar nao seria apenas o custo de construir um Estádio Novo. Seria considerado além do Estádio e do público gerado, receitas com a integração a um centro comercial, hotel, vinculação de receitas de eventos.
E no Estádio antigo tem que considerar não apenas quantos apartamentos de tantos andares dá pra fazer na área. O projeto seria muito mais complexo: além das torres residenciais, teria que ter hotel, centro comercial (tamanho a depender da prefeitura), sem considerar também o lucro com o potencial construtivo, instrumento que graças a Copa e o Atlético, os outros dois Estádios também tem direito de utilizar.

É algo que exigiria uma vontade enorme de querer fazer. Mas sabendo como funciona as coisas em times de futebol onde os conchavos e intrigas conseguem ser piores que as dos partidos políticos, é um trabalho quase impossível de se realizar.
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Old October 13th, 2012, 07:50 PM   #82
Tiago Domiciano
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Achei o projeto meio baixa-renda. :B
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Old October 13th, 2012, 08:26 PM   #83
FGB_curitiba
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Não dá pra fazer essa continha básica de m2 pra esse terreno FGB.
Venda do terreno + apartamentos que dá pra construir = custo do estádio novo.

Essa permuta envolveria um planejamento maior.
Pra começar nao seria apenas o custo de construir um Estádio Novo. Seria considerado além do Estádio e do público gerado, receitas com a integração a um centro comercial, hotel, vinculação de receitas de eventos.
E no Estádio antigo tem que considerar não apenas quantos apartamentos de tantos andares dá pra fazer na área. O projeto seria muito mais complexo: além das torres residenciais, teria que ter hotel, centro comercial (tamanho a depender da prefeitura), sem considerar também o lucro com o potencial construtivo, instrumento que graças a Copa e o Atlético, os outros dois Estádios também tem direito de utilizar.

É algo que exigiria uma vontade enorme de querer fazer. Mas sabendo como funciona as coisas em times de futebol onde os conchavos e intrigas conseguem ser piores que as dos partidos políticos, é um trabalho quase impossível de se realizar.
Ah sim, claro. Não perguntei no intuito de ter um valor fechado. Mas imagino que dê pra ter uma ideia de quanto o terreno vale comparando com outros negócios de porte semelhante, se é que eles existem.
Mas nem queria entrar na parte do estádio como negócio em si, pois daí já são outros 500.
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Old October 14th, 2012, 02:23 PM   #84
josinei
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O Terminal Portuário Ponta do Félix (ao fundo) movimentou 1,2 milhão de toneladas em 2011. Plano de zoneamento de Antonina prevê a movimentação de 3,3 milhões de toneladas em 2030

Plano vê Antonina como polo offshore
Estudo projeta crescimento de 175% na movimentação do terminal até 2030. Mas isso dependerá de mudanças pesadas nos acessos e no calado do porto

O Porto de Antonina tem vocação para ser o polo para as atividades de apoio à exploração de petróleo e gás em alto-mar (offshore) do Paraná. Esta é uma das principais indicações do Plano de Desenvolvimento e Zoneamento do terminal, encomendado pela Appa, a administração dos terminais paranaenses, ao Laboratório de Transportes e Logística da Universidade Federal de Santa Catarina (LabTrans/UFSC), e que está à espera da aprovação da Secretaria dos Portos e da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), em Brasília. O documento, assim como o plano diretor de uma cidade, serve de base para orientar investimentos e operações para os próximos anos.

O plano projeta um crescimento de 175% na movimentação de cargas do porto até 2030, o equivalente a 5,5% ao ano, a partir da tendência da redução dos embarques de carne congelada, do aumento do recebimento de fertilizantes e de açúcar ensacado e também da introdução de dois novos tipos de carga: veículos, em caráter complementar à movimentação de Paranaguá, e produtos metalúrgicos offshore, considerando a instalação da empresa de engenharia marítima italiana Techint no terminal e a vinda, a partir dela, de outros fornecedores e prestadores de serviço do ramo.

Essas projeções representam uma transformação profunda no terminal, que hoje tem apenas um arrendatário operando, o Terminal Portuário Ponta do Félix. Do recorde de pouco mais de 1,2 milhão de toneladas movimentadas no ano passado, o porto poderá chegar a 3,3 milhões em 2030. Mas isso depende de investimentos na construção de novos acessos e do aprofundamento do calado (medida correspondente à parte submersa do navio).

“O plano anterior, de 2006, era mais recente que o de Paranaguá, que também foi atualizado neste ano. Mesmo assim, a discussão do pré-sal só ganhou força a partir de 2009 aqui no Paraná. Nossa tarefa foi contemplar esses novos caminhos na atualização do plano, considerando as restrições geográficas e ambientais de Antonina”, explica o superintendente da Appa, Luiz Henrique Tessutti Dividino.

A vinda da Techint é o principal fator para o estímulo à formação de um polo offshore no Porto de Antonina – outras três empresas paranaenses também devem dar a largada necessária à nova vocação (leia mais na matéria relacionada).

No caso do potencial para o transporte de veículos, ele foi identificado a partir da própria demanda indicada pela indústria há alguns anos. Em 2008, antes de o calado do terminal ser reduzido pelo acúmulo de detritos e a falta de dragagem, algumas montadoras buscaram o terminal e chegaram a realizar duas operações-piloto.

“Isso é importante porque no transporte dos carros a parte mais crítica não é o embarque no navio, mas a passagem do caminhão-cegonha pela cidade e o local de espera do veículo até o embarque”, diz Dividino. Na época, o Porto de Antonina chegou até a receber a autorização para o embarque de automóveis, mas o rebaixamento do calado acabou por minar a ideia.

Novas ligações rodoviárias não têm nem projeto

Um dos pontos mais críticos para a retomada das operações do Porto de Antonina – terminal que nos idos de 1949 chegou a ser o quarto mais importante do país – é o tráfego pesado de caminhões de carga, que atravessam as cidades de Morretes e Antonina. Embora existam duas ideias para desviar esse fluxo do convívio urbano – uma ligação com a BR-277 e outra com a PR-410 –, nenhuma tem projeto pronto.

Ainda assim, o superintendente da Appa, Luiz Henrique Tessutti Dividino, acredita que é possível fazer a movimentação crescer: “Nossa ideia é criar bolsões, locais onde os caminhões possam aguardar, antes da entrada no perímetro urbano de Morretes e Antonina, até a hora do embarque. É uma questão de organização, que diminuiria o fluxo dos veículos pesados nas cidades.”

Para isso, além da criação dos bolsões, seria preciso também reformar todo o acesso ao Porto de An**tonina, das proximidades da entrada da estrada que vai para Guaraqueçaba até o terminal.

O trecho mais encaminhado nesse sentido é mais próximo ao porto. Com recursos de uma contrapartida antiga da Transpetro, a prefeitura está asfaltando a interligação das avenidas Conde Matarazzo e Tiago Peixoto, que dão acesso ao terminal.

A obra é motivo de disputa entre poder público e privado na cidade. Um dos herdeiros da família Matarazzo – dona do complexo industrial centenário que fica ao lado do terminal público de Barão de Teffé e também da única ferrovia particular do país, paralela à Avenida Matarazzo – entrou com uma ação contra a prefeitura para que a obra seja embargada.

A estrada de ferro, desativada desde os anos 1970, é a grande esperança de volta aos negócios da família Matarazzo. A América Latina Logística (ALL) já teve o aval dos herdeiros para utilizar a concessão ferroviária, que teria validade até 2017.

Assim como o herdeiro Matarazzo, a ALL protocolou meses atrás uma ação na Vara Federal de Paranaguá contra a prefeitura pedindo a interrupção da reforma da Avenida Matarazzo. A empresa quer que o projeto seja adequado aos planos de reativação da linha.

Pelo projeto atual, uma ciclovia corre ao lado da linha férrea, algo bastante criticado pela população local, já que duas das principais escolas do município ficam na via, além de uma unidade da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae).

A ALL concluiu no último mês, em um investimento de R$ 127 mil, a recuperação do trecho de 16 quilômetros entre Morretes e Antonina, mas diz que ainda não há acordos comerciais para a retomada da circulação da linha.



http://www.gazetadopovo.com.br/econo...-polo-offshore
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Old October 14th, 2012, 02:33 PM   #85
josinei
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Três empresas paranaenses darão a largada

Duas empresas de Curitiba e outra do Litoral, interessadas em parte das áreas ociosas do Porto de Antonina, podem dar a largada necessária à criação do polo offshore do terminal – junto com a ida da Techint.

A Vetor Tecnologia e a Mathias Engenharia, empresas com escritório em Curitiba que hoje atuam na área metal mecânica e na construção de tanques para armazenamento líquido e sólido, querem formar um nova empresa, a Paraná Offshore Solutions.

A intenção, segundo o sócio-proprietário Lauro Mathias Neto, é transferir a operação existente na unidade fabril de São José dos Pinhais, na região metropolitana, e ampliá-la. “Também queremos aumentar nosso leque de atividades, oferecendo serviços de manutenção e reparos navais e o desenvolvimento de equipamentos para a atividade offshore. O litoral do Paraná não tem nada parecido hoje. Nenhum navio faz escala aqui para reparos ou melhoramentos”, explica Mathias Neto.

Com o Estudo de Viabi***lidade Técnica e Econômica (EVTE) realizado e apresentado à Appa, eles aguardam o parecer do órgão estadual para também pedir a autorização da Antaq. Para os planos da empresa, serão necessários 32 mil metros quadrados dentro do terminal Barão de Teffé. “Como o arrendamento tem validade de 25 anos, temos um plano em três fases, com a construção de 2 mil metros quadrados de fábrica em cada uma e a geração inicial de 80 empregos diretos”. Mathias Neto estima que a partir da autorização da Antaq e das licenças ambientais do IAP seja possível instalar a unidade em seis meses.

Outra empresa interessada em quebrar a monotonia de Antonina é a Interportos. A empresa atuava nas operações de transbordo de cargas entre Paranaguá e Antonina, mas acabou inativa com o fim da demanda por esse transporte.

Agora, com o novo zoneamento do porto e a dragagem de manutenção em perspectiva, quer voltar à ativa, mas apostando também na montagem de um estaleiro na área privada que possui ao lado do terminal público de Barão do Teffé, de 100 mil metros quadrados. “É um espaço com 250 metros de frente para a baía, onde pretendemos montar um estaleiro para reparo naval de embarcações de apoio portuário, de porte médio. Pelo escopo do projeto, estimamos um investimento entre R$ 10 milhões e R$ 15 milhões e a geração de cerca de 250 empregos diretos”, diz Cassiano René Souza Ennes, diretor da Interportos.

Segundo ele, o processo de licenciamento ambiental, pelo Ibama, já está em andamento. “Nossa ideia é não só atender o mercado local, que carece de serviços de manutenção e reparo, mas também atrair embarcações de regiões próximas, como São Paulo e Santa Catarina.”

Quote:
Programa

Pontal do Pré-sal não sai do lugar

Com a base lançada em dezembro de 2010 por um decreto do ex-governador Orlando Pessuti e incorporado por Beto Richa, o programa Pontal do Pré-Sal, que prevê uma série de vantagens para empresas de desenvolvimento de navios, plataformas e equipamentos pesados, chega ao segundo ano do governo Richa sem deslanchar. À exceção da italiana Techint, nenhuma outra empresa do ramo se fixou no Paraná.

O regime fiscal especial, que, por enquanto, é basicamente o que forma o programa, inclui suspensão do ICMS na importação de máquinas e na venda de mercadorias e a postergação do tributo na compra de bens. Para usufruir dessas vantagens, as empresas teriam de iniciar as obras em até seis meses a partir da licença de instalação e começar a funcionar até dois anos da licença de operação. Outra exigência – que talvez seja revista pelo governo – é a geração de ao menos 2 mil empregos diretos.
http://www.gazetadopovo.com.br/econo...ao-a-largada--
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Old October 15th, 2012, 01:51 AM   #86
Jdolci
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Positivo abrindo o leque de produtos...
Interessante ver como o Positivo de uma escola que dava aula de cursinho se tornou a empresa que é hoje.

Sem alarde, Qualcomm revela smartphone Positivo



Os smartphones da Positivo Informática, que devem ser lançados no fim deste mês, foram flagrados ontem no estande da Qualcomm, fabricante de processadores para celular, na Futurecom. Com os nomes de S400 e S350, eles têm tela de 4 e 3,5 polegadas, respectivamente. O maior deve rodar o Android Ice Cream Sandwich, a penúltima versão do sistema operacional do Google, anterior ao Jellybean, presente em poucos aparelhos, e vem com o processador Snapdragon S4, um dual-core de 1 GHz. Um representante da Qualcomm afirmou que a tela tem resolução de 720p. O menor vem com chip Snapdragon S1, o mais simples da linha Snapdragon. A Positivo Informática informou que os aparelhos não são funcionais – são apenas para demonstração. Os dois smartphones farão parte da linha Ypy, que já é composta por dois tablets. A empresa também deve lançar outros dois telefones “feature”, mais simples e sem conexão à internet.

Fonte
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Old October 15th, 2012, 02:25 AM   #87
TSP
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Muito bacana por parte da Positivo, mas pra ela vingar ela teria que entrar com um baita custo/beneficio, o que não está acontecendo com seus tablets, mesmo com incentivos do governo!
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Old October 15th, 2012, 03:05 AM   #88
josinei
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Realmente é impressionante o tamanho que os caras conseguiram chegar com a positivo informática.
Começaram com um depto para cuidar dos computadores das escolas do grupo. Depois, começaram a montar os computadores usados nas escolas. Em seguida começaram a fornecer para outras escolas.
Depois começaram a entrar em licitações pra vender ao governo. E foi crescendo até se tornar líder nacional.

Mas o problema dela é que a tecnologia não é própria. Ela compra projetos prontos em Taiwan e monta as placas aqui no Brasil.
Nos computadores da faixa de preço que ela atua isso não é problema, pois são commodities.
Mas em tablet e smartphone é mais complicado, pois o produto deixa de ser commodity e ela tem que concorrer com Apple, Samsung, Nokia e outras empresas que detém a tecnologia do negócio, desde a fabricação do silício, da tela, do S.O, etc...
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Old October 15th, 2012, 03:19 AM   #89
Squibb
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samsung e apple, escala mundial, amplo dominio da tecnologia, trocentas patentes, e produtos altamente avançados.
positivo, escala local, tecnologia de outros, nenhuma patente...


n tem como competir. nem entendo pq entraram no mercado.
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"Economic growth is produced when a society saves money and invests the savings wisely. It is not quantity of investment that matters most, but quality. Government is capable neither of saving nor investing, much less investing wisely"
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Old October 15th, 2012, 03:22 AM   #90
josinei
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mercado municipal

Quase todo fim de semana vou ao mercado municipal, e pra não perder o costume, vou dar uma reclamadinha.

A cada ano, o mercado recebe mais visitantes. Muitos gringos, muitos brasileiros de outras regiões.

Sábado de manhã tentei passar por lá e desisti. Engarrafamento, sem vagas pra estacionar.
Hoje cedo (domingo) fui novamente. Estava mais tranquilo. Parei quase na frente da delegacia de homicídios.

Como sempre, guardadores de carro te achacando. Crackentos circulando por toda a região, abordando pedestres para pedir dinheiro, dormindo pelas calçadas e embaixo das marquises.
Calçadas imundas, cheias de lixo deixado pelos crackentos.

A reforma parece que nunca acaba, e não muda nada. A única coisa perceptível aos meus olhos é a nova entrada (ainda inoperante) pela 7 de Setembro.

Será que seria pedir muito para a prefeitura desapropriar aquele cantinho (Afonso Camargo x Rua da Paz) com uns hoteis de 5a. categoria e outros muquifos para fechar toda a quadra com o mercado?
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Old October 15th, 2012, 10:32 AM   #91
RenatoJG
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Será que seria pedir muito para a prefeitura desapropriar aquele cantinho (Afonso Camargo x Rua da Paz) com uns hoteis de 5a. categoria e outros muquifos para fechar toda a quadra com o mercado?
Pensei que eu era o único chato a reclamar disso...
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Old October 15th, 2012, 01:26 PM   #92
Barba
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Originally Posted by josinei View Post
Quase todo fim de semana vou ao mercado municipal, e pra não perder o costume, vou dar uma reclamadinha.

A cada ano, o mercado recebe mais visitantes. Muitos gringos, muitos brasileiros de outras regiões.

Sábado de manhã tentei passar por lá e desisti. Engarrafamento, sem vagas pra estacionar.
Hoje cedo (domingo) fui novamente. Estava mais tranquilo. Parei quase na frente da delegacia de homicídios.

Como sempre, guardadores de carro te achacando. Crackentos circulando por toda a região, abordando pedestres para pedir dinheiro, dormindo pelas calçadas e embaixo das marquises.
Calçadas imundas, cheias de lixo deixado pelos crackentos.

A reforma parece que nunca acaba, e não muda nada. A única coisa perceptível aos meus olhos é a nova entrada (ainda inoperante) pela 7 de Setembro.

Será que seria pedir muito para a prefeitura desapropriar aquele cantinho (Afonso Camargo x Rua da Paz) com uns hoteis de 5a. categoria e outros muquifos para fechar toda a quadra com o mercado?
Trafegar pela região do mercado municipal no sábado de manhã é tão ruim quanto trafegar ali nos dias úteis às 18h30, e isso porque quase sempre tem guarda por ali e continua uma zona.

Uma coisa que talvez dê resultado é o estacionamento subterrâneo, mas nem tem prazo para começar e dependendo do prefeito que entrar pode até cancelar o projeto (principalmente se for o Rato, ou ele ainda acha que o Requião não vai cobrar a parte dele por esse apoio incondicional?)
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Old October 15th, 2012, 02:44 PM   #93
josinei
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Minha reclamação à prefeitura é principalmente quanto à sujeira, ao abandono da região.

O mercado municipal é um ponto turístico. Deveria ter o seu entorno mais bem cuidado no que se refere à limpeza, à conservação das calçadas, à fiscalização das poluição visual dos comércios da região, à fiação aérea, à presença da guarda municipal. Ela não serve para cuidar dos prédios, praças e parques do município?

E a região deveria sofrer uma "operação urbana", para tirar os botecos e hoteis de 5a categoria.
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Old October 16th, 2012, 02:58 AM   #94
josinei
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Desocupação de rua gera discussão no Boqueirão
Mandado judicial determinava a limpeza de uma via pública ocupada por lixo reciclável. Na ação, os catadores de material reciclável acusaram a PM e a prefeitura de ofensas e ameaças, o que os órgãos negam

A Polícia Militar (PM), a Guarda Municipal e técnicos da prefeitura acompanharam na manhã desta terça-feira o cumprimento de um mandado de desobstrução de rua no bairro Boqueirão, em Curitiba, que gerou polêmica. A ação foi por volta das 9 horas da manhã na Rua Brasil Para Cristo, onde residem cerca de 30 famílias de catadores de material reciclável, que reclamam de truculência por parte dos policiais na ação.

Os moradores alegam que foram ofendidos por alguns policiais e que sofreram ameaças de que os depósitos improvisados na calçada seriam derrubados durante a ação.

Segundo a Organização Terra de Direitos, que atua com advocacia popular, a ação da prefeitura vai de encontro a uma negociação recente firmada com os trabalhadores. Na negociação, o poder público municipal se comprometia a alugar um barracão, já que o que as famílias utilizavam foi destruído num incêndio.

De acordo com Júlia Ávila Franzoni, advogada e assessora jurídica do Terra de Direitos, as famílias respondiam por uma ação de reintegração de posse de uma massa falida, mas entraram com a ação de usucapião e venceram. “Os trabalhadores procuraram a prefeitura para o projeto EcoCidadão, mas não foram contemplados”, afirma a advogada.

A Secretaria do Meio Ambiente, via assessoria de imprensa, afirmou que no local há 20 pessoas que pertenciam a um EcoCidadão e saíram por motivo de briga, e resolveram voltar ao bairro em situação irregular. Ainda segundo a secretaria, a prefeitura está em trâmite para estabelecer um EcoCidadão no local. Dessa forma, técnicos da prefeitura, amparados pela liminar da 8ª Vara Civil Pública, onde foi ajuizada a ação, fizeram a remoção de cinco caminhões de lixo comum. Os próprios moradores teriam tirado o lixo reciclável, e o lixo comum (restos de materiais de construção misturados a lixo orgânico) foi mandado para aterros.

Os moradores alegam que quase não teve tempo de recolher o material reciclável com que trabalham. “Dissemos para esperar que um caminhão viria para carregar o material, ele faz isso toda sexta-feira, mas, como sexta era feriado, ele viria hoje, e já estava a caminho quando eles chegaram. Mas eles não quiseram esperar; colocaram o trator em cima, quase derrubaram casas, e se não fosse a gente gritar ia ter gente sem casa”, conta Rucelia de Mello, de 44 anos, catadora de material reciclável.

Segundo o capitão da Polícia Militar Anderson, que coordenou os soldados da PM na ação, os policias receberam um pedido de garantia de segurança para o cumprimento de uma ordem judicial de limpeza de via pública. A calçada teria sido tomada por lixo e entulho. “A prefeitura solicitou o reforço policial para evitar qualquer tipo de conflito. E não houve confronto ou violência de qualquer natureza, apenas algumas pessoas que tentaram atrapalhar o trabalho do oficial de Justiça”, afirma. Mas o capitão orienta que se qualquer pessoa se sentiu agredida ou desrespeitada por algum soldado da Polícia Militar, que procure a Corregedoria da PM para apresentar uma denúncia.

http://www.gazetadopovo.com.br/vidae...o-no-Boqueirao
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Old October 16th, 2012, 03:33 AM   #95
Tiago Domiciano
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Nossa, dá pra montar uma casa chyque sustentável com esse tanto de lixo...
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Old October 16th, 2012, 03:56 AM   #96
rafssilva
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tem mais algumas ruas do boquera que deveriam fazer isso...
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Old October 16th, 2012, 04:17 AM   #97
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São as nossas vacas sagradas né! Não pode mexer.. não pode tocar ..não pode fazer nada!
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Old October 16th, 2012, 04:57 AM   #98
M.S.
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Quase todo fim de semana vou ao mercado municipal, e pra não perder o costume, vou dar uma reclamadinha.
Hahaha tive que dar risada. Já que todo mundo chama o josinei de reclamão ele já aceitou o título hehehe

Mas conconrdo, o Mercado Municipal é ponto turístico, não custa muito a prefeitura dar uma amenizada na região (já que não gosta de soluções definitivas). Se não fosse os hotelzinhos e comércio vagabundo que o josinei mencionou e região da delegacia de homicídios que é meio macabra, a região teria potencial para um revival. Podiam fazer um urbanismo descente na Sete que é tudo nas coxas pra começar.
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Old October 16th, 2012, 12:49 PM   #99
josinei
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Originally Posted by rafssilva View Post
tem mais algumas ruas do boquera que deveriam fazer isso...
na minha esquina tem outra dessas.
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Old October 17th, 2012, 05:42 PM   #100
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Por isso que eu sugeri o PR Debates, assuntos como esse ou de interesse estadual, poderiam ser postados lá...
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